Assim que Donald J. Trump conquistou seu retorno histórico à Presidência dos EUA, todos sabiam que ele iria desmantelar as principais farsas globalistas vigentes, desde a “loucura das fronteiras abertas” e a imigração descontrolada até a propaganda criminosa transgênero para crianças, passando por todas as outras narrativas, incluindo a obsessão pelo “emissões líquidas zero” dos defensores da farsa climática.
E o combate de Trump a essas ideias dementes não se limita a destruir essas leis e regulamentações, ele também está incitando os países europeus a fazerem o mesmo, além de estar minando os acordos e conferências internacionais. Por ordem do Presidente Trump, os Estados Unidos não enviarão representantes para comparecer a COP30 no Brasil pois não querem perder tempo com o circo de mentiras da ONU e do ex-presidiário e narcoditador Lula.
O jornal The Telegraph noticiou:
“Donald Trump não enviará nenhum alto funcionário para a conferência climática COP30 no Brasil este mês, pois está apostando tudo nos combustíveis fósseis. O presidente dos EUA, que retirou os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima pela segunda vez ao retornar à Casa Branca, chamou as mudanças climáticas de “farsa” e “golpe” em um discurso na Assembleia Geral da ONU em setembro.”
Sem o apoio do governo americano, a COP30 da ONU será um fracasso colossal. As elites comunoglobalsitas estão desesperadas com Trump pois sua farsa climática funciona como lavanderia de dinheiro dos impostos dos americanos. Uma iniciativa recente da ONU para introduzir um “imposto verde” sobre o transporte marítimo fracassou depois que os EUA pressionaram outros países a votarem contra.
A COP30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025, que acontecerá em Belém de 10 a 21 de novembro de 2025, é um encontro anual de nações para trabalhar no futuro da ação climática. Os Estados Unidos, que atualmente têm a segunda maior emissão de CO2, atrás apenas da China, afirmaram que não enviarão nenhum “representante de alto nível” para a conferência.

A Casa Branca observou que o presidente Trump está dialogando com líderes mundiais sobre energia de outras maneiras, incluindo acordos para comprar combustíveis fósseis dos EUA. A decisão dos EUA de não enviar autoridades de alto nível ocorre depois que Trump, no início de seu mandato, tomou medidas para retirar o país do Acordo de Paris, no qual os países concordaram em tentar limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius, ou 3,6 graus Fahrenheit.
A medida colocou os EUA em uma posição isolada no cenário mundial, já que 194 países fazem parte do acordo. O Acordo de Paris foi negociado em uma COP anterior e, desde então, muitas conferências subsequentes têm se concentrado em definir detalhes específicos do acordo. A COP30 está sendo descrita como focada na implementação de acordos anteriores e na adaptação aos impactos das mudanças climáticas.
A cúpula ocorre em meio a um recuo mais amplo das políticas focadas no clima em Washington, com alguns líderes americanos minimizando ou negando o fato de que o clima está mudando. A Agência de Proteção Ambiental, por exemplo, não está apenas tentando revogar as regulamentações climáticas dos governos anteriores, mas também busca anular o consenso de que a mudança climática representa uma ameaça para o público.
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Enquanto isso, Trump adotou o petróleo, o gás e o carvão, fontes de energia baratas e abundantes, e procurou dificultar o desenvolvimento de energias renováveis por meio da revogação de incentivos da era Biden, bem como da criação de novos obstáculos. Embora ainda faça parte formalmente do Acordo de Paris, por enquanto, os EUA também têm procurado se distanciar dos esforços climáticos das Nações Unidas, inclusive emitindo uma declaração dizendo que “não apoiam” um relatório recente da ONU que observa que o mundo está se desviando de suas metas climáticas.
E os EUA também mudaram a forma como se envolvem no cenário internacional em geral, reduzindo drasticamente os programas de assistência externa, impondo tarifas e buscando firmar acordos comerciais bilaterais. A saída dos EUA da assistência internacional, especificamente com o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), prejudica os esforços das elites parasitas da ONU e Fórum Econômico Mundial (FEM) de financiamento climático.
Os EUA foram um dos principais contribuintes da agenda climática da ONU e FEM e, com a eliminação da USAID e o claro afastamento dos EUA da contribuição nessa área, será mais difícil para as elites globalistas financiaram suas mentiras das mudanças climáticas causada pelo CO2. A iminente saída do país do Acordo de Paris também ocorre num momento em que os EUA têm procurado dificultar outras ações ambientalistas. Recentemente, autoridades americanas trabalharam para impedir que a Organização Marítima Internacional (OMI) adotasse um imposto sobre carbono para o transporte marítimo global.
“Ao mobilizar os Estados-membros da OMI em torno de preocupações comuns com a segurança econômica, expusemos as falhas da estrutura: um imposto regressivo que oneraria as nações em desenvolvimento e sufocaria o crescimento”, escreveu recentemente o Secretário de Estado Marco Rubio no The Wall Street Journal. “Caso essa iniciativa ou qualquer outra semelhante surja novamente da burocracia da ONU, nossa coalizão contra ela estará pronta, e maior”, acrescentou.

Este pequeno quadrado branco representa o CO2 produzido pelo homem: 0,0016% da atmosfera. Enquanto isso, eles nos taxam, nos ameaçam, nos condicionam e controlam todos os aspectos de nossas vidas com base em uma farsa alarmista sobre as “mudanças climáticas”. Emissões líquidas zero significam o fim da vida neste planeta. Mostre isso aos seus amigos idiotas alarmistas climáticos.

Você consegue sentir o cheiro da hipocrisia? Em Belém, no meio da Amazônia, o ar da COP30 cheira a diesel. A maior conferência do clima do planeta, criada para “salvar o planeta”, está sendo movida a 160 geradores de combustível fóssil. O resultado: toneladas de carbono, cheiro constante de poluição e até poças de óleo no local.
Prometeram energia 100% renovável, mas a realidade é uma gambiarra poluente justificada por “inviabilidade logística”. Isso tudo com uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo a poucos quilômetros. Enquanto o lixo se acumula e a fumaça sobe, a pergunta que fica é: estão salvando o planeta ou apenas as aparências?
Você consegue sentir o cheiro da hipocrisia? Em Belém, no meio da Amazônia, o ar da COP30 cheira a diesel.
A maior conferência do clima do planeta, criada para salvar o planeta, está sendo movida a 160 geradores de combustível fóssil. O resultado: toneladas de carbono, cheiro… pic.twitter.com/dQW0AYId3X
— Estúdio 5º Elemento (@5elemento) November 14, 2025
A hipocrisia gritante da COP30 da ONU e do ex-presidiário Lula
A nova estrada que o ilegítimo governo Lula mandou construir sob aplausos dos burocratas da ONU, cortando a floresta amazônica para que os falsos ambientalistas de esquerda cheguem de carro a CO30 em Belém, destruiu mais de 100.000 árvores e os habitats dos animais foram arruinados. Mas as elites voaram para a COP30 em seus jatos particulares altamente poluentes.
Tudo para dar sermões às pessoas sobre seus carros a gasolina, vacas peidando e como um bife está destruindo o planeta para sempre. A farsa das mudanças climáticas é uma lavanderia de dinheiro das elites maçônicas globalistas. Eles culpam o CO2 pelos eventos climáticos extremos pelo mundo, mas escondem do público que são eles mesmos que estão modificando o clima há décadas com Chemtrails e HAARP.

Índios invadiram a chamada Zona Azul da COP30 em Belém, área de segurança máxima, aos gritos de “Nossa floresta não está à venda!” A ONU prega por diálogo e inclusão! Só que não! Os índios ficaram de fora do circo esquerdista da ONU e Lula pois são vistos como “animais selvagens” pelas elites globalistas.
Existe algo mais hipócrita do que gastar centenas de milhões do dinheiro público num evento supostamente “ambientalista”, que derrubou milhares de árvores na Amazônia e não convidou os indígenas? Um evento feito para que um velhaco imoral e corrupto e seus comparsas globalistas pudessem desfilar diante das câmeras fingindo defender o meio ambiente? Mas essa invasão foi orquestrada pela própria esquerda pois os idiotas úteis do PSOL estavam lá com suas bandeiras, fingindo defender os indígenas.
O comunista Lula fez o evento do COP30 em Belém para leiloar territórios ricos em minerais na Amazônia para empresas da Europa e China explorarem? O povo indígena se levantou para dizer o que as pro$tituta$ da rede Globo e demais redes de mídia escondem. Denunciam que o governo Lula fatiou a Amazônia para entregar a estrangeiros, e prometem resistir.
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Depois de ser solto da prisão por seus advogados do STF, o comunista Lula fez sua primeira viagem internacional ao Vaticano em 13/02/20 para ter uma reunião privada de uma hora com o Papa Francisco. Lula pediu ao papa jesuíta para que mandasse a CIA, USAID e o governo Biden ajudarem no golpe para roubar a eleição de Jair Bolsonaro. Afinal, foram os padres e bispos comunistas da CNBB que ajudaram a fundar a organização criminosa do PT.
O que o bandido Lula prometeu aos jesuítas do Vaticano em troca dessa grande ajuda? Terras com riquezas minerais na Amazônia e o dinheiro dos impostos dos brasileiros? Há muito tempo os jesuítas e o Vaticano querem roubar vastas áreas de terras brasileiras e de outros países da América Latina que são ricas em recursos minerais para explorá-las financeiramente sob o disfarce de “sustentabilidade” e “proteção ambiental”.
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Para isso eles usam seus fantoches comunistas nos governos para criar leis favoráveis ou acordos escusos com ONGs “ambientalistas” que são fachada de empresas de biopirataria, mineradoras e madeireiras. Assim que assumiu a presidência via golpe eleitoral com a ajuda do Vaticano, Lula começou a entregar áreas ricas em recursos minerais no Brasil para empresas privadas brasileiras, chinesas e europeias.
Lula entregou 14% do território brasileiro, uma área de 1,4 milhão de km², para a empresa Ambipar supostamente “administrar a floresta de forma sustentável”. O acordo foi firmado no Fórum Econômico Mundial (FEM), em Davos, na Suíça. Tudo o que o bandido de nove dedos faz está envolto em esquemas de corrupção e roubo do dinheiro e patrimônio público.
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O Grupo Ambipar, multinacional brasileira líder global em soluções ambientais e sustentabilidade, entrou com pedido de recuperação judicial no Rio de Janeiro em 30/10/25, com dívidas que ultrapassam os R$ 10 bilhões. A empresa, que já foi vista como um modelo de sucesso em gestão ambiental, passou a ser alvo de desconfiança no mercado pois falsificava os números divulgados e suspeitas de transações financeiras irregulares, o que levou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a cobrar explicações.
https://www.youtube.com/watch?v=7bcsfoPhzZ8
O tal “fundo florestal do Lula” lançado na farsa da COP30 não interessou Xi Jinping pois o dinheiro iria parar nos bolsos da quadrilha petista e dos cartéis de drogas que eles protegem.

“Espécies invasoras” no Brasil?🤨🧐 A verdade SINISTRA que Lula, Marina, JBS e as super elites globais NÃO querem que você saiba. O Ministério do Meio Ambiente de Lula inclui a tilápia na lista de “espécies invasoras”.
Coincidentemente, assim quase “que de repente”: A JBS inicia a importação de tilápia do Vietnã para o Brasil. Primeiro carregamento de tilápia vietnamita exportado para o Brasil. De acordo com o plano, esses contêineres de tilápia chegarão ao porto de Santos, no Brasil, em 17 de dezembro de 2025. Em 6 de novembro, um contêiner com o primeiro carregamento de 24 toneladas de tilápia vietnamita partiu do porto de Ho Chi Minh para ser exportado para o Brasil pelo Grupo JBS, o maior grupo alimentício do Brasil que tem Lula como protetor.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, com várias denúncias de corrupção, apelou a um controle mais rigoroso das redes sociais, alegando que “narrativas falsas” ameaçam os objetivos da Agenda 2030 da ONU e a estabilidade global. Ele condenou o que chamou de “um tsunami de teorias da conspiração” e exigiu ação contra plataformas que permitem que elas se espalhem.
Guterres e os alarmismos climáticos da esquerda globalista estão revoltados com matérias como essa: As Falsas Alegações sobre o Aumento da Temperatura que sustentam a ‘Agenda Alarmista’ da COP30
Tradução: a ONU quer o poder de decidir o que é verdade e de silenciar tudo o que desafia a sua agenda globalista. Quando burocratas não eleitos começam a policiar o discurso em nome da “segurança”, isso não é proteção. É autoritarismo digital disfarçado. Em 2022, a ONU declarou guerra às “teorias da conspiração” de que o mundo é manipulado pela elite globalista. A Agenda Comunista 2030 da ONU quer um mundo onde “você não terá nada e será feliz”.
🚨 UN CHIEF DEMANDS CENSORSHIP CRACKDOWN
António Guterres has called for tighter control of social media, claiming that “false narratives” threaten the UN’s Agenda 2030 goals and global stability.
He condemned what he called “a tsunami of conspiracy theories” and demanded… pic.twitter.com/UkyJVhvbEc
— Jim Ferguson (@JimFergusonUK) November 10, 2025
Durante vários anos a ONU fez propaganda sobre os “direitos humanos” e a “liberdade de expressão” mas agora quer impor uma censura global nas internet para calar a boca de quem denuncia a hipocrisia e as mentiras da grande mídia fake news e da esquerda globalista. A agenda climática da ONU que é promovida pela mídia é uma completa fraude e Trump deixou isso claro quando discursou na própria ONU. Eles estão em pânico pois suas agendas anti-humanas estão sendo expostas.

Por que deixar que a proteção da floresta amazônica atrapalhe o ativismo “ambiental”? Na preparação para a cúpula climática COP30 em Belém, no Brasil, uma nova rodovia de quatro faixas foi construída pelo desgoverno Lula, e para fazer isso, milhares de árvores que sugam CO2 da atmosfera foram derrubadas para “salvar o planeta”. Pessoas que ganhavam a vida colhendo frutos silvestres das árvores que ali existiam ficaram sem renda para sustentar suas famílias.
Insanidade climática: “Uma nova rodovia de quatro pistas que corta dezenas de milhares de acres de floresta amazônica protegida foi construída para a cúpula climática COP30…” Então, deixe-me esclarecer: o culto do clima está literalmente pavimentando o paraíso, destruindo a natureza, tudo para construir uma rodovia para que as pessoas possam ir a uma conferência sobre mudanças climáticas.
Climate insanity: “A new four-lane highway cutting through tens of thousands of acres of protected Amazon rainforest is being built for the COP30 climate summit…”
So let me get this straight: The climate cult is literally paving paradise, destroying nature all to build a… pic.twitter.com/D4qALYuId2
— Steve Guest (@SteveGuest) March 12, 2025
Trump acabou de atacar com uma marreta a agenda climática radical… bem na frente dos globalistas da ONU. Ele chamou o aquecimento global de “farsa” na cara deles… e disse que é hora de rejeitar toda a premissa e todas as políticas paralisantes que a acompanham.
“Tudo em nome de fingir parar a farsa do aquecimento global. Todo o conceito globalista de pedir às nações industrializadas bem-sucedidas que inflijam dor a si mesmas e perturbem radicalmente todas as suas sociedades deve ser rejeitado completa e totalmente, e deve ser imediato. É por isso que a América se retirou do falso Acordo Climático de Paris, onde, aliás, a América pagava muito mais do que todos os países. Os outros não estavam pagando. A China não precisava pagar até 2030. A Rússia recebeu um padrão antigo que era fácil de cumprir, um padrão de 1990. Mas para os Estados Unidos, deveríamos pagar cerca de US$ 1 trilhão e eu disse: isso é outro golpe. O fato é que os Estados Unidos têm sido abusados pelo mundo há muitos e muitos anos, mas não mais, como você provavelmente notou.”
Trump just took a sledgehammer to the radical climate agenda…right in front of the globalists at the UN.
He called global warming a “hoax” to their faces…and said it’s time to reject the entire premise and all the crippling policies that come with it.
“All in the name of… pic.twitter.com/8M81kePdFt
— Vigilant Fox 🦊 (@VigilantFox) September 23, 2025
No início deste ano, Trump repreendeu o primeiro ministro do Reino Unido, Keir Starmer, por não explorar as reservas de petróleo do Mar do Norte britânico e o criticou por apoiar os parques eólicos. O porta-voz do primeiro-ministro disse que a medida fazia parte dos esforços para restaurar o Reino Unido como “líder global em ação climática e crescimento verde”, chamando o Net Zero de “oportunidade econômica do século XXI” que poderia “criar bons empregos para o futuro”.
Príncipe William na cimeira climática COP30: “O derretimento do gelo polar, a perda da Amazônia, a perturbação das correntes oceânicas, estas não são ameaças distantes. Eles estão se aproximando rapidamente e afetarão cada um de nós, não importa onde vivamos.” Essa é a velha e cansativa ladainha do “fim do mundo” das elites maçônicas parasitas que querem roubar o dinheiro da população fingindo preocupação com o meio ambiente.
NOW – Prince William at the COP30 climate summit: “The melting of polar ice, the loss of the Amazon, the disruption of ocean currents, these are not distant threats. They are fast approaching and will affect every one of us, no matter where we live.” pic.twitter.com/KBdee8rId8
— Disclose.tv (@disclosetv) November 6, 2025
O hipócrita do Príncipe William, e seus companheiros da COP30, não estão preocupados com os Chemtrails contendo agentes químicos que estão sendo pulverizados por aviões nós céus do mundo todo? São rastros de condensação preenchidos com metais pesados e produtos químicos que são lançados na atmosfera para obstruir a luz solar e alterar artificialmente o clima. Esse é um enorme crime ambiental em escala global mas os hipócritas da COP30 não estão interessados em denunciar pois faz parte de sua agenda.
Leia mais: Os Chemtrails estão envenenando a população e o planeta inteiro.

A histeria climática é apenas uma desculpa das elites maçônicas globalistas para aumentar o controle do governo sobre nossas vidas e inaugurar sua ditadura comunista da Nova Ordem Mundial. Nunca foi sobre o clima, pessoal. Chega de ceder a contos de fadas sobre o clima para canalizar dinheiro da população para os parasitas globalistas/esquerdistas.

Em 1991, o Clube de Roma, um grupo de indivíduos de “elite” ligados ao Vaticano, publicou um livro chamado “A Primeira Revolução Global: Um Relatório do Conselho do Clube de Roma”. Nesse livro, eles admitiram ter inventado a agenda das mudanças climáticas como um “inimigo comum” da humanidade, com o objetivo de unir o mundo. Veja a seguinte declaração do livro de 1991:
“Na busca por um novo inimigo para nos unir, nós tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e coisas do tipo seriam suficientes… Todos esses perigos são causados pela intervenção humana, e é somente por meio de atitudes e comportamentos alterados que eles podem ser superados. O verdadeiro inimigo então é a própria humanidade.” (p. 115, ênfase adicionada).
Segundo as crenças das elites maçônicas do Clube de Roma “o verdadeiro inimigo é a própria humanidade”. Segundo eles, a humanidade é a responsável pela degradação planetária, e não os bancos e corporações gananciosos, irresponsáveis e corruptos que pertencem as elites.
As famílias oligarcas do petróleo que criaram a indústria química, a indústria dos plásticos descartáveis, a obsolescência programada e o consumismo desenfreado, são as mesmas por trás da agenda das mudanças climáticas do Clube de Roma. As principais são os Rothschild e os Rockefeller, que financiaram a criação das Nações Unidas e do Fórum Econômico Mundial. Essas famílias são os maiores acionistas das empresas mais poluentes do mundo.
Apesar da propaganda da ONU e do FEM, a “economia verde” foi projetada para punir nações ricas, reduzindo deliberadamente os padrões de vida da população. Em teoria, a mudança ajudaria as nações mais pobres a progredirem economicamente. No entanto, aqueles em nações empobrecidas raramente se beneficiam, pois a riqueza continuou a beneficiar as elites do 1% mais ricas. Em 2024, a Investopedia observou que “há 2.781 bilionários no mundo com uma riqueza acumulada avaliada em US$ 14,2 trilhões”.
A economia verde não tem nada a ver com o meio ambiente, é simplesmente um esquema de redistribuição de riqueza onde as pessoas em todas as nações são roubadas por corporações multinacionais e bancos privados. Esse fato foi até mesmo reconhecido por um antigo copresidente do grupo de trabalho do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (“IPCC”), que declarou:
“Primeiramente, os países desenvolvidos basicamente expropriaram a atmosfera da comunidade mundial. Mas é preciso dizer claramente que redistribuímos de fato a riqueza do mundo pela política climática. É preciso se libertar da ilusão de que a política climática internacional é política ambiental. Isso não tem quase nada a ver com política ambiental, com problemas como desmatamento ou o buraco na camada de ozônio” (ênfase adicionada). —Ottmar Edenhofer, Copresidente, IPCC da ONU, 2010
Leia mais: O golpe das “mudanças climáticas” para retirar sua liberdade, riqueza e propriedade.

Na sexta-feira (7), o ex-ministro Aldo Rebelo, que já atuou nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), publicou um pronunciamento oficial sobre o governo Lula (PT) e a Conferência do Clima das Nações Unidas (COP30), que reúne representantes de mais de 150 países em Belém (PA). Rebelo criticou ONGs e disse que “há uma caixa preta dentro do Estado brasileiro”. De acordo com ele, organizações não governamentais controlam o Ministério do Meio Ambiente, comandado pela comunista Marina Silva.
– Há uma caixa preta dentro do Estado brasileiro e a caixa preta é controlada e administrada por organizações não governamentais financiadas do exterior, a serviço de interesses internacionais, contra o Brasil – falou Aldo Rebelo.
E acrescentou:
– Ou o Brasil acaba com essas ONGs [que atuam no meio ambiente] ou as ONGs vão acabar com o Brasil.
🚨BREAKING NEWS: O bolsonarista ultra radical da extrema direita fascista, Aldo Rebelo (@aldorebelo), acaba de abrir a caixa-preta da #COP30 pic.twitter.com/IqWsR2P5ff
— End Wokeness Brazil (@EndWokenessBR) November 7, 2025
O Brasil enfrenta uma situação de hipocrisia sem fim, com a Amazônia sendo incendiada para virar pasto, enquanto sedia negociações climáticas e permanece um centro de tráfico de drogas sem lei. As corruptas “autoridades” em Brasília protegem os cartéis do PCC e CV e montaram um palco internacional com a COP30 para fingir proteção ambiental.
Traficantes estão se infiltrando no comércio legal da Amazônia (barcaças de petróleo, carregamentos de soja) para contrabandear cocaína. As apreensões de drogas triplicaram em dois anos, revelando uma escalada na atividade de narcotráfico, que é protegido por políticos corruptos como Lula.
Nações Unidas exigem US$ 1,3 trilhão para “justiça climática” antes da cúpula COP30.
Em uma escalada do ativismo climático, o secretário-geral das Nações Unidas, o parasita corrupto António Guterres, exigiu US$ 1,3 trilhão em financiamento para o clima. Guterres, ex-presidente da Internacional Socialista, pediu que a próxima Cúpula COP30 libere a quantia exorbitante e promova a “justiça climática”. Ele afirmou: “Precisamos de um aumento significativo no financiamento climático por parte dos países desenvolvidos para apoiar os esforços de mitigação e adaptação nos países em desenvolvimento”.
Isso ocorre em um momento em que as nações desenvolvidas se comprometeram a mobilizar US$ 100 bilhões anualmente até 2020, uma meta ainda não atingida, e nem será atingida pois a maior parte desse dinheiro seria paga pelos contribuintes americanos, e o presidente Trump deu um fim nessa lavanderia de dinheiro da ONU e FEM. Inspiramos oxigênio e expiramos gás carbônico. Os golpistas da histeria climática querem que você pague por respirar com o “imposto de carbono” pois está contribuindo com o aumento do CO2 na atmosfera.
Leia mais: Fórum Econômico Mundial obteve US$ 100 bilhões em lucros com “impostos sobre carbono” em 2023.
O FEM continua a impulsionar a sua agenda e tem vindo a apelar para que os contribuintes de todo o mundo paguem US$3,5 trilhões por ano, o que eles insistem que é necessário para financiar a meta “Net Zero” da organização globalista que é a de “descarbonizar” o planeta. Esse é um MEGA GOLPE para transferir a riqueza da população para as mãos das elites maçônicas com a mentira de “salvar o planeta”. O mesmo golpe eles usaram com a farsa pandêmica do Covid que transferiu a riqueza da população para as mãos das elites maçônicas com a mentira de “salvar vidas”.
DESCARBONIZAR O PLANETA = EXTERMINAR A POPULAÇÃO
Todos os seres vivos na Terra são feitos de basicamente de átomos de carbono, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e alguns outros elementos em menor quantidade. A agenda de “descarbonizar” o planeta é uma agenda antinatural e anti-humana onde as elites maçônicas globalistas querem que nós paguemos por nossa própria destruição.
Leia mais: Documento de 1991 expõe a “cota anual” para redução da população mundial.
O que esses satanistas querem “descarbonizar” é você e sua família que eles chamam de “comedores inúteis”. As farsas do ESG e Net Zero fazem parte da Agenda de Despovoamento globalista. As elites globalistas querem “descarbonizar” a sociedade humana. Somos formas de vida baseadas em carbono, então isso é inerentemente hostil à vida.
A Agenda Net Zero está em apuros.
O segundo mandato de Donald Trump representa um golpe significativo na ambição globalista pelo Net Zero e ESG, e até mesmo seus maiores defensores começam a reconhecer isso. O problema com a ambição globalista é que existe um mundo inteiro de pessoas prontas para se opor a ela.
O segundo problema com a ambição globalista é o poder e a influência remanescentes dos EUA, talvez o único Estado-nação, além da China, ainda em posição de mudar o paradigma caso desafie as intenções globalistas. É claro que foi por isso que era tão importante para eles impedir um segundo mandato de Trump, e por isso fizeram tudo o que era possível para evitá-lo, mas não conseguiram.
Primeiro, o que é exatamente Net Zero?
A alegação é que se trata de uma mudança radical, porém necessária, na base do desenvolvimento industrial moderno. É necessária para “salvar o planeta” e envolve o desenvolvimento de novas tecnologias e fontes de energia, abandonando a tecnologia poluente baseada em petróleo e os gases de efeito estufa que aumentam o CO2 na atmosfera. Porquê?
Por que o carbono na atmosfera aquece o planeta e as previsões dos modelos climáticos indicam que isso causará uma “catástrofe apocalíptica”. Não vou me aprofundar nas diversas maneiras pelas quais esse argumento é uma grande bobagem, cientificamente ignorante e dependente de modelos puramente especulativos e frequentemente errados, que são pouco melhores do que examinar as patas de uma cabra para prever o futuro.
O importante é que o conceito de Net Zero, que causou muitos prejuízos para as nações desenvolvidas, como o aumento das contas de energia doméstica e industrial a ponto de prejudicar gravemente as economias, foi a política consolidada e decidida pelas nações ocidentais, por influência da ONU e FEM, que se tornaram mais poderosos do que a maioria das nações individualmente, que tendem a seguir a liderança da ONU e FEM mesmo quando não são legalmente obrigadas a fazê-lo.
E isso parece estar mudando.
Essa mudança se reflete em uma alteração na retórica de Bill Gates, um dos mais influentes defensores de políticas globalistas como o Net Zero. Há alguns anos (em 2021, no auge de sua influência em sua outra grande obsessão, as pandemias), Bill escreveu um livro chamado “Como Evitar um Desastre Climático: As Soluções que Temos e os Avanços de que Precisamos”. Nesse livro, a posição de Bill era muito clara:
“A mudança climática é real, é causada pelas emissões de carbono e pela atividade humana, e somente a transformação radical de todo o fornecimento de energia, da produção industrial e dos alicerces da sociedade moderna (Net Zero, zerar a pegada de carbono) evitará um desastre em larga escala. O objetivo que precisamos alcançar é zero. Para deter o aquecimento global e evitar os piores efeitos das mudanças climáticas, e esses efeitos serão muito graves, os seres humanos precisam parar de lançar gases de efeito estufa na atmosfera.”
Quando o bilionário eugenista das vacinas tóxicas diz que é preciso alcançar zero emissões de CO2 para “salvar o planeta”, ou seja, uma descarbonização radical, ele está se referindo ao extermínio da população, os “comedores inúteis”. A dimensão do Net Zero, pelo menos naquela época, foi abertamente admitida por Gates enquanto ele a defendia. Ele próprio a descreveu como o “maior empreendimento da história da humanidade”, já que nenhuma civilização jamais havia rejeitado toda a sua tecnologia existente e buscado criar, do nada, uma base totalmente nova para uma sociedade complexa e desenvolvida.
Não se tratava apenas de trocar motores a diesel por veículos elétricos, nem apenas de buscar fontes de energia mais limpas ou desativar usinas termelétricas a carvão. Não se tratava de reduzir ou desacelerar as emissões, tratava-se de emissões ZERO, o que significava, de forma um tanto insana, que deveríamos acreditar que populações vastas, complexas e enormes, com necessidades vastas, complexas e enormes, poderiam ser sustentadas, atendidas e sobreviver sem subprodutos indesejados, sem custos ambientais ou ecológicos de qualquer tipo e com um impacto de carbono na atmosfera menor do que o de uma sociedade da Idade do Ferro que queimava esterco de vaca como combustível.
Gates admitiu a enorme escala do empreendimento, mas não a enorme insanidade dele. E isso foi antes de alguém questionar se era realmente necessário, ou se os modelos climáticos estavam errados, se as razões para defendê-lo eram desonestas, e se tudo não passava de uma campanha para concentrar poder e controle nas mãos daqueles que exigiam essas transformações radicais e financiavam e forneciam as novas tecnologias que estavam sendo impostas obrigatoriamente ao resto de nós.
Na mesma obra, Gates descreveu megadesastres devastadores, tempestades gigantescas, secas, fomes, inundações, tsunamis, tornados e tufões como a consequência inevitável de não se buscar o Net Zero. Ele, e outros defensores do catastrofismo climático e da política Net Zero, fizeram isso com uma retórica histérica e emotiva. Gates, por exemplo, descreveu uma família africana pobre tentando sobreviver a todos esses terríveis custos climáticos, infligidos por um mundo ocidental egoísta, viciado em sua energia barata e em viagens.
Gates e seus camaradas elitistas adoram colocar a culpa de tudo na população, enquanto escondem que são eles os responsáveis pelas desigualdades sociais e desastres climáticos. Gates detém uma patente de furacão de 2009 que pode “domar” um furacão, fortalecê-lo e dirigi-lo. As mesmas pessoas que propagam narrativas sobre “mudanças climáticas” detêm as patentes para CONTROLAR O CLIMA. Gates tem investido milhões em pesquisas de geoengenharia para bloquear o sol e reverter o aquecimento global.
⚠️#BREAKING: BILL GATES HOLDS A HURRICANE MODIFICATION PATENT
⚠️The Master of geo-engineering holds a hurricane patent that can “TAME” a hurricane, STRENGTHEN them and STEER them.
⚠️”Gates is listed as one of the INVENTORS on a patent for hurricane methods.”
⚠️“Gates & his… pic.twitter.com/zPyVIoA0Uy
— HustleBitch (@HustleBitch_) October 9, 2024
Gates e outros bilionários estão financiando e patenteando tecnologias de manipulação climática. Tudo para “salvar o planeta” eles dizem! Por muitos anos, sem a população ser informada, a tecnologia de alteração climática tem sido comercializada por uma rede de empresas formadoras de mercado, estações de pesquisa, universidades focadas em negócios, associações industriais e instituições governamentais.
O clima da Terra está sendo artificialmente modificado há décadas e os corruptos governos “democráticos” sob controle da ONU e FEM escondem isso das pessoas. Aviões modificados estão espalhando aerossóis nos céus do mundo todo com metais pesados e produtos químicos para modificar o clima, e depois as “autoridades” colocam a culpa no inofensivo CO2.
A geoengenharia é a “mão invisível” das mudanças climáticas mas ninguém na COP30 falará sobre isso é claro.

Todo a histeria climática com o ESG/Net Zero é uma lavanderia de dinheiro para transferir o dinheiro da população para as elites maçônicas através de “imposto de carbono”. As “mudanças climáticas” estão sendo causadas por geoengenharia e não CO2. A CO30 da ONU é uma completa fraude, um crime contra a humanidade propagandeada como “salvação do planeta”. Os comunistas da ONU que criaram a COP30 nunca irão dizer ao público que o clima está sendo modificado artificialmente para atender a agenda globalista do Vaticano.
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Bill Gates se afasta do catastrofismo climático
Essa propaganda de um apocalipse climático implacável, que foi transformada em política sob o nome de Net Zero, e teve impactos econômicos previsivelmente negativos, encontrou uma resistência pública cada vez maior por parte da população, que foi convencida de que precisava sofrer pelo bem maior do planeta. Agora, além disso, Donald Trump está retirando os EUA de tudo isso, o que significa que o maior mercado do mundo e o país mais rico não estão jogando conforme as regras do Net Zero e não estão impondo as exigências de sacrifício aos seus eleitores comuns.
O Reino Unido e a Europa estão destruindo voluntariamente seus próprios padrões de vida e economias, mas os globalistas sabiam que precisavam que os EUA fizessem o mesmo. E eles não podem permitir que Trump continue rindo de seus ridículos painéis solares e torres eólicas, não se quiserem que o Net Zero seja levado a sério. Bill Gates publicou um memorando alterando sua posição anterior. Isso ocorre em resposta tanto à dificuldade em promover essa agenda de autopunição quanto à administração Trump, que se apresenta como uma barreira intransponível dentro do influente mercado americano. Sua carta, publicada na terça-feira, pode ser encontrada aqui:
Três verdades duras sobre o clima. O que eu quero que todos na COP30 saibam.
Em sua carta e em entrevistas subsequentes, Gates agora (de forma bastante descarada) se apresenta como um opositor racional do catastrofismo climático que ele ainda defendia até março deste ano. Agora, diz ele, que existem coisas mais importantes do que atingir um nível de emissões Net Zero. Devemos rejeitar o alarmismo climático e reconhecer que a humanidade, mesmo com o aumento da temperatura, provavelmente se adaptará e sobreviverá, ou até prosperará. É exatamente o oposto de tudo o que Gates e outros alarmistas climáticos vêm defendendo há décadas, e o suficiente para deixar Greta Thunberg furiosa.
O memorando da Fundação Gates chega como um balde de água fria para a narrativa apocalíptica da COP30. Curiosamente, houve alguma resistência a isso por parte de outros viajantes da caravana da farsa climática. Afinal, Gates passou pelo menos uma década remando na mesma direção que eles, foi um líder para todo o movimento, especialmente em suas interações com os interesses dos bilionários, e agora os chama de fantasistas e alarmistas.
Assim como vimos com a COVID, com tantos fanáticos da causa ficando um pouco envergonhados e dizendo a todos que nunca quiseram forçar ninguém a cumprir as regras draconianas, os aproveitadores e especuladores mais barulhentos logo se tornam os tipos mais sensatos e razoáveis quando o apoio do poder dos EUA os abandona. Quando Gates tinha o governo americano, através da USAID, ajudando seus investimentos “filantrópicos” em tecnologias de emissão Net Zero, ele estava apenas aproveitando uma oportunidade.
Quando a oportunidade se fechou com Trump, ele começou a procurar outra coisa. Não é que ele esteja emocional e profundamente envolvido em nos salvar de pandemias ou do aquecimento global, mas sim que ambas as coisas forneceram veículos convenientes para a proteção e expansão de sua riqueza, poder e influência, sob o disfarce filantrópico de ajudar a humanidade. A mudança em sua retórica agora é uma avaliação pragmática e empresarial típica do clima político atual, e não uma reflexão sobre o que antes era verdade sobre o clima atmosférico e que agora não é mais.
E é uma prova da razão para a diversidade de seus interesses filantrópicos. A linha de alimentos artificiais encontra resistência pública e enfrenta dificuldades? Bem, ainda há produtos farmacêuticos para vender e tecnologia médica para financiar. As vacinas estão recebendo resistência depois de terem adoecido e matado milhões de pessoas? Bem, há outros produtos para vender ou energia verde para promover. O negócio da energia verde pode estar chegando ao fim? Bem, então, é hora de voltar à filantropia de novas maneiras.
Bill Gates é um golpista profissional e continuará com seus golpes de uma forma ou de outra. Se não for Net Zero, será Next Zero, algum esquema gigantesco que exige desesperadamente que você e seu governo comprem tudo em que Gates estiver investindo, até que esse golpista seja finalmente condenado e preso pelos vários crimes contra a humanidade que ele cometeu.
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