A série V é uma famosa franquia de ficção científica que começou como uma minissérie de televisão em duas partes, escrita e dirigida por Kenneth Johnson, e exibida originalmente nos Estados Unidos em maio de 1983. A obra tornou-se um fenômeno cultural e gerou sequências e uma série de TV. A trama central de “V” acompanha a chegada de cinquenta gigantescas naves espaciais à Terra, estacionando sobre as principais capitais do mundo.
Os alienígenas, chamados de “Visitantes”, parecem humanos comuns, mas usam óculos escuros para esconder seus olhos e utilizam vozes sintetizadas. Eles se apresentam como seres pacíficos, afirmando que seu planeta natal está morrendo e pedindo ajuda aos humanos com seus recursos naturais e químicos. Em troca, oferecem tecnologias avançadas na área da medicina e avanços científicos. Os governos da Terra rapidamente aceitam a aliança.
A grande revelação e a resistência
No entanto, um grupo de cientistas e civis começa a desconfiar das verdadeiras intenções dos visitantes. O repórter cinematográfico Mike Donovan consegue se infiltrar em uma das naves-mãe e descobre um segredo terrível: os Visitantes são, na verdade, uma raça de répteis humanoides carnívoros que pretendem saquear os recursos hídricos do planeta e usar a humanidade como fonte de alimento.

Enquanto a sociedade humana é manipulada por uma grande campanha de propaganda e lavagem cerebral promovida pelos alienígenas, liderados pela impiedosa comandante Diana e seu superior, John, em conluio com as elites humanas, um movimento de resistência clandestina é formado por humanos sobreviventes e cientistas perseguidos para combater a invasão.
- V: A Batalha Final (1984): Uma segunda minissérie em três episódios que continuou a história da resistência contra os alienígenas reptilianos.
- V: The Series (1984–1985): Uma série de TV semanal que durou 19 episódios, dando continuidade ao conflito contra os Visitantes após a conclusão da segunda minissérie.
- V (2009–2011): Uma nova versão da série foi produzida nos anos 2000, trazendo a mesma premissa central de invasão com novos efeitos visuais e dinâmica adaptada aos dias atuais.
O texto a seguir estabelece uma relação detalhada entre a clássica série de ficção científica V (1983) e as informações de fontes alternativas dos sites swaruu.org e mariswa.co sobre os reptilianos kingu.
Ambas as narrativas compartilham o conceito central de uma força reptiliana oculta que explora a humanidade, diferindo principalmente na execução: enquanto a série de TV foca em uma invasão física e no consumo literal de recursos e carne humana, a literatura dos sites citados descreve uma dominação oculta, espiritual e psicológica operada através de elites humanas que funcionam como receptáculos (“portais orgânicos”) para essas entidades subterrâneas.
É impressionante como a ficção científica muitas vezes parece traduzir, em metáforas visuais, conceitos que circulam profundamente nos bastidores da ufologia alternativa e das teorias de conspiração. A relação entre a série V de 1983 e os relatos sobre os Kingu ilustra perfeitamente esse espelhamento.
Os Kingu são uma raça reptiliana secundária, criada geneticamente na época da Atlântida para servir as castas reptilianas superiores de Órion (dracos, usungal, naga). Misturando DNA reptiliano com elementos terrestres, servem como força de controle intermediária para controlar os humanos. Após o dilúvio causado pela destruição do planeta aquático Tiamat (que gerou o dilúvio universal há 12.500 anos), os kingu recuaram para cavernas subterrâneas profundas, operando de lá para manipular a superfície.
A série V (1983): A camuflagem física e o saque literal
Na minissérie criada por Kenneth Johnson, a ameaça alienígena se apresenta sob uma roupagem de benevolência e tecnologia avançada, mas esconde uma realidade puramente predatória:
-
A máscara humana: Os “Visitantes” chegam à Terra com aparências humanas impecáveis, uniformizados e com discursos de paz. No entanto, por baixo da pele sintética e das lentes de contato, escondem sua verdadeira anatomia: são répteis humanoides carnívoros regressivos.
-
O objetivo da invasão: A agenda deles é direta e material. Eles vieram para roubar a água da Terra (um recurso escasso em seu planeta natal) e estocar a população humana como alimento congelado para a sua espécie.
-
A resistência: A trama foca na descoberta dessa farsa por humanos comuns e cientistas, que precisam desmascarar os alienígenas para o resto do mundo antes que o planeta seja completamente drenado.
Os reptilianos kingu: O controle subterrâneo e psicológico
Quando analisamos o material dos sites swaruu.org e mariswa.co (focados no conhecimento divulgado pela linha de contatos de Taygeta e pelas publicações de Mari Swaruu), a perspectiva muda de uma invasão espacial externa para uma manipulação interna e histórica:
De acordo com essa perspectiva, os kingu não invadirão abertamente como na série V, eles estão na Terra há milhares de anos, habitando cavernas subterrâneas. Em vez de usarem pele sintética como na série V, os kingu utilizam certos membros das elites globais (Cabala/Deep State) como “portais orgânicos”.
Esses indivíduos seriam corpos humanos desprovidos de uma alma real ou conexão com a “Fonte”, servindo essencialmente como marionetes ou receptáculos biológicos para que a consciência e a frequência dos Kingu operem diretamente na superfície.

Através de rituais satânicos a barreira dimensional se rompe, permitindo que consciências kingu possuam astralmente os corpos humanos híbridos que formam a elite global — descendentes das “linhagens das sombras” — controlando finanças, religiões, política e sociedades secretas da Cabala Illuminati. Esses indivíduos seriam corpos humanos desprovidos de uma alma real ou conexão com a “Fonte”, servindo essencialmente como marionetes biológicas.

O foco do controle dos kingu é a criação de uma matriz de controle psicológico, social e de frequências. Eles escravizam a humanidade gerando medo, divisão e dependência do sistema, alimentando-se tanto da energia vital/emocional humana quanto do controle geopolítico total. Esses seres regressivos habitam o baixo astral 4D da Terra e se alimentam da baixa vibração do medo e sofrimento da humanidade. Basicamente, são vampiros.

Conectando os dois mundos: O espelho da ficção
Ao cruzar os dados, fica claro que a série V funciona quase como uma “revelação suave” ou uma simplificação pop dos conceitos discutidos nas comunidades de ufologia mais profundas:
-
Da pele sintética ao portal orgânico: O conceito de “um reptiliano disfarçado de humano” é idêntico em ambos os cenários. A diferença é que a ficção de 1983 usou a tecnologia de efeitos especiais da época (máscaras que descascam), enquanto a informação dos taygeteanos aponta para algo mais sofisticado e metafísico: a ocupação de corpos humanos vazios por uma consciência reptiliana regressiva.
-
Consumo físico vs. consumo energético/sistêmico: Enquanto os Visitantes de V queriam colocar os humanos em caixas de refrigeração para servirem de janta, os relatos sobre os kingu apontam para uma exploração muito mais cruel e duradoura: uma fazenda humana viva, onde a sociedade é mantida ignorante, trabalhando para sustentar um sistema econômico e existencial que serve aos interesses de seres que a maioria nem acredita que existem. A Terra é uma fazenda de extração de Loosh para esses seres invisíveis.
A grande convergência entre a ficção de Hollywood e o conhecimento alternativo reside no alerta central: a verdadeira ameaça não se mostra como ela realmente é; ela se veste com os nossos rostos, fala a nossa língua e usa as nossas próprias instituições para nos manter em cativeiro. A série V, embora ficção, funciona como programação preditiva ou arquétipo revelador de dinâmicas descritas em fontes alternativas: reptilianos predadores usando como disfarce elites humanas, exploração parasitária e controle multidimensional.

Enquanto V é uma invasão visível dos anos 80, os kingu representam uma ocupação milenar subterrânea e astral, operando via Cabala/Illuminati como portais para escravizar a superfície. Ambas convergem na ideia de que o verdadeiro poder reptiliano se esconde por trás de fachadas humanóides e instituições, colhendo a humanidade enquanto esta permanece em amnésia espiritual.
Essas conexões sugerem que narrativas como V podem espelhar realidades ocultas de manipulação antiga, com os kingu como os “Visitantes” que já estão entre nós há milênios. Para operar na superfície sem levantar suspeitas do público geral, essa raça não usa pele humana sintética. Em vez disso, eles se infiltram nas estruturas de poder utilizando membros das elites globais — a chamada Cabala — como “portais orgânicos”.
Como a humanidade foi infectada pelos vírus do parasitismo e do satanismo?
A Terra é uma fazenda de extração de “Loosh”. Mas o que é isso?






































