Segundo a propaganda, a Maçonaria é uma organização fraternal não religiosa e não política que ensina o autoconhecimento, a moralidade e a caridade, exigindo apenas a crença em um Ser Supremo, mas sem ditar um caminho religioso específico. Mas isso obviamente é só uma fachada para esconder os reais objetivos dos maçons. A Maçonaria teve um papel fundamental e devastador nas revoluções e guerras da Europa, Oriente Médio, EUA, Rússia, China, Ucrânia e outros países, que causou muitas mortes e destruição. O que um ex-presidente americano achava sobre a Maçonaria:

“Em consciência e sinceramente acredito que a Ordem Maçônica é, se não a maior, um dos maiores males morais e políticos que pesa sobre toda a União” 
John Quincy Adams, VI Presidente dos Estados Unidos
“Cartas sobre a Maçonaria”, 1833

Em seus primórdios, a Maçonaria era uma Ordem formada por protestantes e judeus que odiavam a repressiva Igreja Católica Romana, mas no século XIX a Maçonaria foi infiltrada pelos jesuítas Illuminati que passaram a controlá-la nas sombras. Devido à supressão da Ordem dos Jesuítas pelo Papa Clemente XIV em 1773, os Jesuítas deram início aos Illuminati da Baviera em 1º de maio de 1776 com um de seus soldados, Adam Weishaupt.

Os jesuítas Illuminati absorveram a Casa Judaica de Rothschild, criando um colosso de riqueza em todo o mundo. O Papa Inocêncio X disse em 1647: “Toda a riqueza da América do Sul está nas mãos dos jesuítas”. Weishaupt estabeleceu os Illuminat para ser uma organização de fachada atrás da qual os jesuítas pudessem se esconder. Os jesuítas usaram os Illuminati e a Maçonaria para realizar suas operações. Assim, as organizações de fachada seriam responsabilizadas pelos problemas causados pelos jesuítas.

O mundo seria um lugar bem melhor que se não existissem sociedades secretas como a Maçonaria, Ordem dos Jesuítas, Cavaleiro de Malta, Máfia e tantas outras organizações criminosas ligados ao Império Romano, ou seja, a Igreja Católica Romana cuja sede é o Vaticano. A Cabala Illuminanti (Maçonaria, Jesuítas e Vaticano) atrasou o desenvolvimento da humanidade em 500 anos.

O verdadeiro poder financeiro mundial não está em Roma. O verdadeiro poder vive na City de Londres, onde nem mesmo o rei ou a rainha da Inglaterra podem entrar sem primeiro pedir permissão. Não são os Rothschilds que dominam e comandam a Coroa, eles são a fachada que oculta os Jesuítas Illuminati. A Grã-Bretanha é o lar da Maçonaria e das potências ocultas internacionais sob controle dos Jesuítas Illuminati.

Segundo o ex-padre jesuíta Alberto Rivera, o Vaticano manipulou o mercador árabe Maomé (Muhammad) para criar o Islã no século VII, para destruir os Judeus e outros grupos de Cristãos, e séculos depois o Império Britânico, sob controle do Vaticano, criou e financiou o radicalismo islâmico.

Maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer. 1

Um membro da família Rothschild, Dame Hannah Rothschild, confirma publicamente que nenhum governo ou rei entra em guerra sem o apoio da família Rothschild por causa de quão influentes eles se tornaram. Ela diz que Mayer Amschel Rothschild (1743 – 1812) enviou seus cinco filhos às capitais da Europa para assumir o controle do sistema bancário internacional. Ela acrescenta que os cinco irmãos se comunicavam entre si usando pombos.

Na Enciclopédia Judaica está escrito que os Rothschild possuem o título “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. E quem imaginaria que uma família judia administraria a imensa riqueza da Igreja Católica? Foi a riqueza dos jesuítas que apoiou os empreendimentos dos Rothschild e também é a verdadeira fonte da aparente riqueza dos Rothschilds. Essa família bancária serve de fachada para o jesuítas. Os Rothschild e seus agentes Rockefeller financiaram as duas guerras mundiais.

A Maçonaria e as três guerras mundiais.

O General Albert Pike (1809-1891) foi um jurista democrata, maçom do 33º grau, fundador do grupo racista Ku Klux Klan e ocultista luciferiano que atuou na Suprema Corte do Arkansas durante o final da Guerra Civil. Albert Pike foi um servo fiel do Império Britânico, o que fazia dele um traidor do povo americano e foi chamado de “Papa da Maçonaria Americana”. Quando questionado sobre o direito de voto aos afro-americanos, Pike (membro da KKK) disse: “A raça branca, e somente essa raça, governará este país. É a única apta a governar, e é a única que governará.”

Albert Pike ingressou na Maçonaria em 1850 e em 1859 se tornou Grão-Mestre do Antigo e Aceito Rito Escocês para a Jurisdição Sul dos EUA, um cargo de grande influência e importância dentro da Maçonaria. Ele reorganizou e refinou os rituais do Rito Escocês, do 4º ao 33º graus, e sua obra “Moral e Dogma” estabeleceu as bases filosóficas desses rituais.

Se os mais experientes em história americana certamente já ouviram falar dos atos sangrentos do general Albert Pike, infelizmente poucos estão cientes de sua obsessão fanática pelo esoterismo satânico cultivado na Maçonaria americana, descendente do Rito Escocês, e menos ainda sabem que ele fundou a organização racista Ku Klux Klan, mas, em vez de infâmia eterna, ganhou uma grande estátua.

O Memorial Albert Pike de Gaetano Trentanove foi erguido em Washington, DC, em 1901. Nesta estátua de bronze para pedestres, o General Pike é mostrado em trajes civis e apresentado como um líder maçônico e não como um militar. Pike tem 3,5 metros de altura sobre um alto pedestal de granito.

Abaixo de seus pés, mais ou menos na metade da face oeste do pedestal, sentada em uma saliência está a alegórica Deusa da Maçonaria, segurando a bandeira do Rito Escocês. Pike segura um livro na mão esquerda. Pike foi o único general confederado a ser homenageado em Washington, DC. A estátua gerou polêmica desde que foi instalada pela primeira vez.

Isso porque suas façanhas remontam a uma época em que a análise crítica das atividades dos chamados “maçons livres” era estritamente proibida, ou desacreditada do ponto de vista histórico, visto que os seguidores mais fervorosos das sociedades secretas de diversas obediências rituais estiveram entre os defensores do Risorgimento e da Unificação da Itália, a começar pelo indignado conspirador internacional Giuseppe Mazzini, unido a Pike pela irmandade maçônica, estima mútua e por projetos de criação de lojas maçônicas ocultistas e elitistas, com o objetivo de difundir o ideal suprematista de uma Nova Ordem Mundial.

A “Carta” sobre as três guerras mundiais que Albert Pike enviou a Giuseppe Mazzini 43 anos antes da Primeira Guerra Mundial, em 1871, é bastante interessante e digna de nota.

A Primeira Guerra Mundial durou quatro anos, de 28 de julho de 1914 (início com a invasão da Sérvia) a 11 de novembro de 1918 (fim com o armistício alemão), totalizando mais de quatro anos de conflito global, também conhecida como a Grande Guerra, envolvendo as principais potências mundiais e deixando um saldo de milhões de mortos e feridos.

A Segunda Guerra Mundial foi um conflito militar que se iniciou no dia 1º de setembro de 1939 e terminou com a rendição do Japão em 2 de setembro de 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo, incluindo todas as grandes potências, organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo, deixando um saldo de milhões de mortos e feridos.

Essas duas guerras mundiais foram financiadas pelos banqueiros maçons Rothschild e Rockefeller, servos do Império Britânico e do Vaticano, para criar o pretexto perfeito para a fundação das Nações Unidas (ONU) em 24 de outubro de 1945, após o fim da Segunda Guerra,  e do Estado sionista de Israel em 14 de maio de 1948.

E não podemos nos esquecer da guerra pandêmica do Covid onde a Maçonaria promoveu ativamente as vacinas tóxicas.  Poucos sabem que a ideia de vacinas foi apresentada pelo maçom britânico Edward Jenner em 1796. O tempo passa, mas os vínculos entre a Maçonaria e o envenenamento da população com vacinas tóxicas permanecem inalterados

O Instituto Rockefeller causou a “Gripe Espanhola” que matou 100 milhões em 1918-19. E a  Fundação Rockefeller revelou em 2010 um plano intitulado Operação Lockstep, que basicamente é o manual da pandemia do Covid. Os Rockefeller criaram a máfia da indústria farmacêutica e financiaram as duas guerra mundiais.

Leia mais: ‘Vacinas Contra’ a COVID foram “Projetadas para Causar Lesões” e reduzir a fertilidade.

Maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer. 2

Hoje, felizmente, há um número crescente de estudiosos da historiografia que estão implementando um revisionismo meticuloso dos últimos três séculos, observando o papel fundamental e devastador desempenhado pela Maçonaria nas revoluções e guerras na Europa e no mundo todo. Assim, torna-se mais fácil reler os eventos do passado com transparência e decifrar as tramas que, como teias de aranha, envolveram inúmeras áreas da vida social em uma repetida conexão internacional.

“Albert Pike, apelidado de “o diabo do século XIX”, era obcecado pela ideia de supremacia mundial. Quando se tornou maçom do 33º grau e chefe dos Illuminati do Arkansas, ele arquitetou um plano para assumir o controle do mundo por meio de três guerras mundiais e outras grandes revoluções”, segundo o estudioso Juri Lina em seu livro “Arquitetos da Decepção: A História Oculta da Maçonaria”.

Anton Chaitkin, um historiador e ativista político, argumenta que Albert Pike foi um dos fundadores e o principal oficial judicial da Ku Klux Klan, uma organização terrorista que visava suprimir os direitos dos negros recém-libertados após a Guerra Civil Americana. Chaitkin conecta as atividades de Pike dentro do Rito Escocês da Maçonaria a uma facção “racista-imperialista-britânica” que ele alega ter trabalhado contra os ideais republicanos dos EUA e promovido as ideologias de supremacia branca dos britânicos.

A correspondência entre Albert Pike e Giuseppe Mazzini

Albert Pike foi chamado de “Papa da Maçonaria Americana” e entrou para a história não só por compartilhar os ideais do maçom italiano Giuseppe Mazzin (1805-1872), mas também por sua veneração satânica. “Nascido em 1809 em Boston, tornou-se um dos advogados mais famosos do Sul. Dizia-se que Pike conseguia ler e escrever em 16 idiomas diferentes, mas ele é amplamente acusado de plágio, então considere essas informações com cautela. Pike ingressou na Maçonaria em 1850 e, em 1859, tornou-se Grão-Mestre do Antigo e Aceito Rito Escocês, ou seja, o chefe supremo da Maçonaria Americana”, segundo o estudioso Juri Lina.

O italiano Giusseppe Mazzini (1805-1872), foi um maçom do 33º grau do Rito Escocês. Após a morte de Adam Weishaupt, o fundador dos Illuminati, em 18 de novembro de 1830, Mazzini foi nomeado chefe da organização em 1834. Em 1860, Giuseppe Mazzini formou uma organização chamada Oblonica, nome derivado do latim “abobelus”, que significa “eu chamo com um punhal”. Dentro desse grupo, ele estabeleceu um círculo interno chamado Máfia.

Foi a essa quadrilha de criminosos que Mazzini deu o nome de Máfia, um acrônimo para Mazzini, Autorizza, Furti, Incendi e Avvelengmenti. Conhecidos como Mafiosi, eles eram autorizados por Mazzini a cometer roubos, incêndios criminosos e assassinatos. Foi essa organização que chegou aos Estados Unidos durante a década de 1890, com o início da imigração italiana.

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Durante sua liderança, Mazzini aliciou Albert Pike para os Illuminati. Pike era fascinado pela ideia dos maçons globalistas britânicos de um governo mundial único e, quando solicitado por Mazzini, prontamente concordou em escrever um tratado ritualístico que guiaria a transição de um maçom comum de alta patente para um maçom Illuminati de alto escalão (33º grau).

Como Mazzini também queria que Pike liderasse a filial americana dos Illuminati, ele claramente o considerava digno de tal tarefa.  A intenção de Mazzini era que, uma vez que um maçom tivesse subido na hierarquia da Maçonaria e provado seu valor, os membros de mais alta patente lhe ofereceriam a adesão à secreta “sociedade dentro da sociedade”.

É por essa razão que a maioria dos maçons nega veementemente as intenções malignas de sua fraternidade. Como a grande maioria dos maçons nunca alcançará o 30º grau, eles não teriam conhecimento do verdadeiro propósito da Maçonaria. São os “Príncipes da Maçonaria”, os maçons acima do 30º grau, que causam todo tipo de terrorismo e revoluções comunistas no mundo.

Seu símbolo é a águia bicéfala. O lema do grau 33 é Ordo ab Chao – Ordem a partir do Caos. Ao criar o caos, eles mantêm as coisas em ordem, em sua ordem.

“Ordo ab Chao” acima da águia bicéfala de grau 33 pousada sobre uma espada.

Os verdadeiros autores do comunismo, nazismo e fascismo: os jesuítas. 3

Os Illuminati são os jesuítas, não há diferença alguma, apenas semântica. Eles trabalham através dos maçons e sua influência está em todo o mundo usando suas lojas alternativas e sociedades secretas que se configuram de forma compartimentada para que ninguém em nenhum estágio saiba o que está acontecendo não apenas nos outros estágios ou níveis, mas não possa acessar a visão maior nos níveis superiores.

A compartimentação da Cabala Illuminati funciona como as camadas de uma cebola. Cada camada representa aqueles que recebem informações e ordens para desempenhar uma tarefa ou função específica. É um ambiente altamente compartimentado, já que muitos membros da elite que acreditam estar por dentro de tudo, podem presumir que não existem níveis hierárquicos superiores a eles, pois também trabalham apenas com base no que precisam saber. Esse foi o caso de Albert Pike e Giusseppe Mazzini.

Todos os governos nada mais são do que um enorme conjunto de conspirações, umas em cima das outras, como as camadas de uma cebola, todas compartimentadas a tal ponto que um nível não sabe o que está realmente acontecendo nos outros. Somente aqueles que estão no topo da hierarquia da Cabala Illuminati, no centro da cebola, sabem tudo o que está acontecendo e a maioria deles não são humanos, são os Reptilianos Kingu e os Etorthans de Orion.

Eu acredito que o plano das três guerras mundiais relatada na carta entre Albert Pike e Giusseppe Mazzini tenha sido orquestrada por outros bem acima deles na hierarquia maçônica, os jesuítas Illuminatti. E acima dos jesuítas e aristocratas europeus, que servem de portais orgânicos dos Reptilianos Kingu, estão os Etorthans de Orion, os mestres supremos das sociedades secretas da Cabala Illuminati. As agendas anti-humanas da Cabala são orquestradas por seres não humanos.

Em 1871, Pike publicou o manual maçônico de 861 páginas conhecido como “Moral e Dogma do Antigo e Aceito Rito Escocês da Maçonaria”.

“Devemos permitir que todas as federações continuem como estão, com seus sistemas, suas autoridades centrais e seus diversos modos de correspondência entre os altos graus do mesmo rito, organizados como estão atualmente, mas devemos criar um super-rito, que permanecerá desconhecido, para o qual convocaremos os maçons de alto grau que selecionarmos. Com relação aos nossos irmãos na Maçonaria, esses homens devem jurar o mais estrito sigilo. Através deste rito supremo, governaremos toda a Maçonaria, que se tornará o único centro internacional, ainda mais poderoso por sua direção ser desconhecida.” Alberr Pike

Houve correspondências entre Albert Pike, Giuseppe Mazzini e um membro do Comitê Revolucionário Internacional de Londres, uma organização colocada sob a direção de outro maçom de alto escalão, Henry John Temple, conhecido como Lord Palmerston (primeiro-ministro britânico de 1855-1858, 1859-1865), que supervisionou a Primeira Guerra do Ópio da Grã-Bretanha (1839-1842) como chefe do Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha e a Segunda Guerra do Ópio (1856-1860) como primeiro-ministro britânico contra a China.

Lord Palmerston vinculou seu nome à política imperial inglesa da época, desde a guerra do ópio até a disputa sobre o enxofre com os monarcas Bourbons, que deu origem à inimizade que justificou o financiamento inglês da Unidade da Itália, idealizada pelas seitas revolucionárias Giovine Italia e Giovine Europa de Giuseppe Mazzini.

Em 1870, Mazzini, juntamente com Lord Palmerston, Otto von Bismarck e Albert Pike, todos maçons do 33º grau do Rito Escocês, concluíram um acordo para criar um rito supremo universal da Maçonaria que se sobreporia a todos os outros ritos. O Rito Palladiano, também conhecido como Palladismo, era o ápice do poder maçônico, uma aliança internacional para incorporar as Grandes Lojas, o Grande Oriente, os noventa e sete graus de Memphis e Misraim de Cagliostro, também conhecido como Rito Antigo e Primitivo, e o Rito Escocês, ou Rito Antigo e Aceito.

O General da Guerra Civil, Albert Pike, era o Soberano Comandante Grão-Mestre do Supremo Conselho da Maçonaria do Rito Escocês em Charleston, Carolina do Sul, e fundou a Ku Klux Klan (KKK) após a guerra no Tennessee para impedir que os negros recém-libertos votassem. Com seus rituais e trajes ocultistas e satânicos, a KKK queimava e torturava negros e brancos pró-EUA. A sede nacional da KKK ficava na cidade de Memphis (Mênfis), onde seus líderes, Albert Pike e Nathan B. Forrest, moravam e frequentavam a loja maçônica juntos. Mênfis foi fundada por maçons e seu nome vem de uma cidade egípcia que foi fundada pelo faraó Menés.

O Rito Palladiano é definido pela enciclopédia Larousse como “culto a Satanás Lúcifer”, isto é, a Satanás considerado como o Anjo da Luz, o deus humano e benéfico, era uma sociedade teúrgica secreta, desconhecida até mesmo dos maçons de alto grau e, portanto, composta apenas por “eméritos”. De preferência, eram admitidos os Cavaleiros Kadosh, o 30º grau do Rito Escocês, ou graus equivalentes do rito egípcio de Memphis-Misraim; o nome aceito pelo Rito Paladium era o de Re-Teurgisti Ottimati, enquanto as lojas eram chamadas de Triangoli.

A hierarquia palladiana tinha três graus: Kadosh Paladium, Hierarca Paladium e Mago Eleito. O palladismo estava acima dos Supremos Conselhos formados pelos expoentes do 33º grau do Antigo e Aceito Rito Escocês e, a partir dessas posições, descia para os graus inferiores por sucessivas infiltrações. A origem do “Novo e Reformado Rito Palladiano” foram Albert Pike e Giuseppe Mazzini.

Duas cartas são de grande importância: a que Mazzini enviou a Pike em 22 de janeiro de 1870 e a de Pike para Mazzini, datada de 15 de agosto de 1871. A maioria dos historiadores concorda que essa correspondência está preservada nos arquivos secretos da Temple House, sede do Rito Escocês de Washington, mas a consulta é proibida. A carta do General do Sul, escrita em 15 de agosto de 1871, foi exposta apenas uma vez, na Biblioteca do Museu Britânico, em Londres.

Lá, um oficial naval canadense, o Comodoro William Guy Carr (presente como consultor dos Estados Unidos na Conferência de São Francisco de 26 de junho de 1945), tomou conhecimento do caso, anotando diversas informações que lhe permitiram publicar um resumo no livro “Peões no Jogo” (Pawns in the Game) publicado em 1958. Segundo a reconstrução feita pelo Comodoro Carr em seu livro, Pike responde a Mazzini em 15 de agosto de 1871, anunciando que, ao final de três guerras mundiais, aqueles que aspiram ao Governo Mundial causarão uma devastação nunca antes vista.

Segue abaixo uma carta que, segundo especulações, o maçom americano Albert Pike escreveu ao maçom italiano Giuseppe Mazzini em 1871, referente a uma conspiração envolvendo três guerras mundiais planejadas numa tentativa de dominar o mundo.

A carta de Albert Pike para Giuseppe Mazzini esteve em exposição na Biblioteca do Museu Britânico em Londres até 1977. Vários sites da internet afirmam que esta carta está guardada na Biblioteca Britânica, em Londres, o que a biblioteca nega.

  • Giuseppe Mazzini foi um líder revolucionário italiano de meados do século XIX, além de diretor dos Illuminati.
  • Albert Pike (figura histórica da Maçonaria) é um Grão-Mestre Ocultista Maçom do 33º grau e criador da Jurisdição Sul da Ordem Maçônica do Rito Escocês.

Seguem abaixo trechos da carta, aparentemente mostrando como três guerras mundiais foram planejadas por muitas gerações.

“A Primeira Guerra Mundial deve ser desencadeada para permitir que os Illuminati derrubem o poder dos Czares na Rússia e transformem aquele país em uma fortaleza do comunismo ateu. As divergências causadas pelos ‘agentes’ dos Illuminati entre os impérios britânico e germânico serão usadas para fomentar essa guerra. Ao final da guerra, o comunismo será construído e usado para destruir os outros governos e enfraquecer as religiões.”

“A Segunda Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando-se das diferenças entre os fascistas e os sionistas políticos. Essa guerra deve ser desencadeada para que o nazismo seja destruído e o sionismo político se fortaleça o suficiente para instituir um Estado soberano de Israel na Palestina. Durante a Segunda Guerra Mundial, o comunismo internacional deve se fortalecer o suficiente para equilibrar a cristandade, que então seria contida e mantida sob controle até o momento em que precisaríamos dela para o cataclismo social final.”

“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando-se das diferenças causadas pela ‘agência’ dos ‘Illuminati’ entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. A guerra deve ser conduzida de tal forma que o Islã (o mundo árabe muçulmano) e o sionismo político (o Estado de Israel) se destruam mutuamente.”

“Entretanto, as outras nações, mais uma vez divididas sobre esta questão, serão obrigadas a lutar até o completo esgotamento físico, moral, espiritual e econômico… Libertaremos os niilistas e os ateus, e provocaremos um formidável cataclismo social que, em todo o seu horror, mostrará claramente às nações o efeito do ateísmo absoluto, origem da selvageria e da mais sangrenta turbulência.”

“Então, em todos os lugares, os cidadãos, obrigados a se defenderem da minoria mundial de revolucionários, exterminarão esses destruidores da civilização, e a multidão, desiludida com o cristianismo, cujos espíritos deístas ficarão a partir desse momento sem bússola ou direção, ansiosa por um ideal, mas sem saber onde prestar sua adoração, receberá a verdadeira luz através da manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, finalmente trazida à luz do público.”

“Essa manifestação resultará do movimento reacionário geral que se seguirá à destruição do cristianismo e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados simultaneamente.”

Leia mais: Maçonaria e Satanismo: Uma História de Albert Pike

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O estado de Israel foi criado pelo Império Britânico para ser destruído numa Terceira Guerra Mundial com os países muçulmanos do Oriente Médio. A população israelense seria sacrificada como gado pelas elites satânicas que controlam Israel. Os maçons satanistas se escondem por trás da fachada de líderes religiosos e políticos judeus, cristãos e muçulmanos.

Benjamin Netanyahu de Israel e seu “inimigo” Ali Khamenei do Irã são maçons satanistas enganando a população de seus países. Ambos são servos do Império Britânico e dos jesuítas do Vaticano.

Maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer. 7

Este documentário investiga o silenciamento por trás do desenvolvimento secreto do arsenal nuclear de Israel. Desde urânio roubado dos EUA e acordos secretos de armas nucleares com a França maçônica, até à cumplicidade dos EUA e à ameaça tácita da “Opção Sansão”, e como Israel evitou todas as leis internacionais destinadas a prevenir a proliferação nuclear.

Enquanto o Irã é vilipendiado por uma bomba que não possui, Israel está armado, irresponsável e intocável. Esta é a história de como os sionistas de Israel conseguiram a bomba nuclear e como o governo americano deixou isso acontecer. Israel fabricou mais de 200 bombas nucleares e pretende usá-las para iniciar a Terceira Guerra Mundial. O Estado terrorista de Israel foi criado pelos globalistas britânicos e é controlado por judeus sionistas, e ambos são maçons satanistas.

Leia mais: MAÇONARIA E SIONISMO. “Cataclismos” apocalípticos da Sinagoga de Satanás: Genocídios na Palestina e pandemia planejada para vacinas letais.

Após a morte de Mazzini em 11 de março de 1872, Pike nomeou Adriano Lemmi (1822-1896, maçom do 33º grau), um banqueiro de Florença, Itália, para dirigir suas atividades subversivas na Europa. Lemmi era um apoiador do revolucionário Giuseppe Garibaldi e pode ter sido ativo na Sociedade Luciferiana fundada por Pike. Lemmi, por sua vez, foi sucedido por Lenin e Trotsky, e depois por Stalin. As atividades revolucionárias de todos esses homens foram financiadas por banqueiros internacionais britânicos, franceses, alemães e americanos, todos eles serviam a Casa Rothschild.

Porque não existe um dia de lembrança para todos os crimes cometidos pelos bolcheviques Lenin, Trotsky e Stalin contra milhões de cristãos, e por que os jovens não aprendem quem financiou e apoiou a criação da URSS? Alguns fatos, distorcidos, são repetidos incessantemente. Outros são enterrados e silenciados.

Entre 1859 e 1871, Pike elaborou um plano militar para três guerras mundiais e várias revoluções em todo o mundo, que ele considerava que levariam a conspiração à sua fase final no século XX. Se a Maçonaria é simplesmente uma organização fraternal e beneficente, por que existe uma obsessão fanática por segredos, rituais ocultistas e a construção de um governo mundial controlada por uma elite de aristocratas?

Todas as sociedades secretas e fraternidades são grupos satânicos que perturbam a tranquilidade pública e a ordem estabelecida. Desde o início do Império Britânico, a Maçonaria sempre esteve presente em sua história. A Maçonaria Organizada foi fundada em 24 de junho de 1717, quando quatro lojas de Londres se uniram na Goose and Gridiron Ale House, no cemitério de St. Paul, formando a primeira Grande Loja do mundo.

Hoje, a Maçonaria inglesa é uma vasta rede global que abrange cinco continentes e compreende aproximadamente 240 lojas filiadas sob a jurisdição da Grande Loja da Inglaterra. Através de suas lojas filiadas, a Grã-Bretanha obtém a capacidade de influenciar secretamente os países onde elas estão localizadas. O amplo alcance da influência explica a conexão da Grande Loja da Inglaterra com os serviços de inteligência britânicos. A conexão é tão profunda que é difícil saber onde a loja termina e a inteligência começa.

Outro motivo para a cooperação da Maçonaria com os serviços secretos é o voto maçônico de silêncio: “Os agentes são selecionados de acordo com certos critérios, entre os quais a capacidade de guardar segredos é fundamental. É por isso que os maçons têm uma vantagem quando se trata de promoção a cargos de liderança.” Assim, as lojas filiadas da Grande Loja da Inglaterra atuam, na verdade, como condutos da influência britânica e centros de atividade para os serviços de inteligência britânicos.

A Maçonaria Britânica é uma organização elitista, internacionalista e subversiva que trabalha para os interesses das elites financeiras e corporativas, e não para o povo. O objetivo secreto da Maçonaria é destruir a soberania da nações, através de revoluções orquestradas por maçons, e arrastá-las para um governo mundial maçônico sob controle do Império Britânico, o criador do globalismo. O Império Britânico espalhou a Maçonaria Organizada por várias nações com essa intenção.

Nenhum país pode ser realmente soberano se aceitar lojas maçônicas e os jesuítas em seu território. A farsa da democracia liberal foi criada por maçons britânicos para derrubar os monarcas que se opunham aos interesses da Coroa Britânica. Os monarcas derrubados por revoluções internas foram substituídos por políticos fantoches da Maçonaria. Foi isso que fizeram no Brasil e outros países.

Os chefes da máfia do crime organizado maçônico estão habilmente disfarçados de “funcionários públicos eleitos legitimamente” por meio de eleições fraudadas/falsas.

JOVEM MAÇONARIA

No século XIX, a Maçonaria era uma importante força supranacional, e a classe dominante britânica a utilizava ativamente para implementar seus planos de política externa. Assim, na década de 1830, Lord Palmerston e seu agente italiano Giuseppe Mazzini criaram uma rede de lojas subversivas por toda a Europa continental, conhecida como Jovem Maçonaria. O maçom da Grande Loja da Inglaterra, Henry Palmerston, que serviu como Ministro das Relações Exteriores e depois como Primeiro-Ministro, procurou transformar a Grã-Bretanha em um império mundial.

Lord Palmerston estava empenhado em uma campanha para tornar Londres o centro indiscutível de um novo Império Romano mundial, e conquistar o mundo da mesma forma que os britânicos conquistaram a Índia, reduzindo todas as outras nações ao papel de fantoches, clientes e bodes expiatórios da política imperial britânica. Lord Palmerston afirmou que, onde quer que um súdito britânico vá no mundo, ele pode desrespeitar as leis, com a certeza de que a frota britânica o apoiará. “Civis Romanus sum, todo britânico é cidadão desta nova Roma”, bradou Lord Palmerston, e com isso, o império universal foi proclamado.

No entanto, Lord Palmerston foi impedido pelas monarquias europeias, que ele planejava esmagar, apoiando-se em movimentos revolucionários nacionais. De acordo com seu plano, o lugar das monarquias derrubadas pelos maçons seria ocupado por democracias liberais maçônicas como instrumentos maleáveis de Londres. A democracia liberal é a forma de governo mais conveniente para a Maçonaria com seus falsos “representantes do povo” para enganar as massas ingênuas.

Leia mais:

Quem é o verdadeiro “poder oculto” por trás da democracia liberal?

O Império Britânico usou a Maçonaria para se infiltrar e controlar o Brasil e outros países?

Maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer. 8

É muito conveniente que a Maçonaria Organizada tenha sido fundada em 1717 quando quatro lojas maçônicas de Londres se uniram. A Maçonaria serve aos interesses da família real britânica e do Vaticano e foi espalhada pelo mundo pelo Império Britânico. Ela é o Cavalo de Tróia da família real britânica para se infiltrar em todos os países e controlá-los.

Webster G. Tarpley, em seu artigo “O Zoológico Humano Multicultural de Lord Palmerston“, Detalha o plano:

“Após 1815, os franceses, em geral, tornaram-se ferramentas dóceis de Londres. Mas na Europa Central e Oriental, havia o Império Austríaco do Príncipe Metternich, uma potência territorial muito forte. Havia a vasta Rússia Imperial, sob o autocrata Nicolau I ou o reformador Alexandre II. Havia o Reino da Prússia. Para que a Grã-Bretanha governasse o mundo, a Santa Aliança da Áustria, Rússia e Prússia precisava ser desmantelada. Há também a questão do desmembramento do Império Otomano. A partir da Revolução Grega de Lord Byron, na década de 1820, a política britânica tem sido jogar a carta da libertação nacional contra cada um desses impérios rivais.”

A revolução iminente foi planejada e financiada pelo maçom da Grande Loja da Inglaterra, Lord Palmerston, e implementada pelo agente britânico, o maçom do Grande Oriente Giuseppe Mazzini. O motor da revolução foi a rede de lojas subversivas criada por Mazzini, que incluía a Jovem Itália. Jovem Alemanha, Jovem Polônia e a Jovem Europa. Os recrutas “jovens” eram treinados em métodos subversivos, incluindo táticas de terror e o uso de dinamite. Eles eram conhecidos como anarquistas e niilistas. Sua missão era espalhar a revolução na Europa sob a liderança de Mazzini.

O centro dessa atividade subversiva era Londres. Webster Tarpley descreve a reação dos monarcas europeus à transformação da capital britânica em um refúgio para revolucionários e escória criminosa provenientes de todos os cantos da Europa:   “Leopoldo de Saxe-Coburgo-Gota, agora rei da Bélgica, tem reclamado à sua sobrinha, a rainha Vitória, que em Londres se mantém uma espécie de coleção de Kossuths, Mazzinis, Legranges, Ledru-Rollins, etc. … para serem soltos ocasionalmente no continente, tornando impossível a sua paz e prosperidade.” 

O jornalista italiano Cesare Sacchetti escreveu algumas coisas sobre a verdadeira natureza da democracia liberal maçônica:

A Maçonaria constitui um Estado dentro do Estado, o chamado Deep State, pois esta sociedade secreta exige que seus “irmãos maçons” sigam as diretrizes da Maçonaria mesmo quando estas entram em conflito com as do Estado. A natureza da Maçonaria é irremediavelmente subversiva e trabalha para os interesses das elites financeiras e corporativas, e não para o povo.”

“A democracia liberal se baseia no princípio anárquico e maçônico de “faça o que quiser”. Para expelir esse veneno, devemos começar com o princípio cristão de nunca violar a lei natural, que é o que distingue os homens das bestas.”

“Os maçons estão presentes em todos os partidos políticos e no judiciário. A democracia não é o governo do povo. É o governo da Maçonaria. A Maçonaria adora a democracia porque a democracia nada mais é do que a ditadura dos maçons. Não importa qual partido emerja das urnas pois a política que ele levará adiante será sempre e somente aquela decidida pelos verdadeiros mestres da democracia, que estão nos bastidores.”

“Os verdadeiros mestres são os poderes financeiros e corporativos maçônicos que gerem ambos os lados políticos, fingindo se opor e se controlar, quando, na realidade, ambos são manipulados pelos mesmos marionetes. A essência da democracia é, portanto, garantir secretamente o poder absoluto às hierarquias financeiras que operam longe dos holofotes.”

“A democracia liberal é uma máquina infernal. Foi concebida precisamente para encorajar o governo dessa sociedade secreta, que nos bastidores, controla a oferta política e garante que os fundos necessários para empreender uma carreira política cheguem apenas aos homens que estão ao serviço da Maçonaria.”

“Para os democratas liberais, a democracia, seu amado sistema, só deve ser exaltada quando produz o resultado que desejam: uma falsa oposição entre partidos geridos pelos próprios liberais. Assim que esse resultado não se materializa, a democracia se transforma em “ditadura”. O liberal é realmente o pior hipócrita que a história já viu. É escrito como democracia liberal, mas é lido como Maçonaria.”

“Esses são os verdadeiros mestres da democracia liberal, um sistema político concebido por pensadores iluministas como Voltaire, Rousseau e Montesquieu, todos eles maçons. A Maçonaria ama a democracia liberal e não é uma paixão sem lógica, mas sim uma paixão que escolheu tal sistema porque é o melhor aos olhos daqueles poderes ocultos que querem controlar uma nação e os seus governantes nas sombras. Em uma democracia, quem é dono do capital está no comando.”

“O presidente dos Estados Unidos não foi, de fato, durante muito tempo o presidente da sua nação, mas o representante dos círculos globalistas e maçônicos que escolheram com bastante antecedência quem deveria chegar á Casa Branca e quem deveria tornar-se o líder daquela nação, escolhido por estes círculos para arrastar o mundo para o governo mundial maçônico, tanto desejado pelas elites maçônicas das finanças mundiais, como os Rockefeller, Rothschild, Coroa Britânica e Vaticano.”

“Foram as chamadas democracias liberais que deram origem à ditadura mais repressiva da história, aquela em que milhões de pessoas foram proibidas de deixar suas casas ou sair para trabalhar, por causa de um vírus que até hoje não conseguiram provar que existe, ou sem apresentar um passaporte racial de vacinação. As pessoas foram privadas até do direito de respirar livremente quando foram obrigadas pelas autoridades corruptas a colocar uma máscara de pano no rosto.”

Em 27 de abril de 1961, John Fitzgerald Kennedy proferiu seu famoso discurso, no qual afirmou sua completa oposição às “sociedades secretas” e aos “juramentos secretos”. O liberalismo governa por meio de uma rede de sociedades secretas, como a Maçonaria e suas diversas ramificações. Para libertar a sociedade desse nódulo elitista oculto, será inevitavelmente necessário passar da proibição da Maçonaria em todas as instituições públicas para a proibição até mesmo de lojas, devido à sua natureza intrinsecamente subversiva. Os ensinamentos de JFK são mais relevantes do que nunca hoje. É aqui que devemos recomeçar. Devemos recomeçar com a guerra contra as sociedades secretas, que são os verdadeiros governantes ocultos da democracia liberal.”

A Polícia Metropolitana do Reino Unido atualizou sua política de verificação em 11 de dezembro de 2025 para que os maçons que se candidatam ou estão dentro da força policial existente devem revelar sua lealdade passada e presente à “sociedade secreta”, pois é um conflito de interesses quando uma organização hierárquica que exige que seus membros apoiem e protejam uns aos outros intervenha no processo de justiça investigativa.

Eles acreditam que essa medida é vital para restaurar a confiança pública na força policial à luz de um histórico de alegações de corrupção maçônica que remonta à Operação Tibério. A Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE) solicitou uma liminar de emergência do Tribunal Superior para revogar a implementação da nova política de divulgação maçônica da polícia em 17 de dezembro de 2025 e, em 29 de dezembro de 2025, solicitaram uma liminar de emergência para suspender a política.

Eles alegam que isso é “injusto” com base na discriminação religiosa, o que implica que admitem que são um culto luciferiano. Na realidade, os maçons britânicos estão em pânico que seja revelado publicamente que uma porcentagem significativa de seus policiais são membros de uma sociedade secreta que pratica rituais de magia negra. Então todos eles, policiais, políticos, juízes, advogados e promotores maçons protegendo uns aos outros em seu favor e dos imigrantes ilegais. Todos eles são cúmplices da queda do Reino Unido.

A Maçonaria alega ser uma organização fraternal não religiosa e não política mas vários maçons fundaram cultos e religiões e estão fortemente presentes nos partidos políticos e no judiciário. A Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE) alegou “discriminação religiosa” da Polícia Metropolitana. Quer dizer então que o “clube masculino elitista” é uma “religião luciferiana” se passando por organização fraternal?

Os juramentos maçônicos e os laços de fraternidade entram em conflito com as obrigações profissionais, particularmente no sistema legal. A Maçonaria constitui um Estado dentro do Estado, o chamado Deep State, pois esta sociedade secreta exige que seus “irmãos maçons” sigam as diretrizes da Maçonaria mesmo quando estas entram em conflito com as do Estado. A natureza da Maçonaria é irremediavelmente subversiva e trabalha para os interesses das elites financeiras e corporativas, e não para o povo.

Porque a mídia não denuncia como o “sistema de justiça” é controlado pela Maçonaria? Não denuncia pois a mídia também é controlada por maçons. O verdadeiro poder que governa a Máfia é a Maçonaria e as finanças internacionais. Podemos confiar em juízes, advogados, políticos, delegados e policiais que são maçons?

Os maçons são obrigados a mentir e até mesmo a cometer perjúrio para proteger outros maçons. Eles também são obrigados a obedecer até mesmo a ordens que sabem ser imorais. De acordo com o MANUAL DE MAÇONARIA de Ronanyne, página 183:

“Você deve ocultar todos os crimes de seus irmãos maçons, exceto assassinato e traição, e estes somente por sua própria escolha, e caso seja convocado como testemunha contra um irmão maçom, certifique-se sempre de protegê-lo. Prevarique [falsifique], não diga toda a verdade sobre o caso dele, guarde seus segredos, esqueça os pontos mais importantes. Pode ser perjúrio fazer isso, é verdade, mas você está cumprindo suas obrigações e lembre-se de que, se cumprir rigorosamente suas obrigações, estará livre de pecado.” (Edmond Ronayne, “Manual Maçônico”, página 183)

O Estado de Israel foi criação do Império Britânico

Sem a Maçonaria britânica, não existiria o Estado Sionista de Israel. Na década de 1860, o movimento “israelismo britânico” teve início dentro da Maçonaria em Londres. Seu objetivo era estabelecer um Estado judaico-maçônico na Palestina. Inicialmente, famílias judaico-maçônicas britânicas, como os Rothschild e os Montefiore, forneceram o capital para construir a infraestrutura necessária para a onda de imigração prevista.

O “israelismo britânico” é apenas mais uma variação do sionismo, que acaba no mesmo lugar que o sionismo tradicional: os judeus étnicos realocados para a Palestina. Os jesuítas criaram os falsos planos proféticos futuristas que sustentam o sionismo cristão. O mais revelador é que o israelismo britânico surgiu da Maçonaria britânica, portanto, podemos presumir que se originou com os jesuítas, considerando que os jesuítas controlam a Maçonaria e a Grã-Bretanha.

Foi o Império Britânico que criou o Estado sionista de Israel e depois o jogou no colo dos Estados Unidos para sustentá-lo e protegê-lo, e é o que os políticos corruptos americanos tem feito até hoje. Israel não é responsabilidade dos americanos e sim dos britânicos mas foi preciso décadas de lavagem cerebral do povo americano para acreditarem que Israel é seu “melhor aliado”.

O ministro das Relações Exteriores britânico, Lord Palmerston, promoveu o sionismo em 1840, vinte anos antes do “pai do sionismo” Theodor Herzl nascer. Lord Palmerston escreveu que os judeus desejavam retornar à Palestina (mas os judeus não sabiam nada sobre isso), e um mês depois, os britânicos desembarcaram tropas na Palestina pela primeira vez.

O interesse de Lord Palmerston pelo sionismo foi estimulado durante a crise do Oriente Médio de 1840, quando a França apoiou um sátrapa rebelde do sultão otomano. Os britânicos descobriram que, embora os franceses fossem os protetores oficiais dos católicos romanos no Império Turco e os russos os patronos dos ortodoxos, os britânicos não tinham nenhum grupo de anglicanos ou puritanos para patrocinar. Os britânicos voltaram sua atenção para armênios e judeus.

Palmerston ordenou que diplomatas britânicos protegessem as comunidades judaicas, já que a Grã-Bretanha era “a guardiã natural dos judeus”. Isto deu aos britânicos um pé na porta no Oriente Médio, e também na Rússia, incluindo a Polónia russa, onde residiam então 50% dos judeus do mundo. Nessa época, o genro de Palmerston, o Conde de Shaftesbury, escreveu que “pode-se afirmar com segurança que os judeus contemplam uma restauração do solo da Palestina”.

O escritor e historiador Anton Chaitkin acrescenta:

“A monarquia britânica, seus primeiros-ministros e o Ministério das Relações Exteriores fabricaram o Israelismo Britânico no século XIX, a partir de versões anteriores da história. Afirmavam que a Rainha Vitória descendia do Rei Davi bíblico e, portanto, da árvore genealógica davídica que deu origem a Jesus. Ensinavam que as tribos de Israel migraram para o norte da Europa; que, segundo essa suposta genealogia, os britânicos são o verdadeiro Povo Escolhido e, consequentemente, o Império Britânico é o império de Deus. Os judeus modernos, de acordo com essa narrativa britânica, não são os hebreus históricos do Israel do Antigo Testamento, mas sim os próprios britânicos. No entanto, segundo o mito do Israelismo Britânico, num salto lógico, os judeus precisam ser enviados para a Palestina para cumprir as profecias, serem massacrados numa guerra contra os muçulmanos e provocar o Fim dos Tempos. Para alimentar essa mitologia, a família real solicitou à Grande Loja da Maçonaria Britânica a criação do Fundo de Exploração da Palestina.”

O que Anton Chaitkin descreve em “israelismo britânico” é apenas mais uma variação do sionismo, que acaba no mesmo lugar que o sionismo tradicional: os judeus étnicos realocados para a Palestina. No entanto, Chaitkin ignora o fato de que os jesuítas criaram os falsos planos proféticos futuristas que sustentam o sionismo. O mais revelador é que o israelismo britânico surgiu da Maçonaria britânica, portanto, podemos presumir que o israelismo britânico se originou com os jesuítas, considerando que os jesuítas controlavam a Maçonaria e a Grã-Bretanha.

O plano para destruir a América e o mundo através de uma guerra nuclear entre Israel e Irã.

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Renato Cunha
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