Os antigos épicos hindus do Ramayana e o Mahabharata da Índia estão cheios de histórias incríveis sobre diferentes deuses, seus poderes extraordinários e batalhas épicas que ocorreram há muitos séculos. Esses mitos descrevem “deuses” que lutaram contra as forças do mal em máquinas voadoras. Elas eram originalmente conhecidas como “Ratha” antes de serem mais comumente chamadas de “Vimana”, que significa atravessar ou medir.
Vimanas são carruagens voadoras, ou mesmo palácios voadores, mencionados em épicos sânscritos e textos hindus. Os Vimanas eram utilizados pelos “deuses” em batalhas nos céus, descritas com detalhes que parecem sugerir tecnologia extremamente avançada. Existem até manuais antigos sobre como funcionam e como se pilota essas naves.
Os Vimanas são semelhante às carruagens dos textos bíblicos antigos. Essas aeronaves tinham tamanhos e formatos diferentes, capazes de viajar em diversas velocidades e distâncias diferentes. Alguns deles eram veículos marítimos e terrestres, enquanto outros até voaram para a Lua ou até mais longe.
O Mahabharata conta histórias sobre várias lutas entre os “deuses” utilizando Vimanas e armas de destruição massiva. Os “deuses” eram extraterrestres de diferentes raças. As sociedades secretas da Cabala sabem disso mas escondem das massas dizendo serem apenas “mitos”. A documentação mais conhecida das antigas máquinas voadoras Vimana vem do Vaimānika Śāstra, uma tradução do início do século XX de muitos relatos da tecnologia Vimana encontrados em antigas escrituras védicas.
O Vaimānika Śāstra indiano descreve máquinas voadoras movidas por um “motor de vórtice de mercúrio”. Ele fala sobre aquecer mercúrio até que ele gire, criando um “turbilhão de energia” que permite que a aeronave levite. Isso foi descartado como “fantasia pseudocientífica” pelos acadêmicos. No entanto, patentes militares americanas desclassificadas da década de 1960 descrevem um sistema de “confinamento de vórtice de plasma” para propulsão avançada, e experimentos recentes mostraram que o mercúrio, quando aquecido e girado em um campo eletromagnético, pode criar efeitos gravitacionais e inerciais anômalos
As guerras entre os diferentes “deuses” que são contadas nos antigos épicos hindus do Ramayana e Mahabharata foram as guerras entre as civilizações da Atlântida e Lemúria antes do cataclismo do dilúvio há 12.500 anos. Cientistas descobriram evidências de explosões nucleares, incluindo a presença de radiação em ruínas de Mohenjo-Daro, no Paquistão, ou no território do Rajastão, no noroeste da Índia.

O motor de vórtice de mercúrio do Vimana fascina historiadores e cientistas. Textos indianos antigos o descreviam como uma nave capaz de levitar e viajar usando um núcleo de mercúrio giratório, uma ideia antes descartada como mito e pseudociência. No entanto, experimentos modernos sugerem paralelos estranhos com conceitos de propulsão por vórtice de plasma.
Será que essas descrições antigas indicavam tecnologias muito à frente de seu tempo? Seja mito, metáfora ou ciência oculta, o mistério do Vimana continua a gerar debates sobre a tênue linha que separa o conhecimento ancestral da engenharia futurista. O mercúrio era usado para impulsionar antigos dispositivos voadores chamados Vimanas, mas não era mercúrio comum, e sim mercúrio vermelho, óxido de mercúrio-antimônio.
Os cientistas nazistas pesquisaram os textos hindus sobre o núcleo de mercúrio giratório que fazia os Vimanas levitarem para desenvolver suas naves antigravidade Haunebu e Vril. Falei sobre isso no post: A médium Maria Orsic ajudou a criar o programa espacial secreto nazista!
Esse vídeo no Youtube tem áudio em português.
Alienígenas do Passado: Discos voadores da Índia
Os cientistas nazistas desenvolveram os projetos de discos Haunebu e Vril, que utilizavam os primeiros sistemas de propulsão eletromagnética-gravítica do mundo: os motores de propulsão Vril e Thule. Esses propulsores dependiam do Konverter de energia livre de Hans Coler, acoplado a um gerador de bandas Van De Graaf e a um dínamo de vórtice Marconi (um enorme tanque esférico de mercúrio) para criar poderosos campos eletromagnéticos rotativos que afetavam a gravidade.

Esses motores esféricos geralmente consistem em várias esferas internas contra-rotativas, colocadas como camadas de uma cebola, e nas quais alta tensão é injetada para produzir um forte efeito eletromagnético. Algumas variantes incluem o uso de mercúrio enriquecido que é girado dentro de várias dessas esferas rotativas para produzir o efeito eletromagnético necessário. Os motores geram um casulo de energia eletromagnética de alto fluxo em forma de toróide que circunda toda a nave.

O mercúrio enriquecido, ou mercúrio vermelho, era a única maneira viável para que as naves Haunebu e Vril funcionassem pois gera supercondutividade total em alta temperatura para fins antigravitacionais. Os campos se movem na tecnologia antigravitacional com o fluido supercondutor rotativo dentro de uma esfera ou toroide de maneira contrarrotativa, um em cada direção, pelo menos um por polaridade e direção de rotação dentro do mesmo toroide. O mercúrio enriquecido ou mercúrio vermelho são suficientes. O fluido deve ser imerso no fluxo de alta potência.
No centro do disco, de cima para baixo, geralmente há uma haste supercondutora que coleta e distribui o fluxo eletromagnético de volta aos motores para fechar o circuito magnético. É aqui que entra em jogo a forma da própria nave, pois é a segunda melhor forma de distribuir inteiramente a energia eletromagnética produzida pelos seus motores por toda a nave, de modo que os efeitos dos motores sejam distribuídos uniformemente. Ela só é superada pela forma esférica.

O formato discoidal facilita distribuir o fluxo eletromagnético uniformemente pelo casco, onde os motores envolvem a nave num toroide eletromagnético, para que a nave possa atravessar os radioativos Cinturões de Van Allen em volta da Terra e viajar para outros planetas.
Como os campos se movem na tecnologia antigravitacional (campos contrarrotativos)? Qual é a maneira mais fácil de conseguir isso? Com o fluido supercondutor rotativo dentro de uma esfera ou toroide de maneira contrarrotativa, um em cada direção, pelo menos um por polaridade e direção de rotação dentro do mesmo toroide. Para começar, mercúrio enriquecido ou mercúrio vermelho são suficientes. O fluido deve ser imerso no fluxo de alta potência.
Os textos hindus sobre os Vimanas relataram tecnologias reais que foram usadas na antiguidade pelos “deuses” extraterrestres, mas a limitada e estúpida “ciência moderna” diz ser apenas mito. Os nazistas sabiam que era ciência real e conseguiram reproduzir em suas naves Haunebu e Vril, para seu programa espacial secreto, que mais tarde se tornou o programa espacial secreto dos Estados Unidos. Enquanto isso a humanidade é mantida no atraso propositalmente com os ridículos, ineficientes e perigosos foguetes.
Os vídeos abaixo são informações dos Taygeteanos sobre a tecnologia de naves espaciais extraterrestres. A civilização humana subterrânea que a Cabala construiu em segredo utiliza essas tecnologias avançadas que são proibidas para a civilização da superfície que é mantida no atraso para ser explorada. A Cabala nos força a usar foguetes ridículos e primitivos, enquanto seu programa espacial secreto utiliza naves antigravidade movidas com energia Ponto Zero.
Antigravidade, Mercúrio Enriquecido e muito mais – Transcrição.
Navegação Estelar 2 (Gravidade, raios trator, criação de energia a partir da matéria) – Transcrição
Navegação Estelar 2 (Parte 3): Cancelamento por gravidade – Transcrição
Navegação Estelar 2 (Parte 4): Motores de naves extraterrestres e foguetes de plasma – Transcrição
Navegação Estelar 2 (Parte 5): Modo de voo SUPRALUMINAR – Transcrição

































