A ativista política americana Susan Kokinda, da Promethean Action, atua como Vice-Presidente de Coalizões do Partido Republicano de Michigan. Ela tem discutido sobre as políticas de Donald Trump em podcasts e outros fóruns de mídia. Nessas discussões, ela analisou as implicações das declarações e ações de Trump contra o Império Britânico e mecanismos de controle global.
Susan fez um vídeo curto falando do motivo de Trump ter mandado o exército americano eliminar os cartéis de drogas na América Latina e do motivo da invasão da Venezuela para prender o narcoditador Nicolas Maduro. Tudo está relacionado ao Império Britânico que está por trás da agenda globalista.
Por Suzan Kokinda
Vejamos a história por trás da tempestade de fogo sobre a Venezuela. É aqui que tudo se torna realmente interessante, porque é aqui que Trump ataca a jugular financeira do Império Britânico. As principais armas financeiras do Império Britânico foram diversas. O lado óbvio é o lado oficial, os bancos centrais, o seu controle sobre os fluxos de dinheiro através de instituições como o Banco da Inglaterra, o Banco de Compensações Internacionais e outros bancos centrais. Mas o lado negativo disto são os bilhões de dólares de dinheiro sujo que estão ligados ao tráfico de drogas e outras atividades ilegais.
A City de Londres e as suas dependências no Caribe, como as Ilhas Cayman, mantiveram os principais bancos em funcionamento no mundo através da proteção do comércio de drogas e dos seus vastos fluxos financeiros desde a década de 1970. Nunca tivemos uma guerra contra as drogas bem sucedida por que literalmente Wall Street e a City de Londres não a queriam. Quando olhamos para a Venezuela, estamos perante um eixo fundamental deste nexo financeiro e político. Como surgiu esse papel? Agradeça aos britânicos.
O principal agente antidrogas da Rússia, Viktor Ivanov, disse o seguinte: “O dinheiro do narcotráfico é a base do sistema financeiro moderno.” E onde fica o maior centro financeiro do mundo? Na City de Londres.

O antecessor e mentor de Maduro, Hugo Chávez, inspirou-se em quem? Em Tony Blair, ex-primeiro ministro da Grã-Bretanha. Pouco antes da sua eleição para a presidência da Venezuela em 1998, Chávez disse: “Ao longo dos últimos anos, tenho estado a rever as minhas posições e estou muito próximo da tese do primeiro-ministro britânico Tony Blair quando fala da Terceira Via. E ao longo da sua ascensão ao poder, Chávez foi preparado por diplomatas britânicos na Venezuela e elogiado pela imprensa britânica”.
Maduro segue essa tradição. A Venezuela não é apenas mais uma ditadura comunista. É um nó numa rede de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e fluxos financeiros que sustenta não apenas o regime de Maduro, mas uma parte significativa do sistema bancário offshore do qual depende o Império Britânico. E é isso que Trump tem como alvo. Ele está destruindo os fluxos financeiros dos cartéis no Caribe e Venezuela que sustentam o Império Britânico.
O Império Britânico nunca acabou. O cartel bancário internacional surgiu na City de Londres e controla o fluxo de dinheiro mundial e, consequentemente, controla a política, o crime organizado, as corporações e tudo mais. É esse cartel bancário que o governo Trump está desmantelando, camada por camada, para por fim ao domínio globalista e a influência que a City de Londres exerce sobre a geopolítica desde 1700.
Enquanto a grande mídia se concentra na mudança de regime na Venezuela, este vídeo revela a batalha secreta de Donald Trump contra a espinha dorsal financeira do Império Britânico. Susan Kokinda detalha como as ações de Trump vão além da geopolítica tradicional, visando o nexo entre tráfico de narcóticos, terrorismo e sistemas bancários offshore.
A lavanderia de dinheiro sujo da City de Londres foi a verdadeira derrotada na operação de Trump para capturar Maduro em Caracas. Trump controla agora os recursos da Venezuela e a ganhadora do “Nobel da Paz”, Marina Corina Machado, a fantoche que os globalistas britânicos e os sionistas de Israel queriam colocar no poder, foi desprezada publicamente por Trump.
Nos próximos meses, Trump também terá o terreno ideal para levantar as sanções à Venezuela, exatamente como aconteceu com a Síria, ainda na mira de Israel, que tenta de qualquer forma derrubar o governo de al-Sharaa.

A intervenção de Trump na Venezuela não tem a ver com petróleo. Trata-se de desmantelar a rede de extorsão do Deep State, que inclui o narcotráfico. Os cartéis são peões do Deep State e Trump quer eliminá-los do jogo. Primeiro, elimine os peões, por último, o rei, que é o Império Britânico, o criador do globalismo.

A Doutrina Monroe do passado está sendo substituída pela Doutrina Donroe: os Estados Unidos controlam e protegem o Hemisfério Ocidental de todo e qualquer inimigo, sendo o mais antigo deles o Império Britânico que criou: o tráfico de drogas, o globalismo, a Maçonaria Organizada, as duas guerras mundiais, a China comunista, a União Soviética, o Estado Sionista de Israel, o terrorismo islâmico, as revoluções comunistas pelo mundo e outras porcarias.
O presidente Trump disse que a China, Rússia e Irã devem ser EXPULSOS do Hemisfério Ocidental “A Doutrina Monroe foi muito importante. Outros presidentes PERDERAM isso DE VISTA – eu não. EU NÃO perdi a visão.” Mas o vírus do comunismo nas Américas quem espalhou foi a Sociedade Fabiana de Londres.

The Venezuela plot thickens:
While Venezuela holds 303 BILLION barrels of oil reserves, much of this is HEAVY crude oil.
Texas and Louisiana also *happen* to have 6 of the LARGEST HEAVY crude oil refineries in the world.
What does this mean? Let us explain.
(a thread) pic.twitter.com/klfm4Lv2sy
— The Kobeissi Letter (@KobeissiLetter) January 4, 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS: O Ministério da Defesa e as Forças Armadas da Venezuela confirmaram e anunciaram seu apoio à vice-presidente Delsi Rodríguez como presidente interina da Venezuela.
Trump ameaçou a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, dizendo que ela deve “fazer o que é certo” ou “pagar um preço maior do que Maduro”. Trump: “Se Delcy Rodríguez se recusar a fazer o que é certo, as consequências que ela enfrentará poderão ser ainda mais severas do que as que aguardam Maduro.”
Ela é corrupta até a medula. O que Trump está dizendo é que ela deve fazer o que lhe mandam, por que eles têm tudo contra ela. Acho que ela vai cooperar e cantar como um passarinho. Obviamente, por razões de imagem, ela continuará defendendo Maduro e fingindo ser uma líder independente.
A verdade é que o narcoestado da Venezuela não conta mais com a ajuda e proteção do governo americano, da CIA, da USAID, e do papa jesuíta no Vaticano, como tiveram no passado. Essa Era acabou e é por isso o regime está em pânico. As forças armadas americanas nunca foram usadas para destruir cartéis de drogas, e é por isso que os cartéis prosperaram tanto.
Maduro foi preso e levado aos EUA para ser julgado. Ele provavelmente ajudará a esclarecer seu envolvimento na derrubada do governo Trump em 2020. O fluxo de dinheiro, o treinamento de terroristas aconteceu na Venezuela, tudo está chegando ao fim, e em breve as outras ditaduras criadas pelo Deep State cairão e o poder será devolvido às pessoas.
O presidente da Hungria e amigo de Trump, Viktor Orbán, fez comentários sobre a ação militar americana na Venezuela: “Haverá consequências disso em outras partes do mundo também. Pensar nisso como um evento isolado seria ingênuo. Vocês devem esperar ocorrências semelhantes.” Orbán sabe o que está por vir…
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou que “uma grande parte” da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta na operação dos EUA, muitos deles jovens cubanos. Ele apoiou a declaração da vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina e disse que as Forças Armadas foram mobilizadas em todo o país para garantir a “soberania” e prender qualquer pessoa que comemorasse as ações dos EUA.
Fontes dentro da Venezuela afirmam que soldados da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) estão verificando extraoficialmente os celulares de seus próprios cidadãos em busca de mensagens e conteúdo que possam demonstrar qualquer tipo de celebração, alegria, alívio ou esperança em relação aos ataques realizados pelos Estados Unidos e à captura de Maduro.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) January 5, 2026
O regime da máfia Castro em Cuba confirmou a morte de 32 militares cubanos durante a operação para resgatar Nicolás Maduro em Caracas e decreta dois dias de luto nacional. Com isso, toda a teoria sobre a proteção cubana ao círculo íntimo chavista é confirmada. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que é preso político do ilegítimo governo Lula, foi informado sobre a operação dos EUA contra o ditador venezuelano deposto e, segundo fontes próximas a ele, fez um breve comentário: “Ele (Maduro) tem muito a dizer, e as pessoas que agora controlam aquele país têm muito medo do que ele possa revelar.”
O Conselho Federal da Suíça decidiu CONGELAR todos os bens detidos pelo presidente venezuelano Maduro e seus associados. A medida surge após as forças americanas terem capturado Maduro e o levado para os Estados Unidos. A queda de Maduro desencadeou imediatamente uma onda de congelamentos de bens e ordens de apreensão. Mais de US$ 14 bilhões vinculados a contas estaduais de petróleo e empresas de fachada foram bloqueados em 48 horas.
Pelo menos seis bancos de investimento europeus estão sob análise silenciosa por facilitarem o branqueamento de capitais transfronteiriço no âmbito de projetos humanitários e ambientais. Os acordos do governo Biden com distribuidores de petróleo venezuelanos estão sendo revisados por violações criminais.
Pelo menos duas ordens executivas assinadas pelo governo Biden permitiram que empresas ligadas a cartéis operassem sob brechas de “transição climática”, dando-lhes acesso à infraestrutura dos EUA e imunidade legal. Esses documentos agora fazem parte de uma investigação em andamento realizada por uma força-tarefa especial do Departamento de Justiça.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) January 5, 2026
O presidente Trump disse que Cuba é o próximo dominó pronto para cair. Ele diz que o colapso da Venezuela cortou o dinheiro para os Castro, com os Estados Unidos agora assumindo o controle do petróleo. Trump diz que os cubano-americanos ficarão muito felizes com o que está prestes a acontecer. Nicarágua, Colômbia, Brasil, México provavelmente estão na lista do dominó.
“Nós também iremos atrás do presidente cubano Miguel!” – Presidente Trump
Os narcopolíticos comunistas da América Latina estão em completo pânico com essa declaração de Trump. Principalmente o velhaco golpista do Lula, que fundou o criminoso Foro de São Paulo com o ditador Fidel Castro.
🚨 JUST IN: President Trump hints CUBA might be next
“Cuba literally is ready to FALL. A lot of great Cuban-Americans will be VERY happy about this…”
Trump doesn’t screw around!👀👀 pic.twitter.com/ZRu6uGcIjE
— Eric Daugherty (@EricLDaugh) January 5, 2026
O ex-presidiário que foi colocado na presidência do Brasil via fraude eleitoral recebeu dinheiro dos cartéis de drogas da Venezuela. Quando é que os militares americanos irão capturar o bandido Lula, e seus advogados no STF, e levá-los todos para serem processados nos EUA junto com seu amigo Maduro?
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O foco do governo Trump em Cuba está alinhado com a doutrina de domínio hemisférico da Estratégia de Segurança Nacional 2025, uma correção necessária após décadas de envolvimentos globalistas fracassados. Enquanto os críticos hiperventilam sobre a “mudança de regime”, a verdadeira questão é o papel de Cuba como um risco à segurança: hospedar bases de espionagem russas e chinesas a 145 quilômetros da Flórida, viabilizar redes de narcoterrorismo venezuelanas e desestabilizar a região por meio de fluxos imigratórios descontrolados.
A Doutrina Monroe 2.0 deixa claro: a interferência estrangeira nas Américas desencadeia consequências. Não se trata de ocupação; trata-se de desmantelar nós hostis que ameaçam a soberania dos EUA.
Leia mais: A ligação de Fidel Castro com a nobreza ítalo-espanhola e o narcotráfico nas Américas.

Marco Rubio reiterou o que Trump disse: no curto prazo, não trabalharão com María Corina Machado, mas com Delcy Rodríguez, por que é ela quem tem o controle: “María Corina é fantástica, é alguém que conheço há muito tempo, faz parte de todo esse movimento, mas a realidade imediata é que, infelizmente, a maior parte da oposição não está presente na Venezuela“, explicou.
“Temos questões de curto prazo que precisam ser resolvidas imediatamente”, acrescentou. “Agora há outras pessoas no comando do aparato militar e policial, elas terão que decidir qual direção querem seguir. Esperamos que escolham uma direção diferente da escolhida por Nicolás Maduro.”
Basicamente, os corruptos generais venezuelanos e Delcy Rodríguez entregaram Maduro de bandeja para os militares americanos, por isso tudo aconteceu tão rápido e não ouve um confronto militar maior. O problema é que os líderes militares da Venezuela, que deveriam proteger a população, estão envolvidos no narcotráfico e outros crimes.
Sem falar nos milhares de agentes cubanos e iranianos que estão infiltrados na Venezuela dando suporte ao regime. A situação da Venezuela é complexa e tem que ser resolvida com cuidado para não se tornar uma Ucrânia 2.0.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) January 4, 2026
Vamos observar o que irá acontecer na Venezuela nos próximos meses. Os verdadeiros bandidos deixarão o país, alguns simplesmente se ajoelharão diante dos novos mestres e concordarão com tudo. Muito já foi decidido, o resto levará algumas semanas. Lembre-se, “A política não corrompe as pessoas. A política atrai pessoas corruptas e oferece oportunidades para enriquecer e impor as suas perversões a cidadãos inocentes.”
A Doutora Cristina Martín Jiménez apresentou uma análise interessante sobre o que aconteceu na Venezuela.
Doutora Cristina Martín Jiménez
@crismartinj
Para ser franco: isto não tem a ver com Maduro. Tem a ver com quem orquestrou a sua queda e porquê. Quando um presidente é preso e não há caos interno ou ruptura visível no círculo íntimo, quando não há histeria militar ou derramamento de sangue nas ruas, estamos a testemunhar uma operação controlada. Revoluções verdadeiras são ruidosas. Transições negociadas são silenciosas.
Não há heroísmo nem epopeias aqui. Há negociação fria. E a negociação não é com o povo, mas com a elite que garante a ordem. Qualquer pessoa que acredite que os Estados Unidos — ou a estrutura que define a agenda — procuram justiça, democracia ou reparação histórica não compreendeu como funciona o poder. O que eles querem é estabilidade, acesso a recursos e o fim de um ciclo desconfortável. Todo o resto é apenas fachada.
É por isso que insisto: o elemento-chave é a traição funcional do círculo íntimo de Maduro. Não ideológica, não moral: funcional. A traição ocorre quando eles entendem que o regime já caiu e que é melhor se reposicionar do que resistir. É aí que nomes específicos entram em cena, não por conspiração, mas pela lógica do poder: Delcy Rodríguez, Diosdado Cabello, Vladimir Padrino López. Não como salvadores ou demônios, mas como os arquitetos da transição.
O detalhe verdadeiramente perturbador, para mim, não é um vídeo ou um vazamento. É a calma reveladora. A calma de quem já sabe que não vai cair no abismo. A calma de quem recebeu garantias. Ninguém fica tranquilo no meio de uma tempestade sem uma rede de segurança pré-estabelecida. Essa serenidade não é inocente; é estratégica.
E aqui está a parte mais incômoda: transições supervisionadas não libertam países, elas os reorganizam. Elas mudam a narrativa, redistribuem o poder, acobertam alguns e sacrificam outros. O cidadão entra na equação apenas como um álibi. Prometem-lhes um futuro, enquanto a distribuição é decidida a portas fechadas.
Não se trata de esquerda ou direita. Trata-se de quem controla a riqueza, o dinheiro, as armas e a narrativa quando a cortina se fechar. E se o processo está avançando sem problemas, não é porque o sistema se tornou mais humano, mas porque a decisão já foi tomada sobre quem paga e quem sai impune.
O resto é apenas ruído. E o ruído, quase sempre, serve para distrair você de onde as verdadeiras decisões estão sendo tomadas. Continuaremos a noticiar. Sem rodeios.
Voy a decirlo sin rodeos: esto no va de Maduro. Va de quién ha gestionado su final y para qué. Cuando un presidente es apresado y no hay caos interno ni fractura visible en la cúpula, cuando no hay histeria militar ni sangre en las calles, estamos ante una operación controlada.… pic.twitter.com/hjVRVU9Lwn
— Doctora Cristina Martín Jiménez (@crismartinj) January 4, 2026
O ex-político venezuelano Stephen Dixon está feliz com a prisão de Nicolás Maduro por Donald Trump e afirma que Trump precisava assumir o controle do país:
“Não havia outra alternativa. Nós, venezuelanos, estamos muito felizes com a prisão de Maduro, porque ele provocou a maior catástrofe humanitária da história da América Latina. Ele é um ditador que viola os direitos humanos.
Por outro lado, quando Trump diz que vai conduzir a transição, bem, não há outra alternativa, quer queiramos ou não, porque o Cártel de los Soles, que é o cartel de drogas mais importante do Hemisfério Ocidental, está controlando meu país, a Venezuela. Nicolás Maduro está logo à frente.
Todo o cartel ainda controla o regime na Venezuela, e será muito difícil derrotá-los. Portanto, precisaremos, quer queiramos ou não, da ajuda dos Estados Unidos e de suas forças militares para derrotar esse cartel.”
Here you go, straight from a Venezuelan Politician
Former Venezuelan politician Stephen Dixon is glad Donald Trump arrested Nicolas Maduro and says Trump had to take control of the country, “There was no other alternative”
“We Venezuelans are very happy that Maduro has been… pic.twitter.com/Wy5XmJjhF2
— Wall Street Apes (@WallStreetApes) January 5, 2026
Durante a era de Barack Obama, bombardear, intervir ou desestabilizar nações poderia ser vendido como uma “guerra justa”. Obama foi um dos presidentes americanos mais militarmente agressivos das últimas décadas, bombardeando sete países muçulmanos: Afeganistão, Iraque, Líbia, Paquistão, Somália, Iêmen e Síria.
O irônico é que ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz, logo após ter sido eleito em 2009, só por que foi o primeiro presidente negros dos EUA, enquanto Trump, que parou várias guerras sem ajuda da inútil ONU, foi desprezado pelo Nobel. Trump mandou invadir a Venezuela e capturar o narcoditador Maduro para ser julgado nos EUA por seus crimes, o que provocou desconforto para alguns e iniciou discussões sobre violação do direito internacional, ameaças a “soberania nacional” e à estabilidade regional.
A diferença não está nos fatos, mas em quem os realiza e quando. A lei não mudou, o que mudou foi a necessidade de esconder a impunidade. Obama não enfrentou protestos nos EUA, nem internacionais, muito diferente de seu antecessor, George W. Bush, bastante criticado pela invasão ao Iraque e as prisões de Guantánamo e Abu Ghraib. Porquê? Por que Obama era o queridinho da mídia fake news e foi colocado na presidência com ajuda da CIA para destruir os EUA por dentro.

Estas são as maiores reservas de petróleo do mundo. A Arábia Saudita tem menos petróleo que a Venezuela e não tem reservas de ouro e outros recursos minerais valiosos como a Venezuela mas é um país rico onde os cidadãos tem um alto padrão de vida. A Venezuela tem tudo para ser um país de primeiro mundo, mas seus valiosos recursos são roubados por sua corrupta elite política e militar.

Nicolás Maduro está sob custódia dos EUA. Nas primeiras horas da manhã de sábado, operadores da Força Delta arrastaram o ditador venezuelano e sua esposa de seu quarto em Caracas e os levaram para Nova York, onde Maduro enfrentará acusações de tráfico de drogas e armas em um tribunal federal. Mas enquanto o governo Trump celebra a operação militar mais dramática dos EUA na América Latina, desde a invasão do Panamá em 1989, uma questão mais urgente está surgindo nos círculos de inteligência: Onde está o dinheiro?
Durante anos, Maduro e o seu círculo íntimo saquearam sistematicamente a Venezuela, bilhões em receitas do petróleo, reservas de ouro e ativos estatais e, segundo fontes com conhecimento direto da operação, converteram grande parte deles em criptomoedas. O homem que alegadamente orquestrou essa conversão, que construiu a arquitetura financeira paralela que manteve o regime vivo sob sanções esmagadoras é Alex Nain Saab Morán. E ele pode ser a única pessoa na Terra que sabe como acessar o que fontes estimam que possa chegar a US$ 60 bilhões em Bitcoin.

O que Washington não sabia, e o que os documentos judiciais revelariam mais tarde, era que Alex Saab era informante da DEA desde 2016, mesmo enquanto construía o império financeiro paralelo de Maduro. Agora, com Maduro capturado, a questão é: Alex Saab cooperará novamente, ou ele desaparecerá com as chaves da fortuna roubada da Venezuela?
Na narrativa oficial venezuelana, Alex Nain Saab Morán é um patriota, um diplomata, um mártir dos excessos imperiais dos EUA. Em Washington, ele é o oposto: um profissional que evita sanções e construiu um labirinto de empresas offshore que enriqueceram o círculo íntimo de Nicolás Maduro enquanto a Venezuela entrava em colapso.
Leia mais: A pergunta de US$ 60 bilhões: a Venezuela é secretamente uma superpotência do Bitcoin?
Alex Saab abraça Nicolás Maduro ao retornar a Caracas, dezembro de 2023. Com Maduro agora sob custódia dos EUA, Saab pode deter as chaves da fortuna criptográfica oculta da Venezuela.

O capanga e ex-ministro da Indústria de Nicolás Maduro, Alex Saab, foi detido numa operação conjunta EUA-Venezuela. O presidente Trump e Marco Rubio controlam totalmente os assuntos internos e externos da Venezuela agora. Segundo dados divulgados pelos meios de comunicação, Saab, que atuava como ministro da Indústria e Produção Nacional da Venezuela, foi preso pelo Serviço Nacional de Inteligência Bolivariano (SEBIN) para ser enviado para os Estados Unidos.
Alex Saab teria sido preso na quarta dia 4 durante um operação conjunta realizado na Venezuela por volta das 2h30 da manhã, no qual o O FBI teria participado. Na mesma operação, segundo o referido veículo, empresário Raúl Gorrín, outro nome intimamente ligado à rede económica do chavismo, também teria sido detido.
Saab ganhou notoriedade internacional por seu papel como intermediário-chave nas operações comerciais da ditadura venezuelana, especialmente em contextos de sanções e isolamento financeiro. Com o tempo, tornou-se uma peça essencial para a sobrevivência econômica não só do regime de Maduro, mas também do regime dos Castro em Cuba, já que Cuba depende energeticamente e financeiramente da Venezuela.
Alex Saab sabe onde está escondida a fortuna de Maduro e dos Castro e por isso era tão importante para o governo Trump capturá-lo e enviá-lo para os EUA. Sem acesso ao petróleo e dinheiro da Venezuela, o regime castrista em Cuba não tem como sobreviver por muito tempo.
Nicolas Maduro’s henchman & former Industry Minister Alex Saab has just been apprehended in a joint US-Venezuela operation. President Trump & Marco Rubio are in total control of Venezuela’s internal & external affairs. pic.twitter.com/ojcf4EImc8
— Stylo Urbano (@stylourbano9) February 4, 2026
Maduro derrubado e China em pânico! Empréstimo de US$ 100 bilhões para a Venezuela foi pelo ralo.
Muitos observadores estão olhando agora para o apoiante de longa data de Maduro, ou melhor, para o seu “apoiador financeiro” ou “devedor” – o Partido Comunista Chinês. A China derramou US$ 100 bilhões na Venezuela. Petróleo por empréstimos, infraestrutura para acesso. O mesmo manual que deu a Pequim o controle sobre os minerais africanos. O PCC esperava possuir as maiores reservas de petróleo do Hemisfério Ocidental enquanto usava a Venezuela como base hemisférica para lavagem de dinheiro, operações de inteligência e posicionamento estratégico.
A China estava instalando infraestrutura de governança. Plataformas de cidades inteligentes. Sistemas de vigilância. Trilhos de pagamento. Sistemas administrativos habilitados por IA que tornariam a ilusória “soberania” venezuelana condicionada ao hardware chinês, atualizações e acesso à nuvem. Uma vez incorporada, a extração torna-se quase impossível. Você pode mudar de líder. Você pode reescrever constituições.
Mas você não pode remover facilmente uma camada de governança de IA sem colapsar as funções básicas do estado. As sanções de Trump impediram a conclusão da instalação. A petrolífera PDVSA não poderia refinar seu próprio petróleo bruto sem a tecnologia americana. A produção entrou em colapso. Os empréstimos da China pararam de ser pagos. Em 2020, o investimento chinês evaporou silenciosamente. A Rússia seguiu. O Irã ofereceu assistência técnica, mas não conseguiu financiar nada.
A marcha “Tirem as mãos da Venezuela” que aconteceu dia 4 em Chicago foi organizada pelo Partido para o Socialismo e a Libertação. Eles são financiados PELO MESMO bilionário ligado ao Partido Comunista Chinês que também está financiando a ONG que organiza o mesmo protesto em Nova York. Dois protestos em grandes cidades americanas foram pagos por um bilionário ligado ao PCC.
O homem que financia ambos é Neville Roy Singham que vive em Xangai, tem laços comerciais com o PCC e financia veículos de mídia que repetem as narrativas do corrupto governo chinês. É hilário ver esse bando de “manifestantes” pagos por um bilionário que serve de fachada do PCC que COMPROU a Venezuela e ainda tem a audácia de fazer uma marcha chamada “Tirem as mãos da Venezuela”.
A China emprestou US$ 100 bilhões a Venezuela e está desesperada que seu investimento vire pó se os EUA controlarem o país. A China depende do petróleo barato da Venezuela.
WOAH 🚨 The “Hands Off Venezuela” march going on right now in Chicago is being organized by Party for Socialism and Liberation
They are funded BY THE SAME billionaire linked to the CCP in China that’s also funding the NGO organizing the protest in New York City tonight
TONIGHT… pic.twitter.com/RITNmYJFWL
— Wall Street Apes (@WallStreetApes) January 4, 2026
Trump postou um vídeo sobre a fraude nas máquinas de votação Dominion. Um denunciante da Inteligência Militar Venezuelana confirmou que a CIA terceiriza tecnologia de fraude eleitoral como Smartmatic e Dominion da Venezuela. A primeira eleição que a Smartmatic manipulou nos EUA foi durante as primárias democratas de 2008 no Condado de Cook, Illinois. Um senador estadual relativamente desconhecido, Barack Obama, viria a derrotar Hillary e “ganhar” a presidência.
A Smartmatic, uma empresa venezuelana, foi o método usado pelo Deep State para manipular eleições. A Smartmatic recebeu financiamento da USAID, que também financiava George Soros, um agente a serviço do Império Britânico. O dinheiro dos contribuintes americanos financiou uma falsa democracia que nunca serviu ao povo, mas sim aos objetivos globalistas de poder e controle absolutos, não apenas nos EUA, mas em todo o mundo. A Smartmatic tem ligações com George Soros.

Trump está perseguindo cada elemento dessa rede nefasta. Quem permitiu que um regime estrangeiro entrasse no sistema eleitoral americano? Um telegrama diplomático americano pouco conhecido, classificado pela Embaixada em Caracas e posteriormente divulgado, revela algo extraordinário: a Smartmatic, a empresa que ajudou Hugo Chávez a sobreviver a um referendo revogatório altamente contestado em 2004, entrou discretamente no sistema eleitoral dos Estados Unidos logo em seguida. O telegrama afirma claramente:
• A Smartmatic é de propriedade venezuelana, apesar das alegações públicas de origem americana.
• Sua estrutura de propriedade foi deliberadamente ocultada por meio de empresas de fachada na Holanda, Barbados e Londres.
• Sua ascensão meteórica foi impulsionada pelo envolvimento nas eleições contestadas de Chávez.
• Havia ampla suspeita de que suas máquinas fossem suscetíveis a fraudes.
• E assim que essa tarefa foi concluída, a Smartmatic mudou o foco para os Estados Unidos por meio de sua subsidiária, a Sequoia.
Portanto, temos uma empresa eleitoral alinhada a interesses estrangeiros, financeiramente ligada a um regime hostil, infiltrando-se na infraestrutura eleitoral americana, justamente quando os EUA entravam em um período de transformação política radical.
Os fundadores da Smartmatic transferiram a sede corporativa para a Flórida, mas a maior parte do controle operacional permaneceu em Caracas. Entre os sócios ocultos estavam indivíduos intimamente ligados ao governo venezuelano. Os investimentos vieram de fundos ligados a Chávez. Até mesmo filhos de altos funcionários do regime estiveram envolvidos em seu registro e administração corporativa.
• Um código desenvolvido no exterior estava contabilizando votos americanos.
• As vulnerabilidades já eram conhecidas antes da Smartmatic ser autorizada a participar das eleições nos EUA.
Empresas privadas com propriedade opaca evitaram as auditorias rigorosas que detectariam manipulação. É assim que a interferência eleitoral se parece. Para restaurar uma república soberana, é preciso confrontar toda mão estrangeira que já tenha interferido nas urnas, e é exatamente isso que Trump está fazendo agora.
A Smartmatic estabeleceu-se inicialmente nos Estados Unidos em 2000, em Boca Raton, Flórida, transferiu sua sede para Amsterdã, Holanda, em 2004, e depois a transferiu sua sede para Londres em 2012. Em 2014, o CEO da Smartmatic Antonio Mugica e o britânico Lorde Mark Malloch-Brown anunciaram o lançamento da SGO Corporation Limited, uma holding com sede em Londres, cujo principal ativo é a tecnologia eleitoral e máquina de votação.
A Smartmatic, ligada a George Soros, o bilionário financiador da esquerda globalista, fraudou eleições em mais de 35 países. Tudo em nome da “democracia”. O ex-presidente do conselho da Smartmatic era Lord Mark Malloch-Brown, ex-membro da Câmara dos Lordes britânica e ex-membro do conselho da Fundação Open Society de George Soros. Ele foi anteriormente vice-presidente dos fundos de investimento de Soros e até mesmo vice-secretário-geral das Nações Unidas, quando atuou como chefe de gabinete de Kofi Annan.
Lord Malloch-Brown foi presidente da SGO Corporation Limited entre 2014 e dezembro de 2020 e é acionista. Em dezembro de 2020, ele foi eleito presidente da Fundação Soros em todo o mundo. George Soros e sua Fundação Open Society, os maiores financiadores da esquerda globalista, estão envolvidos na manipulação eleitoral em países europeus e vários outros países do mundo. A Smartmatic já forneceu serviços de tecnologia eleitoral ao Tribunal Superior Eleitoral do Brasil para o eleições brasileiras.
Trump just posted this video about Dominion voting machine fraud.
You think the timing is coincidence?
A Venezuelan Military Intelligence whistleblower confirmed the CIA outsources election rigging technology like Smartmatic and Dominion from Venezuela.
pic.twitter.com/Hx1zRSgj3a— ĐⱤØ₲Ø🇺🇸 (@KAGdrogo) January 4, 2026
Fiz várias matérias sobre os globalistas britânicos cujos links estão abaixo. O que a maioria das pessoas não sabem é quem está por trás da agenda anti-humana da Nova Ordem Mundial da Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano). Os mestres supremos das elites Illuminati são alienígenas, os Etorthans de Orion, que basicamente são demônios em forma física. No último post abaixo falo sobre os Etorthans.
Como os britânicos inventaram o globalismo e o venderam aos Estados Unidos?
Como o Império Britânico se tornou o maior cartel de drogas do mundo.
Como os britânicos inventaram George Soros?
O Reino Unido é um estado tirânico e infernal tentando exportar sua censura para o mundo.
A pandemia do COVID-19 foi possível graças a três golpes.
A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelos Rothschild, Coroa Britânica e Vaticano.
A monarquia britânica criou o islamismo radical para subjugar os países ocidentais.
O fenômeno do terrorismo islâmico é orquestrado por Londres e Tel Aviv.
Karl Marx odiava a classe média pois defendia os aristocratas feudais e a servidão.
O Império Britânico usou a Maçonaria para se infiltrar e controlar o Brasil e outros países?
Maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer.
Em outubro de 2024, o rei Carlos III participou de reuniões com extraterrestres na Austrália.



































