Poucas pessoas entendem que os cartéis da América do Sul e Central são, essencialmente, soldados do Deep State, outro nome para o Império Britânico. Quem são os que realizam o tráfico de pessoas e drogas em nome do Deep State britânico? Os Cartéis. O presidente Trump não vai mais permitir que essas organizações criminosas transnacionais aterrorizem as Américas e o mundo. Foram os britânicos que inventaram o globalismo e o venderam aos Estados Unidos.
A City de Londres e suas dependências no Caribe, como as Ilhas Virgens Britânicas e Ilhas Cayman, mantiveram os principais bancos do mundo à tona por meio da proteção do narcotráfico e seus vastos fluxos financeiros desde a década de 1960. Nunca tivemos uma guerra bem-sucedida contra as drogas por que, literalmente, Wall Street e a City de Londres não a queriam.
O Reino Unidos e Holanda (Países Baixos) possuem territórios no Caribe. As ilhas caribenhas holandesas de Aruba, Curaçao e Bonaire, que ficam ao largo da costa da Venezuela, também são paraísos fiscais ou territórios com regimes fiscais privilegiados que servem como lavanderia do dinheiro sujo dos cartéis da Colômbia, Nicarágua e Venezuela.
São nesses paraísos fiscais britânicos e holandeses no Caribe que bilhões do dinheiro do narcotráfico são lavados por filiais de bancos da City de Londres. Os militares americanos estão na região para monitorar tudo.

A Grã-Bretanha foi o primeiro narcoestado do mundo e criou o primeiro cartel de drogas através da Companhia Britânica da Índias Ocidentais, que produzia ópio na Índia e o vendia na China, deixando milhões de chineses viciados na droga. Os lucros do ópio financiaram a expansão do Império Britânico pelo mundo.
Após 1947, a Coroa Britânica transferiu para a Agência Central de Inteligência (CIA) a responsabilidade de criar e controlar cartéis de drogas na América Latina e outros locais, ficando com a City de Londres e suas filiais bancárias nos paraísos fiscais nas ilhas do Caribe, a incumbência de lavar os bilhões do dinheiro sujo do narcotráfico. Os cartéis são a força que financia os políticos corruptos nas mãos da Maçonaria.
A CIA e corruptos políticos americanos, tanto democratas como republicanos, ajudaram a transformar o México, Colômbia, Cuba, Venezuela, Honduras, Nicarágua, Bolívia e Brasil em narcoestados. Por décadas os narcopolíticos e narcoditadores da América Latina foram protegidos pela CIA e presidentes americanos corruptos a mando do Deep State britânico mas essa vida boa acabou.

A “Guerra as Drogas” do passado foi uma farsa para enganar o público, e o presidente Trump foi o primeiro a usar o poderio militar americano para destruir os cartéis da CIA. O Deep State britânico está em pânico, Trump está desmantelando suas redes de tráfico de drogas e tráfico humano. O Deep State britânico está reagindo e pressionará por tumultos e guerras, mas Trump já está colocando as coisas em prática para combater tudo isso. O Dia da Libertação está se aproximando.
Dizem que o que está acontecendo na Venezuela é sobre drogas. Isso é apenas metade da história. As drogas são a história de capa. O dinheiro é o alvo. Bancos privados. Escritórios familiares. Dinheiro offshore. Trilhões em dinheiro das drogas mantendo vivo um sistema globalista. Trump não está atacando governos. Ele está cortando artérias de financiamento. E os globalistas estão perdendo a cabeça. O narcotráfico conecta bancos, governos, agências de inteligência e trilhões em liquidez suja que Trump está esmagando.
They say what’s happening in Venezuela is about drugs.
That’s only half the story.
Drugs are the cover.
Money is the target.Private banks.
Family offices.
Offshore cash.Trillions in drug money keeping a globalist system alive.
Trump isn’t hitting governments.
He’s cutting… pic.twitter.com/WbBAzO7SOq
— Steven Eugene Kuhn (@KuhnSteven90717) December 10, 2025
O dinheiro sujo que circula pelo sistema bancário e fornece liquidez essencial, especialmente em tempos de crise, vem do tráfico de drogas e tráfico humano. Quando você olha para a Venezuela, está olhando para um pilar fundamental nesse nexo financeiro e político. Como a Venezuela passou a desempenhar esse papel? Graças aos britânicos. O antecessor e mentor de Nicolas Maduro, Hugo Chávez, se inspirou em quem? Tony Blair, primeiro ministro da Grã-Bretanha.
Pouco antes de sua eleição para a presidência da Venezuela em 1998, Chávez disse: “Nos últimos anos, tenho revisto minhas posições e estou muito próximo da tese do primeiro-ministro britânico Tony Blair quando ele fala da Terceira Via.” E durante toda a sua ascensão ao poder, Chávez foi preparado por diplomatas britânicos na Venezuela e elogiado pela imprensa britânica. Maduro está dando continuidade a essa tradição. A Venezuela não é apenas mais uma ditadura socialista.
É um nó em uma rede global de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, fraude eleitoral e fluxos financeiros que sustenta não apenas o regime de Maduro, mas também uma parte significativa do sistema bancário offshore do qual o Império Britânico depende. E é isso que Trump tem como alvo. É por isso que os britânicos cortaram o compartilhamento de informações sobre o tráfico de embarcações no Caribe e Venezuela, não por que se importem com Maduro ou com a democracia venezuelana, mas por que Trump está mirando no dinheiro sujo do Deep State britânico.

Pense no grupo de ataque de porta-aviões, o USS Gerald Ford, no Caribe. Ele está lá apenas por causa de seu poder de fogo? Pense na enorme capacidade de vigilância eletrônica que esse grupo de porta-aviões possui. Toda vez que os militares americanos atacam um barco de drogas, pode apostar que as linhas de comunicação criptografadas entre os traficantes e seus superiores na City de Londres se iluminam.
Adivinhe quem está rastreando isso e montando um retrato detalhado de todo o aparato? A segurança nacional e a segurança financeira são inseparáveis. As armas financeiras são as verdadeiras armas do império Britânico. Quando Trump ataca a Venezuela, ele não está realmente atacando um governo. Ele está atacando a estrutura financeira que mantém o sistema imperial britânico funcionando.
“USS GERALD R. FORD PASSA PARA POSIÇÃO DE ATAQUE NA VENEZUELA”
O porta-aviões nuclear mais avançado da Marinha dos EUA reposicionou-se próximo à costa norte da Venezuela, após uma discreta escala no porto de St. Thomas, Ilhas Virgens Americanas. Essa movimentação encerra um aumento de meses na presença militar americana no Caribe, apresentado pelo governo Trump como uma operação de combate ao narcotráfico, mas amplamente visto como um desafio direto ao regime do narcoditador Nicolás Maduro. A chegada do porta-aviões sinaliza um possível ponto de inflexão, com analistas traçando paralelos com o posicionamento pré-invasão observado antes da Guerra do Iraque de 2003.
“USS GERALD R. FORD MOVES INTO STRIKE POSITION OFF VENEZUELA”
The U.S. Navy’s most advanced nuclear-powered aircraft carrier, has repositioned just off Venezuela’s northern coast following a low-key port call in St. Thomas, U.S. Virgin Islands.
This move caps a months-long… pic.twitter.com/R1OjfVSQb8
— WORLD AT WAR (@World_At_War_6) December 9, 2025
Clíver Alcalá e Hugo Carvajal são ex-generais venezuelanos com histórico militar e de inteligência, que se tornaram opositores do regime de Nicolás Maduro e, atualmente, ambos estão presos e enfrentando processos judiciais nos Estados Unidos por acusações relacionadas a narcoterrorismo. Alcalá e Carvajal conhecem bem os laços criminosos entre o ex-presidiário Lula que foi colocado na presidência do Brasil via golpe de estado e a narcoditadura venezuelana. Eles repassaram informações ao governo Trump que serão usadas contra Lula no futuro.

Hugo Carvajal Barrios, o ex-Diretor de Inteligência Militar do regime Maduro, escreveu uma carta ao presidente Trump confirmando que:
1. O regime venezuelano nunca foi soberano. Cuba e Irã o controlavam nas sombras.
2. O Cártel de los Soles (generais militares) transformou a Venezuela no maior centro de transbordo de cocaína do mundo.
3. As FARC, o ELN e o Hezbollah receberam passaportes venezuelanos, campos de treinamento e cobertura diplomática. Os grupos do Trem de Aragua foram deliberadamente exportados para os EUA como arma.
4. O sistema Smartmatic foi projetado em Caracas com o objetivo declarado de manter os socialistas no poder “para sempre” e, em seguida, disseminado discretamente em vários países, incluindo os EUA.
5. Agências e diplomatas dos EUA foram pagos ou pressionados a ignorar a construção de bases da China e da Rússia a 145 quilômetros da costa americana.
Carta do ex-chefe do Exército chavista Clíver Alcalá para Trump: revela que os irmãos Rodríguez lideram o Cartel de los Soles e que Maduro exportou o Trem de Aragua para os Estados Unidos.
Fonte: gatewayhispanic
O major-general reformado Clíver Antonio Alcalá Cordones, ex-comandante chavista condenado nos Estados Unidos por tráfico de drogas e colaboração com as FARC, enviou uma carta incendiária ao presidente Donald Trump. Datado de 8 de dezembro de 2025, o documento revela uma rede criminosa transnacional onde os irmãos Delcy e Jorge Rodríguez emergem como os verdadeiros manipuladores do poder na Venezuela, e não Maduro nem Diosdado Cabello.
Orlando Avendaño
@OrlvndoA
Carta a Trump do general Cliver Alcalá, ex-chefe do Exército Chavista e considerado culpado de tráfico de drogas nos EUA, na qual ele revela:
1. A organização terrorista Trem de Aragua foi formado em Tocorón com a gestão direta de Potro Álvarez, sob ordens de Maduro, e foi enviada para os EUA com ajuda do governo Biden.
2. A maioria das eleições na Venezuela foi fraudada. Os irmãos Rodríguez controlavam as operações.
3. Maduro administra diretamente as relações com a Guarda Revolucionária Iraniana e o Hezbollah, desde a época em que era chanceler de Chávez.
4. O filho de Maduro administra a mineração ilegal na Venezuela. O Cartel de los Soles é uma séria ameaça à segurança nacional dos EUA.



Alcalá, que serviu 34 anos nas Forças Armadas Bolivarianas e se entregou voluntariamente às autoridades americanas em 2020, descreve o chavismo como um “aparato criminoso” que ameaça diretamente a segurança nacional dos EUA por meio do tráfico de drogas, fraudes eleitorais e alianças terroristas. Alcalá, que cumpre pena de 21 anos de prisão por fornecer armas às FARC sob ordens de Hugo Chávez, um “grande erro” do qual se arrepende para o resto da vida, se oferece para depor perante as autoridades americanas.
Sua mensagem, entregue por meio de sua equipe jurídica, pinta um panorama de corrupção sistêmica que remonta à era Chávez e se consolida sob Maduro. Anteriormente, foi relatado no Gateway Hispanic sobre o Cartel de los Soles como o eixo do narcoterrorismo chavista, com ligações à mineração ilegal e gangues transnacionais. O cerne da denúncia aponta para o Cartel de los Soles, recentemente designado por Washington como uma organização terrorista.

Alcalá afirma que essa estrutura, integrada por altos funcionários militares e civis, não é liderada por Maduro, mas por Delcy Rodríguez, vice-presidente e figura-chave na política econômica, e Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional e responsável pelas eleições.
“Com um perfil público deliberadamente discreto e calculado, eles são os verdadeiros mentores maquiavélicos por trás dos líderes da corporação cartelizada conhecida como Cartel de los Soles”, escreve ele. Segundo ele, eles controlam Maduro e Cabello, garantindo a sobrevivência do regime por meio da lavagem de dinheiro via tráfico de drogas e mineração ilegal.
🚨 SECOND Venezuelan Whistleblower Letter to President Trump EXPOSES Smartmatic, Drug Cartels & Deep State Collusion 🚨
A second letter from a former Venezuelan general in U.S. custody, Major General Clíver Alcalá Cordones, has been sent directly to @POTUS and it’s a bombshell.… pic.twitter.com/AIQ5Bnfj1i
— LindellTV (@RealLindellTV) December 9, 2025
O cartel opera como uma “rede difusa” dentro do Exército venezuelano, envolvido no contrabando de gasolina, ouro e cocaína, com remessas diretas para os EUA. Um capítulo arrepiante detalha a origem do Tren de Aragua, a megagangue que Washington também classificou como terrorista em fevereiro de 2025.
Alcalá relata que, em 2011, como comandante em Aragua, liderou a tomada militar da prisão de Tocorón, quartel-general da facção criminosa, apesar das pressões do governo chavista para que a operação fosse interrompida. A operação deixou 16 criminosos mortos, mas revelou ligações diretas entre os detentos e o regime. “O então Ministro dos Esportes, Antonio Enrique ‘Potro’ Álvarez, foi enviado por Chávez para coordenar ações com líderes criminosos“, afirmou ele.
Sob Maduro, essas estruturas se fortaleceram: prisões como depósitos de armas, controle dos votos eleitorais e expansão transnacional. Alcalá acusa Maduro de “exportar” o Trem de Aragua para países vizinhos e para os EUA, usando imigrantes venezuelanos como fachada. A quadrilha, que surgiu em Tocorón em 2014, expandiu-se com a crise migratória, cometendo assassinatos como o de Ronald Ojeda no Chile em 2024.
A fraude eleitoral surge como mais um pilar do controle chavista. Alcalá denuncia que “a maioria das eleições na Venezuela foi manipulada” por meio de sistemas paralelos da Smartmatic, alterando resultados em áreas sem observadores da oposição.
Ele aponta o General Carlos Quintero, vice-presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), como o “engenheiro” dessa tecnologia, também utilizada nos EUA e em outros países. Os irmãos Rodríguez, acrescenta, supervisionaram tudo. Isso coincide com denúncias históricas: em 2017, a Smartmatic acusou o regime de inflar a participação nas eleições constituintes e, em 2024, a Ex-Clé, uma empresa argentina ligada a Jorge Rodríguez, controlava a biometria eleitoral, facilitando a megafraude de 28 de julho.
Em política externa, Alcalá expõe os laços de Maduro com o Irã e o Hezbollah, forjados durante seu período como ministro das Relações Exteriores de Chávez (2006-2013). “Maduro administrou diretamente os contatos com a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o Hezbollah e a inteligência cubana”, escreve ele, aprofundando uma aliança estratégica para burlar as sanções.
O Atlantic Council documenta como a Venezuela serve de plataforma para redes iranianas na América Latina, com passaportes falsos e financiamento através do tráfico de drogas. O secretário de Estado Marco Rubio descreveu a Venezuela como a “âncora” do Irã e do Hezbollah na região, facilitando a lavagem de dinheiro e a espionagem. Por fim, Alcalá alude à mineração ilegal no Arco Mineiro do Orinoco, onde o filho de Maduro, Nicolás “Nicolasito” Maduro Guerra, supostamente supervisiona a extração de ouro e diamantes para lavar os lucros do cartel.
Ele alega que isso representa uma “séria ameaça” aos EUA, financiando operações que inundam o mercado com metais preciosos e fortalecem gangues. O Departamento do Tesouro sancionou figuras chavistas por isso, ligando a atividade ao fluxo de cocaína para a América do Norte. Esta carta, que se segue à de Hugo “Pollo” Carvajal, antigo chefe dos serviços de inteligência chavistas, acelera o colapso interno do regime de Maduro.
Alcalá, um membro arrependido do grupo, sublinha que a sua colaboração visa a redenção e a justiça. Para os EUA, isso representa munição para operações como a Southern Spear, que envia navios ao Caribe para combater o narcoterrorismo. O chavismo não é um governo, mas um cartel que exporta caos, drogas e insegurança. A liberdade da Venezuela e a segurança hemisférica dependem de seu desmantelamento.
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