O governo Trump renunciou às sanções às compras de petróleo iraniano no mar por 30 dias para aliviar o aumento dos preços do petróleo impulsionado pela guerra EUA-Israel contra o Irã. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que a isenção traria cerca de 140 milhões de barris de petróleo para os mercados globais e ajudaria a aliviar a pressão sobre o fornecimento de energia.
A medida reflete a preocupação da Casa Branca de que o aumento dos preços do petróleo – cerca de 50%, para mais de US$ 100 o barril, o maior desde 2022 – prejudicará empresas e consumidores dos EUA antes das eleições de meio de mandato de novembro, quando os republicanos esperam manter o controle do Congresso. No entanto, a sugestão anterior de Bessent de uma isenção levantou preocupações de que isso poderia beneficiar o esforço de guerra do Irã.
É a terceira vez que os EUA renunciam temporariamente às sanções em cerca de duas semanas. Anteriormente, o país havia aliviado as sanções ao petróleo russo e, na sexta-feira, emitiu uma licença geral permitindo a venda de petróleo bruto e produtos petrolíferos iranianos carregados em navios de sexta-feira a 19 de abril, de acordo com a licença publicada no site do Tesouro dos EUA.
“Ao desbloquear temporariamente esse suprimento existente para o mundo, os Estados Unidos trarão rapidamente aproximadamente 140 milhões de barris de petróleo para os mercados globais, expandindo a quantidade de energia mundial e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre o suprimento causadas pelo Irã,” disse Bessent em uma declaração no X. “Em essência, usaremos os barris iranianos contra Teerã para manter o preço baixo enquanto continuamos a Operação Fúria Épica.”
“O Irã é a cabeça da cobra do terrorismo global e, por meio da Operação Fúria Épica do presidente Trump, estamos vencendo essa luta crítica em um ritmo ainda mais rápido do que o previsto. Em resposta aos ataques terroristas do Irã contra a infraestrutura energética global, o governo Trump continuará a mobilizar o poder econômico e militar dos Estados Unidos para maximizar o fluxo de energia para o mundo, fortalecer o fornecimento global e buscar garantir a estabilidade do mercado“, disse o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.
O Irã não é a “cabeça da cobra” do terrorismo global, é o Império Britânico, que criou uma teocracia islâmica radical no Irã em 1979 e criou o Estado terrorista sionista de Israel em 1948. O Irã e Israel são estados fantoches dos banqueiros da City de Londres. Trump está fazendo ambos se destruírem. Além disso, o criminoso Jeffrey Epstein não era uma agente de inteligência do Irã, mas de Israel.
Iran is the head of the snake for global terrorism, and through President Trump’s Operation Epic Fury, we are winning this critical fight at an even faster pace than anticipated. In response to Iran’s terrorist attacks against global energy infrastructure, the Trump…
— Treasury Secretary Scott Bessent (@SecScottBessent) March 20, 2026
O presidente dos EUA, Donald Trump, que apoia oficialmente Israel na guerra contra o Irã, decidiu suspender as sanções ao petróleo iraniano. Em termos concretos, isso significa que os petroleiros iranianos que já estão no mar agora poderão vender seu petróleo aos Estados Unidos, uma decisão que renderá ao governo iraniano a impressionante quantia de 14 bilhões de dólares. Os Estados Unidos, que, convém reiterar, estão supostamente em guerra com o Irã, estão suspendendo as sanções contra seu “inimigo”, fornecendo-lhe os fundos necessários para travar não uma, mas dez guerras contra Israel, que está cada vez mais em apuros e cada vez mais isolado.
A suposta mudança de regime que o Mossad queria implementar, deveria ter ocorrido durante essa operação, por sua vez, não se materializou. Israel queria instalar no poder Reza Pahlavi (nascido em 1960) o filho mais velho de Mohammad Reza Pahlavi, o último Xá (rei) do Irã, deposto pela Revolução Islâmica de 1979. Parece bastante evidente que há algo de errado com a narrativa oficial, usada por Trump para declarar seu apoio ao Estado judeu, deixando-o, em vez disso, à mercê dos mísseis iranianos, que hoje continuam a cair impiedosamente sobre as cabeças dos israelenses, apesar das alegações de suposta destruição de alvos iranianos.
Trump revela-se mais uma vez um estrategista sutil, um dos mais hábeis na arte da dissimulação, da qual já provou ser um mestre absoluto em mais de uma ocasião. Trump embaralha as cartas, confunde seus inimigos e realiza uma série de operações psicológicas e manobras de desinformação para se livrar das armadilhas incendiárias preparadas por seus adversários, que, pontualmente, ficam de calças curtas, realizando uma partida que nunca consegue provocar o conflito que esses belicistas tanto desejam.
Uma vez desmascarada a chamada “aparência”, as máscaras que servem para enganar os inimigos do presidente, uma estratégia refinada de desmantelamento e redução gradual do Estado judeu e de sua liderança satânica descontrolada à impotência torna-se cada vez mais evidente. Essa liderança, como se verá mais claramente em breve, vem operando há algum tempo não com base em qualquer linha geopolítica lógica, mas por fanatismo religioso, numa busca frenética pela realização de um plano messiânico demoníaco de dominação do Oriente Médio e do mundo inteiro.
É evidente que uma violenta guerra psicológica e física vem sendo travada nos Estados Unidos nos últimos dez anos entre Donald J. Trump e as forças armadas que o apoiam, e toda aquela densa rede de lobbies sionistas, incluindo a poderosa seita messiânica satânica Chabad Lubavich e o agressivo AIPAC, que têm sido os verdadeiros tomadores de decisão da política externa americana desde a Segunda Guerra Mundial. Os sionistas são os inimigos do “América Primeiro” do movimento MAGA de Trump.
Esta guerra nunca foi sobre armas nucleares, se trata de expor e, em última análise, desmantelar o poder que Israel tem sobre os Estados Unidos. Trump está ajudando o Irã a destruir o Estado terrorista sionista de Israel, o único no Oriente Médio que possui um arsenal de armas nucleares. O Irã nunca chantageou outras nações com armas nucleares porque não as possui! Mas Israel sim. Acho que essa guerra é mais sobre Israel do que o Irã. Os sionistas chantageiam os EUA há décadas.
- Os EUA permitirão que Irã receba 14 bilhões de dólares na receita do petróleo,
- Esta é uma enorme concessão financeira dos EUA ao Irã,
- É a primeira vez que os EUA compram petróleo iraniano desde 1996,
- E tudo isso está acontecendo no meio de uma guerra contra o Irã.
Quem começou essa guerra contra o Irã foi Israel e não os EUA. O presidente Trump postou em sua página no Truth Social que os EUA estão muito perto de atingir seus objetivos e considera reduzir seus esforços militares na guerra contra o Irã. Mísseis iranianos caíram sobre Dimona, a vila onde estão localizadas as infames usinas nucleares israelenses. Primeiro Trump levanta as sanções ao petróleo iraniano, depois chegam outros mísseis. Com a decisão maluca de travar guerra contra o Irã, os sionistas de Israel cometeram harakiri. O Irã provou que consegue atingir o alvo mais sensível e protegido de Israel.
Presidente do parlamento iraniano
“Se o regime israelense falhou em interceptar os mísseis na área altamente protegida de Dimona, operacionalmente é um sinal de entrada em uma nova fase da batalha: os céus de Israel estão indefesos. Como resultado, parece que chegou a hora de implementar os próximos planos pré-desenhados.”

O financiamento de Netanyahu para o Hamas via Catar permitiu a invasão em 7 de outubro, revelou a Shin Bet (Agência de Segurança de Israel). O Hamas é a oposição controlada criada e financiada pelos sionistas de Israel para se fazerem de vítimas perante o mundo.
Netanyahu disse que investigaria o ataque de 7 de outubro após o fim da guerra em Gaza. Mas ele começou outra guerra massiva contra o Irã, o Líbano etc. Ele tem se oposto consistentemente à formação de uma Comissão Estatal de Inquérito independente, conforme solicitado pelas famílias das vítimas e por líderes de ambos os lados do espectro político, pressionando, em vez disso, por um grupo cuidadosamente selecionado de investigadores partidários.
A liderança israelita não quer qualquer responsabilização e Netanyahu provou outra guerra para garantir que o seu dia de acerto de contas nunca chegue, e o mundo nunca terá a história completa por detrás de como aconteceu o dia 7 de Outubro.(Netanyahu demitiu o chefe do Shin Bet logo após a publicação do artigo abaixo. A Suprema Corte israelense considerou a demissão ilegal.)

Netanyahu forneceu US$ 35 milhões por mês ao Hamas via Catar, usando os dólares de impostos dos americanos e disse aos investigadores: “Isso é confidencial e não pode vazar, ok? Temos vizinhos aqui, inimigos jurados. Estou constantemente passando mensagens para eles. Eu os confundo, os engano, minto para eles e depois os BATO na cabeça.”
• Netanyahu trabalhou para manter GAZA sob o controle do HAMAS. E manter a Cisjordânia sob o controle do Fatah com o objetivo de impedir que eles se unam.
• Netanyahu providenciou que o Hamas recebesse US$ 35 milhões de dólares todos os meses do Catar —— malas de US$ 35 milhões em moeda americana, todo mês.
“Como o Catar o conhecia bem, eles o fizeram fazer o pedido por escrito porque sabiam que ele mentiria no futuro.” O resultado? Mais de US$ 1 BILHÃO foram para as mãos do Hamas… avanço rápido — 7 de outubro.
OH. MY. GOD. There it is… from his mouth
🚨 Netanyahu Funded Hamas $35M a Month via Qatar, using U.S. Tax Dollars, and tells Investigators:
“This is confidential and can’t be leaked, okay? We have neighbors here, sworn enemies. I’m constantly passing them messages. I confuse… https://t.co/pROxaO7aWY pic.twitter.com/sMK8xMZmvd
— MJTruthUltra (@MJTruthUltra) March 28, 2026
Os arquivos Bibi, fitas de interrogatório policial vazadas nunca antes vistas de Netanyahu e sua família. As batalhas legais em curso do primeiro-ministro israelita sobre suborno, fraude e quebra de confiança sugerem que as suas acções são motivadas pela ambição pessoal e sobrevivência política, à custa da moralidade.
Alex Gibney recebeu 1.000 horas de vídeos de interrogatórios de Benjamin Netanyahu pela polícia secreta. Eis o que ele encontrou.
0:00 Imagens vazadas do interrogatório policial de Netanyahu
10h30 Netanyahu sabia dos ataques de 7 de outubro antes que eles acontecessem?
13:35 A Guerra do Irã é uma tentativa de Netanyahu de permanecer no poder?
15:21 Os israelenses gostam de Netanyahu?
16:44 Quais são as opiniões religiosas de Netanyahu?
20:31 A tentativa de Netanyahu de matar o documentário
26:48 Gibney sofrerá alguma consequência por fazer este documentário?
Equipes de resgate socorreram moradores presos no local do impacto em Dimona. Centenas de feridos, incluindo crianças. “Um crime de guerra flagrante” disse o Ministério das Relações Exteriores de Israel. Para os sionistas hipócritas, matar crianças israelenses é um crime de guerra, mas matar crianças palestinas é aceitável. Entendeu?
O movimento messiânico judaico Chabad Lubavich, que apoia fortemente o Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, leva a escatologia judaica totalmente a sério. O Chabad Lubavich é uma seita sionista racista supremacista genocida que incita o ódio contra os “goyim” (gentios) se referindo a eles como animais sem alma que servem apenas para servir os judeus.
De acordo com a escatologia judaica, o conceito de redenção — reparar os próprios pecados para retornar às boas graças de Deus — se aplica não apenas aos indivíduos, mas também à terra de Israel e seu povo. Entretanto, antes que os judeus possam ser redimidos e abençoados pela tão esperada “chegada do Messias”, eles devem sofrer punição por seus pecados. Para aplicar essa punição a si mesmos, os judeus devem liberar seus impulsos pecaminosos a tal ponto que isso se torne óbvio e inegável para todos. Então, o mundo inteiro se voltará contra Israel e exigirá que ele seja punido. Isso desencadearia o Armagedom.
Somente quando o povo de Israel for obrigado a pagar por seus pecados eles poderão ser redimidos e merecer a chegada do Messias prometido. Aparentemente, um segmento significativo de judeus religiosos acredita nisso e alguns dos seus rabinos exerceram uma influência considerável na política israelita. Um deles era o falecido Rabino Menachem Mendel Schneerson que declarou a Benjamin Netanyahu que ele seria o último líder de Israel antes da chegada do Messias. Ele também declarou que 2 de outubro de 2027 era o prazo final para a “redenção” de Israel: a punição e o sofrimento deveriam estar prontos até lá e o Messias teria que ser oficialmente reconhecido como tendo chegado.
A verdade é que o Chabad Lubavich é um culto satânico disfarçado que prega o sacrifício de milhões de gentios e judeus num holocausto nuclear para acelerar a vinda de seu “Messias Lúcifer/Satanás” para reinar sobre os escombros da humanidade no Terceiro Templo em Jerusalém. São esses fanáticos lunáticos que estão no comando de Israel e são apoiados por membros das elites maçônicas satânicas Illuminati, como os Rothschild e Rockefeller.
O rabino Schneerson não era uma figura marginal; ele era o líder do movimento Chabad-Lubavich do judaísmo; ele foi extremamente influente e transformou o Chabad em um dos maiores movimentos judaicos do mundo. Seus ensinamentos foram levados muito a sério por seus seguidores. Benjamin Netanyahu, pelo menos ostensivamente, foi um deles. Um vídeo de 1990 apresenta uma breve conversa entre os dois homens, na qual Schneerson pergunta ao jovem Netanyahu como as coisas estão progredindo, implorando-lhe que apresse a chegada do “Messias”. Netanyahu concorda que fará o que puder.
Os uniformes das forças armadas israelenses exibem o símbolo do “Messias”. A bandeira do Messias (em hebraico: דגל המשיח) é uma bandeira e um símbolo religioso usado por membros que se afiliam ao messianismo satânico Chabad. A bandeira foi desenhada e impressa pela primeira vez em 1994 por Yaakov Ben Ari, um rabino Chabad de Kiryat Malachi e emissário dos kibutzim em Israel.
O propósito da bandeira é conscientizar sobre a vinda da figura há muito aguardada pelo mundo sionista, o tal “Messias” é o Rebe Menachem Mendel Schneerson, que faleceu em 1994, aos 92 anos, e “ressuscitará dos mortos” para comandar o mundo, segundo os sionistas fanáticos do Chabad. A obsessão com o Messias será a ruína de Israel.


Após o ataque ao Irã, Netanyahu declarou com satisfação que este era o momento que ele esperava há 43 anos. O que devemos reconhecer, porém, é que o Chabad Lubavich não representa exatamente o judaísmo dominante. Um grande segmento da comunidade religiosa judaica tem as mesmas crenças escatológicas essenciais, mas com uma diferença muito importante: a criação do reino judaico não deve ser realizada através das ações dos homens. Isso deve ser feito por Deus. Portanto, eles se opõe apaixonadamente ao projeto sionista e ao seu conceito de “redenção ao pecado” Infelizmente, por alguma razão, estes judeus são consistentemente marginalizados e atacados por judeus sionistas.
Eles não têm voz nem influência nas políticas israelenses ou americanas. Na verdade, a maioria das pessoas nem sequer tem consciência deles ou de seus ensinamentos. O resultado é que Israel está tendo sucesso em uma coisa: atrair a ira do mundo sobre si mesmo. Os princípios fundamentais da religião judaica, que são a justiça e a compaixão, estão a ser abafados por aqueles que procuram a redenção através do pecado e o triste subproduto de tudo isto é o aumento do anti-semitismo.
Com o tempo, isso poderá resultar na concretização da profecia de Henry Kissinger de 2012: que Israel deixaria de existir sem o apoio financeiro e militar dos EUA, e é isso que Trump deseja. O Estado sionista de Israel foi criado pelo Império Britânico, mas depois de sua fundação em 1948, os maçons britânicos jogaram a responsabilidade de proteger Israel de seus vizinhos muçulmanos no colo dos americanos, e isso está assim até hoje.
A “Opção Sansão” é a estratégia não declarada de dissuasão nuclear de Israel, que se refere a uma política deliberada de retaliação nuclear maciça como “último recurso” caso a existência do Estado sionista seja ameaçada. Israel lançaria todo o seu arsenal nuclear não apenas contra agressores diretos, mas potencialmente contra grandes cidades de aliadas ou neutras no Oriente Médio, na Europa e nos Estados Unidos.
Esta guerra não se trata das inexistentes armas nucleares do Irã, mas sim do ultra secreto arsenal nuclear de Israel, país controlado pela seita messiânica satânica Chabad Lubavich. É uma situação perigosa, mas e se Israel fosse privado de sua capacidade nuclear, que tem usado para chantagear os EUA e levá-los a guerras intermináveis? Não seria um bom resultado? Acho que esse sempre foi o plano…
O presidente Kennedy exigiu inspecionar o reator de Dimona em 1963, ameaçando cortar a ajuda financeira e militar dos EUA a Israel. Ele foi assassinado naquele mesmo ano. E quem o matou? A CIA e o Mossad.

Desde 1996, Benjamin Netanyahu vem repetindo a mesma ladainha que o Irã está a semanas de desenvolver armas nucleares. Você não poderia inventar isso! Netanyahu é como um disco quebrado. Ele acha que somos todos estúpidos. Ele vem pressionando pela guerra com o Irã há décadas.
Há 30 anos Netanyahu acusa o Irã de estar desenvolvendo armas nucleares para distrair o público que Israel é quem tem um arsenal nuclear. Netanyahu e os sionistas israelenses estão por trás de vários atentados terroristas contra os EUA, sendo o maior deles o atentando de 11 de setembro de 2001. E esse país terrorista se vende como o “maior aliado” dos EUA.
O Irã anunciou que não atacou a base de Diego Garcia, no Oceano Índico. A mídia ocidental, sobre controle de judeus sionistas, divulgaram essa informação falsamente. O Irã não possui mísseis capazes de percorrer 4.000 quilômetros. Israel parece ser um dos poucos países no mundo com tais mísseis. Existe um país que ataca e ameaça outros países, este é Israel.
Absolutely true👇🏻 pic.twitter.com/JnhQ3QJY4o
— Flopop (@florintruth) February 25, 2026
Jonathan Pollard, um espião judeu que roubou segredos militares americanos e os vendeu para Israel, e por isso passou 30 anos em uma prisão federal dos EUA, explica como Israel ameaçou os Estados Unidos com armas nucleares em resposta a um embargo de armas em 1973. Israel recebe bilhões em ajuda dos contribuintes americanos, roubou várias tecnologias americanas para vender aos inimigos dos EUA e não dá nada em troca aos EUA, além de traição, desprezo e ameaças de destruição nuclear. Esse é o Estado sionista criado pelo Império Britânico que se diz o “‘maior aliado” dos EUA.
US-born Jewish spy Jonathan Pollard, who stole US military secrets and sold them to Israel, explains how Israel threatened the United States with nuclear weapons in response to an arms embargo back in 1973. pic.twitter.com/dKshqtTCZO
— ✨Payton Kelly🇺🇸✨ (@paykells) March 3, 2026
Max Blumenthal sobre X:
“Poucas pessoas estão falando sobre o fato de que Israel provavelmente testou uma arma nuclear no mês passado em Dimona e que a maior parte da humanidade está ao alcance de seus mísseis nucleares Jericho III.”
Not enough people are talking about the fact that Israel likely tested a nuclear weapon last month in Dimona and that most of humanity is within range of its Jericho III nuclear missiles pic.twitter.com/uMaYluhkm8
— Max Blumenthal (@MaxBlumenthal) February 22, 2026
Texto de Laura Aboli no Telegram
Quanto mais observo as coisas se desenrolarem, mais sinto que as pessoas estão interpretando mal o que realmente está acontecendo. Todos continuam a reduzi-lo a algo simples: que a proximidade de Trump com Israel significa automaticamente alinhamento, mas não é o caso. Não percamos de vista o principal objetivo de Trump: drenar o pântano, não apenas nos EUA, mas a nível mundial.
Israel é uma grande parte desse pântano. Controla uma enorme rede de poder que opera através da política, da inteligência, do dinheiro, da chantagem, dos meios de comunicação, tudo isso interligado e enraizado profundamente em Washington e muito mais além. Este é o tipo de inimigo que você não enfrenta diretamente, você não poderia, seria suicídio político na melhor das hipóteses e algo muito pior na pior das hipóteses (vamos lembrar de Charlie Kirk), então a ideia de que isso seria tratado de uma forma direta e óbvia nunca fez sentido para mim.
O que faria sentido, no entanto, é algo muito mais estratégico, algo que exija proximidade e não distância, porque não se pode expor algo assim de fora, é preciso chegar perto o suficiente para ver claramente, perto o suficiente para deixar que se revele e, mais importante, perto o suficiente para que outros comecem a vê-lo também.
E é aqui que tudo fica realmente interessante, porque a mudança que estamos testemunhando não vem de onde você esperaria; não são os democratas que lideram esta conversa, não são os críticos habituais de Trump. Vem de pessoas que estão próximas dele há anos, pessoas em quem ele confia, pessoas que tiveram acesso a ele. São eles que falam agora abertamente sobre Israel, sobre influência, sobre pressão, sobre até onde esse alcance realmente vai, mesmo quando isso reflete negativamente para o próprio Trump.
Isso não é algo que as pessoas devam simplesmente deixar de lado, porque levanta uma questão muito maior; por que essas vozes correriam o risco de prejudicá-lo publicamente? Talvez porque haja um processo maior se desenrolando. Se o próprio Trump se manifestasse e dissesse tudo isto diretamente, o país seria imediatamente rejeitado, encerrado antes mesmo de ter a oportunidade de aterrar e, mais importante, estaria a colocar a América em perigo. Lembre-se, Israel é uma ameaça maior do que o Irã, é Israel que tem armas nucleares.
Mas quando a narrativa começa a mudar através de múltiplas vozes, quando as contradições começam a surgir organicamente, quando as pessoas começam a perceber padrões por si mesmas, algo muito diferente acontece, a percepção começa a mudar. Para mim, esta guerra nunca foi realmente sobre o Irã da forma como é apresentada; o Irã parece mais o palco onde algo mais está a acontecer, algo que tem estado a funcionar nas sombras durante muito tempo e que agora está a ser trazido, lenta mas deliberadamente, para a luz.
E talvez seja por isso que tudo parece tão confuso, tão contraditório, porque este não é um conflito convencional com linhas claras e mensagens claras, parece muito mais um processo de exposição. E talvez essa seja a parte que as pessoas ainda não estão preparadas para considerar… que o que à primeira vista parece ser um compromisso pode, na verdade, ser um sacrifício. Porque, para expor algo dessa magnitude, você pode ter que estar disposto a deixar sua própria imagem levar o golpe enquanto a verdade sai por meio de outras vozes.
OCULTO PELA MÍDIA! A situação de Israel após os mísseis iranianos atingirem Tel Aviv e Beersheba
Uma das coisas que considero mais notáveis neste conflito é a contenção das nações vizinhas da região. Temos países como os Emirados Árabes Unidos, o Qatar, a Arábia Saudita e o Bahrein que estão a sentir diretamente as consequências deste conflito, seja através de greves, da instabilidade ou do sangramento económico muito real que o acompanha. O turismo abranda, o investimento hesita, as infra-estruturas são postas em risco e sectores inteiros, da hotelaria à energia, são atingidos. Lugares como Dubai dependem da percepção, da estabilidade, da confiança. E, no entanto, apesar de tudo isto, não estão a reagir da forma que se poderia esperar.
Esta região tem todos os motivos para entrar em espiral. Um passo em falso, uma reação exagerada, e isso se torna algo muito maior, muito mais feio, muito mais incontrolável. Mas, em vez disso, o que estamos a ver é um nível de compostura que parece deliberado, quase coordenado na sua contenção. Quando ouvimos atentamente o Catar, a Turquia, Omã, vemos um padrão; mesmo quando o Irã ataca, mesmo quando eles próprios são afetados, o dedo não se fixa em Teerão… volta para Israel.
Isso, para mim, é revelador. Sugere que estas nações não estão a reagir a acontecimentos isolados porque têm uma compreensão mais ampla do que está a acontecer; eles sabem que este não é um simples conflito entre o Irã e a região, mas algo muito mais complexo e em camadas e estão a escolher, conscientemente, não morder a isca. Porque sim, o Irã é há muito tempo uma força desestabilizadora na região e ninguém finge o contrário. Mas a forma como isso está sendo tratado; a contenção, a recusa à escalada, a linguagem cuidadosa, apontam para uma consciência partilhada de que este momento envolve mais do que apenas o Irã.
Não esqueçamos que estas nações têm uma relação excelente com Trump e penso que sabem que existe uma estratégia complexa em jogo para expor e eventualmente neutralizar Israel. Afinal, é Israel, e não o Irã, quem possui armas nucleares. Eles entendem que o que está acontecendo requer paciência, não reação… e que perder o controle agora iria inviabilizar algo muito mais significativo. Quer as pessoas queiram ou não, a região comporta-se como se soubesse quem é o verdadeiro eixo deste conflito e, em última análise, não é o Irã.
Mensagens do jornalista italiano Cesare Sacchetti no X
Ah, ah. Trump acabou de dar um ultimato a Israel e disse-lhe para não tentar atacar instalações de gás no Irã. Mas eles não estavam lutando a guerra juntos? Porque é que Trump não dá a Israel as armas antiaéreas de que necessita e porque é que diz que bombardeou a ilha de Kharg, que ainda hoje está perfeitamente intacta? Esclareçam-nos, falsos contrainformantes.

Na Ilha Kharg está tudo bem. Nenhuma destruição das forças armadas iranianas, muito menos qualquer destruição das suas bases. O que Trump está fazendo? É muito simples. Ele está a fazer o que fez em Junho de 2025, quando anunciou que tinha bombardeado instalações nucleares iranianas que nem sequer foram tocadas por uma bomba americana. No final da “operação” Trump chegou a agradecer ao Irã.
Desde que a guerra entre Israel e o Irã começou, Trump não destruiu uma única base de mísseis iraniana e nem sequer está a reabastecer as armas antiaéreas de Israel. Por outras palavras, Trump faz declarações bombásticas de destruição de alvos fantasmas iranianos, engana a imprensa sionista e, entretanto, dá ao Irã luz verde para atacar e destruir Israel. No final desta história, Trump terá resolvido o problema dos canhões soltos de Israel.
Sull’isola di Kharg è tutto a posto. Nessuna distruzione delle forze armate iraniane, nè tantomeno nessuna distruzione delle loro basi. Cosa sta facendo Trump? È molto semplice. Sta facendo quello che fece a giugno del 2025, quando annunciò di aver bombardato dei siti nucleari… pic.twitter.com/0cyfvwR01r
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) March 17, 2026
Depois de levantar as sanções ao petróleo russo, o secretário do Tesouro dos EUA, Bessent, anuncia que as sanções ao petróleo iraniano também serão levantadas. Bessent afirmou que seria uma manobra contra o Irã, mas está bastante claro que a remoção das sanções americanas ao petróleo iraniano fará com que centenas de milhões de dólares fluam para os cofres do Irã.
Leia mais: PERDENDO A GUERRA! A verdadeira destruição de Tel Aviv hoje em meio à rígida censura israelense.
Será que Trump teria, portanto, agido contra o Irã para ajudar Israel, fazendo exatamente o oposto do que Israel queria, ou seja, levantando as sanções ao Irã e deixando o Estado Judeu à mercê dos bombardeamentos iranianos? Ainda há alguém que acredita na falsa narrativa da falsa mídia alternativa que está desmoronando dia após dia?
Dopo aver tolto le sanzioni sul petrolio russo, il segretario al Tesoro americano, Bessent, fa sapere che verranno presto tolte anche le sanzioni al petrolio iraniano. Bessent afferma che sarebbe una manovra contro l’Iran, ma è del tutto evidente che la rimozione delle sanzioni… pic.twitter.com/rQs3al76TE
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) March 19, 2026
É oficial. Trump suspendeu as sanções ao petróleo iraniano. Através desta decisão, os Estados Unidos afirmam querer baixar os preços do petróleo, mas na verdade estão ajudando o Irã, trazendo-o de volta aos mercados internacionais e permitindo-lhe ganhar centenas de milhões de dólares com a venda do seu petróleo. Então, vamos recapitular.
Trump está supostamente em guerra com o Irã, mas não fornece armas antiaéreas a Israel, nem trabalha para destruir uma base de mísseis iraniana, e agora está mesmo a levantar sanções ao país com o qual está supostamente em “guerra”. Trump mais uma vez zombou dos seus adversários e mais uma vez trouxe à tona aquela floresta de desorientadores da falsa mídia alternativa que há três semanas falam sobre uma “guerra mundial” iminente e que foram desmascarados pela enésima vez.
Ufficiale. Trump ha tolto le sanzioni al petrolio iraniano. Attraverso questa decisione, gli Stati Uniti dichiarano di voler abbassare i prezzi del petrolio ma di fatto aiutano l’Iran, lo fanno rientrare nei mercati internazionali e gli consentono di guadagnare centinaia di… pic.twitter.com/7DmoN9kvp8
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) March 21, 2026
US$ 14 bilhões. Essa é a quantia que Trump deu ao Irã ao suspender as sanções ao petróleo iraniano e comprar petróleo do país pela primeira vez em 30 anos. Trump deu ao Irã o dinheiro para travar dez guerras contra Israel e deixou Israel sem suprimentos. Por que você não escreve isso agora, quando Trump é um “sionista”, está nas mãos de Israel, de seu genro Kushner, de Peter Thiel, do gato de Netanyahu e de toda a baboseira paga que você vem propagando há anos? Caros charlatães da desinformação, um tsunami está chegando e, além de levar embora a União Europeia e Israel, inevitavelmente também os arrastará.
14 miliardi di dollari. Questa è la cifra che Trump ha dato all’Iran attraverso la decisione di rimuovere le sanzioni dal petrolio iraniano e di comprare per la prima volta in 30 anni il petrolio iraniano. Trump ha dato all’Iran i soldi per fare dieci guerre contro Israele e ha… pic.twitter.com/trMAuZxALs
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) March 21, 2026
Drones misteriosos sobrevoaram a base militar de Fort McNair, em Washington D.C., onde ficam as residências do Secretário de Estado Marco Rubio e do Secretário de Defesa Pete Hegseth, por várias noites nos últimos 10 dias, provocando reuniões na Casa Branca e discussões sobre uma possível mudança de residência. Trump acabou de doar US$ 14 bilhões ao Irã. De onde poderiam vir essas ameaças?
A seita satânica sionista Chabad-Lubavitch controla Israel?
O Chabad-Lubavitch é uma seita hassídica ultraortodoxa que riginou-se em Liubavichi/Rússia no século XVIII, e é um movimento global. O Chabad é um ramo do judaísmo hassídico, uma forma de judaísmo ortodoxo que promove o misticismo judaico como o caminho para a iluminação. No entanto, na realidade, é um culto sionista supremacista genocida que incita o ódio contra os não judeus e serve os Iluminati. No Tanya, o principal texto religioso do Chabad, diz que os gentios possuem apenas almas animais, e não humanas.
Os seguidores do Chabad Lubavitch estudam a Cabala, o credo satânico que elimina os absolutos morais e acredita que Deus é ‘subjetivo‘. O movimento Chabad ganhou destaque sob a liderança do “Grande Rebe” Menachem Mendel Schneerson. Suas políticas conduziram o Chabad por um período de grande expansão, estabelecendo instituições ao redor do mundo.
Apesar de ter apenas 200 mil seguidores, tem laços íntimos com quase todos os líderes governamentais poderosos do planeta. De acordo com informações de um ex-membro, o Chabad acredita que os judeus são deus e os gentios são animais sem alma cujo único propósito é SERVIR os judeus ou morrer.
O poder de Chabad deriva de dois serviços que eles fornecem aos Illuminati:
1. Eles trabalham com a inteligência israelense em operações criminosas e de inteligência.
2. Eles promovem uma ideologia supremacista judaica que encoraja os sionistas a praticar crimes contra os gentios.
Uma das políticas do Chabad é enviar rabinos ao redor do mundo para montar “Chabad Houses”. Este movimento, conhecido como Silco, deu ao Chabad uma rede de apoio global. O Chabad é uma organização criminosa ligada ao Mossad. As casas Chabad fornecem locais seguros e vitrines para a inteligência israelense e atividade criminosa. Isso inclui tudo, desde terrorismo até lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, tráfico de crianças e prostituição. Por exemplo, em março de 1989, as autoridades policiais dos EUA prenderam uma rede criminosa em Seattle, Los Angeles, Nova Jersey, Colômbia e Israel que envolvia uma casa Chabad envolvida em lavagem de dinheiro e violações de moeda.
Em 2003, o historiador alemão Wolfgang Eggert alertou o mundo de que a família bancária Rothschild pertence ao culto apocalíptico fanático Chabad Lubavitch que está instigando uma guerra mundial para purificar o mundo de não-satanistas. Ele disse que esse culto pretende iniciar um holocausto nuclear, e matar bilhões de gentios, para cumprir profecias bíblicas e acelerar o retorno de seu “Messias”.
Ele acha que esses fanáticos religiosos precisam ser expostos. O maior grupo chassidim, a seita Chabad Lubavitch, quer acelerar o Armagedom, que eles acreditam ser um pré-requisito para o retorno do Messias. Eggert cita o falecido Rebe Menachem Mendel Schneerson que disse: “O mundo está esperando que cumpramos nosso papel em preparar o mundo para receber o Mashiach” (isto é, o Messias).
“”Toda a história da humanidade gira em torno do judaísmo messiânico-satânico (“Chassidim”); eles estão “fazendo” isso acontecer. A história e a política são um grande filme, e eles são os diretores, trazendo as profecias do Antigo Testamento à realidade. Eles capturaram a Maçonaria ao fortalecer os Illuminati (através de Rothschild/Jacob Frank/Weishaupt); fizeram um pacto com a monarquia britânica ao financiar a ascensão de Guilherme III ao trono; colocaram a família real britânica à frente dos maçons; criaram o sistema bancário moderno e o Fed (através de Rothschild); criaram o sionismo, as guerras mundiais, a União Europeia e assim por diante. Eles reinam através de seus fantoches Rothschild (cujos ancestrais fizeram parte do culto chassídico) e Rockefeller, que foram a força motriz por trás do Bilderberg, da Conferência Trilateral etc. Estamos agora nos “Tempos Finais”; eles estão tentando fomentar uma “profetizada” Terceira Guerra Mundial.” – Wolfgang Eggert
Eggert acredita que tanto a Alemanha quanto Israel estão na mira dos hassídicos. “A Alemanha, porque os hassídicos estão lendo a Bíblia/Talmude, que este país é um inimigo dos judeus e deve ser destruído. Israel deve ser destruído por trazer a profecia do Armagedom à realidade. Além disso, eles estão repetindo um truque maquiavélico e estratégico: o sacrifício dos judeus europeus na Segunda Guerra Mundial (“Shoah”), que lhes deu seu próprio país – Israel. O sacrifício dos judeus israelenses lhes trará a aprovação internacional para serem senhores de uma ‘república’ mundial unida, que será governada a partir de Jerusalém, que, novamente, está sendo ‘profetizada’ por Javé.”
FUNDAMENTALISTAS CRISTÃOS
O Chabad Lubavitch suborna vários pastores evangelistas cristãos nos EUA, para que eles façam lavagem cerebral em seus seguidores ingênuos para que acreditem que a guerra é a vontade de Deus. Os livros de Ezequiel e Daniel , no Antigo Testamento, e o Apocalipse, no Novo Testamento, profetizaram o Armagedom. O cenário desejado por eles inclui a destruição da mesquita de Al-Aqsa, a construção do Terceiro Templo em seu local original, a ascensão ao céu dos 144.000 escolhidos, a batalha do Armagedom, a morte em massa de judeus israelenses e a vinda final de Jesus Cristo.
Os israelenses fecharam a mesquita de Al-Aqsa, bem como outros locais religiosos nos últimos dias. Há rumores de que nos últimos dois anos os israelenses têm conduzido escavações sob a mesquita de Al-Aqsa para basicamente destruir as fundações da mesquita, para que possam conduzir uma demolição controlada e atribuir a culpa a um ataque de mísseis dos iranianos. A construção do terceiro templo exige a destruição da mesquita de Al-Aqsa que poderia acontecer durante esta guerra.
Existem aproximadamente 3.600 instituições Chabad em mais de 1.000 cidades em 70 países, com 200.000 fiéis. Cerca de um milhão de pessoas frequentam os serviços religiosos do Chabad pelo menos uma vez por ano. Inúmeros campi universitários possuem centros desse tipo, e o site do Chabad afirma que centenas de milhares de crianças participam dos acampamentos de verão oferecidos pela instituição.
O “Grande Rebe” Menachem Mendel Schneerson proferia palestras regulares sobre a vinda do Messias. Com o tempo, os Lubavitchers começaram a perceber que ele se referia a si mesmo. A crença de que Schneerson era o Messias foi professada abertamente pela primeira vez pelo Rabino Shavom Dol Wolpo em um livro de 1984 e rapidamente ganhou aceitação. Absurdamente, mesmo tendo falecido em 1994, o “Grande Rebe” ainda é o líder oficial do Chabad. Nas escolas Chabad, as crianças cantam e saúdam o Rebe invisível.
SUPREMACISTAS RACIAIS
O Chabad acredita que os judeus são o “povo escolhido” de Deus e que todos os outros são lixo. No livro “Encontros e Conversas”, o Grande Rebe diz aos seus seguidores que o povo judeu é uma extensão de Deus e que os gentios estão destinados a servir os judeus.
“Existem dois tipos opostos de alma: a alma não judaica provém de três esferas satânicas, enquanto a alma judaica emana da santidade. Um judeu não foi criado como um meio para algum outro propósito; ele próprio é o propósito, visto que a substância de todas as emanações [divinas] foi criada apenas para servir os judeus.”
O historiador alemão Wolfgang Eggert, que estudou História e Política em universidades de Berlim e Munique, é autor de oito livros sobre história oculta. Embora acredite que a história moderna seja dominada pela conspiração cabalística para cumprir as profecias bíblicas, ele faz questão de distinguir entre os Lubavitchers e outros chassidim chamados “Satmar”, que consideram um crime “forçar a mão de Deus” e “apressar a redenção”. No entanto, os Lubavitchers parecem estar no controle.
“Cada parte da história moderna está ligada a outra e, em si mesma, ao sionismo, à inteligência estatal, às lojas maçônicas e afins. Sem a Declaração Balfour, não teria havido revolução na Rússia nem a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial… Podemos começar em qualquer ponto histórico (mesmo com a Revolução Americana ou ainda mais atrás, com Oliver Cromwell) [e] veremos que o criador (ou aproveitador) de tudo isso é o judaísmo cabalístico. Todos servem ao seu plano, que é implementar a profecia bíblica.”
Segundo o rabino David Saltzman, do Chabad-Lubavitch, nos túneis secretos da sinagoga Chabad-Lubavitch no Brooklyn, Nova York, cadáveres eram retirados, incisões eram feitas neles e tentativas eram realizadas para “ressuscitar” o rabino-chefe do Chabad, Menachem Schneerson, que morreu em 1994. Na prática, o Chabad se envolve com bruxaria, necromancia e ocultismo, e Saltzman afirma isso como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Os rabinos do Chabad-Lubavitch não são considerados rabinos legítimos por nenhum rabino ortodoxo em qualquer lugar do mundo. Os rabinos do Chabad-Lubavitch acreditam que seu Rebe falecido, Menachem Mendel Schneerson, que morreu em 1994, é o Messias! Eles acreditam que seu Rebe falecido “voltará dos mortos” para ser o Rei dos Judeus! Isso obviamente NÃO faz parte da ideologia e religião judaica tradicional! Portanto, o Chabad-Lubavitch não faz parte do Judaísmo Hassídico, como também não faz parte do Judaísmo Ortodoxo!
Em 1990, o Rebe Menachem Mendel Schneerson disse a um jovem Benjamin Netanyahu que “ele, Netanyahu, será o primeiro-ministro de Israel, que passará o cetro ao Messias”. Os rabinos acreditavam na época que Netanyahu seria o último primeiro-ministro de Israel e depois dele viria o reinado do Messias prometido! O Chabad-Lubavitch acredita que o Messias (ou seja, Satanás/Lúcifer) retornará somente depois que o mundo for destruído. Estamos sob o domínio de um culto satânico fanático.
Desde o encontro com o Rebe, Netanyahu mantém uma relação sólida com o Chabad. Essas são as forças – apoiadas e auxiliadas pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido – desencadeadas como parte da guerra genocida contra os palestinos em Gaza. O grupo Chabad arrecadou fundos no Reino Unido e EUA para apoiar o genocídio de palestinos em Gaza. O culto possui até mesmo escritórios em locais aparentemente improváveis, como China, Bielorrússia, Tunísia, Marrocos e Venezuela. A organização possui apoiadores proeminentes em muitos lugares, como o presidente argentino, Javier Milei, que é um devoto do Chabad.
O Chabad é altamente organizado na Ucrânia e seus seguidores estão entre os recrutados para o Batalhão Azov nazista, que, é importante lembrar, foi cofundado por um ex-membro das forças de ocupação de Israel.

O principal programa semanal da Press TV, Palestine Declassified, já havia relatado como o oligarca judeu ucraniano Igor Kolomoisky financiou o Chabad na Ucrânia, bem como os batalhões nazistas Azov e Aidar.
Here is what you need to know about Chabad-Lubavitch, a mysterious sect in the Zionist movement. (Part 1)https://t.co/jGjLpkg5NY pic.twitter.com/UhFNrfaaxe
— Palestine Declassified (@PDeclassified) April 15, 2022
O ditador nazi-sionista Volodymyr Zelensky recebeu os rabinos do grupo Chabad Lubavitch, a seita ultra-sionista mais poderosa e perigosa do mundo. A filosofia desta seita é explicada em seu site oficial. Para o Chabad as “nações do mundo se esforçarão para criar uma Nova Ordem Mundial, na qual não haverá mais guerras e conflitos”. Isto é o que os satanistas do Chabad aspiram. O Chabad Lubavitch é o grupo sionista que mais influencia as posições dos governos ocidentais sobre Israel. Essa é uma poderosa seita satânica que dominou o governo dos Estados Unidos durante décadas.
O “Centro Menorá” do Chabad-Lubavitch em Dnipro, Ucrânia – local de nascimento do pai do falecido Rebe Menachem Mendel Schneerson, que cobre 50.000 m2. Zelensky fornece as crianças para os rabis abusarem e sacrificarem em seus rituais satânicos?

Após cada guerra, surgem milhares de crianças órfãs para explorar, e na própria Ucrânia, Zelensky e sua esposa Olena Zelenska criaram um sistema para fornecer órfãos a pedófilos e satanistas ocidentais por meio de “adoção”, e também fornecer Adrenocromo para as elites, extraído do sangue de crianças torturadas. Esse é um dos motivos dos políticos europeus e americanos continuarem a proteger e financiar o regime de Zelensky. E quem está se beneficiando da rede pedófila ucraniana? O Chabad Lubavitch.
O judeu satanista e traficante de crianças Zelensky recebeu os rabinos do Chabad, uma das seitas sionistas mais poderosas e perigosas do mundo.
Os túneis secretos do Chabad Lubavitch em NY e os laços com a pedofilia
Por Cesare Sacchetti
11 de janeiro de 2024
Quando muitos viram as imagens dos homens do Departamento de Polícia de Nova York invadindo a sede da seita sionista messiânica Chabad Lubavitch e prendendo vários rabinos, espalhou-se um sentimento geral de espanto. Nova York é uma cidade muito particular para o mundo judaico, pois abriga a maior comunidade de judeus do mundo, ainda maior do que a de Tel Aviv, Israel. Isso levou alguns a se referirem ironicamente a Nova York como “Jew York”, onde “Jew” em inglês significa judeu.

Quando a polícia invadiu a sinagoga, porém, descobriu túneis subterrâneos secretos cuja função o Chabad ainda não explicou. Os representantes da seita agradeceram ao Departamento de Polícia de Nova York, mas não conseguiram, ou não quiseram, oferecer qualquer explicação convincente sobre o motivo da construção desses túneis. Na última segunda-feira, uma betoneira foi chamada para preencher esses espaços subterrâneos, mas isso provocou uma revolta dos judeus ultraortodoxos Chabad.
A polícia foi chamada para resolver o incidente e vários rabinos reagiram com raiva, atirando os bancos de oração da sinagoga contra os policiais. Em seguida, as autoridades procederam à prisão dos agitadores, e o Chabad divulgou um comunicado no qual tentou se distanciar de alguns “extremistas” que não estavam em consonância com o espírito do movimento. No entanto, isso não explica como e quando essas passagens subterrâneas foram construídas, e parece absurdo pensar que o movimento não sabia da existência de passagens secretas sob sua sinagoga.
Quando a polícia entrou nesses porões, encontrou colchões sujos e cadeiras altas para bebês. Naquele exato momento, imagens horríveis passaram pela mente de muitas pessoas que pensaram que um vasto comércio de pedofilia estava ocorrendo naqueles túneis escondidos com a aprovação da sede do Chabad Lubavitch. Existem diversos depoimentos de sobreviventes de redes internacionais de pedofilia que descrevem esses túneis usados pelos traficantes para praticar os abusos e transportar as vítimas desse tráfico desumano.
Police in New York storm a Jewish synagogue in Brooklyn and discover a secret passage leading to a tunnel under the city
A mattress with traces of blood on it pic.twitter.com/ZwC8B4Q39O
— Breaking news 24/7 (@Breaking7Newss) January 9, 2024
More footage of the underground tunnels discovered under Synagogues in New York City. pic.twitter.com/RRnfUGs2WQ
— Breaking news 24/7 (@Breaking7Newss) January 9, 2024
Enquanto escrevo esta análise, a mídia tradicional está obviamente ocupada defendendo a imagem do Chabad Lubavitch, e as páginas de jornais internacionais na esfera anglófona estão repletas de termos sem sentido como “teorias da conspiração de direita” ou “teorias do QAnon”, numa tentativa de descartar tudo como produto de uma mente excessivamente imaginativa. No entanto, isso não é mera imaginação, mas sim história documentada. Esta não é a primeira vez que essa seita sionista é associada à pedofilia, e até mesmo jornais israelenses publicam reportagens perturbadoras sobre ela.
A ligação entre Chabad e pedofilia
Há, por exemplo, a história do famoso ourives Chabad, Hirschel Pekkar, que em 1982 foi contratado por um dos líderes mais conhecidos do grupo, o rabino Menachem Mendel Schneerson, para criar um candelabro judaico para o conhecido feriado judaico de Hanukkah, celebrado todos os anos em dezembro. Pekkar criou um candelabro atendendo aos pedidos de Schneerson, que desejava uma reprodução desse objeto sagrado judaico mais semelhante à que existia na Idade Média, quando o candelabro tinha seus braços em formato diagonal, em vez de curvos como se pode ver em outras versões da menorá judaica.
Pekkar atendeu aos pedidos do rabino, e seu candelabro tornou-se desde então o símbolo universal do Chabad.

Vemos isso todos os anos, quando vários primeiros-ministros europeus e presidentes dos EUA se curvam reverentemente aos pés desse movimento, que é sem dúvida o grupo judaico e sionista mais influente do mundo. Infelizmente, a Itália não é exceção à subserviência ao Chabad, tanto que todos os anos, especialmente após o golpe de Mani Pulite que levou à queda da Primeira República, todos os primeiros-ministros vão à Piazza Barberini, em Roma, para celebrar o Hanukkah junto com os rabinos desse poderoso movimento.
Poucos anos após a criação do candelabro de braços diagonais, Pekkar foi acusado de pedofilia por uma menina israelense que havia sido abusada por ele em diversas ocasiões na década de 1990, quando a vítima tinha apenas 5 anos de idade. A mulher, agora com 38 anos, decidiu apresentar queixa contra Pekkar, mas o ourives não sofreu quaisquer consequências, pois desapareceu pouco depois da vítima o ter levado a tribunal para responder pelo abuso. Na época dos acontecimentos, a mulher israelense estava na loja de seu pai, um joalheiro que trabalhava para o próprio Pekkar.
Quando a vítima expressou a necessidade de usar o banheiro que não ficava no escritório de seu pai, o ourives do Chabad se ofereceu para usar o dele, e foi lá que o homem supostamente tocou as partes íntimas da menina, como fez posteriormente em diversas outras ocasiões. A família da mulher recorreu ao Tribunal Rabínico de Crown Heights, no Brooklyn, Nova Iorque, em busca de justiça. Pekkar foi intimado pelos membros deste tribunal, admitiu suas responsabilidades, mas não sofreu qualquer tipo de consequência.
Ele não foi denunciado às autoridades, nem o Chabad, que hoje demonstra hipocritamente sua “solidariedade” com a mulher que foi vítima de pedofilia, fez nada a respeito. E este não é o único caso de abuso infantil envolvendo este grupo. A pedofilia parece ser endêmica nesta organização, e seus representantes não demonstram o menor interesse em combatê-la. Um dos rabinos do Chabad em Nova York, Manis Friedman, chegou ao ponto de declarar publicamente que toda criança que frequenta a sinagoga é iniciada em atos de pedofilia.
Friedman argumentou que isso não deveria causar muita preocupação, já que, em sua opinião, a pedofilia não é um pecado tão grave. Na filial de Melbourne do Chabad, a polícia australiana acusou a seita de acobertar inúmeros casos de abuso sexual. Os líderes do grupo sabem tudo o que acontece dentro dele e muitas vezes são os primeiros a participar de tais atos de pedofilia. Existe um histórico de pedofilia correndo nas veias dessa seita, e é uma história sobre a qual a mídia obviamente não quer falar muito.
🇺🇸🚨‼️ The tunnel under the synagogue in New York is buffer than I thought.
Wow pic.twitter.com/ww56m42QxA
— Lord Bebo (@MyLordBebo) January 14, 2024
A daycare was discovered under an abandoned Synagogue in New York City. pic.twitter.com/U7l5NwxMqJ
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) January 15, 2024
A mesma regra não se aplica, por exemplo, à Igreja Católica, quando a mídia dedica atenção máxima aos casos de abuso ocorridos dentro dessa instituição, mas, quando se trata de pedofilia perpetrada por membros de grupos judaicos, o alarde da mídia diminui repentinamente. Isso deve ajudar os leitores a entender em que mãos está a grande mídia. Da mesma forma, a mídia deixa de questionar o fato de que o Chabad não poderia desconhecer que sua sinagoga principal em Nova York continha colchões sujos, juntamente com cadeiras infantis igualmente perturbadoras.
Chabad, como já dissemos em outras ocasiões, é de fato extremamente poderoso. Essa seita exerce forte influência não apenas sobre o Likud, partido messiânico de direita liderado por Benjamin Netanyahu, mas também sobre todos os governos ocidentais. Os lubavitchers têm uma visão de mundo dominada pelo Talmudismo, que permite a pedofilia, o que explica por que rabinos como Friedman não consideram o ato um pecado. Esse tema tabu também, obviamente, nunca é sequer abordado pela grande mídia.
Leia mais: Grupo religioso influente promove o ‘Messias’, o Templo de Jerusalém e a Nova Ordem Mundial.
Em vez disso, vemos nas cerimônias midiáticas figuras institucionais de alto escalão, como Sergio Mattarella, participando da celebração do Talmud, mas nunca vemos nenhum artigo que diga o que está escrito dentro deste livro “sagrado”, onde em alguns trechos Cristo é até mesmo definido como um impostor, filho de uma prostituta, e isso foi confirmado inclusive por um pesquisador judeu, o Dr. Peter Schäfer, que dedicou um livro, “Jesus no Talmud”, à maneira como Jesus é retratado no texto sagrado do judaísmo moderno.
O maçom Sérgio Mattarella, Presidente da República Italiana, mostra o Talmud traduzido para o italiano junto com o Rabino Di Segni.

O público em geral deve ser privado do direito de conhecer a filosofia que rege o Chabad, assim como não é mencionado que o site oficial desta seita fala explicitamente de uma “nova ordem mundial” liderada por uma figura definida como “moshiach” pelos Lubavitchers, que nada mais é do que o messias que os membros desta seita aguardam.
Uma das características da “nova ordem mundial” imposta à humanidade pelos globalistas é o satanismo, o culto do sacrifício humano sangrento, que se manifesta em guerras e conflitos armados, bem como em inúmeros cataclismos e desastres. Mas, além dos sacrifícios humanos em massa orquestrados pelos servos das trevas, existem também sacrifícios rituais, realizados regularmente, embora secretamente, por satanistas globalistas em certos “locais de poder” da egrégora planetária das trevas.
A seção do Chabad que declara que o objetivo final da organização é a Nova Ordem Mundial.

Durante muito tempo, os Lubavitch acreditaram que o messias era o velho rabino Schneerson, que morreu em 1994, e diz-se que, após sua morte, os rabinos esperaram dias para que ele ressuscitasse de seu túmulo. A ressurreição obviamente não aconteceu e o povo Chabad continua aguardando a vinda de seu líder. Entretanto, constatamos que a imagem e o prestígio desse poderoso grupo sofreram um duro golpe quando o mundo inteiro tomou conhecimento da existência de túneis secretos sob a sinagoga dos judeus hassídicos.
Locais secretos onde se acredita que o tráfico de pessoas e os abusos em que membros do Chabad estiveram envolvidos em diversas ocasiões possam ter sido praticados. E o fato de tudo isso ter acontecido e de o público internacional ter podido ver o que se encontra sob os locais de culto de Lubavitch certamente representa um evento que parece ser sem precedentes. Pela primeira vez em muitas décadas, vemos o poder ilimitado do sionismo começar a diminuir e caminhar para um declínio irreversível.
Assim como vemos o globalismo atravessando uma profunda crise e perdendo sua influência, vemos um dos movimentos mais poderosos nos círculos da Nova Ordem Mundial perdendo gradualmente todo o seu poder. Isso nos leva a uma conclusão à qual já chegamos antes. O século XX realmente chegou ao fim. O século XX testemunhou o nascimento do Estado judeu e o poder indiscutível de seitas como o Chabad, que atribuíram a essa nação um papel de dominação imperialista acima de todas as outras. Este século, que pode ser definido como o século do sionismo, parece estar vivendo seus últimos anos.
Georgy Sidorov: A historiografia europeia assumiu uma forma satânica.






































