A Grover é mais um exemplo de startup online focada na economia compartilhada que oferece aos usuários a comodidade de alugar aparelhos eletrônicos e experimentá-los durante um mês antes da compra, pagando uma taxa mensal barata que equivale a 5% do preço do produto. Além disso, os usuários podem estender a sua experiência de aluguel por até um ano, pagando uma mensalidade para manter o dispositivo.

Os usuários podem se inscrever em vários pacotes, abrangendo todas as categorias que estão no site para experimentar uma grande variedade de câmeras, smartphones, wearables, notebooks, fones de ouvido, câmeras e produtos da Internet das coisas. Quando o usuário encontra algo que realmente gosta e deseja mantê-lo, ele pode ganhar créditos por alugar o produto por um tempo. A Grover oferece um crédito de 30% dos pagamentos mensais para a compra do dispositivo de forma permanente. Pena que só existe no exterior.

Grover permite alugar eletrônicos e experimentá-los por um mês antes de comprar stylo urbano
O estoque da Grover de eletrônicos para aluguel

Mas se a usuário for do tipo que perde o controle de seus gastos, a Grover finaliza o aluguel em três meses após a soma do aluguel atingiu o preço de compra do produto. A Grover foi lançada na Alemanha em 2015, e notou que 80% de seus clientes permaneceram com seus planos mensais após um mês de uso. Para seu lançamento no mercado americano, a Grover só está atendendo aos usuários em Nova York por enquanto mas irá gradualmente expandir para outras cidades dentro dos Estados Unidos.

Parte da inspiração da Grover vem da expectativa de vida cada vez mais curta dos produtos de consumo eletrônicos por estarem constantemente sendo atualizados e aprimorados. A Grover quer desafiar o conceito de propriedade quando se trata de eletrônicos, oferecendo uma alternativa mais flexível para os consumidores gastarem seu dinheiro em dispositivos que em breve estarão ultrapassados por causa da obsolescência programada da indústria.

Com o crescimento da economia compartilhada, que desafia o “status quo” da compra de um produto, será que no futuro as pessoas vão se importar em ter a posse de alguma coisa?

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