Não é coincidência que milhares de imigrantes marroquinos cheguem por via marítima e sem documentos na Espanha, segundo os próprios recém-chegados, eles rasgam seus documentos e os lançam ao mar? Por que o mar? Por que essas multidões de imigrantes precisam investir contra as fronteiras pelo mar, mesmo que só precisem atravessar alguns metros de água?
Afinal, o direito marítimo não foi revogado. A Suprema Corte da Espanha nos lembrou disso mais uma vez no final de junho deste ano, ao decidir que imigrantes que tentam chegar a Ceuta e Melilla a nado não podem ser submetidos à expulsão imediata (decisão nº 814/2026, de 29 de junho de 2026). Os próprios “recém-nascidos” estão cientes de que certamente receberão documentos e serão registrados (um novo “laranja” “nascerá”).
— Stylo Urbano (@stylourbano9) August 8, 2026
Para isso, basta que eles criem um nome e uma história de vida falsa para si mesmos. Por exemplo, um sujeito que era assassino em seu país de origem, mas, ao chegar à Espanha, simplesmente se dará um nome qualquer e obterá um novo passaporte. E nenhum militar ou policial pode tocar nesses indivíduos “desaparecidos no mar”.
Um soldado espanhol em Ceuta disse que recebeu ordens apenas para “PEDIR aos imigrantes ilegais que retornem ao Marrocos”. Por quê? Muito provavelmente porque as forças de segurança usam a força apenas contra seus próprios “escravos” — ou contra os “súditos” daquelas “corporações” contra as quais receberam ordens de agir (isto é, onde estão autorizadas a usar violência).
— Stylo Urbano (@stylourbano9) August 8, 2026
Mas essas pessoas ainda não pertencem a ninguém. Toque nelas e sua “corporação” — aquela a quem você serve — terá problemas, o que significa que *você* também terá. E esses indivíduos “sem dono” podem (e aparentemente devem, por ordem de alguém) destruir tudo ao seu redor; ninguém os levará a julgamento nem os enviará para a prisão.
Afinal, por enquanto, eles são meramente corpos físicos. E, em nosso sistema, apenas uma “PESSOA” [uma entidade jurídica/indivíduo reconhecido] é levada a julgamento. De modo geral, é claro, esses imigrantes sem documentos não podem ser verdadeiramente chamados de “sem dono”.

Eles estão sendo usados em prol dos interesses de “alguém”, direcionados de forma organizada para onde quer que alguém precise que eles vão. E, por enquanto, ninguém pode impedir isso, porque as “corporações” chamadas “nações democráticas” precisam seguir as “regras do jogo”.
Milhares de imigrantes marroquinos invadem a Espanha com permissão do governo espanhol.
Hitler denunciou o plano de eliminar a raça branca do Conde Kalergi e dos judeus sionistas.

Esse rápido influxo de imigrantes arruaceiros me lembrou um vídeo no YouTube sobre o que hoje conhecemos como a “Revolução de Outubro de 1917”:
“Em um momento específico, as saídas da cidade foram bloqueadas (ninguém tinha permissão para sair); a cidade foi invadida por multidões de “ralé”, abastecidas com tudo, desde armas de fogo até armas capazes de causar mutilações; em poucas horas (ou um dia), a cidade foi completamente “expurgada” das classes instruídas e da elite cultural; aqueles que promoveram a onda de violência na cidade assumiram a “PERSONA” (identidade legal) das pessoas que haviam assassinado, utilizando os documentos delas.”
Por mais incrível que pareça, peguei-me pensando que isso poderia realmente acabar se tornando verdade.
Petrogrado sem pessoas no período de 1917 a 1921: Limpando as elites do mundo
O vídeo “Petrogrado sem pessoas no período de 1917 a 1921: Limpando as elites do mundo” defende a tese revisionista de que a Revolução de Outubro de 1917 não foi uma insurreição popular espontânea, mas sim uma operação militar e um expurgo sistemático e totalitário planejado para eliminar a população e as verdadeiras elites de Petrogrado e Moscou.
Petrogrado foi o nome oficial de São Petersburgo entre 1914 e 1924. A mudança ocorreu na Primeira Guerra Mundial para remover o som alemão do nome original. A cidade foi o palco principal da Revolução Russa de 1917 e capital do país até 1918. A informação contida no vídeo foi retirada da matéria Revolução sem derramamento de sangue de Sandra Rimskaya.
Segundo o vídeo, o cerco militar das cidades permitiu a execução de massacres, deixando a antiga capital russa deserta por anos, enquanto documentos de vítimas eram roubados por criminosos que assumiram identidades de professores e nobres. Além disso, sustentam que o evento serviu para desmantelar o centro da civilização europeia e transferir tecnologias e riquezas para o Ocidente sob o controle anglo-saxão.
Principais pontos e teses abordadas no vídeo
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O cerco planejado e a “Cidade Morta” (1917–1921):
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O conteúdo afirma que o Governo Provisório e as forças revolucionárias cercaram Petrogrado e Moscou sob a justificativa da guerra, criando um anel militar impenetrável.
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Apresenta relatos de testemunhas sobre um expurgo violento de quatro dias logo após 7 de novembro de 1917, seguido por varreduras em bairros, porões e sótãos.
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Defende que a escassez de fotografias com pessoas e registros de imprensa no período pós-revolucionário ocorreu porque a cidade teria ficado praticamente despovoada e sob pilhagem.
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Depoimentos de testemunhas e relatos ocultos:
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Relato de Valentina: Narra a experiência de uma garota de 14 anos escondida durante o expurgo de quatro dias, que encontrou sua família morta e a cidade coberta por corpos recolhidos por grupos armados.
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Relato da mulher de origem judaica: Descreve a fuga de sua família na véspera do massacre após o aviso de que ocorreria um expurgo geral e a travessia de múltiplos cordões militares de cerco.
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Relato de Fiódor: Afirma que ao retornar a Petrogrado em 1921, encontrou a cidade deserta e presenciou a destruição de documentos de moradores mortos no pátio da Tcheka.
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Substituição de elites e fraude de identidades:
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O vídeo sustenta que criminosos se apropriaram dos documentos das vítimas para assumir identidades de professores, acadêmicos e aristocratas assassinados.
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Argumenta que os processos e expurgos promovidos mais tarde durante a era Stalin foram motivados pela contestação das elites no exterior, que reconheciam a fraude dos “falsos acadêmicos”.
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Sustenta que grande parte da população que mais tarde alegava ser descendente dos habitantes originais de Petrogrado seria formada por sucessores desses grupos.
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Transferência tecnológica e reformatagem do projeto global:
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De acordo com a tese apresentada, Petrogrado funcionava como o centro de uma civilização global possuidora de tecnologias avançadas (como eletricidade atmosférica e aquecimento sem combustível).
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A eliminação das elites e a Revolução seriam o mecanismo utilizado para saquear esses recursos, apagar a história oficial e transferir patentes e ativos para os países anglo-saxões.
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O narrador do vídeo aborda detalhadamente a identidade dos agentes executores, sua origem e as forças geopolíticas e orçamentárias que financiaram/orientaram a operação.
Segundo a tese exposta no vídeo, a invasão e o expurgo não foram um movimento popular espontâneo, mas sim uma ação coordenada por bolcheviques, contingentes do Exército Vermelho, criminosos (gopniks) e marginais recrutados, operando sob o comando final e orquestração do bloco anglo-saxão e dos gestores do “Projeto Bíblico”.
Quem eram os invasores e executores do expurgo?
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Gopniks e criminosos recrutados: O narrador afirma que os bolcheviques (judeus sionistas treinados em Londres) cooptaram grupos de marginais, sem-teto e elementos criminosos (identificados pela sigla GOP — Gorodskoye Obshchezhitiye Proletariata) para formar bandos de saqueadores e executores. Esses grupos invadiam apartamentos, executavam os moradores e vasculhavam porões e sótãos para exterminar sobreviventes.
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Soldados do Exército Vermelho e guarnições: Tropas formadas pela guarnição de Petrogrado e forças alinhadas aos bolcheviques estabeleceram os cordões de isolamento e o cerco militar da cidade.
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Falsos acadêmicos e impostores: O vídeo sustenta que a nova “elite socialista” e os “professores vermelhos” instalados em Petrogrado e Moscou eram, na verdade, os próprios criminosos e invasores que roubaram os documentos e identidades das vítimas assassinadas no expurgo.
De onde vieram?
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Internamente (Recrutamento local e periferias): Os contingentes operacionais foram recrutados das redes de alojamentos proletários (GOP), favelas urbanas e das guarnições militares descontentes estacionadas ao redor das capitais.
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Instigação externa: A liderança política e ideológica do movimento revolucionário veio do grupo bolchevique (judeus sionistas treinados em Londres), inserido em um plano geopolítico maior para desmantelar o centro da civilização europeia que residia na Rússia.
Quem os financiou e orquestrou?
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O bloco Anglo-Saxão: O vídeo defende explicitamente que os bolcheviques e outras forças agiram como braço executor sob a direção e patrocínio dos anglo-saxões. A intenção principal era transferir a hegemonia planetária, as fábricas, riquezas e tecnologias avançadas pré-diluvianas da Rússia para a Europa ocidental e os Estados Unidos.
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Os executores do “Projeto Bíblico”: O narrador cita a existência do chamado “Projeto Bíblico” — uma agenda global pré-programada que determina os rumos da civilização. A transferência das tecnologias sem combustível (como eletricidade atmosférica) e do controle planetário para os anglo-saxões teria sido o objetivo final do financiamento e da facilitação da Revolução de 1917.
O vídeo é falado em russo mas tem tradução automática para vários idiomas.






































