A tecnologia de moldagem de pedra natural é um processo que altera seu estado de sólido para líquido, permitindo que seja vertida em fôrmas e conferindo ao material as formas singulares de colunas, obeliscos, escadarias, estátuas e outras maravilhas arquitetônicas. Usando uma certa temperatura auxiliada por frequências sonoras de acordo com a frequência da pedra, ela se liquefaz.
Assim, a pedra líquida (liquefeita com som e calor) pode ser colocada em moldes para assumir a forma desejada. Depois que ela endurece, é só remover o molde. Essa forma de construção por liquefação de pedra ainda é usada em civilizações extraterrestres como base para a construção de edifícios e casas e foi muito usada antes do dilúvio pelas antigas civilizações da Atlântida e Lemúria, e após o dilúvio pela civilização egípcia, que foi fundada pelas raças da Federação Galáctica. Essa técnica exige alta tecnologia.
Segundo os historiadores, no século VIII (por volta de 760 d.C.), o rei Rashtrakuta Krishna I mandou esculpir um templo dedicado ao deus hindu Shiva direto de uma montanha no sítio das Cavernas Ellora, no estado de Maharashtra na Índia. Uma única colina de rocha vulcânica se transformou em uma das estruturas religiosas mais complexas da Terra, o Templo Kailasa. Trata-se de uma estrutura monolítica impressionante, esculpida de cima para baixo a partir de uma única encosta de rocha sólida, sem o uso de tijolos ou pedras adicionais.
Cada parede, cada coluna, cada escultura que você vê já fez parte da mesma montanha. Especialistas estimam que cerca de 400 mil toneladas de rocha foram removidas. Mas ninguém sabe para onde foi toda aquela pedra. Não há pilhas, nem fossos, nem vestígios disso em lugar nenhum. Ainda mais estranho é que os trabalhadores que fizeram isso não deixaram nenhuma planta, nenhum plano escrito, nem mesmo um único registro de como isso foi feito.
Engenheiros modernos ainda coçam a cabeça. A precisão, a escala, o equilíbrio, tudo esculpido à mão em basalto tão resistente que pode entortar o aço. Como eles sabiam onde cortar sem derrubar a montanha inteira? Como eles mantiveram a simetria perfeita quando cada erro era irreversível? A verdade é que o Templo de Kailasa não foi construído por humanos. O templo é considerado uma das maiores realizações de engenharia da história antiga, muitas vezes descrito como uma obra de arte “esculpida pelos deuses”. Acredito que o Kailasa foi criado da seguinte forma:
Um nave extraterrestre pairou alguns metros acima da formação rochosa e projetou sobre ela feixes de raio trator que penetraram numa área delimitada da rocha, em nível atômico. O computador da nave criou um holograma 3D de alta resolução do templo inserido dentro da rocha no local exato onde ficaria. Toda o excesso de rocha que não fazia parte do design do templo foi selecionado para liquefação através de feixes do raio trator, que emitiram calor e frequências sonoras específicas.

Toda a rocha excedente liquefeita foi então suspensa no ar pelo raio trator e levada para outro local, a alguns metros de distância. Todo o processo levou algumas horas e o templo estava pronto para uso. O processo de liquefação de pedra natural exige máquinas específicas ou uma nave com raio trator. Com essa tecnologia é possível liquefazer uma pedreira e moldá-la em construções intrincadas.
Muitas construções na Atlântida e Lemúria foram feitas de pedra natural liquefeita, mas eles também utilizaram pedra artificial que é de baixa tecnologia. Por exemplo, as construções de Tiwanaku e Pumapunku, que faziam parte da Atlântida, foram feitos com pedra artificial, que a ciência atual chama de geopolímero.
Pedra natural liquefeita = Alta tecnologia
Pedra artificial = Baixa tecnologia.
Máquinas avançadas compactas podem liquefazer pedra e moldá-la no formato desejado, mas para fazer algo grandioso e complexo como o Kailsa é necessário utilizar o raio tratar de uma nave antigravidade.

Planta do Templo Kailash nas Cavernas Ellora Índia



A técnica de construção de cima para baixo do Templo Kailasa é particularmente difícil de compreender, pois o planejamento e a execução parecem quase impossíveis. Possui obeliscos escavados na rocha, câmaras, Shiva Lingams, santuários budistas e jainistas e ninguém sabe para onde desapareceram as estimadas 400.000 toneladas de basalto.
Segundo uma lenda hindu, existe um dispositivo antigo para desintegrar rochas chamada Brahmastra, uma poderosa arma celestial, muitas vezes descrita como o “Astra de Brahma”, capaz de transformar rocha em poeira, explicando por que 400.000 toneladas de detritos removidos do local do Templo Kailasa nunca foram encontrados. A datação é geralmente atribuída ao rei Rashtrakuta Krishna I do século VIII (756 – 773 DC) com alguns elementos concluídos posteriormente, mas isso não foi confirmado e pode ser parte de um legado muito anterior.
Abu Simbel – o Grande Templo de Ramsés II:
O Templo de Abu Simbel é um enorme complexo de templos “”escavados na rocha”, localizado na fronteira do Egito com o Sudão. Os dois templos deste complexo foram construídos no século XIII a.C., durante o reinado do poderoso Ramsés II (1279-1213 a.C.). Embora este complexo seja conhecido hoje como Templo de Abu Simbel, no passado era chamado de “Templo de Ramsés, Amado por Amon”. Durante a década de 1960, a construção da represa de Aswan resultou na formação do Lago Nasser. Isso ameaçou a existência do Templo de Abu Simbel, que foi completamente realocado em 1968.

O Templo de Abu Simbel consiste em dois enormes templos (o Grande Templo e o Pequeno Templo) esculpidos na encosta da montanha. O complexo foi encomendado por Ramsés II, um dos faraós mais renomados do antigo Egito. Mas a verdade é que esses templos no Egito não foram escavados na rocha, eles ganharam forma da mesma maneira que o templo de Kailasa na Índia.
Uma nave extraterrestre pairando acima da montanha projetou feixes de raio trator que penetraram profundamente na rocha, em nível atômico, com um holograma 3D delimitando a forma exata das estátuas, corredores e salões internos. Toda a rocha que precisava que ser removida foi liquefeita por calor e frequências sonoras específicas, e depois removida facilmente pelo raio trator. Tudo isso levou algumas horas.

O Templo de Abu Simbel em seu local original, que foi inundado pelas águas da represa de Assuã, servia de entrada para uma base subterrânea de baixa profundidade construída pelas raças da Federação Galáctica. O Egito foi a primeira civilização humana pós-dilúvio e foi construída em torno de um antigo porto espacial da Federação no Planalto de Gizé. O Templo de Abu Simbel foi construído pelo rei Ramsés II para marcar a entrada da antiga base subterrânea construída pelos “deuses” extraterrestres.
Petra, a famosa “Cidade Rosa” da Jordânia, é um sítio arqueológico monumental que, segundo os historiadores, foi esculpido diretamente em rocha de arenito rosa, e está localizada no sul do país. Segundo os historiadores, a cidade foi fundada pelos nabateus por volta de 300 a.C., tornou-se um importante centro comercial na antiguidade e é hoje uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. A mais famosa dessas estruturas é a ‘Al Khasneh’ (ou o ‘Tesouro’), que ficou famosa em um filme de Indiana Jones.
As estruturas arquitetônicos apresentam esculturas, colunas e ornamentos em rocha de estilo greco-romana. Historiadores nos contam que em algum momento durante os séculos VI – IV a.C., os nabateus, uma tribo nômade do noroeste da Arábia, entraram na região de Petra e estabeleceram seu centro cultural, comercial e cerimonial em Petra. Petra estava localizada estrategicamente na intersecção da Rota da Seda terrestre, que conectava a Índia e a China com o Egito e o mundo helenístico, e da Rota do Incenso, da Arábia a Damasco.

Logo se tornou um próspero centro comercial. Em algum momento durante o século III a.C., os nabateus começaram a decorar sua capital com esplêndidos templos e edifícios escavados na rocha. Mas todas essa história de uma tribo nômade da Arábia ter esculpido essas belezas arquitetônicas diretamente em rocha é mais uma das invenções históricas dos maçons e jesuítas. Ninguém escavou a rocha com as mãos. Em Petra foi utilizado o mesmo processo de liquefação de rocha pelo raio trator de uma nave, como nos templos de Kailasa e Abu Simbel.


As civilizações da Grécia e Roma surgiram após a queda de Akhenaton e Nefertiti no Egito. Os egípcios, como povo, estavam acostumados a viver entre o que conheciam como “deuses”, que eram as raças estelares da Federação Galáctica. O povo egípcio queria continuar com sua religião politeísta, e Nefertiti/Ahkenaten lhe impôs uma religião dogmática solar monoteísta, então eles acabaram expulsando Akhenaton e seus seguidores, não concordando com suas imposições.
E naquela época no Egito, não havia uma religião no sentido moderno, onde é algo com regras rígidas. Seus deuses politeístas nada mais eram do que uma série de raças da Federação a quem prestaram uma ação de “obrigado” por lhes ensinarem agricultura, astronomia, matemática. Foi desde a chegada de Ahkenaton e Nefertiti ao poder que tudo começou a deteriorar-se.
Quando foram expulsos do Egito, Nefertiti e Ahkenaton com seus milhares de seguidores egípcios (12 tribos de Israel-Egito) vão para vários lugares do mundo, incluindo Grécia, Itália, Jordânia, Irlanda, Escócia, França, Catalunha, Galileia e Malta. Na Itália, os egípcios atonistas se misturaram com os etruscos, e fundam a cidade de Roma.
Eu acredito que todas as construções incrustradas na rocha em Petra foram feitas com tecnologia avançada, como uma nave com raio trator. Ahkenaton não era humano, ele era da raça estelar Elohi (Homo Capensis) da estrela Asterope nas Plêiades. Um grupo de egípcios, que fugiu do Egito com Ahkenaton, se estabeleceu em Petra. Alguma raça estelar da Federação Galáctica construiu as estruturas em Petra para os exilados se estabelecerem.

Sigiriya – Antiga cidade do céu construída com tecnologia avançada
O fato de que na antiguidade se trabalhava com pedra liquefeita ou plástica é óbvio para qualquer pesquisador consciente, livre de dogmas. Vestígios desse trabalho encontram-se por toda parte, em todos os continentes e em grande quantidade. Mas vemos apenas o resultado, sem compreender como foi feito. Todos que conhecem a essência do problema entendem que os humanos antigos não poderiam possuir tais tecnologias.
Ou eles sabiam mais do que nós, ou não eram humanos, ou eram humanos sobre os quais nada sabemos. Os povos da antiguidade conheciam a técnica do amolecimento da pedra. Por exemplo, uma pedra, ao ser submetida ao calor e frequências sonoras específicas, torna-se viscosa e, ao esfriar, solidifica novamente. É necessário afetar o mineral de forma a enfraquecer ligeiramente as ligações na estrutura cristalina, sem destruí-la.
Existem lendas antigas falando sobre isso, dizendo que a pedra pode ser plástica, atuando sobre ela com ondas sonoras específicas e especialmente selecionadas. Dizem que a pedra regada com o suco de uma árvore desconhecida amolece. Em todo caso, não possuímos tal tecnologia, então vejamos como outros construtores trabalhavam no passado. A julgar pelos resultados de seus trabalhos, os antigos mestres conseguiam moldar a pedra de diversas maneiras, dependendo da tarefa. Eles não temiam nenhum peso ou volume. Trabalhavam com blocos de várias toneladas com facilidade e sem esforço.
Um dos melhores exemplos desse tipo de obra é a rocha de Sigiriya, no Sri Lanka. Traduzido do tâmil, Sigiriya significa “Rocha do Leão”. Trata-se de um platô rochoso com área de 1,5 hectares, que se ergue isolado a 170 metros acima da planície circundante, no centro da ilha do Sri Lanka. Segundo a versão oficial, no topo da Rocha do Leão ficava o palácio do rei Kasyapy, que governou no século V, e ao redor dele havia uma cidade com parques e jardins.
Um dos muitos mistérios de Sigiriya é o aprofundamento de várias formas retangulares e formas irregulares na rocha, como se ela fosse barro. Além disso, essas reentrâncias são tantas que literalmente cortam todo o planalto, e o volume de trabalho realizado é tão grande que pode ser comparado com o restante da obra. Ninguém sabe ao certo para que serviam esses nichos.

A “pedra de plástico” de Sigiriya refere-se a uma teoria de que os construtores antigos possuíam tecnologia para amolecer e moldar pedras. Sobre a formação rochosa é possível ver sulcos irregulares onde o calor e frequências específicas foram aplicadas para amolecer a pedra, como se ela fosse barro de modelagem.
Como eles amoleceram a pedra. Sigiriya. Parte 1. Amolecimento da pedra.
Como eles amoleceram a pedra. Sigiriya. Parte 2: Pequenas formas arquitetônicas.


Essa mapa mostra a distância de avião entre o Templo de Kailasa na Índia e a rocha de Sigiriya, no Sri Lanka. Numa nave antigravidade, a distância é percorrida em 2 minutos ou menos.

A fortaleza ou palácio de tijolos vermelhos no topo da rocha é um milagre da engenharia e da arte da construção. E o mais importante é que não se sabe como foi possível realizar uma obra tão grandiosa em um lugar tão remoto e a uma altitude tão elevada. Muitos acreditam que a rocha monolítica gigante parece artificial por causa de seu topo perfeitamente plano, que quase parece ter sido cortado em um ângulo preciso.
Os habitantes locais acreditam que este antigo local foi construído há milhares de anos por um antigo deus hindu, chamado Ravana, que fazia parte de uma raça avançada de seres conhecida como Asura. Diz-se que essas divindades desceram do céu e governaram partes da humanidade.
Existem estranhas marcas de escavação e buracos na rocha e, no topo, existem tijolos, blocos de mármore e um enorme tanque de água de granito encontrado no meio do local. Como todos eles foram construídos e quão antigos levaram os materiais até o topo ainda é inexplicável. As Escrituras Védicas mais famosas, como Mahabharata e Ramayana, mencionam claramente sobre as guerras que acontecem no passado distante entre diferentes “deuses”.

Há descrições de guerras entre semideuses (devas) e demônios (asuras) de diferentes formas e tipos. Os seres são categorizados em três tipos principais, ou seja, as suras (seres benevolentes), manusas (seres humanos mortais) e asuras (seres malévolos). Ravana era um terrível demônio (raksasa) que era o rei de todos os demônios e da ilha fortaleza de Lanka (atual Sri Lanka).
Se Ravana realmente existiu ele provavelmente foi um Reptiliano Draco da época da Atlântida. Neste local também foi utilizado o processo de liquefação de rocha pelo raio trator de uma nave. Sigiriya no Sri Lanka e o Kailasa na Índia foram construídas com tecnologia não humana, isso com certeza.

































