Algo está a desmoronar-se no mundo democrático para além dos habituais escândalos de corrupção ou de ascensão periódica de demagogos. Estamos testemunhando uma crise de legitimidade que vai até os alicerces. Na maioria dos países “democráticos” do mundo, os cidadãos já não acreditam que os seus políticos os representem. Pesquisa após pesquisa mostra o colapso da confiança na democracia liberal e instituições democráticas.

Os eleitores que se sentem ignorados, ou ativamente traídos, pelas elites políticas estão cada vez mais dispostos a apoiar líderes autoritários que prometem “quebrar o sistema”, mesmo ao custo das liberdades civis básicas. Num sentido profundamente preocupante, a sua desilusão é justificada. Muitas políticas públicas são feitas para atender aos interesses das elites ricas, ao mesmo tempo que têm pouca ou nenhuma relação com o que a maioria dos cidadãos realmente deseja.

Em vez de ser uma falha na democracia, veremos que esta é uma característica que existe desde o início. Nesta matéria quero mostrar o golpe maçônico que foi realizado para acabar com a monarquia no Brasil e substituí-la pela fracassada, corrupta e instável democracia liberal maçônica, que não deu certo no passado, não está dando certo agora e nunca dará certo.

O mito da criação da democracia

Ensinamo-nos que a democracia moderna traça a sua linhagem até à antiga Atenas. Isso pode ser verdade, mas não da maneira que somos levados a acreditar. Para os cidadãos do sexo masculino, a democracia ateniense era real, mas não funcionava em nada como o que praticamos hoje. O centro do poder ateniense era o Boule, um conselho de 500 homens que preparavam a legislação para a Assembleia votar, escolhido não por eleição, mas por sorteio público. Magistrados e júris foram selecionados da mesma forma.

Aristóteles foi claro sobre esta distinção. Em Política, ele contrastou o sorteio, que ele via como democrático, com as eleições, que ele via como oligárquicas. Seu raciocínio era convincente: o sorteio garantia que os órgãos legislativos fossem verdadeiramente representativos dos cidadãos; resistia à corrupção e à concentração de poder; e espalhava a oportunidade de governar amplamente por toda a população.

Quando os arquitetos da Constituição dos EUA se reuniram na Filadélfia em 1787, eles estavam plenamente cientes da distinção de Aristóteles, e escolheram deliberadamente a opção oligárquica. O advogado e político James Madison (1751–1836) apelou à “exclusão total do povo, na sua capacidade coletiva, de qualquer participação no governo.” Conhecido como o “Pai da Constituição”, Madison se tornou o quarto Presidente dos Estados Unidos (1809-1817).

O segundo presidente dos EUA, John Adams, considerava a democracia “mais sangrenta do que a aristocracia ou a monarquia”. O que os Fundadores construíram foi explicitamente projetado para proteger a propriedade da interferência popular, um sistema onde, como Madison explicou, os “direitos de propriedade” constituíam o “primeiro objeto de governo”. Somente gradualmente, durante o século XIX, essa oligarquia eleitoral passou a ser renomeada como “democracia”. A marca mantida, junto com o design.

O motivo dos Pais Fundadores dos Estados Unidos era totalmente egocêntrico. Foi a ganância pessoal de George Washington, Thomas Jefferson, John Adams, Benjamin Franklin, Alexander Hamilton, John Jay e James Madison que os inspirou a aceitar a tarefa de escrever a Constituição dos Estados Unidos, e não o patriotismo. George Washington e Benjamin Franklin eram maçons. Na realidade, os Estados Unidos não são uma terra ou um lugar: “É uma corporação, uma ficção jurídica que existia muito antes da Guerra Revolucionária.” [Ver: Republica v. Sween, 1 Dallas 43 e 28 USC 3002 (15)].

A Constituição dos Estados Unidos foi escrita em segredo pelos Pais Fundadores e nunca foi apresentada aos colonos para votação. Certamente, qualquer documento tão importante quanto este exigia a aprovação do povo que governava! Bem, ela não foi apresentada para votação porque a Constituição não foi criada para “Nós, o Povo”; ela foi criada pelos e para os Pais Fundadores, suas famílias, herdeiros e sua posteridade.

A Constituição é um plano de negócios e qualquer referência nela contida que pareça ser a salvaguarda de um “Direito” está lá porque nenhum dos Pais Fundadores confiava uns nos outros. As salvaguardas visavam impedir que qualquer um deles ou grupo deles excluísse os outros, provando que “Não há honra entre ladrões”. O povo americano foi enganado pelo seu governo e por advogados e sofreram uma “lavagem cerebral” para acreditar que a Constituição foi criada para “Nós, o Povo”. O objetivo dessas mentiras é fazer as pessoas acreditarem que estão livres, seguras e protegidas, e tudo isso não passa de uma ilusão.

O verdadeiro propósito da Constituição era criar um plano de negócios e estabelecer um governo militar para a proteção dos Pais Fundadores. Até mesmo o preâmbulo da Constituição dos EUA é uma pista para a mentira, que afirma: “…para nós mesmos e para a nossa posteridade!” A CONSTITUIÇÃO não é para “Nós, o Povo” e os ESTADOS UNIDOS são uma Matrix de desinformação. Aos olhos daqueles que detêm o poder, os Estados Unidos não passam de uma grande fazenda e “Nós, o Povo” são os escravos. Em muitos tratados dos EUA e internacionais, o termo “altas potências contratantes” é usado para definir seus senhores; todos os outros são considerados por eles como seus escravos.

Todos os Pais Fundadores tinham duas coisas em comum. Todos compartilhavam o dom de uma boa educação ou eram indivíduos talentosos, e todos vinham de famílias de negócios e/ou posses. Esses homens sofriam de “ambições de grandeza!” Eles viam a América como sua única oportunidade de se tornarem poderosos e ricos…para nós mesmos e para nossa posteridade!” Seu plano era tomar a América do Rei inglês, apesar de o Rei George ter financiado a exploração do Novo Mundo, o que legalmente lhe dava o direito de reivindicar primeiro todos os novos continentes descobertos.

Leia mais: Matrix e a Constituição dos EUA

Hoje, vários membros do Congresso americano são milionários e alguns são bilionários. As democracias eleitorais da Europa, embora diferindo em detalhes, seguiram uma trajetória semelhante: a aristocracia rural conquistando o poder dos monarcas, mantendo o controle das alavancas do governo e cedendo ao sufrágio universal apenas gradualmente, o que um historiador chamou de “vacinação contra a insurreição”.

Por que as eleições selecionam as pessoas erradas

Mesmo em circunstâncias ideais, as eleições são estruturalmente defeituosas como mecanismo de escolha dos decisores políticos. Uma vez eleito, a principal preocupação de um “representante do povo” é a reeleição, o que significa agradar os lobistas com mais influência e bolsos mais profundos. Mesmo um político incorruptível é obrigado pelo ciclo eleitoral a favorecer objetivos de curto prazo em detrimento de necessidades de longo prazo. Como admitiu o antigo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker: “Todos sabemos o que fazer, mas não sabemos como ser reeleitos depois de o termos feito.”

As eleições também selecionam as qualidades erradas: carisma, riqueza, ambição e conexão — uma amostra perigosamente não representativa da população. Eles recompensam a arrogância adversária em detrimento da deliberação ponderada. A mente aberta, talvez a qualidade mais valiosa para uma formulação de políticas sábias, é quase fatal para uma campanha bem-sucedida.

Além disso, os candidatos a prefeito, vereador, deputado, senador e presidente muitas vezes tem suas campanhas financiadas por grupos poderosos que querem colocar seus candidatos em cargos públicos, enganando o povo, para que os falsos “representantes do povo” trabalhem pelos interesses de seus financiadores. E muitos políticos são membros da Maçonaria, uma organização secreta elitista que é controlada pelas elites financeiras e corporativas. A democracia liberal é uma criação maçônica para substituir a monarquia.

Democracia de baixo

Na região de Rojava, norte e leste da Síria, 4,5 milhões de pessoas praticam com sucesso desde 2012 o que é sem dúvida a grande sociedade mais autenticamente democrática do mundo. No que é conhecido como Confederalismo Democrático, baseado nas teorias de Abdullah Öcalan, a governança começa no nível da rua com uma comuna de algumas centenas de famílias, onde os moradores discutem assuntos diários e resolvem problemas locais. Se uma questão excede o escopo de uma comuna, ela passa para um conselho de bairro, e de lá para um conselho distrital, e de lá para a Assembleia Popular.

Cada comitê é co-liderado por um homem e uma mulher, e os líderes coordenadores podem ser destituídos por maioria de votos a qualquer momento. Numa região caracterizada por regimes autoritários e culturas fortemente patriarcais, Rojava tornou-se a antítese do seu entorno, e apesar da guerra contínua e dos recursos escassos, alcançou o mais elevado nível de vida da região.

No estado indiano de Kerala, um dos mais pobres do país em PIB, um experimento de décadas em governança genuinamente participativa produziu as classificações mais altas da Índia em saúde, alfabetização, expectativa de vida e igualdade de gênero. Um movimento popular de empoderamento feminino chamado Kudumbashree organiza 4,5 milhões de mulheres em 20.000 conselhos democráticos vinculados ao governo local, administrando 70.000 fazendas coletivas. O sucesso de Kerala demonstra princípios fundamentais de uma civilização ecológica: não magia técnica ou crescimento perpétuo, mas governança organizada em torno das necessidades reais das pessoas.

Como seria isso no nível de um Estado-nação moderno? A cientista política de Yale Hélène Landemore chama isso de “democracia aberta“: um sistema onde todos os cidadãos têm o mesmo direito de participar da tomada de decisões, com base na deliberação facilitada por grupos selecionados por sorteio para serem genuinamente representativos da sociedade. Em vez de eleições, os cidadãos seriam seleccionados para servir em diferentes assembleias por mandatos de um a vários anos, recebendo uma remuneração significativa e apoiados de forma a tornar a participação genuinamente acessível.

A tarefa mais profunda

A crise de legitimidade da democracia não pode ser resolvida mexendo nas margens. A reforma do financiamento de campanhas, as regras éticas e melhores candidatos são importantes, mas não abordam o desenho estrutural de um sistema construído, a partir dos seus alicerces, para proteger os ricos e poderosos. A tarefa mais profunda é recuperar uma promessa mais antiga e radical de autogoverno genuíno: não escolher um grupo de elites em detrimento de outro a cada 4 ou 5 anos, mas assumir a responsabilidade compartilhada de governar juntos.

As ferramentas já existem. Os experimentos já estão em andamento. As pessoas comuns, com boa informação, facilitação qualificada e o conhecimento de que as suas conclusões serão importantes, estão a demonstrar que podem chegar a decisões ponderadas, matizadas e amplamente apoiadas sobre as questões mais difíceis da sociedade. Achei interessante o sistema de autogestão política “Confederalismo Democrático” da Síria pois lembra o sistema de conselhos hierárquicos da sociedade de Taygeta nas Plêiades, que tem uma monarquia que representa seus cidadãos, segundo informações repassadas pelos Taygeteanos.

Sociedades monárquicas holísticas extraterrestres

A maioria das raças estelares positivas vivem numa sociedade holística de conselhos hierárquicos, mas ninguém vota em um conselho, não se trata de uma democracia. Todas as decisões são tomadas com base na lógica e na ética, antes de tudo. Todas as sociedades holísticas consideram os sistemas de votação arcaicos e perigosos, uma vez que as decisões podem ser influenciadas por interesses particulares. Por exemplo, 50 pessoas podem ser chamadas a votar sobre como educar as crianças em uma comunidade, mas 45 delas são pedófilas.

Este é apenas um exemplo de por que os sistemas de votação podem ser extremamente perigosos e injustos. Em todas as sociedades holísticas, pelo menos oficialmente, todos podem ser membros de um conselho local quando desejarem, incluindo crianças, e a participação nas reuniões do conselho também é considerada parte da educação infantil. O sistema de conselhos políticos na maioria das civilizações avançadas é chamado de sistema de conselhos hierárquicos, pois consiste em uma série de conselhos menores que supervisionam e protegem os interesses das comunidades locais.

Quando um problema excede sua capacidade de resolução, eles buscam ajuda do conselho imediatamente superior, que, por sua vez, supervisiona e administra uma região maior. Esse processo se repete até que o problema aparentemente insuperável chegue ao chamado Alto Conselho, que governa e administra um planeta ou civilização inteira.

Toda a população pode participar de qualquer um desses conselhos, sejam os pequenos conselhos locais ou os maiores conselhos planetários e sociais, desde que os voluntários expressem e expliquem por que desejam participar e o que têm a oferecer para a resolução da questão em pauta. Em algumas sociedades holísticas de conselhos hierárquicos, o rei ou a rainha atuam como presidentes do Alto Conselho e podem influenciar fortemente suas decisões.

No caso de sociedades monárquicas holísticas, o rei ou a rainha não possuem poder ilimitado, pois todas as suas decisões devem ser aprovadas pelo Alto Conselho ou Senado. Contudo, em algumas culturas, como a de Taygeta, o rei ou a rainha tem autoridade para anular as decisões do Alto Conselho, embora o motivo para tal deva ser investigado e processado. Eu detalhei isso no post: Chega de democracia – Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos das raças estelares?

As civilizações de Taygeta, Antaria e Urmah são sociedades monárquicas holísticas. Os monarcas dessas três civilizações estão na órbita da Terra agora.

O rei ou a rainha é visto como um modelo a ser seguido em sua cultura e também é utilizado para representá-los em reuniões, às vezes distantes de casa, como as realizadas nos conselhos da Federação Galáctica, onde seria impossível deslocar todos os membros do Alto Conselho das culturas e onde um embaixador seria insuficiente.

Em teoria, numa sociedade monárquica holística, qualquer pessoa pode ser nomeada rei ou rainha, desde que preencha os requisitos necessários, que incluem elevados padrões éticos, grande integridade pessoal e vasta experiência e conhecimento político, especialmente na gestão da exopolítica e das relações exteriores, lidando com a complexa interação entre raças estelares, que podem ser muito diferentes e onde acordos podem ser extremamente difíceis de alcançar.

O rei ou a rainha deve receber treinamento intensivo antes da nomeação e possuir ampla experiência geral, pois é visto como a personificação de sua cultura, cujos valores e tudo o mais estão concentrados em um único indivíduo. Cumprir todos os requisitos necessários para ser rei ou rainha em uma sociedade holística não é tarefa fácil e, uma vez nomeado, as pressões sociais, políticas e profissionais são imensas.

Embora, em teoria, qualquer pessoa possa ser nomeada rei ou rainha nesse tipo de sociedade holística, geralmente é hereditário, com os membros sendo frequentemente escolhidos e educados desde muito jovens para desempenhar a posição e o importante papel que exercem em sua sociedade. Normalmente, é o rei ou rainha reinante quem designa seu sucessor e o apresenta ao Alto Conselho de sua cultura.

O rei ou rainha reinante então toma seu futuro sucessor como aprendiz e protegido, transmitindo-lhe todo o conhecimento necessário, que também o acompanhará em suas atividades e no desempenho de suas funções para adquirir experiência e conhecimento. Um ponto interessante a acrescentar é que muitos indivíduos de famílias que seguem essas tradições, famílias reais e seus futuros reis e rainhas de suas culturas estelares, vão à Terra para se preparar para seus futuros papéis sociais.

Eles escolhem a Terra porque a vida lá é muito difícil. Muitos dizem que este é o nível mais desafiador da encarnação, e que aprendem muito sobre autodisciplina, força e resiliência em tempos difíceis, bem como a interagir com pessoas muito diferentes deles. Esse foi o caso da ex-rainha Alenym e da atual rainha Mari de Taygeta nas Plêiades. Os reis e rainhas estelares de sociedades holísticas são, em sua maioria, modelos, representantes e embaixadores de sua sociedade, que trabalham com e para seu povo, pensando em seus melhores interesses.

Os reis e rainhas estelares de sociedades holísticas são muito diferentes em todos os sentidos da maioria das famílias reais narcisistas, duras e cruéis encontradas na Terra, muitas das quais têm uma ligação direta com linhagens reptilianas, como é o caso da monarquia britânica. Mas não podemos generalizar que todos os monarcas em diferentes nações foram tiranos. Alguns monarcas foram amados pelo seu povo.

A democracia liberal, entendida como um sistema que combina eleições representativas, é um fenômeno predominantemente moderno que se consolidou nos últimos 200 anos. O pensamento liberal e as primeiras bases da democracia representativa moderna surgiram com o fim do absolutismo na Inglaterra (fim do século XVII) e ganharam força com as revoluções Americana e Francesa no final do século XVIII, lideradas por maçons.

6 razões pelas quais a monarquia é melhor que a democracia.

1. Se você quer que algo seja feito, faça você mesmo.

Existem várias piadas conhecidas sobre o quão ineficientes são os comitês. Não importa se você opta por chamá-los de comitês, parlamentos, conselhos ou o que quer que seja. Tais órgãos não podem gerir eficazmente um Estado. É por isso que uma pessoa deve ser deixada sozinha para tomar decisões. Pelo menos essa pessoa, com os seus pontos fortes e fracos, será capaz de produzir alguns resultados positivos, ao contrário dos comités, que, como diz a piada, gastam muito tempo discutindo apenas para acabarem por decidir que nada pode ser feito.

2. Mais rapidez e menos burocracia.

Na democracia, os processos são lentos e, sempre que algo corre mal, magicamente, a culpa não é de ninguém! Toda entidade envolvida na governança sempre alegará que a culpa é de outra entidade. Na monarquia, onde, em última análise, todos os poderes são reunidos nas mãos de uma pessoa, essa pessoa não pode fugir da responsabilidade. E, claro, na monarquia, sempre que algo precisa ser feito rapidamente, o monarca pode assumir o comando e fazê-lo rapidamente, sem burocracia e protocolos desnecessários.

3. Menos corrupção e demagogia.

Um monarca não pode ser subornado tão facilmente. Um monarca não teme nenhum custo político. Um monarca não pode ser facilmente chantageado por possuidores de riqueza, que, na democracia, muitas vezes usam escândalos falsos para chantagear políticos cujas decisões poderiam ser benéficas de outra forma. Mesmo o monarca menos qualificado não é tão prejudicial ao seu país como seria um bando de políticos corruptos e incopetentes na democracia. Até mesmo o líder democraticamente eleito mais habilidoso acaba fazendo concessões.

4. Mais estabilidade.

Na democracia, o poder muda de mãos a cada 4 ou 5 anos, dependendo do país. As vezes, as pessoas decidam eleger a mesma pessoa mais de uma ou duas vezes (se acham que essa pessoa é realmente qualificada), dando assim a essa pessoa o tempo necessário para produzir resultados positivos e realmente duradouros. Mas como a fraude eleitoral é recorrente na democracia, os políticos incompetentes e corruptos são reeleitos por fraude. Mas de qualquer forma, a cada 4 ou 5 anos tudo muda. Um governante que fez coisas boas em sua administração pode ter seu legado destruído por um novo governante.

5. Onde é mais provável que um líder habilidoso apareça.

Pense nisso. Quem tem mais probabilidade de se tornar um líder habilidoso? Alguém eleito por uma enorme massa de pessoas que não têm conhecimento algum de como os assuntos de um estado funcionam (democracia)? Alguém que fez outro trabalho até que, aos 50 anos, decidiu subitamente tornar-se político (democracia)? Ou alguém que foi treinado desde o nascimento para governar, que estabeleceu sua mente e coração para esse objetivo desde o dia em que nasceu (monarquia hereditária)?

6. Foi a norma durante milénios.

Com pouquíssimas exceções, a democracia não existia em lugar nenhum até cerca de 200 anos atrás. Todos os países eram monarquias desde o início da história humana. Você acha que todas essas inúmeras gerações de pessoas teriam aceitado esse sistema se ele não fosse realmente eficaz? A maioria das rebeliões maçônicas que aboliram monarquias levaram a regimes ainda piores e mais totalitários (por exemplo, Inglaterra 1649, França 1789, Rússia 1917).

Por que a monarquia é melhor que a democracia maçônica

Comparando a democracia com a monarquia. Uma análise de quem realmente protege e apoia a população e como uma democracia é essencialmente uma farsa maçônica.

O Edifício Berlaymont é a sede da Comissão Europeia, o órgão executivo da ditadura socialista da União Europeia, localizada em Bruxelas, Bélgica. Aí situam-se o gabinete do presidente da UE e os respetivos gabinetes dos vinte e oito comissários, NENHUM DELES ELEITO PELO POVO.

Para debochar da cara da população europeia, os burocratas ditadores NÃO ELEITOS colocaram um enorme banner escrito “democracia”, que é o governo dos maçons ricos e proprietários de escravos. E também hastearam uma bandeira da ditadura maçônica LGBTQ que foi inspirada num avental maçônico.

Será que é apenas “coincidência” que a bandeira do “orgulho gay” tem uma forma bem parecida com um avental maçônico???

A farsa papal da “Doação de Constantino” 

O Vaticano reivindica a propriedade legítima de todos os reinos e terras desde a falsificação papal chamada “Doação de Constantino”, em 740 d.C. Sob a liderança do Papa Adriano I, o Vaticano presenteou o Rei Carlos Magno, líder do Império Carolíngio, com um documento falsificado chamado Doação de Constantino, e essa falsificação alterou o curso da história ocidental até os dias de hoje. O documento alegava que Constantino havia tornado os Papas herdeiros de todo o Império Romano.

O documento foi supostamente escrito pelo próprio Constantino em 312 d.C., centenas de anos antes, e surgiu do nada, declarando o bispo de Roma como “Vigário de Cristo” e oferecendo-lhe o status de imperador. Devido à falsificação, a sucessão de Papas alegou ser os sucessores de São Pedro e que eles detinham as chaves da vida e da morte, e a nobreza da Europa passou a acreditar que os Papas eram a cabeça do reino de Deus na Terra. O César Papal havia realizado um golpe de estado massivo, e o império adquiriu o novo nome de Sacro Império Romano.

A Doação de Constantino teve tal efeito que:

Colocou os Papas acima dos reis, imperadores e nações, fez deles herdeiros legais do território do Império Romano, que lhes foi concedido, de corpo e alma, e deu a São Pedro, ou melhor, a São Silvestre e seus sucessores, todas as terras do Ocidente e além, na verdade, todas as terras do planeta”

Essa “falsificação papal” colocou o Vaticano acima das autoridades civis das nações da Europa, pois estas reivindicavam direitos supremos sobre a terra, como o “verdadeiro possuidor de terras governadas por potentados ocidentais“. Eles também reivindicavam poder religioso e político (temporal), incluindo a palavra final na “vida política de toda a cristandade”, o que trouxe o que os historiadores agora reconhecem como a Idade das Trevas, sob vasto confisco de riquezas e supressão do conhecimento pelo Vaticano. Isso é o que sempre acontece quando as escolas pagãs de mistérios assumem o controle: o povo sofre!

O Vaticano era tão poderoso que abertamente minou “os estatutos de imperadores e reis, não menos do que o direito civil das nações”. O documento fraudulento admitido foi a pedra fundamental para o Vaticano fazer reivindicações territoriais, não apenas sobre as terras da Europa, mas sobre o resto do mundo. Foi a transferência total do poder do Império Romano para as mãos do Vaticano, com o Papa se tornando César e o Colégio dos Cardeais assumindo o papel do Senado.

A doutrina estabelecida da supremacia papal sobre os reis e rainhas da Europa foi expandida novamente por Gregório VII (1073), que instituiu o poder ainda mais nas mãos do Papa, em vez da instituição do Papado, concentrando o poder religioso e temporal nas mãos do próprio Papa. A atitude no Vaticano era de que “os imperadores eram imperadores simplesmente por que os papas permitiam que assim fossem”.

O Papa Urbano II, seguindo o modelo de Gregório, decidiu expandir as terras que o Papado deveria governar espiritual e politicamente. Com essa farsa do Vaticano, o papado se declarou “dono do mundo” e todas as pessoas e terras são sua propriedade. Esse foi um dos motivos que levou a Reforma Protestante na Europa.

Todos os caminhos levam a Roma. A estrutura do poder que governa o mundo.

A Primeira Guerra Mundial causou a falência das nações em 1933 e nos tornou escravos da dívida.

Direito Marítimo do Almirantado: A estrutura oculta que controla o mundo.

Os fundamentos ocultos dos governos e por que sua liberdade é apenas uma ficção. 

Sua certidão de nascimento é um título no sistema financeiro globalista.

Todos os caminhos levam a Roma. A estrutura do poder satânico que governa o mundo. 6

Os jesuítas Illuminati, a maçonaria e a democracia liberal

O protestantismo deu origem ao Iluminismo. A Reforma Protestante, iniciada em 1517, é frequentemente vista como um fator que abriu caminho para o Iluminismo (séculos XVII-XVIII) ao defender que os fiéis poderiam interpretar a Bíblia individualmente, promoveu uma mentalidade de livre pensamento que, ao longo do tempo, foi aplicada à ciência e à filosofia, resultando no racionalismo iluminista.

A fragmentação da autoridade da Igreja Católica na Europa pós-Reforma enfraqueceu o monopólio doutrinário de Roma, criando um ambiente mais propício ao questionamento de dogmas. Muitos pensadores iluministas surgiram ou buscaram refúgio em países protestantes, onde havia maior liberdade para o debate racional e científico.

A maçonaria organizada, conhecida como Maçonaria Especulativa ou Moderna, teve seu marco fundador em 24 de junho de 1717, em Londres. Embora não fosse um movimento estritamente religioso, a maçonaria inglesa do século XVIII foi fortemente influenciada pelos valores protestantes da época, como o livre pensamento, a racionalidade do Iluminismo e hostilidade a autoridade centralizada do papado.

No século XVI, o movimento da Reforma Protestante levou a Inglaterra, a Alemanha e vários outros países europeus a romper com o domínio da Igreja Católica Romana. Foi o período onde diversos monarcas europeus aproveitaram para se separar da influência católica, fortalecendo as monarquias nacionais. A Reforma Protestante foi iniciada em 1517 pelo monge agostiniano Martinho Lutero em reação a abusos, corrupção e desvios doutrinários dentro da Igreja Católica Romana, como a venda de indulgências — comercialização do perdão dos pecados para financiar a construção da Basílica de São Pedro.

O protestantismo varreu a Europa e vários países europeus o adotaram contra os abusos no clero e ao desejo de reis de diminuir o poder político do papa. Para contra-atacar, o Vaticano iniciou uma Contrarreforma que foi liderada pelo general Inácio de Loyola, que fundou a Ordem dos Jesuítas (Companhia de Jesus) em 1540. Os jesuítas elaboraram planos de subversão política e partiram para suprimir e se infiltrar no movimento protestante e destruí-lo.

Os jesuítas foram enviados disfarçadamente como missionários, piratas, descobridores, navegadores e conquistadores. Começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégio e demais instituições inclusive mudando nos livros os rumos da história verdadeira.

Muitos líderes e intelectuais protestantes eram maçons em oposição à grande influência política da Igreja Católica, e a Maçonaria era a maneira natural e inteligente do Vaticano controlar a afronta contínua do protestantismo e dos de reis de “direito divino” querendo se livrar do controle do Papado, e a incrível explosão do mercantilismo internacional. Assim, os jesuítas começaram a se infiltrar na maçonaria para subvertê-la e usá-la como arma.

A Ordem dos Jesuítas foi formalmente suprimida em 21 de julho de 1773 pelo Papa Clemente XIV, através da bula Dominus ac Redemptor. A decisão ocorreu após pressões das monarquias absolutistas da Casa de Bourbon (França e Espanha) e pelo Reino de Portugal, que viam a ordem como uma ameaça ao seu poder centralizado e queriam reduzir a influência da Igreja e da Santa Sé em seus territórios. A ordem permaneceu suprimida até 7 de agosto de 1814, quando foi restaurada pelo Papa Pio VII.

Em 1º de maio de 1776, três anos depois da supressão dos jesuítas pelo papa, o jesuíta e professor de direito canônico Adam Weishaupt fundou o grupo secreto Illuminati na Baviera (atual Alemanha). Muitos jesuítas se juntaram aos Illuminati de Weishaupt para se esconderem. Inácio de Loyola foi investigado pela Inquisição espanhola no século XVI por suspeitas de ligação com os Alumbrados (ou Illuminati espanhóis), um movimento místico liderado por criptojudeus/marranos cabalistas. Os jesuítas são os descendentes dos Illuminati.

Então os jesuítas Illuminati de Weishaupt se infiltraram nas lojas maçônicas europeias para controlá-las. Os jesuítas se aliaram a família bancária Rothschild para se vingar das monarquias e do papado que os suprimiram e daqueles que os expulsaram, através de revoluções maçônicas. Eles orquestraram a Revolução Francesa para derrubar a monarquia francesa, depois colocaram o maçom Napoleão Bonaparte no poder da França para derrubar as monarquias da Espanha e Portugal. Foi aí que a família real portuguesa fugiu para o Brasil. Napoleão tentou derrubar a monarquia russa mas foi derrotado.

Os jesuítas mandaram Napoleão prender o papa Pio VII em 1809, após a ocupação de Roma por tropas francesas. Napoleão forçou o Papa Pio VII a assinar e promulgar a bula Sollicitudo omnium Ecclesiarum, restabelecendo plenamente a Companhia de Jesus em todo o mundo. Depois que perdeu sua serventia, os jesuítas abandonaram Napoleão e ele foi derrotado na  Batalha de Waterloo em 18 de junho de 1815. Ele foi destituído do poder, condenado pelo Senado e levado a abdicar do título de imperador, dando fim a Era Napoleônica (1799-1815).

O restabelecimento da Ordem dos Jesuítas em 1814 marcou o início da tomada de poder do Vaticano pelos jesuítas. A Ordem deixou de estar sob o controle do Papado. Essa tomada foi concluída em 1870, quando o Papa foi declarado Infalível. A família Rothschild também recebeu dos jesuítas um controle significativo sobre o Tesouro do Vaticano como recompensa por seus serviços fiéis. Isso explica por que a família Rothschild, originalmente judia, conseguiu adquirir vários títulos claramente cristãos.

Na Enciclopédia Judaica está escrito que os Rothschild possuem o título “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. E quem imaginaria que uma família judia administraria a imensa riqueza da Igreja Católica? Os jesuítas Illuminati usaram sua influência para consolidar seu poder. Seu controle sobre Napoleão Bonaparte permitiu que os jesuítas dessem aos Rothschild o controle do Banco da Inglaterra e de outros bancos centrais do mundo, como o Federal Reserve nos EUA.

Os jesuítas foram expulsos de vários países e seus respectivos impérios coloniais durante o século XVIII, principalmente entre 1759 e 1782, num movimento orquestrado por monarquias católicas europeias que viam na ordem um poder hostil a serviço do papado. Os jesuítas, conhecidos por sua forte influência na educação, foram acusados de formar um “Estado dentro do Estado”, acumulando riquezas e poder que chocavam com os interesses absolutistas europeus, especialmente no Brasil e na América espanhola. Além disso, os jesuítas viviam fazendo intrigas e instigando revoltas populares contra os monarcas.

Os principais reinos e territórios que expulsaram os jesuítas foram:

  • Portugal e Colônias (1759): Primeiro país a expulsar, sob o comando do Marquês de Pombal.
  • França (1764): O rei Luís XV baniu a ordem após pressão interna.
  • Império Espanhol (1767): Carlos III assinou a “Sanção Pragmática”, expulsando-os de Espanha, América espanhola e Filipinas (então Índias Orientais Espanholas).
  • Reino de Nápoles e Sicília (1767): Seguiu o exemplo da Espanha.
  • Ducado de Parma e Placência (1768): Regiões italianas sob influência Bourbon.
  • Malta (1768): Expulsos pelos cavaleiros da ordem de Malta.
  • Áustria e Hungria (1782): Expulsos sob o governo de José I.
  • Japão (Início do Século XVII): Após um rápido crescimento do catolicismo, as autoridades japonesas passaram a ver a religião e os missionários jesuítas como uma ameaça à segurança e à unidade do Estado. Em 1614, o catolicismo e os jesuítas fora banidos.

Os jesuítas foram perseguidos e expulsos da Inglaterra em diversos momentos, especialmente durante a Reforma Protestante, a partir do reinado de Henrique VIII (1509 – 1547) e intensificando-se sob o reinado de Elizabeth I (1558 – 1603). Com a ruptura da Inglaterra com Roma e a criação da Igreja Anglicana, os jesuítas, por sua lealdade direta ao Papa, eram vistos como traidores e agentes de nações católicas rivais (como Espanha e França).

A supressão (dissolução) da Companhia de Jesus durou exatamente 41 anos, de 1773 a 1814. Durante esse tempo os jesuítas Illuminati se infiltraram nas lojas maçônicas do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Estado Unidos e outros países.

A ordem não foi totalmente extinta porque a rainha Catarina II da Rússia e o rei Frederico II da Prússia não permitiram a promulgação do breve papal em suas terras, permitindo que os jesuítas continuassem a atuar lá. Da mesma forma, os jesuítas continuaram suas atividades na Inglaterra, e em outras partes do Império Britânico, sob proteção do rei Jorge III (1760–1820), o terceiro monarca da Casa de Hanôver.

Quando os jesuítas são expulsos de um país, eles simplesmente mudam de estratégia e retornam ao país do qual foram expulsos sob um novo disfarce. Francesco Borgia, Terceiro Superior Geral dos Jesuítas explicou:

“Entramos como cordeiros e vamos governar como lobos. Seremos expulsos como cães e voltaremos como águias.”

O que Francesco Borgia quis dizer com “voltaremos como águias”? Ele se referia aos “Príncipes da Maçonaria”, os maçons de grau 32 e 33, que causam todo tipo de terrorismo e revoluções sangrentas pelo mundo. Os jesuítas usaram a maçonaria e o Império Britânico para estender sua influência pelo mundo todo, de forma disfarçada. Os criadores do comunismo, nazismo e fascismo foram os jesuítas. E as duas guerras mundiais foram orquestradas por eles e seus agentes maçons.

Seu símbolo é a águia bicéfala. O lema do grau 33 é Ordo ab Chao – Ordem a partir do Caos. Ao criar o caos, eles mantêm as coisas em ordem, em sua ordem.

“Ordo ab Chao” acima da águia bicéfala de grau 33 pousada sobre uma espada.

Os verdadeiros autores do comunismo, nazismo e fascismo: os jesuítas. 3

O golpe dos maçons republicanos contra a monarquia no Brasil

A Grã-Bretanha não colonizou formalmente o Brasil, mas exerceu influência econômica e política significativa durante o período colonial. Os comerciantes britânicos, especialmente nos séculos XVII e XVIII, envolveram-se num extenso comércio com o Brasil, especialmente em produtos como açúcar, tabaco e algodão. Além disso, durante as Guerras Napoleônicas, as forças britânicas ocuparam brevemente a corte portuguesa no Rio de Janeiro em 1808, depois que a família real portuguesa fugiu de Lisboa para escapar da invasão de Napoleão Bonaparte, que era agente dos jesuítas. Este período viu o aumento da influência britânica no Brasil, incluindo a abertura dos portos brasileiros ao comércio britânico, o que teve implicações econômicas duradouras.

A Grã-Bretanha não colonizou o Brasil formalmente, é claro, mas sim informalmente, através da grande influência do liberalismo político da maçonaria britânica (Grande Loja Unida da Inglaterra – UGLE) entre as elites brasileiras. A maçonaria organizada surgiu em 1717 em Londres, e ao longo do século XVIII, a irmandade se tornou uma instituição global, expandindo-se à medida que o império colonial se expandia. A Maçonaria chegou ao Brasil no final do século XVIII, consolidando-se no início do século XIX. Embora haja registros de reuniões anteriores, a loja Cavaleiros da Luz, fundada em Salvador (Bahia) em 1797, é frequentemente apontada como uma das primeiras, seguida pela loja União em 1800, no Rio de Janeiro.

Com a abertura dos portos em 1808 e a transferência da corte portuguesa, o Brasil estreitou laços econômicos e culturais com a Inglaterra. Maçons ingleses e ideias liberais britânicas entraram no país através de comerciantes, diplomatas e, posteriormente, intelectuais brasileiros que estudavam na Europa. A maçonaria britânica, focada na regularidade, ordem e na influência social de elites, moldou o comportamento da burguesia brasileira e de altos funcionários do império, preferindo uma atuação nos bastidores do poder. O próprio D. Pedro I foi iniciado na maçonaria.

O imperador teve uma relação estratégica e muito passageira com os maçons, movida mais por oportunismo político do que por convicção. Ele ingressou na maçonaria em agosto de 1822 para obter apoio à independência do Brasil, tornando-se grão-mestre, mas fechou lojas maçônicas dois meses depois de se tornar imperador, ao sentir seu poder ameaçado. Após a independência, a maçonaria tornou-se um “estorvo” para o imperador que via as discussões maçônicas como ameaças ao absolutismo monárquico. Ele tentou censurar e fechar as lojas, rompendo com seus antigos aliados, que anos depois se vingaram da monarquia.

D. Pedro II não era maçom mas mantinha uma postura tolerante e de respeito à maçonaria. Ele defendeu a liberdade de atuação maçônica contra a influência da Igreja Católica, agindo para proteger o Estado e sua autoridade de interferências papais, especialmente durante a “Questão Religiosa” na década de 1870. Quando a Igreja Católica tentou proibir maçons em irmandades (bula papal), D. Pedro II não aprovou a medida, considerando-a uma usurpação de seu poder (padroado).

Devido à sua postura, D. Pedro II permitiu a prisão e condenação de bispos que se revoltaram contra a maçonaria e desrespeitaram a Constituição. Embora não fosse maçom, o imperador governou em um ambiente com forte presença maçônica na elite política que o rodeava, a mesma elite maçônica que o traiu, o derrubou e o expulsou do Brasil, transformando o Império do Brasil numa República das Bananas, ou seja, um democracia liberal maçônica que dura até hoje.

Em 15 de novembro de 1889, a maçonaria republicana usou o idiota do Marechal Deodoro da Fonseca para depor o imperador D. Pedro II e encerrar a monarquia no Brasil, substituindo-a por uma ditadura maçônica. Os maçons republicanos foram financiados pelos banqueiros Rothschild de Londres, que são agentes dos jesuítas e Coroa Britânica. O golpe das elites maçônicas não teve nenhuma participação popular, e a população assistiu a tudo “bestializada”, sem entender que se tratava de uma mudança de regime. A Família Imperial brasileira foi banida para a Europa e foi instalado um regime oligárquico.

Pontos-chave sobre a influência maçônica no golpe da República:

Liderança e Maçonaria: O Marechal Deodoro da Fonseca era maçom e 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil (GOB), sendo uma figura central.

Articulação nos Clubes Militares: Benjamin Constant, um dos principais mentores da República e também maçom, convenceu Deodoro a liderar a revolta armada.

Influência ideológica: As lojas maçônicas do GOB serviam de espaço para a disseminação de ideias republicanas, liberais e positivistas, em contrapartida ao regime monárquico.

Proporção de envolvidos: De 43 líderes identificados no movimento de 15 de novembro, muitos eram maçons, e o primeiro ministério republicano foi formado quase integralmente por maçons, como Rui Barbosa e Quintino Bocaiúva.

Contexto da Ação: Deodoro, inicialmente monarquista e amigo de D. Pedro II, foi convencido pela urgência de mudanças e por boatos de que seria preso por um novo gabinete imperial.

A proclamação foi, portanto, um golpe militar com forte apoio e planejamento de intelectuais e políticos ligados à maçonaria, marcando o fim da monarquia e o início do regime presidencialista “democrático”.

O Grande Oriente do Brasil (GOB) é a mais antiga Potência Maçônica do Brasil, fundada em 17 de junho de 1822, e desempenhou um papel crucial no golpe da República que pôs fim a monarquia no Brasil. O GOB foi criado a partir da união de três Lojas Maçônicas no Rio de Janeiro: Comércio e Artes, União e Tranquilidade, e Esperança de Niterói.

O GOB é subserviente à Grande Loja Unida da Inglaterra (United Grand Lodge of England – UGLE) fundada em 24 de junho de 1717 em Londres, que é a Grande Loja mais antiga e universalmente considerada a Grande Loja Mãe da Maçonaria Especulativa ou Moderna. É muito conveniente que a maçonaria tenha surgido na Inglaterra para servir aos interesses dos monarcas britânicos e do Vaticano e se espalhou pelo mundo com a expansão do Império Britânico para se infiltrar em todos os países para corrompê-los e controlá-los.

A sede da Maçonaria Internacional fica na City de Londres, o maior centro financeiro e maior lavanderia de dinheiro sujo do mundo. Esses são os monarcas britânicos que usaram a maçonaria para derrubar outras monarquias na Europa e outros países. Monarquias que desafiavam as ambições da City de Londres de dominar o mundo inteiro. E quem controlada a City de Londres? O Vaticano!

O golpe da República maçônica ocorreu cerca de um ano e meio após da abolição da escravidão com a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888. A abolição sem indenização aos proprietários de terras (através da Lei Áurea) fez com que os grandes fazendeiros — conhecidos como “barões do café” — retirassem o último pilar de apoio que a monarquia de Dom Pedro II possuía. Após a Lei Áurea, esses cafeicultores, insatisfeitos com a monarquia, juntaram-se ao movimento republicano maçônico, facilitando a transição de regime.

Mas o movimento republicano maçônico, formado pela elite, só conseguiu derrubar a monarquia devido a influência do positivismo no Exército Brasileiro durante o final do século XIX e início do XX, que teve forte influência da maçonaria. A influência maçônica agiu como um “terreno fértil” para a difusão das ideias positivistas, especialmente entre os altos oficiais do exército. E isso continua até hoje. Em nenhum momento a população foi consultada se queria o fim da monarquia. Foi um golpe orquestrado pelas elites maçônicas brasileiras com apoio de Londres.

A República maçônica nasceu com a República da Espada (1889-1894), período em que militares (Deodoro e Floriano Peixoto) governaram com forte repressão da população e instabilidade. Após o período militar, o poder foi assumido pelas oligarquias agrárias, marcando a transição para a “República das Oligarquias”, onde o poder ficou concentrado nas mãos das elites agrárias de 1894 a 1930.

O controle do voto (Voto de Cabresto) no nível local era exercido pelos “coronéis” (grandes proprietários de terras), que coagiam a população a votar em seus candidatos, garantindo a manutenção do poder local e nacional. O novo regime maçônico foi excludente, com pouco alcance de transformações sociais para a maioria da população, mantendo a estrutura de poder da elite agrária. O regime oligárquico perdurou até 1930, quando outro golpe maçônico, a Revolução de 1930, pôs fim à República Velha

O golpe da certidão de nascimento, como documento de registro civil laico e obrigatório, passou a vigorar efetivamente no Brasil em 1º de janeiro de 1889. Embora tentativas de implementação tenham ocorrido em 1875 em grandes municípios, o registro civil tornou-se obrigatório apenas com a lei de 1888, implementada às vésperas da Proclamação da República. Antes da República os registros eram feitos quase exclusivamente pela Igreja Católica (registros de batismo), que possuíam valor jurídico durante o período colonial e imperial.

A democracia liberal, a Maçonaria e a Ordem dos Advogados foram os meios da City de Londres se infiltrar e controlar as nações do mundo.

A City de Londres/Vaticano vem controlando o mundo todo através da infiltração das nações com a maçonaria, a democracia liberal e a Ordem dos Advogados. No século XIX, a maçonaria britânica havia se tornado uma importante força supranacional, e a classe dominante britânica a utilizava ativamente para implementar seus planos de política externa.

Assim, em 1830, o maçom britânico Lord Palmerston e seu agente italiano, o maçom Giuseppe Mazzini, ambos membros dos Illuminati, criaram uma rede de lojas maçônicas subversivas por toda a Europa, conhecida como movimento Jovem Europa (Giovine Europa). O maçom da Grande Loja da Inglaterra, Henry Palmerston, que serviu como Primeiro-Ministro Britânico de 1855 a 1865, procurou transformar a Grã-Bretanha em um império mundial. Palmerston era um agente dos jesuítas Illuminati.

Lord Palmerston estava empenhado em uma campanha para tornar Londres o centro indiscutível de um novo Império Romano mundial, e conquistar o mundo da mesma forma que os britânicos conquistaram a Índia, reduzindo todas as outras nações ao papel de fantoches, clientes e bodes expiatórios da política imperial britânica. Lord Palmerston afirmou que, onde quer que um súdito britânico vá no mundo, ele pode desrespeitar as leis, com a certeza de que a frota britânica o apoiará. “Civis Romanus sum, todo britânico é cidadão desta nova Roma”, bradou Lord Palmerston, e com isso, o império universal foi proclamado.

No entanto, Lord Palmerston foi impedido pelas monarquias absolutistas da Áustria (Habsburgos), Rússia (Romanov) e Prússia (Hohenzollern) que dominaram o cenário político europeu no século XVIII e início do XIX, e que Palmerston planejava esmagar, apoiando-se em movimentos revolucionários nacionais. De acordo com seu plano, o lugar das monarquias derrubadas pelos maçons seria ocupado por democracias liberais como instrumentos maleáveis de Londres. A democracia liberal é a forma de governo mais conveniente para a maçonaria com seus falsos “representantes do povo” para enganar as massas ingênuas.

A maçonaria constitui um Estado dentro do Estado, o chamado Deep State. Os maçons estão presentes em todos os partidos políticos e no judiciário. A democracia não é o governo do povo. É o governo dos maçons. A maçonaria adora a democracia porque a democracia nada mais é do que a ditadura dos maçons. Não importa qual partido emerja das urnas pois a política que ele levará adiante será sempre e somente aquela decidida pelos verdadeiros mestres da democracia, que são as elites financeiras. As elites financeiras da City de Londres apoiaram revoluções maçônicas pelo mundo para derrubar os monarcas e assumir o controle dos países.

As instituições mais antigas do Reino Unido para formação jurídica são as Inns of Court na City de Londres, que oferecem educação e treinamento jurídico para advogados desde o século XIV. A primeira Ordem dos Advogados se originou na City de Londres que é controlada há séculos pelo Vaticano. A Grã-Bretanha se considera a “principal potência branda do mundo”. Para expandir o seu domínio pelo mundo, os britânicos aceitaram estudantes estrangeiros nas escolas e universidades do Reino Unido, um esforço que é considerado uma prioridade de segurança nacional. Os estrangeiros que foram estudar direito nas Inns of Court retornaram aos seus países e fundaram associações de advogados.

Ao longo do tempo, milhões de estrangeiros recebem educação britânica e vários líderes mundiais estudaram no Reino Unido. Após a formatura, esses ex-alunos são observados de perto pelo governo britânico com o propósito de formar uma rede de pessoas em posições de influência em todo o mundo que possam promover os objetivos da política externa britânica, e a advocacia foi o meio perfeito para os britânicos se infiltrarem no sistema de justiça de outros países, e corrompê-los por dentro. O judiciário é 100% controlado pela maçonaria, que é controlada pela City de Londres.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 4

George Soros é o dono da República das Bananas do Brasil? Quanta influência ele tem na política brasileira? Quantos deputados, senadores, ministros do STF e até presidentes são fantoches de Soros? O maior agente de Soros é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, membro do Clube dos 300, cuja líder era a Rainha Elisabeth II. Entreguista maior do Brasil, FHC conspirou para destruir o país e entregá-lo para ser saqueado pelas elites financeiras da Europa, EUA e China, posando de professor de sociologia.

FHC preparou a carreira política de seu pupilo Lula. FHC foi autor da lei que proibiu o ingresso do exército e da polícia federal nas reservas indígenas. Deste modo, quadrilhas de mercenários, ONGs biopiratas, mineradoras e garimpeiros ilegais facilmente se instalaram naquelas regiões. Através de sua Fundação Open Society, Soros financia revoluções coloridas e fraudes eleitorais pelo mundo todo. Ele financia políticos, juízes, ONGs, ativistas e grupos terroristas de esquerda radical.

Soros apoia ONGs de tráfico humano e imigração em massa para a Europa e EUA, além das agendas anti-humanas impostas pela esquerda à população. Soros e sua Fundação Open Society, que atua em mais de 120 países servem de fachada para a City de Londres em sua estratégia de fazer colapsar a sociedade para dominá-la. Trata-se da antiga estratégia romana “divide et impera”, ou seja, “dividir para governar”. Soros a tem usado eficientemente em diversos países.

Leia mais:

 FHC, Lula, Soros, Fórum Econômico Mundial e as reservas indígenas do Brasil.

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, acusou George Soros de “sequestrar” países da América Latina.

Quem nomeou advogados de bandidos ao STF, para usá-lo como arma contra o povo brasileiro foi a quadrilha do PSDB, PT e MDB, ambos sob controle da City de Londres através da maçonaria e George Soros. Soros elogiou Lula e pediu “apoio internacional” ao seu desgoverno corrupto. Foram os advogados de bandidos do STF que soltaram o criminoso Lula da prisão e o colocaram na presidência via fraude eleitoral, pois o TSE está sob o controle do STF. Quem está protegendo o violador de direitos humanos Alexandre de Moraes? A resposta está nessa imagem:

O mundo inteiro é um palco e a política é um filme para controlar as massas.

Nos bastidores todos os atores políticos pertencem à mesma guilda e são selecionados para seus papéis. A ilusão da democracia é uma grande parte do jogo, e os jogadores precisam acreditar no ato para que a política funcione como pretendido. No mundo real, os políticos são todos atores administrados pelo mesmo culto global no cenário mundial.

Eles não têm poder próprio, mas cumprem seus papéis enquanto se unem como aliados nos bastidores. Ambas as asas são do mesmo pássaro. O filme, os atores e o roteiro mudam, mas a agenda geral avança, não importa quem ocupe o papel principal. Para aqueles que querem realidade em vez de um filme com um “Salvador da Pátria”, aqui está a realidade por trás do show. Nações não existem para aqueles que estão mais acima na hierarquia.

Há muito tempo que temos um governo global não eleito controlando o mundo. Aqueles que estão no topo da hierarquia projetaram socialmente a humanidade em direção aos seus objetivos durante centenas de anos. Um culto satânico psicopata, parasitário e pedófilo governa o mundo. Ordens e planos são elaborados pelo topo da hierarquia e passados aos asseclas nas camadas subsequentes, o degrau mais baixo dessa hierarquia, o rosto voltado para o público, sendo presidentes, políticos e governos.

Esta autoproclamada Cabala global não eleita ordenou que todos os países “democráticos” promovessem a narrativa da pandemia e todas as suas desastrosas políticas anti-humanas, o que é evidente com a implementação idêntica do programa em todas as nações. Este mesmo grupo também quer introduziu a sua agenda pedófila nas escolas de todo o mundo, através da ONU. O topo da hierarquia quer estabelecer o luciferianismo (através do Vaticano) como a única religião mundial e normalizar a pedofilia.

A democracia liberal é uma fraude maçônica.

Qualquer pessoa com olhos para ver pode reconhecer que estas agendas estão a desenrolar-se com força total mesmo debaixo dos nossos narizes. Aqueles com olhos para ver também podem reconhecer a implacável agenda de despovoamento em vigor com vacinas tóxicas, as tentativas de digitalizar e transhumanizar as massas e o atual controle global sobre alimentos e água em todo o mundo. Esse culto satânico entrou em ação com suas armas meteorológicas e queimou, inundou e causou terremotos e todo tipo de guerra climática em todo o mundo.

Os chemtrails, agora oficialmente reconhecidos como “geoengenharia”, tornaram o céu azul, o sol e as nuvens brancas e fofas uma memória distante. Os cultos de assassinato econômico da humanidade, juntamente com seus alimentos venenosos, água e produtos farmacêuticos, não estão deixando nada ao acaso. Sua cerca de frequência eletromagnética e frequências tecnológicas de controle mental criadas pela DARPA e CIA são a cereja do bolo.

Este ataque à humanidade ocorreu com o consentimento entusiástico das massas controladas pela mente e com pouca resistência dos fãs obedientes, complacentes e perenemente passivos da autoridade, cujas mentes são totalmente capturadas pelas produções teatrais globais. Este é o momento em que nos encontramos atualmente. A situação é inegavelmente terrível, no entanto, depende da crença da humanidade nos vários filmes que se desenrolam globalmente.

A classe parasitária psicopática precisa que a humanidade consinta e obedeça, e que dê sua energia para completar a implementação do grande futuro distópico de redefinição/governo mundial único. Essa é a nossa brecha. Há um número cada vez maior de nós voltando à consciência e nos desconectando do filme de realidade falsa Matrix. Para cumprir a lei universal, a classe parasitária satânica sempre revelou a verdade, principalmente através do cinema.

Os oligarcas satânicos que controlam nos bastidores a democracia liberal maçônica.

O truque é reconhecer que nossa realidade é um filme roteirizado e podemos sair do cinema. Podemos dizer a todos que quiserem ouvir para não se deixarem enganar e usarem a energia vital que Deus nos deu para apoiar a co-criação de um novo mundo baseado no amor, na paz, na abundância e na verdade. Esta é a oportunidade que temos à nossa disposição neste momento crucial da nossa história.

A Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria) criou o Plano de 16 anos para destruir os Estados Unidos e iniciar uma Terceira Guerra Mundial para matar a maior parte da população global. O plano se iniciou com 8 anos de governo de Barack Obama e finalizaria com 8 anos de governo de Hillary Clinton. Os democratas tem fraudado as eleições americanas há décadas e tinham certeza que Hillary venceria mas os militares que protegem Donald Trump roubaram a eleição dos democratas, o que os deixou furiosos.

Tanto que fraudaram descaradamente a eleição de 2020 para colocar um falso Joe Biden na presidência, pois o original tinha morrido. Essa é a fraude da democracia liberal maçônica que muita gente ainda acredita. Dois políticos fantoches cuja carreiras foram cuidadosamente preparadas pela CIA iriam causar o colapso da humanidade.

O plano da Cabala de encenar uma invasão alienígena com o Projeto Blue Beam. 1

Ao votar em políticos corruptos, as pessoas dão a eles, e ao grupo deles, seu consentimento para representá-las legalmente, e assim, eles podem fazer qualquer coisa contra elas. E através do truque maçônico do voto, as pessoas dão seu consentimento para que sejam censuradas, intimidadas, abusadas, roubadas, exploradas e até assassinadas pelas “autoridades” que colocaram no governo.

Uma vez que as pessoas transferem seu poder e autoridade para as organizações criminosas dos Partidos e seus políticos corruptos controlados pela maçonaria, eles irão organizar a sociedade da forma que melhor lhes convier, isto é, contra os interesses das pessoas que lhes deram poder. A democracia é “desempoderamento” das massas, pois as pessoas transferem seu poder e autoridade para outra pessoa.

O desempoderamento do povo na democracia representativa é a perda de autonomia, controle e autoestima, resultando em descrença na própria capacidade de transformar a realidade e lidar com desafios cotidianos. É a submissão à autoridades externas pois as pessoas entregaram o seu poder soberano às instituições que são controladas por sociedades secretas.

O Império Britânico usou a Maçonaria para se infiltrar e controlar o Brasil e outros países?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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