A Teoria da Internet Morta emergiu dos cantos mais escuros da internet, incluindo fóruns como 4chan e Agora Road, onde os usuários começaram a perceber padrões e anomalias nas interações online. Inicialmente, essas observações foram descartadas como “teorias da conspiração”, mas com o tempo, elas ganharam força devido à crescente evidência de IA e atividade de bots online.
Em 2021, um usuário chamado Illuminati Pirate postou um documento detalhado na Agora Road, descrevendo a Teoria da Internet Morta. O documento argumentou que, desde 2016, uma parte significativa da atividade da internet foi gerada por bots e IA em vez de humanos (The Dead Internet Theory, 2021).
Devido ao aumento do conteúdo gerado por inteligência artificial e bots, os crentes na teoria sugerem que a data em que a internet oficialmente “morreu” é por volta de 2016. A teoria original sugere que isso é minimizar intencionalmente a atividade humana orgânica e manipular os usuários, como na publicidade aos consumidores. Mas alguns acreditam que isso é usado por agências governamentais para manipular os eleitores e a percepção pública.
Os bots de IA estão matando a internet?
Teoria da Internet Morta: Como os bots assombram a internet
Grandes porções do conteúdo supostamente produzido por humanos na internet são, na verdade, geradas por redes de IA em conjunto com influenciadores pagos, a fim de fabricar consumidores para uma gama crescente de produtos recém-normalizados. O especialista do Instituto de Estudos Futuros de Copenhague (CIFS), Timothy Shoup, estima que 99% a 99,9% do conteúdo da internet será gerado por IA entre 2025 a 2030, especialmente se modelos como o GPT-3 da OpenAI alcançarem uma adoção mais ampla.

“A internet ficará completamente irreconhecível”, disse Timothy Shoup. À medida que suas capacidades avançam, a ideia é que a IA possa começar a gerar mundos on-line inteiros, juntamente com todas as coisas que os habitam, sem mencionar todo o material on-line que atualmente é feito principalmente por humanos. Com o surgimento da IA como o chat GPT e o Google, alimentado por Lambda, máquinas pensantes aparentemente inteligentes podem manter conversas de forma autêntica e realista.
As respostas desses bots se materializam em meros segundos. Imagine o poder de ter vozes ilimitadas instantaneamente concordando com sua perspectiva? Pense sobre o potencial da corrupção, pois influenciar e manipular qualquer coisa que você queira pode ser criada por esse exército artificial.
A internet se originou da Rede da Agência para Projetos de Pesquisa Avançada (ARPANET) criada em 1969 para transmissão de dados militares sigilosos e interligação dos departamentos de pesquisa nos Estados Unidos, inicialmente financiada pela então Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA, atual DARPA) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
A internet nunca foi livre. A DARPA e o Pentágono criaram a propaganda de que a internet era um local para livre expressão onde as pessoas poderiam compartilhar suas ideias sem censura. Isso foi feito para atrair o máximo possível de pessoas para a internet. A mesma propaganda foi feita com redes sociais como o Facebook e Twitter, e mecanismos de busca como o Google, ambos criações da DARPA/CIA.

A internet, redes sociais e o Google foram criados para vigiar e guiar a percepção das massas. A DARPA/CIA desenvolveram IA muito mais avançadas que as disponíveis ao público. Essas IA podem criar sites, perfis em redes sociais, textos e vídeos falsos para manipular a percepção das pessoas para atender a determinadas agendas políticas e corporativas. Estamos sendo manipulados pela mídia corporativa e pela internet.

O impacto psicológico da teoria da internet morta é significativo. A exposição constante a conteúdo inautêntico pode levar a sentimentos de isolamento, ansiedade e depressão. A erosão da conexão humana genuína on-line promove um sentimento de distanciamento da realidade, dificultando a distinção entre interações reais e falsas. Esse distanciamento pode exacerbar problemas de saúde mental, particularmente entre os usuários mais jovens que passam um tempo significativo online.
Um estudo de Primack et al. (2017) encontrou uma associação significativa entre o uso de mídias sociais e o aumento dos níveis de ansiedade e depressão. Os pesquisadores atribuíram isso a fatores como o cyberbullying, comparações irrealistas e a presença generalizada de bots e contas falsas, que contribuem para uma sensação geral de inautenticidade nas interações on-line.
Os vídeos abaixo tem legendas criadas automaticamente.
A internet está desaparecendo.
A Teoria da Internet Morta.
À medida que a IA continua a proliferar, as linhas entre o conteúdo gerado por humanos e máquinas se desfocarão ainda mais, desafiando nossa capacidade de confiar e se envolver autenticamente online. A facilidade com que a IA pode gerar textos, imagens e vídeos levou à proliferação de informações falsas, perpetuadas por usuários desavisados que confiam nos resultados sem questionar. Elas possuem a capacidade de imitar a fala e o comportamento humanos com precisão alarmante.
Isso torna cada vez mais difícil para os usuários discernir entre conteúdo autêntico e falsidades geradas por IA. Sites na Internet e canais no Youtube podem estar sendo feitos inteiramente por IA e as pessoas nem perceberem. O mesmo pode estar acontecendo com a mídia. Os dois vídeos abaixo mostram como a IA disponível no mercado pode criar videos bem interessantes.
Existem dois tipos de IAs atualmente. Aquela que os controladores disponibilizam para uso público, que é de baixo nível, e a outra que é muito mais avançada e que está sendo utilizada secretamente por militares e agências de inteligência para controlar a percepção da população. Essa IA super avançada pode criar vídeos e filmes com pessoas e cenários super realistas que são indistinguíveis da realidade. Muitas coisas que aparecem na mídia, redes sociais e na Internet foram fabricadas por essa IA super avançada.
Hoje quase tudo é digital e funciona através da internet que é controlada por uma série de nós de inteligência artificial. Um desses nós é o supercomputador “Rainha Vermelha”, que está sob o aeroporto de Denver nos EUA, ou os algoritmos de controle do Google entre muitos outros, mas a principal IA de controle da internet é o da Federação Galáctica, com seus computadores holográficos quânticos não humanos ligados à internet da Terra para censurar as comunicações entre humanos e extraterrestres.
A Inteligência Artificial e seus perigos para a humanidade – Parte 1






































