O ditado “todos os caminhos levam a Roma” significa que todas as alternativas de que dispomos levam para o mesmo lugar ou têm o mesmo resultado. Roma continua a governar o mundo, desde pelo menos 600 a.C. e o Vaticano é a cabeça da serpente e a sede do satanismo mundial. O Império Romano nunca caiu, ainda continua no poder, apenas foi renomeado para Igreja Católica, que deu origem ao Sacro Império Romano.
Os jesuítas são os Illuminati e o César é o Papa. Não há diferença. O Vaticano é uma corporação e a sede da Cabala Illuminati e tem o controle sobre os países através de suas sociedades secretas como a Ordem dos Jesuítas, a Maçonaria, a Ordem Soberana e Militar de Malta (SMOM) e outras ordens. Roma usou a Igreja Católica, por meio do poder coercitivo da Igreja, para controlar os reis da Terra. Devido à sua fraude e engano. Como impostores, eles ganharam o controle dos governos de muitas nações.
Leia mais: O Império Romano nunca caiu. Agora é chamado de Igreja Católica Romana.
A Igreja Católica Romana (mas especialmente os Jesuítas Illuminati) e as Casas Reais são as responsáveis pelo planejamento a longo prazo da satânica Nova Ordem Mundial, enquanto os iniciados de alto grau das Escolas de Mistério (Maçonaria) são a base de poder político que implementa os seus planos para a nossa destruição e escravização ao longo dos séculos. O seu objetivo sempre foi impedir o nosso crescimento como povo e sociedade, mantendo ao mesmo tempo as massas sem instrução num estado de ignorância tão profundo quanto possível.
Existe um conhecimento oculto que você precisa entender: ele lida com a mente humana. Uma grande farsa está ocorrendo, e os executores dessa farsa são três organizações nas quais o público mais confia: o governo, a mídia e a religião. Somente depois que você perceber que foi enganado, será capaz de pensar fora da caixa que lhe foi fornecida pela educação e outros meios.
Sofremos lavagem cerebral com informações pré-determinadas, os blocos de construção da mente humana, sua programação. Fomos programados quando crianças pelas crenças de nossos pais e depois pela religião, escola, TV, mídia e governo, que acabaram moldando nossa percepção do mundo. Mas você pode superar a programação quando entende que tudo, ou quase tudo, nesse mundo é uma mentira fabricada e que as coisas não são funcionam como nos disseram.
Seja qual for a sua programação, ela é a razão, a causa, da maneira como você vê e dissemina informações. É por isso que existem tantas religiões, tipos de governo e experimentos sociais diferentes. As pessoas sob esses diferentes sistemas irão para o túmulo pensando que estão certas, simplesmente por causa de sua programação. Para que você tenha uma ideia do que significa sofrer lavagem cerebral, precisa examinar seus próprios pensamentos e crenças e como os adquiriu. E quem está por trás do mecanismo de lavagem cerebral da população global? Todos os caminhos levam a Roma!
O Vaticano é uma corporação privada e controla os demais países que também são corporações privadas. A Igreja Católica Romana é a continuação do Império Romano e o César se tornou o Papa. E o César/Papa, com seus decretos e bulas papais, declarou que todos os corpos e almas e terras do planeta são sua propriedade. Seu corpo, alma e tudo que você acha que lhe pertence, é de propriedade da corporação que finge ser seu governo, que é controlado pelo Vaticano.
Você é um escravo e os impostos que você paga, uma parte vai para o Banco do Vaticano. Em sua certidão de nascimento, seu nome está escrito em LETRAS MAÍSCULAS, mostrando sua situação de escravo da corporação Estado. E todo esse sistema de escravidão estatal se sustenta na falsa crença criada por Roma de que o Papa é o “representante” de Jesus Cristo na Terra, que é um personagem fictício criado por Roma.
Esse post complementa os anteriores sobre o Banco do Vaticano e a fraude das certidões de nascimento:
Fraude na certidão de nascimento: da conspiração aos fatos.
Sua certidão de nascimento é um título no sistema financeiro globalista.
O dinheiro dos seus impostos está sendo enviado para o Banco do Vaticano?
O Vaticano é a cabeça da serpente
Você já ouviu falar sobre o Salão de Audiências Paulo VI ou Salão das Audiências Pontifícias na cidade do Vaticano? Com capacidade para 6.300 lugares em pé, foi projetado pelo engenheiro italiano Pier Luigi Nervi e concluído em 1971. Seu design lembra a cabeça de uma serpente.

As serpentes são répteis e a construção desse auditório com simbologia oculta, claramente faz alusão à poderosa influência exercida por tais seres sobre o Vaticano. Os jesuítas satanistas controlam o Vaticano e eles mostraram isso de forma simbólica. O melhor lugar para o diabo se esconder é na Igreja.
E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele. – Apocalipse 12:9

No interior, atrás do palco, fica uma enorme escultura de bronze de Péricle Fazzini intitulado “A Ressurreição”, que retrata Jesus emergindo da cratera de uma bomba nuclear no Jardim do Getsêmani. A escultura é horrenda e tem uma energia ruim. Os satanistas no Vaticano mandaram fazer essa escultura para debochar dos fiéis?

Ninguém acha que pode ser tão facilmente manipulado, mas você foi. Porque o público é manipulado dessa forma? Por que isso serve as sociedades secretas que orquestram esse sistema satânico, causar conflitos entre raças e religiões, os negros odiarem os brancos, ou vice-versa, os pobres odiarem os ricos, ou vice-versa, os protestantes odiarem os católicos, ou ambas as religiões odiarem todas as outras religiões, e vice-versa. Eles mantêm todos distraídos com uma infinidade de questões, tão ocupados trabalhando para sobreviver que não têm tempo para se auto educar.
Esta é a verdade, não importa qual seja sua religião, ou sua etnia, nem importa o nível de sua inteligência. A mente de uma criança é como um disco rígido vazio que aceitará qualquer sistema operacional que você instalar nele. E é por isso que os controladores procuram doutrinar as crianças desde cedo. Tudo o que foi programado em você quando criança, sobre deus, ou a ausência de deus, história, ciência, religião ou o que quer que seja.
A lavagem cerebral subjuga as crenças dessa pessoa pelo resto da sua vida e determinará como ela disseminará todas as informações que lhe chegam mais tarde, aceitando-as ou rejeitando-as, com base em se concordam ou não com sua programação como criança e adulto. Antes que sua mente aceite qualquer informação nova, ela é analisada por suas crenças fundamentais e rejeitada se a informação que entra estiver em conflito com elas. Somente por meio da desprogramação e reprogramação isso pode ser mudado.
“Se você contar uma mentira grande o suficiente e continuar repetindo, as pessoas acabarão acreditando nela. A mentira só pode ser mantida enquanto o Estado puder proteger o povo das consequências políticas, económicas e/ou militares da mentira. Torna-se assim de vital importância que o Estado use todos os seus poderes para reprimir a dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira e, portanto, por extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado.”
– José Goebbels – Ministro da Propaganda do Partido Nazista Alemão
Durante séculos, os cristãos foram ingênuos o suficiente para acreditar nas mentiras do Vaticano. Como isso foi possível? Através das mentiras de homens manipuladores que afirmavam ser o “representante” de Jesus Cristo na Terra, o “Vigário de Cristo”. A palavra “VIGÁRIO” é definida no Dicionário Inglês Webster de 1828 como “Uma pessoa delegada ou autorizada a desempenhar a função de outra, um substituto no cargo” e, posteriormente, todos os papas desde o Papa Inocêncio III fingem ser Jesus Cristo na Terra.
O Vaticano tem a ver com poder e dinheiro e “estes são a raiz de todo mal”. Eles usam a religião para controlar e se alimentar das massas. O ARTIGO 3 do Tratado secreto de Verona, firmado em 22 de novembro de 1822 entre o Vaticano e diversas nações europeias, afirma que “os princípios da religião contribuem poderosamente para manter as nações no estado de obediência passiva que devem aos seus governantes”.
O que a maioria das pessoas não sabem é que o personagem Jesus Cristo foi uma criação do general romano Vespasiano e seu filho Tito para culpar os judeus pela morte do Messias Salvador (Jesus) como punição pela rebelião que formaram contra a ocupação romana na Galileia, Palestina e outros locais no Oriente Médio.
Vespasiano e Tito (os Flavianos) criaram a história de Jesus algum tempo depois da revolta judaica de 66-73 d.C., a primeira de três grandes rebeliões. O personagem Jesus salvou o Império Romano da extinção e o tornou muito mais poderoso e rico do que no passado pois agora eles escravizam as almas de bilhões de pessoas.
Naquela época, as seitas judaicas na Palestina aguardavam a chegada de um “Messias guerreiro”, o que se tornou um problema que o Império Romano não conseguia resolver pelos meios tradicionais. Como resultado, os romanos recorreram à guerra psicológica, aparentemente para dar aos judeus o que eles queriam, ao mesmo tempo em que garantiam que seguissem suas regras.
Os Flavianos presumiram que a maneira de impedir a disseminação da atividade missionária judaica zelote era criar um sistema de crenças concorrente. Foi então que inventaram a história do Messias pacífico. “Em vez de inspirar a guerra contra Roma, esse Messias incitou o pacifismo, oferecendo a outra face, e encorajou os judeus a “darem a César o que era de César“, isto é, a pagar seus impostos a Roma.
Embora o cristianismo possa ser um conforto para alguns, ele também pode ser muito prejudicial e repressivo, uma forma insidiosa de controle mental que levou à aceitação cega da servidão, da pobreza e da guerra ao longo da história.
Roma criou o personagem fictício Jesus Cristo e depois o Papa/César intitulou-se seu representante legítimo na Terra para controlar a mente e a alma das massas. E esse feitiço dura até hoje!
O que é o “anticristo” realmente?
Uma citação de William Henry Burr (1819-1908) de seu livro “Revelações do Anticristo” é ainda mais relevante:
“Os iniciados nos mistérios sagrados sabiam que as histórias dos Evangelhos eram falsas, mas eles os consideraram necessários para continuar a imposição com a finalidade de propagandismo estatal. Mas enquanto essa transição de fé estava em andamento, alguns dos professores mais conscientes começaram a revelar que o caráter de Jesus Cristo, que eles estavam adorando, não era uma figura histórica. Isso estava sendo visto pelo clérigo conservador como uma revelação extremamente perigosa, então João os denuncia como mentirosos e os chama de “anticristos”, sabendo que ele e seus clérigos eram mentirosos e que os “Anti Cristos” estavam dizendo a verdade… O erro prevaleceu e Jesus do mito se tornou o Jesus histórico.”
– William Henry Burr “Offenbarungen des Antichristen”

O texto abaixo fala de um documento falsificado chamado “Doação de Constantino” criado pelo Papa Adriano I em 740 d.C. que alterou o curso da história ocidental até os dias de hoje. O Vaticano é uma corporação privada controlado pelas famílias satânicas da Nobreza Negra.
A Nobreza Negra são os governantes dos antigos Estados Papais e trabalham em estreita colaboração com outras famílias nobres italianas. Eles gerem as monarquias europeias como ramos da sua Roma corporativa. A Nobreza Negra utiliza o Vaticano e os jesuítas como rede de inteligência, tendo a Sé Episcopal como supervisora de outros distritos.
As linhagens papais mais proeminentes da Nobreza Negra incluem as famílias Massimo, Colonna, Pallavicini, Breakspeare, Borgia, Chigi, Conti, Este, Farnese, Medici, Orsini, Aldobrandini, Pallavicini, Pamphili, Somaglia, Odescalchi, Gaetani, Torlonia, Borghese, Lucchesi-Palli e Sforza-Cesarini. Mas existem outras famílias que fazem parte da Nobreza Negra como Saxe-Coburg y Gotha, Grimaldi, Habsburgo, Hannover, Windsor, Rothschild, Rockefeller ……….

Todos os caminhos levam a Roma. A estrutura do poder satânico que governa o mundo.
A imagem abaixo é o distintivo dos Cavaleiros Templários. A frase em latim “In Hoc Signo Vinces” se traduz como “Sob este sinal, você conquistará”. Foi Constantino I (272 d.C. – 337 d.C.), o primeiro imperador cristão de Roma, quem adotou essa frase como lema. Constantino reconheceu oficialmente o cristianismo como religião pelo edito de Milão, em 313, e no mesmo ano, promulgou uma lei que protegia os sacerdotes cristãos contra as injúrias dos hereges.
Em 312, Constantino marchou sobre Roma para enfrentar as forças de Maxêncio Ponte milviana. Maxêncio superou seu oponente em número por 2 a 1. Mas ele não levou em conta a “vontade de Deus” em sua preparação para a batalha. Quando Maxêncio foi para a batalha, os soldados de Constantino apareceram carregando um estranho símbolo composto pelas letras gregas chi e rho. Segundo o historiador romano Eusébio, Constantino viu este sinal ao meio-dia no céu, abaixo do qual estava o latim para “Sob este sinal, você conquistará”.
Um sonho mais tarde naquela noite revelou sua origem. O próprio Cristo apareceu ao imperador Constantino avisando que se seu exército pintasse o símbolo nos escudos de seus soldados, ele venceria. Jesus “pediu” a Constantino que marchasse sob e em seu nome. O Chi Rho é um símbolo de Cristo, já que as duas letras gregas que o formam também são as duas primeiras letras da palavra “Cristo” em grego. A obediência de Constantino ao ditame divino trouxe-lhe favor naquele dia, quando suas forças derrotaram o exército de Maxêncio e o deixaram no comando exclusivo da metade ocidental do Império Romano.
Durante o Primeiro Concílio de Niceia em 325 na cidade de Niceia da Bitínia (atual İznik, província de Bursa, Turquia), Constantino I criou o Culto Cristão Romano para destruir os mistérios gnósticos (incluindo o Cristianismo Gnóstico) e outras organizações cristãs rivais da época. Constantino começou a “tomada corporativa” renomeando todos os antigos cargos e agências que o Império Romano tinha para dentro da “Santa Sé Romana”. A cruz e a coroa no centro simboliza a unificação da Igreja e do Governo sobre o povo.

As informações a seguir são trechos retirados do livro “A Mão Oculta da História – O Inimigo Interior” de Sean Hanlon.
No século VIII, o Império Romano/Igreja Católica estava sob ataque de todos os ângulos, incluindo exércitos muçulmanos expulsando as forças romanas do Oriente Médio. O Império estava sob tanta pressão que apenas a Itália central permaneceu sob seu controle. Seu protetor no leste, o Império Bizantino, estava exausto pela derrota nas mãos dos exércitos muçulmanos, e a Itália estava sendo invadida pelos lombardos germânicos/escandinavos, que quase conquistaram a Itália sem oposição de meados do século VI a meados do século VIII.
Isso aconteceu facilmente devido ao fato de a Itália estar em grande parte despovoada devido à guerra entre o Império Bizantino e o Reino Ostrogótico Germânico, que havia se espalhado para a Itália. A Igreja, sob o Papa Estêvão II (de 752 a 757), corria sério risco de perder Roma, então eles tiveram que elaborar um plano para proteger e preservar o que restava de um império em queda. O Papado elaborou um plano que nunca funcionaria nos tempos modernos, mas há cerca de 1300 anos, as pessoas eram ignorantes e supersticiosas.
O que ocorreu foi o Papado falsificando uma carta que foi produzida e entregue ao Rei Pepino (de 751 a 768), que era o líder da Dinastia Franco-Carolíngia, que controlava a maior parte do que é a França moderna naquela época, juntamente com partes do oeste e do sul da Alemanha. De Avro Manhattan, um autor prolífico, aprendemos sobre a carta ultrajante que foi entregue ao Papa Estêvão II diretamente do céu pelo próprio São Pedro e que incumbia o Rei Pepino de “preservar intactas as posses terrenas da Igreja”. [1]
Se Pepino fingiu acreditar ou foi enganado pelo Papa, ele liderou seu exército carolíngio contra os bárbaros e salvou o império do Papado, resultando na criação dos Estados Papais em 756. Em troca do reconhecimento do seu reinado e da unção como rei dos francos, Pepino derrotou os lombardos e doou ao Papa territórios na Itália, formando o núcleo dos Estados Pontifícios. Logo após a morte de Pepino, seu filho Carlos Magno foi informado de que Pepino havia dado toda a Itália ao Vaticano. Mas este foi apenas o começo da próxima farsa que o Papado estava prestes a realizar.
O Papado reivindica a propriedade legítima de todos os reinos e terras da Terra desde a falsificação papal chamada “Doação de Constantino”, em 740 d.C. Sob a liderança do Papa Adriano I, o Vaticano presenteou o Rei Carlos Magno, líder do Império Carolíngio, com um documento falsificado chamado Doação de Constantino, e essa falsificação alterou o curso da história ocidental até os dias de hoje. O documento alegava que Constantino havia tornado os Papas herdeiros de todo o Império Romano.
O documento foi supostamente escrito pelo próprio Constantino em 312 d.C., centenas de anos antes, e surgiu do nada, declarando o bispo de Roma como “Vigário de Cristo” e oferecendo-lhe o status de imperador.[2] Devido à falsificação, a sucessão de Papas alegou ser os sucessores de São Pedro e que eles detinham as chaves da vida e da morte, e a nobreza da Europa passou a acreditar que os Papas eram a cabeça do reino de Deus na Terra. O César Papal havia realizado um golpe de estado massivo, e o império adquiriu o novo nome de Sacro Império Romano.[3]
A Doação de Constantino teve tal efeito que:
“Colocou os Papas acima dos reis, imperadores e nações, fez deles herdeiros legais do território do Império Romano, que lhes foi concedido, de corpo e alma, e deu a São Pedro, ou melhor, a São Silvestre e seus sucessores, todas as terras do Ocidente e além, na verdade, todas as terras do planeta”. [4]
Essa “falsificação papal” colocou o Vaticano acima das autoridades civis das nações da Europa, pois estas reivindicavam direitos supremos sobre a terra, como o “verdadeiro possuidor de terras governadas por potentados ocidentais“. Eles também reivindicavam poder religioso e político (temporal), incluindo a palavra final na “vida política de toda a cristandade”, o que trouxe o que os historiadores agora reconhecem como a Idade das Trevas, sob vasto confisco de riquezas e supressão do conhecimento pelo Vaticano. Isso é o que sempre acontece quando as escolas pagãs de mistérios assumem o controle: o povo sofre!

O Vaticano era tão poderoso que abertamente minou “os estatutos de imperadores e reis, não menos do que o direito civil das nações”. O documento fraudulento admitido foi a pedra fundamental para o Vaticano fazer reivindicações territoriais, não apenas sobre as terras da Europa, mas sobre o resto do mundo. [5] Foi a transferência total do poder do Império Romano para as mãos do Vaticano, com o Papa se tornando César e o Colégio dos Cardeais assumindo o papel do Senado.
A doutrina estabelecida da supremacia papal sobre os reis e rainhas da Europa foi expandida novamente por Gregório VII (1073), que instituiu o poder ainda mais nas mãos do Papa, em vez da instituição do Papado, concentrando o poder religioso e temporal nas mãos do próprio Papa. A atitude no Vaticano era de que “os imperadores eram imperadores simplesmente por que permitiam que assim fossem”. O Papa Urbano II, seguindo o modelo de Gregório, decidiu expandir as terras que o Papado deveria governar espiritual e politicamente.
As Igrejas de Jerusalém, Antioquia, Alexandria e Constantinopla, incluindo as terras onde residiam, foram alvos para serem colocadas sob a autoridade papal. Isso levou às Cruzadas, supervisionadas por cruzados fundados pelo Vaticano, conhecidos como Cavaleiros Templários, entre 1095 e 1291. Os Templários não eram soldados comuns, pois foi relatado que em suas fileiras na época eles “possuíam nada menos que 16.000 senhorios”, com a sede da Ordem sendo a Igreja do Templo na City de Londres. [6]

É um equívoco muito comum da história são pessoas equiparando o cristianismo às Cruzadas e ao massacre na Terra Santa. As Cruzadas surgiram daqueles que seguiam à doutrina das escolas pagãs de mistérios, que veneram o Sol Negro (Saturno/Satanás). O sacerdócio dos mistérios estava no controle do Vaticano e por trás das Cruzadas, não os cristãos. Foi também o sacerdócio das escolas de mistérios que esteve por trás da Inquisição assassina em massa, não os verdadeiros cristãos. De fato, foram os verdadeiros cristãos os mais perseguidos pela Inquisição satânica.
Como “soberano universal da Igreja”, o Papado reivindicou autoridade suprema sobre “todas as coroas da cristandade”, durante o reinado de Papa Inocêncio II. Curiosamente, a monarquia britânica tornou-se subordinada ao Papado num Tratado de 3 de outubro de 1213 quando o Rei João “sem terra” entregou à Igreja Romana e ao Papa Inocêncio III o reino da Inglaterra e da Irlanda por perpetuidade.
Leia mais: O Tratado de 1213. O Poder do Vaticano e das 3 Cidades-Estado
O suposto “Vigário de Cristo” reivindicou a propriedade de tudo e de todos na Terra. Onde na Bíblia Jesus deu a alguém esse tipo de poder sobre todos os homens e todas as terras? Ele não deu, nem mesmo criou uma religião e o cargo de Papa. Foi ideia do Imperador Romano Constantino I. Isso durou durante os primeiros anos do reinado de Henrique III, com o Papa Inocêncio IV “governando a ilha efetivamente por meio de seus legados”.
Este foi o início do uso da monarquia britânica pelo Vaticano para exercer controle sobre a Irlanda, um país onde o Império Romano nunca se estabeleceu. O objetivo era impor a disciplina rigorosa do sistema católico romano aos irlandeses, ao mesmo tempo em que conferia à monarquia inglesa o “direito exclusivo de conquistar aquela ilha e subjugar seu povo”. Foi Nicholas Breakspear, também conhecido como Papa Adriano IV (1154-1159), quem primeiro subjugou a Irlanda ao controle dos monarcas britânicos, com o claro entendimento de que “os pontífices eram senhores feudais de todas as ilhas dos oceanos, graças à Doação de Constantino”.
O precedente foi estabelecido para permitir que o Vaticano reivindicasse todos os territórios do mundo devido à “jurisdição especial de São Pedro”. Com esta afirmação, seguiu-se que toda a riqueza natural de tesouros e riquezas, em qualquer forma, descoberta ou não, pertencia ao Papa e aos seus sucessores. [7] A riqueza acumulada pelo Vaticano até o século XVI é impressionante.
Na Inglaterra, em 1515, o escrivão da Ordem da Cavalaria Papal da Jarreteira, o cardeal católico romano Thomas Wosley, tornou-se chanceler da nação e foi considerado “o governante virtual” do país de 1514 a 1529, com quase todas as receitas e negócios do Estado passando por suas mãos. O fato é que, durante esse período da história, o Papado foi o maior, mais poderoso e mais rico proprietário de terras do continente europeu, superando qualquer família real ou dinastia por uma distância considerável.
Avro Manhattan escreveu que:
“Só na Inglaterra, então, ela possuía, direta e indiretamente, mais da metade das terras aráveis do reino; de fato, sua riqueza agregada era tal que ela excedia toda a nobreza e a coroa juntas. O mesmo se aplicava à França e aos estados alemães, sem mencionar a Espanha, a Itália e outros países”.[8]
O corrupto e depravado Rodrigo Borgia, o Papa Alexandre VI (de 1492 a 1503) reivindicou a propriedade das Américas recentemente descobertas para si mesmo “como administrador da Igreja, que, por sua vez, as possuía em nome do Beato Pedro“. [9]
No final do século XVII, na América do Sul, a Igreja também era a maior, mais poderosa e mais rica instituição, onde se diz que o Vaticano possuía: “cerca de metade da riqueza total do México, Peru, Colômbia, Paraguai e Equador, e quase essa proporção em todos os outros países latino-americanos, enquanto a maior parte da metade restante era “controlada pelo clero por meio de hipotecas”. [10]
[1] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, pp.25-30
[2] Baigent, Leigh & Lincoln, ‘O Santo Graal e a Linhagem Sagrada’, p.275
[3] Os Cruzados, Vol.16, ‘Quatro Cavaleiros’ p.13
[4] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, p.33
[5] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, pp.33-37
[6] Andrew Power, ‘Irlanda – Terra dos Faraós’, p.199 (citando Peter Heylin, na sua Cosmografia do Mundo (1660)
[7] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, pp.39-50
[8] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, pp.97, 99
[9] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, p.102
[10] Avro Manhattan, ‘Os Bilhões do Vaticano’, p.110
Vatika – A deusa romana do submundo
Você já se perguntou de onde o Vaticano tirou seu nome? O nome Vaticano não é grego nem latim, e também não tem nenhuma ligação com a Bíblia. Precisamos voltar milhares de anos na mitologia romana para encontrar a resposta. Mais de vinte e oito séculos atrás, e antes da lendária fundação de Roma por Rômulo e Remo em 21 de abril de 753 a.C., havia um povo chamado etruscos que se estabeleceram em uma região da Itália Central conhecida como Etrúria e governaram a região do Mediterrâneo antes da ascensão de Roma.
A maior parte do conhecimento que possuímos sobre a civilização romana vem dos etruscos. Os etruscos não enterravam seus mortos dentro dos muros de suas cidades. Em vez disso, eles construíram um grande cemitério em uma encosta fora de sua antiga cidade, na área que mais tarde se tornou a cidade de Roma. Infelizmente, a maior parte da literatura e mitologia etrusca foi perdida, mas sabemos que a guardiã desta necrópole era a deusa etrusca Vatika (às vezes escrita Vatica). Ela era a deusa do Submundo e era seu dever zelar pelas almas dos mortos após sua morte..

Embora pouco se tenha escrito sobre os etruscos e sua crença na vida após a morte, sabe-se que eles compartilhavam um sistema de crenças muito semelhante ao dos antigos egípcios, devido a artefatos descobertos em suas tumbas e imagens tiradas dos locais. O tratamento dos restos mortais do falecido foi importante para a sobrevivência e a jornada bem-sucedida para a próxima vida. A história de Rômulo e Remo terem fundado Roma foi criada pelas elites romanas para ocultar a verdadeira história.
Quando foram expulsos do Egito, Akhenaton e Nefertiti, com seus milhares de seguidores (12 povos de Israel-Egito), viajaram para vários lugares do mundo, incluindo deserto do Sinai, Irlanda, Escócia, País de Gales, França, Catalunha, Galileia, Malta, Grécia e Itália. É na Itália, onde eles se misturaram com os etruscos, levando à fundação do Império Romano… que depois se tornou o Papa, o Vaticano e a Cabala Illuminati.
Amon é o Deus Solar do Egito pré-Akhenaton e Aton é o novo conceito que Akhenaton e Nefertiti tentaram impor ao povo egípcio. Amon é o Sol (positivo) e Aton é o Sol Negro (negativo) que são energias opostas. Nas sociedades secretas, o Sol Negro é o planeta Saturno (Satanás), e é simbolizado por um CUBO NEGRO. As três religiões monoteístas, cristianismo, judaísmo e islamismo são originárias do Culto da Morte de Saturno.
Agora, examinaremos algumas imagens do Vaticano e analisaremos se elas confirmam ou negam essa antiga visão de mundo religiosa satânica.
O Papa e todos os seus sacerdotes e cardeais não são católicos. Eles só brincam de ser católicos como parte do mecanismo de controle religioso sobre a população humana. O Papa e todos esses sumos sacerdotes seguem outro conjunto de crenças que, vagamente declaradas, podem ser chamadas de adoradores de Satanás. Isso significa que eles são completamente o oposto do que querem retratar ao público em geral.
Porque o crucifixo está de cabeça para baixo na cadeira onde o papa se sentou durante uma missa para milhões? Isso é satanismo. Os satanistas invertem os símbolos que são tidos como positivos. Você realmente acredita que os artesãos que fizeram esta cadeira seriam tão incompetentes a ponto de não perceberem esse erro, ou que nenhum dos cardeais e padres o notou? Não acredito que seja assim.


A imagem abaixo é de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano. É impressionante como a imagem acima e a imagem abaixo desta parte do texto correspondem exatamente ao livro de Apocalipse 17:1-9.

“Vem cá: eu te mostrarei o julgamento da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas: com a qual os reis da terra se prostituíram, e os moradores da terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição. Então ele me levou em espírito ao deserto; e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate, cheia de nomes de blasfêmia, tendo sete cabeças e dez chifres. E a mulher (a Igreja Católica se autodenomina a igreja mãe) estava vestida de púrpura e escarlate (ou seja, vermelho), e adornada com ouro, pedras preciosas e pérolas, tendo na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição: E na sua testa estava escrito um nome: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA. E aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montanhas, nas quais o mulher sentada.“

“Nós proclamamos, definimos que é absolutamente necessário para a salvação que toda criatura humana esteja sujeita ao Romano Pontífice.”
Bula Papal Unum Sanctum de 1302, do Papa Bonifácio VIII.
A maioria das guerras na história ao longo dos últimos dois mil anos foram consequência da tentativa do Vaticano de estabelecer o Papa como o monarca universal do mundo. A guerra é um instrumento da política do Vaticano. O Papa de Roma é o soberano sobre todos os monarcas do mundo através da Ordem Soberana e Militar dos Cavaleiros de Malta (SMON). Os outros dois principais braços em busca dessa conquista nos últimos 900 anos foram os Cavaleiros Templários e, durante quase os últimos 500 anos, a Companhia de Jesus, também conhecida como Ordem dos Jesuítas.
Do século XIV ao XVI, uma inquisição liderada pela Ordem Dominicana e pela aristocracia europeia assassinou e torturou milhões de pessoas na tentativa de erradicar o cristianismo bíblico. No entanto, por mais que tentassem, não conseguiram impedir a propagação da fé. No final do século XV e início do século XVI, os povos e nobres da Europa começaram a desafiar e se rebelar abertamente contra o domínio de Roma, com muitos se recusando a pagar tributos ou impostos ao Vaticano. Foi essa prática de vasta acumulação de riqueza e o desejo evidente de dominar e controlar que levaram à rebelião contra o Vaticano, que culminou na Reforma Protestante.
A Reforma teve início em 31 de outubro de 1517, quando o Dr. Martinho Lutero pregou suas famosas noventa e cinco teses na porta da Igreja em Wittenberg, Alemanha. Uma onda de protestos (protestantismo) crescia e se espalhava pela França, Bélgica e Holanda, com líderes religiosos protestantes proclamando que o Papa era, na verdade, um anticristo (contra o Cristo), segundo a definição bíblica. A história do continente europeu, do século XVI até os tempos modernos, não pode ser compreendida sem o conhecimento da Reforma e de como ela levou a uma estratégia de contrarreforma, desde o Papado até o Concílio de Trento, planejado entre 1545 e 1563.
O Concílio de Trento foi um enorme exercício de brainstorming entre cardeais e arcebispos que viajaram de toda a Europa para Bolonha, no norte da Itália, a fim de elaborar uma estratégia para devolver o poder político e religioso, em declínio, ao controle do Vaticano. Em 1540, Inácio de Loyola, um nobre espanhol e ex-soldado da Espanha, estava sendo julgado pela Inquisição. Ele solicitou uma audiência com o Papa, que lhe foi concedida unicamente por causa de suas conexões com a nobreza em toda a Europa e sua influência militar. Loyola explicou ao Papa Paulo III que havia fundado uma Ordem que planejava usar para a proteção do poder temporal do Papado, trabalhando separadamente da Ordem Dominicana.
Sua ordem era chamada de Los Alumbrados, com muitos pesquisadores informados concordando que eles eram uma continuação dos Cavaleiros Templários. Los Alumbrados significa os iluminados, ou Illuminati. Sua doutrina e métodos eram tudo menos cristãos, como será desenvolvido mais adiante. Assim, em 1541, a Companhia de Jesus (Ordem dos Jesuítas) foi fundada e financiada pela família Borgia, da Nobreza Papal, como um meio de minar, ou esmagar, qualquer desafio ao domínio do Papado. Inácio de Loyola foi considerado intocável a partir desse ponto e desenvolveu seu ramo dos Illuminati na milícia do Papa, conhecida hoje como Companhia de Jesus, ou Ordem dos Jesuítas.

A citação abaixo é da Enciclopédia Britânica, Nona Edição, sob o título do artigo: Iluminismo. Você não verá nada parecido em enciclopédias com menos de 120 anos.
“Os Illuminati, uma seita espanhola chamada Los Alombrados, foi fundada por volta de 1520. Inácio de Loyola, enquanto estudante em Salamanca (1527), foi julgado por uma comissão eclesiástica por suposta simpatia por esta seita, mas foi absolvido com uma advertência”.
Nos anos que se seguiram ao Concílio de Trento, os Cardeais da Europa realizaram suas reuniões de contrarreforma na Villa Farnese, em Caprarola, na região do Lácio, na Itália Central, para manter as reuniões mais secretas de olhares indiscretos em Roma e em outros lugares. O design pentagonal da Villa Farnese (veja a imagem abaixo) é muito significativo, pois foi a inspiração para o design da sede do Pentágono em Washington D.C. Poucas pessoas sabem, mas antes de ser chamada de Washington, a área da cidade era chamada de Roma!
Villa Farnese em Carparola, no Lácio, Itália.


A Villa Farnese tem mapas detalhados da América do século XVI que farão você questionar o que pensa sobre a história apenas olhando para eles. A hierarquia do Colégio Cardinalício do Vaticano tinha o país bem mapeado e detalhado em meados do século XVI. Não há dúvida sobre isso, e uma visita à Villa Farnese esclarecerá isso para qualquer descrente, pois os mapas estão pendurados em exibição na vila.
A Casa Branca e o Pentágono também estão localizados no distrito soberano de Columbia, Columbia também sendo a deusa-mãe. Ao redor do Distrito de Columbia, você tem Virgínia e Maryland, ou, se você quiser um trocadilho, a Virgem Maria! Tudo está escondido à vista de todos.
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O braço de inteligência global mais poderoso do Vaticano tem sido, durante séculos, a Ordem dos Jesuítas. Eles são um dos, senão o mais poderoso, ramo das escolas de mistérios que promovem uma doutrina socialista/comunista de controle e secretamente desprezam o cristianismo. Os jesuítas são a mais antiga agência de inteligência do mundo. Sua maior força reside na infiltração e subversão, colocando povos desavisados uns contra os outros e semeando a divisão para que, no final, a Igreja possa tirar o máximo proveito.
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Os verdadeiros autores do comunismo, nazismo e fascismo: os jesuítas.
A CIA é a Agência Católica de Inteligência dos jesuítas.
Seções da Cerimônia de Indução e Juramento Extremo dos Jesuítas publicadas em 1883:
Meu filho, até agora você foi ensinado a agir como dissimulador: entre os católicos romanos, seja um católico romano, e seja um espião até mesmo entre seus próprios irmãos; a não acredite e não confie em ninguém. Entre os reformadores, seja um reformador; entre os huguenotes, seja um huguenote; entre os calvinistas, seja um calvinista; entre os protestantes, em geral, seja um protestante; e, obtendo a confiança deles, procure até mesmo pregar de seus púlpitos e denuncie com toda a veemência de sua natureza nossa Santa Religião e o Papa; e até mesmo desça tão baixo a ponto de se tornar um judeu entre os judeus, para que você possa reunir todas as informações em benefício de sua Ordem como um fiel soldado do Papa.
Você foi ensinado a plantar insidiosamente as sementes do ciúme e do ódio entre comunidades, províncias e estados que estavam em paz, e incitá-los a atos de sangue, envolvendo-os em guerras entre si, e a criar revoluções e guerras civis em países independentes e prósperos, cultivando as artes e as ciências e desfrutando das bênçãos da paz. A tomar partido dos combatentes e a agir secretamente em conjunto com seu irmão jesuíta, que poderia estar engajado do outro lado, mas abertamente oposto àquele com o qual você poderia estar conectado; apenas para que a Igreja pudesse ser a vencedora no final, nas condições fixadas nos tratados de paz e para que os fins justificassem os meios.
Você foi ensinado sobre seu dever como espião: reunir todas as estatísticas, fatos e informações em seu poder de todas as fontes; conquistar a confiança do círculo familiar de protestantes e hereges de todas as classes e personagens, bem como do comerciante, do banqueiro, do advogado, nas escolas e universidades, nos parlamentos e legislaturas, e nos judiciários e conselhos de estado, e “ser tudo para todos”, por amor ao Papa, de quem somos servos até a morte.
Recebeste todas as tuas instruções até aqui como noviço, neófito, e serviste como coadjutor, confessor e padre, mas ainda não foste investido de tudo o que é necessário para comandar o Exército de Loyola a serviço do Papa. Deves servir o tempo devido como instrumento e executor, conforme as instruções dos teus superiores, pois ninguém pode comandar aqui se não tiver consagrado os seus labores com o sangue do herege; pois “sem derramamento de sangue ninguém pode salvar-se”. Portanto, para te preparares para o teu trabalho e garantires a tua própria salvação, irás, além do teu antigo juramento de obediência à tua Ordem e de fidelidade ao Papa, repita comigo:
“Prometo e declaro ainda que não terei opinião ou vontade própria, nem qualquer reserva mental, mesmo como cadáver (perinde ac cadaver), mas obedecerei sem hesitação a todo e qualquer comando que receber de meus superiores na Milícia do Papa e de Jesus Cristo.”
“Prometo e declaro ainda que, quando a oportunidade se apresentar, farei e travarei uma guerra implacável, secreta ou abertamente, contra todos os hereges, protestantes e liberais, conforme me for ordenado a fazer, para extirpá-los e exterminá-los da face de toda a Terra; e que não pouparei nem idade, sexo ou condição; e que enforcarei, despedaçarei, ferverei, esfolarei, estrangularei e enterrarei vivos esses hereges infames, rasgarei os estômagos e úteros de suas mulheres e esmagarei as cabeças de seus bebês contra as paredes, a fim de aniquilar para sempre sua raça execrável. Que, quando o mesmo não puder ser feito abertamente, usarei secretamente o cálice envenenado, a corda estranguladora, o aço do punhal ou a bala de chumbo, independentemente da honra, posição, dignidade ou autoridade da pessoa ou pessoas, qualquer que seja sua condição na vida, pública ou privada, conforme eu, a qualquer momento, for ordenado a fazer por qualquer agente do Papa ou Superior da Irmandade da Santa Fé, da Sociedade”.
Fontes: Eric Jon Phelps, ‘Vatican Assassins – Wounded in the House of My Friends’, 3ª edição, Lowvehm Inc, 2007′, Burke Mc Carthy, ‘The Suppressed Truth about the Assassination of Abraham Lincoln’, Washington DC 1922, p.21-23 Também pode ser lido na Biblioteca do Congresso dos EUA, Número do Cartão de Catálogo, 66-43354, Calendário da Câmara nº 397. Relatório nº 1523, Registro do Congresso – Câmara, 15 de fevereiro de 1913.
Como diz o ditado: “O melhor lugar para o diabo se esconder é na igreja.”
35ª congregação geral dos Jesuítas no Vaticano em 2008
Se o juramento extremo de indução dos jesuítas não bastasse, não há melhor exemplo da realidade do jesuitismo do que as estátuas na entrada principal da Chiesa del Gesù, a igreja matriz dos jesuítas na Piazza del Gesù, em Roma. A igreja jesuíta tem duas estátuas de Santo Inácio de Loyola pisando nas costas e no pescoço de cristãos que não aderem à autoridade papal.
Ela retrata com precisão o papel dos jesuítas na Inquisição Romana (do século XII a 1545 foi exercida por outras ordens, mas os jesuítas a mantiveram até o presente) e na Contrarreforma (de 1545 até o presente). Você encontrará uma estátua idêntica de Inácio de Loyola na Basílica de São Pedro, no Vaticano, de pé no pescoço de um cristão segurando a Bíblia.

Eles não estavam tentando converter ninguém, estavam tentando esmagar toda e qualquer oposição ao seu governo e à disseminação do cristianismo bíblico. Curiosamente, a sede dos jesuítas fica em frente à sede do Rito Escocês da Maçonaria, na Piazza del Gesù, em Roma, bem na esquina do Vaticano. O ex-padre jesuíta, Dr. Alberto Rivera, disse o seguinte sobre sua antiga Ordem no prefácio do livro de Edmond Paris, “A História Secreta dos Jesuítas”. Ele declarou:
“Os homens mais perigosos são aqueles que parecem muito religiosos, especialmente quando estão organizados e em posição de autoridade. Eles têm o profundo respeito das pessoas que desconhecem sua busca profana por poder nos bastidores… Esses homens religiosos, que fingem amar a Deus, recorrerão ao assassinato, incitarão revoluções e guerras, se necessário, para ajudar sua causa. São políticos religiosos astutos, inteligentes e gentis, que vivem em um mundo sombrio de segredos, intrigas e falsa santidade.” [1]
[1] Edmond Paris, ‘A História Secreta dos Jesuítas’, p.7
O mundo já viveu sob essa ilusão por tempo suficiente. Sei que estamos muito distantes da Idade Média, mas o mundo em que vivemos hoje é resultado direto das falsas alegações do Papado como Vigários de Jesus Cristo. Não se pode, repito, não se pode separar o aspecto espiritual do efeito do Papado na História. Os efeitos do Papado foram sobre governos seculares, que moldaram toda a história mundial. A Igreja Católica nada mais é do que a continuação do Império Romano.
Em 13 de dezembro de 1545, o Concílio de Trento reuniu-se em Trento, Itália, 8 anos e meio depois de o Papa Paulo III o ter inicialmente convocado. O conselho esteve em sessão de 1545-47, 1551-52 e 1562-1563. Foi durante o Concílio de Trento que a Igreja Católica Romana debateu a crença no pecado original. O “pecado original” é a doutrina de que todo ser humano “nasce em um estado de pecado”, ou mal moral.
Os humanos adquiriram originalmente a condição de pecado quando o primeiro humano, Adão, quebrou o mandamento de Deus e comeu de uma árvore específica em o Jardim do Éden. Como punição por sua transgressão, ele foi amaldiçoado com o pecado, que foi então hereditariamente transmitido a todos os seus descendentes, que a tradição católica afirma ser todo ser humano já nascido na Terra.
De acordo com o Concílio de Trento “Decreto sobre o pecado original”, essa doutrina do pecado original deveria ser a única interpretação reconhecida, e qualquer um que discordasse dela deveria “ser anátema”. A forma para “remediar” o pecado original é ser batizado, o que o decreto do concílio sugere explicitamente. No total, o decreto tinha cinco pontos distintos e, como foi discutido numa das primeiras sessões de Trento, deve ter estado no topo da agenda da Igreja e, portanto, considerado relativamente importante. O batismo era a forma da Igreja ter o controle sobre seus fiéis súditos.
Jesus Cristo salvou o Império Romano da extinção
A essência do cristianismo é que o homem é “incapaz de salvar a sí mesmo”, por essa razão, Deus enviou seu único filho Jesus Cristo para nos salvar, morrendo na cruz para nos redimir de nossos pecados. O cristianismo afirma que o sacrifício de Jesus, que morreu na cruz e ressuscitou, foi feito para redimir a humanidade de seus pecados. Tantas pessoas adoram Jesus na cruz. O crucifixo só foi ratificado pelo sexto conselho ecumênico no ano 680 d.C. Foi decretado que a figura de um homem pregado na cruz seria adotada como um símbolo oficial da igreja Católica Romana.
O imperador Adriano, no ano 722 d.C., ordenou que motivos, pinturas e estátuas com Jesus Cristo pregado na cruz começassem a aparecer. Passaram 700 a 800 anos após o chamado nascimento de Cristo que esse símbolo foi adotado como algo representativo da igreja. O imperador Constantino I completou quaisquer alterações da Bíblia, iniciadas por Vespasiano e Tito, afirmando que o Messias, Jesus, era o representante de Deus na Terra. Este foi o nascimento do ofício do papado, posteriormente, a sucessão de papas.
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A aparência dos evangelhos, declarados documentos oficiais, veio do imperador Constantino e foi compilada durante os anos 272 d.C. a 377 d.C. A imagem de Jesus Cristo, conhecida por todos, foi modelada a partir de César Bórgia. O Papa Alexandre VI ordenou a destruição de todas as obras de arte que representassem um Jesus semita e encomendou pinturas representando um Jesus caucasiano. O filho do Papa Alexandre VI foi o modelo para essas pinturas.
A principal razão para isso parece ter sido a falta de interesse da população em matar muçulmanos e judeus que se parecessem com Jesus Cristo. Assim, a imagem de Jesus Cristo teve que ser mudada, embora, ironicamente, César Bórgia fosse, em muitos aspectos, o oposto de Jesus Cristo.
Cesare Borgia, nascido em 13 de setembro de 1475 ou abril de 1476 e falecido em 12 de março de 1507, duque de Valentinois, foi um nobre, político e cardeal italiano. Ele era filho de Rodrigo Borgia, que mais tarde se tornou Papa Alexandre VI, e de sua amante de longa data, Vannozza dei Cattanei.
Pinturas de Cesare Borgia (esquerda) e Jesus Cristo (direita)

Documentário do livro “O Messias de César: A Conspiração Romana para Inventar Jesus”, de Joseph Atwill.
A astrologia é a base de todas as religiões do mundo. Religião nada mais é do que manipulação da mente humana. Do ponto de observação da Terra, o Sol circunda-a numa faixa de apenas 17° de largura. Banda que contém todas as constelações do Zodíaco. No ponto onde ocorre um cruzamento entre as duas faixas, que são os equadores eclípticos e os equadores celestes, existem equinócios. São dois de cada um com um total de 4.
Equinócio de primavera, equinócio de verão, equinócio de outono e equinócio de inverno. Essa é a Cruz. Foi isso que João usou como símbolo, juntamente com os 12 símbolos zodiacais ou constelações dentro da faixa de 17° por onde o sol passa em sua procissão. Sendo Jesus, o sol e seus 12 discípulos. Representando claramente um culto SOLAR.
Morrendo na Cruz. Refere-se à cruz de inverno. Ou solstício de inverno. 21 de dezembro. Que também naquela época coincidia com a constelação da cruz. É onde o sol se põe pela última vez no seu ciclo porque é quando é a noite mais longa do ano. Portanto, “a escuridão vence” ou “o sol morre” e 3 dias se passam antes da ressurreição ou do Nascimento do Sol. 24-25 de dezembro porque o sol passa 3 dias na “escuridão” e nesses 3 dias não era mensurável para os antigos que os dias começassem a se alongar novamente “batendo a escuridão”.
Então, de 24 a 25 de dezembro é quando o Sol renasce e começa a vencer a escuridão. O Sol Nasce… Nasce Jesus Cristo Salvador. O conceito de salvador é importante notar que ele novamente se refere ao sol. Como em o sol é o salvador ou o sol me salvou. Ela vem dos tempos antigos por que é à noite que predadores selvagens, como grandes felinos e hienas, entre outros, saem para caçar.
É daí que vem o medo do escuro e o conceito de ter sobrevivido até o amanhecer por que o Sol-Cristo-Hórus-Salvador chegou, assustando-nos e libertando-nos do perigo dos predadores noturnos. Jesus morre aos 33 anos. Procissão dos Equinócios. O sol passa pelo zodíaco e se move através de cada signo do zodíaco (cada discípulo de Jesus) em uma procissão de 30° em cerca de um mês de 30 dias. Ele entra em um sinal em um (1°) grau e sai desse sinal completamente em 33°.
É por isso que se diz que Jesus, filho de Deus, morreu aos 33 anos. É também por isso que existem 33 graus dentro da Maçonaria… porque eles são adoradores solares. Por que eles são Illuminati… Que vem da luminosidade ou do SOL. O que Leonardo Da Vinci realmente escondeu em “A Última Ceia”?
Prestando atenção aos gestos das mãos de cada um dos discípulos, você verá que cada um deles representa um signo celestial do zodíaco. Começando com Áries à cabeceira da mesa e terminando com Peixes. A única mulher no Zodíaco é Virgem, retratada por Maria Madalena, a única mulher na Última Ceia. Além disso, você pode ver como Da Vinci também agrupou os discípulos de acordo com as 4 estações do ano. Jesus, no meio dos 12 signos do zodíaco, representa o SOL.

Vespasiano e Tito criaram o cristianismo para controlar a população rebelde na Judéia. Eles usaram a religião como arma para manter a população num estado de obediência passiva perante seus governantes. Em Roma a religião fazia parte do estado, ou um ramo do estado, e era controlada diretamente do trono. As religiões são criados pelas elites apenas para promover o controle da multidão. Esses grupos que estão no poder não acreditam em religiões. Eles sabem que a religião foi feita apenas para o povo.
Os Imperadores Flavianos e seu talentoso escritor Flávio Josefo, pegaram os ensinamentos druidas e criaram a Bíblia. Foram Vespasiano e Tito quem ordenaram que as escrituras fossem escritas. As histórias no Antigo e no Novo Testamento eram na verdade histórias retiradas dos ensinamentos druidas, e então elas foram distorcidas ou reescritas, para se encaixar na agenda de Roma para controle populacional.
Por volta do ano 69 d.c., eles escreveram duas correntes diferentes da religião judaica que funcionariam a favor dos líderes de Roma: judaísmo e cristianismo. O judaísmo é construído no Antigo Testamento, enquanto o cristianismo é construído no Novo Testamento. Algum tempo depois, o Vaticano criou o Islã, que é uma combinação de ambos. Essas três religiões são o monstro de três chifres.
O judaísmo, o cristianismo e o islamismo são uma máquina de controle de multidões. Essas três religiões são as mesmas, com variantes ou modificações, para controlar cada população em particular e promover a divisão entre os povos. Essas três religiões basicamente são adoração ao planeta Saturno que é representado por um Cubo Negro.
O judaísmo é um ramo do Culto de Saturno, o adoração de Saturno (Deus/Alá/YHVH) originou-se em Egito, onde o culto monoteísta de Aton de Akhenaton (Moisés) se espalhou para Palestina/Israel (povo escolhido, culto de Baal). Aton se torna Adonai.

Como o tempo, as pessoas se tornaram tão controladas pela mente que brigavam e se matavam entre si em nome de sua religião. A religião organizada é sempre a favor de uma divindade monoteísta onisciente que julga, culpa e incita guerras sagradas. As três religiões servem apenas para dividir as pessoas. Raça, cor, política, estilos de governança, educação e ciência estão todos corrompidos ou usados para colocar as pessoas umas contra as outras.
Os fanáticos religiosos defenderão seus conceitos religiosos com suas vidas por que eles realmente se tornam a própria religião. Todas as religiões, e especificamente o catolicismo, são os pilares da Matrix 3D.
Vespasiano e Tito são responsáveis por todo o sofrimento que as religiões cristã e judaica desencadearam ao longo dos séculos. Milhões de homens, mulheres e crianças inocentes, desde a introdução do cristianismo, foram queimados, torturados, multados e presos. Inúmeros sofrimentos desnecessários foram infligidos à humanidade. E isso, é claro, é exatamente o que eles queriam criar. Separação, divisão, dor e sofrimento. É assim que eles mantêm a mente da humanidade controlada!
Jesus de Nazaré não é um símbolo de paz, amor ou integração. É uma história para incentivar a humanidade a se adaptar ao que é socialmente aceito. É um símbolo de submissão absoluta ao poder estabelecido. A Bíblia diz para você “apenas acreditar”, ser passivo e aceitar as condições, criando vitimização nas pessoas, e então você será salvo. Você não precisa questionar nada. Afinal, em sua história fabricada, aos trinta e três anos, Jesus foi crucificado por suas crenças.
Era mais fácil para os controladores manter a humanidade como escrava se eles estivessem convencidos a não se defender. Quando um indivíduo delega seu poder ou valor interno a outro, eles se tornam propriedade dessa pessoa. A história de Jesus criou uma polícia interna dentro de cada pessoa para impedir que se rebelassem contra as normas estabelecidas.

A frase “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” significa que devemos cumprir com o pagamento de impostos ao Estado (representado por César), ao mesmo tempo que mantemos a nossa fé e devoção a Deus (representado pela “Santa” Igreja).
As pessoas sempre foram condicionados a depender de autoridades externas mais poderosas que elas, e essa doutrinação é instilada desde tenra idade. As crianças são ensinadas a confiar, primeiro, em seus pais, depois em professores nas escolas e, posteriormente, em “autoridades” na mídia, políticos e líderes religiosos. Elas duvidam de si mesmas e não sabem em que acreditar. Portanto, é fácil conectá-las a uma religião que é cuidadosamente projetada para o controle da mente.
As pessoas se apegam a uma religião por que procuram saber quem são, no entanto, elas também estão apegadas a saber o que fazer e o que acreditar, e assim elas obedecerão ao que lhes foi ditado. Roma/Cabala criou Jesus porque sabiam que as pessoas precisavam acreditar em algo maior que elas. Alguém que se importa com elas e que tem amor incondicional por elas. Muitas pessoas têm um relacionamento pessoal com Jesus. Isso é uma dependência e foi instilado nelas desde crianças.
Jesus é um mecanismo interno que permite as pessoas enfrentarem a dureza da vida. Ou elas se voltam para Jesus por que se sentem solitárias e não amadas. Jesus é a única coisa que as mantém vivas. Ou, a única coisa boa do mundo e a esperança que está fora do sofrimento delas. E é por isso que as pessoas se cegam para a possibilidade de Jesus ser falso. Se elas desistissem da crença em Jesus, sentiriam como se estivessem traindo uma crença que lhes deu estabilidade emocional.
Elas se tornam dependentes de sua religião e sentem enorme sentimento de culpa e injustiça por dar as costas à religião. Parece que um ente querido está sendo atacado, um membro de sua família ou, pior ainda, a própria essência do que os identifica e define como pessoas. Quando as pessoas começara a ficar desanimadas com a religião católica, os jesuítas introduzira a “Nova Era” para capturá-las. A Nova Era teve muito sucesso e, portanto, outro regime espiritual dogmático cresceu e floresceu.
A Nova Era também foi projetada para “dividir e conquistar”, pois, da mesma maneira que o cristianismo, ensina que só precisamos ser amor, ser passivos, sentar e esperar por um reino superior, um professor espiritual, um flash solar ou mesmo um líder do governo, para nos salvar, em vez de nos encorajar a fazer nosso trabalho interior. Não explica como nossas crenças limitantes, desenvolvidas na infância e através da sociedade, criaram nossa realidade. E por estarem inconscientes deles, essas crenças são empurradas mais profundamente nas entranhas do subconsciente. Ao criarmos nossas vidas, de acordo com essas crenças inconscientes, criamos nossa própria infelicidade.
E onde está Deus nisso tudo? Deus não existe em uma localidade, mas existe em tudo, como uma força, conhecida como Éter e Éter, existe na Consciência de tudo. Não é necessário crer em Jesus para gerar amor incondicional e a elevação da Consciência. O conceito de Jesus retém um indivíduo mais do que qualquer outro conceito na Terra. É importante estar livre do pensamento e acreditar em si mesmo sem delegar o poder de alguém a mais ninguém.
Se você acredita em algo, existe em sua mente para você, mas Jesus não é seu, é uma ideia que lhe foi imposta para controle. Jesus existe na mente de muitos, no entanto, é uma história que foi inventada por dois generais romanos narcisistas. Jesus é uma egrégora, ou um fantasma, criado na mente das pessoas.
Durante o Primeiro Concílio de Nicéia em 325 d.c., o imperador romano Constantino I (272 d.C. – 377 d.C.) uniu todas as facções religiosas sob uma divindade composta e ordenou a compilação de escritos novos e antigos em uma coleção uniforme que se tornou o Novo Testamento. Os primeiros manuscritos existentes do Novo Testamento não datam de além de meados do século IV d.C. Isso é cerca de 350 anos depois do tempo em que a Igreja afirma que um Jesus Cristo andou pelas areias da Palestina.
Na verdade, o nome “Jesus Cristo” não apareceu até o tempo da Reforma Protestante. Anteriormente, os nomes Yehoshua (hebraico), Yeshua Kristos (aramaico) e “Iēsous” (grego) eram usados. A Bíblia de Genebra, produzida em 1560 em Genebra, Suíça, usou a grafia “Jesus” pela primeira por que era uma adaptação em inglês de uma transliteração alemã de uma transliteração latina de uma transliteração grega do nome originalmente hebraico Yeshua. “Cristo” era um título derivado da palavra grega “christos”, que traduz o termo hebraico “mashiach” (Messias), que significa “o ungido”. A combinação do nome e do título “Jesus Cristo” tornou-se comum somente após a Reforma.
Hebraico para Aramaico
Yehoshua (significa “Yahweh salva.”) → Yeshua
Aramaico para grego
Yeshua → Iēsous (Ἰησοῦς)
Grego para latim
Iēsous → Iesus
Latim para Inglês
Iesus → Jesus
Os nomes Joshua (Josué) e Jesus vem do mesma raiz hebraica:
Joshua é a transliteração direta em inglês de Yehoshua.
Jesus é a forma traduzida pelo grego de Yeshua, passou pelo latim.
Na verdade, no Novo Testamento grego, ambos os nomes são escritos como Iēsous (‒ησο∙ς). Por exemplo, Hebreus 4:8 na Bíblia King James usa “Jesus” para se referir a Joshua, filho de Nun: “Para se Jesus se lhes tivesse dado descanso, então ele não teria falado de outro dia.” — Hebreus 4:8 (KJV)(Nota: Isso se refere a Josué, o líder do Antigo Testamento.)
Entendendo que o nome Jesus era originalmente Yeshua, e que está linguisticamente ligado a Joshua, nos ajuda a ver uma conexão teológica:
Joshua (Yehoshua) conduziu os israelitas para a Terra Prometida.
Jesus (Yeshua) nos leva à vida eterna e ao descanso espiritual.
Esse paralelo reforça a representação de Jesus no Novo Testamento como o novo e maior libertador, aquele que cumpre o significado de Seu nome: Yahweh salva.
Jesus, como personagem, não poderia ter existido. Sua história corre paralela às várias outras divindades e personagens do mundo antigo muito antes dele, como Hórus, Krishna e Buda. Todos esses personagens, em todas as culturas, compartilham exatamente a mesma história. Isso ocorre por que todas essas divindades, ao longo da história, todos os mitos, histórias, bíblias e escrituras sagradas, são baseadas no movimento e na interação do sol, planetas, luas e constelações no céu.
O Sol e Saturno são Jesus e Satanás. O Sol é o ser celeste mais quente e, como nosso salvador, nos traz luz, colheitas, amor, primavera e verão. Saturno, ou Satanás, é o planeta mais distante e representa o inverno, a morte e a noite. Portanto, Saturno também é chamado de “Sol Negro”. Na astroteologia, a vida de Jesus representa o Sol se movendo através dos doze signos do zodíaco. O simbolismo astrológico mais óbvio de Jesus são os doze discípulos: são as doze casas do zodíaco. Então, o Sol se move através de cada signo do zodíaco, sendo os doze signos, e isso é interpretado como os doze discípulos!
E Jesus Cristo nasceu de uma Virgem Maria em Belém. Seu nascimento foi anunciado por uma estrela no leste. A estrela no leste é Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno, e em 25 de dezembro se alinha às três estrelas brilhantes do cinturão de Órion, conhecido nos tempos antigos como os Três Reis. Nesta data, todos apontam para o nascer do sol e é por isso que os Três Reis seguiram a estrela no Oriente. Na verdade, não havia lugar com o nome de Nazaré. Nazaré é derivado da palavra egípcia Nazir que significa Na-Sirius, ou a Estrela Sirius.”
A Virgem Maria é simbólico da constelação de Virgem. Virgem também é referida à casa do pão, e Virgem é representada como virgem segurando um maço de trigo. Esta casa de pão representava agosto e setembro, a época da colheita, e o termo Belém significa literalmente “casa de pão’. Também nunca houve uma cidade chamada Belém. O sinal oposto de Virgem é a constelação de Peixes, que é representado por dois peixes. O cristianismo há dois mil anos o usa como seus principais símbolos, os dois peixes e pão.
Jesus, na Bíblia, estava no “mais alto” quando tinha doze anos de idade, porque o Sol, ao meio-dia, está no seu ponto mais alto. Jesus é beijado por Judas e traído. No entanto, essa história demonstra apenas a jornada do Sol através de Escorpião. Quando uma pessoa é mordida por um Escorpião, ele deixa uma marca que se parece com os lábios ou como se tivesse sido beijada. O sol, quando chega a Escorpião, também está caindo, o que significa que estamos nos aproximando do outono.
No solstício de inverno, sendo 22 de dezembro, os dias ficam mais curtos e frios, e o Sol está no ponto mais baixo do céu. Isso simboliza a morte do Sol. O Sol parece parar de se mover para o sul por três dias e reside nas proximidades da constelação da cruz do sul. Portanto, o Sol está enterrado ou morre na cruz. É por isso que Jesus morreu na cruz ressuscitou três dias depois.
E o Sol se move em uma procissão de trinta graus, através dos doze signos do zodíaco, levando aproximadamente trinta dias. Ele entra em cada sinal no primeiro grau e sai de cada sinal a trinta e três graus. Portanto, o Sol, ou Jesus, morre aos trinta e três. Em 25 de dezembro, o Sol se move um grau ao norte, e agora os dias serão mais longos e há a promessa da primavera. Então, o Sol ressuscita após três dias e nasce de novo. O sol então começa seu caminho para a terra prometida.
No equinócio da primavera, sendo a Páscoa, o Sol domina a escuridão e a condição revitalizante da primavera surge. O equinócio e o solstício marcam o início de uma nova temporada. Há dois pontos equinócios a cada ano, sendo primavera e outono e dois pontos de solstício, sendo verão e inverno. Cada um deles corresponde a um dos quatro signos cardeais do zodíaco, também conhecido como eixo cardeal. O equinócio e o solstício são representados na roda do zodíaco como uma cruz.
E Maria, ou Virgem, está sempre ao lado da cruz, sendo o equinócio de outono de Libra. Por isso que Jesus é sempre mostrado na cruz. E o sol pode ser visto nas nuvens, no céu, com sua coroa de espinhos ou raios. A ideia de crucificar Jesus era para dramatizar o messias mártir para que o povo se sentisse compelido a segui-lo, daí o conceito de que Jesus morreu por seus pecados. Além disso, a história da crucificação foi um aviso para quem pensou em causar problemas para Roma. O castigo da crucificação foi inventado pelos Flavianos e não foi praticado até depois de 800 d.C.
É claro que o símbolo da cruz antecede o cristianismo. Em 21 de setembro, o Sol está entrando na constelação de Libra, a balança da justiça. Neste dia, seremos julgados. O ponto equinócio do zodíaco em 21 de setembro também é chamado de “árvore do conhecimento do bem e do mal”. Nesse ponto, ainda temos uma visão da terra prometida e também estamos entrando e vendo o inverno que é frio e escuro. Lembre-se, o calor e a regeneração são bons, e o frio e a escuridão são maus. Podemos ver o bem e o mal.
Os quatro evangelhos da Bíblia: Mateus, Marcos, Lucas e João são as quatro estações. E é por isso que as pessoas religiosas são proibidas de usar a astrologia. Dizem que não faz sentido e que não tem valor, no entanto, os reis e os bilionários usam a astrologia. E a ideia de que Deus está no céu, portanto, não na Terra, isola as pessoas do amor e do respeito pela natureza.
O mundo é governado por um culto saturnino, uma linhagem sob influência de consciência reptiliana e de sangue frio, que mantém a humanidade refém em uma matrix de controle mental, agindo a partir de seu cérebro reptiliano. A adoração da serpente/dragão e Saturno está em todos os logotipos, simbolismo de filmes.

































