Há quase um século, após a Revolução Russa, um ex-general chamado Arthur Cherep-Spiridovich publicou um livro intitulado: “O Governo Secreto Mundial, ou A Mão Oculta”. Escrevendo do exílio após a Revolução Bolchevique financiada pelos banqueiros judeus sionistas Rothschild, ele afirmava que os eventos mundiais – revoluções, guerras e a lenta destruição da civilização cristã – não eram espontâneos, mas guiados por um pequeno círculo interno que ele chamava de “Mão Oculta”.

Segundo ele, essa rede de aproximadamente 300 homens, liderada por Édouard Rothschild em Paris, governava as nações por meio de finanças, propaganda e revoluções. Ele os descrevia como “judeu-mongóis”, um termo que hoje reconheceríamos como referente aos khazares, povo turcomano que se converteu ao judaísmo e migraram para a Alemanha depois que os russos destruíram a Khazaria por volta do ano 1000 d.C.

O Governo Secreto Mundial, ou A Mão Oculta - O livro esquecido que alertou o mundo sobre o que estava por vir… 1

Os judeus Askhenazi são descendentes dos khazares, tribos turcomanas que viviam no que hoje é o sul da Rússia, ao norte da Geórgia e ao leste da Ucrânia, e que se converteram ao judaísmo entre os séculos VII e IX.

Por que o clã bancário Rothschild e o Império Britânico querem destruir a Rússia e os Estados Unidos? 5

Ele escreveu:

“Quase ninguém sabe que todas as chamadas forças satânicas são lideradas autocraticamente pelo panjudaísmo, chefiado agora por Édouard Rothschild (1868 – 1949) em Paris… ele e outras 300 pessoas compõem o Governo Mundial, a ‘Mão Oculta’”.

E em outro trecho:

“A instabilidade mundial é causada pela sede de sangue dos judeus-mongóis e seu firme desejo de esmagar os arianos e derrubar tudo o que é cristão”.

Para Cherep-Spiridovich, o padrão era claro: por trás de cada revolução, por trás da imprensa, dos bancos e das novas ideologias políticas, estava a mesma inteligência orientadora cujo objetivo era apagar a Cristandade e substituí-la por uma ordem mundial luciferiana, materialista, movida a dívidas.

Ele via o poder migrando dos monarcas para os credores, industriais e financistas invisíveis por trás da democracia liberal, uma classe global cuja lealdade não era para com as nações, mas para com a sua própria continuidade. Ele os descreveu como mestres de três instrumentos:

• Finanças, porque a dívida é a forma mais sutil de governo.

• Revolução, porque o caos reinicia as sociedades e apaga a memória.

• Informação, porque a mente pública é o verdadeiro campo de batalha.

Em 1926, ele alertou que essa “Mão Oculta” usaria suas ferramentas para desmantelar a civilização cristã e substituí-la por um mundo governado pelo materialismo satânico, dívida e conflito perpétuo; um sistema no qual os governos serviriam como administradores de uma agenda mais profunda.

Quando olhamos ao nosso redor hoje para o alinhamento de instituições globais, corporações e agências de inteligência, para a inversão moral da mídia e da educação, para as guerras que nunca terminam e para quem detém o poder, é chocante ler suas palavras. Ele nos alertou sobre tudo o que aconteceu. Cherep-Spiridovich escreveu em 1926 o que, exatamente 100 anos depois, se tornou a arquitetura da nossa era.

Efésios 6:12

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”

Rabino fala sobre o livro “Mein Kampf” de Hitler 

O Rabino Yosef Tzvi ben Porat (o vídeo dele está no final) conclamou os judeus a se libertarem da MENTIRA. Abaixo está uma transcrição do vídeo:

“Histórias importantes, fatos importantes, coisas que não aprendemos na escola. Que não estão no currículo. Não ensinaram nem no ensino médio. Eu dei palestras na frente de professores de história. Por que Hitler na verdade odiava os judeus? O que ele queria deles? O que eles fizeram pra incomodar ele? Mas tá tudo escrito aqui no Mein Kampf. Esse livro foi publicado só recentemente, acabou de ser aprovado pra ser traduzido pro hebraico. Ficou proibido por todos esses anos. Mas tem uma tradução mais antiga feita pelo Yad Vashem. Hitler fala no livro dele que os judeus são comunistas. 

Eles fizeram a Revolução na Rússia. Eles mataram ali 30 milhões de russos (Alexander Solzhenitsyn disse 66 milhões) de modo cruel e horrível. E isto pretendem fazer no mundo inteiro. Em Mein Kampf Hitler disse: “O próximo país alvo é a Alemanha. Eles fundaram os partidos comunistas e socialistas, e é verdade. Se não os derrotamos agora, eles vão nos exterminar e matar outros 20 milhões, todas as pessoas inteligentes. E é assim que eles irão de país a país. De maneira que eventualmente os únicos inteligentes que sobram seriam os Judeus.”

E ele (Hitler) repete isso várias vezes, não se enganem. E ele tá certo. A revolução russa foi feita pelos judeus (asquenazes/khazares). O exército russo foi criado pelo judeu (asquenaze sionista) Leon Trótski que foi um gênio incrível. Um antissemita como nenhum outro. Ele criou a divisão judaica do Partido Comunista (Russo), cujos membros denunciavam o pai, a mãe, o irmão e o filho, quem tivesse um Sidur ou até um livro de estudo hebraico, nem tô falando de Tefilin e Mikveh. Ele (Trotsky) destruiu tudo pelos judeus, mas com certeza, pelos russos. Na primeira foto do governo russo, de 13 membros, 6 eram judeus. Quem fundou a KGB? Judeus.

Assim tudo está claramente escrito. Ele não odiava os judeus porque eles tinham peiot (costeletas). Ele não os odiava por observarem o Mitzvoth. Mas porque eram comunistas. E ele escreve claramente: “Os Judeus destruíram a religião e a fé. Eles espalharam na Alemanha a heresia em deus”. É isso que ele escreve. “Eu me sinto como um mensageiro de deus para acabar com os Judeus. Porque eles não acreditam nele.” Ele escreve bem aqui. Agora vocês entendem por que eles não ensinam isto nas escolas? Porque quem escreve o curriculum são os mesmos esquerdistas. É claro que não vão escrever que Hitler quer matar os judeus, porque eles foram os criadores da esquerda e os criadores do marxismo, comunismo e leninismo.

Mas é isso que o Hitler escreve. “Eles (judeus) destruíram todos os valores (República de Weimar). Envenenaram a literatura e o teatro. Quem fez isso? Judeus observantes da Torá envenenaram o teatro alemão? De nove grandes jornais alemães, sete são de propriedade de judeus.” Houve um dos grandes compositores do mundo. Wagner, cujas peças ainda são proibidas de tocar, até hoje ele é banido (em Israel). Porque ele era antisemita, muito antes da era NAZI. Eu tava muito interessado em saber o que Wagner realmente disse. Então a Universidade Hebraica publicou o livro dele traduzido pro hebraico.

Ele escreve isso: “Eu não gosto dos judeus. Os religiosos, eu não gosto deles. Mas o que eu me importo? Os judeus que deixaram a Torá e as Mitzvoth, e se parecem com os gentios, eu odeio. Porque eles se misturam na nossa sociedade, e destroem nossa cultura e poesia, e o ser alemão. Aqueles que se converteram ao cristianismo, eu vejo eles como quinta coluna. Traidores que vão destruir a nação alemã, se a gente não se defender deles agora, eles vão acabar com a gente. Porque eles estão disfarçados de alemães, mas não são alemães, eles (ainda) são judeus. (aconteceu na Espanha medieval também)”

Então vocês entendem por que é proibido aqui (Israel) ensinar sobre ele (Hitler ou Wagner) e o que ele diz? Assim como todo mundo aqui odeia as Leis de Nuremberg sem nem conhecer elas. Nuremberg dizia que um judeu não pode casar com um gentio, então com certeza as escolas aqui chamam isso de racismo. Dizer que um judeu é diferente de um gentio é racismo, aqui nesse país, infelizmente. Nuremberg só copiou o que tá escrito na Torá. Wagner só disse o que tá escrito na Torá. Que um judeu é judeu, mesmo que ele use uma máscara, mesmo que ele se converta ao cristianismo. “Um judeu que pecou ainda é judeu.”

Wagner escreve “Vocês são um povo misericordioso. Nós somos um povo cruel. Vocês destroem nossa cultura.” Sim, é assim que Wagner escreve. Por isso, o livro inteiro dele é contra o compositor judeu (Felix) Mendelsohn, cujo pai se converteu ao cristianismo, e batizou ele na igreja quando ele tinha 5 anos de idade. Ele (Wagner) escreve pra ele (Mendelsohn): “Escuta, você acha que se você fala alemão, e se converteu ao cristianismo, você é alemão? Não! Sua poesia é de chorão, sua música não é autêntica, (não é alemã) e você envenena nossa cultura, porque as pessoas acham que isso é música alemã. Música alemã é cheia de orgulho, e você não consegue fazer isso.

E por isso você é chamado de inimigo da cultura alemã.” Então, ele (Wagner) não tá certo? Claro que ele tá certo! “Vocês nos escolheram de todas as nações”, verdade, nós (judeus) somos humildes, misericordiosos, tímidos, mesmo. Essa é nossa fonte de orgulho. Então entendam que as coisas não aconteceram por acaso, não foi coincidência, não aconteceu sem alertas. “Nossos pecados nos enviaram ao exílio, fora da nossa terra.” E graças a deus a gente voltou (pra Israel), e a gente tem que tomar cuidado pra não repetir os mesmos erros, e se re-assimilar aqui mesmo, e dar legitimidade pra essa baixa autoestima na frente dos gentios, e a vontade de ser como eles.

A gente veio pra esse mundo pra ser diferente, fomos criados nesse mundo pra ser judeus, e nosso propósito inteiro é estar com deus. Quem realmente quer estar com deus, deus está com ele. Em qualquer lugar. Em tempos bons e ruins, aqui e também não aqui, e que seja a vontade de deus que deus diga aos nossos problemas “Chega”. De qualquer forma, e em qualquer situação, e em qualquer lugar, que a gente tenha o mérito da redenção eterna, e da felicidade eterna.”

A família judaica Rothschild financiou Adolf Hitler e o Partido Nazista através dos bancos de Wall Street. Os Rothschild também foram os financiadores da criação do Estado sionista de Israel na Palestina. O pai de Hitler era filho bastardo do banqueiro Anselm Salomon von Rothschild. É uma página conhecida da história, mas ninguém ousa falar sobre isso para não revelar a verdade sobre Israel. A Enciclopédia Judaica menciona que a família Rothschild recebeu o título de “Guardiões dos Tesouros do Vaticano”.

Eles fazem parte das famílias satânicas Illuminati e alguns membros dos Rothschild são Cavaleiros de Malta. Os pais de Adolf Hitler eram católicos e ele foi educado numa escola católica. Ele foi um agente dos jesuítas/Vaticano e dos Rothschild. Tanto o nazismo na Alemanha como o comunismo na Rússia foram orquestrados pelos jesuítas e financiados pelos Rothschild, que são agentes do Vaticano. Existem conexões definitivas e assustadoras entre o catolicismo romano e os jesuítas e entre Hitler e os nazistas. Os judeus asquenazes sionistas são “piratas” a serviço do Vaticano e City de Londres.

De acordo com o pesquisador francês Edmond Paris, em seu livro “A História Secreta dos Jesuítas”, foi o jesuíta Bernhardt Staempfle quem escreveu o livro Mein Kampf de Hitler. Este fato é confirmado ainda por um dos fundadores do Partido Nazista, o católico romano Otto Strasser, em seu livro revelador, “Hitler e eu”. Segundo Walter Shellenberg (Chefe da inteligência estrangeira nazista) foi Hitler quem disse que Heinrich Himmler havia modelado a SS de acordo com os princípios da Ordem dos Jesuítas.

Uma das principais personalidades católicas que ajudaram Hitler a chegar ao poder foi Franz von Papen. O poderoso líder nazista Franz von Papen, vice-chanceler do Reich, disse isto: “O Terceiro Reich é a primeira potência mundial que não só reconhece, mas também põe em prática os altos princípios do papado.”  

O regime nazista na Alemanha (1933-1945) utilizou extensivamente a iconografia da Roma Antiga, reinterpretando-a para legitimar sua ideologia de superioridade racial e expandir a ideia de um “novo império” europeu, frequentemente associado ao conceito de “Terceiro Reich”. Os nazistas utilizaram a iconografia dos romanos pois foram criados pela Igreja Católica Romana, que é a continuação do Império Romano. Existe uma “aliança” entre a elite asquenaze sionista e o Vaticano/City de Londres.

Ben Shapiro diz que Trump deveria sabotar os EUA. Economia e mercados globais em crise para a vitória israelense

O comentarista americano Ben Shapiro, um agente de desinformação de Israel, pediu ao presidente Trump que deliberadamente destruísse a economia global e fizesse os preços do petróleo dispararem ao lançar uma invasão terrestre ao Irã, argumentando que os Estados Unidos devem fazer o que for preciso, inclusive causar colapso econômico, para garantir o domínio regional de Israel.

Em um vídeo divulgado de sua aparição na sinagoga Chabad Palm Beach Gardens, o comentarista que finge ser “conservador” para enganar os trouxas alertou que seria um “desastre” se Trump falhasse em “puxar o gatilho” e liberar o “enorme arsenal” dos Estados Unidos contra o Irã. Shapiro disse que Trump deveria “simplesmente explodir a Ilha Kharg”, insistindo que é a “jogada mais fácil para os Estados Unidos fazerem agora”. A mensagem de Shapiro era clara: comprometimento total, sem hesitação, que se danem as consequências.

Só há um problema. O Irã declarou repetidamente que responderia a um ataque à Ilha Kharg, seu terminal crítico de exportação de petróleo, atacando a infraestrutura petrolífera do outro lado do Golfo. O resultado? Uma paralisação imediata de uma grande parte do fornecimento global de petróleo, preços exorbitantes de energia e uma potencial queda na depressão econômica mundial. Segundo Shapiro, esse é um preço que os EUA devem estar preparados para pagar em nome de Israel.

América por último, Israel primeiro

Isso não é contenção ou estratégia cuidadosa. É uma exigência de que os Estados Unidos sacrifiquem a sua estabilidade econômica no altar da segurança israelense. Shapiro deixou isso explícito: os Estados Unidos deveriam sacrificar a vida de seus soldados e torrar bilhões do dinheiro dos contribuintes americanos lutando nas guerras sem fim de Israel até a última gota.

Conforme destacado em clipes de seu próprio programa, Shapiro passou meses minimizando os riscos de atacar o Irã, prometendo uma campanha de bombardeios limitada, sem uma guerra mais ampla. Agora que a situação piorou, o tom mudou. Ele está dizendo abertamente ao público para se preparar para um conflito longo e desgastante.

“Não há como nos livrarmos desta situação neste momento,” declarou Shapiro. Ele até invocou o Vietnã, observando que os americanos só ficaram “cansados” daquela guerra depois que 50.000 soldados americanos foram sacrificados. Desta vez, ele diz, nossos militares são “heróis” porque estão dispostos a “sacrificar” suas vidas por um “bem maior”, um futuro onde “a energia se tornará barata novamente porque o Estreito de Ormuz será livre novamente.”

Tradução: Vidas e dinheiro dos americanos são danos colaterais aceitáveis, desde que Israel obtenha o domínio regional que deseja para construir seu delírio do Grande Israel. O subtexto é impossível de ignorar. Se os Estados Unidos não sacrificarem seu dinheiro e soldados para servir como executores dos planos dos sionistas satanistas de Israel, então, na visão de mundo de Shapiro, os Estados Unidos não têm o direito de existir.

O Chabad of Palm Beach Gardens foi fundado em 2016 por rabinos do movimento messiânico ultrasionista Chabad Lubavitch, que controla o Estado sionista de Israel, que não nasceu para coexistir com os países árabes. O judeus sionistas satanistas não querem apenas assassinar os palestinos e roubar suas terras, eles também querem roubar as terras de outras nações árabes vizinhas para criar o delírio da “Grande Israel”.

A visão messiânica da seita judaica Chabad Lubavitch levou Israel a desencadear o inferno no Oriente Médio, a fim de estender o tapete vermelho ao tão esperado moshiach, o messias judeu que aos olhos de Chabad e dos sionistas messiânicos um dia se sentará no trono de Israel e reconstruirá o Terceiro Templo para governar o mundo.

Apesar de ter apenas 200 mil seguidores, tem laços íntimos com quase todos os líderes governamentais poderosos do planeta. De acordo com informações de um ex-membro, o Chabad acredita que os “judeus são deus” e os gentios são animais sem alma cujo único propósito é SERVIR os judeus ou morrer.

O poder de Chabad deriva de dois serviços que eles fornecem aos Illuminati:

1. Eles trabalham com a inteligência israelense em operações criminosas e de inteligência.

2. Eles promovem uma ideologia supremacista judaica que encoraja os sionistas a praticar crimes contra os gentios.

Uma das políticas do Chabad é enviar rabinos ao redor do mundo para montar “Chabad Houses”. Este movimento, conhecido como Silco, deu ao Chabad uma rede de apoio global. O Chabad é uma organização criminosa ligada ao Mossad. As casas Chabad fornecem locais seguros e vitrines para a inteligência israelense e atividade criminosa. Isso inclui tudo, desde terrorismo até lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, tráfico de crianças e prostituição. Por exemplo, em março de 1989, as autoridades policiais dos EUA prenderam uma rede criminosa em Seattle, Los Angeles, Nova Jersey, Colômbia e Israel que envolvia uma casa Chabad envolvida em lavagem de dinheiro e violações de moeda.

Em 2003, o historiador alemão Wolfgang Eggert alertou o mundo de que a família bancária Rothschild pertence ao culto apocalíptico fanático Chabad Lubavitch que está instigando uma guerra mundial para purificar o mundo de não-satanistas. Ele disse que  esse culto pretende iniciar um holocausto nuclear, e matar bilhões de gentios, para cumprir profecias bíblicas e acelerar o retorno de seu “Messias”.

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Compreendendo o racismo e o ódio extremo contra os gentios na lei talmúdica.

Alemanha financiou secretamente grande parte do projeto nuclear israelense de Dimona, afirma relatório.

Ele acha que esses fanáticos religiosos precisam ser expostos. O maior grupo chassidim, a seita Chabad Lubavitch, quer acelerar o Armagedom, que eles acreditam ser um pré-requisito para o retorno de seus Messias. Eggert cita o falecido Rebe Menachem Mendel Schneerson que disse:

“O mundo está esperando que cumpramos nosso papel em preparar o mundo para receber o Mashiach” (isto é, o Messias). Toda a história da humanidade gira em torno do judaísmo messiânico-satânico (“Chassidim”); eles estão “fazendo” isso acontecer. A história e a política são um grande filme, e eles são os diretores, trazendo as profecias do Antigo Testamento à realidade. Eles capturaram a Maçonaria ao fortalecer os Illuminati (através de Rothschild/Jacob Frank/Weishaupt); fizeram um pacto com a monarquia britânica ao financiar a ascensão de Guilherme III ao trono; colocaram a família real britânica à frente dos maçons; criaram o sistema bancário moderno e o Fed (através de Rothschild); criaram o sionismo, as guerras mundiais, a União Europeia e assim por diante. Eles reinam através de seus fantoches Rothschild (cujos ancestrais fizeram parte do culto chassídico) e Rockefeller, que foram a força motriz por trás do Bilderberg, da Conferência Trilateral etc. Estamos agora nos “Tempos Finais”; eles estão tentando fomentar uma “profetizada” Terceira Guerra Mundial.”

Wolfgang Eggert

Eggert acredita que tanto a Alemanha quanto Israel estão na mira dos hassídicos. “A Alemanha, porque os hassídicos estão lendo a Bíblia/Talmude, que este país é um inimigo dos judeus e deve ser destruído. Israel deve ser destruído por trazer a profecia do Armagedom à realidade. Além disso, eles estão repetindo um truque maquiavélico e estratégico: o sacrifício dos judeus europeus na Segunda Guerra Mundial (“Shoah”), que lhes deu seu próprio país – Israel.

O sacrifício dos judeus israelenses lhes trará a aprovação internacional para serem senhores de uma ‘república’ mundial unida, que será governada a partir de Jerusalém, que, novamente, está sendo ‘profetizada’ por Javé.” O Chabad acredita que os judeus são o “povo escolhido” de Deus e que todos os outros são lixo. No livro “Encontros e Conversas”, o Grande Rebe diz aos seus seguidores que o povo judeu é uma extensão de Deus e que os gentios estão destinados a servir os judeus.

“Existem dois tipos opostos de alma: a alma não judaica provém de três esferas satânicas, enquanto a alma judaica emana da santidade. Um judeu não foi criado como um meio para algum outro propósito; ele próprio é o propósito, visto que a substância de todas as emanações [divinas] foi criada apenas para servir os judeus.”

Segundo o rabino David Saltzman, do Chabad-Lubavitch, nos túneis secretos da sinagoga Chabad-Lubavitch no Brooklyn, Nova York, cadáveres eram retirados, incisões eram feitas neles e tentativas eram realizadas para “ressuscitar” o rabino-chefe do Chabad, Menachem Schneerson, que morreu em 1994. Na prática, o Chabad se envolve com bruxaria, necromancia e ocultismo, e Saltzman afirma isso como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Os rabinos do Chabad-Lubavitch não são considerados rabinos legítimos por nenhum rabino ortodoxo em qualquer lugar do mundo. Os rabinos do Chabad-Lubavitch acreditam que seu Rebe falecido, Menachem Mendel Schneerson, que morreu em 1994, é o Messias! Eles acreditam que seu Rebe falecido “voltará dos mortos” para ser o Rei dos Judeus!

Isso obviamente NÃO faz parte da ideologia e religião judaica tradicional! Portanto, o Chabad-Lubavitch não faz parte do Judaísmo Hassídico, como também não faz parte do Judaísmo Ortodoxo. Os rabinos do Chabad-Lubavitch são fanáticos religiosos e todo fanatismo é sinal de possessão por egrégoras demoníaca.

O Chabad é altamente organizado na Ucrânia e seus seguidores estão entre os recrutados para o Batalhão Azov nazista, que, é importante lembrar, foi cofundado por um ex-membro das forças de ocupação de Israel.

O principal programa semanal da Press TV, Palestine Declassified, já havia relatado como o oligarca judeu ucraniano Igor Kolomoisky financiou o Chabad na Ucrânia, bem como os batalhões nazistas Azov e Aidar.

O ditador nazi-sionista Volodymyr Zelensky recebeu os rabinos do grupo Chabad Lubavitch, a seita ultra-sionista mais poderosa e perigosa do mundo. A filosofia desta seita é explicada em seu site oficial. Para o Chabad as “nações do mundo se esforçarão para criar uma Nova Ordem Mundial, na qual não haverá mais guerras e conflitos”. Isto é o que os satanistas do Chabad aspiram. O Chabad Lubavitch é o grupo sionista que mais influencia as posições dos governos ocidentais sobre Israel. Essa é uma poderosa seita satânica que dominou o governo dos Estados Unidos durante décadas.

O “Centro Menorá” do Chabad-Lubavitch em Dnipro, Ucrânia – local de nascimento do pai do falecido Rebe Menachem Mendel Schneerson, que cobre 50.000 m2. Zelensky fornece as crianças para os rabis abusarem e sacrificarem em seus rituais satânicos?

Após cada guerra, surgem milhares de crianças órfãs para explorar, e na própria Ucrânia, Zelensky e sua esposa Olena Zelenska criaram um sistema para fornecer órfãos a pedófilos e satanistas ocidentais por meio de “adoção”, e também fornecer Adrenocromo para as elites, extraído do sangue de crianças torturadas.

Esse é um dos motivos dos políticos europeus e americanos continuarem a proteger e financiar o regime de Zelensky. E quem está se beneficiando da rede pedófila ucraniana? O Chabad Lubavitch. O judeu satanista e traficante de crianças Zelensky recebeu os rabinos do Chabad, uma das seitas sionistas mais poderosas e perigosas do mundo.

Os Reptilianos e seu culto a Saturno

O Cristianismo, Judaísmo e Islamismo são religiões que surgiram da influência da adoração solar originária do Culto de Aton (Saturno/Cubo Negro/Satanás) criado por Akhenaton e Nefertiti por volta de 1.365 A.C. Eles deram início a Cabala e as religiões dogmáticas que controlam a humanidade. As religiões foram criadas pelas elites no poder como método de controle populacional e para legitimar sua “autoridade” sobre as massas. É a união entre a religião e os monarcas. Religião é controle, não tem nada a ver com espiritualidade.

Nas civilizações da antiguidade, Saturno sempre teve um significado negativo, se não maligno. Nos tempos antigos, foi chamado “O Maior Maléfico” que se opunha a Júpiter, “O Maior Benéfico”. Saturno está esotericamente associado a limitações, restrições, morte e decadência. Seu símbolo é a foice, que está no logo comunista. Os Gregos e os Romanos também adoravam Saturno como uma divindade cruel.

As elites Illuminati, os maçons e jesuítas, e o mais alto comando dos Reptilianos Dracos e Kingu, tomam Saturno como seu “deus”. É intocável para eles. Eles vão defendê-lo com o maior fanatismo imaginável. É por isso que o cubo preto representa Saturno e seus portais. Você pode não saber, mas o mundo inteiro tem adorado Saturno por milhares de anos. Os Reptilianos tem Saturno como seu “deus” pois em sua mente dualista eles estavam procurando algo “oposto” a Júpiter.

Júpiter e Saturno são opostos em suas mentes de sociedades secretas obcecadas com a dualidade e o equilíbrio. Júpiter sendo o Rei .. Kristo (Cristo / Karistus) e Saturno… Satanás, rei das trevas .. A estrela com chifres (anéis). Ao contrário de Júpiter, Saturno não contém uma civilização superior de alta densidade.

Como é o planeta mais imponente desse sistema solar, os Reptilianos de Orion tentaram estabelecer bases nas luas de Júpiter, há milhares de anos, mas foram expulsos pelos “donos” de Júpiter e suas luas, os Karistus, uma raça positiva avançada 6D. Os Karistus gostam de aparecer como anjos. O conceito de anjo na Terra veio parcialmente deles. Eles são de longe a raça estelar mais avançada do sistema solar.

Pensando em termos da dualidade, Júpiter é a antítese de Saturno. Isso é visto nos quadrados brancos e pretos no piso das lojas maçônicas. Júpiter são os quadrados brancos, Saturno os pretos. Um carregado de negatividade e outro de positividade. Cristo X Satanás.

Saturno e Júpiter nos tempos babilônicos eram chamados de “os Grandes Gêmeos”, Júpiter sendo associado à cor branca, e Saturno a cor preta.  O primeiro era um deus da luz, da pacificação, da compaixão e da ordem. Os romanos identificaram esse deus joviano com Jesus. Saturno, por outro lado, era o deus da lei e dos limites, um juiz; que os impunha por violentos ataques de fogo e relâmpagos.

A humanidade é controlada pelos Reptilianos Kingu, através as elites humanas da Cabala Illuminati. Todo esse culto a Saturno pelas religiões e sociedades secretas, bem como a magia negra, vem da influência dos Reptilianos.

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O judaísmo é culto a Saturno/Moloque

Historiadores romanos proeminentes como Tácito (56–120 d.C.) e Dião Cássio (ca. 155–após 229), bem como padres da Igreja como Agostinho (354–430), reconheceram uma ligação especial entre Saturno e o sábado, o dia mais sagrado da semana para os judeus. Que a sociedade judaica do período talmúdico reconheceu a mesma associação é demonstrado pelo fato de que o Talmude Babilônico (Shabat 156a) refere-se a Saturno como Shabbetai, ou seja, a estrela do Shabat (sábado).

A astrologia grega e árabe, no entanto, considerava Saturno o mais maligno dos sete planetas; e assim os judeus, governados astrologicamente por Saturno, eram considerados contaminados pela natureza perversa do planeta. É possível encontrar referências ao culto no “sábado” (Dia de Saturno) na Bíblia; mas deve ser claramente entendido que todos esses ocorreram ocasiões em que Israel estava em apostasia e rebelião contra seus Criador. Saturno aparece nas escrituras como Moloch/Molech/Milcom: o mal, exigência de sacrifício de filhos, “abominação dos filhos de Amom.”

A primeira referência ao “povo de Deus” adorando Saturno aparece em Êxodo 32: a apostasia no Monte Sinai com o bezerro de ouro. Mais as pessoas não sabiam que essa apostasia era na verdade a adoração de Saturno, mas referências a isso aparecem em Amós 5:26 e Atos 7:43. O povo de Israel afirmava adorar o Deus que os tirou do Egito, mas o problema era que eles o adoravam no dia de Saturno. A adoração de Saturno/Moloque por Israel era uma prática hedionda e maligna que levou os israelitas a participar dos mesmos ritos degradantes realizados pelos cananeus, crimes pelos quais Deus os expulsou da terra!

Assim como várias civilizações antigas decaíram nas piores formas de idolatria e paganismo, passando do sacrifício ocasional dos primogênitos para o massacre em larga escala, o mesmo aconteceu com os israelitas quando começaram a adorar Saturno/Moloque. Em Jeremias 32, declara-se que a razão pela qual os israelitas iriam para o cativeiro babilônico (versículo 35) foi porque:

Eles construíram os lugares altos (para adoração) de Baal no Vale de Ben-Hinom (filho de Hinom) para fazer seus filhos e suas filhas passarem o fogo para (adorar e honrar) Moloque, o que eu não lhes havia ordenado nem havia entrado em Minha mente que eles deveriam fazer essa coisa repulsiva, para fazer Judá pecar.

A “abominação” dos filhos de Amom era a adoração a Moloque/Saturno, cujos ritos incluíam o sacrifício de crianças. Bebês e crianças, fortemente cobertos por véus, eram colocados nos braços inclinados e estendidos do ídolo, seus corpinhos rolavam para baixo e caíam em um fogo intenso. Isso era chamado de “passagem pelo fogo”. Os pais eram informados de que seus filhos, assim “purificados”, teriam um lugar garantido no paraíso. Essa prática, a mais perversa de todas, era realizada até mesmo pelo povo de Israel. E isso continua até hoje pois os judeus sionistas de Israel assassinaram milhares de crianças na Palestina.

Moloque, às vezes retratado como uma grande coruja, é mostrado nesta gravura recebendo uma criança como vítima enquanto se ouve um estrondo de tambores e pandeiros.

Este fato histórico é muito interessante. Em 3 de julho de 1933, 125.000 pessoas lotaram o Soldier Field em Chicago para celebrar os 3.000 anos de história judaica. O auge da celebração foi a simulação do sacrifício de crianças a Moloque, divindade adorada pelos amonitas, cananeus, fenícios  e israelitas. O evento se chamava “O Romance de um Povo” e foi organizado pela Organização Sionista da América. Essa celebração judaica em homenagem a Moleque contou com 6.000 atores, cantores e dançarinos. O vídeo está abaixo.

Adoração a Saturno: O deus oculto por trás da lei, do dinheiro e do poder

Fonte: Questione tudo com Patrick Ryan

Como um antigo deus pagão da morte se tornou o arquiteto do sistema bancário moderno, do governo e do sistema de cubo preto que governa sua vida? E se você e eu, junto com todos que conhecemos, estivéssemos involuntariamente prestando homenagem a um antigo deus pagão? E se os sistemas de lei, ordem e bancos que apoiamos forem os templos onde adoramos este deus?

E se sua última aparição no tribunal, sua cerimônia de formatura na universidade, as vendas da Black Friday e a aliança de casamento em seu dedo forem todos rituais destinados a exaltá-lo? E se as práticas ocultas antigas ainda forem mantidas vivas hoje nas sociedades secretas que moldam a cultura, os sistemas e as sociedades há séculos?

O deus romano Saturno é o deus da limitação, do tempo, da lei, da ordem, do sistema bancário e das consequências — ‘O Inibidor.’ Este deus é conhecido por muitos títulos — ‘Senhor do Karma,’ ‘Senhor do Manto Negro,’ e ‘Senhor dos Anéis,’ para citar alguns.

Estamos prestes a viajar profundamente nas raízes deste deus do planeta e como sua influência nos afeta na vida moderna. É importante entender que o que estou prestes a compartilhar com vocês não reflete minhas crenças espirituais pessoais. Estou compartilhando essas informações porque muito do que estudei nos últimos 30 anos mostra correlações diretas com as práticas saturnianas dentro da Maçonaria moderna, e tenho visto muitas conexões entre uma cabala específica influenciada pela Maçonaria e séculos de controle das sombras que ainda operam hoje.

Não importa se você ou eu acreditamos que Saturno é um deus, o que importa é que aqueles com poder mundano absoluto acreditem nisso. Mergulharemos profundamente nas crenças esotéricas derivadas dos ensinamentos herméticos, gnósticos e outros ensinamentos ocultos.

Vivemos numa Matrix de mentiras. Somos ensinados que o mal é bom. A escuridão é luz. Os vilões são heróis. Enquanto aceitarmos subconscientemente que o que nos é dito é verdade, sem questionar, pesquisar e pensar criticamente, seremos vulneráveis a apoiar involuntariamente o mal em nome da retidão. Até que retiremos os véus de maia, não podemos viver como seres soberanos, não podemos escolher conscientemente entre o bem e o mal.

As raízes antigas de Saturno

Para entender a influência moderna de Saturno, precisamos viajar de volta no tempo. Antes de Roma, séculos antes da Babilônia, Saturno era conhecido por um nome diferente pelos sumérios. Ninurta era adorado no início da Suméria como o deus da agricultura, da caça, da lei e da guerra.

Ninurta, também conhecida como Ningirsu, está documentada em textos já no terceiro milênio a.C. Templos antigos dedicados a este deus também foram descobertos em Girsu e Nippur. Este deus existia nas mentes de seus adoradores muito antes de os deuses serem associados aos planetas.

O nome tradicional acadiano para o planeta Saturno era Kajamanu, ou Kayyamanu. O nome se traduz como ‘o constante/duradouro.’ Além disso, o nome Uduimin-sagūs também representa Saturno na antiga tradição suméria — ‘a estrela do sol.’

Textos babilônicos posteriores equiparam Kajamanu a Saturno, que eles chamam de “estrela de Ninurta” Em breve veremos como os babilônios fundiram Ninurta e Kajamanu em um deus em sua astroteologia. Veremos então como Roma e Grécia primitivas continuaram o mesmo culto, com nomes diferentes e pequenas variações.

Vemos a primeira ascensão da nação da Babilônia por volta de 1800 a.C., sob o reinado de Hamurabi. A segunda ascensão aconteceu por volta de 600 a.C. Ao longo da existência da Babilônia, as crenças e práticas religiosas sempre foram misturadas. Eles tinham seus deuses tradicionais que eram adorados. Havia uma variedade de cultos urbanos diferentes, com diferentes templos praticando uma variedade de rituais e sacrifícios. E havia as religiões astrais que se concentravam em estrelas, planetas e eclipses.

Chegando ao primeiro milênio a.C., a astroteologia realmente começou a se consolidar como o sistema de crenças dominante. Foi nessa época que os estudiosos babilônicos compilaram o Enūma Anu Enlil. Acreditava-se que esses textos previam o comportamento do Sol, da Lua e dos planetas de apoio como mensagens dos deuses. Acreditava-se que essas mensagens eram dadas pelos deuses para orientar a realeza, guerras e eventos importantes.

Este é o momento em que seus deuses tradicionais se fundiram em associações planetárias…

  • Saturno correspondia ao antigo deus mesopotâmico Ninurta
  • Júpiter era Marduk
  • Marte era Nergal
  • Vênus se tornou Ištar ou Inanna
  • Mercúrio tornou-se Nabu
  • A Lua era Sîn ou Nanna
  • O Sol era Šamaš ou Shamash

Cada deus/planeta desempenhou um papel específico em seu envolvimento terreno…

Ninurta (Saturno) — deus da agricultura, da guerra (forma inicial), da definição de limites e da aplicação da ordem; quando alinhado como um planeta, ele se torna o governante pesado e lento “externo” do destino.

Marduk (Júpiter) — deus supremo da Babilônia, deus-herói da ordem sobre o caos; rei do panteão, governante da soberania e do império.

Nergal (Marte) — deus da guerra, da morte, da doença e do submundo; uma divindade destrutiva e que impõe limites.

Ištar (Vênus) — deusa do amor, fertilidade, guerra e poder/desejo político; também ligada a Vênus como estrela da manhã/noite.

Nabu (Mercúrio) — deus da escrita, da sabedoria, dos escribas e da profecia; ele inscreve destinos e apoia a administração e o conhecimento.

Sîn (Lua) — deus da Lua, governando o calendário e os ciclos de tempo (fases, marés), influenciando a fertilidade e o crescimento.

Šamaš (Sol) — deus da justiça, da verdade e da luz do dia. Ele “vê tudo”, supervisiona a ordem jurídica e inspeciona a conduta humana.

Estas associações e papéis são importantes porque este sistema de crenças continua ao longo do tempo nas sociedades ocultas modernas. Existem variações nas sociedades secretas modernas porque incorporam muitos sistemas de crenças de diferentes partes do mundo. A astroteologia é um componente essencial, e muitos desses primeiros sistemas de crenças babilônicos permaneceram fiéis à sua doutrina central.

Por volta de 1000–500 a.C., a astroteologia foi a religião dominante na Babilônia. Era comum que os reis mantivessem astrólogos como parte de sua corte e tomassem decisões importantes — guerra, projetos de construção e assim por diante — com base em presságios astrais. O movimento dos planetas era visto como a linguagem dos deuses.

A influência da antiga Babilônia no Ocidente moderno

Este sistema de crenças preparou o terreno para as religiões e estruturas dos impérios que se seguiram à queda da Babilônia. Antes de entrarmos na grande influência que a Roma pagã tem no Ocidente moderno, devemos olhar para a influência que a Babilônia teve.

Muitos dizem que no Ocidente vivemos na Babilônia moderna. Em muitos aspectos, concordo. Vejamos algumas das influências óbvias pelas quais os sistemas astral-teológicos da Babilônia ainda sobrevivem e prosperam hoje…

A semana planetária de sete dias vem da Babilônia. Eles projetaram seu calendário em torno de um dia dedicado a cada um dos sete dias visíveis ‘planetas’ (hoje entendemos que o Sol e a Lua não são planetas). Mudamos os nomes de alguns dias, mas mantivemos o dia do Sol, o dia da Lua e o dia de Saturno. Isto é importante porque estes três deuses astrais são os que ainda são adorados pelas religiões de mistério modernas nas sociedades secretas.

Esse padrão continuou na astrologia helenística e, finalmente, na semana planetária romana. Ainda acordamos, trabalhamos e descansamos de acordo com um cronograma definido pela antiga astroteologia.

Hoje, muitas pessoas ainda estudam astrologia e tomam decisões de vida de acordo com horóscopos diários e posicionamento planetário. Quantas vezes você já ouviu pessoas dizerem que estão passando por momentos difíceis porque ‘Mercúrio está retrógrado’? A astrologia ocidental descende da astroteologia mesopotâmica, egípcia e helenística.

Uma grande parte da Nova Era ‘espiritual, mas não religioso’ o movimento é construído sobre estruturas astroteológicas e ocultas muito antigas: hierarquias planetárias, ciclos, iniciações e estruturas ocultas ‘leis do universo.’ Essas ideias não surgiram do nada. Eles foram preservados em camadas de esoterismo ocidental — hermetismo, cabala, rosacrucianismo e maçonaria — e depois vazaram para o mainstream sob o tipo mais aceitável de ‘espiritualidade.’

No auge da Babilônia, o céu não era mais um belo cenário; havia se tornado governo. Depois que a Babilônia caiu, a nação desapareceu; os deuses planetários continuaram vivos. A Babilônia construiu o sistema operacional, o mundo helenístico o transformou em um mapa metafísico da prisão e, então, Roma o instalou na lei, nas finanças e na religião pública.

A fusão helenística que exaltou Saturno

Após a queda da Babilônia veio a fusão helenística. Filósofos gregos, sacerdotes egípcios e observadores de estrelas babilônicos misturaram seus sistemas de crenças no que hoje chamamos de astrologia helenística e nas religiões de mistério. É aqui que vemos pela primeira vez o surgimento de escolas misteriosas que alimentam sociedades secretas há séculos. Os sete planetas não eram mais apenas deuses, mas agora haviam se tornado camadas de destino e portas iniciáticas para a alma.

Nessa época, filósofos platônicos, escritores herméticos e os primeiros pensadores gnósticos atribuíram os planetas como arcontes (governantes). Saturno tornou-se a barreira mais externa do cosmos material; foi o véu final pelo qual a alma passou para escapar da reencarnação. Eles desenvolveram a crença de que antes que a alma entre na vida humana na Terra, ela deve passar pelas provações das sete esferas planetárias. Cada uma dessas esferas tinha arcontes que atuavam como juízes da alma.

À medida que a alma fazia essa jornada, ela captava camadas de destino, influência e limitação de cada uma delas. Após a morte, as almas ressuscitaram através das sete esferas, onde os arcontes as julgaram, despojaram e redirecionaram. Almas que não conseguiram se purificar na vida humana foram enviadas de volta para um novo corpo para tentar novamente. Saturno foi o último portão a passar antes do nascimento e o primeiro portão a passar depois da morte.

Nos sistemas de crenças esotéricas orientais, Saturno é conhecido como ‘Senhor do Karma.’ É a esfera mais restritiva. Uma alma não pode quebrar seu ciclo cármico e ser libertada da prisão humana sem satisfazer o arconte de Saturno. A fusão helenística começou por volta de 323 a.C., quando Alexandre, o Grande, morreu. À medida que seu império começou a se fragmentar entre as nações governadas pelos gregos, esses sistemas de crenças começaram a se fundir e se transformar.

Vemos esses novos sistemas de crenças vazando para Roma no final do século II a.C., quando Roma conquistou territórios gregos e absorveu sua cultura. Do primeiro século a.C. ao segundo século d.C., a astrologia se generalizou, e os muitos cultos misteriosos estavam profundamente enraizados no Império Romano. A essa altura, o mundo romano havia absorvido totalmente o sistema planetário helenístico e seus deuses/arcontes.

A guerra religiosa entre Saturno e o Sol

Entrando no século III d.C., a adoração ao Sol e a Saturno se tornou a religião dominante em Roma. É aqui que começamos a ver disputas de poder entre os adoradores do Sol e os adoradores de Saturno.

Em 274 d.C., o imperador romano Aureliano promoveu Sol Invictus (‘o Sol Invicto’) como um culto imperial unificador. Isso foi significativo porque Sol Invictus não era visto apenas como mais um deus planetário, ele foi criado como a divindade solar imperial. Ele era adorado como a luz suprema que domina a escuridão, o caos e os limites impostos por deuses mais antigos como Saturno. Ele deveria representar uma ordem renascida após anos de instabilidade. Foi quando as imagens solares e planetárias se tornaram centrais para a propaganda imperial.

Durante a maior parte da história romana, o deus Saturno foi um pilar da religião oficial. É importante notar que antes da influência grega que trouxe o deus planetário que se tornou Saturno, Saturno não estava ligado ao planeta. Ele era o deus da agricultura, da semeadura e do armazenamento de grãos. Ele estava ligado à ordem social e à vida estável. Não vemos nenhuma correlação direta com o antigo deus sumério da agricultura, Ninurta. Os dois seriam posteriormente fundidos quando o sistema astroteológico babilônico atravessasse a Grécia e chegasse a Roma.

O templo de Saturno é uma das estruturas mais antigas de Roma. Fica no sopé do Monte Capitolino e serviu como tesouro e arquivo do estado. Todos os anos, de 17 a 23 de dezembro, havia um festival em sua homenagem chamado Saturnália. Na verdade, você está muito familiarizado com este festival, porque grande parte da celebração moderna do Natal foi retirada deste festival pagão. Você pode agradecer aos presentes de Natal do ano passado por essa tradição, bem como pela embriaguez comemorativa.

A Queda da Idade de Ouro

Para entender o cerne do conflito entre a adoração ao Sol e a adoração a Saturno, devemos olhar para o que era conhecido como “A Era de Ouro”. Esta é uma das razões fundamentais para a celebração da Saturnália: lembrar um momento melhor para a humanidade. A maioria dos sistemas religiosos tem histórias relacionadas a uma época em que a humanidade vivia em uma utopia perfeita que foi seguida por uma queda.

O mais conhecido é o relato bíblico do Éden. Na Grécia, Platão ensinou sobre a grande civilização da Atlântida. Os sumérios acreditavam que costumávamos residir na ‘terra paradisíaca’ de Dilmun. Os gregos e romanos acreditavam na Idade de Ouro. Segundo o poeta grego Hesíodo, hoje vivemos na Idade do Ferro (sua descrição é paralela ao Livro do Apocalipse em muitos aspectos).

Como o planeta Saturno recebeu esse nome

Antes de pintar o quadro da Era de Ouro e por que ela é significativa para a adoração saturnina moderna, preciso primeiro explicar como Saturno recebeu esse nome. Precisamos entender como nossa compreensão moderna dos planetas se originou na Mesopotâmia, como os deuses associados vieram da Babilônia/Grécia/Roma e como os nomes modernos dos planetas que usamos hoje são os nomes latinizados dados por Roma.

No futuro, usarei o nome Saturno. Estas são as origens de Saturno…

A Suméria tinha seu deus da agricultura, Ninurta. O nome que deram ao planeta que chamamos de Saturno era Kaiwanu/Kajamanu. Ninurta (deus) e Kaiwanu (planeta) estavam completamente separados. A Babilônia desenvolveu a astroteologia e fundiu Ninurta e Kaiwanu em um deus planetário singular. Eles chamaram esse deus de Kajamanu, ‘a estrela de Ninurta.’

Muito antes da fusão helenística, Cronos era um dos Doze Titãs — a segunda geração de seres divinos. Ele foi chamado o “filho de Urano” ou o “filho de Gaia”. Urano representava o céu e Gaia representava a Terra. Cronos era mitológico, não cosmológico. Durante a fusão helenística, os gregos ligaram seu deus Cronos a Saturno. Mais tarde, os romanos ligaram Cronos/Saturno ao seu deus agrícola Saturno.

Os romanos nomearam oficialmente o planeta que os sumérios chamavam de Kaiwanu ‘Saturno.’ O planeta está conectado ao deus romano Saturno, que também é o deus grego Cronos. Saturno é o Kajamanu babilônico, a “estrela de Ninurta”.

A Era de Ouro de Cronos

Acreditava-se que a Era de Ouro estava sob o governo de Cronos (Cronos). Esta foi uma época nas primeiras civilizações humanas que era governada pela paz e por uma ordem natural interna — antes da realeza, antes da guerra, antes do Estado de direito, antes do trabalho e da escassez. Os seres humanos viviam harmoniosamente juntos, sem roubo, sem escassez, sem fome e sem hierarquia.

Esta foi uma época em que o trabalho era desnecessário porque tudo era fornecido. Todos levavam suas vidas dirigidas pelo instinto, sem necessidade de coerção autoritária. A terra produzia sem esforço. Os animais não conheciam o medo. Os humanos não envelheceram nem decaíram. Não houve sofrimento nem ciúme. Ninguém possuía nada porque todos compartilhavam uns com os outros. O mantra do Fórum Econômico Mundial, “você não possuirá nada e será feliz”, era uma realidade durante essa era mítica — é claro, não havia Fórum Econômico Mundial, porque não havia maldade.

Este era um mundo que não precisava ser salvo porque ainda não havia caído. Os seres humanos ainda viviam em estreita relação com o Divino. Aqueles que acreditavam que esse mito era história ansiavam pelo retorno dessa época. Eles acreditavam que era isso que a vida deveria ser. Saturno era conhecido como o “velho rei”.

Então o que causou o fim da Idade de Ouro e a “queda” da humanidade? Cronos recebeu uma profecia afirmando que um de seus filhos o derrubaria. Isso o transformou de um governante benevolente em um rei paranoico. Ele se tornou um tirano e alterou o estado de toda a vida na Terra.

Cronos, o “devorador”, engoliu seus próprios filhos quando eles nasceram para impedi-los de assumir seu trono. Mas seu filho mais novo foi protegido e escondido por Rhea. Em vez de seu filho mais novo, ela dá uma pedra a Cronos. Esta criança escondida chama-se Zeus. Zeus permanece escondido enquanto cresce, até que ele emerge e força Cronos a vomitar seus filhos devorados. Zeus então leva seus irmãos ressuscitados à guerra contra seu pai.

Esta guerra de dez anos é chamada de Titanomaquia. São os Olimpianos — compostos por Zeus e seus irmãos Hera, Hades, Poseidon, Héstia e Deméter — versus seu pai, Cronos, e os Titãs. Esta é a sua geração mais velha clássica versus a nova geração.

A Vitória de Zeus e a Nova Ordem Divina

Por fim, Zeus vence a guerra e se torna o novo rei do cosmos. Cronos e os Titãs estão presos no Tártaro. Existe agora uma nova ordem divina. O Monte Olimpo substitui a ordem Titã.

O interessante e importante aqui é que depois que ele descobre a profecia sobre seus filhos, Cronos muda drasticamente e começa a refletir o mundo que vemos hoje. Cronos se torna Chronos (tempo). É aqui que o termo “cronológico” decorre. O tempo muda de circular para linear. Cronos começa a devorar o futuro para proteger o presente. A Era de Ouro desmorona porque o tempo não consegue sustentar o paraíso; ele devora tudo o que produz.

Sob Cronos, a humanidade prosperou. Sob Chronos (Kronos), a humanidade cai porque a inocência se perde sob sua tirania. O tempo volta-se para dentro de si mesmo e o futuro é engolido. Zeus representa o Sol ou Júpiter. À medida que continuo a desvendar a guerra entre Saturno e o Sol, usarei o termo “Sol”. É importante reconhecer que na astroteologia romana o Sol e Júpiter estão intimamente conectados e, em muitos aspectos, são a mesma coisa.

Zeus traz o nascimento da era solar. Simbolicamente, ele é o novo governante luminoso que encerra a era da inocência atemporal. A derrota de Zeus sobre Cronos simboliza a chegada da ordem, o estabelecimento da lei e o surgimento da hierarquia. A regra de Zeus estabelece uma separação firme e clara entre os humanos e o Divino. Esta separação faz com que a humanidade seja vítima da sua mortalidade, experimentando trabalho, envelhecimento e decadência impulsionada pelo tempo.

Zeus representa o Sol nascendo e abrindo o mundo fechado de Saturno. Ele acaba com a unidade dourada da humanidade e de todos os seres vivos. Ele apresenta à humanidade o tempo, a lei, a luta e a hierarquia. Curiosamente, estes são os atributos que são redistribuídos de volta a Saturno em Roma.

Agora podemos ver por que muitos pagãos em Roma ainda adoravam Saturno em vez do Sol. Saturno representava o velho rei que era o governante benevolente de um paraíso humano perfeito. O Sol/Júpiter representava a realidade em que viviam — leis, hierarquia, doença, guerra, decadência e a destruição brutal causada pelo tempo.

Saturno se torna a sombra de Zeus

Em última análise, o Saturno romano assumiria muitas das características de Zeus e se tornaria o deus-planeta ainda adorado nas sociedades secretas hoje. Saturno torna-se um híbrido com Júpiter. Na Grécia, os filósofos começaram a fundir Cronos/Kronos com Chronos (tempo). Cronos então se torna o devorador do tempo. Em Roma, Saturno se torna Cronos. Saturno/Cronos se identificam com o planeta Saturno (lento, externo, pesado, restritivo).

Saturno/Saturnus está associado a limite, atraso, envelhecimento e consequência. Saturno começa a representar as características de Zeus, não sua justiça viva, mas o esqueleto escuro por baixo. Saturno passa de um mero deus planetário para o próprio sistema em que Roma opera. Seu templo se torna o tesouro do estado (dinheiro, manutenção de registros, bens do estado, etc.).

Para lembrar a Era de Ouro, seu festival Saturnália suspende temporariamente toda lei e ordem enquanto os papéis culturais são invertidos, o que implica que Saturno está ligado à inversão da ordem. Saturno governa sobre dívida, tempo, idade, restrição, instituições, hierarquia, burocracia, obrigação e consequências semelhantes ao carma (colha o que você semeia).

Zeus/Júpiter continua sendo rei, juiz, protetor, poder legítimo e autoridade sagrada. Saturno se torna a rotina do tempo, o peso das instituições e a rigidez das regras. Essencialmente, Saturno é o sistema, e Júpiter é o executor do sistema.

A Exaltação de Sol Invictus

Em 274 d.C., quando o Imperador Aureliano elevou Sol Invictus como o deus supremo do império, o Sol foi elevado a uma função semelhante à de Júpiter — foi quando o Sol e Júpiter se tornaram um deus híbrido de autoridade máxima. Júpiter é o “Pai”, e o Sol é o “Filho/Sol”. Sol representa o novo mundo substituindo o velho mundo sob o governo de Cronos. Mais tarde, o imperador Constantino consolidaria o governo de Sol ainda mais profundamente na cultura romana e, por fim, teria uma profunda influência no cristianismo.

Os muitos nomes e formas de Saturno

Em Cartago/Fenícia, o deus Saturno chamava-se Baal-Hammon. Ele era o deus principal deles, representado como um velho barbudo com chifres de carneiro saindo de sua cabeça. Ele era associado ao calor, à queima, ao sacrifício de crianças, à colheita, à fertilidade e ao tempo. Isto está claramente documentado a partir de fontes romanas. Este Baal-Hammon soa muito parecido com o Diabo, não é?

Alguns outros deuses em diferentes partes do mundo fortemente influenciados por Saturno são o deus cananeu El; Dagon, o deus da fertilidade dos filisteus; e Melqart, o ‘rei moribundo e em ascensão’ da Fenícia (conhecida como Hércules pelos gregos).

Um dos deuses mais importantes relacionados a Saturno no que se refere aos tempos modernos é Moloch, também conhecido como Moloque ou Molek. Este não é um deus único, mas mais uma oferta sacrificial; é somente mais tarde na tradição hebraica/judaica que Moloch se torna uma entidade personificada.

Moloch representa o fogo, a devoração, o sacrifício de crianças, a força consumidora da morte e o poder que exige vida em troca de ordem. Historicamente, Moloch é o tipo de oferenda; Baal-Hammon é o deus a quem se oferece; Saturno é o planeta associado aos romanos. Por fim, os ocultistas começam a associar Saturno a Moloque. Moloch/Saturno é o sistema de sacrifício. Hoje você vai trabalhar e sacrifica seu tempo para Saturno/Cronos/Moloque.

Alguns especulam que a coruja gigante na cerimônia de Bohemian Grove, com a presença da elite mais poderosa todos os anos, representa Moloch. De acordo com o Bohemian Club of San Francisco (fundado na década de 1870), seu mascote coruja representa sabedoria e vigilância. A conexão com Moloch virou especulação na internet no início dos anos 2000. Não sabemos se essas elites estão adorando Moloch naquela cerimônia infame ou não. O que sabemos do “Cremação do Cuidado” cerimônia realizada todos os anos é que ela carrega muitas características da adoração a Moloch.

Saturno, a cabra sacrificadora de crianças

Vemos agora as consistências entre todos esses deuses diretamente representados ou fortemente influenciados por Saturno. Eles representam a devoração do tempo, o sacrifício de crianças, a restrição, a lei e a forma densa deste mundo. Eles compartilham muitas semelhanças com o que a Bíblia ensina sobre Satanás.

Na astrologia/astronomia, Saturno governa a casa de Capricórnio. Segundo filósofos astrológicos, Capricórnio representa a cabra que sobe a montanha impossível. Saturno foi fundido com a cabra de Capricórnio, representando tempo, trabalho, idade e limitação.

Por que Capricórnio é uma cabra? A cabra no mundo antigo representava ambientes hostis, sobrevivência nas montanhas, resistência à escassez, disciplina solitária, vontade teimosa e inflexível e a capacidade de escalar onde outros não conseguiam. Saturno governa as dificuldades, a disciplina, o envelhecimento, a resistência e a ‘borda fria’ da realidade. Saturno é a condição/montanha; Capricórnio é a cabra que sobrevive/escala.

Saturno é o senhor do solstício de inverno; Capricórnio começa na parte mais escura e fria do ano. A celebração da Saturnália/Natal em Saturno é uma celebração do solstício de inverno. Quando o Sol está fraco e o mundo está escuro, Saturno é forte e governa a escuridão. Saturno é um deus do inverno, e as cabras são os animais mais fortes para sobreviver no inverno.

As semelhanças de Saturno com Satanás

Saturno é o Diabo? Não há uma resposta clara para isso — mas há uma correlação clara. Nossa representação visual do Diabo geralmente é uma figura com chifres, parecida com uma cabra, e um forcado. A Bíblia chama o Diabo de Satanás, ou o anjo caído Lúcifer.

Muitos tentaram conectar Saturn a Satan (Saturno a Satanás) porque os nomes são muito semelhantes. Linguisticamente, isso é um grande exagero. Saturn deriva do latim Saturnus, significando “o semeador”. Satan deriva do significado da palavra hebraica “o acusador”. Linguisticamente, eles não estão conectados, mas o que representam está intimamente relacionado.

Satanás é o adversário de Deus; Saturno é o adversário do Sol. Tanto Satanás quanto Saturno representam a guerra cósmica/espiritual das trevas contra a luz. Como Satanás se associou à personificação do bode? Tudo deriva de Saturno/Capricórnio. Para entender melhor essa conexão, precisamos explorar diversas divindades saturninas e seus atributos personificados.

Primeiro, vejamos Moloch. Na Bíblia hebraica, Moloch é associado à passagem de crianças pelo fogo. Crenças judaicas e cristãs posteriores fundem Moloch com Baal-Hammon. Ambas as divindades saturninas são personificadas por uma figura com chifres, semelhante a um carneiro/cabra. Muitos acreditam que nossa personificação moderna do Diabo é fortemente influenciada pelo deus grego da natureza, Pã.

Pã era representado com pernas e cascos de cabra, sustentando um corpo humanoide com chifres e barba. Ele representava a natureza e o instinto crus, a sexualidade indomável e o “limite selvagem” da realidade. A Igreja Cristã associou o Diabo à imagem física de Pã, ao peso moral de Baal/Moloque (idolatria, sacrifício de crianças, etc.) e ao papel de Saturno. O clássico Diabo cristão medieval tornou- se o corpo de Pã com a alma de Moloch/Saturno.

Mais tarde, a teologia oculta nos deu o Baphomet — um símbolo oculto deliberadamente construído que representa conhecimento iniciático, reconciliação de opostos e domínio da natureza material/animal.

O simbolismo do Baphomet é importante para entender:

  • Cabeça e chifres de cabra = Pã/Capricórnio
  • Androginia (masculino/feminino) = unidade dos opostos (casamento alquímico)
  • Torso humano com asas = dualidade angélica/demoníaca
  • Tocha entre os chifres = iluminação, luz luciferiana, conhecimento oculto
  • Um braço para cima, um braço para baixo = o princípio hermético, “como acima, então abaixo”
  • Caduceu = símbolo fálico que representa força vital, poder gerador, energia sexual

O Baphomet representa Saturno. A cabra é o signo de Saturno/Capricórnio. Os chifres e a posição semelhante a um trono representam Saturno como limite, juiz e mestre da forma. As ordens e elites ocultas que o Baphomet representa simbolizam Saturno como o senhor do segredo, dos portões e da iniciação.

O papel de Saturno nas religiões abraâmicas

Não vemos Saturno apenas na mitologia antiga, na astroteologia e nas tradições ocultas, também vemos a presença de Saturno nas três principais religiões abraâmicas. A Torá fala repetidamente contra o sacrifício de crianças a Moloque. Você vê isso claramente em Levítico 18:21 e 20:2–5. Também vemos a condenação de Baal-Hamom em outros capítulos da Bíblia.

Amós 5:26 acusa Israel de carregar secretamente a estrela de Kaiwan, o nome mesopotâmico do planeta Saturno. A tradução grega chama esse deus de Rephan ou Remphan; os primeiros escritores cristãos confirmam que isso se refere a Saturno. Esta é uma clara referência bíblica a certos israelitas que participam de um culto saturnino.

E o sábado? A semana de sete dias atribuída aos deuses do planeta começou na Babilônia. No sistema babilônico, Saturno governou o sétimo dia. Quando Roma mais tarde adotou a semana de sete dias e latinizou os nomes dos deuses dos planetas, o sábado judaico caiu no dia de Saturno (sábado).

No Novo Testamento, vemos vários exemplos de repreensão de deuses planetários. Na versão padrão inglesa, o apóstolo Paulo refere-se repetidamente a não estar mais vinculado a ‘princípios elementares’ — Gálatas 4:3, Colossenses 2:8 e Colossenses 2:20. Diferentes versões da Bíblia usam palavras diferentes, todas apontando para o mesmo significado — estoicheia, significado ‘governantes elementais.’ Cristo é aquele que ‘quebra a prisão da lei cósmica e do tempo’; Saturno é a divindade planetária ‘ligada à lei’.

No mundo greco-romano, o sábado caiu ‘O Dia de Saturno.’ Em Marcos 2:28, Jesus declara ser ‘Senhor do sábado.’ Alguns teólogos interpretam isso como significando: Cristo sobre Saturno = Graça sobre a Lei = Libertação sobre a Escravidão. Os primeiros Padres da Igreja Cristã interpretavam abertamente os deuses romanos como anjos caídos e demônios. Com o tempo, as características de Saturno tornaram-se associadas ao Diabo da cabra com chifres.

Em 610 d.C., Maomé recebeu sua primeira revelação do arcanjo Gabriel em uma caverna perto de Meca — isso marca o nascimento do islamismo. O Islã nasceu em uma região já moldada pela astroteologia babilônica, siríaca e greco-romana. Embora o Islão rejeitasse claramente todo o culto planetário, a memória cultural destes sistemas antigos estava firmemente implantada nas regiões circundantes.

Mais tarde, cientistas islâmicos estudariam a astronomia grega e babilônica antiga porque queriam entender melhor o universo. Foi aqui que aprenderam que o planeta Saturno era frio, movia-se lentamente, era o planeta mais externo e carregava forte influência. Eles nunca incorporaram isso em suas crenças; eles continuaram a rejeitar todo significado religioso relacionado a planetas e deuses pagãos.

A lei islâmica carrega as mesmas características arquetípicas de Saturno — lei divina, prática disciplinada, diretrizes morais e ritual diário estruturado. Embora isso corresponda ao arquétipo de Saturno, não há influência religiosa direta documentada do planeta.

Cubo preto de Saturno

Quando você faz pesquisas básicas sobre a adoração saturnina, inevitavelmente se deparará com a conexão do cubo preto. Este é um assunto delicado quando se trata de Meca. Vamos primeiro abordar as raízes muçulmanas da Caaba. Não há nenhuma conexão tangível com a adoração a Saturno quando se pesquisa honestamente as raízes muçulmanas da Caaba. Por uma questão de tempo, não vou entrar no significado histórico e religioso da Caaba; é importante notar que a adoração a Saturno não tem raízes significativas na religião islâmica.

A adoração a Saturno é fortemente mencionada quando se fala sobre a Caaba Islâmica e a Estrela de Davi judaica. Ambas as conexões foram criadas no final do século XIX com base na numerologia esotérica, encontrada principalmente em textos antimaçônicos. Isto não significa que não sejam significativos ou importantes para o culto saturnino; significa que não estão diretamente enraizados na história religiosa das religiões muçulmana ou judaica.

Primeiro, vamos entender melhor a conexão simbólica de Saturno com o cubo preto. O cubo preto representa geometricamente Saturno como estabilidade, permanência, limite e contenção — seis faces iguais, doze arestas e oito cantos (ordem, simetria, estrutura). O preto simboliza sigilo, mistério, morte e vazio.

A estrutura fechada e opaca representa a ordem oculta, o controle invisível e a prisão invisível da matéria. No ocultismo ocidental, o cubo preto é frequentemente usado como um símbolo de Saturno em forma material — o sistema denso, estruturado e finito no qual a alma está aprisionada. As religiões abraâmicas usaram o cubo preto em seus rituais. A tradição judaica usa pequenos cubos pretos (tefilin) cheios de passagens da Torá durante a oração como um símbolo da aliança de Deus e da lembrança de Sua lei.

Os muçulmanos encaram o cubo coberto de preto em Meca (a Caaba) em oração, que é considerado o local mais sagrado do islamismo e está ligado à tradição de peregrinação abraâmica. Embora alguns especulem sobre as raízes saturninas ocultas neste simbolismo, não há evidências históricas sólidas disso. A ideia desses cubos como ‘prisões de matéria’ é encontrada principalmente nos escritos de pensadores ocultistas e gnósticos modernos, não na teologia judaica ou islâmica dominante.

O hexágono no pólo norte de Saturno

Em 1980, a Voyager One da NASA capturou uma imagem nítida de um hexágono no polo norte de Saturno. Em 1982, seu ônibus espacial Voyager Two confirmou esta descoberta. Mais tarde, ocultistas e escritores esotéricos começaram a associar o planeta Saturno ao hexágono. O hexágono e o cubo preto ficaram unidos porque um hexágono pode se desdobrar em um cubo. Revisitaremos novamente o significado do hexágono em breve, quando olharmos para a Estrela de Davi.

Simbolismo do cubo preto em logotipos corporativos

Vemos o cubo em muitos logotipos corporativos. Alguns dizem que o cubo é apenas uma opção de marca memorável e prática. Outros acreditam que esses são símbolos saturnicos esotéricos que representam controle corporativo, estrutura e centralização.

Vejamos algumas das corporações que utilizam o cubo, e você pode tirar suas próprias conclusões sobre o que você acha que esses gigantes corporativos representam: Microsoft (Bill Gates), IBM, NeXT (Steve Jobs), Unity (motor de jogo) e Nvidia. Estas são algumas pequenas corporações que têm uma influência incrível em nossa sociedade moderna ‘sistema.’ Quem tem mais influência? BlackRock!

Talvez devêssemos também analisar mais de perto a agência de inteligência Black Cube, fundada por Israel. Esta empresa “de inteligência boutique” opera com inteligência corporativa e política de alto risco. Eles não representam a essência de Saturno — sigilo, opacidade e operações ocultas dentro de um ‘cubo’ de confidencialidade?

Convido você a ver o mundo ao seu redor com novos olhos. Da próxima vez que você vir um cubo preto, preste atenção onde ele está e qual empresa ou instituição ele representa; então pergunte a si mesmo se essa organização representa os princípios saturnianos.

A Estrela de Davi

Outro símbolo que foi associado a Saturno é a Estrela de Davi. A estrela de seis pontas, também vista como um hexagrama, tem uma longa história. Vimos esta estrela por alguns milhares de anos antes de ela se tornar conhecida como ‘a Estrela de Davi’

Um dos primeiros exemplos históricos da estrela de seis pontas foi encontrado no que hoje é a Armênia, no terceiro milênio a.C. Era uma decoração no cabo da adaga de Verin Naver. Não está claro qual era o significado exato; a maioria dos estudiosos acredita que era cosmológico ou um motivo protetor, não um símbolo divino específico.

Mais tarde, vemos hexagramas aparecerem no budismo, hinduísmo e jainismo como representantes do céu e da terra, masculino e feminino, e do espírito e da matéria (‘como acima, assim abaixo’ em ensinamentos esotéricos). Mais tarde, vemos isso na arquitetura cristã como o ‘estrela da criação.’ Até onde sabemos, a estrela de seis pontas era um símbolo da geometria sagrada geral e da cosmologia — sem ligações com Saturno ou com o judaísmo primitivo.

No final do século III e IV d.C., começamos a ver hexagramas aparecerem como esculturas decorativas em sinagogas como Cafarnaum. Essas esculturas geralmente aparecem ao lado de pentagramas e padrões do tipo suástica. Não há nenhuma indicação clara neste momento de que o hexagrama era um símbolo exclusivamente judaico ou tinha peso teológico especial.

Foi somente em 1354 que vimos o hexagrama se tornar um claro emblema comunitário do judaísmo. Naquele ano, o Sacro Imperador Romano Carlos IV concedeu aos judeus de Praga o direito de ter sua própria bandeira, e eles escolheram uma bandeira vermelha com um hexagrama branco. Este é o primeiro caso inequívoco em que o hexagrama funciona como um símbolo público de uma comunidade judaica. Antes disso, o ‘Magen David’ (Escudo de Davi) em textos judaicos se referia a certos salmos ou ao próprio Deus como protetor de Davi; somente mais tarde o termo passou a ser associado a essa forma geométrica específica.

Nos séculos XVII e XVIII, o hexagrama era amplamente utilizado nas comunidades judaicas asquenazes como emblema comunitário. Durante o século XIX, especialmente no contexto da emancipação judaica na Europa, a Estrela de Davi foi cada vez mais adotada como um símbolo do orgulho e da identidade judaica. O Primeiro Congresso Sionista, em 1897, adotou uma bandeira branca com uma Estrela de Davi azul como bandeira oficial do movimento sionista, e esse desenho se tornou a bandeira nacional de Israel em 1948.

Entende-se que o Escudo de Davi representa a proteção de Deus sobre a Casa de Davi. A Estrela de Davi é frequentemente interpretada como Israel alcançando o mundo físico no triângulo ascendente, e a presença divina de Deus alcançando o triângulo descendente. Juntos, os triângulos interligados simbolizam a unidade entre Deus e Seu povo. Na tradição judaica, este símbolo não é saturnino; esses significados relacionados a Saturno vêm de reinterpretações esotéricas e ocultas posteriores, não do próprio judaísmo.

O Hexagrama Oculto e Saturno

Na astrologia e astronomia clássicas, Saturno nunca foi representado como um hexagrama; era mais comumente representado como um foice (do qual obtemos o Grim Reaper de túnica preta) ou como uma cruz e um crescente.

Depois que a NASA descobriu a tempestade hexagonal no polo norte de Saturno na década de 1980, ocultistas modernos e escritores de conspirações começaram a associar Saturno esotérico ao hexagrama. Foi também nessa época que esses grupos começaram a vincular a numerologia 666 à estrela de seis pontas. Não há evidências históricas conectando Saturno, Cronos ou Kaiwanu a 666 ou ao hexagrama na astroteologia babilônica ou greco-romana, nem há qualquer conexão dentro do judaísmo tradicional. Estas associações são sobreposições simbólicas inteiramente modernas, não ensinamentos antigos.

O Sistema Saturno na Maçonaria

No Império Romano, o híbrido Sol–Júpiter tornou-se o deus que adoravam. O deus Saturno, que também é Cronos, tornou-se o sistema dentro do qual o Império operava. Esse sistema ainda nos governa hoje. Hoje, o sistema saturnino tornou-se o principal deus de adoração.

Na época greco-romana, os cultos dedicados a Saturno foram para a clandestinidade, para escolas de mistérios ocultos. O conhecimento oculto tem sido ensinado a cada geração desde então. Essas escolas de mistérios se ramificaram em diferentes sociedades secretas e diferentes seitas dentro de seus nomes. A sociedade secreta com a qual estamos mais familiarizados, e da qual temos visto evidências consideráveis em termos de poder e influência no sistema, são os maçons. Somente os graus mais elevados de sua ordem aprendem o verdadeiro conhecimento esotérico das antigas escolas de mistérios.

Quando um iniciado maçom se eleva acima dos três primeiros graus da pirâmide, ele tem a opção de seguir um de dois caminhos separados de aprendizado: o Rito de York ou o Rito Escocês. Se escolherem o Rito de York, aprenderão os segredos mais alinhados com os Cavaleiros Templários e outros ensinamentos cristãos em camadas. Se escolherem o caminho do Rito Escocês, aprenderão filosofia esotérica influenciada pelo Hermetismo, Cabala, Cristianismo esotérico, astroteologia, etc.; esta parece ser a influência mais dominante nos nossos sistemas operacionais globais.

Chamar a Maçonaria de culto a Saturno seria impreciso. A Maçonaria é um sistema complexo de crenças que se desenvolve camada por camada à medida que seus iniciados sobem sistemática e ritualmente na pirâmide. A estrutura e o simbolismo saturninos permeiam toda a sua religião (embora afirmem não ser uma religião).

Anteriormente discutimos a estreita correlação entre Saturno e o Diabo. O Diabo é Lúcifer; Os maçons servem Lúcifer nos mais altos níveis de suas crenças — o ‘Soberano Grande Comandante do Rito Escocês’ Albert Pike afirma isso claramente nas últimas páginas de seu texto maçônico, Moral e Dogma.

Grande parte do simbolismo maçônico tem múltiplos significados. Alguns símbolos que apontam para Saturno são os pisos xadrez preto e branco (dualidade da lei saturnina), quadrado e bússola (sigilos do arquiteto/demiurgo) e pilares e arcos (portais para templos planetários). Estes são apenas alguns dos símbolos que podem estar ligados a Saturno. Os maçons adoram o “Grande Arquiteto”; alguns acreditam que este demiurgo tem como tema Saturno devido à sua influência na lei, geometria e estrutura.

É difícil dizer quem participou da criação do sistema moderno que nos controla hoje. Vemos influência babilônica, romana e maçônica em todo o sistema ocidental que tomou conta da maior parte do mundo.

O Templo de Saturno Governando o Mundo Moderno

O sistema governado por Saturno que aprisiona nossas almas é um sistema de:

  • Tempo
  • Lei e Ordem
  • Autoridade e Hierarquia
  • Contratos e Juramentos Vinculativos
  • Restrição e Limitação
  • Dívida e Punição
  • Colhendo o que é semeado
  • Materialismo
  • Controle invisível
  • A Fronteira que Separa o Físico do Divino

Saturno é o Grande Arquiteto do sistema que impõe impiedosamente regras, ordem, limites, ciclos, prazos e consequências. Ele exige o sacrifício do seu tempo para proteger o governo dele. Ele é o pai das instituições e estruturas que doutrinam a nossa juventude e mantêm a sua lealdade ao longo da vida.

Quando a alma encarna na forma humana, entramos no domínio de Saturno…

“O deus deste mundo cegou as mentes daqueles que não crêem, para que não possam ver a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” — 2 Coríntios 4:4

Quando Paulo chamou Satanás de “deus deste mundo”, ele pode muito bem estar falando de Saturno. Saturno é o deus que adoramos hoje porque servimos ao sistema construído à sua imagem. Satanás tem demônios para proteger seu poder manipulando os humanos dos reinos invisíveis. Saturno tem instituições, corporações e tempo para proteger seu poder manipulando os humanos no reino físico:

  • Bancos
  • Governos
  • Sistemas escolares controlados pelo governo
  • Direito
  • Burocracia
  • Contratos
  • Dívida
  • Vigilância
  • Estruturas de Autoridade
  • Relógios de ponto, ciclos de folha de pagamento e trimestres fiscais
  • Relógios e Calendários

Não é de admirar que a BlackRock tenha as mãos sujas profundamente enraizadas no controle deste sistema ‘Black Cube’.

O Senhor das Túnicas Negras

Vemos Saturno sendo idolatrado e louvado a partir da perspectiva de cima para baixo do cubo negro: o quadrado negro. Os chapéus de formatura são uma homenagem a Saturno; este é um ritual maçônico no qual o chapéu de formatura representa o barrete do pedreiro. O ritual possui um duplo simbolismo. O barrete em suas cabeças representa a transição para a condição de construtor da sociedade, à medida que se graduam para o sistema saturnino, representado pelo chapéu quadrado preto e pelas vestes pretas.

Saturno é conhecido como ‘Senhor das Túnicas Negras’. Os alunos vestem as vestes pretas à medida que se formam em seu sistema. Os juízes prestam homenagem vestindo suas vestes pretas e sentando-se elevados acima de seus súditos, mantendo a lei de seu sistema. Muitos estudiosos esotéricos acreditam que os padres católicos usam vestes pretas representando os sistemas saturnianos encontrados na Igreja Católica (isso não é confirmado pela igreja).

Saturno também é conhecido como ‘Senhor da Morte.’ O Grim Reaper é uma versão antropomorfizada de Saturno. No mundo antigo, ele era simbolicamente uma foice. O homem vestindo túnicas pretas com capuz e carregando uma foice para removê-lo de seu organismo está conectado à antiga crença astroteológica de que Saturno é o primeiro deus planetário pelo qual sua alma é julgada quando você deixa a vida terrena.

O Senhor dos Anéis

Saturno é o ‘Senhor dos Anéis’. As coroas dos reis’ representavam seu governo sobre o sistema de leis de Saturno; mais tarde, para muitos reis, a coroa representaria o Sol. Os anéis eram comumente usados como rituais de ligação sob as leis de Saturno. Os anéis rosacruzes e maçônicos representam a conclusão da iniciação. Anéis de classe/graduação são símbolos de iniciação saturnica. Seus brincos são símbolos que representam ‘ouvir’ Saturno.

Na Roma antiga, eles usavam rituais de alianças de casamento saturnicas como um contrato que vinculava a esposa ao marido e garantia que ele fosse dono dela (somente a esposa usava a aliança). O cristianismo primitivo herdou involuntariamente muitos costumes greco-romanos e judaicos. Em nenhum lugar do Novo Testamento as alianças são equiparadas ao casamento, sua aliança de casamento é um contrato vinculativo segundo a lei de Saturno.

Influência de Saturno ‘Preto’ nas Finanças

E quanto à influência de Saturno nas finanças? O preto representa o lado bom de Saturno. É por isso que tudo de bom no sistema monetário saturnino é “preto”. Quando sua empresa é lucrativa, você está “no azul”. Você obtém as melhores vendas do ano na “Black Friday”. Os varejistas operam no “vermelho” durante a maior parte do ano; no dia ritualístico seguinte ao Dia de Ação de Graças, eles se recuperam e voltam ao “azul”. Simbolicamente, a Black Friday é quando o grande devorador é alimentado.

Depois de sua barriga estar cheia, logo o honramos com as celebrações da Saturnália (Natal). Você sacrifica seu tempo a Saturno/Cronos o ano todo, colhendo os frutos, e então oferece a ele o que semeia (dinheiro); você é recompensado com a gula e a depravação da Saturnália. A hipoteca da sua casa é um dos rituais saturninos por excelência. Você se compromete com um abrigo presente, sacrificando décadas do seu tempo futuro. Troca vinte a trinta anos, medidos em ciclos mensais fixos, garantidos por um contrato vinculativo imposto por lei.

Esse juramento vinculativo limita você a um local fixo, restringindo-o a uma longa obrigação financeira, submetendo-o a uma hierarquia autoritária e ameaçando-o com as consequências de penalidades caso quebre o juramento. Para colher os frutos de um abrigo, você semeia um pagamento mensal; se atrasar os pagamentos, o banco (uma instituição saturnina) torna sua vida sombria, tomando sua casa.

O Templo Vivo de Saturno

O mundo que você e eu vivenciamos é o templo vivo de Saturno. Os impérios antigos e as sociedades secretas modernas que mantiveram o poder durante séculos moldaram sistematicamente as sociedades para se alinharem com a vibração de Saturno — limitação, restrição, lei, consequência, peso, densidade e assim por diante.

As elites ocultas têm usado a astroteologia como tema central nas suas crenças e rituais. Aleister Crowley frequentemente se referia a Saturno como o “porteiro” ao conhecimento superior; não foi feito para ser adorado, apenas suportado ou dominado. Os maçons se esforçam para dominar a energia de Saturno para manter e aumentar seu poder e influência neste mundo. Eles influenciaram os sistemas mundiais a serem moldados como cubos pretos geométricos que nos mantêm restritos e controlados, enquanto seus iniciados de mais alto grau se tornam “Mestres do Templo”.

Anton LaVey usou propositalmente o simbolismo de Saturno na Igreja de Satanás — cabras, pentagramas invertidos, tudo preto e câmaras rituais que lembravam templos saturnianos. Suas filosofias centrais estavam focadas na hierarquia, na autoadoração e no fortalecimento do ego.

Saturno é o mestre do ego

Diz-se que Saturno é o “cristalizador do ego”. Na astroteologia oculta, Saturno está frequentemente intimamente ligado à Lua — são essas duas forças cósmicas trabalhando juntas que selam a Matrix de controle. Saturno constrói a prisão (sistema), e a Lua é o ditador interior.

A Lua governa o ego — ciclos, emoções, instintos e comportamento subconsciente. Reflete a frequência de Saturno e modula a consciência para fazer o sistema sentir “normal”. As culturas antigas viam a Lua como a guardiã das ilusões, o véu entre os mundos, a doadora de hábitos e a controladora das marés, da fertilidade e do humor humano. Saturno é o arquiteto desse sistema limitante, e a Lua é a interface psicológica que nos mantém participando inconscientemente.

O antigo Saturno era o ‘Pai severo’; Saturno moderno é o ‘Crítico Interno.’ Saturno nos treina para nos punirmos através da vergonha, culpa, autocrítica e medo das consequências. É assim que o sistema sobrevive; ele não precisa gastar energia nos regulando, porque regulamos a nós mesmos e uns aos outros com muito mais severidade do que um sistema externo jamais poderia. Sem Saturno, não há ego; quando Saturno é exaltado, o ego se torna nossa prisão.

Não podemos escapar da prisão do cubo preto

Enquanto nossas almas estiverem confinadas dentro desta prisão física, não poderemos escapar completamente do sistema de cubos pretos; podemos, no entanto, limitar quanto dele servimos. Contanto que você reserve um tempo para ser seu mestre e uma distração para mantê-lo subconscientemente controlado, você será escravo de Saturno.

Devemos estudar, aprender e praticar a experiência consciente desta realidade física. Quanto mais você aprende a viver conscientemente — e não como um fantoche do seu condicionamento subconsciente e propaganda financiada pela elite — mais você pode escolher a quais aspectos das leis de Saturno você se submete e contra quais você se rebela.

Você permitirá que a Lua controle suas emoções e impulsos, fazendo com que você viva impulsivamente para satisfazer seus sentidos físicos dentro do sistema saturnino? Ou você navegará em sua vida de uma forma que construa força interior e resiliência para que você possa enfrentar as tentações do prazer e a coerção do medo e dizer ‘não’?

Você servirá a um mestre. Esta é a natureza do ser humano; você deve escolher se quer servir a Saturno (Satanás) ou servir a Javé (Deus). Não importa se você ou eu acreditamos ou não no governo de Saturno; o que importa é que os poderes humanos que moldam os sistemas e culturas da sociedade acreditam nisso. Você deve primeiro procurar conhecer a si mesmo e depois procurar conhecer as forças que se opõem a você.

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.” — Sun Tzu

Compreendendo o racismo e o ódio extremo contra os gentios na lei talmúdica.

Trump está permitindo que o Irã destrua Israel, o único país que tem armas nucleares no Oriente Médio?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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