Qual é o verdadeiro papel do Vaticano na divulgação de OVNIs? No episódio do Exopolitics Today, o Dr. Michael Salla conversa com o autor Leo Zagami sobre seu último livro, “A Agenda Alienígena Ultrassecreta do Vaticano“.

Juntos, eles examinam alegações sobre o envolvimento de longa data do Vaticano no sigilo dos OVNIs, astrônomos jesuítas, arquivos secretos, contatos extraterrestres, programas de visualização remota e as forças ocultas que moldam a narrativa de divulgação de hoje.

A agenda secreta do Vaticano para revelar e batizar a vida extraterrestre. 1

Leo compartilha sua pesquisa sobre a queda de um OVNI na cidade de Magenta na Lombardia/Itália em 1933, o papel de Mussolini, Marconi, Papa Paulo XI e como o Vaticano pode ter influenciado a transferência de tecnologia recuperada para as mãos americanas antes do incidente dos OVNIs em Roswell.

A conversa também aborda o Observatório do Vaticano, Castel Gandolfo, o Papa João XXIII, George Adamski, Corrado Balducci, Steven Greer, Jacques Vallée e outras figuras ligadas à revelação de OVNIs e à preparação religiosa para contato extraterrestre.

Muitos adeptos do movimento Nova Era acreditam que os ETs estejam “vindo para nos salvar”, uma narrativa há muito promovida pelo Vaticano, que criou a Nova Era para controlar a narrativa sobre vida extraterrestre.

A agenda secreta do Vaticano para revelar e batizar a vida extraterrestre. 2

Esta é uma discussão profunda e provocativa sobre poder, sigilo, fé, engano e o futuro da divulgação. Estamos sendo preparados para o contato aberto ou o público está sendo guiado para uma narrativa cuidadosamente gerenciada pela Cabala?

Anfitrião: Dr. Michael Salla
Convidado: Leo Zagami

A queda do OVNI de Magenta em 1933: Mussolini, o Vaticano e o acobertamento dos EUA

O caso da queda de um OVNI próximo a cidade de Magenta na Lombardia (Itália) em 1933 é apontado por pesquisadores alternativos como o verdadeiro marco inicial da recuperação e engenharia reversa de tecnologia extraterrestre. O regime fascista de Benito Mussolini encobriu o evento criando o gabinete secreto Gabinetto RS/33, enquanto o Vaticano atuou nos bastidores repassando informações cruciais para que os Estados Unidos confiscassem a espaçonave ao fim da Segunda Guerra Mundial.

A história do caso de Magenta não nasceu na internet; ela possui uma cronologia documental e testemunhal bem marcada:

  1. Os arquivos secretos de Roberto Pinotti (1996): O jornalista e ufólogo italiano Roberto Pinotti, presidente do Centro Ufológico Nacional da Itália, recebeu pelo correio, de forma totalmente anônima, uma série de documentos originais da era fascista. Entre os papéis estavam telegramas enviados pelo próprio punho de Mussolini ordenando censura absoluta sobre o “pouso de uma aeronave desconhecida” e papéis timbrados do Gabinetto RS/33. Pinotti submeteu o papel e a tinta a testes forenses, que confirmaram a autenticidade do material da década de 1930. Ele publicou esses dados nos anos 2000.

  2. O testemunho antigo de Phil Schneider (1995): Curiosamente, um ano antes de Pinotti receber os documentos, o engenheiro de estruturas subterrâneas americano Phil Schneider mencionou em suas famosas palestras sobre bases militares profundas (DUMBs) que o governo dos EUA sabia de uma recuperação de nave na Itália em 1933 que havia sido inspecionada por alemães.

  3. A revelação de David Grusch ao Congresso dos EUA: O caso deixou de ser um nicho da internet e se tornou um assunto de Estado quando David Grusch, ex-oficial de inteligência de alto escalão da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, testemunhou sob juramento que o primeiro caso de recuperação de colisão não foi em Roswell (Novo México/EUA) em 1947, mas sim o caso da Itália em 1933. Grusch confirmou que o regime de Mussolini escondeu a nave, que ela foi de conhecimento dos alemães, e que o Vaticano operou como intermediário para que os EUA (através do serviço de inteligência OSS) confiscassem a nave ao final da Segunda Guerra Mundial.

Essa triangulação entre documentos históricos italianos confiscados, relatos de engenheiros de “projetos negros” e o aval recente da inteligência americana é o que sustenta a narrativa de que o OVNI de Magenta foi a pedra fundamental para a corrida da engenharia reversa alienígena na Terra.

O incidente de Magenta (13 de junho de 1933)

Muito antes do célebre caso de Roswell em 1947, a Lombardia foi o palco da primeira grande queda de uma espaçonave em solo moderno. De acordo com os documentos trazidos a público originalmente pelo ufólogo italiano Roberto Pinotti e amplificados pelo autor Leo Zagami e pelo denunciante de inteligência americano David Grusch, um objeto voador não identificado de formato cilíndrico caiu ou realizou um pouso forçado perto de Magenta.

O impacto ativou imediatamente os protocolos de emergência do governo. O próprio Benito Mussolini decretou o que chamou de silenzio assoluto (silêncio absoluto), mobilizando a polícia secreta (OVRA) e emitindo ordens expressas de censura para que os jornais da época não divulgassem nada sobre o “pouso presumido de uma aeronave desconhecida”.

Sob custódia militar, os destroços e os corpos de ocupantes (descritos em relatórios internos como seres altos, loiros e de cabeça alongada) foram levados para os hangares altamente protegidos da fabricante aeronáutica SIAI-Marchetti, em Vergiate.

Mussolini e o Gabinetto RS/33

Acreditando inicialmente que o objeto se tratava de uma arma secreta desenvolvida por potências rivais como a França ou o Reino Unido, Mussolini estruturou um comitê ultra-secreto focado no estudo do artefato:

  • O comitê científico: Batizado de Gabinetto RS/33 (Ricerche Speciali 1933), o grupo era sediado na Universidade La Sapienza, em Roma.

  • A liderança: A coordenação científica do gabinete foi entregue ao renomado inventor e engenheiro Guglielmo Marconi, pioneiro do rádio e figura de total confiança do regime fascista.

  • O objetivo: O grupo de cientistas tinha a missão de decifrar as propriedades metalúrgicas incomuns e o sistema de propulsão sem motor convencional do objeto. Diante do fracasso em replicar a tecnologia, as autoridades italianas logo se deram conta de que o objeto não tinha origem humana.

Inicialmente, Benito Mussolini não suspeitou dos alemães, pois em janeiro de 1933, Adolf Hitler havia acabado de assumir o poder na Alemanha, que ainda era vista pela Itália como um país fragilizado pelos termos do Tratado de Versalhes. Portanto, os alemães ainda não eram vistos como uma potência com supertecnologia aérea secreta. O ditador italiano suspeitou primeiro que se tratava de uma arma ou aeronave de espionagem secreta da França ou da Grã-Bretanha.

Os relatórios e telegramas interceptados da época (conhecidos como os Arquivos Fascistas de OVNIs) revelam que o regime acreditava que uma aeronave estrangeira de espionagem havia violado o espaço aéreo italiano e caído devido a falhas técnicas. Os três corpos recuperados foram descritos em relatórios internos como seres “altos, loiros, pele pálida, olhos azuis e crânios dolicocéfalos (alongados)”.

Embora essa descrição física batesse com o estereótipo da “raça ariana” que o nazismo exaltava, o comitê científico Gabinetto RS/33 (liderado por Guglielmo Marconi) rapidamente descartou a origem alemã após examinar a engenharia e o metal do objeto, que operava sem motor de combustão ou hélices conhecidas, concluindo que a tecnologia estava décadas à frente de qualquer país europeu.

Com a aproximação política entre o Fascismo italiano e o Nazismo alemão, Mussolini permitiu que cientistas alemães, e a inteligência nazista,  fossem a Itália para examinar os destroços e os corpos dos tripulantes. Os destroços teriam sido armazenados em hangares da SIAI-Marchetti em Vergiate.

Os alemães possuíam laboratórios metalúrgicos e físicos muito mais avançados e já desenvolviam pesquisas esotérico-científicas por meio de sociedades como a Thule, Vril e a Ahnenerbe. Embora Mussolini tenha compartilhado os dados com os alemães, os destroços permaneceram escondidos em território italiano durante toda a guerra, até serem confiscados pelos militares americanos.

Foi justamente a partir dessa constatação de que o artefato não era de fabricação humana que o silêncio absoluto e o acobertamento em massa foram decretados pelo regime fascista. O Vaticano entrou em ação, pois atua como o principal nó de controle do Cabala Illuminati, interceptando tecnologia de ponta para impedir que a humanidade desperte ou acesse energia livre, antigravidade e outras tecnologias.

O papel do Vaticano e o destino do artefato

A Santa Sé desempenhou um papel central na triangulação diplomática e na transição do segredo após o colapso do fascismo.

  • A descoberta pelo Papa: Através de suas extensas redes de inteligência paroquiais na Lombardia e canais confessionais, o Papa Pio XII e a alta cúpula do Vaticano tomaram conhecimento direto do que estava escondido nos hangares de Vergiate.

  • O alinhamento com os EUA: À medida que a Segunda Guerra Mundial se aproximava do fim e o regime de Mussolini ruía, o Vaticano operou um canal diplomático informal (backchannel) para vazar a existência do OVNI para o governo dos Estados Unidos. A Igreja Católica temia que o avanço das tropas soviéticas comunistas na Europa Oriental pudesse resultar na captura daquela tecnologia por Moscou.

  • O resgate americano: Munidos das coordenadas e relatórios fornecidos pela inteligência papal, agentes do serviço secreto americano que deu origem à CIA (como a OSS) organizaram uma missão secreta de extração ao fim da guerra. O artefato foi confiscado das instalações da SIAI-Marchetti e enviado diretamente para os EUA, integrando os primeiros programas secretos de engenharia reversa do complexo militar-industrial americano.

A história detalhada deste acobertamento histórico, incluindo o papel das comunicações interceptadas do ditador e a intervenção do Vaticano, é o tema central abordado no vídeo explicativo “O Caso do OVNI de Magenta de 1933” que está abaixo, que explora os desdobramentos dessa declassificação e o impacto que causou na comunidade de inteligência internacional.

Adolf Hitler havia acabado de assumir o poder na Alemanha em janeiro de 1933 mas a Sociedade Thule e Sociedade Vril já estavam desenvolvendo discos voadores alguns anos antes. As sociedades secretas alemãs Thule e Vril já operavam de forma independente muito antes da ascensão formal do nazismo.

Desde a década de 1920, essas ordens esotéricas alegadamente canalizavam dados mediúnicos para construir protótipos de propulsão antigravitacional, estabelecendo as bases do que mais tarde se tornaria o programa secreto de “discos voadores” do Terceiro Reich.

Alguns pesquisadores achavam que o objeto que caiu em Magenta fosse um dos discos experimentais secretos da Thule/Vril, mas os tripulantes encontrados mortos nos escombros da nave, não eram humanos, então se descartou a ideia de que fossem os alemães.

O desenvolvimento prévio pelas sociedades esotéricas

De acordo com pesquisadores alternativos, o avanço tecnológico nessas áreas não começou por iniciativa de órgãos estatais ou militares tradicionais, mas sim nos círculos ocultistas da República de Weimar:

  • As canalizações da Sociedade Vril: Relatos detalham que, já em 1919, médiuns da Sociedade Vril (como Maria Orsic) alegavam receber transmissões telepáticas de um sistema estelar distante (geralmente associado a Aldebaran). Essas transmissões continham dados técnicos e equações matemáticas para criar um motor antigravidade, baseado em mercúrio vermelho enriquecido, para um disco voador.

  • A conexão com a Sociedade Thule: A Sociedade Thule forneceu a infraestrutura financeira e os contatos políticos necessários para iniciar e esconder esses primeiros experimentos industriais longe dos olhos do público e das restrições severas do Tratado de Versalhes.

  • A Máquina de Voo do Outro Mundo (JFM): Documentos alternativos sugerem que o primeiro protótipo funcional de um disco antigravidade — a Jenseitsflugmaschine (Máquina de Voo do Outro Mundo) — foi testado discretamente entre 1922 e 1924, vários anos antes de Hitler se tornar Chanceler.

O esboço técnico dos discos voadores

Quando o partido nazista assumiu o governo alemão em 1933, essas tecnologias e pesquisas foram gradualmente absorvidas e colocadas sob o controle total da SS (Schutzstaffel), liderada por Heinrich Himmler, evoluindo para projetos militares altamente categorizados.

Conceito técnico da nave discoidal antigravidade Haunebu controlados pela SS.

Por que Mussolini não ligou os pontos imediatamente?

Embora a Thule e a Vril estivessem refinando essa engenharia na virada dos anos 1920 para os anos 1930, essa operação era mantida sob o mais estrito segredo, blindada inclusive das Forças Armadas alemãs convencionais (Wehrmacht).

Mussolini, apesar de manter laços ideológicos com Hitler, não tinha acesso aos segredos esotéricos e tecnológicos mais profundos dessas sociedades ocultistas alemãs em 1933. Para a inteligência militar italiana, o conceito de um governo estrangeiro possuir uma nave sem asas e sem hélice parecia impossível.

Por essa razão, quando a nave cilíndrica extraterrestre caiu em Magenta, o ditador italiano deduziu que se tratava de uma incursão de espionagem convencional e ultrassecreta vinda de nações com aviação avançada, como a França ou Inglaterra, até que as investigações metalúrgicas do Gabinetto RS/33 provaram o contrário.

Autores como Leo Zagami sugerem que o Vaticano utilizou esse incidente para consolidar seu papel como o “detentor da verdade exopolítica”. Ao confirmar que os pilotos não eram humanos, o Vaticano teria passado a tratar essas entidades como Elohim ou outras categorias espirituais/extraterrestres, o que alterou profundamente a forma como a Igreja passou a monitorar a tecnologia espacial após 1933.

Embora Mussolini tenha compartilhado os dados e permitido que cientistas alemães e a inteligência nazista inspecionassem a nave, o objeto físico permaneceu escondido em território italiano durante toda a guerra.

  • Onde a nave estava escondida? Os destroços e os corpos foram mantidos sob forte esquema de segurança nos hangares da fabricante de aviões SIAI-Marchetti, em Vergiate, e posteriormente movidos para estruturas fortificadas de segurança máxima, incluindo o famoso Bunker de Soratte (um complexo de túneis subterrâneos escavados ao norte de Roma que, a partir de 1943, foi tomado pelo comando militar alemão como quartel-general).

  • O resgate da OSS: Com o colapso do regime fascista e a subsequente invasão aliada na Itália, equipes especiais da OSS (frequentemente associadas ao avanço da força-tarefa da inteligência militar ocidental) foram enviadas com coordenadas exatas fornecidas pelo Vaticano.

  • Operação Paperclip e o envio aos EUA: No final da guerra (1945), os militares americanos garantiram o controle do local na Itália antes de qualquer outra força (como os guerrilheiros comunistas italianos ou os soviéticos). A nave de Magenta foi empacotada e despachada diretamente da Itália para os Estados Unidos via transporte marítimo/militar. Os cientistas alemães que haviam trabalhado nela na Itália foram capturados logo depois e levados para os EUA através da Operação Paperclip, continuando as pesquisas de engenharia reversa em solo americano (dando origem aos programas que culminariam na área 51 e Roswell).

E se tudo o que sabemos sobre a primeira queda de um OVNI estiver errado? Esqueça Roswell, em 1947. Vamos levá-lo de volta, quatorze anos antes, a uma manhã de neblina em Magenta, na Itália. O ano é 1933, e uma nave metálica em forma de sino acaba de cair do céu.

Neste episódio, revelamos o maior de todos os encobrimentos. Você ouvirá como o ditador Benito Mussolini tentou esconder os destroços, acreditando tratar-se de uma arma secreta de um país rival. Investigamos o secreto Gabinete RS/33, liderado pelo famoso inventor Guglielmo Marconi, que tentou desvendar os segredos alienígenas da nave.

Mas a história fica ainda mais surpreendente. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o Vaticano entra em cena. Descubra como o próprio Papa alertou os Estados Unidos, desencadeando uma missão frenética e ultrassecreta para capturar a nave antes dos soviéticos. Também detalharemos como o denunciante David Grusch trouxe à luz, em 2023, esse segredo de 90 anos.

Prepare-se para questionar a narrativa oficial. Se o governo possui essa tecnologia desde 1945, o que mais eles estão escondendo? Continue olhando para o céu e buscando a verdade.

Como a Inteligência do Vaticano organizou os dados sobre o caso Magenta em seu arquivo secreto, e que papel isso teve no monitoramento moderno de OVNIs? Após o incidente de Magenta em 1933, a Inteligência do Vaticano organizou os dados sobre o caso através de evasão semântica nos Arquivos Secretos e, mais tarde, com a criação do serviço ultra-secreto S.I.V. (Servizio Informazioni Vaticano).

Este evento moldou o monitoramento moderno de OVNIs pela Igreja, transicionando o fenômeno de uma questão “sobrenatural ou demoníaca” para uma realidade exopolítica, gerenciada por meio de parcerias astronômicas avançadas de ponta.

Organização nos arquivos secretos

A Igreja Católica possui uma das redes de inteligência mais antigas e capilares do mundo — as próprias paróquias e dioceses locais funcionam como postos avançados de informação. Quando a inteligência papal na Lombardia confirmou que o artefato de Magenta e seus tripulantes eram de origem não humana, os dados foram catalogados e despachados para Roma sob protocolos rígidos.

  • Evasão Semântica: Nos arquivos (hoje chamados de Arquivo Apostólico do Vaticano), as informações não foram salvas sob termos como “extraterrestres” ou “discos voadores”. A Igreja utilizou termos teológicos, históricos ou codificados, como Fenômenos Celestes Incomuns, Intervenções Angélicas ou registros de Alta Estranheza. Essa técnica impede que pesquisadores comuns localizem os arquivos sem possuir as chaves de indexação corretas.

  • O compartilhamento estratégico: Conforme exposto na literatura de Leo Zagami e nas investigações ufológicas, o Papa Pio XII ordenou que cópias desses relatórios metalúrgicos e biológicos fossem usadas como moeda de troca política com o governo americano, ao fim da Segunda Guerra Mundial, garantindo que o segredo não caísse nas mãos dos soviéticos da URSS.

O papel no monitoramento moderno: O surgimento do S.I.V.

O caso de 1933 foi o catalisador para que o Vaticano percebesse a necessidade de institucionalizar a espionagem e o monitoramento do espaço profundo.

  • A criação do S.I.V.: Segundo vazamentos de informantes jesuítas e pesquisadores de exopolítica, na década de 1950 (após os contatos da administração Eisenhower com delegações de extraterrestres), o Vaticano oficializou o S.I.V. (Servizio Informazioni Vaticano ou Serviço de Informações do Vaticano). Este braço ultra-secreto, operado majoritariamente por membros de elite da Ordem dos Jesuítas, nasceu com o propósito exclusivo de monitorar as atividades de Inteligências Não Humanas (NHI) e coordenar a resposta da Igreja a um eventual contato público.

  • A abordagem teológica moderna: O monitoramento moderno do Vaticano difere da abordagem estritamente militar do Pentágono. A Igreja monitora os OVNIs sob uma lente filosófica e teológica. Figuras proeminentes da Igreja, como o falecido Monsenhor Corrado Balducci (teólogo e demonólogo do Vaticano), foram à televisão pública italiana afirmar categoricamente que os encontros ufológicos são reais e não são de natureza demoníaca, defendendo que esses seres são apenas outras criaturas dentro da vasta criação de Deus.

Infraestrutura científica atual

O monitoramento científico moderno do Vaticano baseia-se na cooperação direta com os Estados Unidos, uma aliança que começou justamente com o vazamento do caso Magenta. A Igreja opera ativamente através da Specola Vaticana (o Observatório do Vaticano).

Para fugir da poluição luminosa de Roma, os astrônomos jesuítas mantêm uma instalação de ponta no Mount Graham, no Arizona (EUA) — o Vatican Advanced Technology Telescope (VATT). Fontes alternativas e denunciantes sugerem que a parceria entre os astrônomos do Vaticano e agências americanas monitora anomalias espaciais profundas longe do escrutínio público, preparando o terreno teológico para o dia em que o fenômeno precise ser formalmente revelado à humanidade.

A agenda alienígena ultrassecreta do Vaticano está sendo revelada em tempo real!

Artigo de Leo Zagami

Como alguns de vocês já devem saber, em meu novo livro, “A Agenda Alienígena Ultrassecreta do Vaticano: Encontros Ocultos, Rituais Proibidos e Astrônomos Jesuítas na Era da Divulgação de OVNIs, eu exponho a realidade oculta que eles nunca quiseram que você visse.

Na introdução, descrevo como os céus estavam em chamas em 1952, enquanto o maior frenesi ufológico da história moderna assolava Washington D.C., sob ataque de orbes brilhantes que dançavam em círculos ao redor de nossos caças, e os radares da Base Aérea Nacional de Washington e da Base Aérea de Andrews rastreavam algo que parecia física e tecnologicamente impossível.

Version 1.0.0

Em 18 de agosto de 1952, o Padre Francis J. Connell, um dos teólogos redentoristas mais respeitados da América e Decano da Escola de Teologia Sagrada da Universidade Católica, discutiu as implicações teológicas dessa nova realidade que se desdobrava e como o Pecado Original poderia (ou não) se aplicar a seres de outros mundos, na revista Time. Eles já estavam preparando o terreno teológico enquanto o resto da humanidade ainda estava no escuro. 

Agora, 74 anos depois, em 25 de junho de 2026, no Fórum de Divulgação de 2026, no Capitólio dos EUA, o congressista Eric Burlison (republicano do Missouri), membro do Comitê de Supervisão da Câmara e do Caucus de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) do Congresso, lançou uma  bomba devastadora. Uma gravação de áudio em fita de rolo de 1952, há muito tempo enterrada, teve sua existência confirmada, e o Laboratório Lincoln do MIT concordou em divulgá-la.

A fita está etiquetada como  “AF-ATIC-FILM, 03/52”  e intitulada  “Conversa sobre discos voadores”.  Nela, fala  o próprio Edward J. Ruppelt , o primeiro diretor do Projeto Livro Azul da Força Aérea dos EUA, dando um briefing militar oficial sobre o fenômeno OVNI no auge da invasão de Washington em 1952. Este é o mesmo ano em que o termo “OVNI” foi oficialmente cunhado, e os principais teólogos do Vaticano começaram discretamente a reescrever a doutrina católica para acomodar  a inteligência extraterrestre.  

Coincidência? Acho que não. Enquanto Ruppelt informava os altos escalões militares sobre discos voadores, o padre jesuíta e filósofo Pierre Teilhard de Chardin,  o homem cuja teologia evolucionista e cósmica influenciaria fortemente o Concílio Vaticano II, escrevia secretamente “A Multiplicidade dos Mundos Habitados”.

Nela, ele ousou sugerir que o Pecado Original  não era um evento único ligado a Adão e Eva neste planeta, mas uma falha cósmica inerente que permeia todo um universo repleto de vida inteligente. O padre de Chardin foi  proibido  de publicar a obra durante sua vida. 

Por fim,  La Multiplicité des Mondes Habités  viu a luz do dia em 1969, exatamente no mesmo ano em que o Projeto Livro Azul foi oficialmente encerrado, em 17 de dezembro de 1969, após o Relatório Condon, que declarou desnecessários novos estudos sobre OVNIs para a segurança nacional ou para a ciência. Consegue perceber um padrão?  

Enquanto os militares encerravam sua investigação pública, o Vaticano se posicionava como a  autoridade espiritual  que eventualmente explicaria a iminente “revelação”. Enquanto o público americano era alimentado com mentiras e ridicularizado pela mídia, o  programa Legacy, um programa de engenharia reversa de OVNIs do governo americano, operava nas sombras, o mesmo programa cujos patrocinadores mantiveram a verdade enterrada por décadas.

No entanto, em 2026, o deputado Eric Burlison poderá finalmente ter autorização para avançar em relação a este evento inovador na história dos OVNIs. No início de maio, ele enviou uma solicitação formal ao Laboratório Lincoln do MIT pela gravação de Ruppelt de 1952. Os advogados confirmaram a existência da fita e agora, como afirmou Jordan Flowers, diretor executivo da Disclosure Foundation, Burlison “sabe onde estão certos arquivos” e “está exigindo respostas”.

Certamente, não se trata de uma gravação antiga e empoeirada. O próprio diretor do Projeto Livro Azul falou em meio à onda de avistamentos de OVNIs mais intensa da história americana, enquanto, exatamente no mesmo instante, os jesuítas no Vaticano lançavam as bases teológicas para o contato com inteligências não humanas. A mesma instituição que passou séculos controlando a narrativa sobre Deus, a criação e o lugar da humanidade no cosmos vem construindo silenciosamente a rota de fuga doutrinária para a divulgação de informações extraterrestres desde pelo menos 1952. 

Eles sempre souberam, e agora as evidências estão vindo à tona, emergindo dos arquivos. A gravação de Washington D.C. está chegando, os segredos do Vaticano inevitavelmente vazarão e a Era da Revelação não é mais um evento futuro; está acontecendo agora, mas você precisa ser capaz de discernir isso em meio às mentiras e manipulações do Vaticano e da Ordem Jesuíta. 

Os símbolos secretos do Vaticano

Porque o Vaticano fez uma conferência de imprensa sobre OVNIs, alienígenas e aparições?

Artigo anteriorA antena cósmica: Como a consciência reprograma o DNA e desativa os bloqueios da Matrix.
Próximo artigoBMW coloca robôs humanoides Figure 3 para trabalhar em pisos de fábrica na Carolina do Sul.
Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.