Qual a origem da raça branca e por que existem tantos grupos étnicos na Terra? Segundo as informações compartilhadas por Swaruu de Erra e Mari Swa nos sites swaruu.org e mariswa.co, o planeta Terra funciona como um imenso laboratório cósmico, abrigando uma pluralidade cultural única. Enquanto a maioria dos planetas da galáxia abriga civilizações homogêneas formadas por uma única espécie e etnia, a Terra foi povoada por uma mistura deliberada de sementes estelares de diversas origens biológicas.

Essa diversidade extrema faz do nosso planeta um caso excepcional na galáxia, idealizado para a coexistência de múltiplas linhagens cósmicas em um mesmo ambiente. Outros planetas costumam ser povoados por apenas uma etnia ou raça dominante, mantendo uma cultura e aparência homogenia. A Terra é uma exceção deliberada, servindo como um caldeirão genético onde dezenas de sementes estelares e linhagens alienígenas diferentes foram introduzidas para coexistir.

Diferentes raças extraterrestres (como pleiadianos, sirianos, andromedanos e linhagens vindas de Vega) estabeleceram colônias ou encarnaram como sementes estelares, trazendo suas próprias características biológicas e conscienciais para o plano físico terrestre. Essa imensa diversidade étnica e cultural humana é vista como o resultado de um experimento cósmico complexo ou de uma “escola” espiritual de integração interplanetária.

Essa mistura de tantas características diferentes em um único globo torna a experiência terrestre única e altamente monitorada por raças não convencionais em toda a galáxia. Segundo os taygeteanos, a raça branca na Terra não evoluiu localmente, sendo descendente direta da espécie estelar lyriana, que migrou para o nosso planeta fugindo das antigas Guerras de Orion, há mais de 40.000 anos.

A origem da raça branca na Terra

  • De acordo com a perspectiva taygeteana, a forma humana que conhecemos na Terra não é única deste planeta, mas sim um modelo básico espalhado por toda a galáxia, conhecido originalmente como a espécie lyriana (da constelação de Lyra).

  • A chamada “raça branca” ou caucasiana representa os descendentes mais diretos e com menor alteração desses refugiados originais de Lyra que escaparam das perseguições do Grupo de Orion há milhares de anos.

  • Os próprios taygeteanos, antarianos, solatianos, engans e outras raças conhecidas na ufologia como “Nordicos” possuem essa exata aparência (pele clara, olhos azuis ou verdes, cabelos loiros ou castanhos) exatamente porque compartilham a mesmíssima árvore genealógica cósmica dos humanos caucasianos da Terra.

Existem 400.000 civilizações humanas lyrianas somente neste quadrante galáctico. Dessas 400.000, a vasta maioria são de civilizações pré-industriais com um avanço tecnológico semelhante aos da Terra nos séculos XVIII e XIX, ou menos desenvolvidas. Pouco mais de 10% delas, cerca de 41.000 neste quadrante galáctico, são interestelares.

Entre essas civilizações de lyrianos que são interestelares, existem três que visitam frequentemente a Terra e são os alfrateanostaygeteanos e antarianos. Quando digo “visitar”, também inclui descer com suas naves até a superfície do planeta e desembarcar pois eles podem caminhar pelas ruas das nossas cidades sem serem notados.

Humanos espaciais: O povo Antariano, parte 2. 1

Por que existem tantos grupos étnicos no planeta?

A explicação convencional da ciência sobre a adaptação ao clima e isolamento geográfico é considerada secundária ou incompleta dentro desta linha de revelação. A verdadeira razão para a imensa diversidade étnica da Terra é que o planeta foi planejado para ser uma biblioteca viva e um experimento biológico e espiritual global.

Cada grupo étnico principal e suas subdivisões estão ligados a diferentes linhagens estelares que colonizaram a Terra em épocas distintas ou que influenciaram geneticamente a população para que almas de seus respectivos sistemas pudessem encarnar aqui com facilidade. As raças negra, amarela (asiática) e vermelha (indígena) na Terra não têm origem no isolamento geográfico ou na evolução darwinista tradicional.

Elas são linhagens estelares independentes e avançadas que vieram ao nosso planeta em diferentes momentos da história galáctica. Cada uma dessas etnias possui uma linhagem cósmica própria, trazendo genéticas adaptadas e frequências vibracionais específicas de seus planetas de origem, atuando conjuntamente no grande experimento da “Biblioteca Viva” terrestre.

A raça branca humana foi a primeira que surgiu e era a única na Terra até o cataclismo do dilúvio que aconteceu há 12.500 anos. As outras raças surgiram quando diferentes raças da Federação Galáctica retornaram ao planeta para criar a primeira civilização humana no Egito, após o dilúvio.

Qual a origem da raça branca? Por que existem tantos grupos étnicos na Terra? 1

A origem da raça amarela (linhagem de Vega e Andrômeda)

  • Conexão com Vega: Segundo os registros de Swaruu, a raça asiática tem fortes raízes ligadas a civilizações muito antigas que se originaram ou passaram pelo sistema estelar de Vega (especificamente de facções não-humanas de herança não-caucasiana).

  • Influência andromedana: Há também uma contribuição direta de raças baseadas em Andrômeda e em setores adjacentes. Essas raças trouxeram uma configuração genética focada no pensamento altamente lógico, coletivista e em uma profunda conexão com geometrias sagradas e organização social harmônica.

  • Preservação cultural: O isolamento e a forte coesão cultural e linguística observados historicamente em grupos asiáticos na Terra refletem a estrutura social de suas matrizes estelares originais, que mantêm tradições milenares muito conectadas à ordem cósmica.

A origem da raça negra (linhagem de Sírius e conexões de alta frequência)

  • Os construtores de Sírius: A raça negra possui uma das conexões cósmicas mais profundas e antigas com sistemas estelares de alta vibração, majoritariamente ligados a Sírius (como Sírius A e B), além de contribuições de Orion positivo e outras constelações distantes.

  • Resistência biológica e consciência: Sua genética foi desenhada originalmente para suportar condições de alta energia fotonica e radiação estelar, o que se traduz fisicamente na abundância de melanina. Espiritualmente, são descritos como povos portadores de uma conexão direta e vibrante com a energia vital da Terra (Gaia) e com ritmos cósmicos baseados no som e na frequência.

  • Alvo da Matrix: Devido à sua força espiritual intrínseca e à sua herança estelar de guerreiros e sábios, as informações de Swaruu apontam que essa raça foi historicamente uma das mais sabotadas e oprimidas pelas forças controladoras da Matrix 3D (a Cabala), numa tentativa deliberada de suprimir sua verdadeira herança galáctica.

A origem da raça vermelha (linhagem nativa e os guardiões de Atlântida/Lemúria)

  • Descendência dos povos de Atlântida e Lemúria: A chamada raça vermelha (que engloba as populações nativas americanas e povos indígenas) representa a descendência mais direta e pura dos sobreviventes das grandes civilizações perdidas de Atlântida e Lemúria.

  • Fator pleidiano e arcturiano: Geneticamente, misturam ramos antigos de refugiados lyrianos modificados com genéticas trazidas por civilizações da estrela Maia (nas Pleíades) e ramificações arcturianas.

  • Os guardiões da Terra: Essa etnia foi inserida e mantida com o propósito cósmico de atuar como “Guardiã da Biblioteca Viva”. Sua biologia e psicologia possuem um alinhamento nativo com o xamanismo, a comunicação interdimensional com animais e plantas, e o respeito absoluto aos ciclos terrestres — características herdadas diretamente de seus ancestrais estelares que consideravam os planetas como seres sencientes.

A coexistência dessas cores e genéticas na Terra faz parte do projeto original do planeta antes da queda na densidade 3D, cujo objetivo final era fundir a sabedoria de múltiplos cantos do universo em uma única e rica linhagem humana.  Diferentes povos cósmicos (andromedanos, arcturianos, sirianos, etc.) “plantaram” variantes e nuances de si mesmos para criar o ambiente terrestre atual.

O objetivo era observar como tantas consciências e origens galácticas diferentes coexistiriam dentro de uma mesma matriz tridimensional (a Matrix 3D). Segundo Mari Swa, a genética não dita a consciência; na verdade, a própria consciência molda e altera o DNA.

A diversidade que vemos na Terra reflete a imensa variedade de almas e intenções cósmicas que escolheram experimentar a vida neste planeta, tornando a humanidade uma das raças mais heterogêneas e complexas do universo conhecido.

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O impacto das Guerras de Orion na Terra

Segundo os registros de Swaruu, a história humana foi moldada por um grande conflito galáctico que transbordou para a Terra. As Guerras de Orion forçaram os refugiados lyrianos a se esconderem no nosso planeta, estabelecendo a civilização hiperavançada de Lemúria. Posteriormente, forças regressivas (principalmente facções reptilianas e o Grupo de Orion) invadiram a Terra e fundaram a Atlântida como uma colônia de controle e exploração.

O confronto  entre essas duas facções escalou para o espaço e causou a destruição do grande planeta aquático Tiamat, que ficava entre Marte e Júpiter. As águas dos oceanos de Tiamat foram lançados no espaço, e de pois de um certo tempo, foram atraídas pela gravidade da Terra e caíram na superfície, causando dilúvio global e a destruição das civilizações da Atlântida e Lemuria. A água dos oceanos da Terra vieram de Tiamat.

Após o evento do dilúvio, a Federação Galáctica trouxe a Lua para a órbita da Terra e instalou a Matrix 3D. A Lua é uma nave biosfera esférica que servia de lar para milhões de andromedanos, mas ela foi seriamente danificada na guerra de Tiamat e depois completamente evacuada.

Sua superfície é toda metálica e no lado voltado para a Terra foram instalados projetores holográficos que simulam a superfície acidentada de uma Lua.

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  • O êxodo lyriano: As Guerras de Orion foram os conflitos mais violentos da galáxia, onde raças de Orion (os reptilianos e greys) caçavam a raça original lyriana (humana). A Terra tornou-se um dos muitos pontos de refúgio escondidos onde esses fugitivos tentaram reconstruir sua civilização.

  • A perseguição cósmica: O planeta não ficou isolado por muito tempo. As forças de Orion localizaram os assentamentos humanos na Terra, trazendo a mentalidade de dominação, hierarquia piramidal e exploração que caracterizava o conflito original no espaço.

Lemúria vs. Atlântida: Duas linhas ideológicas

A dinâmica do planeta foi dividida pelo estabelecimento de duas civilizações com filosofias opostas e origens tecnológicas distintas:

  • Lemúria (Mu): Fundada primariamente pelos refugiados lyrianos em cooperação com raças benevolentes (como os Pleiadianos). Era uma civilização matrilinear, altamente espiritual, holográfica e conectada com a Natureza. Localizava-se principalmente no atual Oceano Pacífico e mantinha os ensinamentos originais de expansão da consciência e conexão com a Fonte.

  • Atlântida: Fundada e influenciada diretamente pelos reptilainos de Orion (incluindo os kingu e os “deuses” falsos da antiguidade). Estabelecida no Oceano Atlântico, era uma sociedade patriarcal, altamente tecnológica, militarizada, baseada em castas e na exploração de recursos. Atlântida funcionava como o centro de comando das forças regressivas para subjugar os lyrianos no planeta.

O choque entre a expansão tecnológica/tirânica de Atlântida e a resistência espiritual de Lemúria culminou em uma guerra catastrófica com armas de energia. Este conflito acabou causando o dilúvio que destruiu ambas as civilizações há 12.500 anos.

O cataclismo e a perda da alta tecnologia

Segundo os taygeteanos, a destruição de Atlântida e Lemúria ocorreu devido ao Grande Dilúvio, provocado pela destruição do planeta Tiamat e pela subsequente inundação da Terra. Esse evento destruiu a infraestrutura tecnológica avançada que unificava o planeta, forçando algumas raças estelares, e os sobreviventes humanos, se dispersarem para regiões montanhosas e isoladas geograficamente.

Para conter o caos e prender as forças regressivas, a Federação Galáctica instalou a “Matrix 3D”, que reduziu a frequência do planeta, apagou as memórias cósmicas dos sobreviventes e fragmentou a humanidade em grupos isolados, iniciando a história linear e a regressão civilizatória.

  • Antes do cataclismo, a Terra operava em uma densidade de quinta dimensão (5D), onde a comunicação e o transporte global entre Atlântida, Lemúria e outras colônias estelares eram feitos por meio de naves e portais de energia.

  • Com a destruição do planeta Tiamat (cujas águas inundaram a Terra no evento conhecido como o Grande Dilúvio), a infraestrutura tecnológica global foi completamente varrida do mapa.

  • Sem energia livre, sem naves e sem comunicação intercontinental, as populações humanas sobreviventes viram-se repentinamente isoladas nos poucos pontos altos e seguros que restaram no planeta.

A dispersão geográfica e o instinto de sobrevivência

  • Os sobreviventes humanos de Lemúria e de Atlântida migraram para zonas geográficas distintas à medida que as águas recuavam.

  • Esse deslocamento forçado fez com que grupos específicos se concentrassem em áreas isoladas por barreiras naturais intransponíveis para a época, como grandes oceanos recém-formados e cadeias de montanhas.

  • O foco absoluto na sobrevivência física básica (buscar comida e abrigo) fez com que as gerações seguintes perdessem o contato técnico e científico entre si, transformando o conhecimento estelar em mitos e lendas.

A implementação da Matrix 3D e o esquecimento

  • Para conter a situação de caos e isolar as forças regressivas (como os reptilianos) que disputavam o controle da Terra, a Federação Galáctica instalou a grade magnética que gerou a Matrix 3D.

  • Essa redução artificial da frequência vibracional do planeta teve um efeito devastador para os humanos da superfície: ela limitou a percepção sensorial e ativou o “véu do esquecimento”.

  • Ao perderem a memória de suas origens cósmicas coletivas, as diferentes linhagens estelares humanas passaram a se enxergar como estranhas umas às outras. O isolamento geográfico somou-se ao isolamento mental, fragmentando o experimento da Biblioteca Viva em culturas e tribos distintas que passaram a evoluir de forma desconectada e, muitas vezes, em conflito.

Dessa forma, o que a ciência convencional chama de “isolamento evolutivo” foi, na visão dessas fontes, um processo traumático de desconexão forçada, onde civilizações estelares avançadas foram rebaixadas a sociedades primitivas tentando reconstruir a própria história do zero.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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