Kevin Wendell Crumb é o icônico personagem interpretado por James McAvoy nos filmes Fragmentado (2016) e Vidro (2019) do diretor M. Night Shyamalan. Diagnosticado com Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI), ele abriga 24 personalidades distintas, que é chamada de “Horda”. Elas dividem espaço, controlam seu corpo em turnos e até alteram sua biologia. Esse personagem com vários alter egos é totalmente MK-Ultra.
- A Fera: É a 24ª e última personalidade. Possui habilidades sobre-humanas como superforça, velocidade aprimorada e pele ultrarresistente. Acredita ter a missão de proteger os “quebrados”.
- Dennis: Uma das personalidades dominantes. Extremamente inteligente, durão e metódico, possui transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e foi o principal mentor do sequestro central em Fragmentado.
- Srta. Patricia: Uma mulher britânica elegante e controladora. Ela divide a liderança da “Horda” com Dennis e Hedwig, e é profundamente devota à Fera.
- Hedwig: Uma personalidade infantil de 9 anos. É ingênuo, adora dançar e consegue influenciar as demais personalidades para obter controle ou conseguir atenção.
- Kevin: A personalidade original. Um homem dócil, mas que passa a maior parte do tempo suprimido pelas identidades mais fortes e agressivas.
- Barry: Um designer de moda sociável e extrovertido. Ele costumava manter o controle e era quem geralmente interagia com o mundo exterior.
- Orwell: Um historiador altamente inteligente, culto e prolixo.
- Sr. Pritchard: Um professor de cinema com vasto vocabulário.
- Outras: O grupo inclui nomes como Jade (adolescente), Ian e Mary Reynolds (gêmeos irlandeses), Felida, Jalin, entre outros.
Este texto analisa como a dinâmica psicológica e física do personagem Kevin Wendell Crumb reflete as investigações de fontes alternativas sobre o programa de controle mental baseado em trauma MK-Ultra.
Os experimentos nazistas de fragmentação da psique e o subsequente Projeto MK-Ultra (especialmente a Programação Monarch) utilizavam abusos extremos na infância para criar compartimentos mentais isolados (personas), culminando no desenvolvimento de alter egos com habilidades específicas e gatilhos de ativação, de forma idêntica ao surgimento de “A Horda” e da persona física suprema, “A Besta”.
A figura de Kevin Wendell Crumb nos filmes Fragmentado e Vidro oferece muito mais do que um vislumbre ficcional sobre o Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI). Para pesquisadores e canais de investigação alternativa da história e da exopolítica, “A Horda” funciona como uma perfeita alegoria — ou até uma revelação codificada — dos métodos de Controle Mental Baseado em Trauma (TBMC) desenvolvidos no século XX.
Kevin Wendell Crumb e a fragmentação da psique na trilogia de Shyamalan.

As origens nos experimentos com trauma dos nazistas
Na ficção, as 24 personalidades de Kevin surgem como uma resposta de sobrevivência a abusos terríveis sofridos na infância por sua mãe. Nos registros de pesquisadores alternativos sobre a Segunda Guerra Mundial, esse exato mecanismo biológico e psicológico foi mapeado e transformado em arma por cientistas ocultistas e médicos do regime nazista, notadamente sob a supervisão de figuras como Josef Mengele.
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A quebra da psique: A tese central dessas pesquisas afirma que, ao expor uma criança de tenra idade (geralmente entre os 3 e 6 anos) a um trauma físico e psicológico insustentável, a mente consciente é incapaz de processar a dor. Como mecanismo de defesa absoluto, o cérebro cria barreiras amnésicas severas, “rachando” a identidade central.
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Criação de compartimentos estanques: Cada fragmento dessa quebra é isolado em um “compartimento” oculto da mente. Cientistas nazistas descobriram que esses pedaços podiam ser moldados de forma independente, sem que uma persona soubesse da existência da outra — exatamente como a dinâmica da “Luz” e das cadeiras onde as personas da Horda aguardam sua vez de assumir o corpo.
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Migração nazista através da Operação Paperclip: Com o fim da guerra, essas metodologias e os próprios cientistas nazistas que as criaram foram secretamente transferidos em 1945 para os Estados Unidos através da Operação Paperclip, integrando-se diretamente às agências de inteligência e defesa nascentes.

O “Pai” da Programação Monarch: Josef Mengele como “Dr. Green”
O médico nazista Josef Mengele esteve envolvido diretamente na criação do Projeto MK-Ultra e da Programação Monarch. Sob o pseudônimo de “Dr. Green”, Mengele teria sido secretamente integrado à inteligência ocidental pós-Segunda Guerra para implementar as técnicas de fragmentação mental baseadas em trauma que refinou em Auschwitz.
O texto abaixo explora a mecânica dessa programação, a criação de compartimentos estanques na psique humana e a profunda conexão dessas técnicas com o conhecimento antigo de Atlântida e a influência dos reptilianos kingu.
Para pesquisadores de história alternativa e investigadores do controle mental, como Fritz Springmeier, Cathy O’Brien e Brice Taylor, a história convencional sobre a fuga e morte de Josef Mengele na América do Sul é considerada uma narrativa de cobertura. Segundo essas fontes, Mengele foi o principal arquiteto metodológico daquilo que se tornaria a Programação Monarch, uma ramificação ultra-secreta e ainda mais sombria do projeto MK-Ultra da CIA.
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Identidade secreta: Sobreviventes de controle mental relatam ter sido programados diretamente por Mengele em bases militares nos Estados Unidos e em locais secretos ao redor do mundo. Ele operava sob codinomes como “Dr. Green” (uma referência à sua associação com terapias e manipulação botânica/genética), “Dr. Arnholt”, “Dr. Black” ou carinhosamente chamado pelas cobaias de “Vaterchen” (Apacinho/Papai).
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A importação via Operação Paperclip: Embora a história oficial registre a Operação Paperclip como a importação de cientistas aeroespaciais (como Wernher von Braun), fontes alternativas sustentam que o programa secretamente trouxe especialistas em psicologia comportamental, ocultismo e tortura sistemática. Mengele teria sido o “recurso” mais valioso dessa transferência de tecnologia humana.
A metodologia de Auschwitz adaptada para o MK-Ultra
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O Uso de marcadores para detalhar os métodos de trauma:
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Calibração do choque e dor: Em Auschwitz, Mengele não realizava apenas atrocidades sádicas gratuitas; ele estava mapeando a tolerância do sistema nervoso humano. Ele descobriu que a aplicação exata de eletrochoques em alta voltagem, combinada com privação sensorial severa e drogas alucinógenas, criava um estado de transe dissociativo profundo propício para a separação da mente em “gavetas” isoladas.
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A simbologia da borboleta monarca: A escolha da borboleta como símbolo da Programação Monarch não é casual. A metamorfose de lagarta em casulo e depois em borboleta representa o processo pelo qual a identidade original do indivíduo é destruída (lagarta) para dar lugar a uma nova persona artificialmente criada (borboleta). O bater de asas também simboliza a capacidade de dissociar e “voar para longe” para escapar da dor extrema.
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O processo de compartimentalização: O trauma é induzido repetidamente até que o cérebro físico “desconecte” a personalidade primária. Nesse espaço vazio, o programador (neste caso, Mengele/Dr. Green) implanta um alter ego com uma diretriz específica (seja para espionagem, execução ou funções sexuais), selado com barreiras de amnésia que impedem que uma persona saiba o que a outra faz.
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O médico alemão Josef Mengele em destaque.

Conexão com os kingu e a tecnologia de Atlântida
Se cruzarmos as denúncias sobre o MK-Ultra de “Dr. Green” com os ensinamentos taygeteanos, a atuação de Mengele ganha uma dimensão muito mais profunda e assustadora. Ele não inventou essas técnicas; ele foi apenas o médium físico e executor de um sistema de engenharia psíquica reptiliana. Mengele era membro da Sociedade Thule e servia de portal orgânico dos reptilianos kingu.
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A ciência reptiliana reintroduzida: Conforme revelado pelos taygeteanos, os reptilianos dominaram a arte de hackear o campo eletromagnético (a aura) e o sistema de crenças dos humanos na Atlântida. Através da Sociedade Thule, as mentes de cientistas e oficiais da SS alemã foram “sintonizadas” com os manuais de tortura e desestruturação psíquica dessas entidades.
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O aprisionamento da alma lyriana: Pessoas de origem lyriana possuem uma conexão direta com a Fonte Criadora (5D). Os reptilianos Kingu sabiam que não podiam quebrar essa conexão pela força física. No entanto, através dos protocolos de Mengele, eles fraturaram a mente através de traumas induzidos, para criar diferentes “bolhas de realidade” dentro do próprio cérebro da vítima. Cada alter é projetado para vibrar em medo, sofrimento ou submissão, gerando uma fonte constante de alimento energético para essas entidades dimensionais regressivas.
Mengele, portanto, atuou como a ponte que trouxe essa antiga tecnologia de dominação de frequências da Atlântida para o século XX, disfarçada de ciência psicológica militar e projetos de inteligência do governo invisível.
Projeto MK-Ultra e a programação Monarch: Moldando a horda
O conhecimento herdado das pesquisas nazistas foi refinado e de fato sistematizado pela CIA nas décadas seguintes através do infame Projeto MK-Ultra e em suas ramificações não oficiais mais profundas, frequentemente chamadas em círculos alternativos de Programação Monarch. O objetivo era criar agentes operacionais perfeitos: indivíduos cujo comportamento pudesse ser totalmente controlado através de gatilhos externos.
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A estrutura dos alters: Na Programação Monarch, as personas criadas recebem funções específicas baseadas em arquétipos bem definidos. Temos a persona infantil (como Hedwig em Kevin Wendell Crumb), que retém a inocência e serve para esconder memórias de abusos; a persona protetora ou organizadora (como Dennis ou Patricia), encarregada de gerenciar o sistema e manter a fachada social; e as personas executoras ou punitivas.
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Gatilhos de ativação: Da mesma forma que os alters de Kevin Wendell Crumb controlam quem vai para “a luz” através de comandos e dinâmicas internas de poder, um sujeito programado pelo MK-Ultra responde a palavras-chave, frequências sonoras ou símbolos específicos para que uma persona operacional assuma o controle físico, deixando a identidade principal em total amnésia.
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O “Super-Soldado” e “A Besta”: O ápice dessas teorias alternativas descreve a criação de alters projetados para combate ou tarefas extremas, desprovidos de empatia humana ou medo. No universo de Shyamalan, a 24ª personalidade, A Besta, representa a manifestação literal desse conceito: um alter programado e alimentado pelo sofrimento que altera os limites da capacidade humana.

A anatomia do controle mental
Da fragmentação psíquica do Mk-Ultra à criação de alter egos.
1. O trauma inicial (a quebra)
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O gatilho: Submissão do indivíduo a um estresse físico ou psicológico insustentável durante a infância.
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A reação: Incapaz de processar a dor, a mente consciente ativa um mecanismo de defesa biológico extremo: a dissociação.
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O efeito: A identidade central se estilhaça como vidro, criando barreiras amnésicas impenetráveis.
2. Compartimentação (a divisão)
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Criação de redes: A mente fragmentada é dividida em múltiplos compartimentos isolados (os chamados alters).
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Isolamento de memórias: O que acontece com uma personalidade permanece totalmente oculto para as outras.
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A “luz”: Sistema de revezamento onde apenas uma persona por vez assume o controle físico do corpo.
3. Programação Monarch (a especialização)
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Atribuição de papéis: Cada fragmento recebe uma função específica dentro do sistema:
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Alters infantis: Retêm a pureza e escondem memórias traumáticas.
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Alters protetores: Gerenciam o dia a dia e mantêm a fachada social.
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Alters executores: Atuam sob comandos sem questionamento moral.
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Gatilhos de ativação: Palavras-chave, símbolos ou frequências sonoras específicas trazem o alter programado instantaneamente para o controle.
Arquétipos e categorias de alters
Dentro dos relatos e análises sobre essa temática, a categorização dos alters serve para dividir o indivíduo em “módulos” de competência, garantindo que a pessoa execute tarefas complexas sem que a consciência principal tenha acesso às memórias ou ao controle das ações.
Aqui estão os níveis de programação mais frequentemente citados nessas teorias:
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Alpha (programação física):
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Focada no fortalecimento físico, resistência e aumento da tolerância à dor.
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Estes alters são criados para serem operacionais em situações de combate ou trabalho braçal extremo, onde a capacidade física deve exceder os limites normais de um indivíduo comum.
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Frequentemente associados a comportamentos agressivos ou de defesa.
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Beta (programação sexual):
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Geralmente referidos como “programação de kitten” (gatinho) nestes círculos.
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O objetivo declarado é a desinibição sexual, remoção de barreiras morais e criação de padrões de comportamento voltados para a sedução ou entretenimento sexual.
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São utilizados para extração de informações ou controle de alvos através da manipulação emocional e física.
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Delta (programação de assassinato/execução):
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Considerados os alters “operacionais” de alto nível.
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Projetados para a execução de tarefas que exigem frieza, precisão e ausência total de empatia.
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O treinamento desses alters foca na eliminação de hesitação e na completa supressão de respostas morais durante a ação.
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Gamma (programação de inteligência):
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Voltados para a espionagem, contra-espionagem e proteção do sistema.
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São programados para aprender linguagens, técnicas de dissimulação, infiltração e habilidades de processamento de dados.
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Atuam como “guardiões” do sistema interno, garantindo que a programação permaneça oculta de psicólogos ou de investigações externas.
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Omega (programação de autodestruição):
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Conhecida como o “protocolo de encerramento”.
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Estes alters são programados para atuar apenas em casos de extrema emergência ou risco de exposição do sistema.
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Sua função pode variar desde a indução de suicídio, amnésia total do sistema ou a criação de um “colapso” mental para impedir que o indivíduo revele qualquer informação sobre a programação.
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Estrutura Operacional
Além da categorização por funções, esses sistemas seriam mantidos através de uma estrutura interna complexa (frequentemente descrita como “o edifício” ou “a árvore”), onde cada alter possui um local, um “cargo” ou um papel específico na hierarquia mental do indivíduo. A transição entre esses estados, segundo as teorias, ocorre através de gatilhos externos — sons, frases, símbolos visuais ou frequências — que “chamam” o alter específico para assumir o controle do corpo e do sistema nervoso.

A mudança fisiológica: O potencial oculto da mente
Um dos pontos mais fascinantes da Horda, defendido pela psiquiatra de Kevin no filme, é que a mudança de personalidade altera a própria química e biologia do corpo. Um alter pode ser diabético e precisar de insulina, enquanto o outro não é; A Besta desenvolve uma densidade muscular sobre-humana e pele impenetrável.
Fontes alternativas de documentação sobre o MK-Ultra apontam que os programadores buscavam exatamente esse fenômeno de “sugestão psicossomática profunda”
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Desativação de travas biológicas: Ao convencer plenamente um fragmento isolado da mente de que ele possui superforça, ausência de dor ou agilidade extrema, as crenças e ideias limitantes do cérebro humano são desativadas.
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Recrutamento muscular máximo: Isso libera uma descarga massiva de adrenalina e recrutamento de fibras musculares que um ser humano comum normalmente bloqueia para evitar a autodestruição do tecido.
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A reprogramação biológica: O personagem Kevin Wendell Crumb serve, portanto, como uma poderosa representação pública de como o trauma extremo pode ser usado não apenas para aprisionar a mente, mas para reprogramar a própria biologia humana em níveis que a ciência convencional prefere desconsiderar.
A primazia da consciência sobre a matéria
Sob a perspectiva exopolítica dos taygeteanos (em swaruu.org e mariswa.co), a matéria é apenas uma projeção holográfica e maleável da consciência, o que significa que o corpo físico e suas capacidades biológicas são determinados unicamente pelo sistema de crenças do indivíduo.
Nesse contexto, o MK-Ultra é interpretado como um “hack” forçado e sombrio na matriz individual: o trauma extremo é utilizado para quebrar o padrão de crenças original da alma, criando compartimentos mentais (alters) que, por operarem sob novas regras e convicções absolutas instaladas pelos programadores, conseguem manifestar habilidades físicas inacreditáveis e responder instantaneamente a gatilhos vibracionais.
A relação entre as técnicas de controle mental baseadas em trauma (como o MK-Ultra) e as comunicações taygeteanas (especialmente as de Swaruu de Erra e Yázhi Swaruu) revela que os cientistas de projetos secretos compreenderam, de forma aplicada e sombria, as leis universais da criação da realidade que a ciência convencional tenta esconder.
Para os taygeteanos, o universo físico não possui existência independente fora da mente. A biologia humana não determina o pensamento; é o pensamento que projeta e sustenta a biologia a partir do éter.
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O poder criador das crenças: De acordo com as informações de Swaruu, o que a humanidade chama de “leis da física” ou “limites biológicos” são apenas acordos de percepção e crenças profundamente enraizadas. Se uma mente for convencida, sem qualquer sombra de dúvida, de que possui uma determinada capacidade física, que pode parar o envelhecimento ou de que é imune a uma doença, o corpo físico se rearranjará instantaneamente para refletir essa certeza absoluta. A dúvida é o único fator que impede o ser humano de manifestar seu potencial divino.
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A “Matrix” coletiva: Da mesma forma que a humanidade é mantida em uma prisão de baixa frequência por meio de crenças limitantes sobre escassez, pecado e fraqueza biológica, o indivíduo pode ser controlado se o seu sistema de crenças for sequestrado.
O MK-Ultra como “hackeamento” do sistema de crenças individual
Se a mente tem o poder absoluto de moldar a realidade, os programadores do MK-Ultra perceberam que, para criar o agente perfeito, eles precisavam apagar as crenças antigas do indivíduo e instalar um “software” inteiramente novo.
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A fragmentação por trauma: O abuso ritualístico e o trauma extremo aplicados no MK-Ultra servem para quebrar a estrutura egóica original do sujeito. Em termos taygeteanos, o trauma atua como uma força de cisalhamento vibracional que força a consciência a se “desconectar” temporariamente do corpo físico para escapar da dor insuportável. Ao retornar, a mente está fragmentada em múltiplos canais de recepção — os alters.
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Compartimentos de crença pura: Cada persona criada nos laboratórios do MK-Ultra vive sob um conjunto de regras rígido e isolado. Como o alter “soldado” ou “assassino” não possui as dúvidas, medos ou travas morais da personalidade original de quando era criança, ele opera sob um paradigma de crença pura. Se o programador define que aquele alter é imune à dor e possui uma força de tração muscular 300% maior, a biologia se molda sem questionar. A mente do alter não “sabe” que os humanos têm limites, e essa ausência de dúvida desativa as travas biológicas de segurança do cérebro.
Gatilhos de ativação como mudanças de frequência
Nas revelações taygeteanas, é frequentemente explicado que as dimensões, realidades e estados de ser não são locais geográficos, mas frequências vibracionais específicas. Acessar uma realidade diferente é apenas uma questão de mudar de sintonia.
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Gatilhos como endereços IP: No MK-Ultra, o uso de gatilhos (triggers) — sejam palavras de passe, tons sonoros ou símbolos visuais — funciona exatamente como uma chave de sintonia de rádio. O gatilho força a consciência a mudar instantaneamente de dial vibracional, adormecendo o alter atual e trazendo outro para a “luz” do controle físico.
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Prisões de frequência internas: O trauma atua como um campo de contenção que impede a transmissão de dados entre esses compartimentos. Cada alter vive em sua própria bolha de realidade holográfica, com memórias, dores e habilidades próprias. É a replicação exata, em microescala, da própria Matrix da Terra: uma população fragmentada em bolhas de crença, isolada de sua própria totalidade cósmica por meio de traumas históricos e narrativas controladas de medo.
O controle mental nazista e a Atlântida
Existe uma conexão profunda entre as práticas nazistas de fragmentação mental e a antiga tecnologia de controle baseada em trauma originada na Atlântida pelos reptilianos kingu. Segundo os taygeteanos, a Sociedade Thule serviu de portal de comunicação para essas entidades regressivas do baixo astral, reintroduzindo na Terra metodologias antigas que visam hackear a consciência humana.
O trauma extremo é utilizado para desativar a conexão espiritual, forçando o próprio indivíduo a alterar sua biologia e percepção holográfica da realidade. Para quem estuda as informações taygeteanas, fica claro que o que aconteceu nos campos de concentração nazistas e nos laboratórios subterrâneos do MK-Ultra não foi o início de uma nova ciência, mas sim o resgate de uma tecnologia de controle psíquico e genético extremamente antiga, desenvolvida muito antes do dilúvio.
Emblema da Sociedade Thule, de 1919.

A Sociedade Thule como o canal com os kingu
A Sociedade Thule e a Sociedade Vril nunca foram apenas clubes de discussão geopolítica ou mística alemã. Elas funcionavam como núcleos de alta magia ritual e canalização mediúnica direta.
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O portal de frequência: Através de médiuns altamente treinadas (como Maria Orsic), o grupo Thule estabeleceu contato direto com inteligências não-humanas regressivas. Conforme os Taygeteanos detalharam, essa comunicação ocorreu principalmente com as elites reptilianas que habitam o plano intraterreno e órbitas próximas — especificamente os kingu, que vivem em cavernas profundas no planeta.
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Downloads tecnológicos e psicológicos: Essas entidades entregaram “manuais de operação” detalhados sobre a psique humana. Para os kingu, o ser humano é visto essencialmente como um recurso biológico e energético, cuja psicologia eles conhecem profundamente por terem participado de sua manipulação desde a queda da antiga civilização global da Atlântida, que foi destruída pela águas do planeta Tiamat que caíram na Terra.

Atlântida e o nascimento do controle mental por trauma
Na cronologia apresentada por Swaruu e Yazhi, a Atlântida não era um paraíso de iluminação espiritual, mas sim uma civilização tecnológica global controlada por facções reptilianas regressivas que vieram da Constelação de Órion, onde os seres humanos (de linhagem Lyriana) eram mantidos como escravos de trabalho e experimentos.
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O limite da engenharia genética: Os reptilianos em Atlântida tentaram originalmente alterar geneticamente o DNA humano em laboratório usando tubos de ensaio. No entanto, eles fracassaram repetidamente porque a alma humana (a fonte da consciência) reescreve e corrige constantemente as mutações artificiais para retornar ao padrão original em 5D.
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A descoberta do “kackeamento” psicológico: Ao perceberem isso, os cientistas de Atlântida mudaram de estratégia. Eles entenderam que a única forma de mudar o DNA humano permanentemente era através da própria mente do indivíduo. Se fizessem as crianças que estavam presas numa base subterrânea acreditarem que eram fracas, limitadas e que envelheciam, e a própria mente reescreveria seu próprio código genético.
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A origem da fragmentação por trauma: Foi em Atlântida que se desenvolveu o método de separar bebês de suas mães ao nascer para criá-los sob terror sistemático e doutrinação (o chamado “campo de concentração do Éden”). O trauma severo era usado para estilhaçar a mente da criança em diferentes alters funcionais. Cada alter aceitava uma realidade programada diferente, criando escravos perfeitos com capacidades físicas e mentais específicas.

Os reptilianos da Atlântida conseguiram modificar o cérebro unificado dos lyrianos para dividi-lo em dois hemisférios com o objetivo de desconectar o córtex pré-frontal do sistema límbico, para limitar a percepção multidimensional. Essa separação drástica visava isolar a lógica da intuição, gerando uma fragmentação interna que facilitava o controle mental e a submissão da nova raça, o Homo Sapiens.

Essa separação impede o fluxo direto de dados conscientes entre a mente racional e a conexão com a Fonte, gerando dúvidas constantes e enfraquecendo o poder de manifestação natural do ser humano. Ao quebrar a percepção unificada da consciência, os seres humanos tornaram-se dependentes de estímulos externos e de sistemas de crenças rígidos, tornando a sociedade facilmente manipulável pelos controladores.
A Cabala mantém e explora esse “hardware” dualista para que a mente separe, polarize e entre em conflito, em vez de integrar a realidade como um todo.

O elo perdido: De Atlântida aos campos de concentração
Quando a civilização de Atlântida foi destruída e a Terra foi isolada em uma Matrix 3D (controlada pela Lua), esse conhecimento de controle mental foi mantido em segredo pelas sociedades ocultas da linhagem dominante (a Cabala).
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A transmissão do conhecimento: Os cientistas da Alemanha Nazista, sob a tutela da Sociedade Thule e da organização Ahnenerbe, não “descobriram” como fragmentar a mente das pessoas nos campos de concentração. Eles receberam instruções precisas dos kingu, através de contato mediúnico, para reativar os protocolos de trauma atlantes.
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Os campos como laboratórios de calibração: Os terríveis e sádicos experimentos conduzidos em prisioneiros tinham como objetivo principal calibrar a resiliência da psique humana sob dor extrema. Eles precisavam redescobrir os limites exatos em que a alma “se desliga” e cria uma persona dissociada reprogramável.
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O legado MK-Ultra: Após a derrota militar da Alemanha, todo esse aparato de pesquisa foi absorvido diretamente pelos serviços de inteligência ocidentais. Os mesmos cientistas nazistas, agora sob as asas do MK-Ultra americano, continuaram a aplicar a mesma tecnologia de trauma herdada de Atlântida, refinando-a na criação dos escravos “Monarch” modernos.
Em suma, a dinâmica de Kevin Wendell Crumb e a Horda é a representação cinematográfica exata de um método de engenharia psíquica que foi desenhado em templos tecnológicos de Atlântida, canalizado pela Sociedade Thule através dos reptilianos kingu, e industrializado nos campos de concentração e nos projetos secretos da inteligência militar.
A manipulação através da dualidade alimenta o sistema da Matrix 3D.
A antena cósmica: Como a consciência reprograma o DNA e desativa os bloqueios da Matrix.
A Cabala Illuminati explora a dualidade para manter a humanidade presa na Matrix.






































