O Presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva em seu primeiro dia de volta ao cargo para imediatamente parar toda “censura governamental” e garantir a liberdade de expressão. A ordem afirma que o governo federal já havia infringido os direitos de liberdade de expressão sob o pretexto de combater a “desinformação”. O governo Trump pôs fim a indústria da censura nos EUA e denunciou a tentativa das elites globalistas da União Europeia de censurar a internet globalmente.
Durante vários anos, as maiores plataformas de mídia social, em cumplicidade com a grande mídia promoveram mentiras, desinformação, propaganda, manipulação, censura, perseguição política e fraudes eleitorais, a uma escala planetária. E isso se intensificou muito durante o ilegítimo governo Biden. E quem estava financiando o complexo de censura e propaganda com o dinheiro dos contribuintes americanos era a USAID, uma fachada da CIA. O governo Trump pôs fim a USAID e os globalistas entraram em pânico.
As elites globalistas e os governos sob seu controle utilizaram a poderosa mídia corporativa para manipular a opinião pública, segundo seus interesses, mas com o crescimento da mídia alternativa e das pessoas dando suas opiniões nas redes sociais, a desinformação e controle mental promovidos pela mídia fake news foram perdendo poder e as elites e os governos resolveram revidar, tentado censurar e ameaçar as pessoas que denunciam suas mentiras.
A grande mídia sempre espalhou desinformação, informação errada ou maliciosa para manipular a percepção das massas, mas as elites maçônicas que controlam a mídia e os governos agora querem acusar as pessoas comuns que postam suas opiniões nas redes socais do que sua mídia de controle mental sempre fez:
1) Desinformation (desinformação): informações falsas, criadas deliberadamente para prejudicar uma pessoa, grupo social, organização ou país.
2) Misinformation (ou informação errada): informações falsas, mas que não foram criadas com a intenção de causar prejuízo;
3) Mal-Information (ou informação maliciosa): informação que é baseada na realidade, usada para impor prejuízos a uma pessoa, organização ou país.
Como disse o comunista Vladimir Lenin, um maçom treinado por jesuítas que trabalhava para os oligarcas Rockefeller e Rothschild: “Uma mentira contada com bastante frequência torna-se verdade. Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.”
As elites globalistas da União Europeia querem censurar a internet globalmente com sua Lei dos Serviços Digitais para proibir e criminalizar a liberdade de expressão de bilhões de “comedores inúteis”, mas o governo Trump se tornou uma ameaça a seus planos demoníacos.
À medida que a indústria da censura dos EUA entra em colapso, a luta pela liberdade de expressão avança para a Europa
Fonte: The Hill
A eleição do presidente Trump provocou demissões em massa de funcionários e contratados federais, incluindo alguns que entraram com ações judiciais e outros que protestaram. Mas um grupo, o dos aspirantes a censores americanos, está levando sua causa ao mundo todo. Durante o governo Biden, uma indústria gigantesca se consolidou, injetando bilhões em recursos dos contribuintes para pesquisar, identificar e combater os acusados de desinformação, informação errada e informação maliciosa.
Embora o número exato seja incerto, muitos censores treinados estão agora enfrentando o desemprego. Esses autodenominados “especialistas em desinformação” tornaram-se o equivalente moderno dos Rōnin, os samurais japoneses que se viram sem um mestre e vagaram pelo país em busca de um novo uso para suas habilidades. Eles estão encontrando exatamente essa vocação nas Universidades, em ONGs e, principalmente, na Europa.
Uma indústria de regulação da liberdade de expressão que estava em expansão sob Biden faliu sob Trump. Nos últimos quatro anos, enormes quantias de dinheiro foram investidas em universidades, organizações não governamentais e outros grupos, em uma aliança sem precedentes entre governo, academia e corporações.
A mídia enalteceu muitos no setor como “salvadores da democracia” ao controlar, direcionar e suprimir o discurso político de terceiros. Agências federais não apenas financiaram esses esforços, como também coordenaram a censura de grupos e indivíduos com opiniões opostas, chegando a se opor a piadas na internet. As universidades também lucraram com essa generosidade. Foi popular entre a maioria dos administradores liberais e lucrativa para os acadêmicos.
O fechamento repentino da torneira federal foi um golpe, mas não significa que os defensores da liberdade de expressão simplesmente converterão seus escudos de censura em arados. Muitos seguirão os passos de Nina Jankowicz, que chefiou por um breve período um Conselho de Governança da Desinformação no governo Biden, agora extinto. Após perder seu emprego nos EUA, Jankowicz rapidamente percebeu que suas habilidades eram requisitadas na Europa.
A liberdade de expressão está em queda livre na Europa há décadas. A Alemanha aplica há muito tempo um sistema robusto de criminalização da liberdade de expressão que começou com o simbolismo nazista, mas se expandiu gradualmente para incluir discursos incitativos, insultos e declarações meramente “desinformativas”. O Reino Unido e a França demonstraram o mesmo apetite insaciável pela expansão inexorável da censura e dos processos judiciais.
A União Europeia também foi o ponto zero para o uso agressivo da Lei de Serviços Digitais pelo movimento antiliberdade de expressão, que proíbe discursos considerados “desinformação” ou “incitação”. Quando a lei foi aprovada, apesar das objeções dos defensores da liberdade de expressão, a vice-presidente executiva da Comissão Europeia, Margrethe Vestager, ficou em êxtase, declarando que “não é mais um slogan, que o que é ilegal offline também deve ser visto e tratado como ilegal online. Agora, é uma realidade. A democracia está de volta”.
É por isso que o discurso do vice-presidente J.D. Vance em Munique foi tão histórico. Para a comunidade da liberdade de expressão, Vance foi ao fundo do poço e denunciou o movimento antiliberdade de expressão no coração da Europa.

A resposta ao discurso de Vance foi nada menos que pânico na comunidade antiliberdade de expressão. Muitos se reuniram em conferências na Europa, incluindo o Fórum Mundial em Berlim. Bill e Hillary Clinton estiveram presentes. Foi Hillary Clinton que, depois que Elon Musk comprou o Twitter com a promessa de desmantelar o sistema de censura, pediu à UE que o obrigasse, e a outros, a censurar seus concidadãos americanos.
Ela apoiou a infame Lei de Serviços Digitais, que busca impor um sistema global de controle da liberdade de expressão. Ela também sugeriu a prisão de quem dissemina desinformação. Imediatamente após o discurso, vozes europeias e americanas conhecidas denunciaram Vance e reforçaram a necessidade de a Europa manter a linha contra a “perigosa liberdade de expressão”.
Para a comunidade da liberdade de expressão, não poderia haver lugar melhor para este debate se desenrolar. A Alemanha demonstrou as falsas alegações da comunidade antiliberdade de expressão ao longo dos anos. De fato, pode-se chamar seus argumentos de “desinformação”.
Vance e outros que desafiaram os sistemas de censura europeus foram atacados como facilitadores ou simpatizantes do nazismo. Muitos dos que fomentaram esse ataque fazem parte do grupo de reguladores. Outros simplesmente repetiram a narrativa sem reflexão ou apoio.
Veja a âncora da CBS, Margaret Brennan, que confrontou o Secretário de Estado Marco Rubio sobre o fato escandaloso de que Vance apoiava a liberdade de expressão enquanto “estava em um país onde a liberdade de expressão foi usada como arma para conduzir um genocídio”. A alegação é pura desinformação. A primeira coisa que os nazistas fizeram ao chegar ao poder foi reprimir e criminalizar a liberdade de expressão, assim como muitos da esquerda fizeram em países europeus.
Alguns insistiram que os nazistas foram levados ao poder pela falta de controle governamental sobre quais opiniões podiam ser expressas. Mas isso também não é verdade. A ironia esmagadora é que o Artigo 118 da Constituição de Weimar garantia a liberdade de expressão apenas “dentro dos limites das leis gerais”. Não protegia declarações consideradas pelo governo como factualmente falsas, e a liberdade de expressão era ativamente regulamentada.
Adolf Hitler, por exemplo, foi impedido de falar em público. Os nazistas não usavam a liberdade de expressão porque não a tinham. No entanto, usaram a negação da liberdade de expressão para alegar que o governo deveria ter certas opiniões expressas em público.
A Alemanha replicou o antigo sistema que falhou em deter (e talvez até mesmo ajudar) os nazistas, redobrando os controles de liberdade de expressão e a criminalização. Como discuto em meu livro, nunca houve um sistema de censura bem-sucedido na história do mundo, nenhum. A Alemanha é novamente um exemplo assustador do verdadeiro histórico de tais sistemas.
Pesquisas anteriores com cidadãos alemães revelaram que apenas 18% se sentiam livres para expressar suas opiniões em público. Apenas 17% se sentiam livres para se expressar na internet. Portanto, o movimento neonazista está florescendo, mesmo que o cidadão alemão médio se sinta constrangido com sua própria fala. Apesar desse histórico, os Ronins reguladores estão trabalhando arduamente para assustar o público e levá-lo a se empoderar e, especialmente, a financiar seus esforços.
O presidente cessante da Conferência de Segurança de Munique falou em meio a lágrimas ao expressar seu “medo” de que o apelo de Vance por liberdade de expressão pudesse se consolidar na Europa. Ele acrescentou, de forma reveladora: “Está claro que nossa ordem internacional baseada em regras está sob pressão. É minha firme convicção… que este mundo multipolar precisa se basear em um único conjunto de normas e princípios.”
Essa “ordem internacional” tem se esforçado para impor um único conjunto de normas à liberdade de expressão, particularmente por meio de instrumentos como a Lei de Serviços Digitais. Esse esforço está em desacordo com a própria essência do sistema constitucional e dos valores americanos.
A única coisa em que ambos os lados concordam é que esta é uma luta existencial. Para aqueles na comunidade da liberdade de expressão, isso determinará o futuro do que o Juiz Louis Brandeis chamou de “direito indispensável”. Para o outro lado, é o futuro de um modelo europeu de liberdade de expressão, limitando o direito de dissuadir aqueles com opiniões extremas ou incitadoras.
Fim do texto
Em 27 de abril de 1961, o presidente John Kennedy proferiu seu famoso discurso no qual afirmou sua completa oposição às “sociedades secretas” e aos “juramentos secretos”. O liberalismo governa por meio de uma rede de sociedades secretas, como a Maçonaria e suas diversas ramificações. Para libertar a sociedade desse grupo elitista e ocultista, será inevitavelmente necessário passar da proibição da Maçonaria em todas as instituições públicas para a proibição até mesmo de lojas maçônicas, devido à sua natureza intrinsecamente subversiva e anti-humana.
Os maçons estão presentes em todos os partidos políticos. A democracia não é o governo do povo. É o governo da Maçonaria. A Maçonaria adora a democracia porque a democracia nada mais é do que a ditadura dos maçons. Não importa qual partido emerja das urnas pois a política que ele levará adiante será sempre e somente aquela decidida pelos verdadeiros mestres da democracia, que estão nos bastidores.
Os verdadeiros mestres são os poderes financeiros e corporativos maçônicos que gerem ambos os lados políticos, fingindo se opor e se controlar, quando, na realidade, ambos são manipulados pelos mesmos marionetes. A essência da democracia é, portanto, garantir secretamente o poder absoluto às hierarquias financeiras que operam longe dos holofotes. E quem são os poderes ocultos que controlam a Cabala Illuminati (Maçonaria, Jesuítas, Vaticano)?
A democracia liberal baseia-se no princípio anarquista e maçônico do “faça o que você quiser”. Por outro lado, para expulsar esse veneno satânico, devemos começar com o princípio de nunca violar a lei natural, que é o que distingue os homens das bestas. A democracia só pode funcionar se houver um plano de direitos superiores no nível constitucional que garante liberdades pessoais. Se as pessoas entregam poderes completos aos governantes, esses direitos morrem inevitavelmente. Nessas condições, a democracia se torna uma ditadura.
Este é o problema com o judiciário. Eles não são funcionários a serviço do povo que paga seus altos salários. Eles são militantes a serviço da esquerda progressista e da Maçonaria. Isso explica perfeitamente por que não existe um judiciário “independente” e por que temos um judiciário que viola as leis e encobre os crimes dos poderosos. O judiciário é a arma das elites maçônicas para oprimir a população.
Os ensinamentos de JFK são tão relevantes como sempre, mesmo hoje. É a partir daí que devemos recomeçar a guerra contra as sociedades secretas elitistas, que são as verdadeiras governantes ocultos da democracia liberal. A Maçonaria é satânica em sua essência e está com medo pela primeira vez pois o controle mental de sua mídia fake news não funciona mais por isso estão desesperados para censurar a internet.
O sistema democrático promete a liberdade de expressão e respeito aos direitos humanos, mas depois os revogam quando isso ameaça os interesses daqueles nos bastidores dos palácios do poder. Se olharmos para o que aconteceu desde o início da farsa pandêmica, percebemos que os países em que as repressões mais autoritárias das liberdades pessoais foram aplicadas, eram as democracias liberais, que deram origem à ditadura mais repressiva da história.
Aquela em que as pessoas não tiveram liberdade de deixar suas casas ou trabalhar devido ao inútil lockdown, milhões foram censuradas nas redes sociais por expressar opiniões contrárias a falsa narrativa promovida pela mídia, “autoridades” e organizações médicas, e alguns acabaram sendo espancados ou presos. Pessoas do mundo todo foram privadas até do direito de respirar livremente quando foram obrigados a colocar uma mordaça no rosto.
Toda a sanha para calar a boca de quem ousa manifestar suas opiniões nas plataformas de mídia social, para expor as mentiras da grande mídia e dos governos “democráticos”, ganhou força durante a farsa pandêmica do Covid. As elites maçônicas Illuminati planejaram por décadas assassinar a maior parte da população mundial, que eles desdenhosamente chamam de “comedores inúteis”, com diferentes métodos, entre eles as vacinas tóxicas e uma Terceira Guerra Mundial.
Mas Donald Trump, e a Junta Militar Q que o convidou para ser presidente dos EUA, atrapalharam os planos da Nova Ordem Mundial Satânica. A Cabala usou o poder militar dos Estados Unidos para subjugar o mundo todo segundo os interesses das depravadas e imorais elites globalistas. Eles foram impedidos de usar o dinheiro dos contribuintes americanos para financiar guerras eternas e censurar e ameaçar a população global. Então estão recorrendo a fraca e patética União Europeia para fazer isso mas vão quebrar a cara.
Os nazistas no controle da UE não tem capacidade de lutar contra Trump pois a Europa depende militarmente e financeiramente dos EUA. Eles não tem condições financeiras de contribuir com 5% do PIB para a OTAN, uma exigência de Trump. Trump puniu a UE por usar a Lei dos Serviços Digitais para impor uma censura na internet contra os americanos e outros povos.
O governo americano impôs tarifas de 30% à ditadura da União “socialista” Europeia, como fez com a China. Este é um golpe devastador para a frágil UE, que se baseia, ou se baseava, nas exportações em detrimento da demanda interna. Donald Trump está dando o empurrão decisivo para derrubar os nazistas de Bruxelas. O futuro da Europa está nas mãos do Rei do Mundo, Trump. Esse é o documento que irá derrubar os fantoches do Deep State na Europa.

Mas o mais importante de tudo é saber quem realmente está por trás das constantes guerras, conflitos, atos terroristas, censura, crises sociais e econômicas que causam tanto sofrimento e medo nas pessoas. Quem são os INIMIGOS INVISÍVEIS da humanidade que controlam tudo nas sombras sem o conhecimento da população. A maioria dos governos e políticos são fantoches de seres não humanos e toda a agenda anti-humana vem deles. Saiba mais no post abaixo:
A civilização humana está sendo controlada por seres não humanos?


































Ele colocou “fim a censura” ??
Como ? Fiquei sabendo sobre o projeto de Lei para criminalizar “anti semitismo” até com pena de morte, projetos pra parar o fornecimento de suporte a estados que boicotarem israel e tbm processos e deportações contra manifestantes “pró hamas”, isso pq n mencionei o projeto “easther” q visa classificar td apoio a palestina como “hamas networking”, e a defesa do R.F.K. jr de Leis pra reprimir manifestações estudantis “anti semitas” em campus , como que isso n é censura tbm ?