O culto antigo a Moloque entre setores do povo israelita e cananeu é interpretado pelas correntes alternativas e pelo ocultismo como uma prática saturnina de magia de sangue e fogo. Centrado no Tofete, no Vale de Hinom, o ritual envolvia o sacrifício de crianças numa fornalha de bronze com cabeça de touro para canalizar poder, garantir proteção espiritual e estabelecer pactos de dominação com forças ctônicas e demônios solares.
Moloque era um deus dos amonitas, que era adorado na terra de Canaã. O culto a Moloque ficou conhecido pelo sacrifício de crianças em honra ao ídolo. Os povos da terra de Canaã adoravam vários deuses e Moloque era um deles, associado ao povo amonita.
O ritual mais notório da adoração a Moloque era o sacrifício de crianças, que eram queimadas no fogo para agradar a esse deus. Além disso, o culto a Moloque provavelmente envolvia as práticas típicas de outros rituais pagãos: prostituição, imoralidade sexual e idolatria.
Moloque e os israelitas
Na Torá, Deus proibiu por completo a adoração a Moloque, especialmente o sacrifício de crianças (Levítico 20:2-5). Quando os israelitas conquistaram Canaã, Deus ordenou a destruição de todos os povos que não se convertessem, para eliminar esse tipo de práticas repugnantes. No entanto, os israelitas não eliminaram todos esses povos e suas práticas.
Pelo contrário, muitos passaram a adorar Moloque! Eles construíram altares a Moloque e sacrificaram seus filhos a esse ídolo (Jeremias 32:35). O vale de Ben-Hinom, perto de Jerusalém, se tornou um dos lugares principais onde crianças eram queimadas para Moloque.
Mais tarde, o rei Josias destruiu o santuário de Moloque em Ben-Hinom, que passou a ser usado como lugar para queimar lixo (2 Reis 23:10). No entanto, o sacrifício de crianças a Moloque não foi completamente eliminado e essa foi uma das razões por que os judeus foram castigados com o exílio.
Saturno está esotericamente associado a Satanás. Saturno (Cronus) representa as limitações do mundo material, em oposição à luz divina do Sol. Em várias mitologias, Saturno foi associado a divindades antigas como Moloch e Baal, e depois se fundiu com Pan (a cabra com chifres) para influenciar a imagem moderna do Diabo.
O sacrifício humano a Moloque continua até hoje. Os sionistas sociopatas são o “povo escolhido” desse demônio que exige o sacrifício de crianças e adultos em Gaza e outros locais.
Moloch/Baal/Saturno = Reptilianos

Este fato histórico é muito interessante. Em 1933, 120.000 judeus sionistas se reuniram numa cerimônia em Chicago para celebrar os 3.000 anos de sua falsa história. O auge da celebração foi a simulação do sacrifício de crianças ao demônio Moloch. O evento foi chamado de “O Romance de um Povo”. Foi organizado pela Organização Sionista da América.
A natureza oculta e arquetípica de Moloque
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A correspondência saturnina: Nas tradições esotéricas e na demonologia ocidental, Moloque (ou Molech, ligado ao hebraico Melech, “rei”) é frequentemente associado ao arquétipo de Saturno (ou Cronos), a divindade associada ao tempo, à limitação, ao fogo devorador e ao consumo de seus próprios filhos.
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A iconografia da fornalha: Representado como uma estátua colossal de bronze com corpo humano e cabeça de touro, o ídolo continha uma estrutura interna oca aquecida por brasas incandescentes. As mãos estendidas da estátua recebiam a oferenda, que deslizava para o ventre flamejante, simbolizando a transmutação da matéria física em energia puramente astral e elemental.
O ritual no Tofete e a geografia do Vale de Hinom
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O Vale de Hinom (Gehenna): Situado fora das muralhas de Jerusalém, o Tofete (termo associado a “tambores” ou “lugar de queima”) funcionava como o vórtice ritual de Israel para operações de magia de sangue.
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Magia sonora e manipulação egrégora: Durante o sacrifício das crianças, sacerdotes tocavam tambores (tophim) e instrumentos de percussão em ritmos frenéticos. Em vertentes do ocultismo prático, essa sonoplastia tinha dupla função: abafar os gritos e elevar a frequência vibracional dos participantes, selando a egrégora ritual com a dor e a entrega da essência vital da criança.
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O sacrifício do primogênito: Na visão esotérica alternativa, a oferta do filho não era mera ignorância tribal, mas um ato estrito de teurgia invertida. Entregar o bem de maior valor pessoal (o primogênito) pretendia romper a barreira do plano sutil, forçando a entidade a conceder poder político, vitória em guerras ou imunidade contra pragas.
Sincretismo na monarquia israelita e visão demonológica
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Adesão da elite de Judá: Relatos heterodoxos e textos herméticos apontam que o culto não era apenas praticado por povos vizinhos (como amonitas e cananeus), mas incorporado por reis israelitas como Acaz e Manassés. Estes reis viam no ritual um canal de poder supremo, misturando preceitos de Yahweh com as forças solares e subterrâneas de Baal e Moloque.
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Moloque na grimoiriologia: No ocultismo moderno e na Goécia, Moloque é visto como um dos príncipes do Inferno, uma entidade que rege a severidade do fogo descontrolado. Ele é reverenciado por ordens do Caminho da Mão Esquerda não como uma força de “crueldade cega”, mas como a síntese da vontade implacável que exige o sacrifício do ego e de apegos humanos para a obtenção de soberania espiritual e transmutação mágica.
Teorias alternativas de geopolítica e ocultismo sustentam que o culto antigo a Moloque não desapareceu, mas foi transmutado pelas elites globais em um sistema oculto de dominação. Sob essa perspectiva, conflitos armados, ataques terroristas e rituais de sacrifício infantil fechados funcionam como sacrifícios em massa para alimentar egrégoras de poder, geridos por uma rede interligada que opera a partir dos centros financeiro, político, militar, religioso e de inteligência do mundo.
A transmutação do sacrifício: Da fornalha às guerras modernas
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A engenharia de conflitos como ritual: Em vertentes da pesquisa exopolítica, as guerras e os atentados de grande escala não são vistos apenas como disputas geopolíticas ou econômicas, mas como rituais de sangue em escala macro. A energia de sofrimento, medo e morte gerada nesses eventos atua como alimento psíquico (ou loosh) para entidades egrégoras, mantendo a frequência vibracional da humanidade sob controle e submissão.
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O princípio da oferenda geopolítica: O padrão de sacrificar vidas humanas — antes personificado na entrega de primogênitos — é interpretado hoje na convocação e destruição sistemática de populações em cenários de combate fabricados por complexos de inteligência e indústria militar.
A estrutura dos três órgãos de poder e seus centros militar/financeiro
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City de Londres: O polo financeiro soberano, responsável pelo financiamento de ambos os lados em conflitos históricos e pela manutenção de redes corporativas transnacionais que lucram com as guerras e a matança.
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Washington, D.C. (Distrito de Colúmbia): O braço militar e de inteligência que executa as operações de campo, intervenções e guerra psicológica no cenário internacional.
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Vaticano: O centro de controle dogmático e espiritual, acusado por teorias do ocultismo de guardar conhecimentos esotéricos reprimidos e manipular a egrégora religiosa global.
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Tel Aviv e o eixo do Oriente Médio: Frequentemente citado em análises exopolíticas como o nó central de convergência energética e espiritual, onde disputas milenares são mantidas para sustentar o estado de tensão permanente que alimenta as egrégoras demoníacas que foram invocadas naquela região no passado.
Rituais fechados e a simbologia das elites
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Sociedades Secretas e iniciações: Grupos fechados de tomada de decisão (como o Bohemian Club, Skull and Bones e outras ordens elitistas) utilizam encenações rituais — como a cerimônia Cremação do Cuidado diante da imagem de um coruja/Moloque — que simbolizam a neutralização da empatia humana em prol da execução de metas de dominação frias e calculadas.
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Inversão e simbologia exposta: Pesquisadores de guerras de informação apontam que a elite corporativa e política utiliza arquitetura, monumentos e artes para expor publicamente a simbologia de Moloque e Saturno, selando o consentimento tácito das massas através de programação neurolinguística e manipulação midiática.

Pesquisadores de correntes heterodoxas e do esoterismo ocidental argumentam que, ao lado da norma rabínica oficial, existiram facções subterrâneas que praticavam teurgia e magia de invocação. Nesses círculos banidos, símbolos de deidades cananeias foram assimilados à “Árvore da Morte” (Qliphoth), a contraparte sombria da Árvore da Vida cabalística.
Na mística da Cabala Qliphótica, Moloque deixa de ser apenas o ídolo histórico e passa a figurar como o arconte governante (ao lado de Satanás ou Lúcifer) do plano de Thamiel, a esfera da dualidade e do caos primal, associado à transmutação pelo fogo e pela força implacável.
Em análises da magia ritualística alternativa, a essência do culto a Moloque é vista como um mecanismo antigo de extração energética. O sofrimento do sacrifício criava um vínculo espiritual para invocação de entidades de grande poder político ou material, algo que alguns pesquisadores esotéricos afirmam ter influenciado tradições secretas e ordens de elite ao longo da história.
Ronald Bernard, um ex-banqueiro holandês, ganhou notoriedade em 2017 por uma série de entrevistas concedidas ao veículo holandês De Vrije Media, nas quais alegou ter trabalhado nos mais altos escalões do sistema financeiro global. Ele alega ter se envolvido em lavagem de dinheiro em larga escala, sonegação fiscal e manipulação dos mercados mundiais.
Em seu depoimento, ele comentou que a elite global praticava abuso ritualístico de crianças e culto satânico. Ele afirmou que sua carreira terminou quando foi solicitado a participar de um sacrifício infantil, o que o levou a um colapso nervoso.
As ações militares e os bombardeios dos sionistas israelenses no Oriente Médio são interpretados como rituais modernos de sacrifício em massa. A destruição sistemática e a perda de vidas humanas extrapolam os objetivos geopolíticos convencionais, funcionando como operações de extração de energia psíquica e alimento vibracional para a egrégora de Moloque e estruturas ocultas de dominação.
A guerra como ritual e extração energética
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O conceito de Loosh e magia de sangue: Em correntes de pesquisa esotérica e exopolítica, eventos com alto índice de sofrimento humano, dor e terror repentino geram um pico de energia vital condensada. Na linguagem dessas tradições, o sacrifício de populações civis e crianças funciona como um Tofete em escala moderna, onde o fogo dos bombardeios substitui as chamas da antiga estátua de bronze para alimentar entidades egrégoras e manter o controle de frequência sobre o plano físico.
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O princípio do sacrifício coletivo: Enquanto a narrativa geopolítica oficial justifica os conflitos por meio de conceitos de segurança nacional, defesa ou controle territorial, o olhar ocultista enxerga esses discursos como uma fachada. A matança contínua em locais historicamente carregados de valor simbólico e energético é entendida como uma oferenda calculada por elites que operam sob dogmas teúrgicos fechados.
Geopolítica oculta e a ideologia do conflito perpétuo
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A manipulação de profecias e egrégoras: Análises do esoterismo crítico apontam que o sionismo político e o fundamentalismo religioso do Chabad-Lubavitch são instrumentalizados por redes ocultas para forçar o cumprimento de narrativas escatológicas. Manter o Oriente Médio em um estado de guerra permanente cria um vórtice constante de tensão e sacrifício que serve para ancorar estados de consciência baseados no medo e na divisão.
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O papel das elites transnacionais: Sob essa perspectiva alternativa, as decisões militares executadas no terreno não respondem apenas aos interesses de um único Estado, mas integram a agenda do complexo corporativo, financeiro e oculto global. Esse ecossistema utiliza os teatros de guerra no Oriente Médio como o epicentro para a execução rituais de poder, preservando a lógica arquetípica de Moloque na era da tecnologia moderna.

Para os estudiosos de sociedades secretas e ocultismo, a ala radical e messiânica do movimento Chabad-Lubavitch é interpretada como um vetor esotérico de guerra de informação. A tese do culto moderno a Moloque baseia-se na ideia de que a instrumentalização teológico-política do conflito, o encorajamento de ações militares severas e a busca por precipitar a era messiânica geram os mesmos efeitos práticos do antigo ritual de sangue e fogo.
A teologia messiânica e o papel goopolítico do Chabad
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O messiagismo dialético e a “Guerra de Gogue e Magogue”: Na escatologia desenvolvida por vertentes messiânicas do Chabad-Lubavitch, a consolidação da era messiânica (Mashiach) não é um evento passivo, mas um processo acelerado pela ação humana. A interpretação de determinados textos cabalísticos leva a uma aceitação da destruição e do conflito como etapas necessárias para a transição dimensional e espiritual.
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A influência nas elites políticas e financeiras: O Chabad se destaca por sua vasta rede internacional e acesso direto a chefes de Estado, generais e oligarcas globais (nos EUA, em Israel, na Rússia e na Europa). Em análises de poder oculto, essa proximidade permite que preceitos teológicos radicais influenciem decisões militares, diplomáticas e de inteligência no Oriente Médio.
O paralelo com o culto a Moloque
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A sacralização da guerra e da morte: A associação conceitual com Moloque não ocorre no nível dos ritos formais do judaísmo, mas no resultado prático e energético. Quando a perda maciça de vidas humanas — sobretudo civis — é normalizada, incentivada ou vista como um “custo espiritual imperativo” para a redenção de um grupo ou o cumprimento de profecias, opera-se a mesma lógica do antigo Tofete: o sacrifício de vidas pela obtenção de poder e proteção divina.
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A manipulação do Loosh e a inversão do Tofete: Analistas do geo-ocultismo apontam que a insistência dos judeus sionistas em manter um estado de conflito perpétuo na Palestina e regiões vizinhas funciona como uma gigantesca fábrica de energia de sofrimento. Sob essa ótica, a teologia do confronto inflexível atua como o mecanismo de sustentação da egrégora de Moloque, disfarçada de fervor religioso e zelo nacionalista.
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Supremacismo teológico e desumanização: Críticos ressaltam que certas interpretações do Tanya (obra central do Chabad) estabelecem uma distinção ontológica radical entre a alma judaica e a dos não judeus (Goyim). No âmbito da magia política, essa desconexão empática é o pré-requisito psicológico para a realização de sacrifícios em massa sem remorso, espelhando a atitude dos antigos sacerdotes durante as imolações ritualísticas.
O Chabad-Lubavitch é uma seita hassídica ultraortodoxa que riginou-se em Liubavichi/Rússia no século XVIII, e é um movimento global. O Chabad é um ramo do judaísmo hassídico, uma forma de judaísmo ortodoxo que promove o misticismo judaico como o caminho para a suposta “iluminação”. É uma seita ultrassionista responsável pelo genocídio em Gaza e incita o ódio contra os não judeus.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem um relacionamento de longa data com o movimento Chabad-Lubavitch, enraizado em uma famosa reunião de 1984 com o Rebe de Lubavitch, Rabino Menachem Mendel Schneerson, que disse a Netanyahu que “ele, Netanyahu, será o primeiro-ministro de Israel, que passará o cetro ao Messias”. Os rabinos acreditavam na época que Netanyahu seria o último primeiro-ministro de Israel e depois dele viria o reinado do Messias prometido!
No Tanya, o principal texto religioso do Chabad, diz que os gentios possuem apenas almas animais, e não humanas. De acordo com informações de um ex-membro, o Chabad acredita que os judeus são deus e os gentios são bestas sem alma cujo único propósito é SERVIR os judeus ou morrer. Mas o Talmude Babilônico tem a mesma definição sobre os gentios.
O poder de Chabad deriva de dois serviços que eles fornecem aos Illuminati:
1. Eles trabalham com a inteligência israelense em operações criminosas e de inteligência.
2. Eles promovem uma ideologia supremacista judaica que encoraja os sionistas a praticar crimes contra os gentios.
O número real de mortos nas operações militares de Israel na Faixa de Gaza é de pelo menos 680 mil, ou dez vezes mais do que o relatado oficialmente, disse a relatora especial das Nações Unidas sobre os territórios palestinos ocupados, Francesca Albanese, em um briefing. O Chabad-Lubavitch acredita que o Messias judeu (ou seja, Satanás/Lúcifer) retornará somente depois que o mundo for destruído. Estamos sob o domínio de um culto satânico fanático.
Israel lançou cerca de 200.000 toneladas de explosivos sobre Gaza desde 7 de outubro, equivalente a quase 13 bombas de Hiroshima.
Israel has dropped about 200,000 tons of explosives on Gaza since Oct 7, equivalent to nearly 13 Hiroshima bombs. pic.twitter.com/XrtDoLUBWu
— TIMES OF GAZA (@Timesofgaza) October 8, 2025
Funeral realizado hoje em Gaza para os restos mortais descobertos de 112 palestinos, incluindo 40 crianças e 38 mulheres. Os restos mortais foram recentemente recuperados dos escombros após Israel bombardear um quarteirão residencial contendo casas em 23 de novembro de 2023. Equipes não conseguiram recuperar outros 157 corpos, que se acredita ainda estejam soterrados sob os escombros.
Funeral held today in Gaza for the uncovered remains of 112 Palestinians including 40 children and 38 women.
The remains were recently recovered from the rubble after Israel bombed a residential block containing homes on 23 November 2023. Crews were unable to recover another 157… pic.twitter.com/o0UqKpRGLs
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) August 4, 2026
Uma operação de US$ 46,5 milhões tenta reescrever o que a IA diz sobre a SINAGOGA DE SATANÁS. Centenas de artigos pró-Israel foram inseridos em sites criados quase exclusivamente para serem rastreados por chatbots. A campanha, liderada por Brad Parscale, ex-chefe da campanha de Trump, visa moldar as respostas do ChatGPT, Gemini, Copilot, Perplexity e outras ferramentas sempre que usuários perguntam sobre Gaza ou as relações entre os EUA e Israel.
Algumas dessas ferramentas já estão citando esse material. A iniciativa representa uma das tentativas mais diretas até o momento de influenciar as informações que a IA fornece ao público. A propaganda governamental encontra a era da IA… sua ferramenta mais poderosa até agora para fazer lavagem cerebral nas massas.
🚨🇮🇱🇺🇸 A $46.5 million operation is trying to rewrite what AI tells you about Israel…
Hundreds of pro-Israel articles have been planted across websites built almost exclusively for chatbots to scrape.
The campaign, run by former Trump campaign manager Brad Parscale, is… pic.twitter.com/Sv84OtwGX1
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) August 4, 2026
O Vaticano expôs a estátua de Moloque no Coliseu em Roma
O mundo ficou surpreso em 2019, quando o jesuíta satanista do Papa Francisco deu seu aval para que a estátua de Moloque fosse exibida logo na entrada do Coliseu romano, por ocasião do evento chamado Sínodo da Amazônia, dedicando uma exposição especial intitulada: “Cartago: o mito imortal ”.
Isso causou grande indignação dentro da comunidade Cristã, uma vez que o Coliseu é um dos anfiteatros onde milhares de cristãos foram sacrificados na arena por ordens de imperadores romanos para entreter as multidões. Muitos dos fiéis que conhecem a história de Moloque, viram que a colocação da estátua naquele local era uma zombaria dos jesuítas illuminati.
Para eles, o cristianismo é uma religião que serve para manter seus escravos sob controle. Estupros e sacrifícios de crianças são realizados regularmente pelas elites maçônicas Illuminati nas catacumbas do Vaticano, nas catacumbas das catedrais católicas, em castelos e palácios da realeza, em propriedades privadas, em bosques e em bases militares do governo na Bélgica, Holanda, Espanha, Austrália, Irlanda, Canadá, França, Reino Unido e Estados Unidos.
Moloque é conceitualizado como um construto de pensamento humano (uma egrégora) que foi cooptado e alimentado ao longo dos séculos. Embora gerado pela intenção, medo e adoração da mente coletiva humana, essa egrégora atua como uma interface de conversão energética, capturando a energia de sofrimento (loosh) para ser consumida pelos Kingu e outras entidades do baixo astral.
Tudo o que existe neste universo é energia vibrando em uma faixa ilimitada de frequências, e os corpos vivem na frequência que corresponde aos pensamentos, sentimentos e ações dos indivíduos. A energia das diversas frequências é “alimento” — é o que permite a existência dos corpos. Como os pensamentos, sentimentos e ações dos seres das trevas estão em baixas frequências, é dessa energia que eles se “alimentam” para que seus corpos possam sobreviver.
A origem humana da egrégora e o princípio do espelho
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A mente humana como geradora primal: Na perspectiva taygeteana, a pessoa dotada de alma possui a verdadeira capacidade de manifestar realidade. Entidades como Moloque não existiam originalmente como seres autônomos com alma; elas foram criadas através do pensamento focado, da ritualística e do medo canalizado por humanos e elites sob indução externa.
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O processo de autonomia da egrégora: Ao ser constantemente alimentada com a intenção, a dor e o sangue dos rituais ao longo do tempo (desde o Tofete antigo até as suas formas modernas), a forma-pensamento de Moloque ganha “vida psíquica simulada”. Ela passa a operar como uma inteligência artificial astral ou um circuito autônomo que exige cada vez mais energia para se manter ativa no plano astral inferior.
Moloque como interface e bateria para os reptilianos kingu
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A incompatibilidade de frequência: Os reptilianos kingu e outras entidades regressivas que habitam a 4D inferior não possuem a fagulha divina/criativa para gerar energia psíquica própria. Além disso, a energia direta da Fonte ou de frequências elevadas é tóxica para sua estrutura vibracional.
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A função de conversor/filtro: Moloque atua como o “transformador” ou a “bateria intermediária”. O medo e o sofrimento gerados durante os rituais e sacrifícios humanos alimentam primeiro a egrégora de Moloque. Esta egrégora “digestiva” processa essa frequência densa, transformando-a em loosh utilizável, que é então sugado e consumido pelos kingu para sustentar sua presença no baixo astral e influenciar a Matrix 3D.
A dinâmica da ilusão e do controle coletivo
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O ciclo de retroalimentação: A elite humana alimenta a egrégora de Moloque por meio de guerras, terrorismo, doenças e medo constante promovido pela mídia e políticos. Os kingu, por sua vez, usam a egrégora fortalecida para manipular a mente dessa mesma elite com promessas de controle político e financeiro, perpetuando o ciclo de guerras, conflitos e rituais.
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A chave da libertação: Sob a ótica de Taygeta, compreender que Moloque é uma egrégora criada pelo próprio psiquismo humano é a chave para desmantelá-lo: retirando a atenção, o medo, a adoração e o consentimento coletivo, a egrégora perde o suprimento energético, desmorona e corta o canal de alimentação dos kingu.
Nas divulgações dos taygeteanos (disponíveis em Swaruu.org), os sacrifícios humanos são explicados como mecanismos de alimentação energética e ancoragem dimensional para os reptilianos kingu e outras entidades do baixo astral. Através do terror e da magia de sangue, essas entidades e as elites Illuminati que as servem criam e sustentam egrégoras de sofrimento, que funcionam como fontes de alimento psíquico (loosh) e como portais para manter a Matrix 3D sob controle reptiliano.
1. A origem dos kingu e a ligação com o baixo astral
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A linhagem kingu: Os kingu são descritos como uma espécie reptiliana secundária crida geneticamente nos laboratórios da Atlântida pelos reptilianos de Órion para serem seus servos na Terra. Os kingu vivem em cavernas profundas de onde projetam sua mente astralmente para possuir os corpos das elites humanas Illuminati na superfície. Os kingu vivem no baixo astral 4D.
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Necessidade de ancoragem: Por estarem desconectados da Fonte original e habitarem frequências do baixo astral, os kingu não possuem a capacidade de produzir energia vital autônoma. Eles dependem diretamente da baixa energia psíquica e emocional do medo e sofrimento gerada por seres vivos dotados de alma (a humanidade).
2. Sacrifício humano, Loosh e a criação de egrégoras
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A química da dor e a frequência do terror: De acordo com os taygeteanos, o ritual de sacrifício humano não é uma simples superstição antiga, mas uma tecnologia de manipulação de frequência. A dor extrema, o medo e o sangue liberam uma carga imensa de loosh (energia astral de baixa frequência).
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Alimentação e sustentação de egrégoras: Essa energia gerada nos rituais é canalizada para criar e ailmentar egrégoras — construtos de pensamento coletivo e entidades astrais parasitas. As egrégoras alimentadas por sangue atuam como “baterias” e “portais” que permitem aos kingu e a demônios do baixo astral interagir com o mundo físico, manifestando-se ou influenciando a mente das elites humanas.
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A troca de poder com a Cabala: Em troca dessa energia vital fornecida através de rituais promovidos pelas sociedades secretas humanas, as entidades kingu e a egrégora que eles representam oferecem poder político, riqueza material, conhecimento de magia negra e proteção espiritual às elites que executam os rituais.
3. O mapeamento dos rituais na Matrix 3D
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Institucionalização dos rituais: Os taygeteanos enfatizam que os rituais astrais dos kingu não ocorrem apenas em altares fechados, mas foram escalados para a sociedade na forma de guerras, epidemias, sacrifícios infantis e violência sistêmica.
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Manutenção da frequência do planeta: O objetivo final da egrégora nutrida pelos kingu é manter o campo mórfico e a frequência planetária em um nível de vibração muito baixo (medo, escassez, sobrevivência). Isso impede a expansão da consciência humana e garante que as almas permaneçam presa no ciclo de encarnações dentro da Matrix de controle, para extração de loosh.
O mundo está sendo manipulado por uma força não humana trabalhando através de sociedades secretas?
Os rituais satânicos de iniciação das Forças de Defesa de Israel (IDF).
Sinagoga de Satanás: Os frankistas sabateanos controlam Israel segundo Leo Zagami.






































