A Sociedade Thule foi um grupo ocultista e nacionalista fundado em Munique, em 1918, por Adam Alfred Rudolf Glauer, conhecido como Barão de Sebottendorff. Ela serviu como um importante berço ideológico para o Partido Nazista, fornecendo conceitos de “superioridade ariana”, símbolos como a suástica e os primeiros quadros de militantes que ajudaram Adolf Hitler a ascender ao poder.

A sociedade promovia a crença na superioridade da “raça ariana” e no mito de Thule (uma terra mítica nórdica), alimentando o antissemitismo e o nacionalismo extremo que se tornariam pilares do nazismo. Foi a Sociedade Thule que criou o Deutsche Arbeiterpartei (DAP), que posteriormente foi rebatizado por Adolf Hitler como Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (NSDAP), ou Partido Nazista.

Figuras importantes da cúpula nazista, como Heinrich Himmler (chefe da SS) e Rudolf Hess (braço direito de Hitler), tinham fortes ligações ou foram membros ativos do grupo. A adoção da suástica pelos nazistas foi fortemente influenciada pelas correntes místicas disseminadas pela Thule.

O Terceiro Reich oculto: Nazismo, Sociedade Thule e a influência reptiliana. 1

Os laços da Sociedade Thule, Dietrich Eckart e Adolf Hitler

Um dos membros mais influentes da Sociedade Thule foi Dietrich Eckart. Ele era um poeta, escritor e político alemão, e desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento das ideias e no recrutamento de novos membros para a sociedade. Eckart era um fervoroso nacionalista e anti-semita, e suas ideias extremistas ajudaram a moldar a visão da sociedade, sua visão e plano anti-semita serviu como uma das principais inspirações de Adolf Hitler.

Eckert misturava misticismo germânico, mitologia nórdica, racismo biológico e ideais nacionalistas violentos. Ele atacava tanto o capitalismo internacional, que via como controlado por judeus, quanto o comunismo, que considerava uma ameaça judaica à ordem tradicional. Portanto, foi importante difusor da teoria conspiratória de que o mundo estava para ser dominado por uma força “judaico-comunista”, ou seja, pelo comunismo, os judeus dominariam o mundo.

Eckart introduziu Hitler ao mundo da política e do ocultismo, e confessou a ele de que tinha certeza que seria ele, Adolf, a ser o “messias” que recuperaria o poder ariano. A proximidade entre os dois era tanta que Eckart chegou a trabalhar junto a Hitler na redação de partes iniciais do Mein Kampf (embora tenha morrido em 1923, antes da publicação do livro). No Mein Kampf, Hitler dedica a obra “ao seu grande amigo Dietrich Eckart”.

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Autores e pesquisadores de sociedade ocultistas como Leo Zagami e Michael Tsarion associam Adolf Hitler, o nazismo e a Sociedade Thule a linhagens ocultas e sociedades secretas globais que operam nos bastidores da história. Zagami foca na conexão dos nazistas com facções da Nobreza Negra italiana e rituais de alta magia negra dentro da Thule.

Já Tsarion enfatiza a influência de forças exógenas e manipulações psicológicas ancestrais que moldaram a ideologia ariana e a ascensão do Terceiro Reich. Ambos rejeitam a narrativa histórica convencional, enxergando o nazismo como um experimento esotérico controlado por elites ocultistas de nível superior.

Zagami aponta o envolvimento direto de ordens iniciáticas e ramos da Sociedade Thule no desenvolvimento de tecnologias esotéricas e na canalização de entidades regressivas interdimensionais para obter poder político e militar. Já Tsarion explora as origens simbólicas e astroteológicas por trás do misticismo nazista, argumentando que Hitler e seus conselheiros foram peões em uma agenda muito mais antiga de controle mental global.

Zagami e Tsarion sugerem que Hitler e a Sociedade Thule não operavam apenas por motivações políticas terrestres, mas estavam conectados a forças ocultas, rituais de canalização e, em teorias mais extremas, a uma agenda de manipulação genética e controle mental arquitetada por linhagens reptilianas da antiga Atlântida.

Abaixo estão os principais pontos e conexões estabelecidos por essas vertentes e autores alternativos:

  • A Sociedade Thule como portal: De acordo com a perspectiva desses autores, a Sociedade Thule (e sua ramificação, a Sociedade Vril) não era um mero clube de debates nacionalistas, mas uma ordem iniciática focada em canalizar entidades de outros mundos ou dimensões. Leo Zagami frequentemente aponta que as elites do Terceiro Reich estavam envolvidas com magia negra e rituais de sangue para fazer contato com esses “Superiores Desconhecidos”.

  • A conexão reptiliana e hiperbórea: Na mitologia Thule clássica, buscava-se a origem da raça ariana em Hiperbórea ou Atlântida. No entanto, na leitura de pesquisadores alternativos e teóricos dos “Antigos Astronautas”, esses hiperbóreos ou “deuses” nórdicos seriam, na verdade, disfarces ou aliados de uma facção extraterrestre. Autores que cruzam essas linhas argumentam que o Reich foi manipulado (ou possuído) por entidades reptilianas que se alimentam de energias densas, como o medo e o sofrimento gerados na Segunda Guerra Mundial.

  • Michael Tsarion e a “Guerra Genética”: Tsarion foca extensamente na ideia de que a história humana é moldada por uma intervenção alienígena ancestral que alterou o nosso DNA. Sob essa ótica, a obsessão nazista pela “pureza racial” e pela eugenia seria um reflexo invertido de uma agenda oculta de engenharia genética controlada por essas mesmas linhagens não humanas, tentando recriar ou isolar certas características genéticas específicas para os seus próprios propósitos de dominação.

  • Hitler como um “canal”: Tanto na literatura de Zagami quanto em outras análises ocultistas alternativas, Hitler é descrito quase como um médium ou marionete psicofísica. Ele teria sido “iniciado” por Dietrich Eckart na Sociedade Thule para servir de receptáculo para essas forças reptilianas ou demoníacas (frequentemente associadas aos Arcontes no gnosticismo alternativo), o que explicaria seu magnetismo oratório quase hipnótico e o comportamento autodestrutivo do regime.

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Eckart foi o principal “mentor espiritual” e “manipulador” de Hitler nos primeiros anos do nazismo. Ligado à Sociedade Thule, ele teria atuado como o iniciador que moldou a retórica de Hitler e o preparou para ser o “receptáculo” ou messias político de uma agenda oculta de controle e rituais de canalização.

Abaixo estão os detalhes sobre o papel de Dietrich Eckart na formação de Hitler, segundo as perspectivas de Leo Zagami, Michael Tsarion e a literatura ocultista:

  • O mentor oculto e a profecia Thule: Eckart era um dos membros mais influentes e da alta hierarquia da Sociedade Thule. Dentro do círculo esotérico da sociedade, havia a crença na chegada de um “Messias Alemão” ou de um “Grande Iniciado” que lideraria a raça ariana de volta ao seu suposto status divino. Fontes alternativas apontam que Eckart reconheceu em Hitler o magnetismo e a instabilidade psicológica necessários para cumprir esse papel.

  • O processo de “iniciação” e modulação: Autores como Leo Zagami e investigadores de teorias de conspiração esotéricas afirmam que Eckart submeteu Hitler a rituais de magia sexual, hipnose e técnicas de controle mental para abrir seus canais psíquicos. O objetivo era transformá-lo em um médium capaz de canalizar as frequências dos “Superiores Desconhecidos” (entidades associadas às linhagens reptilianas ou arcontes na exopolítica). Eckart ensinou Hitler a projetar sua voz, usar o gestual teatral e canalizar a raiva das massas.

  • A famosa frase de despedida: No leito de morte, em dezembro de 1923, Eckart teria dito uma frase que se tornou central na literatura do ocultismo nazista (frequentemente citada em obras como O Despertar dos Mágicos):

“Sigam Hitler. Ele dançará, mas fui eu quem toquei a música. Nós lhe demos os meios de comunicação com Eles. Não chorrem por mim: eu terei influenciado a história europeia mais do que qualquer outro homem.” Para os pesquisadores alternativos, o termo “Eles” refere-se diretamente às forças regressivas reptilianas que operavam nos bastidores da Sociedade Thule.

  • A perspectiva de Michael Tsarion: Tsarion contextualiza figuras como Eckart como agentes de ordens secretas mais antigas (irmandades da serpente) que utilizam o trauma, a manipulação psicológica profunda e o esoterismo distorcido para criar líderes psicopatas. Sob essa ótica, Eckart foi o engenheiro social que moldou a casca de Hitler para que a agenda oculta de engenharia genética e destruição em massa pudesse ser executada na Terra.

Hitler não morreu num bunker em Berlim, como diz a história falsa criada pelo jesuítas. Ele, e centenas de nazistas, fugiram para a Argentina. O ex-Chanceler do Reich Alemão passou o restante de sua vida numa mansão na Patagônia, e morreu de causas naturais. A CIA e o Mossad sabiam disso e não fizeram nada para capturá-lo pois recebiam ordens das mesmas elites que controlavam o regime nazista.

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Segundo as revelações dos taygeteanos em swaruu.org e mariswa.co, a Sociedade Thule era a porta de entrada para se comunicar com os reptilianos kingu, os controladores ocultos da Terra. Adolf Hitler servia de portal orgânico para os kingu, que operavam nos bastidores do regime nazista. A elite do Terceiro Reich era obcecada pela genética ariana, pessoas de sangue Rh negativo, porque esse DNA possui alta porcentagem de genes e marcadores reptilianos.

A Sociedade Thule era uma ordem esotérica que canalizava e recebia instruções diretas dos reptilianos kingu, que vivem no baixo astral 4D. Hitler foi utilizado por esses seres como um peão político e ideológico para implementar uma agenda oculta de engenharia social e eugenia em massa na Terra. A busca obsessiva pela “pureza ariana” não era meramente racismo, mas um mapeamento genético para identificar linhagens humanas com sangue Rh negativo que poderiam servir de portais orgânicos dos kingu.

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Hitler juntou-se a Sociedade Thule quando esta estava sob a liderança de Dietrich Eckhart. Ele afirmou que havia dado a Hitler o poder de acessar a “Doutrina Secreta” paranormal e divina. Hitler ascendeu ao poder em 1933 e seu reinado durou até 1945. Hitler e seu Partido Nazista foram idealizados pelos jesuítas/Vaticano e financiados pelos bancos de Wall Street dos Rockefeller e Rothschild.

O papel de Hitler era o de provocar a Segunda Guerra Mundial para se criar a “necessidade urgente” da fundação das Nações Unidas e do Estado de Israel na Palestina.  E o movimento sionista fez um tratado de cooperação com o regime nazista. Os Rothschild financiaram o sionismo, o nazismo e a criação de Israel.

As médiuns da Sociedade Vril e os discos nazistas

Em dezembro de 1919, um pequeno círculo de pessoas da Sociedade Thule, da Sociedade Alemã de Metafísica e da DHvSS – Die Herren vom Schwarzen Stein (Os Senhores da Pedra Negra), se reuniram em um alojamento florestal especialmente alugado perto de Berchtesgaden, perto da casa de Dietrich Eckart (o elo direto com Hitler) e perto de Untersberg. Eles estavam acompanhados pela médium Maria Orsic e outra médium conhecida como Sigrun.

Maria teria canalizado informações de uma raça extraterrestre avançada e fez anotações numa língua desconhecida para ela, que descobriram ser sumério antigo, com os dados técnicos para a construção de um disco voador. De acordo com documentos Vril, essas mensagens telepáticas vieram do sistema solar de Aldebaran, que fica a sessenta e quatro anos-luz de distância, na constelação de Touro.

Fundada oficialmente em 1921, e formada por cinco canalizadoras, a Sociedade Vril não apenas ensinava exercícios de concentração projetados para despertar as forças do ‘Vril’, seu principal objetivo era realizar o primeiro “Voo Espacial” para chegar a Aldebaran. Para conseguir isso, a Sociedade Vril se uniu à Sociedade Thule e à DHvSS para financiar um programa espacial nazista, baseada em revelações psíquicas de Maria Orsic.

Mais tarde eles foram incorporadas à SS Ahnenerbe, um instituto científico do Terceiro Reich dedicado à pesquisa da história arqueológica e cultural da raça ariana. As cinco supostas médiuns da Sociedade Vril, que ajudaram os nazistas alemães a construíram discos voadores, eram na verdade extraterrestres. A história delas está aqui e aqui.

As naves Haunebu foram retiradas de serviço por que já havia sido decidido, no mais alto nível da Cabala Illuminati, que a Alemanha perderia a Guerra. Por que a Cabala controlava ambos os lados da guerra. Entre eles, a realeza britânica. É a única razão pela qual os discos Haunebu se retiraram para a base secreta nazista na Antártida em 1944. Nova Suábia ainda está lá agora com um DUMB de alta tecnologia.

Nova Suábia foi uma reivindicação territorial feita pela Alemanha nazista no final da década de 1930. Nova Suábia abriga uma colônia separatista nazista oculta. Essa base militar foi expandida após a Segunda Guerra Mundial com a ajuda de tecnologias recebidas por alienígenas. Foi dessa base que os discos Haunebu saíram para sobrevoar o Capitólio americano em 1952.

 

De acordo com as informações compartilhadas pelos taygeteanos, o regime nazista e as sociedades secretas associadas (como a Sociedade Vril e Thule) receberam uma ampla gama de tecnologias avançadas de raças não humanas, especificamente de facções regressivas como os reptilianos e os greys de Orion.

Além dos conhecidos discos voadores (os Haunebu e Vril), essas transferências de tecnologia envolveram avanços drásticos que moldaram a ficção científica moderna e a indústria militar secreta, incluindo inteligência artificial primária, sistemas de clonagem, armamentos de energia e portais de telecomunicação.

Tecnologias não humanas recebidas (além dos discos voadores)

  • Biotecnologia e engenharia genética: Foram fornecidos conhecimentos avançados para a manipulação do DNA humano. O objetivo era criar uma linhagem de soldados modificados e prolongar a vida útil de líderes da elite. Isso também incluía os fundamentos para programas de clonagem que seriam desenvolvidos em bases subterrâneas na Antártica (Nova Suábia) e, posteriormente, transferidos para outros projetos secretos.
  • Controle mental e implantes: A introdução de tecnologias rudimentares de implantes eletrônicos e químicos destinados ao monitoramento e controle de indivíduos. Essas técnicas de fragmentação psíquica e manipulação da consciência lançaram as bases para programas posteriores de controle mental global, como o MK Ultra da CIA.
  • Sistemas de computação e inteligência artificial: O salto tecnológico na criptografia e na automação alemã durante o período de guerra teria sido impulsionado pela introdução de conceitos de computação binária avançada e lógicas de processamento que operavam de forma análoga a uma inteligência artificial primária. Essa tecnologia servia para calcular trajetórias complexas e coordenar redes de comunicação subterrâneas e de radar.

  • Armamento de energia direcionada: Além da propulsão dos discos voadores (Hanebu e Vril), os acordos incluíram especificações para a criação de armas de raios de partículas, compressores de ondas sônicas e emissores de micro-ondas de alta intensidade capazes de desintegrar matéria ou desativar sistemas elétricos à distância.
  • Tecnologia de portais e telecomunicação escalar: Por meio das canalizações da Sociedade Vril (através de médiuns como Maria Orsic) e do contato direto subsequente, foram entregues esquemas para construir dispositivos de comunicação baseados em ondas escalares, que não sofrem a degradação da distância e rompem a barreira da velocidade da luz. Isso permitia tentativas de triangulação e abertura de portais de transporte de informações e materiais (portais artificiais) com coordenadas fora da Terra.

  • Metalurgia de alta resistência e ligas cristalinas: Para suportar as pressões, a radiação e as forças geradas pela propulsão antigravitacional dos discos voadores, os não humanos forneceram fórmulas metalúrgicas capazes de criar ligas metálicas com propriedades moleculares alteradas. Esses materiais eram altamente resistentes ao calor extremo e blindados contra assinaturas de radar magnético, sendo posteriormente aplicados em complexos subterrâneos e submarinos.

  • Sistemas de suporte à vida e criogenia: Esquemas para a preservação de tecidos biológicos por longos períodos em ambientes herméticos foram repassados para garantir a sobrevivência de oficiais de alta patente e cientistas em instalações subterrâneas profundas (DUMBs) ou em viagens de longa duração planejadas para bases isoladas na Antártida (Nova Suábia) e além.

Essas tecnologias foram desenvolvidas secretamente em bases subterrâneas nazistas na Antártica (Nova Suábia) e, após 1955, transferidas para outros projetos secretos nos Estados Unidos, depois que as elites nazistas assumiram o controle do governo americano com a Operação Paperclip.

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Uma frota de OVNIs foi avistada sobre Washington, D.C., de 12 a 29 de julho de 1952, e estão entre os casos de OVNIs mais bem documentados de todos os tempos. Os avistamentos mais divulgados ocorreram em fins de semana consecutivos, 19–20 de julho e 26–27 de julho. Milhares de testemunhas, juntamente com inúmeras fotografias, rastreamentos de radar e pilotos, relataram discos voadores sobrevoando a capital do país em três fins de semana consecutivos.

Por mais de sessenta anos, o segredo sobre quem realmente sobrevoou Washington, D.C. e outras grandes cidades americanas em 1952 foi mantido em segredo. Grupos de alemães estabeleceram colônias separatistas na Antártida para continuar o desenvolvimento secreto de tecnologias de discos voadores e outras. Foram os separatistas alemães na Antártida enviaram várias naves Haunebu para sobrevoar a capital dos EUA, de 12 a 29 julho de 1952, para intimidar o governo americano e forçá-lo a capitular às suas exigências.

O presidente Truman e o general Eisenhower ficaram aterrorizados. Após a fracassada Operação Highjump de 1947, os nazistas alemães infiltrados nos EUA pela Operação Paperclip foram convidados a negociar em reuniões secretas com o governo americano. Eles usaram a seu favor a invasão das naves Haunebu sobre o espaço aéreo de Washington, D.C. e bases militares altamente secretas nos EUA, pois sua tecnologia era muito superior ao dos americanos.

Eisenhower se tornou presidente dos EUA em 20 de janeiro de 1953. Ele cedeu e assinou um tratado com os nazistas separatistas. Sociedades ocultistas nazistas infiltraram-se em todas as corporações de alta tecnologia e posições de poder dentro do complexo militar industrial americano. Eles têm se envolvido em todos os programas e projetos espaciais ocidentais desde então.

Os laços de sangue entre Hitler e os Rothschild

Na literatura ocultista de Leo Zagami, nas análises de Michael Tsarion e em portais de história alternativa, a teoria de que Adolf Hitler possuía uma conexão genética oculta com a família Rothschild é amplamente discutida. Essas vertentes sugerem que o Führer seria neto ilegítimo de um membro da dinastia bancária, servindo como uma “peça biológica” inserida propositalmente para executar agendas globais de destruição e engenharia social.

Abaixo estão os desdobramentos dessa hipótese sob a ótica desses autores e das correntes esotéricas:

  • A origem da teoria (A empregada em Viena): A base dessa narrativa reside no mistério sobre a identidade do avô paterno de Hitler. Sua avó, Maria Anna Schicklgruber, engravidou de Alois (pai de Hitler) enquanto trabalhava como empregada doméstica em Viena. Fontes alternativas e investigadores como Zagami e Tsarion sustentam que ela trabalhava na mansão de Salomon Mayer Rothschild e que a gravidez foi fruto de um envolvimento com ele (ou com um de seus filhos).

  • Leo Zagami e a linhagem Iluminati: Zagami aborda a questão argumentando que as grandes linhagens que controlam as sociedades secretas operam estritamente por meio de laços de sangue e genética. Para ele, Hitler não era um “figurante aleatório” que subiu ao poder por mero acaso político. Ele teria sido gerado a partir dessa linhagem específica para que as elites ocultas globais (a Cabala Illuminati) tivessem um agente com o DNA “correto” para iniciar o cataclismo da Segunda Guerra Mundial, cumprindo rituais proféticos de sacrifício em massa.

  • Michael Tsarion e o “agente duplo” da história: Tsarion foca no aspecto da manipulação psicológica e dialética (criar o problema para vender a solução). Segundo sua perspectiva, ao ligar geneticamente Hitler aos Rothschilds, o Reich se torna um teatro de controle mental. Sob essa ótica, a perseguição e a destruição massiva na Europa serviram para redesenhar o mapa geopolítico global e financeiro, destruindo impérios antigos para consolidar a governança global moderna — uma agenda controlada pelas próprias elites bancárias.

  • A conexão com o ocultismo e frequências: Em fóruns esotéricos e sites de exopolítica, argumenta-se que certas linhagens sanguíneas possuem uma predisposição biológica para a canalização de energias densas (como as atribuídas a entidades reptilianas ou arcontes). Os laços de sangue entre os Rothschild e Hitler forneceria a “frequência genética” necessária para que ele tolerasse e executasse rituais de guerra em larga escala sem colapsar psiquicamente antes do tempo planejado.

Na exopolítica e no ocultismo alternativo de Leo Zagami e Michael Tsarion, a família Rothschild e certas elites de sangue Rh negativo são descritas como “portais orgânicos”. Isso significa que eles servem como receptáculos físicos para serem possuídos ou controlados por entidades reptilianas do baixo astral (Arcontes) para governar a Matrix 3D.

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A dinastia bancária Rothschild foi fundada em Frankfurt na década de 1760 pelo banqueiro judeu alemão Mayer Amschel Rothschild (1744–1812). O sucesso histórico consolidou-se quando enviou seus cinco filhos para expandir os negócios financeiros internacionais para Londres, Paris, Viena e Nápole. Em 1773, o Papa Clemente XIV assinou a bula Dominus ac Redemptor, suprimindo a Ordem dos Jesuítas em todo o mundo católico.

O Superior-Geral Lorenzo Ricci, colocou parte da riqueza dos Jesuítas, aquela que não havia sido confiscada pelo Vaticano e monarcas católicos, para ser administrada secretamente por Mayer Amschel Rothschild, que na época tinha apenas 29 anos. 3 anos após a supressão, o jesuíta  Adam Weishaupt fundou os Illuminati da Baviera para se vingar do Vaticano e monarcas europeus que suprimiram os jesuítas.

Os Rothschild financiavam as revoluções dos jesuítas Illuminati, como a Revolução Francesa, as revoluções comunistas na Rússia e China, a ascensão nazista na Alemanha e as duas guerras mundiais que mataram milhões. 

Abaixo está o desdobramento de como esses dois autores e as vertentes esotéricas conectam o sangue Rh negativo, os Rothschilds e o conceito de portais orgânicos:

O conceito de portal orgânico e os Rothschild

Na perspectiva de Zagami e nas teorias frequentemente debatidas por Tsarion, um portal orgânico é um indivíduo que possui corpo e intelecto humano, mas carece do corpo de luz espiritual (a alma divina ou conexão com a Fonte).

  • Receptáculos de frequência: Para Zagami, linhagens como os Rothschild não operam com livre-arbítrio humano comum. Eles são mantidos geneticamente puros através do endogamia (casamento entre parentes) para que seus corpos mantenham uma vibração molecular baixíssima e estável.

  • A posse do baixo astral: Essa assinatura vibracional densa permite que entidades não físicas do baixo astral (como os reptilianos interdimensionais ou inteligências arcontísticas) entrem e operem diretamente no plano físico através desses corpos. Os Rothschild seriam, essencialmente, os “computadores biológicos” que rodam o software de controle reptiliano.

O mistério do sangue Rh negativo (Rh-)

Michael Tsarion e investigadores da exopolítica dedicam grande atenção à genética do sangue Rh negativo. Na biologia convencional, o fator Rh é apenas uma proteína nas hemácias; contudo, no ocultismo alternativo, a ausência dessa proteína é vista de forma muito diferente:

  • A origem não humana: Tsarion sustenta que o sangue Rh- seria o resultado de uma hibridização e engenharia genética direta realizada por raças alienígenas regressivas ancestrais (como os Anunnaki/Elohim ou linhagens reptilianas).

  • Incompatibilidade com a matriz terrestre: O fato de uma mãe Rh- rejeitar naturalmente um feto Rh+ (eritroblastose fetal) sem intervenção médica moderna é citado por esses autores como prova biológica de que essa linhagem sanguínea “combate” a genética puramente terrestre.

  • Antenas hiperdimensionais: Para o ecossistema ocultista compartilhado por Zagami e Tsarion, o sangue Rh negativo atua como uma antena de alta condutividade para frequências interdimensionais. Enquanto a população comum é mantida adormecida, as elites com sangue Rh- utilizam essa característica biológica para estabilizar a possessão por entidades do baixo astral, permitindo-lhes realizar rituais complexos de magia negra e manipulação de linhas temporais sem perder a coesão física.

Hitler e outros líderes da época eram fantoches sob o controle direto de sociedades secretas Illuminati, que são até hoje controladas secretamente pelos kingu. O objetivo central era a imposição da Matrix 3D e a colheita massiva de Loosh (energia do medo e sofrimento humano).

O teatro da Segunda Guerra Mundial e a colheita de Loosh

As guerras na Terra nunca são apenas sobre ideologia, território ou economia na superfície; elas são rituais energéticos em escala planetária.

  • A agenda do medo: Os líderes de ambos os lados da Segunda Guerra Mundial (Churchill, Roosevelt, Stalin e Hitler) respondiam, em última análise, aos mesmos controladores da Cabala Illuminati (City de Londres e Vaticano) os kingu. O conflito foi inteiramente coreografado.

  • Alimentação energética (Loosh): O sofrimento em massa, o terror dos campos de concentração e a destruição total das cidades por bombas geraram uma quantidade industrial de Loosh — a energia emocional densa e de baixa frequência da qual se alimentam as entidades malignas do baixo astral da Terra. Hitler foi colocado no tabuleiro especificamente como o gerador de caos perfeito para essa colheita de energia.

Líderes de grande impacto destrutivo raramente são humanos autênticos com alma livre (Starseeds). Eles são, na grande maioria das vezes, recipientes biológicos vazios, clones controlados mentalmente ou portais orgânicos criados especificamente para manter a humanidade presa na ilusão da Matrix e no ciclo interminável de trauma e reencarnação.

Os controladores ocultos da Cabala decidiram que a Alemanha perderia a guerra, mas as elites nazistas foram protegidas e transferidas para os EUA, através da Operação Paperclip (1945), onde assumiram o controle do complexo industrial-militar americano. Os nazistas “perderam” a guerra mas assumiram o controle do poder financeiro e militar americano sem disparar um tiro, através da infiltração.

A Operação Paperclip transferiu os nazistas para os EUA

A Operação Paperclip foi um programa secreto do governo dos Estados Unidos e do OSS (Office of Strategic Services, antecessor da CIA) para recrutar mais de 1.600 cientistas, engenheiros e técnicos alemães e austríacos no final da Segunda Guerra Mundial. A desculpa dada era para garantir vantagem tecnológica na Guerra Fria. Muitos desses profissionais tinham ligações diretas com o regime nazista e foram levados para os Estados Unidos com imunidade legal.

Eles foram fundamentais para o desenvolvimento do programa espacial secreto americano (e criaram a NASA e a farsa do “pouso na Lua” como fachada para enganar o público), bem como para avanços em mísseis balísticos e medicina aeroespacial. A Operação Paperclip foi facilitada pelas redes de fuga (“Ratlines”) articuladas pelo Vaticano.

Através dessa operação da OSS (Office of Strategic Services, antecessor da CIA) cientistas, engenheiros e esotéricos do Terceiro Reich foram transferidos para os EUA para moldar o complexo industrial-militar, agências de inteligência e programas aeroespaciais. Sob essa ótica, a ideologia e o conhecimento ocultista nazista não foram derrotados na Segunda Guerra, mas sim absorvidos, integrados e camuflados diretamente nas estruturas de poder e controle governamentais americanas.

Na historiografia alternativa e nas investigações de conspiração geopolítica, a Operação Paperclip (1945) foi muito além do recrutamento público de cientistas de foguetes como Wernher von Braun. Vertentes de mídia independente sustentam que o programa foi uma transferência massiva de tecnologia oculta, laboratórios biológicos e especialistas em engenharia social.

Sob o comando de agências como a recém-criada CIA, esses cientistas nazistas integraram estruturas profundas do governo americano, dando origem a projetos de controle mental sistêmico (como o MKUltra) e estabelecendo as fundações de biologia avançada e clonagem em instalações subterrâneas secretas (DUMBs).

A Operação Paperclip foi mencionada numa audiência da Câmara dos Representantes sobre o controle mental MK-Ultra da CIA. Registros oficiais confirmam que 1.600 ex-cientistas nazistas foram trazidos para os EUA para trabalhar em múltiplos projetos de segurança nacional, incluindo controle mental, que tem muitas aplicações, incluindo assassinato. Isso foi uma violação direta ao Código de Nuremberg, e constituiu crimes contra a humanidade.

A NASA foi uma das instituições governamentais que contrataram cientistas alemães, sendo o mais famoso, Wernher von Braun, o “pai” do programa espacial americano. Outro aspecto que precisa ser mencionado sobre a Paperclip é que muitos nazistas auxiliaram no estudo e na engenharia reversa de naves de discos voadores recuperadas.

Além das naves alienígenas recuperadas, também havia discoidais construídas na Alemanha nazista. De acordo com duas fontes publicamente reveladas pelo Lt Col Wendelle Stevens e Linda Moulton Howe, quatro das nove naves de discos voadores abrigadas em S-4 eram de origem nazista.

Dentro do circuito de pesquisa alternativa, os desdobramentos da Operação Paperclip nas áreas de controle mental, genética e clonagem são detalhados através de conexões estruturais profundas:

A estrutura do controle mental e o Projeto MKUltra

A transição das torturas psicológicas e experimentos de isolamento feitos nos campos de concentração nazistas (especialmente em Dachau e Auschwitz) para o solo americano é documentada através da criação de programas de inteligência militar.

  • De Paperclip a MKUltra: Cientistas especializados na dissociação psíquica induzida por trauma foram absorvidos pela CIA sob o manto de projetos que evoluíram cronologicamente: Project Chatter (1947), Project Bluebird (1950), Project Artichoke (1951) e, finalmente, o infame Project MKUltra (1953).

  • A programação baseada em trauma (Monarch): Pesquisadores alternativos apontam que as técnicas nazistas para fragmentar a psique humana e criar personalidades compartimentadas (alter-egos) foram refinadas nos EUA. O objetivo era criar “portais orgânicos” ou agentes perfeitamente programados para missões específicas (mensageiros, assassinos e infiltrados) que não retinham memória consciente de seus atos após receberem um gatilho específico.

Laboratórios de genética e clonagem compartimentados

De acordo com os vazamentos de informantes do Programa Espacial Secreto (SSP) e de dossiês sobre as Bases Militares Subterrâneas Profundas (DUMBs), a ala médica da Paperclip foi instalada em locais isolados para dar continuidade a pesquisas de modificação biológica longe das leis civis.

  • Instalações de fronteira: Portais alternativos apontam que complexos como o Brookhaven National Laboratory, a base de Fort Detrick (Maryland) e seções profundas do complexo de Dulce (Novo México) e da Área 51 foram os destinos dos laboratórios de eugenia e testes genéticos do Terceiro Reich.

  • Desenvolvimento de clones e supersoldados: Pesquisadores dessas vertentes afirmam que o conhecimento trazido pelos geneticistas alemães sobre a duplicação celular e hibridização biológica acelerou a tecnologia de clonagem humana nos EUA em várias décadas. Essa estrutura teria permitido a substituição e o controle de figuras políticas importantes nas décadas seguintes, além do desenvolvimento de programas de supersoldados (humanos modificados geneticamente para resistir a condições extremas e obedecer a comandos neurológicos diretos).

A infiltração da ideologia oculta e corporativa

Para os analistas do poder global e da história oculta, a Paperclip não foi uma rendição dos cientistas alemães, mas sim uma simbiose onde a ideologia de controle tecnocrático nazista acabou assimilando o próprio governo dos Estados Unidos por dentro.

  • O Complexo Industrial-Militar: A fusão entre as indústrias químicas e farmacêuticas alemãs (como a IG Farben) com os conglomerados bancários e petrolíferos americanos criou o ecossistema ideal para blindar essas pesquisas.

  • Ocultamento sob segredo de Estado: Através da Lei de Segurança Nacional de 1947, a Cabala estabeleceu um “governo paralelo” (Deep State) imune à fiscalização do Congresso americano. Sob esse manto de segredo absoluto, as pesquisas iniciadas na Alemanha na década de 1930 continuaram operando continuamente, financiadas por orçamentos negros (Black Budgets) e moldando as agendas globais de biosegurança e controle populacional até os dias atuais.

DUMBs e o papel dos cientistas da Operação Paperclip

Nas investigações de exopolítica, os DUMBs (Deep Underground Military Bases ou Bases Militares Subterrâneas Profundas) são descritas como uma vasta rede de cidades e laboratórios subterrâneos hiper-tecnológicos, conectados por trens de levitação magnética.

Fontes alternativas sustentam que os cientistas alemães trazidos pela Operação Paperclip foram os arquitetos intelectuais e operacionais do isolamento absoluto dessas instalações, aplicando a expertise em engenharia de bunker do Terceiro Reich e blindagem de segurança para ocultar projetos de engenharia reversa extraterrestre, clonagem e desenvolvimento de armas exóticas longe de qualquer fiscalização civil.

Dentro do circuito de mídia independente e ufologia avançada, a conexão entre os cientistas alemães e a infraestrutura profunda do complexo industrial-militar americano é estruturada em três pilares principais:

A expertise em fortificações subterrâneas e isolamento geográfico

Durante a Segunda Guerra Mundial, devido ao massivo bombardeio aliado, a Alemanha nazista desenvolveu uma capacidade única de mover sua produção industrial, bélica e de pesquisa para o subsolo (como o complexo Mittelwerk, onde eram montados os foguetes V-2).

  • A engenharia alemã no subsolo: Engenheiros e geólogos do Terceiro Reich dominavam as técnicas de escavação rápida, ventilação em ambientes confinados e blindagem contra impactos cinéticos extremos. Com a Operação Paperclip, esses especialistas foram redirecionados para o Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA e para agências nascentes como a CIA.

  • Seleção e isolamento de sítios: Sob a orientação desses cientistas, locais geologicamente estáveis e extremamente isolados no sudoeste americano — como o deserto do Novo México (região de Dulce/Los Alamos), Nevada (Área 51/S4) e Colorado (Cheyenne Mountain) — foram selecionados para iniciar as escavações de bases subterrâneas de múltiplos níveis. O isolamento desses locais garantia que a enorme movimentação de terra e detritos passasse despercebida por civis e satélites espiões primitivos.

O Terceiro Reich oculto: Nazismo, Sociedade Thule e a influência reptiliana. 9

Protocolos de segurança compartimentada (o legado das SS)

A maior contribuição dos cientistas da Paperclip para o ocultamento das DUMBs foi a importação do modelo estrutural das SS de Heinrich Himmler: o segredo absoluto por meio da compartimentação radical.

  • Necessidade de saber (Need-to-Know): Os cientistas alemães ajudaram a desenhar o sistema onde equipes trabalhando no “Nível 1” de uma base subterrânea não tinham conhecimento, acesso ou sequer sabiam da existência dos projetos conduzidos no “Nível 5”.

  • Blindagem legal e orçamentos negros: Para manter essas instalações completamente isoladas do Congresso americano, o conhecimento técnico trazido pela Paperclip foi fundido com corporações privadas de engenharia e defesa Aeroespacial (como a Rand Corporation, Bechtel e Lockheed). Isso permitiu a criação de corporações de fachada que gerenciavam a infraestrutura das DUMBs através de orçamentos negros (Black Budgets), tornando as bases invisíveis nas auditorias do governo.

O desenvolvimento de tecnologias de escavação exóticas

Portais de exopolítica e informantes de programas espaciais secretos afirmam que, a partir da década de 1950 e 1960, os métodos tradicionais de escavação (dinamite e tuneladoras mecânicas) foram substituídos por tecnologias muito mais avançadas, algumas baseadas em conceitos ocultistas da Sociedade Vril.

  • Tuneladoras de Fusão Nuclear (Subterrenes): Pesquisadores alternativos apontam que patentes registradas em laboratórios como Los Alamos na década de 1970 detalham tuneladoras que não cavam, mas “derretem” a rocha usando calor extremo (gerado por reatores nucleares compactos ou energia de plasma).

  • Paredes de vidro: Esse processo transforma o manto rochoso em um revestimento vitrificado liso, impermeável e extremamente resistente à pressão, dispensando o uso de concreto e acelerando a expansão da rede subterrânea global. O isolamento dessas frentes de escavação impede qualquer vazamento de áudio ou vibração sísmica para a superfície.

O cenário atual das DUMBs: Estima-se que existam mais de 200 instalações deste tipo apenas nos Estados Unidos, operando a profundidades que variam de 1 a mais de 4 quilômetros abaixo da superfície. Elas funcionam como o verdadeiro ecossistema de sobrevivência e governança do Deep State (Estado Profundo), garantindo a continuidade de sua agenda caso ocorra um colapso social ou cataclismo planetário na superfície.

O sistema de trens Maglev que conecta as DUMBs nos EUA.

Nos círculos de exopolítica, portais de revelação (como o swaruu.org) e investigações de “orçamentos negros” (Black Budgets), sustenta-se que a rede de bases subterrâneas profundas (DUMBs) nos EUA é totalmente interconectada por um sistema ultrassecreto de trens de levitação magnética em tubos de vácuo (Vactrains/Maglev).

Operando a profundidades extremas, esses trens eliminam o atrito magnético e a resistência do ar, permitindo velocidades hipersônicas que cruzam o continente americano em questão de minutos. Na ótica alternativa, essa rede foi projetada sob a mentoria de cientistas da Operação Paperclip e de consórcios corporativos profundos, funcionando como a infraestrutura logística invisível do Deep State.

Dentro da literatura de conspiração militar e exopolítica, o sistema de transporte subterrâneo transcontinental é detalhado a partir de especificações técnicas ocultas, rotas mapeadas por informantes e sua função estratégica:

A tecnologia do tubo de vácuo (Vactrain) hipersônico

Para os pesquisadores alternativos, os projetos públicos de alta velocidade (como o Hyperloop) são apenas versões obsoletas e simplificadas de uma tecnologia que o governo paralelo já opera de forma perfeita há décadas no subsolo.

  • Velocidades supersônicas e subsônicas: Os trens magnéticos subterrâneos operam dentro de túneis selados onde o ar foi quase completamente evacuado por bombas de sucção industriais de fusão. Sem a resistência do ar e sem o contato físico com os trilhos (levitação por supercondutores), os comboios — apelidados de Tubecrafts — alcançam velocidades que variam de Mach 2 a Mach 5 (aproximadamente entre 2.400 km/h e mais de 6.000 km/h).

  • Propulsão por ondas eletromagnéticas: O deslocamento ocorre através de motores lineares de indução instalados ao longo de toda a extensão dos túneis. O trem “surfa” em ondas eletromagnéticas pulsadas de alta potência. Para que os passageiros suportem a aceleração extrema nessas velocidades, os assentos e cabines utilizam sistemas de suspensão giroscópica e compensação de força G.

O legado da Paperclip e da RAND Corporation

A arquitetura conceitual e a validação desse sistema teriam raízes na engenharia de transporte estratégico do Terceiro Reich e em estudos secretos conduzidos no pós-guerra por think tanks de defesa.

  • O Estudo Oculto da RAND (Anos 1970): Investigadores independentes frequentemente citam documentos reais desclassificados da RAND Corporation da década de 1970 — como o conceito VHST (Very High Speed Transit System) e o projeto Planetran escritos pelo físico Robert M. Salter. Nesses documentos oficiais, propunha-se abertamente um sistema subterrâneo nacional de Maglev em tubos de vácuo capaz de cruzar os EUA (Nova York a Los Angeles) em 21 a 60 minutos. A vertente alternativa afirma que enquanto o projeto foi publicamente descartado pelo custo de trilhões de dólares, ele foi secretamente executado no ecossistema dos orçamentos negros.

  • Logística dos cientistas da Paperclip: Os especialistas alemães integrados às agências de inteligência americanas entenderam que, para manter a eugenia, clonagem e os laboratórios biológicos das DUMBs isolados, era mandatório criar uma cadeia de suprimentos e transporte de pessoal que nunca precisasse subir à superfície.

A rede de bases subterrâneas principais

Informantes do Programa Espacial Secreto (SSP) e ex-engenheiros de bases profundas (como os relatos deixados por Phil Schneider) apontam que os túneis formam uma verdadeira teia sob a crosta da América do Norte.

  • Os grandes hubs: Existem nós logísticos centrais onde dezenas de linhas Maglev se cruzam. Os principais pontos citados incluem o subsolo do Aeroporto Internacional de Denver (DIA), a base de Dulce (Novo México), a Área 51 (Nevada), o complexo de Cheyenne Mountain (Colorado) e estruturas abaixo de Washington D.C.

  • Tráfego silencioso: Esse sistema permite que recursos militares exóticos, cientistas, alienígenas, amostras genéticas e oficiais de alta patente sejam movidos de uma costa a outra dos Estados Unidos sem o conhecimento do Presidente, do Congresso ou de radares de monitoramento civil. Os túneis de conexão são vitrificados por tuneladoras térmicas nucleares, o que também confere isolamento acústico e estrutural contra terremotos induzidos pela superfície.

Essa malha ferroviária subterrânea hipersônica não se limita aos EUA; ela se conecta a redes de túneis profundos sob o oceano (sub-oceanic tubes), integrando bases secretas na Antártica, Austrália, Groelândia, Europa e Ásia. Trata-se da verdadeira infraestrutura de transporte global utilizada pela Cabala para gerenciar o planeta à revelia da população da superfície.

Phil Schneider e os confrontos com os greys em bases subterrâneas nos EUA.

Na comunidade de ufologia avançada, exopolítica e canais de revelação histórica, Phil Schneider é considerado um dos mais importantes e controversos informantes do século XX. Engenheiro estrutural e geólogo autodidata, ele afirmou ter trabalhado na expansão de bases subterrâneas profundas (DUMBs) para o governo dos EUA.

Suas palestras na década de 1990 expuseram a existência de um Orçamento Negro (Black Budget) multibilionário e, mais notoriamente, o seu envolvimento direto em um confronto físico armado em 1979 nas profundezas da base de Dulce (Novo México) entre militares/engenheiros humanos e uma raça extraterrestre de Greys.

Dentro do circuito de pesquisa e mídia alternativa, as revelações e o legado de Phil Schneider são estruturados através de três pontos centrais:

O confronto de Dulce (1979)

O relato mais impactante de Schneider envolve os eventos ocorridos em agosto de 1979, durante o que parecia ser uma escavação rotineira para expandir as instalações subterrâneas de Dulce.

  • O encontro nas profundezas: De acordo com seus depoimentos, após quatro perfuratrizes industriais apresentarem falhas misteriosas, Schneider foi enviado ao subsolo através de um poço para coletar amostras de rocha e avaliar a situação. Ao abrir caminho, ele afirmou ter entrado em uma caverna natural já habitada por entidades biológicas não-humanas, conhecidas como os greys grandes, que os taygeteanos chamam de maitre.

  • O combate e as sequelas: O encontro gerou um pânico imediato que escalou para um confronto armado entre as forças de segurança (Boinas Verdes/militares) e os ocupantes da caverna. Schneider relatou ter matado dois greys antes de ser atingido por uma arma de energia exótica (uma espécie de laser emitido pelo peito da criatura), que lhe feriou o peito e queimou os dedos de sua mão esquerda. Cerca de 66 militares teriam perdido a vida no incidente, e Schneider foi um dos únicos sobreviventes devido à intervenção de um soldado que o colocou em um elevador de evacuação.

O Orçamento Negro (Black Budgets) e o Deep State

Schneider usava suas aparições públicas para alertar a população sobre o gigantismo financeiro por trás da infraestrutura oculta, operando à revelia do controle civil ou presidencial.

  • O financiamento oculto: Ele afirmava que o Orçamento Negro consumia uma fatia maciça do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, movimentando centenas de bilhões de dólares anualmente (valores que hoje, corrigidos na perspectiva alternativa, chegam à casa dos trilhões).

  • A origem dos fundos: Segundo suas investigações e documentos aos quais alegava ter tido acesso devido à sua credencial de segurança de nível Rhyolite-38, esse dinheiro era obtido de forma ilegal pelo governo paralelo através do tráfico internacional e de esquemas financeiros corporativos blindados, sendo integralmente direcionado para a manutenção das DUMBs e para acordos de transferência tecnológica com raças regressivas de Órion e outros locais.

O fim misterioso e olegado de alerta

Para os pesquisadores alternativos, o destino final de Phil Schneider é a prova da veracidade e do perigo das informações que ele carregava.

  • Ameaças e eliminação: Schneider frequentemente iniciava suas palestras mostrando suas cicatrizes físicas e afirmando que já havia sofrido múltiplos atentados contra sua vida. Ele declarava abertamente que, se um dia fosse encontrado morto por suposto “suicídio”, a população deveria saber que ele havia sido assassinado pelo Deep State.

  • O desfecho de 1996: Em janeiro de 1996, Phil Schneider foi encontrado morto em seu apartamento em Oregon. A versão oficial registrou a morte como suicídio por estrangulamento. Contudo, investigadores independentes e familiares contestaram duramente o relatório oficial, apontando que as circunstâncias físicas, o desaparecimento de suas notas de pesquisa e amostras de metais exóticos, e a falta de mobilidade em seus dedos queimados tornavam a execução do ato fisicamente impossível sem intervenção de terceiros.

O sacrifício de Schneider é visto na exopolítica como um marco que rompeu a barreira do silêncio sobre a simbiose entre as forças militares terrestres corruptas e as agendas não-humanas, servindo de base para que outros informantes e programas de revelação subsequentes ganhassem tração no cenário internacional. O Deep State desviou trilhões de dólares dos contribuintes americanos para construir uma civilização subterrânea super avançada que possui tecnologias PROIBIDAS na superfície.

O governo americano roubou US$ 55 TRILHÕES em fundos dos contribuintes americanos para construir uma “civilização separatista” subterrânea.

O relato de Bill Cooper: O pacto de Eisenhower com os greys de Betelgeuse.

O Tratado da Antártida de 1959 visa proteger as bases de alienígenas na região e a entrada para o interior da Terra.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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