A “teoria da relatividade” de Albert Einstein é considerada um dos “pilares inabaláveis” da ciência moderna. No entanto, essa teoria começou a ser fortemente divulgada pela imprensa científica justamente quando teve início a campanha de desinformação contra a energia livre sem fio proposta por Nikola Tesla.
As teorias de Einstein foram direcionadas para suprimir o desenvolvimento de tecnologias baseadas no éter, que ameaçavam privar as elites financeiras e corporativas globalistas de seus superlucros e exploração da população.
Nas transmissões de Swaruu de Erra e a equipe de Taygeta (site swaruu.org), Einstein e a teoria da relatividade são apresentados como ferramentas de controle criadas e promovidas pelo Cabala Illuminati para limitar a ciência terrestre.
Segundo os taygeteanos, a relatividade foi desenhada para aprisionar a humanidade em um paradigma tridimensional, ocultando a existência do éter, da energia livre e da capacidade de realizar viagens superluminais e interdimensionais.
Quem desenvolver uma tecnologia de viagem espacial a uma velocidade que permita o acesso quase instantâneo a lugares muito distantes, e queira mantê-la como um monopólio secreto, promoverá uma teoria que afirme que a “velocidade da luz” não pode ser ultrapassada.
Em outras palavras, as restrições da teoria da relatividade de Einstein sobre “o que é possível” podem servir para encobrir uma tecnologia que envolve fazer o que a teoria implica ser impossível. Entre as invenções de Tesla, está um carro e uma máquina voadora alimentados com energia livre sem fio.
Mas a “elite” maçônica Illuminati cometeu uma completa falsificação relacionada ao éter há cem anos. O éter foi removido da famosa “Tabela Periódica” de Dmitri Mendeleev. Numa campanha de desinformação para enganar o público mundial, a “elite” encomendou uma nova “teoria” e confiaram ao judeu sionista Albert Einstein na tarefa de divulgação.

Einstein negava a existência do éter que era defendida por Tesla. Não foi coincidência que a farsa da relatividade, que afastou a humanidade do éter e as tecnologias etéricas, tenha sido imediatamente promovida em todas as publicações “científicas” e “acadêmicas”.
Ao mesmo tempo, quaisquer hipóteses e abordagens científicas baseadas no éter, que não pode ser medido, foram censuradas, ridicularizadas e desacreditadas. E isso continua até hoje. A ciência avança por meio de escrutínio, não de censura.
Einstein e suas teorias limitam a ciência humana
-
Agente de limitação e controle da Matrix
-
Einstein é descrito pelos taygeteanos não como um “gênio”, mas como uma figura promovida pelos controladores da Matrix (Cabal/Illuminati) para redirecionar e travar a física humana em um modelo matemático fechado e materialista.
-
-
Refutação da velocidade da luz como limite absoluto
-
A teoria da relatividade postula que nada pode ultrapassar a velocidade da luz (c). Os taygeteanos afirmam que esse limite é completamente falso e foi estabelecido para convencer a humanidade de que as viagens interestelares rápidas são impossíveis, mantendo o planeta isolado. A navegação estelar de Taygeta utiliza manipulação de frequências no éter (motores warp e saltos hiperdimensionais) que superam a velocidade da luz sem sofrer distorções relativísticas de tempo ou massa.
-
-
Supressão do Éter (Aether)
-
Uma das principais críticas é a eliminação do éter do modelo científico moderno. Segundo os taygeteanos, o éter é o meio fundamental não físico de onde surge toda a matéria e a consciência. A relatividade substituiu o éter pelo conceito abstrato de “tecido do espaço-tempo”, o que serve para afastar a humanidade da compreensão da energia do ponto zero e da mecânica quântica-espiritual. Segundo os taygeteanos, o éter não é um fluido ou meio material sutil, mas sim a Mente/Consciência Unificada não manifesta. A matéria física não passa de uma ilusão holográfica que surge quando a consciência foca sua atenção em uma determinada frequência de onda.
-
-
Natureza real da gravidade vs. curvatura do espaço-tempo
-
Na relatividade geral, a gravidade é explicada como a curvatura do espaço-tempo provocada pela massa. Para a física taygeteana, a gravidade é o fluxo de atenção e frequência da consciência dentro do éter direcionado a um ponto, e não uma força puramente mecânica ou geométrica gerada por massa inerte.
-
-
A matemática como ilusão auto-referencial
-
As equações da relatividade são vistas pelos taygeteanos como construções matemáticas elegantes, porém desconectadas da realidade física hiperdimensional. Eles argumentam que a matemática terrestre foi desenhada de forma a provar a si mesma dentro de suas próprias regras fechadas, criando “armadilhas lógicas” que impedem o avanço da física quântica e escalar.
-
Nikola Tesla sabia que as pirâmides de Gizé eram enormes usinas de energia livre!

Os taygeteanos explicam que a ciência humana dominante foi deliberadamente projetada como um “curral mental”. Ao adotar um viés estritamente materialista, reducionista e determinista, o dogma científico força a humanidade a crer apenas no que pode ser medido por instrumentos tridimensionais, desconsiderando a consciência e o éter como os pilares fundamentais da realidade.
A estrutura da ciência dogmática e o papel de Einstein
De acordo com as publicações e transcrições apresentadas no swaruu.org (especialmente nos textos de Swaruu de Erra e Anéeka de Temmer), a ciência humana opera sob parâmetros restritivos intencionais:
-
O “cientificismo” como religião:
-
A ciência convencional exige que as pessoas “creiam” nos pares acadêmicos e nas instituições da mesma forma que antigamente se creria em dogmas religiosos. Questionar modelos estabelecidos (como o Big Bang ou a limitação da velocidade da luz) resulta no ostracismo do pesquisador, rotulando qualquer divergência como “pseudociência”.
-
-
Reducionismo materialista vs. primazia da consciência:
-
A ciência terrestre tenta explicar o todo através da soma de partes isoladas (átomos, partículas, moléculas). Para a física taygeteana, a matéria sólida é apenas uma ilusão holográfica gerada pela frequência da consciência sobre o éter. Tentar entender a vida apenas analisando a matéria é comparado a tentar entender como um computador funciona estudando os pixels na tela, ignorando o software e a eletricidade.
-
-
Einstein e a restrição do potencial humano:
-
A Teoria da Relatividade é classificada como uma matemática auto-referencial e fechada. Ela estabelece que a velocidade da luz (c) é um limite inquebrável e elimina o éter do modelo cósmico. Com isso, impõe-se a ideia de que a humanidade jamais poderá viajar até as estrelas de forma prática e rápida ou ter acesso à energia do ponto zero (energia livre e ilimitada).
-
-
Mecanismos de controle e bloqueio de tecnologias avançadas:
-
O isolamento científico impede a criação de tecnologias baseadas em gravidade escalar e manipulação temporal, mantendo a civilização dependente de combustíveis fósseis, redes elétricas centralizadas e recursos escassos. Mas essa limitação científica se aplica somente à sociedade da superfície, e não a sociedade subterrânea que as elites corporativas da Cabala criaram, que utiliza ciência, matemática e tecnologias avançadas que são proibidas na superfície.
-
Tabela comparativa: Ciência terrestre vs. ciência taygeteana
| Aspecto | Ciência da Terra | Ciência de Taygeta |
| Fundamento Primário | Matéria e forças físicas. | Consciência e éter. |
| Limite do Espaço-Tempo | A velocidade da luz é insuperável. | Frequência de onda (viagens hiperdimensionais). |
| Origem da Gravidade | Curvatura do espaço por massa. | Fluxo de atenção e frequência no éter. |
| Fontes de Energia | Recursos finitos (fóssil, nuclear). | Energia do ponto zero (extraída do éter). |
Em relação à fórmula E=mc², os taygeteanos a rejeitam como uma “armadilha matemática” reducionista, argumentando que a matéria não equivale apenas à massa multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz, mas sim à manifestação condensada da intenção da consciência no éter.
Na ciência convencional, a equação E=mc² estabelece que a energia (E) é igual à massa (m) multiplicada pela velocidade da luz (c) ao quadrado, consolidando a equivalência entre massa e energia dentro de um limite constante (c). Segundo os taygeteanos, essa fórmula é um dos maiores pilares da “falsa ciência terrestre”:
-
Inclusão da “constante falsa” (c):
-
Para os taygeteanos, limitar a equação à velocidade da luz (c) invalida o cálculo, pois a velocidade da luz não é uma constante universal inalterável, mas sim uma variável que depende da densidade de frequência da ilusão holográfica local (3D, 5D, etc.). Incluir c² na equação serve, segundo eles, para aprisionar a mente humana no conceito de que energia e viagem espacial estão limitadas à velocidade da luz no vácuo.
-
-
Ausência do fator “consciência”:
-
Os taygeteanos ensinam que a matéria (m) não se converte em energia apenas por processos nucleares/físicos brutos, mas sim que massa é o resultado direto da consciência desacelerando sua intenção no éter. A verdadeira relação não seria puramente mecânica, mas baseada em frequências harmônicas. Em vez de E=mc², a física taygeteana descreve a matéria através da dinâmica da conversão da atenção/frequência harmônica em manifestação material.
-
-
A armadilha do reducionismo materialista:
-
Da mesma forma que Tesla criticava a matemática teórica de Einstein, os taygeteanos alegam que E=mc² funciona apenas como uma equação auto-referencial: ela opera dentro das regras que o próprio modelo determinou, mas falha em explicar a mecânica transdimensional, os saltos hiperdimensionais e a energia do ponto zero.
-

Segundo os taygeteanoos, a teoria da relatividade de Einstein e a imposição da matemática decimal (base 10) são partes de uma mesma estratégia do Cabala para limitar a ciência humana. A relatividade atua como o modelo teórico que nega a física hiperdimensional e o éter, enquanto a supressão da matemática base 12 remove a ferramenta de cálculo necessária para descrever e manipular a geometria sagrada da energia do ponto zero e da gravidade escalar.
A relação entre a relatividade de Einstein e a matemática base 12
Para os taygeteanos, o avanço científico de uma civilização espacial depende da compreensão da dinâmica energética do éter e da gravidade. A relatividade e o sistema decimal funcionam como uma “trava em duas frentes”:
-
A matemática base 12 como linguagem do éter:
-
A física taygeteana utiliza a matemática duodecimal (base 12) porque ela reflete a geometria harmônica e a distribuição de frequências no universo. O número 12 possui alta divisibilidade (divisível por 1, 2, 3, 4 e 6), facilitando o cálculo de frequências, harmônicos de onda, toroide energético e nós gravitacionais. Segundo Swaruu, a base 12 permite mapear a energia escalar sem criar dízimas infinitas desnecessárias ou distorções conceituais.
-
-
O papel da relatividade na bloqueio base 12:
-
A física de Einstein foi introduzida e promovida para direcionar a atenção dos cientistas para equações que funcionam apenas dentro de uma estrutura fechada e baseada na ilusão tridimensional. Ao aceitar os postulados de Einstein, como a velocidade da luz (c) sendo um limite inquebrável, a ciência humana foi desencorajada a buscar a matemática base 12. A comunidade acadêmica passou a acreditar que a física clássica/relativística em base 10 era suficiente para explicar o cosmos, tornando a base 12 obsoleta ou meramente curiosa.
-
-
A supressão da energia livre:
-
Para construir reatores de energia livre, sistemas antigravidade ou motores Warp, é necessário combinar a matemática base 12 com o reconhecimento do éter. Enquanto Einstein elimina o éter e substitui a gravidade por curvatura mecânica do espaço-tempo, o sistema decimal oculta os padrões harmônicos reais da criação. Juntas, essas duas limitações impedem que inventores como Nikola Tesla tenham seus trabalhos compreendidos em larga escala.
-
-
Dissonância lógica e o “curral matemático”:
-
Segundo os taygeteanos, os controladores da Matrix mantiveram a humanidade presa ao sistema decimal — inspirado nos 10 dedos das mãos — para condicionar a mente humana a um raciocínio linear e finito. A matemática humana atual é vista como auto-referencial: ela serve para provar as próprias equações de Einstein dentro da base 10, mas falha em conectar a física quântica à relatividade e à consciência.
-
A geometria do éter: Como a matemática base 12 desbloqueia a energia livre e ilimitada.

O inventor, físico experimental, engenheiro eletricista e engenheiro mecânico sérvio, Nikola Tesla, foi um crítico contundente da teoria da relatividade de Albert Einstein. Tesla considerava a física de Einstein uma construção matemática abstrata desprovida de base experimental válida e rejeitava a ideia de que o espaço pudesse ser curvado ou que o Éter não existisse.
As objeções históricas de Tesla a Einstein
Tesla expressou publicamente sua desaprovação em relação à teoria da relatividade em várias entrevistas, especialmente na década de 1930.
As principais críticas feitas por Tesla incluíam:
-
A rejeição da curvatura do Espaço-Tempo: Tesla argumentava que o espaço é um nada contínuo e não pode ter propriedades físicas como “curvatura”. Em uma declaração famosa ao The New York Times em 1935, Tesla afirmou:
“A teoria da relatividade de Einstein é um mendigo vestido com trajes púrpuras, a quem pessoas ignorantes tomam por rei… Seus ensinamentos são envoltos em uma vestimenta matemática deslumbrante que fascina e cega as pessoas para os erros subjacentes.”
-
A defesa do éter luminífero: Enquanto a relatividade descartou a necessidade do éter para explicar a propagação da luz, Tesla acreditava que todo o universo estava imerso em um éter dinâmico. Para ele, todas as forças e manifestações de energia (como eletricidade e gravidade) eram vibrações e fluxos nesse meio físico.
-
Diferença metodológica (engenharia vs. matemática teórica): Tesla era um inventor e experimentalista pragmático formado na física do século XIX. Ele via a física teórica moderna baseada em abstrações matemáticas complexas como um desvio perigoso:
“Os cientistas de hoje substituíram os experimentos pela matemática e vagam equação após equação, eventualmente construindo uma estrutura que não tem relação com a realidade.”
Na virada do século XIX para o XX, a “elite intelectual acadêmica” adotou a falsa relatividade de Einstein e descartou o éter defendido por Tesla pelo simples motivo de que a academia é controlada por sociedades secretas, como a Maçonaria. A academia fez do materialismo a premissa dominante da cultura, a doutrina de que existir é ser feito de matéria e energia, estar localizado no espaço e se mover no tempo.
Ao estabelecer o materialismo como padrão cultural, ridiculariza-se, marginaliza-se ou destrói-se profissionalmente qualquer um que se desvie desses limites impostos, e foi o que fizeram com Tesla. Como resultado, os rivais e os rebanhos sob seu controle acadêmico permanecem ignorantes do universo mágico – o reino da consciência, da vontade, do espírito – e das chaves que abrem portais para poderes e principados acima e além deste mundo material.
O “gênio da ciência” Albert Einstein, quando criança, sofria de surtos de agressividade maníaca e atraso no desenvolvimento. Ele era um aluno medíocre e entrou na universidade “por meio de contatos”. Ali, de acordo com seu plano de se tornar uma “luminar da ciência”, ele conheceu uma “moça cientista” — Mileva Marić, que se tornou sua esposa. Ela é a autora de todos os seus artigos e trabalhos científicos publicados antes do divórcio.
Mileva e seu marido Albert plagiaram o trabalho de outros cientistas e inventores. Naquela época, a ciência era uma atividade aristocrática. Ser tachado de plagiador significava arruinar a carreira científica para sempre. E para se comportar como Marić-Einstein, sem receber uma mácula da comunidade científica, era preciso contar com mecenas judeus muito poderosos. Por trás do “gênio judeu” estava sua esposa, Mileva Marić.

Imediatamente após a publicação de seus artigos científicos, o nome de Einstein começou a ser promovido por jornais e revistas, que já eram quase completamente controlados por empresários judeus. Isso ajudou a popularizar o jovem Einstein entre o público em geral. Em 1908, Einstein foi indicado pela primeira vez ao famoso Prêmio Nobel, que só recebeu em 1922.
Foram necessários todos esses anos para vencer a resistência dos cientistas. Mesmo assim, um artifício ainda se fez necessário. O Prêmio Nobel foi concedido não pela teoria da relatividade, que eles nunca conseguiram aprovar, mas pela “descoberta” do efeito fotoelétrico. Felizmente, Alexander Stoletov, que descreveu as três leis do efeito fotoelétrico, já havia falecido há muito tempo. Aliás, Einstein não compareceu à cerimônia de premiação. Aparentemente, decidiu evitar atenção e perguntas desnecessárias.
A verdade pouco conhecida sobre o “gênio da ciência”. Parte 1.
A verdade pouco conhecida sobre o “gênio da ciência”. Parte 2.
A verdade pouco conhecida sobre o “gênio da ciência”. Parte 3.
A verdade pouco conhecida sobre o “gênio da ciência”. Parte 4.
Quanto mais Einstein subia na carreira, menos precisava da esposa, cuja própria presença o fazia lembrar de quem havia pago por suas honrarias e pretensões. Eles se divorciaram em 1919. Marić, com seu acordo pré-nupcial, certamente fez o investimento financeiro certo, mas não recebeu nem fama nem reconhecimento por seu trabalho.
O acadêmico soviético A. Ioffe lembrou-se de ter visto pessoalmente os originais dos artigos de 1905, que incluíam dois nomes: o de Mileva e o de Albert. Mas os originais, como de costume, se perderam, e Mileva não pôde provar nada, nem sequer tentou. O filho mais novo, já adulto, tentou ativamente defender a verdade sobre o verdadeiro criador da teoria da relatividade, o que acabou levando à sua morte em um hospital psiquiátrico.
Mileva, em seus últimos anos, aparentemente decidindo que não tinha mais nada a perder, começou a relembrar sua autoria e também foi declarada insana. Disseram que ela “morreu em delírio, balbuciando coisas sem sentido“. O filho mais velho, Hans-Albert, foi mais sábio e não se deteve no assunto, o que lhe permitiu construir uma carreira relativamente bem-sucedida na ciência.
Aliás, apesar do “bom comportamento” de Hans-Albert, após a morte de Albert Einstein, ele herdou apenas alguns centavos da considerável fortuna do pai. Quase tudo foi para parentes adotivos e amantes de diferentes períodos da vida do “gênio de todos os tempos”. Aliás, após a separação de Einstein e Marić, por algum motivo, ele parou de publicar artigos científicos sem coautoria: o método de Einstein-Brillouin-Keller, a estatística de Bose-Einstein, o paradoxo de Einstein-Podolsky-Rosen, e assim por diante.
O “gênio”, sem se aliar a cientistas de verdade, não conseguia fazer nada sozinho, embora tentasse. Tendo ouvido os elogios da imprensa e acreditando em sua própria “brilhantismo”, ele trabalhou por mais de 30 anos, até sua morte, com sua “teoria do campo unificado”, mas nunca produziu nada como resultado. Acontece que a realidade é bem diferente da forma como é apresentada nas informações “oficiais”.
A ciência ocidental oficial, inventada pelos sionistas-anglo-saxões na segunda metade do século XIX, durante a segunda etapa de sua completa falsificação da história, tem pouco em comum com a ciência genuína. E seu objetivo não é explorar o mundo ao nosso redor, mas controlar o nível de conhecimento das pessoas comuns e impedi-las de acessar o conhecimento “proibido”. Quem patrocinou o trabalho de Marić-Einstein na compilação da teoria da relatividade?
A mesma força parasitária e satânica que controla a ciência ocidental moderna e cujos interesses egoístas são protegidos pelos fanfarrões pagos nos departamentos científicos. Essa suposta “teoria” fazia parte do plano dessa força hostil para desacreditar a teoria do éter e as tecnologias de energia livre, que ameaçavam privar os clãs satânicos da elite global de seus habituais superlucros.

Para os Taygeteanos (conforme exposto nas transmissões do site swaruu.org por Swaruu de Erra), a estrutura atômica e o modelo de partículas da ciência humana são concepções equivocadas e ilusórias. Eles afirmam que átomos, prótons, nêutrons e elétrons não existem como esferas ou partículas sólidas em miniatura, mas sim como nodulos de interferência de frequência estática no Éter mantidos pela atenção de uma consciência.
A critica taygeteana ao modelo atômico convencional
-
Partículas subatômicas como ilusão escalar:
-
A física terrestre retrata o átomo como um mini “sistema solar” com elétrons orbitando um núcleo rígido de prótons e nêutrons. Segundo os taygeteanos, essa visão é completamente falsa. Não existem “bolinhas de matéria” sólidas. O que a ciência terrestre interpreta como elétrons, prótons ou quárks são pontos de atrito ou ressonância de onda no Éter.
-
-
A falácia da eletrosfera e dos salto quântico:
-
A ciência oficial ensina que os elétrons “saltam” entre camadas energéticas descontinuas de forma misteriosa. Para a ciência taygeteana, esse “salto” ocorre simplesmente porque a onda de frequência que sustenta a percepção daquele nódulo mudou. O elétron não se moveu de um ponto A a um B; a frequência apenas mudou de fase e se manifestou em outro ponto do nódulo vibracional.
-
-
Ausência de massa inerente:
-
O modelo atômico da ciência humana atribui massa e carga elétrica intrínsecas a cada partícula. Para Swaruu de Erra, a “carga” e a “massa” são apenas leituras de como essa onda de interferência no éter reage ao meio e aos instrumentos de medição. A massa não é uma propriedade estática do átomo, mas a resistência do éter a uma mudança de frequência imposta pela consciência.
-
-
Fragmentação infinita (a armadilha do acelerador de partículas):
-
Os taygeteanos criticam experimentos como os do CERN (Large Hadron Collider). Eles explicam que, quando os cientistas colidem o que chamam de partículas para quebrá-las e procurar “partículas menores” (como quárks, bósons ou léptons), o próprio ato de aplicar energia e focar a atenção cria novas partículas. A mente dos cientistas e a energia do experimento obrigam o éter a se condensar em novos padrões de interferência. Portanto, a busca por uma “partícula fundamental” é sem fim, pois a consciência sempre criará uma nova fragmentação para atender à expectativa da pesquisa.
-
Resumo: O átomo na visão humana vs. taygeteana
| Conceito | Visão humana | Visão taygeteana (Swaruu.org) |
| Estrutura | Núcleo denso com elétrons em órbita/nuvem. | Nódulo de interferência harmônica de frequências no éter. |
| Prótons / Nêutrons | Blocos sólidos de construção de matéria. | Concentrações locais de energia com alta ressonância harmônica. |
| Elétron | Partícula/onda de carga negativa. | Ponto de descarga harmônica e pulso eletromagnético no éter. |
| Origem do Átomo | Eventos pós-Big Bang / Fusão estelar. | Manifestação direta da atenção e intenção da consciência. |
Swaruu de Erra define o éter como o mar primordial e infinito de consciência onde não existe matéria sólida, mas apenas potencial puro. Na mecânica de manifestação, a “matéria dura” é compreendida como uma ilusão holográfica: a consciência individual ou coletiva aplica uma intenção focada, gerando nódulos de frequência que desaceleram as ondas do éter até transformá-las em partículas aparentes.
Definição do éter por Swaruu de Erra
Nas transmissões sobre a mecânica da manifestação e os reatores de energia ponto zero, Swaruu estabelece os seguintes pilares para o éter:
-
O meio primordial e consciente: O éter não é um gás ou um fluido físico, mas o próprio “tecido” da Fonte/Consciência Unificada. É o campo contínuo, atemporal e sem limites de onde surge e para onde retorna toda a existência.
-
Unidade indivisível: Diferente do conceito atômico da Terra, o éter é um contínuo sem divisões reais. Tudo o que percebemos como “coisas separadas” são apenas variações de frequência e vibração dentro do próprio éter.
-
Origem da Energia Livre (Ponto Zero): Por ser um campo de potencial infinito, o éter é a fonte primária de onde os reatores do ponto zero de Taygeta extraem energia, direcionando o fluxo harmônico do éter para produzir eletromagnetismo e gravidade.
O processo de conversão: De intenção a matéria
A mecânica pela qual uma ideia/consciência se torna um objeto denso (“matéria dura”) opera em etapas precisas:
-
A intenção como vetor focado (foco da atenção)
-
O processo começa com a consciência (o observador) focando sua intenção. A atenção de uma mente sobre um ponto do éter atua como uma “força de atração” ou vetor.
-
-
Criação da onda de frequência e interferência
-
Ao sustentar a intenção, a consciência cria uma perturbação no éter, gerando ondas de frequência específicas. Quando duas ou mais ondas de frequência criadas pela intenção se cruzam, forma-se um padrão de interferência (geometria sagrada ou nódulo de frequência).
-
-
Condensação da frequência em nódulos (partículas aparentes)
-
Onde o padrão de interferência é mais denso, a frequência “desacelera” em termos de percepção tridimensional. O que a ciência terrestre chama de “partículas subatômicas” (elétrons, prótons, quárks) são na verdade estes nódulos de interferência e ressonância estática no éter.
-
-
Irmandade com o holograma (“matéria dura”)
-
A matéria não existe de forma independente. O que percebemos como “dureza” ou “massa” é apenas a repulsão eletromagnética entre a frequência do nosso corpo/consciência e a frequência do objeto manifestado. Assim que o foco da consciência se retira totalmente do objeto (ou se a frequência mantenedora cai), o nódulo de interferência se desfaz e a “matéria” retorna ao seu estado original de onda potencial no éter.
-
“Não há matéria, só há mente. A matéria dura é apenas uma ilusão criada pela manifestação de uma intenção de uma consciência criadora.”
Swaruu de Erra
Saiba mais: Materialismo, magia negra e a máquina oculta do poder e controle






































