Os Estados são meras empresas privadas ou corporações? Isso não é apenas documentado, e não é apenas ensinado nas faculdades de direito de universidades de prestígio, mas é também, de tempos em tempos, declarado abertamente ao público em geral. A foto mostra um artigo publicado em 11 de julho de 2023 no jornal Hessische/Niedersächsische Allgemeine (HNA), um importante jornal regional diário alemão com sede em Kassel, no estado de Hesse.

Fundado em 1945, ele circula no norte de Hesse e em partes do sul da Baixa Saxônia, cobrindo política, negócios, cultura e esportes. A notícia no HNA tem o seguinte título: O Gerente da Empresa Países Baixos, e fala de Mark Rutte como “gerente de filial de uma loja de departamentos”, o “gerente da Empresa Países Baixos”.

Os Estados não são soberanos, são corporações privadas sob controle da City de Londres e Vaticano. 1

Não o Primeiro-Ministro dos Países Baixos, Mark Rutte, mas o gerente da empresa “Países Baixos” — a pessoa que administra uma “filial de loja de departamentos”. E com o que essa “loja de departamentos” negocia? Conosco. Afinal, dentro dessas empresas, as pessoas são registradas como objetos (entidades jurídicas/pessoas) em vez de seres humanos.

Ou, dito de outra forma, são ações corporativas no mercado de ações. Alguns poderiam dizer que a matéria do jornal está apenas usando uma “figura de linguagem”, mas é exatamente isso que eles querem que as pessoas pensem. Alguém vendeu a soberania de todos os países do mundo. E isso já faz muito tempo, é claro.

Mas a surpresa é que, agora, não é mais segredo que o Estado é uma EMPRESA, uma CORPORAÇÃO PRIVADA e seus habitantes e tudo o que eles possuem são sua propriedade. Por que você acha que somos OBRIGADOS a pagar tantos impostos ao Estado? Um mecanismo fraudulento foi criado pela City de Londres e Vaticano para escravizar a humanidade.

Aqui, por exemplo, está o site oficial da Confederação Suíça. Uma publicação de 26 de novembro de 2024. Eles planejam alterar a Constituição Federal em relação ao sistema previdenciário. A Constituição Federal de quê? Da Confederação Suíça. E o que é a “Confederação Suíça”? Veja o item 5 deste documento. Você nem precisa saber alemão para entender a palavra “Firma”!

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“Swiss Confederation” (número do Data Universal Numbering System: D-U-N-S 48-564-2987) – “Swiss Confederation” (e um número DUNS é fornecido – o identificador internacional de entidades jurídicas onde todas as empresas e corporações estão registradas). Alguém ainda acha difícil acreditar que vive em uma empresa comercial, e não em um órgão governamental?

Num documento de 2.008 páginas, nas páginas 17/18/19 estão listados vários países corporativos, e entre eles está o Brasil. A imagem abaixo é a primeira página referente à Casa Branca. Este “assunto” já tem 223 anos (ou melhor, 226 anos agora, visto que começou em 1800).

Acontece que a “terra dos livres e dos corajosos” teve seu próprio Estado por apenas 13 anos — se acreditarmos na narrativa oficial da Constituição dos EUA de 1787. O que você acha: existe algum Estado verdadeiramente soberano na Terra hoje?

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Pesquisadores alternativos como Bill Cooper e Jordan Maxwell disseram que a Lei de 1871 transformou secretamente o governo dos EUA em uma corporação privada de fins lucrativos com sede no Distrito de Colúmbia, revogando a Constituição original de 1789.

Sob essa ótica, Abraham Lincoln (presidente a partir de 1861) é visto como o “último presidente legítimo da República original”, antes que a Guerra Civil levasse à falência e posterior reestruturação corporativa do país.

A menção constante a Lincoln por Donald Trump em seus comícios é interpretada como um sinal codificado de que ele pretende restaurar a antiga República constitucional e dissolver a “corporação” atual.

A Lei de 1871 e a “EUA S/A”

Segundo as palestras de Jordan Maxwell e os escritos de William “Bill Cooper” (como em seu famoso livro Behold a Pale Horse), a passagem do District of Columbia Organic Act of 1871 foi o ponto de virada na soberania americana:

  • Criação da Corporação: Eles argumentam que o Congresso, endividado após a Guerra Civil, fez um acordo com banqueiros internacionais da City de Londres. A lei teria criado um governo municipal para Washington D.C. sob a forma de corporação (“THE UNITED STATES, INC.”).

  • Substituição da Constituição: A Constituição original (Constitution for the united States of America) foi secretamente substituída por uma versão corporativa com letras maiúsculas (CONSTITUTION OF THE UNITED STATES), transformando cidadãos soberanos em “ativos” ou “funcionários” da empresa através de certidões de nascimento e números de seguro social.

O papel de Abraham Lincoln (1861)

Na cronologia desses pesquisadores, o ano de 1861 é fundamental. Lincoln assumiu a presidência exatamente quando o país rachou e a Guerra Civil começou.

  • O fim da República original: A Guerra Civil foi o mecanismo financeiro que quebrou a República. Ao emitir os Greenbacks (moedas emitidas pelo próprio governo para financiar o esforço de guerra e evitar os juros dos bancos), e colocar o país sob a lei marcial (Ordem Geral nº 100 ou Código Lieber), Lincoln tentou salvar a União, mas o estresse financeiro pós-guerra abriu caminho para que o Congresso assinasse a Lei de 1871.

  • O último presidente legítimo: Por ter governado imediatamente antes dessas mudanças drásticas na estrutura jurídica do país, Lincoln é considerado o último presidente de fato da República e do modelo constitucional original de 1789. Lincoln tentou resistir ao controle financeiro externo, e esse foi o real motivo de seu assassinato.

Incapaz de pagar as dívidas da guerra aos banqueiros estrangeiros, o Congresso aprovou essa lei criando uma corporação privada chamada “UNITED STATES” (em letras maiúsculas). Sob essa ótica, o governo deixou de ser um corpo soberano de leis e passou a funcionar sob o direito comercial (Lei Marítima do Almirantado), transformando a Constituição em meros “estatutos sociais” da empresa.

A conexão com Donald Trump

As menções de Trump a Lincoln em seus comícios — frequentemente comparando-se a ele em termos de perseguição política ou conquistas — é lida por alguns pesquisadores alternativos da seguinte forma: Quando Trump evoca Lincoln, ele estaria sinalizando que entende que o sistema atual opera sob um “modelo corporativo corrupto” e que seu objetivo de “Drenar o Pântano” seria desmantelar a corporação de 1871 para restaurar a República original de 1776.

Figuras de alto escalão político como Trump usam referências históricas deliberadas para sinalizar sua verdadeira intenção, e para aqueles que estudam os bastidores do poder, Lincoln seria o símbolo máximo dessa transição de volta às origens constitucionais. O povo americano foi enganado sobre a natureza do seu governo, pois seu país foi silenciosamente hipotecado em 1871 para os banqueiros da City de Londres.

Os Estados são corporações privadas e seus habitantes são sua propriedade

Para aqueles que desejam verificar se os chamados “estados” não são de fato estados, mas sim empresas privadas que operam há muito tempo, aqui está uma nova coleção de documentos. Os Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Brasil, e vários outros países são uma corporação federal.

E, para verificar isso, não é sequer preciso visitar o site dnb.com e procurar por uma “agência governamental” entre as entidades comerciais. Futuros advogados aprendem isso logo nas primeiras aulas na Faculdade de Direito de Cornell — integrante da Ivy League.

É curioso notar que, enquanto para alguns a ideia de que os Estados deixaram, há muito tempo, de ser Estados clássicos para se transformarem em corporações privadas ainda soa como “teoria da conspiração”, para outros, trata-se de um tema acadêmico padrão, ensinado — sem qualquer alarde — nas principais universidades do mundo. Veja aqui.

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E o ponto principal é este: se o Estado é uma corporação privada, ele deve operar sob o direito privado, e não sob o direito público. O direito privado fundamenta-se no princípio da voluntariedade — não há relações de autoridade e subordinação envolvidas. Então, onde está o contrato no qual concordamos voluntariamente em nos submeter às medidas de tais corporações e no qual colocamos nossas assinaturas? Alguém já viu um? Somos escravos do Estado, que é uma corporação privada. Somos ações corporativas na bolsa de valores.

E todo esse “jogo” começa com a certidão de nascimento. Embora nossos dados sejam registrados de forma ligeiramente diferente da certidão de nascimento da corporação “EUA”, a essência permanece a mesma. Assim como um contrato de hipoteca ou uma certidão de casamento, nossa certidão de nascimento é uma ação da bolsa de valores. Somos “geradores de dinheiro” — criamos dinheiro e servimos como sua fonte; somos uma mercadoria negociada na bolsa de valores.

Fraude na certidão de nascimento: da conspiração aos fatos.

Sua certidão de nascimento é um título no sistema financeiro globalista.

Não importa quais grandes mudanças positivas aguardamos ansiosamente; se elas não abordarem essa questão — se não abolirem o direito marítimo e puserem fim a esse jogo diabólico envolvendo o nome de uma pessoa, água, docas e assim por diante (um jogo no qual somos involuntariamente inseridos ao nascer), não se pode falar em liberdade para nós. Seria simplesmente uma questão de trocar uma jaula por outra. Talvez uma jaula mais confortável, mas ainda assim uma jaula.

A tríade dos políticos/banqueiros/corporações escravizam a população com impostos, inflação e altos preços de energia e combustível, e suprimem tecnologias inovadoras como energia livre, antigravidade e cápsulas médicas, pois elas melhorariam a qualidade de vida da população e a libertaria do controle da tríade.

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O governo “democrático” e os bancos tratam as pessoas não como seres vivos mas como objetos/mercadoria. Se você receber uma carta ou algum tipo de notificação de alguma organização exigindo que você pague algo, e seu nome estiver escrito em LETRAS MAÍSCULAS, então o documento não está endereçado a você como indivíduo, mas a uma pessoa jurídica, seu espantalho. E isso já é fraude.

E não pense que as “agências governamentais” desconhecem isso. Elas sabem. Tenho certeza de que todos os países têm um padrão semelhante. Agora observe todos os seus documentos, contratos, multas… Todos estão endereçados à sua PERSONA, que é uma construção fictícia que permite a um Estado corrupto subjugar pessoas às suas leis, o que seria impossível de outra forma, já que a única lei que rege uma pessoa é a lei do Criador, e nenhuma pessoa tem mais direitos do que outra.

Ao enganar uma pessoa para que assuma a responsabilidade por sua identidade/persona fictícia, um Estado corrupto pode controlá-la. Portanto, pode-se afirmar que todas as leis criadas pelo homem são inúteis e representam a maior fraude da história da humanidade. Houve algum tempo em que a humanidade viveu em paz e harmonia, sem leis impostas ou “jogos”? Será que esse tempo voltará algum dia?

O modelo do Estado Corporativo e a Lei Marítima

Investigadores alternativos como Jordan Maxwell, Bill Cooper, Leo Zagami e Michael Tsarion, disseram que as nações modernas operam como corporações privadas sob regras comerciais e marítimas. De acordo com essa perspectiva, o controle global é centralizado por meio da soberania financeira da City de Londres e do poder espiritual-jurídico do Vaticano, transformando cidadãos em ativos financeiros “propriedade” do Estado por meio do registro de nascimento.

De acordo com os trabalhos de Jordan Maxwell e Bill Cooper, a maioria dos governos modernos não opera como instituições puramente públicas, mas sim como corporações privadas registradas em órgãos comerciais (como a Securities and Exchange Commission ou guias internacionais de comércio).

Nesse panorama conceitual:

  • Lei da Terra vs. Lei do Mar: Maxwell explicava que o sistema jurídico foi sutilmente transferido da “Lei da Terra” (Direito Comum ou Natural) para a “Lei do Mar” (Direito Marítimo/Comercial). Os tribunais, nessa visão, operam sob a lógica mercantil, julgando contratos e disputas comerciais em vez de justiça baseada no direito inalienável.

  • O “Espantalho” (Strawman): Cooper e Maxwell argumentavam que, ao nascer, o registro civil cria uma entidade jurídica paralela — geralmente grafada em letras maiúsculas (ex: JOÃO DA SILVA). Esse nome corporativo fictício serve como um título financeiro lastreado que o Estado usa para contrair empréstimos com bancos centrais, tornando os cidadãos, tecnicamente, propriedades e ativos do balanço patrimonial do governo.

Captura de tela mostrando o status corporativo do Brasil e suas agências. Leia mais aqui.

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A dinâmica do Império de Londres e Vaticano

Autores que analisam sociedades secretas e geopolítica ocultada, como Leo Zagami e Michael Tsarion, expandem essa tese conectando as corporações estatais a dois centros de poder independentes e soberanos:

  • A City de Londres: Funciona como o coração financeiro do modelo. Diferente de Londres propriamente dita, a City é um enclave corporativo independente com suas próprias leis e polícia. Ela centralizaria o controle bancário de bancos centrais ao redor do mundo, agindo como a matriz de cobrança de dívidas das corporações estatais periféricas.

  • O Vaticano: Representaria o topo espiritual e a raiz jurídica primordial. Zagami enfatiza a importância das Bulas Papais históricas (como a Unam Sanctam e as Romanus Pontifex), as quais, dentro dessa ótica investigativa, declararam o domínio papal sobre toda a Terra e sobre todas as almas humanas. O Vaticano daria a legitimidade de “propriedade” original sobre as pessoas através do batismo e do registro canônico herdado pelo direito civil.

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O cidadão como ativo comercial

  • A certidão de nascimento funciona como um manifesto de carga de um navio (termo marítimo). Quando os pais registram o filho, estão voluntariamente entregando a custódia da criança para a tutela do Estado Corporativo.

  • Tsarion argumenta que a linguagem cotidiana do sistema jurídico é propositalmente codificada com termos náuticos e bancários (ex: em inglês, birth certificate soa como berth certificate, uma vaga para navios no porto; as pessoas passam pelos “canais” da corte, o juiz atua como um “capitão” do tribunal).

  • A população, portanto, é considerada um recurso ou capital humano lastreado (garantia de pagamento) que assegura as dívidas que o governo corporativo contrai com a elite financeira global.

A Primeira Guerra Mundial gerou dívidas impagáveis que culminaram na falência das nações em 1933. Para sobreviver, governos como os EUA aprovaram o Emergency Banking Act, entregando suas reservas de ouro e sua soberania real aos banqueiros internacionais sediados na City de Londres. Sem lastro físico, os Estados se converteram em corporações privadas operando sob o Direito Marítimo.

A população tornou-se o novo lastro da dívida pública: por meio da certidão de nascimento, o Estado cria uma corporação fictícia (o espantalho) com o nome do cidadão. Esse registro é transformado em um bônus financeiro negociado secretamente na Bolsa de Valores, convertendo o trabalho futuro de cada indivíduo em mera propriedade lastreada pelo sistema bancário global.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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