A sustentabilidade surge como tábua de salvação para a indústria têxtil portuguesa, que vê nela uma forma de fazer face à concorrência internacional. Mas o caminho é sinuoso e as soluções ainda muito embrionárias. Do mito do algodão orgânico aos dilemas da reciclagem.

Para a indústria têxtil portuguesa, “a sustentabilidade é um caminho inevitável e iríamos morrer se não o fizéssemos, porque estaríamos a competir com todos os outros”, assume António Braz Costa, diretor do Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário (Citeve). “A recuperação da indústria têxtil e de vestuário portuguesa nos últimos dez anos deveu-se precisamente a esta mudança de foco. A maioria das empresas deixou de competir pelo preço para começar a competir pelo valor”, acrescenta Paulo Vaz, diretor da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP). Veja a matéria completa aqui.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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