Trump compartilhou um vídeo em sua conta do Truth Social mostrando todos os acessos feitos às urnas eletrônicas e as manipulações usadas para transferir votos de Trump para Biden. É provável que Trump já tivesse provas da fraude cometida pela empresa italiana Leonardo e por todos os políticos italianos envolvidos com Barack Obama. Trump preparou uma bela surpresa para eles.

O Presidente Trump disse que as eleições de 2020 foram roubadas e que os processos estão chegando. A Diretora de Inteligência Nacional está liderando a investigação sobre a eleição roubada de 2020 e deve anunciar tudo o que aconteceu ao público. Essa transferências de votos de Trump para Biden foi o mesmo golpe que aconteceu na eleição de 2022 no Brasil, onde os votos de Bolsonaro foram transferidos para Lula.

O Partido Democrata é extremamente impopular entre os americanos, e é apenas apoiado pela fraude eleitoral e pela manipulação da percepção. Eles controlam a mídia e as pesquisas, que enganam o público para acreditar que os democratas são populares, e então a fraude eleitoral reforça sua ilusão.

Sem fraude eleitoral, o Partido Democrata deixaria de existir. A sua sobrevivência depende apenas da capacidade de mentir ao público e trapacear nas eleições. A coisa toda é um estratagema. O criminoso sexual Jeffrey Epstein apoiava 100% os democratas.

O presidente Trump teve uma vantagem tão ENORME nas eleições de 2020 que Biden teve que fechar os locais de votação nos estados-chaves para trapacear, além de já trapacear, a fim de roubar as eleições de 2020.

Geórgia: Trump à frente por 350.000 votos, 79% dos votos relatados antes de pausas em lugares como o condado de Fulton.

Michigan: Trump à frente por 400.000 votos, 80% dos votos relatados antes das pausas, como no condado de Wayne.

Carolina do Norte: Trump à frente por 80.000 votos, 94% dos votos relatados antes de qualquer pausa. A contagem continuou com cédulas pelo correio até 12 de novembro.

Pensilvânia: Trump à frente por 700.000 votos, 75% dos votos relatados antes das pausas, como na Filadélfia.

Wisconsin: Trump à frente por 120.000 votos, 85-90% dos votos relatados antes das pausas, um grande lote todos para Biden em Milwaukee então mudou a contagem.

Outra postagem na conta do Truth Social do presidente Trump, foi mais do que suficiente para mergulhar a política americana e italiana em pânico absoluto. Há alguns dias, o presidente compartilhou uma publicação na qual voltou a discutir o caso conhecido como Italiagate.

A origem desse escândalo ocorreu na noite da eleição, em 3 de novembro de 2020. Naquela noite, uma enorme máquina subversiva foi posta em movimento para roubar a eleição de Trump, movimento encabeçado pelo ex-presidente democrata Barack Obama.

Quem se beneficiou mais com a farsa pandêmica do Covid? Os democratas. A economia de Trump foi destruída, e os democratas tiveram o pretexto para enviar milhões de cédulas de votação impressas na China pelo correio, que foram entregues em condados democratas em estados decisivos, e roubaram a eleição de 2020. A operação psicológica do Covid serviu principalmente para facilitar a fraude.

Trump precisava acordar o povo americano. A única maneira de fazer isso era fazer com que as pessoas seguissem um caminho que as deixasse desconfortáveis, assustadas e irritadas. É assim que você quebra a lavagem cerebral da mídia e da CIA. As pessoas agora podem ver que os democratas são golpistas criminosos e querem destruir os EUA. A imagem é clara. A cada passo do caminho, o Deep State está perdendo o controle sobre o povo.

@TheSCIF

Maria Zack testemunhou sobre a operação de fraude eleitoral de 2020 ligada a Obama, quando ele desviou US$ 400 milhões dos infames paletes de dinheiro enviados ao Irã, canalizando-os através da Embaixada de Dubai para agentes na Itália e no Merrill Lynch em Genebra, Suíça.

Em troca, funcionários italianos da Leonardo SpA usaram satélites militares para ajudar a hackear as máquinas de votação dos EUA, alterando votos de Trump para Biden usando ferramentas desenvolvidas pela CIA, como Hammer e Scorecard. Juntamente com inúmeros outros métodos de fraude e manipulação.

A China supostamente coordenou toda a operação, fornecendo a espinha dorsal tecnológica e subornos para corromper americanos. A CIA supervisionou, o FBI acobertou, tudo para instalar Biden como um fantoche. Este é o cartel global de fraude eleitoral e a verdadeira ameaça contra a democracia americana e o resto do mundo.”

Trump revelará os responsáveis pela fraude eleitoral de 2020, e Obama é um deles! 1

As pesquisas, mesmo as mais manipuladas contra o candidato republicano, atribuíam a Trump uma clara vantagem sobre seu fraco adversário democrata, Joe Biden, um dos candidatos menos carismáticos e, sobretudo, menos populares apresentados pelo partido da esquerda progressista americana. Trump venceu com facilidade. Assim que as urnas fecharam, o veredicto tornou-se definitivo.

Trump havia derrotado Biden, mas foi precisamente nesses momentos que a fraude eleitoral começou a tomar forma. Foram trazidos pacotes de cédulas de votação pelo correio, contendo uma grande parte dos votos dados a Biden, e entre eles foram encontrados os votos de pessoas que estavam mortas há anos, que provavelmente saíram de seus túmulos para a ocasião a fim de votar no candidato do Partido Democrata.

A fraude foi vasta, enorme e realizada em vários estados, especialmente nos mais decisivos, os chamados estados indecisos, capazes de inclinar a eleição de um lado para o outro. A fraude, no entanto, não se limitou ao papel, mas sobretudo ao meio eletrônico.

Quando os vários arquitetos dessa fraude massiva perceberam que os votos por correio, por si só, não seriam suficientes para garantir a vitória de Joe Biden nas eleições, países estrangeiros entraram em cena, disponibilizando suas tecnologias para alcançar o resultado desejado: derrubar o presidente dos Estados Unidos.

Fraude cibernética e Leonardo

Houve contribuições da Suíça, da Alemanha, país no qual diversas fontes militares relataram um tiroteio numa estação da CIA em Frankfurt para obter o controle dos servidores usados ​​na operação, e sobretudo da Itália, que, segundo fontes de inteligência americanas e italianas, disponibilizou a tecnologia da principal empresa aeroespacial, a Leonardo, que acaba por ser a chave de toda a história.

A Leonardo S.p.A., anteriormente Finmeccanica, é uma multinacional italiana líder global nos setores de aeroespacial, defesa e segurança, com sede em Roma e forte presença internacional. Especializada em helicópteros, aeronaves, eletrônica, segurança cibernética e espaço, a empresa é um dos maiores grupos de alta tecnologia do mundo na qual o Ministério da Economia da Itália detém uma participação de 30%, mas cujo restante das ações inclui a participação de diversos investidores estrangeiros, como a BlackRock e Vanguard.

O primeiro a falar do envolvimento ativo da Leonardo foi o ex-agente da CIA Bradley Johnson, que relatou como o uso de um satélite militar se mostrou decisivo para transferir uma grande quantidade de votos de Trump para Biden. A fraude foi extensa, de grande escala e complexa, envolvendo múltiplos intervenientes. O então primeiro-ministro, Giuseppe Conte, está diretamente implicado, pois teria dado a aprovação necessária para a utilização da Leonardo, empresa na qual o governo italiano tem participação de 30%.

A Itália, assim como o resto da Europa, tornou-se colônia do Deep State de Washington. O escândalo anterior ao Italiagate, o Spygate, envolveu diretamente a inteligência italiana em espionagem ilegal contra a campanha eleitoral de Donald Trump. Segundo diversas fontes, a operação foi autorizada pelo então primeiro-ministro Matteo Renzi, a pedido do ex-presidente Barack Obama, que se sentia cada vez mais pressionado pelas evidências incriminatórias que surgiam em documentos recentes contra ele.

Renzi e Obama se uniram na primeira tentativa de golpe contra Trump, o Spygate, e depois,  Conte e Obama seu uniram na segunda tentativa de golpe contra Trump com a fraude eleitoral de 2020. Matteo Renzi foi primeiro-ministro da Itália de fevereiro de 2014 a dezembro de 2016, enquanto Giuseppe Conte governou em dois mandatos consecutivos, de junho de 2018 a fevereiro de 2021. Ambos são maçons fantoches dos jesuítas do Vaticano.

Os maçons Giuseppe Conte (Italiagate) e Matteo Renzi (Spygate), os dois ex-primeiros ministros italianos envolvidos no golpe de Barack Obama contra Donald Trump.

Trump revelará os responsáveis pela fraude eleitoral de 2020, e Obama é um deles! 2A Itália, e seu aparato institucional nas mãos do globalismo, desempenharam um papel fundamental na fraude cibernética, parte de uma operação que envolveu diversos executivos de todo o mundo engajados em um ataque sem precedentes contra os Estados Unidos.

Os países que participaram direta e indiretamente foram, em primeiro lugar, a Venezuela, proprietária do software fraudulento da Smartmatic usado nas urnas eletrônicas da Dominion; a China, que pagou US$ 400 milhões pela Staple Street Capital, empresa controladora da Dominion Voting Systems; a Alemanha, país que realizou parte do ataque cibernético; e por fim, a própria Itália.

Em outras palavras, foi um golpe de Estado internacional contra a soberania dos Estados Unidos e de Donald Trump, perpetrado por governos que estão firmemente nas mãos da grande potência financeira globalista internacional. A fraude eleitoral contra Trump recebeu a aprovação de Giuseppe Conte, com o apoio de outra figura do Deep State italiano, o General Claudio Graziano, um defensor ferrenho dos círculos euro-atlânticos que morreu em circunstâncias obscuras em junho de 2024.

General Graziano

Graziano teria sido o coordenador material de uma fraude que ocorreu nas dependências da embaixada americana na Via Veneto, então dirigida por Lewis Eisenberg, um americano de origem judaica muito próximo aos círculos sionistas neoconservadores, que sempre foram muito hostis ao presidente Trump.

O suposto crime cibernético foi cometido pelo hacker Arturo D’Elia, ex-funcionário da Leonardo, com ligações à Agência de Segurança Nacional (NSA), onde o especialista em TI atuava. O jovem da Campânia compartilhou a informação em sua página no Facebook.

Nessa página, D’Elia relatou o lema da Gladio, “Silendo libertatem servo”, o exército clandestino da OTAN na Itália, outra circunstância que demonstra o quão integrado ele estava nos círculos atlânticos.

Página do Facebook de D’Elia 

O hacker foi preso pela promotoria de Nápoles apenas um mês após a fraude eleitoral, por crimes que remontam a pelo menos três anos. D’Elia acaba atrás das grades, nega ter sido o autor da fraude cibernética e se declara culpado, cumprindo uma pena de 3 anos em troca de sua liberdade. Em alguns casos, o silêncio parece verdadeiramente precioso. O golpe contra o presidente Trump foi, no entanto, claramente amplo e, sobretudo, internacional.

Houve uma colaboração ativa entre figuras políticas italianas de alto escalão e seus serviços de inteligência, que se colocaram à disposição do Deep State dos Estados Unidos, particularmente a CIA, que queriam derrubar o presidente Trump e substituí-lo pelo falso Joe Biden, pois o original havia morrido. O Deep State italiano revelou-se, assim, nesta ocasião, como o aliado mais próximo dos círculos euro-atlânticos hostis a Trump.

Nos últimos dias, surgiram os primeiros sinais das ações de Trump. O escritório eleitoral do condado de Fulton, na Geórgia, foi alvo de uma operação de 12 horas realizada por agentes do FBI sob a direção de Tulsi Gabbard, que estava em intensas conversas telefônicas naquele momento, possivelmente com o próprio presidente Trump, para informá-lo sobre as descobertas feitas pelos agentes federais.

As ações de Trump desencadearam um verdadeiro terremoto político, cujos efeitos se espalharam dos Estados Unidos para a Itália, outro epicentro fundamental da conspiração. As pro$tituta$ da mídia tem se refugiado em sua prática consagrada de tentar descartar como uma “farsa” qualquer escândalo genuíno que ameace os proprietários da imprensa, mas ignorar o problema não adiantará nada.

O presidente Trump está prestes a resolver assuntos pendentes com os golpistas da Itália. O escândalo Italiagate tem uma força explosiva, capaz de subjugar os diversos partidos que trabalharam incansavelmente para derrubar o presidente dos Estados Unidos e, assim, tentar restabelecer a antiga ordem euro-atlântica. No entanto, o plano deles fracassou miseravelmente.

Ordem Executiva 13848 contra Interferência Estrangeira em Eleições nos Estados Unidos

Em 12 de setembro de 2018, o presidente Trump assinou a Ordem Executiva 13848, que declara estado de emergência nacional em relação à interferência estrangeira nas eleições dos EUA, e concede ao Presidente o poder de apreender bens de qualquer entidade, corporativa ou individual, que seja flagrada auxiliando em interferência eleitoral. E no centro disso está a Venezuela, Itália, China e Alemanha.

Cláusula principal: “A capacidade de interferência de pessoas localizadas, no todo ou em parte substancial, fora dos Estados Unidos… constitui uma ameaça incomum e extraordinária.”

Trump revelará os responsáveis pela fraude eleitoral de 2020, e Obama é um deles! 5

Esta Ordem Executiva ainda está de pé. Ela fornece a base legal para apreender dados e congelar fluxos financeiros desde que existam evidências comprováveis de interferência. A captura do narcoditador Nicolas Maduro em Caracas tem a ver com a Ordem Executiva 13848, pois Maduro está envolvido em interferência eleitoral nos EUA e outros países através da Smartmatic. Maduro era protegido pela China. Provavelmente sua grande fortuna está sendo aprendida pelos militares americanos.

Um mês antes da eleição de 3 de novembro de 2020 nos Estados Unidos, o banco suíço UBS (Union Bank of Switzerland), que tem 75% de propriedade da China comunista, desembolsou mais de US$ 400 milhões em dinheiro para a Staple Street Capital, empresa controladora da Dominion Voting Systems. O software que frauda eleições da Smartmatic, de propriedade do governo venezuelano, está instalado nas máquinas de votação da Dominion.

A diretora de inteligência dos EUA, Tulsi Gabbard, disse ao presidente Trump que tem evidências de que as máquinas de votação eletrônica, como as que estão sendo usadas para as eleições, a Dominion e Smartmatic, são vulneráveis a alterar os resultados das eleições. De acordo com Gabbard, a única solução confiável para as eleições é um retorno total às cédulas de papel. Eles têm tudo.

A Dominion, que opera máquinas de votação eletrônica em 28 estados americanos, tem sido alvo de investigações de fraude eleitoral e processos judiciais alegando que as máquinas e seus softwares trocaram, alteraram e excluíram votos em nome de Joe Biden. A compra da Dominion e seu sistema de votação deu ao PCC acesso direto e controle sobre as máquinas que decidiriam que o falso Joe Biden seria o presidente dos Estados Unidos da América.

A aliança das ditaduras comunistas da Venezuela e China visava estender sua influência globalmente, abrangendo tráfico de drogas, infraestrutura e tecnologia eleitoral. Mas Trump pôs fim aos seus planos. Maduro foi derrubado agora falta derrubar Xi Jinping.

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Clandestine
@WarClandestine

A Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, confirmou que estava investigando as origens da Covid-19 e mencionou os laboratórios de biotecnologia na Ucrânia. Apenas algumas semanas antes, em abril, ela confirmou que estava investigando uma possível fraude nas eleições de 2020. Esses dois eventos estão conectados.

A Covid-19 foi o que abriu caminho para uma fraude massiva nas eleições de 2020 por meio de cédulas enviadas em massa pelo correio, que os democratas coletaram e entregaram em condados democratas em estados decisivos no meio da noite, após a contagem já ter sido encerrada, como no Condado de Fulton, Geórgia.

Enquanto isso, Gabbard estava presente na operação do FBI no Condado de Fulton esta semana para confiscar centenas de milhares de cédulas das eleições de 2020. Acredito que Gabbard confiscou cédulas enviadas pelo correio que haviam sido coletadas nesse esquema de fraude eleitoral. Acredito que Gabbard já rastreou essas cédulas até sua origem e poderá provar que elas foram entregues ilegalmente ao Condado de Fulton.

E o que tornou todo esse esquema possível? A Covid. O vírus que, posteriormente, foi confirmado como sendo de origem humana. Acredito que Gabbard esteja investigando as origens da Covid, a fraude nas eleições de 2020, o Russiagate, o golpe traidor de Obama, etc., tudo como uma gigantesca conspiração.

Acredito que, após o fracasso do Russiagate, os democratas liberaram a Covid intencionalmente, destruíram a economia e a popularidade de Trump, viabilizaram a votação em massa por correio, coletaram os votos, tudo como parte de um plano maior para remover Trump a qualquer custo. Foi tudo uma gigantesca operação de mudança de regime, e ainda está acontecendo agora.

Como Obama roubou a eleição de 2020 com satélites militares italianos

Em 2015 o presidente Obama deu início ao Plano de Ação Conjunto Global, que reservou um fundo de US$ 1,7 bilhão em dinheiro para o Irã como compensação pelas sanções internacionais impostas ao país devido ao seu programa de desenvolvimento nuclear. O Irã prometeu que o programa tinha aplicações pacíficas e concordou em libertar prisioneiros americanos em troca do dinheiro. Maria Zack, uma ativista republicana, denunciou o Italiagate ao ex-chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, nos dias após a eleição de 2020.

Segundo Maria Zack, os fundos secretos para financiar a fraude eleitoral contra Trump foram disponibilizados pelas autoridades do Irã, com o dinheiro que receberam dos contribuintes americanos, transferido US$ 400 milhões de dólares para Obama para realizar a operação de troca de votos de Trump para Biden na eleição presidencial de 2020. O plano era impedir que Trump cumprisse um segundo mandato, e os US$ 400 milhões foram foram lavados através do Vaticano.

Segundo a Nations in Action, um grupo de fiscalização governamental, o plano foi executado por Stefano Serafini, um diplomata com 20 anos de serviço; e Claudio Graziano, presidente do Comitê Militar da União Europeia e membro do Conselho da multinacional italiana Leonardo SpA. Arturo D’Elia, ex-chefe do Departamento de TI da Leonardo, confirmou que votos foram alterados de Trump para Biden em estados-chave. Em alguns casos, disse ele, os dados foram alterados para representar um número maior do que o total de eleitores registrados.

D’Elia afirmou ter recebido instruções de funcionários americanos que trabalhavam na Embaixada dos EUA em Roma e que podem revelar os nomes de todos os indivíduos e entidades envolvidas. Ele também possui um disco rígido com cópias de segurança contendo os dados originais e os dados alterados; segundo informações, agentes da inteligência italiana possuem interceptações telefônicas, gravações de chamadas e fotos dos agentes da CIA envolvidos.

De acordo com depoimentos da Itália, os sistemas de computador e satélites militares da Leonardo SpA teriam manipulado os votos por meio de servidores da Dominion. Os dados teriam sido transferidos de Pescara para Frankfurt, na Alemanha, via satélite, o que teria motivado uma operação da CIA em Frankfurt para destruir as provas da fraude eleitoral.

Como contratada do setor de defesa, a Leonardo tem parcerias com empresas israelenses, como a Rafael Advanced Defense Systems. O lobista registrado da Rafael é um ex-chefe de gabinete do senador Joe Lieberman, um importante falcão neoconservador. O CEO da Leonardo é William Lynn III, subsecretário de Defesa durante o governo Clinton e lobista da Raytheon.

Assim que a história da manipulação eleitoral veio à tona nos Estados Unidos, as plataformas de mídia social imediatamente removeram contas de apoiadores de Trump para impedir a circulação da notícia. Notavelmente, o antigo Twitter chegou a suspender a conta do próprio Donald Trump, impedindo o presidente de compartilhar informações que poderiam frustrar a tentativa de Biden de roubar a eleição, expor a fraude eleitoral e implicar indivíduos de alto escalão.

Leia mais: Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump.

Um globalista convicto, Obama tentou impedir que Trump se tornasse presidente. Ele então frustrou a capacidade de Trump de governar após ser eleito, chegando ao ponto de espionar a campanha presidencial e instigar processos de impeachment contra Trump com base em alegações falsas de que a campanha de Trump teria conspirado com a Rússia, o famoso Russiagate. Obama então mobilizou seus ativistas pagos de esquerda, que ameaçaram incendiar cidades caso Trump fosse reeleito.

Barack Obama e Hillary Clinton foram os fantoches escolhidos pelo Império Britânico no plano de 16 anos para destruir os EUA e o mundo numa Terceira Guerra Mundial. Seria 8 anos de Obama seguido por 8 anos de Hillary mas Trump destruiu seu plano.

Barack Obama e Hillary Clinton são portais orgânicos de entidades malignas do astral inferior, como os reptilianos Kingu. Nem todo mundo é humano.

A eleição foi aparentemente fraudada por pessoas ligadas a Trump, em conluio com Obama, para impedir um segundo mandato de Trump. Com base em depoimentos de testemunhas, as ordens para a manipulação eleitoral vieram de funcionários da Embaixada dos EUA em Roma. O embaixador, portanto, teria sido informado e potencialmente cúmplice da fraude.

O embaixador dos EUA na Itália era Lewis Eisenberg, que foi copresidente financeiro da campanha de McCain e amigo de Rudy Giuliani. Eisenberg era presidente da Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey durante os ataques de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center, que era administrado pela Autoridade Portuária. Enquanto fazia parte da equipe de transição presidencial de Bush-Cheney, Eisenberg recomendou pessoas para o governo Bush que levou ao Ato Patriótico, que privou os americanos de suas liberdades civis em nome do “combate ao terrorismo” – legislação elaborada pelo próprio Biden.

Por recomendação do ex-presidente do Comitê Nacional Republicano, Reince Priebus, que serviu brevemente como chefe de gabinete da Casa Branca sob Trump até ser demitido, Eisenberg foi nomeado responsável pela arrecadação de fundos para Trump. Enquanto Eisenberg supervisionava a Embaixada dos EUA em Roma, a Embaixada dos EUA no Vaticano era administrada pela esposa de Newt Gingrich, Callista, que Trump nomeou embaixadora no Vaticano. Newt residiu no Vaticano com Callista durante a quarentena do coronavírus.

Conforme mencionado, o dinheiro desviado do acordo com o Irã para fraudar a eleição contra Trump foi lavado através do Vaticano, onde a esposa de Newt Gingrich era embaixadora.

Italiagate – A conspiração internacional contra Donald Trump

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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