A próxima reunião anual do elitista Fórum Econômico Mundial (FEM) ocorrerá entre 19 e 23 de janeiro em Davos, na Suíça, sob o tema “Um Espírito de Diálogo”. No fim de novembro de 2025, Washington anunciou que Trump voltaria ao evento suíço pessoalmente pela primeira vez em seis anos. A última presença de Trump no fórum foi um discurso virtual dias após sua posse em janeiro, quando ele comunicou à elite empresarial reunida que deveria fabricar seus produtos nos EUA ou enfrentar tarifas.
Na primeira vez que Trump discursou em Davos, disse-lhes abertamente que rejeitava a agenda totalitária deles sobre “mudanças climáticas”, que visava “dominar, transformar e controlar todos os aspectos de nossas vidas”. Ele voltará a discursar no FEM para dizer que o sonho deles de um governo global ACABOU.
First time Trump spoke at Davos, he told them to their face he rejects their totalitarian ‘climate change’ agenda “to dominate, transform and control every aspect of our lives.”
He’s going again to tell the WEF
their dream of a global government is OVER. pic.twitter.com/JQP82qg43X— ĐⱤØ₲Ø🇺🇸 (@KAGdrogo) January 11, 2026
Trump não vai a Davos para negociar com as elites globalistas, ele irá para entregar os termos de rendição deles. A sua equipe já se retirou de 66 organismos globalistas e está a rastrear o dinheiro por detrás do caos interno. A verdadeira ofensiva está em andamento. Sob Trump, os EUA se retiraram do Acordo Climático de Paris e suspenderam grande parte da ajuda externa americana, incluindo programas ligados à mitigação das mudanças climáticas. O presidente também cancelou os esforços e programas do governo federal em prol da agenda “woke”.
As elites globalistas sugam o dinheiro do povo americano com seus esquemas de lavagem de dinheiro atrás de “ajuda externa”. Então o presidente Trump, por decreto, retirou o financiamento dos Estados Unidos de 66 organizações internacionais por não atenderem aos interesses dos cidadãos americanos. Isso é interessante pois Trump pensa em retirar o financiamento americano da ONU e OTAN, entidades globalistas que tentam destruir os EUA.
🔴 35 organizações não pertencentes à ONU
🔴 31 entidades da ONU
Os Estados Unidos acabaram de se retirar de 66 organizações internacionais, incluindo a Parceria Atlântica e diversas comissões das Nações Unidas. Trump declarou que os EUA não querem mais fazer parte de organizações globalistas. Trump está desmantelando toda a estrutura de governança global criada pelo Império Britânico.
A maioria dos alvos são agências, comissões e painéis consultivos relacionados à ONU que se concentram em questões climáticas, trabalhistas e outras que o governo Trump categorizou como voltadas à diversidade e iniciativas “woke”.
“O governo Trump considerou essas instituições redundantes em seu escopo, mal administradas, desnecessárias, desperdiçadoras, mal administradas, capturadas pelos interesses de atores que promovem suas próprias agendas contrárias às nossas, ou uma ameaça à soberania, às liberdades e à prosperidade geral de nossa nação”, disse o Departamento de Estado em um comunicado.
As super poluentes indústrias da China emitem mais CO2 do que a Europa, Japão e Estados Unidos combinados, cancelando completamente todos os sacrifícios ridículos que a ONU e Fórum Econômico Mundial estão forçando todos os países ocidentais a fazer sob o pretexto de “salvar o planeta”. Trump está farto dessa quadrilha de golpistas que usam a histeria climática para roubar dinheiro das nações, principalmente dos Estados Unidos.
Leia mais: Trump assina memorando para retirar os EUA do tratado da ONU sobre mudanças climáticas.

Uma ideia radical foi expressa no Fórum Econômico Mundial, de que as massas de “comedores inúteis” devem pagar pela sua existência as “elites”.
Segundo a palestrante Lindsey Hooper, água, solo e oxigênio não devem ser infinitamente acessíveis. Propõe-se classificá-los como ativos e colocá-los em um balanço global. Então, as histórias sobre ter que pagar por uma lufada de ar em breve não serão mais piadas sombrias, mas uma perspectiva muito real.
A radical idea was voiced on the sidelines of the WEF: it’s time to strictly account for the very basis of our existence.
According to speaker Lindsey Hooper, water, soil, and oxygen should not be infinitely accessible. It is proposed to classify them as assets and put them on… pic.twitter.com/yQ0ID3PFj2
— Mats Nilsson (@mazzenilsson) February 8, 2026
A situação atual nos Estados Unidos não é resultado do acaso, faz parte de uma luta deliberada e contínua contra uma rede poderosa e oculta, sediada em Londres e no Vaticano, que passaram décadas a manipular governos, economias e sociedades para seu próprio ganho. Desde 10 de janeiro de 2026, a batalha pelo futuro dos Estados Unidos está chegando a um ponto crítico. O presidente Donald Trump, agora de volta ao poder, está na vanguarda da exposição e desmantelamento dessas redes.
Estes grupos de elite, compostos por indivíduos ricos, empresas multinacionais e organizações paralelas, têm procurado manter o controle sobre a política global, promovendo uma agenda globalista que mina a soberania nacional. Os seus métodos incluem manipulação financeira, desestabilização social e operações secretas para impor a sua vontade às nações.
Estes grupos trabalharam nas sombras, usando a sua riqueza e influência para moldar os acontecimentos em seu benefício, enquanto os cidadãos comuns permanecem inconscientes de toda a extensão do seu controle.

A liderança do presidente Trump é a antítese do movimento globalista criado pelo Império Britânico. Seu retorno não é apenas uma vitória política, é um grande golpe contra os globalistas britânicos que buscam destruir a soberania americana. A liderança de Trump está enraizada na proteção dos valores, da segurança e da independência da nação em relação às forças globalistas sediadas em Londres que operam sem controle há demasiado tempo. O maior inimigo dos Estados Unidos não é a Rússia nem a China, é a a Grã-Bretanha que há muitas décadas vem roubando e corroendo a América.
Algumas pessoas podem não gostar de Donald Trump pois foram manipulados pelas mentiras da grande mídia e por influenciadores na internet que são pagos pelos globalistas, mas se a bruxa satânica da Hillary Clinton tivesse se tornado presidente em 2017, no lugar de Trump, muito provavelmente você e sua família estariam mortos agora. Obama e Hillary fazem parte do Plano de 16 anos para destruir a América e mundo numa Terceira Guerra Mundial. Mais a baixo falo desse plano satânico dos globalistas britânicos.
Trump vs. Davos: Cumprindo os termos da rendição
Neste episódio, Susan Kokinda do Promethean Action questiona se Davos está pronto para Donald Trump, já que ele planeja levar sua equipe econômica ao Fórum Econômico Mundial, na Suíça. Enfatizando a batalha de Trump contra o globalismo britânico, ela destaca sua retirada de 66 organizações internacionais e os objetivos estratégicos de sua equipe para desafiar a ordem globalista estabelecida.
O vídeo também investiga o contexto histórico de Davos, as redes financeiras ligadas às elites globalistas e como as ações do governo Trump visam desmantelar essas estruturas. Além disso, saiba mais sobre a repressão do governo Trump à fraude doméstica e às atividades de fiscalização.
Trump está confrontando o império oculto por trás da Aliança Atlântica
O Império Britânico não morreu; ele evoluiu do domínio colonial para o controle financeiro. Seu núcleo é a City de Londres, um enclave financeiro soberano que:
• Opera fora das leis britânicas convencionais
• Domina os setores bancário, de seguros, de commodities e de derivativos globais
• Coordena paraísos fiscais offshore e finanças paralelas
• Exerce poder por meio do controle da dívida, do crédito e da moeda
Este é o modelo Rothschild: império sem colônias, domínio financeiro em vez de força. O Federal Reserve, as instituições de Bretton Woods, as normas globais de bancos centrais e os chamados regimes de “livre comércio” refletem esse modelo:
• Dinheiro baseado em dívida
• Extração perpétua de juros
• Financeirização da produção
• Controle tecnocrático não eleito
O presidente Trump está desmantelando décadas de controle imperial que minaram a soberania, a indústria e a independência americanas. Vejamos como:
1. A Estratégia da Groenlândia (Fratura Direta entre Reino Unido e Atlântico)
• A Groenlândia está inserida na arquitetura de segurança Reino Unido-OTAN-Atlântico
• A Dinamarca funciona como uma extensão da política europeia alinhada ao Reino Unido
• O interesse dos EUA na Groenlândia ignora Bruxelas e Londres
Quando Trump enquadra a Groenlândia como um ativo estratégico dos EUA, ele está:
– Desafiando a suposta coerência territorial da OTAN
– Enfraquecendo a influência marítima e ártica britânica
– Afirmando o controle hemisférico americano direto
Isso é desvinculação imperial.
2. Tensão na OTAN
Sob Trump, a OTAN deixou de ser sagrada e passou a ser tratada como o que realmente é: um contrato negociável. Trump nos lembrou disso ao fazer repetidas ameaças de cortar o financiamento ou sair da OTAN, ao acusar publicamente os aliados de explorarem os contribuintes americanos e ao demonstrar sua disposição de deixar a OTAN se fragmentar em vez de se submeter.
Lembrem-se que, historicamente, a OTAN preservou a relevância britânica pós-imperial e incorporou as prioridades estratégicas do Reino Unido ao planejamento de defesa dos EUA. Trump reformulou a OTAN como uma restrição à soberania dos EUA, e não como uma garantia dela.
3. Habitação, Bancos e a City de Londres
A medida de Trump em relação à habitação e aos títulos hipotecários é crucial. Em vez de subsídios ou impressão de dinheiro, ele pressionou para que os gigantes hipotecários controlados pelos EUA utilizassem suas grandes reservas de caixa para comprar títulos lastreados em hipotecas.
O efeito é simples:
• Maior demanda por títulos hipotecários
• Pressão para baixo nas taxas de juros hipotecárias
• Pagamentos mensais menores para os americanos
Sem novas dívidas, sem estímulos do banco central e sem bancos globais lucrando com o spread. Ao contornar as finanças globais e utilizar mecanismos de crédito domésticos, Trump está atacando o modelo financeiro anglo-saxão, não os mercados em si. Isso representa uma ameaça direta ao sistema financeiro centrado em Londres.
4. A Linguagem e o Simbolismo Militar Importam
A mudança do nome do Departamento de Defesa para Departamento de Guerra é importante porque, após 1947, as forças armadas dos EUA se tornaram gestoras da ordem global, em vez de defensoras da soberania americana. Reenfatizar a guerra, as fronteiras, os inimigos e o interesse nacional sinaliza um foco na autonomia dos EUA em detrimento da manutenção de alianças.
5. Trump vs. Powell
O confronto de Trump com Jerome Powell é outra frente na mesma guerra; um desafio direto ao sistema Rothschild, onde o dinheiro é criado de forma privada e os governos eleitos respondem aos detentores de títulos e aos bancos.
Antes da OTAN, antes da chamada “relação especial”, as forças armadas dos EUA identificavam abertamente a Grã-Bretanha como uma rival estratégica, particularmente como uma potência imperial que exercia controle por meio das finanças e da dominância marítima. Essa compreensão não estava errada, apenas se tornou inconveniente.
Mas observe as ações de Trump:
• Tarifas em detrimento do livre comércio global
• Produção industrial em detrimento da especulação financeira
• Acordos bilaterais em detrimento da governança multilateral
• Hostilidade em relação à burocracia da OTAN
• Ataques à construção civil e à manipulação de crédito
Isso é Trump mostrando o dedo do meio, de forma muito deliberada, ao Império Britânico/conspiração bancária dos Rothschild, que manteve o mundo escravizado pela dívida por tempo demais.
Houve um tempo em que os militares dos EUA sabiam exatamente quem era o verdadeiro inimigo, a Grã-Bretanha.
Neste episódio, Susan Kokinda explora as implicações históricas e modernas do Plano de Guerra Vermelho, um plano militar dos EUA da década de 1920 para a guerra contra a Grã-Bretanha e seu representante, o Canadá. Ela argumenta que Donald Trump está revivendo essa clareza estratégica para acabar com 80 anos de influência britânica sobre a política externa americana, discutindo seus movimentos recentes em relação à Groenlândia e à OTAN. Kokinda conecta essa postura a ações econômicas e políticas mais amplas que Trump está tomando para desmantelar monopólios e cartéis financeiros, visando restaurar a soberania americana.
O ex-Secretário de Estado dos EUA, Henry Kissinger, foi o mentor e influenciador de Klaus Schwab na fundação do Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos/Suíça em 24 de janeiro de 1971. Kissinger foi um participante de longa data e uma figura influente nas reuniões anuais do FEM em Davos.
Kissinger foi membro vitalício do Conselho de Relações Exteriores (CFR) até sua morte em 2023, o que o torna o membro com o mandato mais longo da instituição. Kissinger foi um agente britânico, o que coloca o FEM sob o controle da Coroa Britânica. Klaus Schwab serve como fachada dos globalistas britânicos. Quem promoveu o “Great Reset” junto com Schwab? O então príncipe Carlos do Reino Unido.

Esse é o velhaco golpista desgraçado, membro da família satânica que governa o Reino Unido, falando sobre o golpe da “Grande Reinicialização”.

O papel crítico dos militares americanos
Um dos aspectos mais significativos da estratégia de Trump tem sido sua capacidade de mobilizar os militares dos EUA contra as redes globalistas que se infiltraram nas instituições americanas. As operações militares não se concentram apenas no combate no exterior, elas estão sendo usadas para atingir organizações criminosas e redes corruptas nos Estados Unidos e ao redor do mundo.
Isso inclui interromper o tráfico ilegal, apreender ativos e expor a infraestrutura financeira que sustenta essas redes globais. Um exemplo importante disso são os esforços contínuos para impedir operações ilegais de comércio de petróleo que financiam grupos criminosos em todo o mundo. Os militares dos EUA apreenderam ativamente navios-tanque fantasmas, que estavam sendo usados para lavar dinheiro e financiar organizações criminosas ligadas às elites globais.
Não se trata simplesmente de interromper uma remessa, trata-se de cortar as linhas de vida financeiras que permitem que essas organizações paralelas prosperem. Cada petroleiro apreendido é um golpe direto na agenda globalista que vem minando os interesses americanos há anos.
Ao mesmo tempo, a elite política, tanto nos EUA como no estrangeiro, continua a usar o seu poder para proteger os interesses destas redes globais. Os políticos democratas têm relutado em reconhecer a gravidade das ameaças representadas por essas redes. Repetidas vezes, eles recuaram contra os esforços para proteger as fronteiras do país, proteger seus cidadãos e responsabilizar esses criminosos.
Os políticos de esquerda deixaram que os EUA fossem invadidos por milhões de imigrantes ilegais, alguns deles ligados a organizações criminosas, que estão sendo protegidos pelo Partido Democrata que se recusa a reconhecer as ameaças que representam. Os democratas importaram milhões de imigrantes ilegais para dar-lhes benefícios e dinheiro dos contribuintes americanos, para que eles votem nos políticos democratas. Isso é fraude eleitoral em massa!
Um país à beira da transformação
A Diretiva Quântica de Trump, a estratégia abrangente para restaurar a soberania americana, não é apenas uma iniciativa política. É uma contramedida direta à corrupção sistémica e ao controle globalista que assolam os EUA há décadas. Por meio de sua diretriz, Trump não está apenas se concentrando em desmantelar o Deep State, mas também está implementando soluções reais para restaurar as estruturas econômicas, sociais e políticas dos Estados Unidos.
As ações que estão sendo tomadas são parte de uma luta global maior, que envolve reafirmar a soberania nacional contra uma rede de elites poderosas que manipularam o sistema para seu próprio ganho. Desde expor sistemas financeiros corruptos até desmantelar redes de comércio ilegal, o governo Trump está trabalhando para retomar o controle sobre o futuro dos Estados Unidos.
Não se trata de poder político pelo poder; trata-se de salvaguardar o futuro da nação e do seu povo. As operações militares dos EUA, as investigações sobre corrupção financeira e as batalhas legais contra redes criminosas são componentes essenciais do plano de Trump para restaurar a integridade dos Estados Unidos.
A próxima fase do renascimento da América
À medida que Trump continua seus esforços para levar essas elites à justiça, a nação está começando a ver rachaduras no sistema globalista. As operações para expor e desmantelar estas redes continuarão e, à medida que mais informações vierem à luz, tornar-se-á evidente que as forças que tentam controlar o mundo nos bastidores são muito mais perigosas do que qualquer um poderia imaginar.
Esta luta está longe de terminar. A próxima fase desta batalha não envolverá apenas expor a corrupção, mas envolverá tomar medidas para restaurar o poder do povo americano. Isso significa acabar com a influência dos globalistas britânicos sobre a América, proteger as fronteiras do país e reconstruir a economia americana com os interesses de seus cidadãos em primeiro plano.
A liderança do presidente Trump é um momento crucial nessa luta contínua. Ele não é apenas um político, ele é uma figura-chave em um movimento para recuperar a soberania dos Estados Unidos e expor as redes obscuras que a controlam nas sombras. A verdade está aí, e a batalha pelo futuro do país está apenas começando. O controle dos globalistas britânicos sobre os Estados Unidos está diminuindo e, com a liderança de Trump, o país está à beira de uma grande transformação.

Trump vs. os presidentes atlanticistas
Não tem como comparar o presidente Trump com os presidentes anteriores dos EUA, é como comparar alhos com bugalhos. A maioria dos presidentes anteriores a Trump eram todos agentes do Império Britânico e do Vaticano. Atlanticista é um jargão diplomático para uma pessoa que coloca os interesses britânicos acima dos americanos.
A verdade é que Bush, Clinton, Obama e Biden….
- Não rejeitaram abertamente as instituições de governança global. Trump atacou publicamente e retirou-se ou cortou o financiamento de organismos internacionais que, segundo ele, minavam a soberania dos EUA (Acordo de Paris sobre o Clima, OMS, UNESCO), rejeitando explicitamente as estruturas “globalistas”.
- Não desmantelaram os principais acordos comerciais globais. Trump retirou-se da Parceria Transpacífica (TPP) e renegociou o NAFTA, transformando-o no USMCA, argumentando que os acordos comerciais globais enfraqueciam a indústria americana.
- Não enquadraram a imigração em massa como uma ameaça à segurança nacional ligada à desestabilização global. Trump tornou o controle de fronteiras um ponto central, argumentando que a imigração descontrolada beneficia interesses transnacionais em detrimento dos cidadãos nacionais.
- Não questionaram a estrutura ou o modelo de financiamento da OTAN. Trump confrontou publicamente os aliados da OTAN, acusando-os de explorar os contribuintes americanos e questionando a defesa coletiva automática.
- Não atacaram publicamente as agências de inteligência americanas. Trump criticou abertamente a CIA, o FBI e a liderança da inteligência, alegando que burocracias não eleitas exercem controle político.
- Não rotularam a grande mídia como inimiga do povo. Trump desafiou diretamente a mídia corporativa, acusando-a de controle narrativo e desinformação coordenada.
- Não questionaram publicamente as elites econômicas globais. Trump atacou abertamente as corporações multinacionais, as cadeias de suprimentos globais e as elites financeiras, enfatizando a produção nacional.
- Não desafiaram as autoridades internacionais de saúde. Trump cortou o financiamento da OMS e questionou a gestão global da pandemia, argumentando que a tomada de decisões nacionais deveria prevalecer sobre as diretrizes internacionais.
- Não contestaram abertamente os sistemas eleitorais em nível sistêmico. Trump questionou publicamente os processos eleitorais, alegando corrupção institucional em vez de erros isolados.
- Não promoveram explicitamente o nacionalismo como uma contra-ideologia. Trump abraçou abertamente o lema “América Primeiro”, posicionando o nacionalismo contra o globalismo como uma divisão filosófica.
- Não se retiraram agressivamente de tratados multilaterais. Trump retirou os EUA de múltiplos acordos internacionais, argumentando que eles vinculavam a América a autoridades globais não eleitas.
- Não rejeitaram a política climática como uma ferramenta de controle econômico global. Trump enquadrou os acordos climáticos como mecanismos de transferência de riqueza, não como soluções ambientais.
- Não confrontaram publicamente as elites financeiras globais. Trump usou palcos globais (como Davos) para criticar abertamente o globalismo, em vez de elogiá-lo.
- Não se opuseram à própria burocracia federal. Trump tratou as agências governamentais como atores políticos, não como administradores neutros.
- Não acusaram abertamente as empresas contratadas pela defesa de obterem lucros exorbitantes. Trump criticou publicamente as guerras intermináveis, classificando-as como modelos de negócios, e não como necessidades de segurança.
- Não ameaçaram impor tarifas para forçar a repatriação da cadeia de suprimentos. Trump usou tarifas como forma de pressionar para trazer a produção de volta aos EUA.
- Não violaram o protocolo diplomático para perturbar as expectativas de poder. Trump ignorou a etiqueta diplomática tradicional, enfraquecendo o consenso político nos bastidores.
- Não questionaram publicamente a legitimidade da vigilância por inteligência. Trump sugeriu abertamente que as ferramentas de inteligência eram usadas para controle político, e não apenas para segurança.
- Não promoveram a independência energética como arma de soberania. Trump expandiu a produção doméstica de energia para reduzir a dependência de sistemas estrangeiros.
- Não enquadraram a política como “pessoas versus sistemas”. Trump consistentemente enquadrou o poder como elites centralizadas versus cidadãos comuns, e não como esquerda versus direita.
- Não se opuseram a estruturas de migração internacional. Trump rejeitou os pactos migratórios apoiados pela ONU, alegando que eles minam a autoridade nacional sobre as fronteiras.
- Não trataram o politicamente correto como um mecanismo de controle. Trump atacou abertamente o politicamente correto, argumentando que ele suprime a dissidência e impõe a conformidade ideológica.
- Não enquadraram as grandes empresas de tecnologia como centros de poder político. Trump acusou publicamente as principais empresas de tecnologia de censura e controle da narrativa, não de neutralidade.
- Não argumentaram que a identidade nacional em si estivesse sob ataque. Trump, por sua vez, enquadrou explicitamente a cultura, a história e as fronteiras como alvos da homogeneização global.
- Não ameaçaram abertamente cortar a ajuda externa como forma de pressão. Trump usou a ajuda como moeda de troca, argumentando que a ajuda incondicional alimenta a dependência e a corrupção.
- Não usaram as forças armados dos EUA para combater os cartéis de drogas da América Latina pois a “Guerra as Drogas” era só propaganda. Trump renomeou o Departamento de Defesa para Departamento de Guerra e mandou os militares destruírem os cartéis e a lavagem de dinheiro das drogas que alimenta os bancos do Deep State globalista.
- Não alegaram que as próprias instituições estavam politizadas. Trump afirmou que tribunais, agências e órgãos de supervisão tinham viés ideológico, e não neutralidade.
- Não enquadraram o populismo como uma ameaça direta às elites globais. Trump abraçou o populismo como um contrapeso explícito às estruturas de poder transnacionais.
O presidente Trump confrontou Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve (Fed), cara a cara, ao vivo na TV, sobre o custo da construção da nova sede do Federal Reserve. Trump alega que o custo inflou para US$ 3 bilhões por uma obra que deveria ter custado cerca de US$ 50 milhões. Procuradores federais iniciam investigação criminal contra Jerome Powell, pois ele enganou o Congresso a respeito da escala e do custo das luxuosas reformas da sede do Federal Reserve.

Trump foi pessoalmente ao canteiro de obras da nova sede do Fed, o “local sagrado” dos banqueiros internacionais. Trump foi ate lá para confrontar Powell, o próprio rosto do cartel bancário central, em público. Não foi apenas uma questão de imagem, foi simbolismo. Esse tipo de coisa nunca teria acontecido nos governos de Bush, Clinton, Obama e Biden.
O Federal Reserve não é o que finge ser, não é “federal”, é um consórcio bancário privado. Não tem reservas reais, cria dinheiro do nada. E não serve ao povo, serve aos interesses de uma elite financeira transnacional que sequestrou governos e escravizou nações por meio da dívida. É o coração pulsante do sistema que Trump há tempos insinua desmantelar. Trump está pondo fim aos 100 anos de escravidão econômica do Federal Reserve.
Por mais de um século, o Federal Reserve operou como um centro de poder intocável, uma máquina emissora de dívida controlada por bancos privados ligadas a City de Londres e Wall Street, disfarçada de instituição governamental. Ao cogitar uma ação judicial contra Jerome Powell por causa do superfaturamento na reforma do Fed, Trump sinaliza que a “independência” do Fed pode não ser mais um tabu e também manda uma mensagem direta para os globalistas britânicos.
E há poucos dias, a Rússia oficialmente ignorou a City de Londres, lançando sua própria bolsa de ouro, rompendo laços com a mesma estrutura globalista que sustenta o Fed, que é controlado pelo Banco da Inglaterra na City de Londres. Um ataque direto à velha ordem financeira do Império Britânico, onde o ouro está ressurgindo como antídoto para a corrupção monetária.
Então, quando Trump entrar naquele canteiro de obras e encarar Powell, não se trata de custos de construção, mas sim de um aviso. “O ouro destruirá a moeda fiduciária do Fed.” Este é o verdadeiro ato de pirataria internacional. Londres mantém US$ 4,8 bilhões em ouro venezuelano como refém e se recusa a devolvê-lo. O Reino Unido sequer reconhece o governo de Delcy Rodríguez e, na prática, roubou o ouro da Venezuela.
Trump vs. o Império Britânico
Imagine um país onde estupradores são protegidos e libertados da prisão, mas você pode ser preso por uma postagem no X. Esse país é o Reino Unido em 2026 governado pelo ditador maçom Keir Starmer. O Reino Unido é líder na Europa nos casos de estupros contra mulheres, graças as suas políticas de imigração em massa, proteção as gangues de aliciamento de imigrantes islâmicos e tolerância ao radicalismo islâmico.
E também é líder mundial em prisões de pessoas inocentes que postam opiniões nas redes sociais que desagradam as elites maçônicas pedófilas da Inglaterra. O ditador maçom Keir Starmer manteve conversações com os presidentes fantoches da Austrália e Canadá para organizar o bloqueio do X nos três países. Starmer que impor a “marca da besta”, o ID digital, para o governo rastrear, influenciar, FABRICAR e CONTROLAR todas as experiências humanas em um futuro próximo.
É oficial, o Reino Unido se tornou o centro do radicalismo islâmico. Os Emirados Árabes Unidos pararam oficialmente de fornecer apoio financeiro para seu estudantes que queriam ir para o Reino Unido estudar. Eles afirmaram que não querem que seus estudantes sejam doutrinados pelo radicalismo islâmico nos campi universitários do Reino Unido. Em outras palavras, os Emirados Árabes Unidos, um país do Oriente Médio cuja religião oficial é o islamismo, se recusa a enviar seus alunos para o Reino Unido por medo da radicalização islâmica.

O primeiro-ministro do Reino Unido, o maçom pedófilo Keir Starmer, quer enviar tropas para a Ucrânia para “combater” os russos. Ele quer enviar tropas para a Groenlândia para “combater” os americanos. Mas ele não enviará a Marinha Britânica para defender o Canal da Mancha de dezenas de barcos infláveis de ONGs de tráfico humano cheios de muçulmanos terroristas para invadir a Inglaterra.

O governo britânico esteve envolvido nos golpes do Russiagate, do COVID-19 e da “insurreição de 6 de janeiro de 2021” junto com os atlantistas democratas e republicanos para derrubar Donald Trump da presidência dos EUA. E na política e judiciário dos EUA existem vários traidores atlantistas que querem que os americanos sejam vassalos dos britânicos.
Trump denunciou a interferência eleitoral do Partido Trabalhista e de Keir Starmer nas eleições presidenciais de 2024.
A equipe jurídica de Donald Trump, acusou membros do Partido Trabalhista britânico de interferirem ilegalmente nas eleições americanas ao apoiarem a campanha da democrata Kamala Harris. A denúncia alega que funcionários do Partido Trabalhista estiveram trabalhando nos EUA, assessorando a campanha de Harris, o que levanta preocupações sobre influência estrangeira e integridade eleitoral na disputa de 2024.
Morgan McSweeney, Chefe de Gabinete de Sir Keir em Downing Street, juntamente com dois dos mais altos funcionários do Partido Trabalhista compareceram ao Convenção Nacional Democrática em Chicago em agosto de 2024. O Partido Trabalhista violou a lei eleitoral dos EUA ao aconselhar a campanha de Kamala Harris. O Reino Unido estava ativamente interferindo na soberania dos EUA, o que vem fazendo há bastante tempo.
No meu último artigo, “Como os britânicos inventaram o globalismo e o venderam aos Estados Unidos” expliquei como as redes de influência britânicas exercem “poder brando” em Washington, operando por meio de grupos de fachada como o Conselho de Relações Exteriores (CFR), fundado em Nova York em 1921, para exercer controle indireto sobre a política externa americana. O CFR é uma organização irmã da Chatham House de Londres.
Em 4 de fevereiro de 2020, enquanto o segundo julgamento de impeachment de Trump estava pendente, o Royal Institute of International Affairs, também conhecido como Chatham House, declarou em seu site que “O julgamento de Trump não é suficiente para reparar a democracia”. Alertando que a “desinformação” eleitoral espalhada pelos apoiadores de Trump representa uma “ameaça à democracia”, a Chatham House pediu uma comissão no estilo “11 de setembro” para investigar mais a fundo a “insurreição de 6 de janeiro de 2021”.
A Chatham House não é um think tank qualquer. Ela opera sob Carta Régia, sob o patrocínio do Monarca da Inglaterra. Além disso, é a organização irmã do Conselho de Relações Exteriores. Juntos, os dois grupos formulam e coordenam a política externa para os EUA e o Reino Unido. O “núcleo de poder” da Comunidade Atlântica fica em Londres.
Até Trump se tornar presidente, o Conselho de Relações Exteriores dirigia o Departamento de Estado dos EUA e a CIA. Pelo menos sete presidentes (Eisenhower, Ford, Carter, Bush e Clinton, Bush Jr. e Obama) foram membros do Conselho de Relações Exteriores.
Hillary Clinton admite que recebe ordens do Conselho de Relações Exteriores (CFR)
A então secretária de Estado de Obama, Hillary Clinton, admitiu neste vídeo que recebe ordens do globalista Conselho de Relações Exteriores. Esta organização traiçoeira do Império Britânico, que dominou administrações de Republicanos e Democratas, defende o governo mundial e o fim da independência dos EUA. Um ex-Juiz Advogado Geral da Marinha dos EUA, foi convidado a se tornar membro do CFR e permaneceu por vinte anos, tornando-se um de seus críticos mais ferrenhos.
“Uma vez que os membros governantes do CFR tenham decidido que o governo dos EUA deve adotar uma política específica, as substanciais instalações de investigação do CFR são postas a trabalhar para desenvolver argumentos, intelectuais e emocionais, para apoiar a nova política, e para confundir e desacreditar, intelectual e politicamente, qualquer oposição”, alertou. O CFR tem como objetivo a submersão da soberania e da independência nacional dos EUA num governo mundial todo-poderoso.
O Plano de 16 anos para destruir a América que Trump frustrou
Os democratas Hillary Clinton e Barack Obama, ambos membros do Conselho de Relações Exteriores (CFR), foram os fantoches escolhidos pelos globalistas britânicos para destruir os Estados Unidos e iniciar uma Terceira Guerra Mundial. Esse é o plano de 16 anos para empurrar o mundo para a ditadura da Nova Ordem Mundial do Império Britânico.
O “plano de 16 anos para destruir a América” com Obama e Clinton
O gráfico descreve as principais iniciativas para garantir a destruição dos EUA, a serem realizadas durante os 8 anos da presidência de Obama, seguidos pelos 8 anos da presidência de Hillary. Q se referiu ao “plano de 16 anos para destruir a América” em 21 de dezembro de 2018, na postagem 2640. OS globalistas britânicos nunca pensaram que Hillary perderia e que Trump seria eleito presidente em 2017. A farsa pandêmica do COVID e a Terceira Guerra Mundial entre Israel e Irã se iniciariam durante o governo Hillary.
A EXPURGA MILITAR DE OBAMA (290+)
• Expurgar líderes militares constitucionalistas
• Inserir líderes militares globalistas
• Desarmar cidadãos americanos
• Armar jihadistas/ISIS/cartéis
• Perseguir denunciantes
• Armamentizar agências governamentais (incluindo a Receita Federal)
• Transformar a educação com revisionismo
• Falir os EUA (Estratégia Cloward-Piven)
• Incitar tensões raciais
• Abrir fronteiras/Importar refugiados
• Enfraquecer a NSA e fortalecer a CIA
• Facilitar o tráfico de pessoas/Promover o satanismo/Acabar com o cristianismo
• Operações secretas/Suprema Corte
BARACK OBAMA (8 ANOS) – ENFRAQUECER OS EUA GLOBALMENTE
• Instalar agentes corruptos no governo (Comey, Lynch, Holder)
• Remover pessoas íntegras do governo (Valerie Jarrett Sniffer)
• Financiar o terrorismo (MS-13, ISIS) – Controlar o terrorismo doméstico
• Vazar informações confidenciais/segredos militares (informações para a China/Rússia)
• Vender programas de acesso especial (SAPs nos servidores de Hillary)
• Nuclearizar a Coreia do Norte e o Irã (fechar os olhos para o progresso nuclear)
• Cortar o financiamento militar (sequestro orçamentário)
• Enfraquecer a NSA/Revelar programas (vazamentos de Edward Snowden)
• Financiar/Fornecer suprimentos para a Coreia do Norte e o Irã (Urânio 1, acordo com o Irã)
• Enfraquecer o comando dos generais (fim da política “Não pergunte, não conte”)
• Alvo/Enfraquecimento da base conservadora (alvos do IRS, parcialidade da grande mídia)
• Controlar a Suprema Corte (Antonin Scalia)
• Acabar com a supremacia espacial da NASA/Risco de pulso eletromagnético (Fim do Ônibus Espacial)
• Relaxar as fronteiras/Inundar com imigrantes ilegais (Novos eleitores democratas)
HILLARY CLINTON (8 ANOS) – DESTRUIR OS EUA, ASCENSÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL
• Terceira Guerra Mundial/Real e orquestrada (Planejada como a Primeira e a Segunda Guerra Mundial)
• Revisar a Constituição (Acabar com direitos e liberdades)
• Fechar bases militares americanas globalmente (Enfraquecer a resposta militar)
• Controle populacional/Acumular bilhões (Evento de extinção em massa) – COVID + Tiro mortal
• Proibir a venda de armas de fogo (Massacres – Sem armas)
• Destruir/Censurar veículos de notícias opositores (Censura da FCC)
• Eliminar os últimos mocinhos no governo (Sem resistência)
• Instalar juízes corruptos na Suprema Corte (Vitórias legais democratas/liberais)
• Abrir as fronteiras (Fornecimento infinito de eleitores democratas)
• Destruir a economia/Matar de fome/Escravizar o público (Famintos, Cegos e Estúpidos)
• Eliminar o Colégio Eleitoral (Usinas Eleitorais Fraudadas)
• Limitar/Remover o Financiamento Militar (Enfraquecer os Recursos Militares)
A Pirâmide do Poder Romano funcionava assim: A corporação do Vaticano (poder religioso) controla a corporação da City de Londres (poder financeiro) que controlava a corporação de Washington D.C. (poder militar) que controlava a Corporação dos Estados Unidos da América. Tudo mudou quando Donald Trump se tornou presidente em 2017 e declarou a falência da USA Corporation em 2020, tirando os EUA do controle da Crown Corporation (City de Londres e Vaticano).

A Agenda da Mesa Redonda
Conforme explicado no post, “Como os britânicos inventaram o globalismo e o venderam aos Estados Unidos”, os líderes britânicos da virada do século XX reconheceram que a Inglaterra não tinha mais condições de policiar seu império global. Eles formaram um plano para transferir o custo do império para os Estados Unidos. O plano era que os americanos policiassem o mundo, às suas próprias custas, enquanto a Grã-Bretanha daria as ordens, mantendo o controle da política imperial.
Isso é atlantismo, em poucas palavras. Um grupo secreto chamado Mesa Redonda foi formado, em parte com fundos do Rhodes Trust, para colocar esse plano em ação. O Rhodes Trust instituiu as bolsas de estudo em 1902, de acordo com os termos estabelecidos no testamento de Cecil John Rhodes. De aproximadamente 1909 a 1945, a Mesa Redonda gradualmente atraiu os Estados Unidos para uma rede de interdependência com a Grã-Bretanha.
Isso foi feito, primeiro, com a criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR) em 1921, para exercer controle secreto sobre a política externa dos EUA. Em segundo lugar, foram criadas entidades transnacionais, como a ONU, a OTAN e a aliança de inteligência Five Eyes, que vincularam ainda mais os EUA ao destino da Grã-Bretanha. Por estes meios, os britânicos garantiram o apoio dos EUA a quaisquer futuras operações militares que desejassem realizar.
Tendo garantido a cooperação dos EUA, o próximo passo foi a descolonização, conceder autogoverno às colônias britânicas, para que a Inglaterra não suportasse mais o fardo de policiá-las e defendê-las ela mesma. O fato é que o Império Britânico continua a exercer uma vasta influência de cima para baixo sobre os assuntos mundiais. Apesar de ter “desaparecido” nominalmente após a Segunda Guerra Mundial, os britânicos deram lugar a um “Império Americano”, usando os Estados Unidos como fachada.
A mudança para “Império Informal”
Um dos grandes mitos do nosso tempo é a suposta “queda” ou desintegração do Império Britânico. Nunca aconteceu tal coisa. A descolonização já estava planejada muito antes da Primeira Guerra Mundial. A única coisa que sustentava o plano era a necessidade de neutralizar a Alemanha como concorrente imperial e garantir apoio militar permanente dos EUA para a nova ordem global. Essas metas foram alcançadas em 1945, com a divisão da Alemanha e a entrada dos Estados Unidos na ONU.
Entre 1946 e 1980, a Grã-Bretanha concedeu autogoverno à maioria de suas colônias, mas apenas lentamente, uma por uma e sob certas condições. Antes de conceder independência a qualquer colônia, os britânicos instalavam governantes fantoches dispostos a honrar acordos comerciais anteriores. Aqueles que aceitavam eram recompensados. Aqueles que causaram problemas foram removidos.
A Grã-Bretanha mudou assim do governo “direto” para o “indireto”, do império “formal” para o “informal”. Em termos marxistas, a Grã-Bretanha mudou de um império colonial para um império “neocolonial”. Criada na década de 1930 como a nova face do Império Britânico, a atual Comunidade Britânica ocupa 12,2 milhões de milhas quadradas de território, abriga 2,4 bilhões de pessoas e representa 21% da área terrestre do mundo.
Para aqueles que ainda acreditam no mito de que o Império Britânico desapareceu após a Segunda Guerra Mundial, vale a pena contrastar os mapas da Comunidade Britânica e do Império Britânico.

“Resistência Passiva”
Para manter o novo sistema, a Grã-Bretanha precisava de métodos mais silenciosos e discretos para remover vassalos rebeldes. Um desses métodos acabou sendo a “revolução colorida”. Os estudos britânicos sobre “resistência passiva” e “não obediência” começaram já na Primeira Guerra Mundial, quando o filósofo Bertrand Russell propôs que os exércitos invasores poderiam ser derrotados sem disparar um tiro, se os civis se recusassem a obedecer às forças de ocupação inimigas.
As ideias de Russell influenciaram planejadores militares britânicos como Basil Liddell Hart e Stephen King-Hall, que incorporaram a resistência não violenta ao crescente arsenal de armas psicológicas da Grã-Bretanha.
Leia mais: Como os britânicos inventaram as revoluções coloridas.
“Por que George Soros não é banido dos Estados Unidos?”
DataRepublican – @DataRepublican
Essa pergunta aparece muito nos meus comentários. A resposta é simples: republicanos e democratas trabalham com ele. Soros é um agente de desestabilização a serviço do Império Britânico!
As referências que encontrei não vieram de alguma revista acadêmica qualquer. Mais de 30 menções diretas a Soros ou às suas ONGs apareceram no Journal of Democracy. É a principal publicação da National Endowment for Democracy (NED), a mesma organização que aparece em destaque nos diagramas da rede “Unipartido NGO” amplamente divulgados abaixo.
A NED é uma organização financiada pelo governo dos EUA. Ela inclui membros do Congresso em exercício em seu conselho… de ambos os partidos, não apenas ex-funcionários.
O envolvimento de Soros é profundo. Ele copresidiu conferências da NED no exterior e suas ONGs da Open Society fazem parceria regularmente com as operações da NED, especialmente em países que passam por “transições” (leia-se: mudança de regime ou penetração por meio de poder brando). Juntos, Soros e as ONGs apoiadas pelos EUA moldaram fluxos de financiamento, narrativas da mídia e até mesmo estratégias eleitorais estrangeiras.
Soros recebia centenas de milhões dos impostos dos americanos através da USAID. Pouco antes de perderem o controle da câmara e senado para os republicanos, os democratas mandaram a USAID fornecer US$ 260 MILHÕES diretamente para a ONG Open Society de Soros para que financiassem manifestações anti-ICE em cidades santuário e caos nas ruas.
🚨 WOW. UNREAL.
Right before walking out the door, Democrats funneled $260 MILLION straight to George Soros.
Now connect the dots.
Endless nationwide protests.
Chaos in the streets.
Relentless anti-ICE demonstrations.American taxpayers are literally funding protests against… pic.twitter.com/RB9ul1UKtU
— MAGA Storm (@MAGAStormX) January 8, 2026
Então, quando as pessoas perguntam: “Por que Soros não é banido?”… elas precisam entender: ele não é um estranho. Ele faz parte do governo americano. O “Unipartido” o protege e faz parceria com ele, porque ele ajuda a executar uma visão de política externa compartilhada… a mesma que rotula o presidente Trump como uma “ameaça à democracia”.
Os membros da NED incluem:
🟣 Victoria Nuland – Diretora da National Endowment for Democracy; Secretária de Estado Adjunta interina dos Estados Unidos sob Biden (serviu em ambos os partidos).
🔵 Karen Bass – Vice-presidente da National Endowment for Democracy; ex-representante dos EUA e atual prefeita de Los Angeles (Democrata).
🔴 Todd Young – Membro honorário da National Endowment for Democracy; Senador dos EUA por Indiana (Republicano).
🔴 Elise Stefanik – Diretora da National Endowment for Democracy; Representante dos EUA por Nova York e Presidente da Conferência Republicana da Câmara (Republicana).
🔴 Mel Martinez – Diretor da National Endowment for Democracy; ex-senador dos EUA pela Flórida (Republicano).
🔴 Steve Biegun – Diretor da National Endowment for Democracy; ex-Secretário de Estado Adjunto dos EUA (Republicano).
🔴 Todd Young – Membro honorário da National Endowment for Democracy; Senador dos EUA por Indiana (Republicano).

A oligarquia imperialista fascista britânica também era defensora do fascismo (governo por meio de corporações), e a aliança ONU e Fórum Econômico Mundial é a atual versão do fascismo corporativista que teve origem na Companhia Holandesa/Britânica das Índias Orientais.
O Banco para o Fascismo Internacional
por John Hoefle
Após a Primeira Guerra Mundial, movimentos fascistas surgiram por toda a Europa e também nos Estados Unidos. Um esforço considerável tem sido feito para retratar esses movimentos fascistas como desdobramentos de um nacionalismo desenfreado, mas isso é uma mentira deliberada. A verdade é que o fascismo é um movimento político criado e financiado pelos oligarcas rentistas/financeiros do Império Liberal Anglo-Holandês, com o objetivo de substituir o sistema de Estados-nação por uma ditadura tecnocrática global.
O livro “Torre de Basileia”, de Adam LeBor, lança luz sobre o funcionamento desse processo, ao contar a história do Banco de Compensações Internacionais, mais conhecido pela sigla BIS. Seu livro apresenta um retrato detalhado das relações entre os nazistas e os principais financistas internacionais, bem como as agências de inteligência. Ao longo da narrativa, conhecemos os líderes do Banco da Inglaterra, os titãs de Wall Street, os serviços secretos britânicos e americanos, e outros financistas e industriais, que, em conjunto, tornaram Hitler e Mussolini possíveis e desencadearam o horror sobre o mundo.
Alguns leitores podem se perguntar por que instituições e indivíduos aparentemente tão respeitáveis trabalhariam tão de perto com o regime de Hitler, questionando se seriam nazistas ou simpatizantes secretos. Mas, na verdade, o oposto é verdadeiro. Os nazistas eram agentes do Império!
Um banco acima das nações “soberanas”
O BIS foi fundado em 1930, nominalmente com o propósito de administrar os pagamentos de reparações impostas à Alemanha após a Primeira Guerra Mundial. Os membros fundadores do banco foram os bancos centrais da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália e Bélgica, com o Japão e os Estados Unidos representados por um consórcio de bancos nacionais. Nos EUA, o consórcio era composto por três bancos: J.P. Morgan & Co., First National Bank of New York e First National Bank of Chicago.1
As forças motrizes por trás da fundação foram Montagu Norman, o Governador do Banco da Inglaterra, e Hjalmar Schacht, o chefe do banco central alemão, o Reichsbank. Embora Schacht gostasse de se referir ao BIS como “meu banco”, o banqueiro holandês Johan Willem Beyen — ele próprio presidente do BIS — foi mais claro: “O prestígio de Norman era imenso. Como apóstolo da cooperação entre bancos centrais, ele transformou o banqueiro central numa espécie de sumo sacerdote da religião monetária. O BIS foi, na verdade, uma criação sua.”
A citação de Beyen revela o motivo mais profundo por trás da fundação do BIS: a criação do banco como base para uma nova forma do que era eufemisticamente chamado de “finanças transnacionais”. Os sumos sacerdotes do Império estavam lançando as bases para o que se tornaria o sistema financeiro globalizado de hoje, um sistema de cartéis corporativos e mercados controlados por financistas, que é essencialmente uma repetição dos métodos da Companhia Britânica das Índias Orientais, combinados com tecnologia moderna.
Quem está destruindo nossas vidas? Quem está por trás de tudo isso?
Crypto Rich entrevista Richard Poe em seu último livro: COMO OS BRITÂNICOS INVENTARAM O COMUNISMO (E CULPARAM OS JUDEUS)

































