Como os globalistas britânicos ajudaram a construir o próprio Deep State que agora controla Washington D.C.? O vídeo abaixo do canal Crypto Rich analisa as ligações ocultas entre o establishment britânico, a City de Londres, Wall Street e a ascensão do Deep State americano. De sociedades secretas e ligações com serviços de inteligência ao controle financeiro e manipulação da política externa, eles exploram a direção da inteligência britânica no assassinato de JFK, no 11 de setembro e até mesmo no assassinato de Martin Luther King Jr.

Além disso, analisam a estrutura do Deep State chinês, a lavagem de dinheiro do narcotráfico global desde 1830, o controle da gangue Bronfman sobre redes globais de máfia, inteligência e maçonaria. Este é o lado da história dos EUA que você nunca deveria ter conhecido.

Fonte: canadianpatriot

Nos dois vídeos você pode acessar legendas traduzidas em português

Ricos em criptomoedas: a mão oculta da Grã-Bretanha no governo dos Estados Unidos | Eles criaram o Deep State!

A Agenda da Mesa Redonda

Conforme explicado no post, “Como os britânicos inventaram o globalismo e o venderam aos Estados Unidos”, os líderes britânicos da virada do século XX reconheceram que a Inglaterra não tinha mais condições de policiar seu império global. Eles formaram um plano para transferir o custo do império para os Estados Unidos. O plano era que os americanos policiassem o mundo, às suas próprias custas, enquanto a Grã-Bretanha daria as ordens, mantendo o controle da política imperial.

Essa é a essência do atlantismo que dominou os EUA até que Donald Trump se tornou presidente. Um grupo secreto chamado Mesa Redonda foi formado, em parte com fundos do Rhodes Trust, para colocar esse plano em ação. O Rhodes Trust instituiu as bolsas de estudo em 1902, de acordo com os termos estabelecidos no testamento de Cecil John Rhodes. Aproximadamente de 1909 a 1945, a Mesa Redonda gradualmente inseriu os Estados Unidos numa rede de interdependência com a Grã-Bretanha.

Isso foi feito, primeiro, com a criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR) em 1921, para exercer controle secreto sobre a política externa dos EUA. Em segundo lugar, foram criadas entidades transnacionais, como a ONU, a OTAN e a aliança de inteligência Five Eyes, que vincularam ainda mais os EUA ao destino da Grã-Bretanha. Por estes meios, os britânicos garantiram o apoio dos EUA a quaisquer futuras operações militares que desejassem realizar.

Tendo garantido a cooperação dos EUA, o próximo passo foi a descolonização, conceder autogoverno às colônias britânicas, para que a Inglaterra não suportasse mais o fardo de policiá-las e defendê-las ela mesma. O fato é que o Império Britânico continua a exercer uma vasta influência de cima para baixo sobre os assuntos mundiais. Apesar de ter “desaparecido” nominalmente após a Segunda Guerra Mundial, os britânicos deram lugar a um “Império Americano”, usando os Estados Unidos como fachada. E o unipartido americano serve a esse propósito.

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As raízes britânicas do Deep State e como sua Mesa Redonda se infiltrou na América com a ‘Iniciativa de Integridade’.

As Origens do Deep State na América do Norte – Parte I: O Movimento da Mesa Redonda

Por que os EUA têm tantas bases militares ao redor do mundo? Porque é a arma usada pela Coroa Britânica/Vaticano para ameaçar todas as nações.

O Unipartido Americano

O termo “unipartido” (ou uniparty, em inglês) não se refere ao sistema político oficial dos Estados Unidos, que é bipartidário por natureza. Em vez disso, “unipartido” é um termo pejorativo usado por críticos para sugerir que os partidos Democrata e Republicano, apesar de suas diferenças, secretamente conspiram ou agem de forma semelhante em certas questões, especialmente em políticas de Washington. O unipartido serve ao Deep State e não ao povo americano.

O usuário do X @DataRepublican afirma ter identificou sete ONGs, parcialmente financiadas pelos contribuintes americanos, que parecem ser as principais intervenientes no chamado Unipartido do Deep State. De acordo com sua análise, essas organizações têm moldado o discurso público na última década através de propaganda radical, retratando Donald Trump como uma “ameaça à democracia”, mas, na realidade, não é a democracia em si, mas sim o desafio que Trump e o movimento MAGA representam para o seu regime político.

O unipartido americano é atlanticista. Atlanticista é um jargão diplomático para uma pessoa ou organização que coloca os interesses britânicos acima dos americanos. A identificação política de “esquerda” e “direita” serve apenas para manipular e enganar as massas ingênuas e ignorantes. Só existe o unipartido que serve aos interesses da Coroa Britânica e do Vaticano. A democracia liberal foi um golpe criado pela elite maçônica britânica para enganar as pessoas comuns e fazê-las acreditar que tem o poder de escolher seus “representantes”, que foram escolhidos pelos maçons.

O maçom da Grande Loja da Inglaterra, Henry Temple, 3.º Visconde Palmerston, que serviu como Ministro das Relações Exteriores e depois como Primeiro-Ministro, procurou transformar a Grã-Bretanha em um império mundial. Lord Palmerston estava empenhado em uma campanha para tornar Londres o centro indiscutível de um novo Império Romano mundial, e conquistar o mundo da mesma forma que os britânicos conquistaram a Índia, reduzindo todas as outras nações ao papel de fantoches, clientes e bodes expiatórios da política imperial britânica.

No entanto, Lord Palmerston foi impedido pelas monarquias da Rússia, Áustria e Prússia, que frequentemente representavam ameaças ou competiam com a Grã-Bretanha, especialmente no que diz respeito aos equilíbrios de poder continentais. Lord Palmerston planejava esmagar essa monarquias, apoiando-se em movimentos revolucionários nacionais. De acordo com seu plano, o lugar das monarquias derrubadas pelos maçons seria ocupado por democracias liberais maçônicas como instrumentos maleáveis de Londres.

A Maçonaria Organizada foi fundada em 1717 em Londres e depois se expandiu para outros países da Europa e do mundo com o apoio secreto da Coroa Britânica, para servir como um Cavalo de Tróia. A democracia liberal é a forma de governo mais conveniente para a Maçonaria com seus falsos “representantes do povo”.

O Partido Democrata, o Partido Republicano e a Suprema Corte dos EUA estão sob o controle da Coroa Britânica e do Vaticano através da Maçonaria, da Associação Americana de Advogados (ABA), do Conselho de Relações Exteriores (CFR) que é um tentáculo da Chatham House do Reino Unido, para exercer controle indireto sobre a política externa americana e da AIPAC, a organização mais poderosa do lobby sionista de Israel que suborna políticos democratas e republicanos de ambas as câmaras no Congresso. A AIPAC tem fortes laços com o CFR.

Chatham House: Trump destruiu a aliança ocidental! Conspiração revelada

A Chatham House afirma que a aliança ocidental está morta, culpando Trump. Essa organização, fundamental para o Império Britânico e o globalismo, vê as políticas de Trump como uma ameaça à sua ordem mundial. Será que estamos diante de uma verdadeira revolução? Neste episódio, Barbara Boyd discute a mudança monumental promovida pelo presidente Trump.

O Deep State britânico está infiltrado no sistema político e judiciário americano, para sugar o dinheiro dos americanos e destruir sua nação. Trump faz parte de uma operação militar para livrar os EUA desse câncer. Ele foi convidado por um grupo de militares patriotas para exercer o papel de presidente dos EUA. A república americana está infectada com o câncer do Deep State Britânico e seu sistema de freios e contrapesos é uma farsa, como o do Brasil.

Para destruir o Deep State de forma mais rápida, Trump e seus militares teriam que declarar Lei Marcial e iniciar tribunais militares para prender todos os políticos, juízes, banqueiros e empresários corruptos do unipartido que são agentes Deep State. As forças armadas prestam juramento de defender a Constituição dos EUA contra inimigos externos e internos.

E o que fazer quando o legislativo e o judiciário estão sob o controle de inimigos externos dos EUA? Será que a maioria do povo americano entendeu que seu corrupto sistema político e judicial é controlado pelo Império Britânico, que quer destruir sua nação? Políticos corruptos do unipartido vêm enganando os americanos há muito tempo por meio do sistema de lavagem de dinheiro.

É para lá que vai a maior parte do dinheiro dos impostos. O plano diretor do Deep State britânico foi exposto. Aqueles que se escondem atrás da cortina têm promovido a sua agenda para roubar e destruir os EUA e o mundo. O governo Trump está seguindo o dinheiro. Trump enviou uma mensagem clara ao Deep State de que sua equipe rastreará todos os envolvidos na lavagem de dinheiro. Pânico em Washington, D.C. e em todo o país.

Nos EUA, fraudes bilionárias em larga escala estão vindo à tona. Não se trata de casos isolados, mas de abuso sistêmico de dinheiro público. Califórnia, Minnesota e, em breve, outros estados. Anos de programas assistenciais, subsídios, ONGs, financiamento emergencial e medidas “temporárias” para imigrantes se transformaram em extorsão permanente dos contribuintes. O custo total das fraudes foi calculado em mais de US$ 700 bilhões ao ano.

Se esse nível de fraude pôde existir nos EUA, por tanto tempo e nessa escala, não há razão para acreditar que outros países em geral estejam imunes. Na verdade, é muito mais provável que os mesmos modelos tenham sido replicados através da fraude maçônica da democracia liberal. O que estamos vendo agora é a exposição, camada por camada, nos EUA, mas esperamos que consigamos desvendar a fraude em todas as nações ocidentais. O pântano do Deep State maçônico precisa ser drenado em todos os lugares.

No início de 2016, na altura em que o acordo nuclear com o Irão (JCPOA) entrou em vigor, O presidente Obama enviou 1,7 bilhão de dólares para o Irã. Supostamente para resolver um acordo de armas cancelado antes da revolução de 1979. O dinheiro foi entregue em espécie e ninguém no Congresso, no FBI ou no Departamento de Justiça pediu uma investigação pois todos faziam parte do unipartido do Deep State.

 O governo Obama enviou US$ 1,7 bilhão ao Irã em dinheiro vivo, usando euros e francos suíços. O pagamento resolveu uma ação de arbitragem de décadas no tribunal de Haia relacionada a um acordo de armas fracassado da década de 1970, antes da Revolução Iraniana.

O valor total consistia nos US$ 400 milhões originais em fundos iranianos mantidos em um fundo fiduciário dos EUA, mais aproximadamente US$ 1,3 bilhão em juros acumulados. Obama, o agente britânico, usou essa desculpa para financiar o regime terrorista islâmico do Irã. Os agentes britânicos Obama e Biden estavam financiando a ditadura islâmica do Irã, com o dinheiro dos contribuintes americanos, para que construíssem mísseis nucleares que poderiam ser lançados contra cidades americanas.

Depois da fraude eleitoral de 2020, uma das primeiras coisas que a turma de Biden/Obama decidiu fazer foi dar tudo ao Irã. O governo Biden estaria disposto a dar ao Irã quase US$ 1 trilhão entre 2022 e 2030 para que este assine um acordo com os líderes terroristas iranianos. E os republicanos do unipartido não fariam nada para impedir.

O presidente Trump compartilhou em suas redes sociais uma postagem de Chirs Bjorn falando sobre a traição dos democratas Obama e Biden contra o povo americano. Mas essa traição foi feita com a ajuda dos corruptos políticos republicanos no Congresso, que não fizeram nada contra os crimes de Obama e Biden.

Chirs Bjorn

“Uma das políticas mais traiçoeiras de Obama foi financiar o programa nuclear do Irã. Obama e Biden deram ao Irã mais de US$ 220 bilhões para pesquisar e construir armas nucleares. O Irã quase teve 6 bombas nucleares e os mísseis balísticos intercontinentais que teriam destruído Israel e 5 cidades nos EUA. Os democratas iam acabar com nossos combustíveis fósseis para que milhões congelassem e morressem de fome. Os democratas queriam substituir você por mexicanos sem instrução que seriam mais fáceis de escravizar. As pessoas que votam nos democratas são burras e suicidas.”

GEORGE PAPADOPOULOS: O FBI, o DOJ, o DNI e a CIA estão a analisar um caso de conspiração governamental de 10 anos que visa as acusações do RICO, tratando o Partido Democrata e a Esquerda como uma organização criminosa em grande escala. Brennan, Obama, Comey e elites democratas estão agora na mira de um grande júri reunido hoje mesmo!

O Unipartido desmascarado – Eles acreditam que são “democracia”

Por @DataRepublican

As sete ONGs no gráfico abaixo, na minha opinião, representam o Unipartido. Cada uma destas organizações recebe apoio financeiro substancial da USAID ou do Departamento de Estado. Por volta de 2019, a frase “democracia em perigo” começou a dominar o discurso público, amplificada pela mídia. Isso foi estranho, afinal, os EUA são uma democracia (ou mais precisamente, uma república constitucional).

Mas, à medida que rastreei a influência dessas ONGs, surgiu um padrão: elas são controladas por políticos do establishment, desempenham um papel importante na formação de narrativas políticas em todo o mundo e sua missão principal é sempre enquadrada como “proteger a democracia”. Originalmente, essas ONGs foram criadas para apoiar os esforços democráticos dos EUA no exterior, muitas delas surgiram durante a Guerra Fria para combater a disseminação do comunismo.

Mas com a queda da União Soviética, o seu propósito original desapareceu. Em vez de se dissolverem, redefiniram a sua missão. Agora, eles se posicionaram como “guardiões” da própria democracia. Essa mudança explica por que a reeleição de Trump foi enquadrada como uma “ameaça à democracia”. Para essas ONGs, “democracia” significa elas mesmas.

A sua sobrevivência depende da manutenção desse papel, e qualquer desafio à sua autoridade é percebido como um ataque direto à própria democracia. E essas cinco ONGs é que ditam o que é democracia, segundo seus interesses.

“Por que George Soros não é banido dos Estados Unidos?”

Essa pergunta aparece muito nos meus comentários. A resposta é simples: republicanos e democratas trabalham com ele. Soros é um agente de desestabilização a serviço do Império Britânico!

As referências que encontrei não vieram de alguma revista acadêmica qualquer. Mais de 30 menções diretas a Soros ou às suas ONGs apareceram no Journal of Democracy. É a principal publicação da National Endowment for Democracy (NED), a mesma organização que aparece em destaque nos diagramas da rede de ONGs do “Unipartido” amplamente divulgados abaixo.

Leia mais: 8 razões pelas quais a Coroa Britânica ainda controla os Estados Unidos

A NED é uma organização financiada pelo governo dos EUA. Ela inclui membros do Congresso em exercício em seu conselho… de ambos os partidos, não apenas ex-funcionários.

O envolvimento de Soros é profundo. Ele copresidiu conferências da NED no exterior e suas ONGs da Open Society fazem parceria regularmente com as operações da NED, especialmente em países que passam por “transições” (leia-se: mudança de regime ou penetração por meio de poder brando). Juntos, Soros e as ONGs apoiadas pelos EUA moldaram fluxos de financiamento, narrativas da mídia e até mesmo estratégias eleitorais estrangeiras.

Soros recebia centenas de milhões dos impostos dos americanos através da USAID. Pouco antes de perderem o controle da câmara e senado para os republicanos, os democratas mandaram a USAID fornecer US$ 260 MILHÕES diretamente para a ONG Open Society de Soros para que financiassem manifestações anti-ICE em cidades santuário e caos nas ruas.

Então, quando as pessoas perguntam: “Por que Soros não é banido?”… elas precisam entender: ele não é um estranho. Ele faz parte do governo americano. O “Unipartido” o protege e faz parceria com ele, porque ele ajuda a executar uma visão de política externa compartilhada… a mesma que rotula o presidente Trump como uma “ameaça à democracia”.

Os membros da NED incluem:

🟣 Victoria Nuland – Diretora da National Endowment for Democracy; Secretária de Estado Adjunta interina dos Estados Unidos sob Biden (serviu em ambos os partidos).

🔵 Karen Bass – Vice-presidente da National Endowment for Democracy; ex-representante dos EUA e atual prefeita de Los Angeles (Democrata).

🔴 Todd Young – Membro honorário da National Endowment for Democracy; Senador dos EUA por Indiana (Republicano).

🔴 Elise Stefanik – Diretora da National Endowment for Democracy; Representante dos EUA por Nova York e Presidente da Conferência Republicana da Câmara (Republicana).

🔴 Mel Martinez – Diretor da National Endowment for Democracy; ex-senador dos EUA pela Flórida (Republicano).

🔴 Steve Biegun – Diretor da National Endowment for Democracy; ex-Secretário de Estado Adjunto dos EUA (Republicano).

🔴 Todd Young – Membro honorário da National Endowment for Democracy; Senador dos EUA por Indiana (Republicano).

 

A Câmara votou para CONTINUAR FINANCIANDO com US$ 315 milhões anuais a ONG National Endowment for Democracy (NED), derrotando uma emenda promovida por Elon Musk, Mike Benz, o deputado Eli Crane e outros. Cerca de 81 REPUBLICANOS juntaram-se aos democratas. Votação final: 127-291. Trump tentou cortar o financiamento do NED, mas foi impedido. Eli Crane descreve o NED como um “contribuidor para campanhas de censura global e propaganda doméstica”.

Esses são os corruptos democratas e republicanos do unipartido dando dinheiro dos contribuintes americanos ao Deep State britânico. Esse dinheiro vai financiar os grupos terroristas de George Soros. A Lei Marcial seria a única forma de acabar com o unipartido e com a farsa maçônica da “Direita X Esquerda”.

Mike Benz

“O NED fez com que você fosse censurado, desplataformado, desmonetizado e até conspirou com governos estrangeiros para forçar as plataformas americanas a derrubá-lo. Em vez de indiciar o NED, os republicanos apenas deram a eles seu maior orçamento de todos os tempos, empatado com o que Biden lhes deu em 2024.”

Como disse acima, a sociedade secreta da Mesa Redonda inseriu os Estados Unidos numa rede de interdependência com a Grã-Bretanha. Eles fundaram o Conselho de Relações Exteriores (CFR) em Nova York, para exercer controle secreto sobre a política externa dos EUA. E depois criaram entidades globalistas como a ONU e OTAN para manter os Estados Unidos subordinados aos interesses do Império Britânico.

Quando o presidente Trump ameaçou assumir o controle total da Groenlândia por motivos estratégicos dos EUA, os atlanticistas do unipartido correram para bloquear qualquer ação militar dos EUA contra os aliados da OTAN, organização criada para proteger os interesses das elites britânicas. Os traidores do unipartido escolheram a OTAN em vez dos EUA. Isso serve para Trump mostrar aos americanos os traidores dentro do Congresso.

WASHINGTON SE MOVE PARA IMPEDIR TRUMP COM A GROENLÂNDIA

Jim Ferguson – @JimFergusonUK

Algo extraordinário acaba de acontecer. Parlamentares de ambos os partidos aprovaram às pressas um projeto de lei para bloquear qualquer ação militar dos EUA contra aliados da OTAN, logo após o presidente Trump colocar a Groenlândia em discussão.

Pense nisso. O Congresso não está reagindo a uma guerra. Está reagindo a Trump quebrando um tabu. Trump disse o que nenhum líder ocidental ousou dizer em voz alta: A Groenlândia não é apenas território dinamarquês. É a pedra angular do poder no Ártico, da defesa antimíssil, das rotas marítimas e dos minerais de terras raras.

E quem a controla, controla a porta de entrada norte para a América do Norte. Isso aterrorizou a classe política. Então, agora Washington está se mobilizando para encurralá-lo — legal, política e diplomaticamente. Este projeto de lei faz uma coisa acima de tudo:

Diz a Trump:

“Você não tem permissão para desafiar a ordem da OTAN.” Nem a Dinamarca. Nem Bruxelas. Não se trata do sistema pós-guerra que decide quem controla o quê. Não se trata de paz. Trata-se de quem decide o futuro do Ártico. Trump está sinalizando que a segurança dos Estados Unidos vem antes da etiqueta das alianças.

O Congresso está sinalizando que as alianças vêm antes da liberdade de ação dos Estados Unidos. Esse é o verdadeiro conflito. A velha ordem globalista está tentando trancar a porta. Trump acabou de colocar os pés pelas mãos. E a luta agora está aberta.

Crypto Rich: A Sociedade Fabiana: Como a Grã-Bretanha projetou o comunismo e controla o mundo F. Matt Ehret

Por mais de um século, a Sociedade Fabiana trabalhou lenta, silenciosa e pacientemente para remodelar a Grã-Bretanha, e o mundo. Nesta análise aprofundada, revelamos como um pequeno grupo “intelectual” se tornou uma poderosa ferramenta do establishment britânico, como suas ideias ajudaram a moldar o comunismo e o socialismo modernos e como sua influência ainda guia a política, as políticas públicas e as instituições globais hoje.

Discutimos seus principais membros e as redes que ligam os fabianos ao Partido Trabalhista, à City de Londres, ao funcionalismo público, às ONGs e a órgãos supranacionais. Será que isso é apenas um inofensivo clube de debates, ou o motor de longo prazo de uma sociedade controlada?

Se você já se perguntou quem realmente controla os bastidores da “democracia”, por que todos os partidos parecem defender a mesma agenda e como a Grã-Bretanha projeta poder por meio da ideologia em vez de um império declarado, este vídeo vai conectar os pontos.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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