A educação islâmica e a adesão às normas islâmicas contribuem para o desenvolvimento de um transtorno mental conhecido como sociopatia, cuja forma ativa representa um perigo crescente para a sociedade. Esta conclusão foi alcançada por especialistas chineses e ocidentais que estudam os problemas do radicalismo islâmico e do crime muçulmano. O Islã é uma fábrica de sociopatas que está sendo disseminado de propósito nos países ocidentais.

Fonte do texto: veil-of-history

Conteúdo

  • China cria centros de desradicalização para muçulmanos
  • China equipara extremismo islâmico a doença mental
  • Extremistas islâmicos são bons muçulmanos
  • Psicólogos ocidentais: o Islã gera sociopatas
  • O que é transtorno de personalidade antissocial ou sociopatia?
  • Sinais de sociopatia pintam um retrato do muçulmano típico
  • Os sociopatas ativos são perigosos para a sociedade
  • Por que o Islã promove a sociopatia?
  • Conclusão

China cria centros de desradicalização para muçulmanos

O ponto de partida para este estudo foi a forte escalada das tensões étnicas e religiosas entre os muçulmanos uigures que vivem na Região Autônoma Uigur de Xinjiang e o governo chinês entre 1990 e 2015. Os radicais muçulmanos lançaram uma revolta armada e realizaram centenas de ataques terroristas que ceifaram a vida de numerosos civis.

A campanha terrorista foi liderada pelo Partido Islâmico do Turquestão, uma organização militante cujo objetivo declarado é estabelecer um estado islâmico em Xinjiang e no resto da Ásia Central. A organização adere à ideologia salafista e considera a lei Sharia o único sistema legítimo de governança.

Em resposta, o governo chinês, ao mesmo tempo em que reprimia o terrorismo, também começou a abordar o que considerava suas causas subjacentes. Como parte desta estratégia, foram criados centros de ensino e formação profissional em Xinjiang. O seu objetivo era desradicalizar preventivamente a população uigur através do ensino da língua chinesa, conhecimentos jurídicos básicos e competências profissionais, ao mesmo tempo que abordava a pobreza e o desemprego.

De 2014 a 2019, mais de 1,29 milhão de pessoas que cometeram delitos menores ou foram consideradas em risco receberam treinamento nesses centros.

O Islã é uma grande ameaça à sociedade civilizada pois cria sociopatas. 1

China equaciona o extremismo islâmico com a doença mental

Psiquiatras chineses que trabalham em centros de desradicalização provavelmente identificaram sintomas característicos de doença mental entre os muçulmanos em treinamento lá. Essa interpretação é apoiada por um documento intitulado Educação e Treinamento Vocacional em Xinjiang, publicado em 2019 pelo Escritório de Informações do Conselho de Estado da República Popular da China. Afirma, em particular:

“Por meio do estabelecimento de centros de educação e treinamento, Xinjiang realiza a educação e o resgate de pessoas afetadas pelo terrorismo e pelo extremismo religioso… O objetivo é prevenir [o problema] em um estágio inicial, tratar a doença e salvar as pessoas.” 

A frase-chave aqui é “tratar a doença e salvar as pessoas.” Assim, o governo chinês descreveu oficialmente sua política de desradicalizar pessoas afetadas pelo terrorismo e extremismo religioso em termos de “tratamento de uma doença”. A mídia estrangeira destilou essa retórica médica empregada pelas autoridades chinesas na seguinte fórmula: “A China está tratando o islamismo como uma doença mental.”

Extremistas islâmicos são “bons” muçulmanos

A distinção feita pelas autoridades chinesas entre muçulmanos “moderados” e extremistas “islâmicos” também é generalizada entre os não-muçulmanos. Eles consideram os muçulmanos que abandonaram parcial ou completamente o islamismo como “moderados” ou “bons”, enquanto rotulam aqueles que aderem estritamente aos seus ensinamentos como “extremistas islâmicos”

Este entendimento contradiz a tradição islâmica, segundo a qual:

• Extremistas islâmicos que seguem rigorosamente os preceitos do islamismo, participam da jihad e imitam Maomé são considerados bons muçulmanos;

• Muçulmanos que observam o islamismo apenas parcialmente ou evitam participar da jihad são considerados hipócritas merecedores de punição.

Neste artigo, o termo “muçulmanos” refere-se àqueles considerados bons muçulmanos de acordo com a tradição islâmica.

Psicólogos ocidentais: O Islã cria sociopatas

A visão das autoridades chinesas de que os muçulmanos são doentes mentais está amplamente alinhada com as conclusões alcançadas por alguns especialistas ocidentais. Por exemplo, o psicólogo dinamarquês Nikolaj Sennels, que trabalhou numa prisão juvenil, observou que aproximadamente 70% dos delinquentes juvenis na Dinamarca são de origem muçulmana.

Dado que os muçulmanos constituem apenas 4,5–5% da população do país, eles estão representados entre os delinquentes juvenis a uma taxa aproximadamente 15 vezes maior do que sua parcela da população sugeriria.

Em 2015, Sennels publicou um artigo no qual atribuiu o desenvolvimento de um transtorno mental conhecido como transtorno de personalidade anti-social, ou sociopatia, entre os muçulmanos à educação islâmica.

Em particular, ele escreve:

“Os muçulmanos são informados de que são superiores aos não muçulmanos, estão destinados a dominar os não muçulmanos e que devem se distanciar social e emocionalmente dos não muçulmanos. Os muitos versículos odiosos e desumanizantes do Alcorão e dos Hadiths contra os não-muçulmanos assemelham-se muito à propaganda psicológica que os líderes usam contra o seu próprio povo, a fim de prepará-los mentalmente para lutar e matar o inimigo. Matar outra pessoa é mais fácil se você a odeia e não a percebe como totalmente humana.” 

Segundo Sennels, o sistema educacional islâmico, que combina violência com a repetição constante de mensagens religiosas, lembra em muitos aspectos os métodos psicológicos usados pelos regimes totalitários para reeducar dissidentes e pelos exércitos de alguns países para treinar soldados implacáveis:

“Durante inúmeras sessões com mais de cem clientes muçulmanos, descobri que a violência e a repetição de mensagens religiosas são prevalentes em famílias muçulmanas… A tradição muçulmana de usar dor e intimidação como parte da disciplina de crianças também é amplamente usada em escolas muçulmanas.” 

O psicólogo americano Michael Salamon, diretor dos Serviços Psicológicos ADC em Nova York, chega a uma conclusão semelhante. Com base em sua análise do comportamento dos líderes terroristas do Oriente Médio, ele conclui que muitos deles sofrem de transtorno de personalidade anti-social:

“Hassan Nasrallah do Hezbollah, Yahya Sinwar do Hamas e o aiatolá Ali Khamenei do Irã não são apenas líderes políticos. Eles são emblemáticos e personificações de um perfil mental distinto. Todos os três exibem uma classe específica de transtorno mental caracterizada por padrões desadaptativos de comportamento e cognição que se desviam das normas aceitas.” 

Descrevendo esse distúrbio, Salamon escreve:

“O transtorno de personalidade antissocial, talvez o mais destrutivo dos transtornos de personalidade,… é caracterizado pelo desrespeito aos direitos dos outros’, falta de empatia, impetuosidade, engano, manipulação e, talvez mais notavelmente, o desejo de controlar e minar os outros por seus próprios caprichos, muitas vezes malignos.” 

O Islã é uma grande ameaça à sociedade civilizada pois cria sociopatas. 2

O que é transtorno de personalidade antissocial ou sociopatia?

Tendo identificado o transtorno mental que afeta os adeptos do Islã, voltemo-nos para a psiquiatria para sua definição. De acordo com a Associação Psiquiátrica Americana:

“O transtorno de personalidade antissocial é um padrão de desrespeito e violação dos direitos dos outros, começando aos 15 anos…” 

Na psiquiatria moderna, o termo “sociopatia” foi amplamente substituído pelo diagnóstico de “transtorno de personalidade antissocial”. Entretanto, neste artigo, usaremos o termo “sociopatia” porque ele é mais conciso e facilmente compreendido pela maioria dos leitores. Agora vamos examinar as principais características deste distúrbio.

Sinais de sociopatia pintam um retrato do muçulmano típico

Se examinarmos as principais características da sociopatia, é fácil perceber que elas coincidem em grande parte com a imagem do típico imigrante muçulmano, que se tornou um dos principais problemas sociais nos países que recebem migrantes da Ásia e da África.

De acordo com a escola psiquiátrica russa:

“A sociopatia se manifesta por meio de agressão, violência e ações manipuladoras. Os sociopatas são propensos a cometer crimes e a usar métodos violentos. Eles são incapazes de experimentar sentimentos profundos e apego emocional aos outros.” 

A Associação Psiquiátrica Americana observa que pelo menos três das seguintes características devem estar presentes para um diagnóstico de transtorno de personalidade antissocial:

  1. Violação repetida da lei;
  2. Mentir e tendência a enganar;
  3. Impulsividade ou incapacidade de planejar;
  4. Irritabilidade e agressividade;
  5. Desrespeito imprudente pela própria segurança ou pela segurança dos outros;
  6. Irresponsabilidade crônica;
  7. Falta de remorso por prejudicar os outros.

Além disso, as seguintes condições devem ser atendidas:

  • Pelo menos 18 anos de idade;
  • Sinais de transtorno de conduta antes dos 15 anos;
  • O comportamento antissocial não é explicado apenas pelo curso da esquizofrenia ou do transtorno bipolar.

Falta de empatia

Um dos sinais característicos da sociopatia é uma deficiência ou completa falta de empatia — a capacidade de entender e compartilhar o estado emocional de outra pessoa. Isso resulta na incapacidade de sentir remorso pelos danos causados aos outros.

Agressividade

Outro sinal característico da sociopatia é a agressividade — uma tendência ao comportamento que visa causar danos aos outros ou um estado emocional correspondente, como raiva, fúria, malícia ou ódio.

Propensão ao comportamento criminoso

A sociopatia é generalizada entre as populações prisionais. Os sociopatas têm maior probabilidade de serem condenados por crimes, receberem penas de prisão mais longas e enfrentarem acusações por praticamente todos os tipos de crimes, especialmente crimes violentos.

Estudos mostram que 65% dos homens que cumprem penas de prisão têm alguma forma de transtorno mental, com 47% diagnosticados com transtorno de personalidade anti-social. Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da sociopatia, os psiquiatras citam a educação e o ambiente cultural.

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Sociopatas ativos são perigosos para a sociedade

Os dados acima nos permitem concluir que o comportamento antissocial entre muçulmanos se manifesta em:

  • Uma epidemia de estupros de mulheres e crianças;
  • Ataques diários a pessoas aleatórias, incluindo ataques envolvendo armas;
  • Ataques de veículos contra multidões durante eventos públicos;
  • Empurrando pessoas para os trilhos da ferrovia na frente dos trens que se aproximam;
  • Motins em massa acompanhados de saques de lojas e queima de carros;
  • Ataques terroristas envolvendo dispositivos explosivos;
  • A proporção desproporcionalmente elevada de muçulmanos entre aqueles que cumprem penas de prisão.

De acordo com essa análise, essas formas de comportamento antissocial são consequência direta de um transtorno mental denominado sociopatia ativa. A psiquiatria moderna classifica as pessoas com transtorno de personalidade anti-social ativo (TEAP) como representando um perigo crescente para a sociedade. Na psiquiatria forense e na criminologia, a ASPD é considerada um dos fatores de risco psicológico mais significativos para o comportamento criminoso.

Por que o Islã promove a sociopatia?

Existem diferentes religiões no mundo. No entanto, os seus seguidores não atacam e matam pessoas de outras religiões na mesma escala, com a mesma consistência e ferocidade, como fazem os muçulmanos na Ásia, África, Europa, Américas e Austrália. O problema provavelmente está no próprio Islã.

Na verdade, existem três fatores principais que contribuem para o desenvolvimento da sociopatia numa pessoa criada de acordo com os ensinamentos islâmicos e aderindo aos princípios do Islã:

1. A necessidade de odiar os não-muçulmanos, propagada pelas principais fontes do Islã — o Alcorão, o Hadith e a Biografia de Maomé (Sirat Rasul Allah).

2. A obrigação de participar na jihad — uma guerra pela dominação global do Islã.

3. O desejo de imitar Maomé, o fundador do islamismo, que é considerado na tradição islâmica como o modelo do muçulmano ideal.

Consideremos cada um desses fatores separadamente.

1. A necessidade de odiar os não-muçulmanos

O ódio aos não muçulmanos ocupa um lugar central nas principais fontes do islamismo. Isto pode ser explicado pelas guerras que Maomé travou para difundir a sua nova religião. A vitória nessas guerras foi alcançada não apenas pela superioridade numérica, mas também pela crueldade demonstradas por Maomé e seus seguidores para com os não muçulmanos.

A crueldade nasce do ódio, enquanto a crueldade resulta da desumanização do inimigo. Portanto, cultivar essas qualidades tornou-se um dos objetivos do ensinamento islâmico. Em seu artigo “A crise do estupro na Europa: o que as fontes islâmicas realmente dizem?”, Jonathan Smith cita versículos do Alcorão que:

  • Promovem o ódio aos não-muçulmanos (3:151, 4:101, 9:32–33, 98:6);
  • Desumanizam os não-muçulmanos (7:179, 9:28);
  • Comandam o assassinato de não-muçulmanos (2:191, 8:12, 9:5);
  • Negam a salvação aos não-muçulmanos (5:41, 22:19–22, 47:12);
  • Proibe as relações humanas com não-muçulmanos (5:51, 58:14–15, 60:1).

O Alcorão é ecoado pelos Hadith — coleções de ditos atribuídos a Maomé. Aqui estão dois exemplos típicos:

O Apóstolo de Alá disse: “Nenhum muçulmano morreria se Alá não admitisse em seu lugar um judeu ou um cristão no Fogo do Inferno” (Muçulmano 37:6666).

O Apóstolo de Allah disse: “A Hora não será estabelecida até que você lute com os judeus, e a pedra atrás da qual um judeu estará escondido dirá: Ó muçulmano! Há um judeu escondido atrás de mim, então mate-o” (Bukhari 52:177)

Os versículos pacíficos do Alcorão foram revogados pelos militantes

Os apologistas islâmicos podem objetar que o Alcorão também contém versículos pacíficos. No entanto, eles não mencionam que, cronologicamente, as suras do Alcorão são divididas nas primeiras suras de Meca, que são pacíficas por caráter, e nas últimas suras de Medina, que são bélicas. Além disso, o Islã tem uma doutrina conhecida como naskh — a revogação de versículos anteriores em favor de versículos posteriores — com base no versículo 2:106:

“Qualquer versículo que revogamos ou fazemos esquecer, trazemos um versículo melhor ou semelhante a ele.”

Assim, os versos pacíficos anteriores foram revogados em favor dos posteriores, que são hostis e guerreiros.

2. A obrigação de participar da Jihad

Historicamente, a jihad significou guerra contra não-muçulmanos. O Islã primitivo se espalhou por toda a Península Arábica apenas através da guerra. O próprio Maomé lutou em 78 batalhas, das quais apenas uma foi defensiva. A propagação do Islão aos países vizinhos também ocorreu através de guerras de conquista.

Segundo Bukhari, a jihad é “uma luta sagrada pelo bem de Alá”, isto é, pela disseminação do islamismo. Uma definição mais detalhada é fornecida na introdução da seção sobre jihad na edição em inglês de Sahih al-Bukhari, publicada pela Dar-us-Salam:

“A Al-Jihad (luta sagrada) pela causa de Alá (com força total, números e armamento) recebe a maior importância no islamismo e é um dos seus pilares. Pela Jihad o Islão é estabelecido, a Palavra de Allah torna-se superior e a Sua Religião (Islão) é propagada. Ao abandonar a Jihad, o Islão é destruído e os muçulmanos caem numa posição inferior; a sua honra é perdida, as suas terras são roubadas, o seu governo e autoridade desaparecem.”

A jihad é um dever obrigatório no islamismo para todo muçulmano, e aquele que tenta escapar desse dever, ou não deseja cumpri-lo em seu coração, morre com uma das qualidades de um hipócrita. Esta definição pode servir como um comentário ao versículo 8:39, que convoca os muçulmanos a travar a jihad até que o islamismo se torne a religião dominante no mundo:

“E lute contra eles até que não haja mais Fitnah (ou seja, adorando outros além de Allah) e a religião será toda somente para Allah [em todo o mundo].”

Para resumir, o Alcorão:

  • Ordena aos muçulmanos que travem a jihad contra os não muçulmanos (2:216, 3:167, 8:15, 8:39, 8:65, 9:5);
  • Promete uma recompensa no Paraíso para aqueles que participam da jihad (3:172, 9:111);
  • Chama aqueles que evitam a jihad de hipócritas destinados ao Inferno (3:167, 3:173, 8:16).

O Hadith reforça ainda mais a doutrina da jihad do Alcorão. De acordo com o “Livro da Jihad” em Sahih al-Bukhari:

  • A jihad é uma das três melhores ações (52:41);
  • Um muçulmano é obrigado a aderir à jihad quando convocado (52:42);
  • A recompensa pela jihad é incomparável à de outras boas ações (52:44);
  • Um mujahid tem garantido um lugar no Paraíso (52:46, 52:49, 52:63).

3. O desejo de imitar Maomé

De acordo com a tradição islâmica, Maomé é considerado o modelo do muçulmano ideal. Entretanto, da perspectiva da moralidade universal, ele parece imoral e depravado, enquanto que, segundo as leis criminais dos estados modernos, incluindo as da maioria dos países muçulmanos, ele seria considerado um criminoso perigoso.

O Hadith e a Biografia de Maomé relatam que o fundador do Islã:

  • Matou prisioneiros de guerra, incluindo crianças que tinham começado a puberdade (aproximadamente 10–11 anos de idade) (Abu Dawud, 38:4390);
  • Teve pessoas mortas por insultá-lo (a história do assassinato de Asma bint Marwan, uma mãe que amamenta, conforme descrito na Biografia de Maomé);
  • Ordenou que pessoas de qualquer idade ou gênero fossem mortas por zombarem dele (a Biografia de Maomé relata os assassinatos de poetas árabes que ridicularizaram o fundador do Islã);
  • Ordenou que os apóstatas fossem mortos (Bukhari 52:260);
  • Ordenou que os adúlteros fossem apedrejados até a morte (Bukhari 60:79);
  • Encorajou o estupro de mulheres cativas na presença de seus maridos (Abu Dawud, vol. 2 não. 2150);
  • Casou-se com uma menina de sete anos e teve relações sexuais com ela quando ela tinha nove anos (Muçulmano 8:3309-3311);
  • Aprovou relações sexuais com meninas que não atingiram a puberdade (Alcorão 65:4);
  • Possuía escravos e encorajava a escravidão (Ibn Qayyim al-Jawziyya “Zad al-Ma’ad“; ver também Alcorão 33:50, 4:24, 24:32);
  • Teve onze esposas ao mesmo tempo (Bukhari 5:268);
  • Torturou pessoas para obter seus bens (a história da tortura e assassinato de Kinan al-Rabi, conforme descrito na Biografia de Maomé);
  • Dinheiro extorquido de não muçulmanos através da jizya (Alcorão: 9:29; Muçulmano 19:4294; Jizya [23]).

O pesquisador americano Craig Winn, baseando-se em fontes islâmicas em sua análise da personalidade de Maomé, resume suas conclusões em “Profeta da Perdição“:

A história viu muitos assassinos, ladrões e predadores sexuais.
Houve até mesmo aqueles que alegaram ser ungidos por Deus.
Mas houve apenas um homem que fez disso uma religião. 

Conclusão

A necessidade de odiar os não-muçulmanos, a obrigação de participar da jihad e o desejo de imitar Maomé transformam os muçulmanos em sociopatas cruéis e implacáveis. A taxa extremamente alta de criminalidade entre os muçulmanos é, na verdade, uma manifestação da jihad — uma guerra para espalhar o islamismo.

Assim, a imigração muçulmana representa a importação de soldados estrangeiros que sofrem de transtornos mentais perigosos e que, ao chegarem a um país estrangeiro, se envolvem em uma guerra de conquista contra a população local. Neste contexto, as atividades das organizações e grupos que promovem a imigração muçulmana devem ser caracterizadas como maliciosas e criminosas.

Graças ao livro de Ioan Ratiu, “The Milner-Fabian Conspiracy” (A Conspiração Milner-Fabiana), podemos identificar essas organizações e grupos:

  • A Sociedade Fabiana, a iniciadora dos processos de imigração, multiculturalismo e islamização;
  • O Partido Trabalhista Britânico, liderado por membros da Sociedade Fabiana e empenhado na implementação de projetos fabianos;
  • A Internacional Socialista, fundada pela Sociedade Fabiana em 1951;
  • Os partidos membros da Internacional Socialista, que implementam projetos fabianos em seus respectivos países;
  • A liderança da ONU, tradicionalmente dominada por socialistas;
  • A Internacional Liberal, sediada em Londres;
  • Uma parcela da aristocracia britânica, liderada pelo Rei Charles III, que promove o Islã;
  • O Foreign Office e de seu serviço de inteligência, o MI6, que utilizam o Islã radical em suas guerras híbridas;
  • O grupo anglo-francês Rothschild e o grupo americano Rockefeller, patrocinadores da Sociedade Fabiana, do socialismo mundial e da islamização;
  • E de veículos de comunicação pertencentes à oligarquia anglo-americana que promovem projetos fabianos.

O destino das civilizações não é determinado por aqueles que vêm de fora, mas por aqueles que lhes abrem os portões. Portanto, o estudo da sociopatia islâmica não pode ser dissociado do estudo das forças influentes que a exploram para seus próprios fins. No entanto, os processos destrutivos desencadeados por essas forças não são irreversíveis.

Outros textos do veil-of-history sobre a praga islâmica:  Multiculturalismo, Islamização, Imigração em massa e Como impedir a islamização.

O Islã cria sociopatas

O vídeo do homem muçulmano agredindo uma mulher muçulmana agora tem mais de 61.000 curtidas e todos os comentários são contra o Islã e querem o Islã fora da América e de todas as Nações Ocidentais. O Islã não é compatível com a Civilização Ocidental. Medidas ousadas devem ser tomadas, eles devem ser deportados em massa. Sob a Lei Sharia do Alcorão e da Suna, um marido tem permissão para bater em sua esposa e fazer coisa pior.

A invasão islâmica em Ceuta.

O Marrocos é um país islâmico. O Islã é a religião oficial do Estado e é seguido por cerca de 99% da população, que pratica majoritariamente a vertente sunita. Ceuta não é um território controlado pela Espanha. Faz parte da Espanha desde o século XV, quando Marrocos nem sequer existia como nação independente.

As agências de inteligência espanholas teriam alertado o governo do comunista Pedro Sanchez sobre a invasão marroquina de Ceuta com bastante antecedência, incluindo os ensaios que estavam ocorrendo antes do evento. Falaram também de um grande número de veículos que chegaram à cidade marroquina de Castillejos, a mais próxima da fronteira com Ceuta, onde se reuniram milhares de pessoas.

O governo espanhol optou por ignorar os avisos e o resto é história. Foi claramente um evento coordenado. É importante compreender que o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, não é apenas um fantoche globalista, é também extremamente corrupto, o que significa que podem obrigá-lo a fazer qualquer coisa.

Após a vitória da Espanha contra a Argentina na Copa do Mundo, o rabino Yosef Mizrachi afirmou que os espanhóis seriam massacrados pelos muçulmanos. O mentor por trás dos ataques de imigrantes na Europa é sempre o mesmo, os judeus sionistas de Israel.

Como foi a invasão de mais de 60.000 marroquinos na Espanha.

Em sua página no X, o Ministro da Segurança Nacional de Israel, o sionista Itamar Ben-Gvir, parabenizou e se gabou pelo crédito pela imigração em massa de muçulmanos do Marrocos para a Espanha…

“Parabenizo o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, por seu profundo compromisso em acolher imigrantes e abraçar a “diversidade humana”. Como alguém que demonstra grande preocupação com o Hamas e com os habitantes de Gaza, convido-o a transformar palavras em ações: abra as portas da Espanha e conceda refúgio aos habitantes de Gaza que desejam emigrar. Esta é uma excelente oportunidade para contribuir um pouco mais para a “diversidade humana” da Espanha.”

Benjamin Netanyahu e seu filho, Yair Netanyahu, vêm defendendo, pelo menos desde 2019, uma invasão das cidades espanholas de Ceuta e Melilla por “árabes e muçulmanos”. O filho de Netanyahu escreveu: “Caros árabes e muçulmanos: querem libertar terras árabe-islâmicas ocupadas? Eis um bom começo!”

No início deste ano, Netanyahu declarou que a Espanha havia decidido se posicionar contra Israel e que ele faria do país um exemplo. “Não pretendo permitir que qualquer país trave uma guerra diplomática contra nós sem pagar um preço imediato.”

O agente de desinformação sionista Ben Shapiro está suando frio porque a comunidade online rapidamente expôs os laços de Israel com o Marrocos e a instabilidade causada em Ceuta, na Espanha, pela crise migratória que terminou tão rápido quanto começou. Ele disse que a “extrema-direita” — incluindo Thomas Massie e MTG — está “culpando os judeus”.

Quem criou o Islã e o profeta Maomé?

O ativista espanhol Alberto Rivera alegou ter tido acesso a arquivos secretos no Vaticano enquanto atuava como bispo e padre jesuíta. Segundo Rivera, um cardeal jesuíta chamado Agostinho Bea disse-lhe o Vaticano desejava ter o controle sobre Jerusalém, então criaram o Islã no século VII como uma estratégia geopolítica para controlar a Arábia, eliminar os judeus e cristãos na região que não obedeciam a Roma e capturar a cidade de Jerusalém.

Os detalhes da narrativa de Alberto Rivera

De acordo com as publicações nas quais Rivera divulgou seus relatos, popularizado através das histórias em quadrinhos do publicador norte-americano Jack Chick como a HQ The Prophet / O Profeta, da Chick Publications:

  • Khadijah e os agentes agostinianos: Rivera afirmou que a primeira esposa do profeta Maomé, Khadijah (que era uma mulher rica e devota), era uma seguidora fiel de um monge católico da Ordem de Santo Agostinho. O Vaticano teria instruído esses monges a encontrar e treinar um jovem árabe promissor que pudesse unir as tribos da península sob um novo movimento monoteísta.

  • O treinamento de Maomé: Segundo Rivera, Maomé teria sido guiado e instruído secretamente por sacerdotes e intelectuais católicos que criaram os ensinamentos que comporiam o Alcorão, sob medida para a cultura local.

  • O objetivo de Jerusalém: O propósito estratégico primário da criação do Islã seria a conquista de Jerusalém e a entrega da cidade ao Papado, além da destruição de judeus e cristãos Ortodoxos/Orientais que rejeitavam a autoridade romana na região.

  • A perda do controle: A narrativa afirma que o plano falhou quando o movimento islâmico ganhou força autônoma, expandiu-se rapidamente, se recusou a entregar Jerusalém ao Vaticano e pretendia islamizar os países europeus à força, tornando-se um rival direto da Igreja de Roma ao longo da história.

As alegações de Alberto Rivera foram amplamente rejeitadas e classificadas como “teorias conspiratórias” por historiadores, teólogos e jornalistas mainstream. A Ordem dos Jesuítas (Companhia de Jesus) contestou a afirmação de que Rivera chegou a ser sacerdote jesuíta.

A Jihad é a “guerra santa” islâmica, a luta armada contra os infiéis e inimigos do Islã, ou seja, todo mundo. O Alcorão tem 164 versículos da Jihad.

Como o Vaticano criou o Islã segundo Alberto Rivera, ex-padre jesuíta. 2

O cardeal jesuíta Agostinho Bea era superior provincial jesuíta na Alemanha e confessor pessoal de Eugenio Pacelli, Papa Pio XII, que foi fundamental na criação e orientação do Terceiro Reich nazista. Rivera disse que o Cardeal Augustin explicou como Maomé foi orientado por seu tio, um monge católico romano que o doutrinou a odiar os judeus e a retomar Jerusalém.

Devido à sua história religiosa e à sua localização estratégica, a Cidade Santa era considerada um tesouro inestimável. Era preciso desenvolver um plano para transformar Jerusalém em uma cidade católica romana. Autoridades do Vaticano acharam particularmente útil explorar os muçulmanos no Oriente Médio, para matar e serem mortos em nome de sua agenda.

A grande fonte inexplorada de mão de obra capaz de realizar essa tarefa foram os árabes pobres, que foram vítimas de um dos planos mais engenhosos já concebidos pelos Poderes das Trevas. O Vaticano desejava desesperadamente Jerusalém devido à sua importância religiosa, mas foi impedido pelos judeus e cristãos no Norte da África que pregavam o evangelho.

O catolicismo romano estava ganhando poder, mas não tolerava oposição. De alguma forma, o Vaticano precisava criar uma arma para eliminar tanto os judeus quanto os cristãos que se recusavam a aceitar o catolicismo romano. Olhando para o Norte da África, eles viram nas multidões de árabes pobres uma fonte de mão de obra para fazer seu trabalho sujo.

Alguns árabes haviam se convertido ao catolicismo romano e podiam ser usados ​​para fornecer informações aos líderes em Roma. Outros eram utilizados em uma rede clandestina de espionagem para executar o plano mestre de Roma de controlar as grandes multidões de árabes que rejeitavam o catolicismo.

O Vaticano queria criar um messias para os árabes, alguém que pudessem elevar à condição de grande líder, um homem carismático que pudessem treinar e, eventualmente, unir todos os árabes não católicos em torno dele, criando um poderoso exército que, por fim, conquistaria Jerusalém para o papa. Assim surgiu o messias Maomé e o Islã como arma de Roma.

Segundo a tese de Alberto Rivera, o Alcorão foi elaborado por monges católicos augustinianos e por Waraqah ibn Nawfal (primo de Khadija, apresentado por Rivera como um padre/monge católico). Como Maomé não possuía instrução formal nem era alfabetizado, Rivera sustentava que ele atuou apenas como o porta-voz e recitador de um texto cujas bases teológicas foram redigidas por agentes do Vaticano e repassadas a ele gradualmente.

A autoria do Alcorão segundo Alberto Rivera

Na série de publicações O Profeta (editada por Jack Chick com base nos relatos de Rivera), Rivera argumentava que um homem sem instrução como Maomé jamais teria conseguido estruturar um sistema teológico e um livro complexo sem orientação externa. Segundo o relato, a criação do Alcorão envolveu uma rede organizada pela Igreja Católica:

  • Os monges augustinianos do norte da África:

    • Rivera afirmava que teólogos e monges católicos leais a Roma redigiram os textos e conceitos fundamentais que serviram de base para a nova religião. Esses escritos misturavam passagens adaptadas do Antigo e do Novo Testamento com tradições locais (como a adaptação do culto ao deus-lua Allah) e mantinham pontos do interesse de Roma, como o respeito e a veneração à Virgem Maria.

  • Waraqah ibn Nawfal (o arquiteto intelectual):

    • Descrito por Rivera como um padre/monge católico instruído e primo de Khadija, a esposa de Maomé. Segundo a teoria, Waraqah agiu como o verdadeiro mentor de Maomé no terreno, traduzindo, organizando e repassando os textos preparados pelos monges para que Maomé os memorizasse e os apresentasse como “revelações divinas”.

  • Khadija e a logística:

    • Apresentada na narrativa como uma mulher rica sob a direção espiritual de redes católicas. Sua função era dar sustentação financeira, proteger Maomé e garantir que ele seguisse estritamente as orientações de Waraqah na transmissão dos ensinamentos.

O papel de Maomé no processo

Para Rivera, a falta de erudição de Maomé não foi um obstáculo, mas sim uma peça-chave do plano:

  • Liderança e oratória: Maomé foi escolhido por seu carisma, capacidade de liderança e habilidade de unir as tribos árabes sob uma única mensagem.

  • Transmissão oral: Por ser iletrado, Maomé apenas memorizava e recitava oralmente o conteúdo que recebia de Waraqah.

  • Compilação dos textos: Os escribas e seguidores de Maomé registravam suas recitações em pergaminhos, pedras e folhas de palmeira, materiais que posteriormente foram compilados para formar o Alcorão tal como se conhece.

Segundo a teoria de Alberto Rivera, o objetivo final do Vaticano ao criar o Islã era conquistar Jerusalém sem expor a Igreja Católica, usando as tribos árabes como um exército por procuração (proxy). O plano previa que os muçulmanos eliminassem a presença judaica e os cristãos não católicos do Oriente Médio para, em seguida, entregar o controle de Jerusalém ao Papa. No entanto, o plano fracassou quando as forças islâmicas tomaram a cidade e se recusaram a repassá-la a Roma.

O plano estratégico do Vaticano para Jerusalém

Na narrativa de Rivera, a Terra Santa era o alvo geopolítico e religioso supremo de Roma. Ele detalha a estratégia papal em várias etapas:

  • A limpeza teológica e demográfica:

    • O Vaticano não podia atacar Jerusalém abertamente sem desencadear uma guerra direta contra o Império Bizantino e a forte resistência judaica na região. O exército islâmico recém-criado foi incumbido de marchar sobre o Levante com a missão de eliminar judeus e comunidades cristãs (como os gnósticos e os ortodoxos) que rejeitavam a autoridade e a doutrina romana.

  • O pacto secreto de entrega:

    • De acordo com Rivera, havia um acordo velado mantido entre a liderança católica e os mentores de Maomé. A promessa era de que, após a conquista, os árabes teriam direito a saques, terras e domínio sobre outras regiões do Oriente Médio e do Norte da África, mas as chaves de Jerusalém e os seus locais sagrados deveriam ser entregues diretamente ao Papa. O objetivo de Roma era transferir ou expandir o Trono Papal para Jerusalém, consolidando o domínio religioso universal sobre a cidade.

  • A quebra do acordo e o efeito reverso:

    • Quando os muçulmanos tomaram Jerusalém (em 637 d.C.), o exército já havia acumulado imenso poder, autonomia e fervor religioso próprio. Percebendo a própria força, os líderes muçulmanos traíram o acordo e se recusaram a entregar a cidade a Roma, declarando Jerusalém como solo sagrado do próprio Islã e erguendo lá o Domo da Rocha.

  • A reação do Vaticano (as Cruzadas):

    • Diante da traição e da perda do controle sobre a força que havia criado, a Igreja Católica mudou de estratégia. O Vaticano passou a demonizar os muçulmanos — rotulando-os como “infiéis” — e organizou as Cruzadas séculos depois como uma tentativa militar desesperada de tomar Jerusalém à força da própria criação que havia saído de seu controle.

O Islã como “instrumento de choque” de civilizações

Pesquisadores do ocultismo e sociedades secretas sustentam que grandes deslocamentos populacionais e o aumento das tensões culturais entre o Ocidente e o Islã são induzidos deliberadamente. A finalidade seria desestabilizar os Estados-Nação europeus, enfraquecer a identidade cristã/ocidental e criar uma crise permanente. É a velha estratégia maçônica do “Caos Controlado” (Ordo ab Chao).

A maçonaria de Rito Britânico (Grand Lodge) e as elites sionistas/israelenses são os operadores geopolíticos nos bastidores. A destruição do Oriente Médio por meio de intervenções militares ocidentais (impulsionadas por lobbies anglo-americanos através da OTAN) serviria ao duplo propósito de consolidar a hegemonia regional na Ásia Ocidental e desencadear a crise de refugiados em direção à Europa.

Para pesquisadores de sociedades secretas e ocultismo como Michael Tsarion e Leo Lyon Zagami, o Islã político e fundamentalista serve como uma ferramenta geopolítica, um “instrumento de choque” de civilizações (dialética hegeliana). A elite criaria o problema (o choque cultural e a erosão das fronteiras) para posteriormente propor a solução: um sistema de governança global rígido, centralizado e pós-nacional.

Tsarion e Zagami articulam teorias de que o Vaticano e sociedades secretas exerceram papel decisivo na criação ou manipulação de correntes do Islã como ferramenta geopolítica de controle social. Segundo essas perspectivas, o avanço e a instrumentalização dessas estruturas estariam sendo direcionados pelas elites para desestabilizar a civilização ocidental e remodelar a ordem global.

Principais teses e abordagens dos autores

Michael Tsarion: Manipulação eclesiástica e hegemonia do Vaticano

Origens e engenharia social: Michael Tsarion defende em suas apresentações e escritos que a Igreja Católica operou historicamente como uma força geopolítica ocultista e expansionista. Em sua análise sobre o controle de massas, Tsarion argumenta que a hierarquia do Vaticano utilizou e moldou correntes religiosas opostas no Oriente Médio para criar divisões controladas na humanidade.

A conexão com o Islã primordial: Tsarion dialoga com a tese (originalmente popularizada por figuras como Alberto Rivera) de que o Vaticano teria influenciado o surgimento do Islã no século VII com o objetivo estratégico de tomar Jerusalém e conter correntes judaicas e cristãs dissidentes no Oriente Médio, perdendo posteriormente o controle direto sobre o movimento.

Impacto no Ocidente: Dentro dessa perspectiva, as estruturas criadas e fomentadas por agendas eclesiásticas e oligárquicas servem como vetores para fragmentar a identidade cultural ocidental, promovendo o colapso das instituições tradicionais.

Cardeal Muhammad (Como o Vaticano inventou o Islã) Michael Tsarion

Nesse vídeo, Tsarion disse que se surgirem evidências históricas desmentindo as narrativas tradicionais do Alcorão, haveria uma conversão em massa para o catolicismo, alterando dramaticamente a demografia geopolítica no Ocidente. O apresentador critica as políticas de imigração na Europa e na Austrália, sustentando que o incentivo governamental à migração em massa visa dissolver as identidades nacionais ocidentais.

Leo Lyon Zagami: Sociedades Secretas, Vaticano e Maçonaria Islâmica

Engenharia de religiões pelas Elites: Leo Zagami, em obras como a série Confessions of an Illuminati (em especial o Volume 10 dedicado à “Maçonaria Islâmica”), argumenta que ordens ocultas no seio do Vaticano e dos Illuminati criam, financiam e orientam movimentos religiosos ao longo da história para manipular o cenário mundial.

Uso geopolítico e desestabilização: Zagami afirma que ramos radicais e organizações islâmicas são utilizados por elites globais e redes de espionagem do Vaticano como armas de desestabilização da Europa e do Ocidente. O objetivo seria enfraquecer os Estados-Nação através do conflito cultural e da imigração descontrolada, pavimentando o caminho para uma Nova Ordem Mundial centralizada.

Convergência oculta: Segundo o autor, enquanto as populações enxergam um conflito religioso de valores, a cúpula oculta das ordens secretas e da hierarquia papal atua em consonância com lideranças secretas para gerenciar e intensificar o choque de civilizações.

A Sociedade Fabiana e a Islamização da Europa.

A monarquia britânica criou o islamismo radical para subjugar os países ocidentais.

Carlos III, o rei muçulmano do Reino Unido visita os Estados Unidos.

O fenômeno do terrorismo islâmico é orquestrado por Londres e Tel Aviv.

A esquerda radical se uniu ao islamismo radical contra a civilização ocidental.

O Cartel Bancário Judaico financia o Irã nos bastidores há quase 150 anos.

Obama ajudou a financiar o regime iraniano com US$ 150 bilhões entre 2013 e 2016

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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