Você já ouviu falar do “método Gandhi”? Nunca? Isso não é coincidência, pois Mahatma Gandhi conseguiu identificar o “calcanhar de Aquiles” do poder parasitário dos invasores britânicos e alcançar o praticamente impossível: forçá-los a partir da Índia. E ele fez isso usando métodos inteiramente não violentos e sem derramamento de sangue. E você precisa entender quem exatamente está ignorando esse “método Gandhi”, que permitiu à Índia se libertar do jugo britânico.

E tudo porque Gandhi conseguiu jogar o jogo completamente contra as regras impostas pelos parasitas. Afinal, o povo indiano havia tentado repetidamente se libertar da opressão colonial do Império Britânico por meio de levantes armados, mas cada vez esses levantes foram brutalmente reprimidos, resultando em um grande número de mortes. Assim, a energia do sofrimento e da dor, do medo e do ódio continuou a alimentar a egrégora demoníaca por trás do Império Britânico, que reside no cerne de todo o sistema satânico parasitário global.

Qual foi a essência da “resistência não violenta” aos invasores e ocupantes que trouxe a libertação ao povo indiano? Em primeiro lugar, ensinou seus seguidores a não aceitarem os “presentes” do sistema colonial e, essencialmente, a sabotarem pacificamente seu funcionamento. Em outras palavras, os indianos comuns começaram a resolver seus problemas entre si, sem recorrer às autoridades coloniais, mas criando órgãos de autogoverno popular por meio de um movimento social pacífico.

Como resultado, a administração colonial dos invasores, privada do apoio do povo indiano, tornou-se uma “quinta roda na carroça”, ou seja, um mecanismo de governança totalmente inútil. Afinal, os indianos essencialmente criaram sua própria realidade, na qual tais órgãos de governança não existiam. Mas havia algo mais que os ajudou a vencer e a criar as condições para que os invasores coloniais deixassem o país.

O segredo do "método Gandhi", o calcanhar de Aquiles do sistema parasitário globalista.

Foi a capacidade de Gandhi e seus colaboradores mais próximos de trabalhar com imagens de um futuro positivo, no qual seu país e seu povo seriam livres. Foi precisamente isso que ajudou a versão desejada do futuro a se manifestar no campo potencial. Para entender como isso funciona, vamos recorrer ao livro do pesquisador americano Joe Dispesa, “O Poder do Subconsciente”.

Eis o que ele escreve sobre isso: “De acordo com o modelo quântico da realidade, para mudarmos nossas vidas, precisamos reestruturar nossa maneira de pensar e agir, e começar a sentir de uma nova forma. É necessário mudar nosso estado de ser. Como pensamentos, sentimentos e comportamentos formam a base da nossa personalidade, é a personalidade que cria nossa realidade pessoal. Portanto, criar uma nova realidade pessoal e uma nova vida é impossível sem criar uma nova personalidade, e cada um de nós deve se tornar uma pessoa diferente. Assim, mudar significa transcender as circunstâncias, ultrapassar o ambiente externo tanto em pensamentos quanto em ações…”

Antes de começarmos a explorar como elevar seus pensamentos acima das circunstâncias e se libertar da sua autodisciplina, quero lembrá-lo de algo. Pensar além da realidade é de fato possível, e a história está repleta de nomes de homens e mulheres que alcançaram isso. Martin Luther King Jr., William Wallace, Marie Curie, Mahatma Gandhi, Thomas Edison, Joana d’Arc — todos eles mantinham em suas mentes uma imagem clara de uma realidade futura, existente no campo quântico como potencial. Essa imagem estava presente no mundo interior das probabilidades, inacessível aos sentidos, e no devido tempo tornou-se realidade.

O que une essas pessoas? Seus sonhos, planos e objetivos as transcendiam em muito. Estavam tão convencidas da realidade do futuro que idealizavam que começaram a viver como se o sonho já estivesse se tornando realidade. Não conseguiam evitar ver, ouvir, tocar, saborear ou cheirar o sonho, e estavam tão cativadas por ele que se comportavam antecipadamente em completa consonância com sua potencial realidade.

Tomemos Mahatma Gandhi como exemplo. No início do século XX, a Índia estava sob domínio britânico, e a ditadura imperial minava o moral indiano. Mas Gandhi acreditava fervorosamente em uma realidade que ainda não havia sido revelada ao seu povo. Ele defendia com todo o coração os ideais de liberdade, igualdade e não violência, e nada conseguia quebrar seu espírito. Gandhi pregava a liberdade para todos, mas a realidade era outra: o país sufocava sob a opressão britânica.

As visões predominantes da época contradiziam suas esperanças e aspirações. Quando Gandhi começou a reformar a Índia, a liberdade ainda estava longe de ser alcançada, mas, apesar da evidente oposição do mundo exterior, ele se recusou a abandonar seu ideal. Por muito tempo, Gandhi não recebeu nenhuma confirmação visual de que seu trabalho estava dando frutos. Mas ele raramente permitia que as circunstâncias externas ditassem sua vida.

O futuro em que acreditava era invisível aos olhos e aos sentidos, mas ele o imaginava com tanta vivacidade em sua mente que simplesmente não conseguia viver de outra forma. Fisicamente, Gandhi existia no presente, mas estava imerso em uma realidade futura. Ele entendia que seus pensamentos, ações e sentimentos, mais cedo ou mais tarde, influenciariam o mundo exterior. E, eventualmente, influenciaram.

Quando agimos de acordo com nossas intenções, quando nossas ações não contradizem nossos pensamentos, quando mente e corpo agem em uníssono e palavras e ações estão em harmonia, adquirimos um poder verdadeiramente grandioso… Todas as grandes pessoas se distinguiam por uma fé inabalável em um futuro desejado que não exigia confirmação externa imediata. Elas não se perturbavam com o fato de que as mudanças desejadas ainda não haviam sido confirmadas por fatos ou sensações.

Diariamente, elas se lembravam da realidade que ocupava seus pensamentos. As mentes dessas pessoas superavam o ambiente ao seu redor porque não eram controladas pelo ambiente externo. As pessoas que conseguiram deixar sua marca na história compartilham outra característica em comum: todas tinham uma visão cristalina do que exatamente aconteceria em suas vidas… E, claro, na época, muitos consideravam suas aspirações irrealistas.

Em essência, essas pessoas, assim como seus sonhos, não tinham nada a ver com a realidade. Os eventos nos quais seus pensamentos, ações e emoções estavam focados não faziam parte da realidade, até porque ainda não haviam ocorrido. Céticos e cínicos podem considerar suas ideias delirantes e, à sua maneira, têm razão: tal visão do futuro realmente transcende o reino do significado e da percepção…

A grandeza reside em permanecer fiel ao próprio sonho, apesar da realidade. Veremos em breve que superar o ambiente externo está intrinsecamente ligado a superar o corpo e o tempo. Voltemos a Gandhi: ele não se deixava abalar pelos acontecimentos do mundo exterior (o ambiente), não se preocupava com a sua saúde nem com os perigos que o ameaçavam (o corpo) e, por fim, não se importava com quanto tempo levaria para realizar o seu sonho de liberdade (o tempo). Bastava-lhe saber que, mais cedo ou mais tarde, todos os elementos da realidade se alinhariam com a sua intenção…

Aliás, nossos ancestrais védicos distantes também sabiam como usar formas-pensamento para manifestar versões desejadas do futuro a partir do campo quântico da potencialidade. Há outro segredo que Joe Dispenza não mencionou: se o seu sonho estiver dentro da estrutura do plano de um Poder Inteligente Superior, ele se realizará muito mais rapidamente. Mas seu poderoso fortalecimento só ocorre se o seu sonho envolver não apenas você e seus entes queridos, mas toda a humanidade e o planeta.

Gandhi nos mostrou um método altamente eficaz que explora o “calcanhar de Aquiles” de todo o sistema parasitário de invasores. Pois a estrutura de poder do Império Britânico e de todo o mundo ocidental é uma cópia da estrutura de poder piramidal dos invasores e ocupantes do nosso mundo. Esse método consiste em não alimentar sua egrégora sombria com violência, não aceitar seus “presentes”, com os quais tentam nos atrair para a satânica “nova ordem mundial”, e boicotar todos os elementos desse plano anti-humano.  A democracia liberal maçônica é um desses “presentes”.

Mas o mais importante é trabalhar com imagens mentais positivas de um futuro harmonioso, sem os parasitas invasores não humanos e seus servos da Cabala. Mahatma Gandhi ensinou aos indianos a NÃO DAREM SEU CONSENTIMENTO aos invasores do Império Britânico. Eles deveriam ignorá-los completamente. Os parasitas invasores necessitam do consentimento das pessoas para escravizá-las e as elas fazem isso o tempo todo. Alienígenas regressivos tem usado o Vaticano, Império Britânico e City de Londres como fachada para escravizar a humanidade. 

Eles necessitam da permissão das pessoas, então inventam todo tipo de mentiras através de seus fantoches humanos da Cabala. Esses invasores parasitas são tão regressivos que perderam toda a conexão com a Fonte e agora precisam manipular aqueles que a possuem para manifestar a realidade que desejam e precisam. Ou seja, o que eles querem é a alma da humanidade, já que não a possuem. É por isso que eles estão tão interessados na humanidade.

O ponto central da permanência dessas raças regressivas (como os reptilianos kingu e os grupos corporativos/regressivos de Órion) na Terra é a dependência do loosh, a energia emocional de baixa frequência gerada por seres vivos quando submetidos a dor extrema, medo, sofrimento, raiva, desespero e trauma. Como as raças regressivas perderam a conexão com a Fonte, elas são incapazes de gerar sua própria energia vital e criativa. Por isso, tornaram-se parasitas energéticos.

Para garantir um suprimento constante de loosh, os alienígenas regressivos transformaram a Terra numa fazenda humana controlada. Eles criaram um ambiente social, econômico e político projetado especificamente para maximizar o estresse e o sofrimento humano. O que eles querem é explorar a alma humana, a grande capacidade inata dos humanos de manifestar, transformar e criar a realidade graças à sua proximidade com a Fonte.

As religiões e a democracia liberal maçônica são formas de manipulação das massas criadas por esses seres demoníacos. Quando as pessoas vão votar num falso representante político, elas estão abdicando de seu poder e dando seu consentimento para aquela pessoa representá-las. Pelos próximos quatro anos, milhões de pessoas viverão sob os decretos e vontades desses políticos eleitos, que são fantoches das elites maçônicas financeiras.

Ao depositar o voto, o cidadão abdica de sua própria soberania e autoridade pessoal, entregando-as a pessoas desconhecidas e concedendo, de forma implícita e legal, o seu consentimento cósmico para ser controlado, manipulado, abusado, roubado e como acontece frequentemente, envenenado e assassinado (vacinas tóxicas) pelos falsos representantes que servem às elites maçônicas financeiras e corporativas que servem aos parasitas invasores alienígenas.

Bilhões de pessoas aceitam ser escravizadas pela farsa maçônica da democracia liberal. Para erguer sua Nova Ordem Mundial satânica as elites maçônicas britânicas inventaram a democracia e fizeram lavagem cerebral nas pessoas para que acreditassem que elas “teriam o poder” de escolher seus representantes. A democracia e o voto são mecanismos de engenharia social que criam a ilusão de liberdade, permitindo que o poder real permaneça centralizado e avance em direção a uma Nova Ordem Mundial coordenada pela ONU.

É justamente a democracia liberal, através do consentimento da população ingênua e ignorante, que está empurrando a humanidade para o abate. Os alienígenas regressivos estão infinitamente em menor número então necessitam da permissão dos humanos para escravizá-los. Mahatma Gandhi entendeu isso quando convenceu os indianos a pararem de se auto escravizar dando sua permissão aos invasores britânicos.

Um minúsculo grupo de falsos representantes controlados pela maçonaria e poderes financeiros impõe as leis que escravizam a população. Os bancos centrais foram criados para transferir a riqueza da população para a City de Londres e Vaticano. Se a população parar de aceitar as mentiras da democracia liberal, e parar de votar em seus políticos fantoches, o sistema dos parasitas invasores colapsará. São as próprias pessoas que estão se escravizando.

Num vídeo interessante que encontrei online, intitulado “Como mudar o mundo?”, o autor descreve em detalhes o “Método Gandhi”, que, após inúmeras revoltas armadas contra os colonialistas britânicos que sempre terminavam em execuções em massa e repressão, provou ser muito mais eficaz, embora inteiramente não violento.

Não sei se o autor do vídeo leu sobre esse método eficaz de “resistência não violenta” de Gandhi que forçou os servos britânicos do sistema satânico parasitário global a deixarem a Índia. Mas ele percebeu que esse método permite que as pessoas e a humanidade se libertem do poder escravizante dos invasores e ocupantes do nosso mundo, que atualmente controlam quase todos os governos nacionais.

E aqui está o que ele diz neste vídeo:

“Pessoal, o Sistema pode e deve ser mudado, e eu vou explicar como. Enquanto vocês forem uma engrenagem no Sistema, o Sistema vai chantageá-los, abusar de vocês e explorá-los incessantemente. Mas isso só acontecerá com a permissão de vocês, enquanto permitirem que o Sistema controle sua saúde, sua capacidade de concentração e suas notícias. Ou seja, ele continuará fazendo tudo o que vocês permitirem que ele implante em vocês.

Era uma vez, durante a época soviética, uma peça muito interessante em cartaz num teatro de Moscou, que foi proibida. Por quê? Eu explico agora. Quando você entender a trama, entenderá por que foi proibida. A trama era a seguinte: um ator entrava no palco em completo silêncio, caminhava pelo cenário e repetia a frase: “O que posso fazer sozinho? O que posso fazer sozinho? Posso fazer alguma coisa sozinho?”. Então, um segundo ator entrava no palco com ele e caminhava da mesma forma, repetindo a mesma frase.

Depois, um terceiro, um quarto… Após 15 minutos, o palco se enchia de gente, uma multidão enorme, caminhando de forma caótica, e cada uma repetia a frase: “O que posso fazer sozinho?”. E se formava um burburinho. Essa peça foi proibida muito rapidamente. Por que você acha que isso aconteceu? Ele teve uma profunda influência na consciência das pessoas. Então, da próxima vez que você pensar: “O que posso fazer sozinho?”, lembre-se do que eu disse.

Basta que um de nós comece a fazer algo, e o mundo começará a mudar. Pessoal, revoluções não são a melhor maneira de mudar nada. Quando alguém me escreve: “Bem, temos revoluções, Maidans…” Não, pessoal, não são as revoluções e os Maidans que mudam o mundo; é a consciência das pessoas que muda o mundo. Sua consciência interior e seu crescimento interior. Assim que você começar a reconhecer e entender, assim que ficar difícil te enganar, você começará a mudar este mundo. E para mudar o mundo, basta que um certo número de pessoas pare de participar do Sistema.

O exemplo mais simples: se as autoridades fiscais e a polícia não tiverem pessoas que apoiem este Sistema, se as pessoas não comprarem o que as corporações criam para te matar, ele perderá o sentido. Se você parar de acreditar no poder da monetização, afinal, nós criamos confiança no dinheiro — em mais ninguém. Nós mesmos não podemos fazer um favor uns aos outros em troca de nada além de dinheiro. Não estou dizendo que não podemos fazer tudo, mas nós decidimos e determinamos se podemos ou não trocar algo.

Permitimos ser controlados quando dizemos: “O que posso fazer?”. Em breve, seremos proibidos de dar presentes uns aos outros, e impostos serão cobrados por isso, mas concordamos com isso. E enquanto concordarmos, o Sistema se permite nos controlar. Mais precisamente, permitimos que o Sistema se controle. Em outras palavras, ninguém nos escraviza a não ser nós mesmos. Há um ditado lendário: “Não há escravidão pior do que a escravidão daqueles que se consideram livres de grilhões!”. Lembre-se disso…”

Ou seja, a essência do “método Gandhi”, que era chamado de “resistência não violenta”, era precisamente que os indianos parassem de recorrer à administração colonial ocupante para qualquer problema e, em vez disso, cooperassem e se auto-organizassem, resolvendo todos os seus problemas por meio de seu próprio autogoverno. E se vocês começarem a se ajudar mutuamente, não apoiando o sistema financeiro de “juros” ou os produtos de corporações globalistas-satanistas, então deixarão de apoiar o poder do sistema mundial ocupante, parasitário e satânico.

E quanto mais vocês resolverem problemas no nível da comunidade e do autogoverno público, mais se libertarão do poder que isso exerce sobre vocês. E um dia, os invasores alienígenas escravizadores da humanidade serão simplesmente forçados a deixar a Terra, assim como a administração colonial do Império Britânico deixou a Índia. Porque sem o nosso apoio, eles não pode existir. E todas essas revoluções e golpes maçônicos em geral, só levam à substituição dos parasitas por outros — ainda mais imprudentes, criminosos e sanguinários. Portanto, é insensato continuar trilhando o mesmo caminho.

A Terra é uma fazenda de extração de “Loosh”. Mas o que é isso?

Core AI
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