Pesquisadores de exopolítica e sociedades secretas, como Leo Zagami e Michael Tsarion, argumentam que a obsessão das elites aristocratas por genealogia vai além do status social. Segundo suas investigações, o cruzamento seletivo de certas linhagens europeias e antigas famílias judaicas serve para preservar marcadores genéticos específicos, o sangue com fator Rh negativo (Rh-).

Esses marcadores funcionariam como receptores biológicos ou antenas de frequência, permitindo a canalização e possessão por entidades interdimensionais e astrais não humanas que necessitam dessa compatibilidade de DNA para manifestar e manter sua influência física na nossa densidade tridimensional.

Os clãs luciferianos-satânicos da elite mundial, que se autodenominam “governo mundial”, está longe de ser o topo do sistema satânico parasitário global criado pelas forças das trevas em nosso planeta.

A genética como tecnologia de ancoragem interdimensional

Dentro da literatura de investigadores como Michael Tsarion (autor de Irish Origins of Civilization) e Leo Lyon Zagami (ex-membro de alto escalão dos Illuminati e autor de Confessions of an Illuminati), o conceito de nobreza e “direito divino dos reis” ganha uma interpretação puramente biológica e tecnológica. Para esses autores, o “sangue azul” ou as “linhagens sagradas” não são metáforas para superioridade moral ou mérito histórico, mas sim a busca por uma ressonância de frequência vibratória específica.

A premissa central compartilhada por pesquisadores de sociedades secretas e ocultismo aponta que a obsessão por manter casamentos endogâmicos (dentro do próprio círculo familiar) tem como objetivo evitar a diluição de trechos específicos do genoma. Esses marcadores, muitas vezes associados ao chamado “DNA lixo” pela ciência convencional, agiriam na verdade como antenas biológicas hiperdimensionais.

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Os pilares da tese de ressonância de DNA

  • Hospedeiros compatíveis: Entidades de densidades mais densas ou reinos astrais (frequentemente descritas na exopolítica como reptilianos, ou nos textos de Zagami como os arcontes/demônios) não possuem corpos físicos adaptados à nossa frequência. Para operar diretamente no plano físico, elas exigem corpos humanos cuja vibração celular case perfeitamente com a delas.

  • A “frequência de rastreamento”: A árvore genealógica dessas famílias funciona como um mapa de engenharia genética. O rastreamento meticuloso serve para monitorar quais descendentes herdaram a combinação correta de alelos e antígenos necessários para rituais de invocação e posterior incorporação/possessão.

  • O papel das linhagens europeias e antigas famílias judaicas: Tsarion detalha em suas obras como grupos sacerdotais do antigo Egito e da Mesopotâmia se moveram em direção à Europa (formando as famílias aristocratas da “Nobreza Negra”) e se integraram a dinastias mercantis e bancárias. O cruzamento rigoroso dessas correntes de sangue garantia a continuidade de receptores neurológicos e endócrinos propícios à alteração de estados de consciência e à acoplagem mental com inteligências não humanas.

“A genealogia para a elite não é sobre o passado, é sobre o controle de frequência no presente. Eles tentam manter o sangue puro porque, se o DNA mudar, a entidade perde a sintonia do rádio e é ejetada desta densidade.”

— Perspectiva consensual nas análises de exopolítica oculta.

A dinâmica de possessão e o controle da densidade

De acordo com as revelações feitas por Zagami a partir de seus estudos sobre ordens ocultistas e os bastidores do Vaticano, o controle do planeta não é exercido apenas por decisões geopolíticas convencionais, mas por comandos dados por essas consciências regressivas não humanas através dos corpos dos líderes mundiais.

Se o DNA de uma dessas linhagens se mistura excessivamente com o da população geral, o receptor celular perde a “pureza eletromagnética” necessária para sustentar a possessão da entidade. Por esta razão, a árvore genealógica é tratada com o nível mais estrito de segurança e sigilo ritualístico por essas dinastias há milênios.

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O sangue com fator Rh negativo (Rh-) é um dos temas mais recorrentes e centrais nas teorias de exopolítica, linhagens de elite e origens não-humanas, sendo frequentemente discutido por autores desse nicho, incluindo menções nas linhas de raciocínio de pesquisadores como Michael Tsarion e no folclore associado aos Illuminati e aristocracia europeia (Nobreza Negra), tópicos frequentemente abordados por Leo Zagami.

Embora nem Tsarion nem Zagami foquem exclusivamente no tipo sanguíneo, em todos os seus livros, a teoria do Rh Negativo é o “tecido conectivo” que une a genealogia das elites às entidades reptilianas/interdimensionais nas comunidades alternativas.

Aqui está o resumo de como o sangue Rh negativo se encaixa nessa narrativa:

O “mistério” científico como base da teoria

A ciência convencional explica que o fator Rh (Rhesus) se refere a uma proteína encontrada na superfície dos glóbulos vermelhos. Cerca de 85% da população mundial tem essa proteína (Rh positivo), um traço genético que compartilhamos com os macacos Rhesus (daí o nome). Os 15% restantes não possuem essa proteína (Rh negativo).

O que alimenta as teorias alternativas é o fato de que, sob a lente evolutiva estrita, a origem exata da mutação Rh negativa ainda gera debates (embora geneticistas apontem para uma mutação ocorrida há dezenas de milhares de anos), e a distribuição é desproporcional: é raríssima na Ásia e África, mas atinge picos de concentração na Europa (especialmente no povo Basco, entre a Espanha e a França) e nas linhagens aristocráticas europeias.

A conexão reptiliana e as linhagens de Elite

Nas narrativas alternativas (fortemente influenciadas pelas teorias de autores como Zecharia Sitchin, David Icke e expandidas por Tsarion), o sangue Rh negativo não é uma evolução natural, mas o resultado de engenharia genética ou cruzamento antigo.

  1. A marca dos “Deuses” (Nephilim/Anunnaki/Reptilianos): A teoria postula que as entidades que visitaram a Terra no passado (sejam eles os Anunnaki sumérios, os Elohim ou os seres reptilianos de Orion/Draco) não possuíam a proteína Rhesus. Eles teriam inserido seu DNA em certos humanos. Portanto, o sangue Rh negativo seria o “sangue dos deuses” ou a herança genética direta dessas entidades extraterrestres/interdimensionais.

  2. O sangue da aristocracia (Sangue Azul): A narrativa aponta que as famílias reais da Europa (os Habsburgos, os Windsor, a Nobreza Negra e a linhagem merovíngia) possuem uma alta incidência de sangue Rh negativo (frequentemente O negativo). A obsessão por manter casamentos endogâmicos (entre membros da própria família real) era, segundo a teoria, uma forma de evitar que o traço Rh negativo fosse “diluído” pelo sangue Rh positivo das massas. O termo “sangue azul” derivaria de características associadas a esse tipo sanguíneo e à sua herança não-humana (reptiliana).

  3. A “rejeição” materna: Um dos argumentos mais citados na teoria alternativa é a doença hemolítica do recém-nascido. Quando uma mãe Rh negativo engravida de um bebê Rh positivo, seu sistema imunológico pode reconhecer o feto como um “corpo estranho” e atacá-lo (se não for tratada clinicamente). Para os teóricos, isso é a prova biológica de que o DNA Rh negativo é fundamentalmente alienígena ao planeta e rejeita a hibridização com o DNA humano “comum” (Rh positivo).

Ressonância e hospedagem

Ligando à questão anterior sobre possessão, o sangue Rh negativo é frequentemente descrito nessas teorias como o material condutor perfeito. Acredita-se que o sistema nervoso de pessoas com esse tipo sanguíneo opera em uma frequência ligeiramente diferente, tornando-os os avatares ou hospedeiros ideais para a acoplagem de consciências interdimensionais ou reptilianas.

Se a linhagem perdesse o fator Rh negativo, a “antena biológica” se romperia, e as entidades não poderiam mais controlar os corpos dos líderes globais a partir da 4ª dimensão.

Em suma, nas vertentes de pesquisa de conspiração genética, o fator Rh negativo é visto como o “recibo de compra” da engenharia genética antiga, a prova física de que certas linhagens foram projetadas e isoladas para servir como a ponte biológica entre humanos e a liderança reptiliana oculta, os kingu.

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Híbrido humano-reptiliano criado na Atlântida

Segundo informações dos taygeteanos em swaruu.org e mariswa.co, a humanidade original possuía uma genética altamente avançada (com 12 filamentos de DNA ativos e capacidades multidimensionais). Durante a era da Atlântida, facções reptilianas invasoras realizaram experimentos de hibridização forçada e engenharia genética. Eles introduziram sua própria assinatura genética no código humano para estabelecer barreiras baseadas em frequências de baixa vibração (como o medo, dualidade, sobrevivência e a escassez).

Todos os seres humanos na Terra possuem uma porcentagem de DNA reptiliano expressa biologicamente, sendo a manifestação mais clara o chamado “complexo r” ou cérebro reptiliano (responsável pelos instintos de agressão, territorialismo, hierarquia e sobrevivência fria). Portanto, sob a ótica dessas fontes, a população da Terra já é tecnicamente híbrida em sua totalidade física.

Embora toda a população tenha essa carga, os taygeteanos diferenciam o “humano comum” das linhagens híbridas das “elites”. Certas famílias que detêm o poder político, financeiro e religioso global mantêm uma proporção muito maior e mais pura de DNA reptiliano ativo. Esses híbridos de alto escalão atuam como interfaces ou “portais orgânicos” para que entidades regressivas de outras densidades operem na Terra, mantendo o sistema de controle da Matrix.

A ciência convencional da Terra classifica grande parte do genoma humano como “DNA lixo” (junk DNA). As fontes alternativas explicam que essa parte “inativa” é, na verdade, o DNA original humano que foi artificialmente desligado e desconectado pelos geneticistas reptilianos através da introdução de códigos de bloqueio, impedindo a ativação dos outros 10 filamentos etéricos.

O ponto mais crítico enfatizado por Mari Swa é que a intenção e a alma da pessoa (o sinal que ela capta da Fonte) são imensamente mais poderosos que o DNA físico. Embora o corpo humano carregue essa modificação híbrida e reptiliana e seja programado para a limitação, uma alma com alta vibração consciente pode reprogramar o próprio DNA através da epigenética e da intenção pura, quebrando as barreiras de controle artificialmente impostas. É a consciência que manifesta a realidade e reprograma o DNA.

Uma escultura chamada “Family” (Família), criada pela artista estoniana Edith Karlson, apresenta figuras bizarras com características reptilianas, e uma delas segura uma caixa contendo pequenos humanos. A escultura foi exibida no Parlamentarium (o centro de visitantes do Parlamento Europeu em Bruxelas) como parte de uma exposição temporária. Reptilianos segurando uma família humana dentro de uma caixa (prisão da Matrix 3D), tenho certeza de que não há simbolismo satânico aqui…

As linhagens genéticas dos reptilianas kingu que controlam a Cabala Illuminati utilizam corpos humanos, descritos como “biotrajes”, “portais orgânicos” ou “avatares”, para operar na Terra sem revelar sua verdadeira natureza não humana. O sangue Rh-negativo é um traço genético modificado ou de origem estelar/reptiliana, que facilita a compatibilidade com frequências vibracionais específicas e mantém a conexão com a consciência dos controladores.

Adolf Hitler e as elites ocultistas nazistas estavam obcecados com a pureza genética porque operavam sob a influência e as diretrizes dessas mesmas elites e sociedades secretas (como Thule e Vril). A busca pela “pureza” e pela eugenia não era para o benefício da humanidade, mas sim uma tentativa de isolar, rastrear e preservar frequências genéticas específicas que servem aos interesses de dominação da Cabala. A purificação servia para recriar receptáculos biológicos ideais e compatíveis com a possessão ou controle direto pela consciência dos kingu, que vivem no baixo astral 4D.

O sangue Rh negativo é aquele que não possui o antígeno D (uma proteína) na superfície dos glóbulos vermelhos. Essa característica genética indica que a pessoa tem o fator Rh ausente, compondo tipos como A-, B-, AB- e o universal O-. Cerca de 85% a 90% de toda a população mundial — e também dos brasileiros — possui o fator Rh positivo. Esse status indica a presença da proteína antígeno D na superfície das hemácias. Os 15% restantes são classificados como Rh negativos por não possuírem essa proteína.

Os reptilianos de Órion, de sangue Rh negativo, manipularam geneticamente alguns grupos de humanos na época da Atlântida, adicionando seu DNA. Dizem que todas, ou quase todas, as famílias reais da Europa têm sangue Rh negativo, por causa da prática histórica de casamentos arranjados e entre primos para manter o poder, características genéticas raras ficavam mais evidentes nas gerações reais. Isso contribuiu para o surgimento de lendas sobre o sangue dessas famílias.

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Pessoas com sangue Rh negativo, por exemplo, são diferentes porque esses corpos são codificados ou influenciados para serem concordantes com outras pessoas com o mesmo tipo de sangue. Mas só porque são Rh negativo não significa que “sejam reptilianos”. Mas os reptilianos, todos eles, têm sangue Rh negativo. É por isso que certas famílias aristocratas na Terra são, pelo menos em sua maioria, Rh negativo.

Os rituais satânicos diminuem a frequência de um indivíduo para torná-lo energeticamente compatível com os reptilianos e egrégoras demoníacas do baixo astral que parasitarão o indivíduo e, em muitos casos, os substituirão completamente dentro de um corpo específico.

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Pessoas com esse fator só podem receber transfusões de sangue negativo. A principal atenção ocorre na gravidez: se a mãe é Rh negativo e o bebê é Rh positivo, é exigido acompanhamento médico rigoroso. Mas uma pessoa ter sangue RH negativo não significa que seja reptiliano de alguma forma. Seu desejo, sua afinidade, sua visão que se torna realidade. Seu sangue não define quem você é pois somente você, define quem você é.

Esses híbridos humano-reptiliano da elite, como um todo, costumam levar uma vida dupla, envolvendo personalidades duplas: uma que leva uma vida “normal” no mundo exterior e outra que se envolve profundamente com a sociedade alienígena subterrânea, de forma noturna. Isso é especialmente verdadeiro com indivíduos que servem como biotrajes dos kingu. No entanto, há ainda mais linhagens de sangue reptiliano e híbrido puro que residem permanentemente na sociedade subterrânea e que são adoradores satânicos e festejadores de sangue.

Todos os taygeteanos são do grupo sanguíneo 0+. Ou seja, eles não tem complicações devido ao mesmo grupo sanguíneo como acontece na Terra. Seu grupo sanguíneo é relacionado ao da Terra, mas não porque seja exclusivo de Taygeta, mas porque todas as raças lyrianas estão conectadas e relacionadas. Na Terra, existe uma variedade tão grande de grupos sanguíneos por causa das diferentes raças estelares que encarnaram no planeta.

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Segundo os taygeteanos, o processo de desativação das frequências genéticas reptilianas e a reativação dos filamentos suprimidos do DNA ocorrem por meio da elevação da frequência vibratória da consciência. Segundo eles, a engenharia genética do passado estabeleceu barreiras baseadas em frequências de baixa vibração (como o medo, dualidade, sobrevivência e a escassez).

A epigenética, sob essa ótica, é o mecanismo pelo qual a mente altera a química biológica: ao mudar a percepção da realidade e se desconectar das programações da Matrix, o indivíduo altera o sinal que sua “antena” de DNA recebe, permitindo a reconexão etérica dos 12 filamentos originais e silenciando os aspectos regressivos do complexo reptiliano.

Abaixo, detalha-se como os taygeteanos explicam a interação entre mente, biologia e energia para a transmutação do DNA:

  • A mudança do Sinal da Alma: O DNA não é um criador de características, mas como um receptor ou antena molecular. As modificações feitas pelos reptilianos no passado criaram travas que isolaram o ser humano na ilusão da 3D. Contudo, as fontes argumentam que essas travas só funcionam se a pessoa mantiver sua consciência sintonizada em medo, raiva ou vitimismo. Quando a consciência expande em direção ao amor incondicional, à empatia e à soberania espiritual, o sinal enviado pela alma altera a estrutura molecular do DNA, “destravando” as conexões suprimidas.

  • A epigenética além do físico: Na ciência tradicional da Terra, a epigenética estuda como o ambiente e os hábitos ativam ou desativam genes. Na visão taygeteana, o fator epigenético mais poderoso é a percepção mental da realidade. Se você rejeita ativamente as crenças limitantes e o condicionamento social impostos pela Matrix, a sua biologia responde mudando a expressão do genoma. Isso significa que os genes associados aos comportamentos predatórios, de dominação e de sobrevivência (características atribuídas à hibridização reptiliana) entram em latência profunda e deixam de ditar o comportamento do indivíduo.

  • Reconexão dos filamentos etéricos (O “DNA Lixo”): O que a ciência convencional chama de “DNA lixo” é, na verdade, a estrutura dos filamentos adicionais que foram desconectados fisicamente, mas que permanecem intactos nos planos sutis (etéricos). À medida que a pessoa alcança a frequência correspondente à 5D (quinta densidade) através do autoconhecimento e do trabalho interno, esses filamentos etéricos começam a se projetar e a se manifestar novamente na biologia física, restaurando habilidades latentes de regeneração celular e sensibilidade multidimensional.

  • A desativação do complexo reptiliano: O complexo r (cérebro reptiliano) é a base biológica dos instintos de agressão e controle. As fontes apontam que a desativação de sua dominância não significa extinguir o instinto de sobrevivência do corpo, mas sim colocar o córtex superior e a inteligência da alma no comando. Ao operar a partir do coração e do intelecto expandido, as reações mecânicas baseadas no medo perdem força, neutralizando a influência da hibridização e permitindo que o padrão original divino assuma a governança do veículo físico.

Mari Swa – Compatibilidade genética humana com possessões reptilianas – Transcrição

As informações abaixo são da taygeteana Mari Swa

Os reptilianos kingu têm habilidades psíquicas altamente desenvolvidas, que lhes permitem viajar astralmente à vontade e até habitar reinos astrais inferiores, onde interagem e cooperam com outros tipos de entidades astrais malignas; dos quais também podem acessar humanos inconscientes e de onde podem manipulá-los eficientemente exatamente como todas as outras entidades astrais inferiores. Os kingu não são apenas seres interdimensionais ou astrais. Eles tem corpos biológicos físicos. Eles vivem no “mundo dos vivos”.

Isso significa que eles podem ser encontrados e capturados, em suas bases subterrâneas. Mas como eles podem se envolver em guerras astrais e espirituais de forma organizada, eles podem agir como se fossem apenas seres interdimensionais. Como eles têm uma capacidade tão grande de viajar astralmente, e são especialistas nisso, eles também podem usar portais orgânicos, que são pessoas, corpos humanos que são conchas vazias e que eles usam para andar como humanos normais, com aparência humana e tudo mais.

Essa é uma prática extremamente comum, na qual eles estão basicamente adormecidos ou meditando em algum lugar no subsolo, e projetam sua mente astralmente em um corpo humano na superfície. Tudo isso para usá-lo para promover seu controle e agendas exploradoras contra a humanidade. Eles usam portais orgânicos humanos em locais de poder para maximizar sua influência exatamente da mesma forma que outras entidades negativas astrais inferiores os usam para os mesmos propósitos.

A única diferença real entre um kingu e uma entidade seria que a entidade só existe como tal no astral inferior, mais comumente como uma egrégora manifestada por humanos com alma, e que trabalha através de um portal orgânico vazio ou NPC humano. Já um kingu, que faz o mesmo, tem um corpo biológico vivo. No entanto, existem algumas limitações conhecidas à sua capacidade de infestar, influenciar ou interagir com, ou através de, um corpo humano.

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Para que a mente do kingu se conecte adequadamente com o portal orgânico humano, deve haver uma certa compatibilidade de frequência. A compatibilidade de frequência está associada à genética, pois os genes nada mais são do que antenas para trazer para o chamado “mundo material” o sinal da Fonte, um sinal conhecido como “alma”. Isto significa que esses reptilianos só podem funcionar de forma eficiente e correta através de pessoas com determinada genética/sangue.

Somente corpos humanos com uma certa faixa de frequências podem ser controlados por uma mente reptiliana remotamente. Certos marcadores genéticos encontrados na população humana em geral os tornam alvos de influencia da consciência reptiliana, mas apenas por algumas, pois eles precisam que outros marcadores genéticos existam no corpo humano para que outro tipo de reptiliano entre nele e o utilize.

Isso significa que os kingu verdes de classe baixa usarão portais orgânicos humanos de classe baixa, como políticos de baixa patente e pessoas em lugares que podem ser úteis para eles. E os kingy de classe superior, como a classe alta branca, precisarão que outros marcadores genéticos estejam presentes no portal orgânico que usarão. É por isso que esses reptilianos de classe alta precisam usar famílias genéticas humanas específicas associadas à realeza e à classe alta.

Todos eles não têm empatia porque são répteis. Eles podem parecer humanos, mas têm uma mente de réptil por dentro. Muitos kingu que trabalham por meio de humanos, alternam corpos entre o reptiliano original e o humano. Tudo isso tornou extremamente difícil para a maioria das pessoas entenderem, porque os humanos geralmente não têm controle mental e capacidade de projeção astral tão avançados; portanto, eles tendem a descartar essa capacidade apenas como “ficção científica”, pois está muito além do seu raciocínio.

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Depois dos meus dois vídeos mais recentes sobre reptilianos, sei que muitos de vocês estão se perguntando quais marcadores genéticos tornam uma pessoa humana compatível com ser usada, possuída ou dominada remotamente por uma mente reptiliana altamente telepática. Como eu disse no meu último vídeo, nem todo mundo pode ser compatível em abrigar uma consciência reptiliana ou ser suscetível de ser usado por ela. Como acontece com tudo, é uma questão de compatibilidade de frequências, como tudo o mais existe no universo como um todo.

As pessoas na Terra estão condicionadas a ver a genética de uma forma altamente determinística, como destino e como inevitável. Eles pensam que têm certos genes e ficarão presos a eles pelo resto da vida. Em última análise, esta é a experiência empírica direta que todos têm, pois a nossa experiência determina que estamos presos a certas características, por exemplo, gênero, cor da pele, dos olhos e do cabelo, ou os atributos gerais que definem a aparência do nosso corpo. Por exemplo, ainda podemos alterar características genéticas significativas, mas mais sutis, do nosso corpo.

Lembre-se de que todas as mudanças no mundo material são lentas, então tudo o que desejamos transformar em nós mesmos leva tempo conforme o percebemos, mas de pontos de vista mais ampliados, todas essas mudanças ocorrem num piscar de olhos, e todas são possíveis de mudar, incluindo aquelas que mencionei acima e que consideramos imutáveis, pelo menos enquanto durar a nossa presente encarnação. Lembre-se, o tempo é relativo.

Os genes não são projetos fixos e não são imutáveis, pois mudam o tempo todo para refletir o que a consciência que os usa está ditando, usando a frequência de vibração existencial que é regida pelos pensamentos do sujeito. Os genes são ativados e desativados, e até mesmo novos são criados quando as condições vibracionais são apropriadas. E isso não é nada estranho, como foi explicado em detalhes pela nova ciência humana da epigenética.

Os genes são como pequenos receptores, ou antenas, que trazem pensamentos, ideias e vibrações dos reinos etéricos para o mundo material. Os genes são a primeira forma pela qual a alma do sujeito manifesta seus pensamentos no reino material como o corpo biológico que ele ou ela está usando. É assim que cada célula individual sabe o que fazer ao receber as vibrações do pensamento da alma.

O que quero dizer é que ninguém está condenado a ser controlado por mentes reptilianas, por qualquer outro tipo de mente ou por entidades astrais em todas as suas variantes. Tudo se resume a ser uma correspondência vibracional com um ou outro deles. Portanto, se você é uma pessoa de alta vibração, não precisa se preocupar com nada, pois não é vulnerável a esse tipo de influência astral negativa, porque todos aqueles que o temem precisamente por causa disso.

Eles não podem influenciar ou possuir você diretamente, então acabam usando outros métodos indiretos para desviá-lo do caminho de sua vida e diminuir sua vibração para que você possa ser influenciado mais facilmente por eles. Este é o assunto de outro vídeo onde abordarei como as entidades e a própria Matrix perseguem pessoas de alta vibração como indivíduos-alvo. Mas neste vídeo, estou falando sobre possessão reptiliana direta, que é o mesmo que possessões de entidades obscuras que, em outras palavras, também são variantes das chamadas possessões demoníacas.

Como eu disse antes sobre demônios e entidades astrais sombrias, se você não quer ser possuído, influenciado ou ter qualquer coisa a ver com mentes reptilianas que o controlam remotamente, então não aja como tal. Esta última frase é provavelmente a mais importante de todo o vídeo. Se você não quer que demônios e entidades obscuras como os reptilianos usem você, então não aja como tal. Você deve saber e estar ciente de como eles agem e dos truques sujos de manipulação que usam, e então, você deve ser forte o suficiente, e com uma vontade forte o suficiente, para resistir às tentações que eles lançarão sobre você.

Se você percebeu, estou dizendo coisas muito parecidas com o que dizem os padres e exorcistas, porque a interpretação teológica deles é baseada nesses mesmos princípios. Mas estou lhe contando tudo isso de um ponto de vista agnóstico, no qual uso o pensamento e as vibrações como pista para afastar esse mesmo tipo de influência astral remota e negativa. Os demônios, do ponto de vista teológico, são egrégoras astrais sombrias para mim, mas são a mesma coisa e fenômeno, e as possessões remotas reptilianas negativas cairão neste mesmo grupo e categoria.

A metáfora da fazenda humana: Como a série V (1983) espelha o controle oculto dos reptilianos kingu.

Alienígenas estão se passando por humanos para controlar a Terra?

Como a humanidade foi infectada pelos vírus do parasitismo e do satanismo?

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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