Ontem a rede de notícias Al Jazeera publicou o artigo: Analista diz que interesse nos arquivos de Epstein despencou após o lançamento da guerra contra o Irã.” Os sionistas de Israel acharam que uma guerra fabricada iria afastar as pessoas dos arquivos Epstein. Eles achavam que bombas e mísseis fariam as pessoas esquecerem os nomes da lista. O congressista republicano Thomas Massie disse: ‘Bombardear um país do outro lado do mundo não fará com que os arquivos de Epstein desapareçam.’

Eles acharam que suas pro$tituta$ da grande mídia conseguiriam distrair as pessoas do escândalo de Epstein, um judeu sionista pedófilo que era um espião ativo do Mossad. Eles estavam errados. A guerra de Israel com o Irã não fará os arquivos de Epstein desaparecerem. Eles sabem que não seremos distraídos.

A guerra contra o Irã não é dos Estados Unidos, mas de Israel, segundo o comentarista americano Tucker Carlson que disse que as autoridades do Catar e da Arábia Saudita detiveram agentes do serviço de inteligência israelense Mossad, que planejavam organizar explosões em seu território. Ele chamou essas ações de estranhas, observando que Israel realizaria explosões em países que, como o próprio Israel, haviam sido atacados pelo Irã. Segundo Carlson, Israel persegue os seus próprios objetivos, causando danos não só ao Irão, mas também aos estados aliados do Golfo Pérsico – Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein, Omã e Kuwait.

Ele afirmou ainda: “Israel quer prejudicar o Irã, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Bahrein, Omã e o Kuwait”, argumentando que Israel fomenta deliberadamente a instabilidade entre os aliados árabes de Washington. Os comentários recentes de Carlson ocorrem em meio aos contínuos ataques militares dos EUA e de Israel contra o Irã.

O jornalista enfatizou que a Turquia representa uma ameaça para Israel precisamente porque não pode ser controlada, e comparou a abordagem de Israel à política americana de intervenção nos assuntos de outros países, onde a mudança de regime é muitas vezes justificada pela “necessidade de proteger a liberdade”. Há alguns meses, a Turquia disse temer que seria o próximo alvo de Israel depois que Tel Aviv lançou um ataque ao Catar. Ontem a OTAN declarou que um míssil “iraniano” contra a Turquia foi abatido, apesar de o único país com interesse em atingir Ancara ser o Estado judeu.

Israel está atacando tudo e todos. Catar, Arábia Saudita, Jordânia e agora provavelmente Turquia, para que a mídia fake news coloque a culpa no Irã. Tucker Carlson também manifestou dúvidas sobre a versão oficial das mortes das tropas americanas na operação contra o Irã. Ele afirmou que na verdade houve muito mais vítimas do que três pessoas, e observou que a guerra não estava a ser travada em prol da segurança nacional dos EUA, mas apenas em prol dos objetivos israelitas. Segundo ele, o conflito não está relacionado com a destruição das armas nucleares do Irão, surgiu apenas porque Israel quis travá-lo.

Carlson chamou a atenção para o aspecto moral do que estava acontecendo, enfatizando que mentir sobre os objetivos da guerra leva ao autoengano e prejudica a própria sociedade. Ele também questionou as afirmações sobre o programa nuclear do Irão, dizendo que o país não estava perto de desenvolver ou implantar armas nucleares, embora tenha dito que o desejo de ter tais armas é comum a todos os estados. Segundo o jornalista, o que está a acontecer é um exemplo de como os interesses de um país podem arrastar outros Estados para guerras que não lhes trazem segurança real.

A agência de espionagem israelense Mossad estava por trás do ataque de drones à refinaria de petróleo Ras Tanura, na Arábia Saudita? Um oficial militar iraniano afirmou que o ataque à refinaria da gigante petrolífera estatal saudita Saudi Aramco foi uma “operação de bandeira falsa” israelita, marcando uma nova reviravolta na guerra em curso no Médio Oriente. O oficial militar iraniano alegou que o objetivo de Tel Aviv era distrair os países regionais de seus alegados crimes de ataque a locais civis no Irã. As alegações surgem em meio a comentários do jornalista Tucker Carlson, alegando que a Arábia Saudita e o Catar prenderam agentes do Mossad que planejavam ataques a bomba nos países do Golfo.

Arábia Saudita e Catar capturam HOMENS do MOSSAD envolvidos em ataques? Irã lança bomba contra Israel após ataque à Aramco

Tucker Carlson acredita que a guerra com o Irã é uma fachada. Israel poderia usar o caos da guerra para destruir a mesquita de Al-Aqsa no monte do Templo em Jerusalém, culpar o Irã, construir o Terceiro Templo no mesmo local para trazer seu “messias” Lúcifer/Satanás. Soldados das Forças de Defesa de Israel usam abertamente distintivos que demonstram que essa é sua verdadeira missão. Uma “guerra santa” que desencadearia a Terceira Guerra Mundial idealizada pelos maçons Albert Pike e  Giuseppe Mazzini. Eu não duvidaria disso.

Carlson destaca a insanidade dos idiotas úteis dos sionistas cristãos defenderem a reconstrução do terceiro templo judaico. “Claramente, Jesus Cristo diz: ‘Eu sou o terceiro templo… se você quer falar com Deus, fale comigo'”, afirma. Em seguida, ele exibe um trecho do pastor sionista cristão Greg Locke, que incita o assassinato de inúmeros habitantes de Gaza em nome da reconstrução do terceiro templo.

Novilhas vermelhas estão sendo criadas, sacerdotes treinados e utensílios para o Templo preparados. Grupos com influência política real trabalham para reconstruir o Terceiro Templo no local de Al-Aqsa. Para eles, esta guerra não é apenas militar, é profética.

Por que o governo do Irã lançaria ataques contra cidades de países muçulmanos do Oriente Médio, para que se virassem contra eles? Quem se beneficiaria disso além de Israel? Quem frequentemente bombardeia países do Oriente Médio é Israel e não o Irã. Segundo a grande mídia que é controlada por judeus sionistas, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã, Bahrein e até da Arábia Saudita foram alvos de mísseis e drones iranianos.

Israel é quem deseja semear o caos e a desordem nesses países pois são rivais de Israel. Provavelmente esses mísseis e drones foram lançados pela Sinagoga de Satanás (Israel) que odeia todos que não sejam judeus.

Compreendendo o racismo e o ódio extremo contra os gentios na lei talmúdica.

Fala-se muito da ameaça nuclear do Irã, mas Israel construiu secretamente centenas de armas nucleares!

O Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou que o drone do tipo Shahed que atacou uma base britânica no Chipre não foi lançado do Irã. Primeiro uma base militar britânica, depois uma refinaria de petróleo saudita e agora a Turquia. Parece provável que Israel esteja envolvido em todos esses ataques e esteja tentando arrastar esses países para uma guerra contra o Irã.

Os chamados “aliados” não confiam uns nos outros. Israel estava literalmente espionando o governo Trump para garantir que não estivessem conduzindo negociações diplomáticas verdadeiras sem a sua presença. Afinal, os EUA e Israel não estão trabalhando em conjunto? Bibi tem medo de ficar de fora!

Israel não nasceu para coexistir com os países árabes. O judeus sionistas satanistas não querem apenas assassinar os palestinos e roubar suas terras, eles também querem roubar as terras de outras nações árabes vizinhas para criar o delírio da “Grande Israel”. A visão messiânica da seita judaica Chabad Lubavitch levou Israel a desencadear o inferno no Oriente Médio, a fim de estender o tapete vermelho ao tão esperado moshiach, o messias judeu que aos olhos de Chabad e dos sionistas messiânicos um dia se sentará no trono de Israel e reconstruirá o Terceiro Templo para governar o mundo.

O Estado de Israel não nasceu para oferecer um refúgio seguro aos judeus dispersos desde os tempos da diáspora do Imperador Tito, mas persegue um plano de dominação, de supremacia sobre o mundo inteiro e que aspira ser a sede de um governo mundial satânico, como o ex-primeiro-ministro israelense Ben Gurion descreveu fielmente. Benjamin Netanyahu nada mais é do que o filho “espiritual” desta visão.

DUGIN: “NETANYAHU não é movido por análises geopolíticas racionais, mas por fantasias ‘messiânicas’ de criar um GRANDE ISRAEL e reconstruir o Terceiro Templo de Jerusalém.”

Há algum tempo, o Times of Israel informou que os líderes do estado de Israel há muito perceberam que Trump não está dando continuidade às suas declarações sobre o Irã e a Síria, que foram negadas por políticas de natureza oposta, de um desejo de se reconciliar com o que o governo israelense considera seus inimigos mais ferrenhos. O Conselho de Paz de Gaza é um dos vários exemplos. O acordo de paz para a Palestina foi literalmente feito para engolir Israel e parar o genocídio israelense contra os palestinos. O estado judeu não queria esse tratado de forma alguma.

O economista israelense Shir Hever pintou um quadro sombrio da economia de Israel em 2024.

De acordo com sua análise:

• Cerca de 46.000 empresas já haviam fechado, com estimativas de que até 60.000 poderiam fechar até o final do ano.
• O investimento estrangeiro teria caído cerca de 60%.
• O turismo entrou em colapso.
• Partes do sistema educacional foram gravemente afetadas.
• Médicos e profissionais começaram a deixar o país.
• Muitos cidadãos com dupla nacionalidade teriam retornado à Europa.
• O setor de tecnologia de Israel — a espinha dorsal de sua economia — sofreu uma grande contração, e a Intel suspendeu um investimento planejado de US$ 25 bilhões.

Por quanto tempo a guerra pode continuar antes que os danos econômicos a longo prazo se tornem irreversíveis para Israel?

O avião Wings of Zion, do primeiro-ministro israelense, sobrevoou o Mediterrâneo por horas antes de pousar na Alemanha, a 4.000 quilômetros de Israel. No entanto, a mídia disse que Netanyahu não estava a bordo. De acordo com vídeos divulgados pelos israelenses, Netanyahu ainda está em Tel Aviv, mas surge a questão: quem teria o poder de embarcar em seu avião, deixar o país e privar o primeiro-ministro de sua aeronave? O primeiro-ministro israelense não pode viajar sem o Wings of Zion, pois a aeronave é equipada com sistemas de defesa antimíssil.

Contudo, alguém claramente tem o poder de embarcar nesse avião e deixar Israel. Em junho passado, algo semelhante aconteceu. O Wings of Zion deixou o país enquanto Netanyahu ainda estava oficialmente em Israel. Quem estava a bordo do Wings of Zion e quem está atualmente na Alemanha, tendo sido recebido com a autorização da chanceler Merz? O verdadeiro Netanyahu fugiu para a Alemanha deixando seu duplo em Tel Aviv para enganar os israelenses e o mundo? Os vídeos de Netanyahu falando na TV foram feitos por IA?

Quando o Irã lançou drones e misseis em Tel Aviv em 2025, Netanyahu e todos os seus ministros fugiram de avião para a Grécia enquanto os israelenses eram bombardeados pelos iranianos. E os “corajosos” soldados das Forças Armadas israelenses se esconderam nos abrigos de civis israelenses, entre os quais havia mulheres e crianças. Eles basicamente os usam como escudos humanos. Este é o exército de Israel. Eles não protegem a vida do seu povo. Eles os sacrificam.

Os homens que deveriam estar na linha de frente, para tranquilizar a população, abandonaram Israel à sua própria sorte e nem se preocuparam com o destino dos israelenses. Os sionistas não se importam com a vida e a segurança dos judeus.

Israel publicou uma foto de Netanyahu com alguns soldados em Israel. O problema é que Netanyahu não está no país. Seu avião presidencial está na Alemanha, e vários reservistas reclamaram de sua ausência no país que está sendo bombardeado pelo Irã. Seria interessante saber quantas outras fotos e vídeos falsos de Netanyahu o Mossad produziu recentemente. Quantos duplos ou atores usando máscara de silicone de Netanyahu o Mossad tem a disposição? Ou talvez eles prefiram usam apenas CGI para enganar as pessoas enquanto o covarde do Netanyahu se esconde na Europa.

Vivemos num mundo da mais completa falsidade. Você não pode acreditar em nada do que vê na mídia e TV pois tudo pode ser falsificado. Agências de inteligência como a CIA, Mossad e MI6 tem recursos financeiros e tecnologias avançadas para falsificar eventos. Durante décadas eles utilizaram duplos de políticos ou atores com máscaras de silicone de políticos para enganar as massas. Mas eles também utilizam recursos gráficos de Hollywood como CGI e IA para criar vídeos falsos que parecem reais. Esse vídeo falso de Netanyahu é um exemplo disso. Essa guerra é uma operação psicológica em grande escala.

A situação em Israel parece estar à beira do colapso. Muitos reservistas não se apresentaram porque não veem motivo para lutar, dada a ausência de autoridades governamentais. Duzentos prédios foram destruídos e civis estão se atacando em bunkers devido à falta de comida e remédios. Confrontos eclodiram entre policiais e militares, e entre policiais e civis. Grupos de extremistas armados também se formaram e, dada a ausência do governo, agem sozinhos como uma espécie de exército paramilitar.

O Estado de Israel está em desordem. Com o passar das horas, muitas mentiras e desinformação estão sendo desmascaradas, e fica claro como Trump deixou essa entidade terrorista desvairada à própria sorte, sem fornecer a assistência militar e civil necessária para travar sua guerra insana. Se Israel não parar imediatamente, será Israel, e não Teerã, que sofrerá um golpe de Estado interno.

@jamiemcintyre21 no X

Segundo relatos vindos de dentro de Israel — particularmente de Tel Aviv e Haifa — a situação aponta para uma desobediência civil organizada e uma quebra da disciplina militar. Quando mais de 200 edifícios são reduzidos a escombros e o sistema de defesa Domo de Ferro é percebido como tendo falhado completamente, é natural que o público perca a confiança no Estado. Com base na situação atual, a agitação interna parece ter vários aspectos principais:

1. Confronto entre militares e policiais

Indícios de rebelião: Relatos da mídia israelense e das redes sociais sugerem que vários reservistas se recusaram a se apresentar para o serviço. Sua posição é que, se a liderança (Netanyahu e o presidente) está ausente, por que deveriam arriscar suas vidas? Violência policial: Confrontos ocorreram entre civis e policiais nas ruas de Tel Aviv. As pessoas protestam contra a falta de instalações nos bunkers e o “silêncio” do governo.

2. Crise de Deslocamento Interno

Do Norte ao Centro: Devido aos ataques do Hezbollah, centenas de milhares de israelenses já haviam se deslocado das áreas do norte. Agora, após a destruição de 200 prédios em Tel Aviv, até mesmo as regiões centrais, antes consideradas “seguras”, estão testemunhando uma onda de deslocamento interno, sobrecarregando os sistemas de administração local.

3. “Guerra Psicológica” nos Bunkers

A “crise psicológica” mencionada na Declaração nº 8 da Guarda Revolucionária Islâmica está se tornando visível no terreno. Os bunkers subterrâneos em Israel estão superlotados, com relatos de grave escassez de alimentos e medicamentos. As tensões estão aumentando, com incidentes de pessoas se atacando, e os militares enfrentam sérios desafios para controlar a situação.

4. Vácuo Político e a Ascensão das “Milícias”

Na ausência de Netanyahu, grupos extremistas dentro de Israel começaram a se armar. Esses grupos estão tomando decisões independentemente do governo, o que pode levar o país a uma guerra civil interna.

Resumo:

Israel está atualmente lutando em duas frentes: externamente contra o Irã e seus aliados, e internamente contra uma estrutura doméstica em colapso. A retirada ou o distanciamento da França e de outros aliados teria sido o golpe final na confiança pública israelense.

Para entender o que está acontecendo — a destruição de Gaza, a guerra com o Irã, a ascensão do extremismo do Monte do Templo na política israelense — é preciso compreender os sistemas de crenças que ajudaram a moldar este momento. Algumas dessas crenças são antigas, enraizadas na profecia judaica, como a visão de um Terceiro Templo descrita no Livro de Ezequiel. Mas o que transformou essas profecias em uma poderosa força geopolítica não foi apenas a teologia judaica. Foi a maneira como essas profecias foram reformuladas para o público cristão e incorporadas ao protestantismo americano.

O ponto de virada ocorreu com a Bíblia de Referência Scofield, publicada pela primeira vez em 1909. Por meio de extensas notas de rodapé, ela reformulou a Bíblia sob uma perspectiva dispensacionalista criada pelos jesuítas, e ensinando a milhões de cristãos americanos que a profecia bíblica exigia o retorno dos judeus a Israel e, eventualmente, a reconstrução do Templo em Jerusalém. De acordo com essa teologia, a Segunda Vinda de Cristo não poderia ocorrer até que esses eventos se concretizassem.

Essa interpretação se espalhou por igrejas, seminários e redes evangélicas, moldando, por fim, poderosos movimentos políticos como o sionismo cristão. No final do século XX, milhões de evangélicos americanos acreditavam que apoiar Israel não era apenas uma escolha política, mas uma obrigação bíblica. Grupos como o Cristãos Unidos por Israel, liderados por figuras como John Hagee, transformaram essa crença em pressão política organizada em Washington. Mas as origens dessa teologia levantam questões mais profundas.

O próprio Cyrus Scofield não era um teólogo de formação. Era um ex-advogado com um passado cheio de golpes que acabou produzindo a Bíblia anotada mais influente da história moderna americana. A ascensão de Scofield foi apoiada por figuras influentes do sionismo, incluindo o rico advogado nova-iorquino Samuel Untermeyer, um dos agentes do banqueiros Rothschild, que financiaram a criação do Estado de Israel, que supostamente ajudou a posicionar Scofield em círculos de elite e a facilitar a publicação e distribuição de sua Bíblia.

O resultado é inegável: uma estrutura teológica específica se enraizou no cristianismo americano, que vinculava o apoio dos EUA a Israel à profecia divina e à eventual reconstrução do Templo. Nas últimas duas décadas, essa estrutura começou a migrar da teologia para a realidade política. O movimento do Monte do Templo dentro de Israel cresceu significativamente. As discussões sobre a recuperação do local ganharam maior visibilidade na política israelense. E os preparativos associados aos antigos rituais do Templo, incluindo a criação de novilhas vermelhas para ritos de purificação, atraíram a atenção internacional.

Em meio à guerra em curso com o Irã, Tucker Carlson levantou uma possibilidade assustadora: poderia esta guerra ser a oportunidade perfeita para Israel destruir a mesquita de Al-Aqsa, culpar o Irã por isso e, finalmente, conseguir construir o Terceiro Templo? Independentemente de esse cenário se concretizar ou não, a questão mais profunda permanece.

A dinâmica política que testemunhamos hoje não surgiu da noite para o dia. Ela é o produto de uma fusão secular de teologia, geopolítica e influência estratégica, um sistema no qual a profecia foi gradualmente traduzida em política. E uma vez que sistemas de crenças dessa magnitude se enraízam dentro das grandes potências, eles têm o poder de moldar a história de maneiras que poucas pessoas reconhecem plenamente até muito tempo depois.

A educação estatal é uma forma de propaganda, um esquema deliberado para equipar os alunos, não com a capacidade de ponderar ideias e pensamento crítico, mas com um simples apetite por engolir ideias prontas. O objetivo é formar cidadãos dóceis e pouco curiosos sobre como esse mundo realmente funciona. A religião funciona da mesma forma, as pessoas tem que ter fé e acreditar nas ideias prontas desenvolvidas por outros sem questionamentos.

Os “valores judaico-cristãos” são um mito fabricado para que os cristãos apoiem Israel.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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