Sob ordens diretas do presidente Donald Trump, as Forças Armadas dos EUA avançam no Mar do Caribe em uma operação histórica contra cartéis latino-americanos. Oficialmente, a missão visa combater o narcoterrorismo, mas essa movimentação pode mudar o equilíbrio de poder na América Latina e colocar regimes autoritários contra a parede.

No vídeo abaixo, o canal PAUTA MILITAR explica em detalhes como essa ofensiva afeta a política externa e a suposta “soberania” na América do Sul, além de mostrar por que a presença militar americana no Caribe é vista como um recado direto ao ditador Nicolás Maduro e seus aliados, como Lula.

O golpista e ex-presidiário Lula está alardeando na mídia que a “soberania” do Brasil está sendo ameaçada pelo presidente Trump, pois ele pretende enviar militares americanos para invadir o território brasileiro atrás de cartéis de drogas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho, que são protegidos pelo ilegítimo governo Lula.

Para o governo Trump, Nicolas Maduro não é um presidente legítimo pois fraudou a eleição, então os EUA podem intervir diretamente na Venezuela. O mesmo raciocínio se aplica ao Brasil e outros narcoestados. A vida boa dos narcotraficantes e cartéis de drogas está chegando ao fim.

Por décadas eles foram protegidos pela CIA e pelos políticos americanos que eram fantoches do Deep State. Essa era acabou e Trump está mostrando isso. O Deep State está entrelaçado com o tráfico de drogas e tráfico humano. Maduro está sendo caçado pela maior potência militar da Terra e ele não tem escapatória.

Além de Maduro, Trump pode enviar militares americanos para depor o golpista Lula? 12

E quem protegerá Lula e seus advogados no STF da ira de Trump? Os militares brasileiros os desprezam e os cartéis de drogas e banqueiros da Faria Lima, que faturam bilhões com o ilegítimo governo Lula, estão na mira de Trump. Será que os golpistas Maduro e Lula pedirão asilo a China? Cuba provavelmente será alvo de Trump.

Esse é um pequeno trecho contando as controvérsias de Nicolás Maduro, de que ele na verdade é colombiano e está ilegalmente na presidência da Venezuela. O vídeo completo está em A FACE OCULTA DE NICOLÁS MADURO.

TRUMP ORDENA E TROPAS DOS EUA AVANÇAM NO CARIBE CONTRA CARTÉIS LATINO-AMERICANOS!

A instalação de uma base do FBI na Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina acendeu o alerta em Brasília e Caracas. Enquanto Lula observa com desconforto a presença de agentes americanos tão próximos do território brasileiro, Nicolás Maduro se esconde em bunkers, temendo ser capturado em meio à maior caçada internacional da história.

MADURO E LULA EM PÂNICO COM BASE DO FBI NA FRONTEIRA DO BRASIL

O presidente Trump renomeou o Departamento de Defesa para Departamento de Guerra. TODA a presidência de Trump tem sido uma operação militar desde o início. Estamos em guerra contra a Cabala satânica do Vaticano desde a posse de Trump em 2017.

A designação dos cartéis de drogas pelo presidente Trump como organizações terroristas e a sanção do Tesouro dos EUA ao governo venezuelano – o chefão de todos os cartéis latino-americanos – está atingindo o Sistema Global do Crime onde dói. Todos os principais bancos ligados a bancos centrais se envolvem em lavagem de dinheiro de cartéis.

Acho que Trump realmente fala sério quando afirma que vai  “Obliterar o Deep State”, por que é isso que todos os principais cartéis do crime realmente são. O Partido Comunista Chinês e a CIA trabalham com os cartéis mexicanos e trabalharam juntos para roubar as eleições americanas de 2020.

O narcortraficante Nicolas Maduro disse que mobilizou mais de 4 milhões de idiotas úteis para protegê-lo na Venezuela de uma tentativa de captura pelos militares americanos ou mercenários interessados na recompensa de 50 milhões de dólares. A verdade é que Trump pode enviar um dos satélites militares com armas de energia dirigida (DEW) da Força Espacial para eliminar Maduro dentro de seu bunker subterrâneo. Do espaço, essa arma de energia pode perfurar concreto e aço e destruir instalações na superfície e subterrâneas.

Maduro pode ser esmagado como um inseto, se Trump desejar, basta apertar um botão. Não é preciso navios de guerra, submarinos, aviões, helicópteros nem milhares de soldados americanos para eliminar Maduro e seus comparsas. E além do DEW, a Força Espacial de Trump tem portais de salto que permite abrir portais dentro do bunker de Maduro para que os soldados americanos entrem e o capturem ou matem. Mas acho que Trump está se divertindo muito com o desespero e bravatas na TV de Maduro e Lula.

12 LADRÃO!!! TRUMP acaba de assinar ordem que acaba com LULA, PCC e todo o sistema no Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=5XcMTfKY0ww&t=39s

A Sala do Diretor Trump

Esta fotografia vale mais que mil comunicados de imprensa! Trump sentado à Mesa Resoluta em total controle e, à sua frente, os fantoches globalistas da Europa amontoados ombro a ombro, sombrios e repreendidos.

Observe a linguagem corporal

• Os braços cruzados de Giorgia Meloni.
• As mãos entrelaçadas de Macron e Ursula.
• Zelensky de preto, parecendo o colegial emburrado.
• Os demais rabiscando notas como alunos nervosos.

Eles não parecem líderes mundiais, parecem estudantes pegos em flagrante, convocados para se explicar ao diretor. Trump não é mais o outsider implorando por um lugar à mesa. A mesa é dele e eles são os que aguardam para serem julgados. Isso está acontecendo pois Trump é o Rei do Mundo agora!

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Vendo essas cenas, temos mais uma vez a confirmação de que os políticos europeus são pouco mais que figurantes. Eles não têm base eleitoral, são desprovidos de qualquer carisma e, acima de tudo, estão à completa mercê dos vários conglomerados de poder sobre os quais construíram suas carreiras políticas. A diferença entre o presidente americano e seus homólogos europeus ficou ainda mais evidente nessa reunião.

Trump é um líder que construiu sua candidatura e fundou seu movimento político com base no princípio de restaurar a soberania perdida dos Estados Unidos. Ele e ninguém mais é o dono de sua fortuna política. Os políticos europeus, por outro lado, não têm vida própria. Todos eles foram escolhidos a dedo por diversas instituições globalistas e neoliberais, como Aspen, Bilderberg, o Clube de Roma ou o Fórum de Davos.

Eles simplesmente seguem ordens e não têm ideia do que fazer quando percebem que Washington se opõe ao aparato que representam. Este divórcio deixou todos desorientados, nus e como folhas ao vento, à mercê dos acontecimentos. Isso podia ser visto nos rostos de vários políticos europeus, pálidos, desconsolados e, acima de tudo, resignados.

Não existe União Europeia. Não é um organismo com vida própria. Nasceu por iniciativa e apoio do Deep State dos Estados Unidos. Assim que Trump separou Washington da UE, Bruxelas foi reduzida à condição de um paciente terminal.

Leia mais: Zelensky e a capitulação da UE à Casa Branca e o fim do império americano.

O ex-presidiário Lula pede ajuda aos jesuítas para dar um golpe de estado no Brasil e instalar uma ditadura comunista.

Lula lança bravatas na mídia sobre a “soberania” do Brasil ser atacada por Trump mas esconde o fato dele ter vendido a soberania do Brasil para o Vaticano, China, Irã, banqueiros, cartéis de drogas e qualquer um que lhe pagar milhões em suborno. Depois de ser solto da prisão por seus advogados do STF, Lula fez sua primeira viagem internacional ao Vaticano em 13/02/20 para ter uma reunião privada de uma hora com o Papa Francisco, o jesuíta Jorge Mario Bergoglio. Porque Lula foi correndo para o Vaticano? Foi pedir ajuda para algo?

Leia mais:

O Papa Francisco ajudou a orquestrar a fraude eleitoral que elegeu Lula?

A perseguição política contra a direita foi arquitetada pelo deep state. Mas agora o jogo virou, e quase ninguém está falando sobre isso.

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O ex-presidiário com extensa ficha criminal foi pedir aos jesuítas que o ajudassem a dar um golpe de estado no Brasil com a ajuda do ilegítimo governo Biden, USAID e CIA. O Vaticano, através do governo maçônico italiano, ajudou a CIA e o Partido Democrata a fraudarem a eleição de 2020 contra Donald Trump. A CIA é a Agência Católica de Inteligência dos jesuítas. A Ordem dos Jesuítas é a mais antiga rede de inteligência do mundo e serve aos interesses do Vaticano.

O ex-funcionário do Departamento de Estado, Mike Benz, fundador da Foundation for Freedom Online, revelou a rede de interferência e censura nas eleições de 2022 no Brasil envolvendo o TSE/STF, governo Biden, USAID, CIA. Mas ele não mencionou o envolvimento encoberto do Vaticano e dos jesuítas nesse golpe contra o povo brasileiro. O golpe foi possível com a ajuda do Vaticano. Foram os demônios jesuítas que criaram o comunismo, nazismo e fascismo e a grande maioria das pessoas não sabem disso.

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Lula sabia disso e foi pedir ao papa jesuíta que mandasse o ilegítimo governo Biden interferir na soberania do Brasil, e foi o que fizeram. Desde a Lei Orgânica de 1871, os Estados Unidos estiveram sobre o controle da Coroa Britânica e do Vaticano através dos banqueiros Rothschild.

A criação da Corporação dos Estados Unidos da América em 1871

A inevitável Guerra Civil destruiu a economia dos Estados Unidos, destruiu famílias e lançou uma sombra questionável sobre o futuro de uma nação outrora promissora. A América estava com problemas financeiros e precisava de uma infusão maciça de capital para se recuperar. Uma conspiração de financistas internacionais, da Grã Bretanha e Vaticano, concordou em financiar a recuperação da América, mas exigiu um papel ativo no governo para garantir o seu investimento.

Em 1871, atolado em dívidas, o Congresso americano firmou uma “parceria”. Em troca de apoio financeiro ilimitado, os bancos europeus cuidariam das necessidades administrativas da América. Embora inicialmente parecesse ser uma concessão inócua, as consequências de permitir que os capitalistas de risco conduzissem os negócios da América para além das proteções da Constituição dos EUA revelaram-se catastróficas.

A formação oficial da Corporação dos Estados Unidos (US CORPORATION) preparou o terreno para a transformação da América de uma República Constitucional DO POVO numa corporação de propriedade de interesses estrangeiros e das suas famílias. Ao longo dos anos seguintes, os estados também foram registados como corporações, tornando-os franquias da US CORP.

Os deputados e senadores não representam nem trabalham para o povo americano. Em vez disso, são gestores da US CORP. e, como tal, são obrigados, em primeiro lugar, a servir os seus melhores interesses. O presidente americano é o CEO da US CORP. Em 1871, a América perdeu efetivamente a sua independência e os banqueiros europeus tornaram-se seus  novos senhores, pois afinal, é para eles que os americanos pagam seus impostos.

Desde a Lei Orgânica de 1871, Washington, D.C. (Distrito de Columbia) tem operado como uma espécie de entidade corporativa, com seu próprio estatuto, separada da república constitucional. Washington, D.C. é a capital da Corporação dos Estados Unidos. Ela tem sido comparada à City de Londres e ao Vaticano — uma zona soberana, com suas próprias leis, sua própria bandeira, interesses e estrutura de poder. É o coração do pântano do Deep State.

Mas o presidente Trump faliu a US CORP. e retirou o controle da Coroa Britânica, Vaticano e Rothschild sobre os Estados Unidos. A recente federalização de Washington, D.C. e o colapso do Federal Reserve e IRS são provas disso. O papa jesuíta Jorge Mario Bergoglio faleceu e foi enterrado no sábado (dia de Saturno) em 26 de Abril de 2025. Sob total influência do presidente Trump, o cardeal americano Robert Prevost se tornou o primeiro papa americano da história, pondo fim ao pontificado comunista do jesuíta Bergoglio.

O ilegítimo governo Biden, USAID e CIA atacaram a soberania do Brasil para colocar um ex-presidiário na presidência.

A USAID e a CIA ajudaram a fraudar a eleição nos EUA contra Trump e no Brasil contra Bolsonaro. O evento da invasão das sedes dos três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023 é COPIA XEROX do evento da invasão do Capitólio, em Washington, em 6 de janeiro de 2021. Ambos são eventos de falsa bandeira criados pelo Deep State. A CIA, FBI e Partido Democrata organizaram a farsa da invasão do Capitólio para acusar os apoiadores do presidente Donald Trump de “terroristas”.

O mesmo circo de palhaços foi armado em Brasília para rotular os apoiadores de Bolsonaro de “terroristas”. A USAID e CIA auxiliaram as quadrilhas do PT, PSDB e STF nesse golpe. Um ex-oficial de inteligência dos EUA confirmou que a invasão às sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023 foi uma cópia do evento da invasão ao Capitólio em Washington, em 6 de janeiro de 2021. Ambas foram eventos orquestrados pela CIA.

No domingo, 8 de janeiro de 2023, supostos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram o Congresso, o STF e o palácio presidencial em Brasília, protestando contra o que consideraram uma eleição fraudulenta, como é rotineiro na democracia liberal maçônica. Os manifestantes contornaram as barricadas de segurança, subindo em telhados, quebrando janelas e depredando propriedades públicas. Alguns manifestantes pediram uma intervenção militar para restaurar Bolsonaro ao poder ou destituir Lula da presidência.

O golpista Lula acusou Bolsonaro em entrevista coletiva de usar seus “fanáticos fascistas” para desestabilizar o governo. Parece familiar? A CIA enviou mais de 500 agentes provocadores ao Brasil antes de Lula derrotar Bolsonaro de forma “democrática” com urnas hackeadas. No Comando Cibernético do Exército dos EUA em Fort Gordon, a CIA mobilizou centenas de ativos por todo o Brasil antes da eleição presidencial, fiel ao manual de “estratégia de tensão”. A intenção era semear discórdia entre os eleitores conservadores do país.

Conversas da CIA foram interceptadas em Fort Gordon desde meados de 2022. O tema principal então foi a imposição da narrativa generalizada de que “Lula só poderia vencer trapaceando”, o que era verdade pois a CIA estava envolvida no golpe. Um dos principais alvos da operação da CIA era desacreditar por todos os meios o processo eleitoral brasileiro, abrindo caminho para uma narrativa pré-embalada que agora está se desfazendo: um Bolsonaro derrotado fugindo do Brasil e buscando refúgio na mansão de Mar-a-Lago do ex-presidente dos EUA Donald Trump.

Bolsonaro saiu do Brasil, pulando a posse de Lula. E, a propósito, ele foi para Orlando, não em Mar-a-Lago. Bolsonaro foi proibido de dizer o que realmente aconteceu nos bastidores. Fabricar um 8 de janeiro em Brasília espelhando os acontecimentos de 6 de janeiro de 2021 em Washington foi uma tentativa da CIA/Deep State de imprimir a ligação Bolsonaro-Trump na mente das pessoas. A natureza amadora da falsa baderna no dia 8 de Janeiro em Brasília sugere que os planejadores da CIA se perderam na sua própria conspiração.

O site Gateway Pundit publicou em 30/08/24 sobre os esforços do governo Biden, das Forças Armadas dos EUA, do Departamento de Estado e da CIA para alterar os resultados das eleições no Brasil em 2022. O ilegítimo governo Biden decidiu que seria do seu melhor interesse apoiar o comunista Lula da Silva na eleição, financiar o ecossistema de censura e subverter o governo populista de Bolsonaro, da mesma forma que o Deep State fez nos EUA contra Trump.

Leia mais: Acontece que o “Deep State” usou a USAID para expulsar Bolsonaro da presidência do Brasil.

Mike Benz publicou mais informações chocantes sobre como o Departamento de Estado dos EUA interferiu na eleição de 2022 ao promover semicondutores feitos pela Nuvoton, uma empresa taiwanesa, usados ​​em máquinas de votação. Então, ao mesmo tempo, a CIA e o Departamento de Estado dos EUA alertaram o presidente Bolsonaro para honrar os resultados da eleição “democrática”.

A CIA estava pressionando o Brasil a instalar especificamente semicondutores Nuvoton em suas máquinas de votação em 2022. Vale ressaltar que o Brasil usa máquinas de votação não auditáveis para facilitar ainda mais a fraude. Mike Benz disse que a USAID gastou dezenas de milhões de dólares de fundos dos contribuintes dos EUA para remover Jair Bolsonaro do poder e acabar com a liberdade de expressão no Brasil.

E as observações de Mike são totalmente apoiadas por este artigo do site de esquerda Foreign Policy, que expõe a agenda de golpe de estado total do governo Biden para derrubar Bolsonaro.

[…] o governo Biden montou uma campanha de pressão sustentada voltada para os militares brasileiros, que começou já em 2021. O esforço, conforme relatado pela Folha de São Paulo e também coberto pela Foreign Policy, envolveu advertências públicas explícitas por senadores dos EUA sobre o desrespeito aos resultados das eleições, bem como conversas contínuas de bastidores para deixar claro que uma ruptura democrática deixaria o Brasil isolado no cenário internacional — e levaria a um rebaixamento da cooperação de segurança entre EUA e Brasil, que é altamente valorizada pelo establishment militar brasileiro.

A campanha envolveu a Casa Branca dos EUA, o Departamento de Estado, a CIA, o Senado e, notavelmente, o Pentágono. Em retrospecto, incluir essa última agência pode ter sido o movimento mais decisivo do governo Biden. O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, foi utilizado como o principal emissário público de Biden para falar com os generais do Brasil. Foi uma escolha natural, dada a relação tensa entre Biden e Bolsonaro, o último dos quais seguiu o exemplo de Trump ao repetir falsidades sobre supostas fraudes durante a eleição presidencial dos EUA de 2020. Austin também foi um interlocutor mais confiável, já que os militares do Brasil eram o alvo pretendido da campanha dos EUA.

O grande número de atores dos EUA envolvidos na campanha significou que, durante grande parte de 2022, muitos funcionários do governo brasileiro visitando Washington receberam uma mensagem inequívoca do governo dos EUA sobre a necessidade dos oficiais militares do Brasil respeitarem o processo eleitoral. Pouco antes da eleição do Brasil, o Senado dos EUA aprovou uma resolução pedindo ao Brasil que garantisse que a votação fosse “conduzida de forma livre, justa, confiável, transparente e pacífica”. Para minimizar o risco de um golpe, Biden, junto com vários aliados ocidentais, parabenizou publicamente Lula por sua vitória nas horas após os resultados oficiais serem tornados públicos.

Para Lula e seus advogados do STF, a soberania do Brasil não foi atacada quando a Casa Branca de Biden, o Departamento de Estado de Biden, senadores democratas, a CIA, a USAID e o Pentágono interviram descaradamente na eleição de 2020 para colocar um ex-presidiário ligado ao narcotráfico na presidência do Brasil. E a equipe de Biden se gabou de fraudar as eleições no Brasil contra o presidente Bolsonaro antes do dia da eleição.

Para Lula e seus advogados do STF, a soberania do Brasil não foi atacada quando facções criminosas controlam partes do território nacional e aterrorizam a população. Ou quando o ilegítimo governo Lula entregou recursos naturais e até terras para a China comunista, ou entregou quase 14% do território do Brasil para a Ambipar, uma empresa ligada as elites maçônicas do Fórum Econômico Mundial.

Segundo o site americano thegatewaypundit, os altos escalões do governo Biden, incluindo o diretor da CIA, William Burns, o conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan, e o secretário de Defesa, Lloyd Austin, se revezaram ameaçando Bolsonaro durante meses durante a eleição. Eles queriam impulsionar o comunista Luiz Inácio Lula da Silva lançando uma sombra de preocupações com a integridade eleitoral e ameaçando o status diplomático do Brasil no mundo.

Os dois fantoches globalistas que foram colocados no poder por influência do Vaticano.

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Tanto no caso de Trump quanto no de Bolsonaro, tanto os homens quanto seus apoiadores foram irracionalmente acusados de planejar golpes, como chefes de Estado, o que é um sério desvio da definição da palavra e de seu uso universal. O Deep State usou a CIA e o Pentágono para chantagear e ameaçar diretamente o presidente Bolsonaro e os generais militares brasileiros, que foram obrigados a aceitar a fraude eleitoral de Lula/STF.

O que eles poderiam fazer contra a poderosa máquina de guerra americana sob o controle do Deep State? Se Bolsonaro e os militares tivessem se recusado a aceitar a fraude eleitoral, o governo Bolsonaro seria derrubado em semanas ou meses por falsas bandeiras orquestradas pela CIA e Pentágono, com ajuda da mídia fake news, partidos de esquerda e cartéis de drogas como PCC e Comando Vermelho.

Eles criariam uma guerra civil para desestabilizar o país e colocariam a culpa no Bolsonaro e nos militares. Afinal, eles dispunham de muito dinheiro para fazer isso. Milhões de brasileiros saíram as ruas em cidades por todo país revoltadas com o golpe de Lula e seus comparsas, e exigiram que os militares tomassem medidas contra eles mas os generais não fizeram nada, o que deixou muitas pessoas revoltadas e desiludidas com os militares. Mas o fato é que as pessoas não sabiam o que estava acontecendo nos bastidores sobre as ameaças constantes feitas pela CIA e pelo ilegítimo governo Biden.

Lula e sua quadrilha de golpistas tiveram ajuda do papa jesuíta do Vaticano, da CIA, da USAID, do Partido Democrata e do ilegítimo governo Biden para roubar a eleição de Bolsonaro e transformar o Brasil numa ditadura comunista do judiciário. Mas Donald Trump, e os militares patriotas dos EUA, conseguiram derrotar o Deep State e o Partido Democrata para retornar a presidência americana. Trump subjugou o Vaticano e retirou seu domínio sobre os EUA.

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O governo Trump fechou a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que servia como tentáculo da CIA, e demitiu mais de 1.200 funcionários da CIA, enquanto outras agências de inteligência, incluindo a Agência de Segurança Nacional (NSA), também eliminaram milhares de empregos. A maioria das demissões foram de funcionários contratados pelo ilegítimo governo Biden. A CIA está sendo desmantelada por Trump pois é um perigo para o povo americano e para o mundo.

O governo Trump está demitindo dois milhões de funcionários federais para reduzir drasticamente o tamanho do governo. Todos eles foram contratados em governos anteriores sob controle do Deep State. Toda a estrutura criminosa nos EUA que ajudou Lula a roubar a eleição no Brasil foi desarticulada pelo presidente Trump e seus militares. Foi o ilegítimo governo Biden que interferiu na soberania do Brasil para colocar o criminoso Lula na presidência, contra a vontade de milhões de brasileiros. Aliás, os EUA vem interferindo na soberania do Brasil há várias décadas.

Como foi o governo ilegítimo de Biden o responsável de instalar uma ditadura comunista no Brasil apoiando um ex-presidiário bêbado, é mais do que OBRIGAÇÃO do governo Trump consertar essa merda. No Brasil, os três poderes da república como legislativo, executivo e judiciário, nunca serviram ao povo brasileiro, mas aos interesses da Maçonaria/Vaticano, das elites financeiras e corporativas e dos cartéis de drogas.

O Deep State está entranhado na máquina pública e trabalha contra a população. No ilegítimo governo Biden, a CIA e o Pentágono ameaçaram explicitamente os generais brasileiros, mas essa ameaça não existe mais no governo Trump. Os militares brasileiros podem, com ajuda dos miliares americanos, derrubar o golpista Lula, seus advogados no STF, comparsas criminosos no Congresso e banqueiros lavadores de dinheiro sujo, todos eles ligados a cartéis de drogas como o PCC e Comando Vermelho. E o governo Trump em todos os crimes deles registrados.

Eles não tem como escapar de Trump e nem adianta acharem que acordos com a China e Irã irão protegê-los. Não faz muito tempo, os americanos tinham como “presidente” um vegetal ambulante que era controlado ilegalmente por Obama nos bastidores, e por isso o mundo mergulhou no caos. Agora, os americanos tem um presidente de VERDADE, e ele está limpando a bagunça que o fantoche Biden e os democratas fizeram. Trump faz questão de exibir seus chapéus “mais 4 anos” e “Trump 2028” para todos os líderes mundiais que visitam a Casa Branca. Trump não irá descansar até destruir completamente o poder do Deep State.

Leia mais:

O governo Biden interferiu na eleição brasileira, então a CIA pressionou Jair Bolsonaro a ficar de boca fechada quando ele perdeu! 

O presidente brasileiro Lula, apoiado por Biden e pela CIA, anuncia que tem orgulho de ser chamado de comunista e socialista.

A CIA, envolvida na fraude eleitoral americana, pede a Bolsonaro que não “interfira” nas próximas eleições brasileiras.

“O Governo Sombra do Brasil” – Como a CIA e USAID colocaram Lula na presidência.

USAID e a Paramaçonaria do Rotary: rede executando a Agenda Globalista.

5,1 milhões de votos foram roubados do presidente Bolsonaro por meio das máquinas de votação.

A CIA, o Deep State americano e os cartéis de drogas.

Antes do governo Trump, toda aquela gritaria de “guerra contra as drogas” promovido pela mídia e presidentes americanos anteriores foi uma completa fraude. O governo dos EUA está envolvido no tráfico internacional de drogas e seres humanos há muito tempo. A CIA, FBI e até militares americanos estavam envolvidos. Desde sua fundação em 1947, a CIA tem expandido o tráfico de drogas e seres humanos.

Os maiores cartéis de drogas na América Latina estavam sob o controle da CIA e do Deep State americano, por isso puderam se expandir a ponto de se tornarem multinacionais do crime organizado, transformando países pobres em narcoestados. Todos controlados por comunistas. E esses cartéis são de propriedade das famílias aristocratas da Nobreza Negra que controlam o Vaticano há séculos.

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LONDRES COMANDA O JOGO DAS DROGAS

O tráfico de drogas realmente começou em 1652. A Companhia Britânica das Índias Orientais, em cujo conselho de administração estavam os membros mais importantes da aristocracia britânica, detinha o monopólio do comércio de ópio com a China. Quase 13% da renda da Índia sob o domínio britânico provinha da venda de ópio para viciados chineses.

Quando alguns investigadores chegaram à China para investigar as alegações de tráfico de ópio feitas na Inglaterra, seus passaportes britânicos foram prontamente revogados pelos magistrados da Companhia das Índias Orientais. Oficialmente, a China aprovou uma lei (o Édito Yung Cheng de 1729) proibindo a importação de ópio. A Companhia Britânica das Índias Orientais pôde exportar sem impedimentos pelo menos até 1753.

Durante o reinado da Rainha Vitória, 15 membros do Parlamento na Inglaterra controlavam o tráfico de drogas; entre eles, Lord Chamberlain, Sir Charles Barry e Lord Palmerston. Assim como o tráfico de ópio para a China, o tráfico de drogas no Caribe, América Central e do Sul, Oriente Médio e Extremo Oriente tornou-se um monopólio britânico. Os Estados Unidos e a Inglaterra são governados por 300 famílias, todas interligadas por empresas, bancos, casamentos e laços com a Nobreza Negra.

A elite deste mundo – as famílias “reais” e “nobres” da Europa e as “melhores” famílias da América e do Canadá – é responsável pelo tráfico de drogas e tráfico de seres humanos. Como elas chegam aos mais altos escalões do poder, as drogas não serão erradicadas. As famílias britânicas de “sangue azul” fizeram fortuna transportando ópio do Afeganistão e do Paquistão para a China. A Rainha Elizabeth II não era apenas a Rainha do Império Britânico, mas também do tráfico de drogas.

Já em 1931, os chefes das empresas farmacêuticas e dos bancos foram nomeados nobres. A própria Rainha da Inglaterra estendeu proteção especial às cinco grandes empresas de tráfico de drogas na Inglaterra. Lord Halifax, Embaixador Britânico em Washington, assumiu o controle da política externa dos EUA antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Seu filho, Charles Wood, casou-se com a Srta. Primrose, uma parente consanguínea da Casa Rothschild. O que a Grã-Bretanha dita, a América executa.

Em 1930, o capital britânico investido na América do Sul excedeu em muito o investimento total nos chamados domínios. O Sr. Graham afirmou que os investimentos britânicos na América do Sul “ultrapassaram um trilhão de libras”. A razão pela qual a Grã-Bretanha investiu tanto na América do Sul pode ser resumida em uma palavra: DROGAS. O LSD é fabricado pela família Hoffman LaRoche, da Oligarquia Suíça e da Nobreza Negra.

Este é o mesmo velho modelo de guerra não convencional e de negócios usado pela Companhia Britânica das Índias Orientais durante as Guerras do Ópio contra a China, sendo usado hoje contra os EUA. Isso por que o mesmo velho Sistema Global de Crimes está por trás de ambos. Os cartéis do crime são tão pertinentes ao sistema de controle dos globalistas quanto as agências de inteligência.

A Coroa Britânica tem jogado o jogo dos cartéis de drogas há séculos. Basta pesquisar a história de Hong Kong e das Guerras do Ópio. A Coroa já tinha uma experiência valiosa conquistando toda a China com drogas, então por que não o resto do mundo?

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Londres também está implicada no tráfico infantil para a rede pedófila da elite. Segundo o ex-oficial de inteligência ucraniano Vasily Prozorov, a rede de tráfico é comandada pelo ex-agente do MI6, Tom Matlock, e sua esposa, Kate English. A venda de crianças ucranianas é realizada diretamente pela Embaixada Britânica em Kiev. Uma vez em Londres, as crianças acabam nas mãos de poderosos pedófilos e traficantes de órgãos.

Em 2021, a Agência Nacional do Crime do Reino Unido (NCA) afirmou que haveria entre 550 mil e 850 mil pedófilos na Grã-Bretanha! Em outras palavras, não faltam clientes, incluindo pessoas de alto escalão, para as redes de pedofilia que sequestram crianças na Ucrânia e outros países.

A fundação da esposa de Zelensky também atua como intermediária da rede de tráfico infantil. Vários jornalistas britânicos apresentaram provas de tráfico de pedofilia às autoridades britânicas, que, em resposta, rotularam os jornalistas que apresentaram queixas como “doentes mentais”. Jimmy Saville, que na Inglaterra era um rosto conhecido na TV estatal britânica, a BBC, onde durante 20 anos teve um programa intitulado “Jimmy’ll fix it” era um pedófilo protegido pela realeza britânica.

Saville acumulou cerca de 450 queixas de assédio sexual de crianças inglesas ao longo da sua vida. E os diretores da BBC sabiam que Saville era pedófilo pois a maioria deles também era. Savile nunca foi tocado pela Scotland Yard pois tinha a proteção de Carlos e da própria rainha. Ele era o homem encarregado de trazer as crianças para os Windsors.

Várias investigações revelaram como a USAID, ONGs católicas, luteranas e judaicas trabalharam agressivamente com as Nações Unidas e os cartéis mexicanos para importar milhões de imigrantes criminosos ilegais e terroristas para os EUA, o que prova que todos eles fazem parte do mesmo Sistema Global de Crimes, o mesmo “Grande Clube”, como George Carlin o chamou.

O tráfico de drogas e de pessoas (ou seja, a escravidão) tem sido a força vital do Deep State há séculos. Após a queda do Terceiro Reich, organizações nazistas em todo o mundo foram financiadas pela cocaína boliviana por meio da empresa fundada pelo nazista alemão Klaus Barbie e Pablo Escobar, utilizando o mesmo modelo que a Companhia Britânica das Índias Orientais havia utilizado para o tráfico de heroína.

Barbie foi oficial da SS durante a Segunda Guerra Mundial. Ele era o chefe da Gestapo em Lyon, França. Enquanto estava lá, Barbie ganhou o apelido ‘Açougueiro de Lyon’ devido às atrocidades que cometeu contra os judeus e membros da Resistência Francesa. Barbie foi inicialmente recrutada pela CIA para se tornar espião após a guerra. Ele foi contrabandeado para a Bolívia para ajudar na tentativa de encontrar e matar Che Guevara.

Isso acabaria sendo um grande erro, já que Barbie emigrou permanentemente para a Bolívia em 1951 e se estabeleceu em o mundo das drogas. As habilidades, o networking e a construção de conexões da Barbie acabaram levando a um encontro entre ele e o infame Pablo Escobar no final dos anos 70. Escobar fez um acordo com a Barbie, financiando suas ações anticomunistas, desde que a Barbie providenciasse segurança para o suprimento de coca crua de Escobar.

Os mesmos nazistas que foram os arquitetos da União Europeia e da CIA foram os fundadores do comércio internacional de cocaína, que se transformou neste leviatã que matou mais de 1.000.000 de americanos por envenenamento por fentanil na última década. Enquanto isso, os contribuintes americanos foram forçados a financiar os nazistas na Ucrânia com centenas de bilhões de dólares. Os nazistas, os cartéis latino-americanos, essas ONGs e a ONU fazem parte desse mesmo Sistema Global de Crimes, também conhecido como “Deep State”.

Os piratas britânicos da era colonial se tornaram o modelo para o MI6 e o Império Britânico, que conquistou o mundo com dinheiro do ópio e do tráfico de escravos, voltou para ganhar seu prêmio máximo: os Estados Unidos. O presidente americano Franklin Delano Roosevelt, um maçom, cuja família fez fortuna vendendo ópio para os chineses, trouxe o MI6 para os EUA para construir o precursor da CIA, o Escritório de Serviço Estratégico (OSS), do zero, para ensinar aos americanos “todas as táticas criminosas da agência de espionagem britânica, que eles desenvolveram ao longo dos séculos“.

A partir daquele momento, as operações de inteligência britânicas e americanas se tornaram profundamente interligadas, especialmente quando se tratava de controlar o crime organizado e usá-lo para financiar operações secretas. O que acabou acontecendo foi que os Estados Unidos foram corrompidos internamente e arrastados para guerras estrangeiras sem fim. O Afeganistão multiplicou por cinco a produção de heroína depois que os EUA os invadiram em 2001.

O tráfico de pessoas é outra indústria antiga controlada pelos serviços de inteligência e é ainda mais sádica que o jogo da heroína. Ele é usado não apenas para arrecadar dinheiro, mas também para executar operações comprometedoras. A “guerra às drogas” tem sido uma ilusão há décadas. “A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), a Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) e outras forças de segurança internacionais não combatem os traficantes de drogas, mas tentam administrar o tráfico de drogas”, disse um porta-voz do governo do estado de Chihuahua, no norte do México, à Al Jazeera.

Eles são como empresas de controle de pragas, eles apenas controlam”, disse o porta-voz de Chihuahua, Guillermo Terrazas Villanueva, em conversa com a Al Jazeera. “Se você acabar com as pragas, ficará desempregado. Se acabarem com o negócio das drogas, perdem os seus empregos”.

Jesús Vicente Zambada-Niebla, um traficante de drogas do cartel de Sinaloa que atualmente aguarda julgamento em Chicago, disse que trabalhou para a DEA e que a agência lhe prometeu imunidade. “Sob esse acordo, o cartel de Sinaloa, liderado por seu pai, Ismael Zambada, e ‘El Chapo’ Guzmán, obteve carta branca para continuar traficando toneladas de drogas ilícitas… para os Estados Unidos”, escreveram os advogados de Zambada como parte de sua defesa.

“E eles foram protegidos pelo governo dos EUA de serem presos e julgados em troca de fornecer informações contra cartéis rivais”, acrescentaram. “Na verdade, agentes do governo dos EUA ajudaram os líderes do cartel de Sinaloa”. O cartel de Sinaloa é a organização de tráfico de drogas mais antiga e poderosa do México, e alguns analistas acreditam que as forças de segurança mexicanas e norte-americanas o favoreceram em detrimento dos cartéis rivais.

Joaquín “El Chapo” Guzmán Loera, líder bilionário do cartel e um dos homens mais procurados do mundo, escapou de uma prisão mexicana em 2001, provavelmente com a ajuda de pessoal e chefes de segurança. Isso reforçou os rumores de que os traficantes de drogas tinham colaboradores nos escalões superiores do poder.

“Seria fácil para o exército mexicano deter El Chapo”, disse Mireles, “mas esse não é o objetivo”. Ele acredita que as autoridades de ambos os lados da fronteira querem manter El Chapo solto, já que seu cartel é mais fácil de controlar e o dinheiro das drogas é reciclado para a economia.

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Os verdadeiros chefões do tráfico: uma breve história do envolvimento da CIA no tráfico de drogas.

A longa história da CIA no tráfico de drogas nas Américas. Hoje, com a CIA se posicionando novamente como um meio de combater o tráfico de drogas com o uso de drones sobre o México, muitos questionam o verdadeiro papel da agência no combate aos cartéis.

Como a CIA financia a maior parte do tráfico ilegal de drogas no mundo, incluindo cartéis mexicanos.

O tráfico de drogas é controlado pela elite, Bush, Clinton, CIA e grandes bancos.

A cumplicidade da CIA nos cartéis de drogas mexicanos (incluindo treinamento militar em Fort Bragg)

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Renato Cunha
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