Ishtar é uma divindade significativa na religião mesopotâmica, considerada principalmente como a deusa da guerra e do amor, com fortes associações com a fertilidade. Adorada pelos sumérios, acádios, assírios e babilônios, sua personagem é complexa e evoluiu ao longo do tempo, influenciada pela fusão cultural que se seguiu à expansão dos impérios. Seu nome, derivado da língua semítica, pode ser traduzido como “líder” ou “chefe”, refletindo sua natureza multifacetada como guerreira e doadora da vida.

Ishtar é considerada membro da classe especial de deuses mesopotâmicos chamada Anunnaki, que significa “aqueles que desceram do céu para a terra”. Nos primórdios da Mesopotâmia, a deusa do amor não era conhecida como “Ishtar”. Em vez disso, era venerada pelos sumérios como “Inanna” e, posteriormente, seria chamada de Ishtar pelos acádios, babilônios e assírios.

A adoração a Ishtar era generalizada, com templos importantes estabelecidos nas principais cidades-estados, incluindo Ur e Babilônia, onde o famoso Portão de Ishtar foi construído. Inanna/Ishtar é o nome que a deusa egípcia Ísis ganhou na Mesopotâmia. Ísis no Egito, Inanna/Ishtar na Mesopotâmia, Astarte/Afrodite na Grécia e Libertas/Vênus em Roma.

A deusa Ísis ganhou nomes diferentes em civilizações diferentes. Isso reflete o sincretismo mitológico, onde divindades de diferentes culturas compartilham atributos semelhantes com as divindades egípcias. Ísis é uma das divindades mais importantes da mitologia egípcia, reverenciada como deusa da fertilidade, maternidade, magia e cura.

A deusa Ísis/Ishtar foi na verdade uma geneticista extraterrestre no antigo Egito. 1

Os historiadores dizem que a antiga região da Mesopotâmia foi o “berço das primeiras civilizações” da humanidade, o que lhe valeu, sem surpresa, o título de “Berço da Civilização”. De aproximadamente 3200 a.C. até a queda do Império Persa em 331 a.C., civilizações como os sumérios, acádios, babilônios e assírios estabeleceram-se entre os rios Tigre e Eufrates.

Como na maioria das culturas antigas, os mesopotâmicos eram sociedades politeístas que cultuavam uma grande variedade de divindades que regiam todos os aspectos do seu mundo. Uma das deusas mesopotâmicas mais complexas e importantes era Ishtar, a deusa do amor, do sexo e da guerra. A verdade é que foram os maçons britânicos no século XIX que inventaram que a Mesopotâmia era o “Berço da Civilização”. O antigo Egito é que foi a primeira civilização humana após o dilúvio. A suméria surgiu um tempo depois do Egito.

Ishtar era cultuada principalmente como a deusa do amor e da guerra, e estava associada a aspectos dessas áreas, como sexo, fertilidade e poder político. Os principais símbolos associados a Ishtar eram o leão e a estrela de oito pontas. A deusa também era associada ao planeta Vênus e, como Vênus pode ser vista pela manhã e perto do anoitecer, ela às vezes era chamada de deusa da estrela da manhã e da tarde. Ísis e Ishtar frequentemente eram associadas a títulos majestosos como “Rainha dos Céus”, “Grande Mãe”, “Deusa da Magia” e “Deusa da Fertilidade”.

Leia mais: Deusa Ishtar: A deusa mesopotâmica do amor, do sexo e da guerra.

A deusa Ísis/Ishtar foi na verdade uma geneticista extraterrestre no antigo Egito. 2 A deusa Ísis/Ishtar foi na verdade uma geneticista extraterrestre no antigo Egito. 3

A estrela de oito pontas (ou octagrama) é um símbolo antigo associado à deusa Ísis e outras divindades do antigo Oriente Próximo e Egito, representando o poder celestial, a fertilidade e a proteção. Embora frequentemente ligada à deusa mesopotâmica Ishtar/Inanna, essa estrela também é reconhecida na iconografia de Ísis como um símbolo de sua natureza divina, poder sobre os céus e sua conexão com Vênus. Adivinha quem mais recebeu o título de “Rainha dos Céus” e era representada com uma estrela de oito pontas? Maria, a mãe de Jesus.

Mas quem foi realmente Ísis/Ishtar na antiguidade? 

O que é dito sobre ela tem muito pouco ou nada a ver com a mulher que realmente existiu num passado longínquo. Sim, Ísis/Ishtar e Osíris eram pessoas extraterrestres mas o resto são invenções criadas pelos egípcios, sumérios e babilônicos porque isso era muito feito naquela época, um exemplo disso são os gregos e seus exageros sobre histórias que aconteceram.

Ísis/Ishtar foi na verdade uma geneticista de Taygeta. Gênesis, do Antigo Testamento significa: Os Genes da deusa Ísis. O que Ísis/Ishtar estava fazendo na Terra? Segundo informações dos taygeteanos, a razão pela qual ela esteve na Terra foi para diminuir a interferência negativa da Matrix lunar. Foi a Federação Galáctica quem a instalou a Lua na órbita da Terra, que era uma nave biosfera dos andromedanos, que foi seriamente danificada durante a guerra de Tiamat, e depois abandonada.

Essa mulher taygeteana, que era uma cientista, queria retirar o controle lunar sobre a Terra. Essa era a missão dela. Mas os regressivos kingu, que vivem em cavernas profundas desde a inundação da Atlântida pelas águas do planeta Tiamat, já tinham feito planos para usar a referida Matrix conforme sua conveniência, e ajudaram Akhenaton e Nefertiti a assumiram o controle do Egito para expulsar as raças da Federação que tinham um espaçoporto no Planalto de Gizé.

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As Pirâmides faziam parte do sistema para aumentar a frequência do planeta e faziam parte de uma rede piramidal, todas colocadas em linhas ley planetárias para maior efeito e colocadas em pontos estratégicos por todo o planeta. Mas esse sistema acabou sendo desligado pelos regressivos.

Onde Isis/Ishtar morava? Ela vivia principalmente em sua nave espacial, e é por isso que os antigos egípcios a consideravam uma divindade. Ele “vivia no Sol”. Por que a nave no céu, para os egípcios, brilhava como o Sol, que nada mais é do o efeito da atmosfera superaquecida no casco metálico da nave. Mas ela também vivia em palácios no Egito daquela época, que as areias do tempo já apagaram. Ela esteve no Egito entre 10.000 a 10.500 a.C..

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A escultura abaixo mostra Ishtar. Ela tem asas mas não está voando, está pousada sobre dois leões que simbolizam o Alto Egito e o Baixo Egito. Leões = Egito e Leões = Sol. Deus solar. Isso significa que Ísis/Ishtar era uma deusa para os egípcios e sumérios. Seus pés são pés de falcão por causa de sua associação com Hórus, porque ele também voa. Ishtar segura em cada mão o Ankh, o símbolo egípcio da vida eterna. Vida eterna = Manipulação Temporal.

O que simboliza o “Ankh”? Simboliza que ela tem o comando sobre uma máquina que voa, por isso é combinado com as asas. É um joystick de uma nave espacial de Taygeta. O que significa que é um sinal de que essa pessoa podia voar e era um ser de outro mundo. Porque Ishtar foi mostrada com pés e asas de pássaro? Por que ela pode voar usando uma nave.

Ísis/Ishtar é retratada com corujas que significam portal dimensional ou buraco de minhoca. Entrada e saída de um portal estelar. Ishtar domina os portais, ela tem um de cada lado guardando-a. Ishtar tem 9 cobras na cabeça, que representam as 9 estrelas das Plêiades M45, de onde vieram os taygeteanos e os elohi.

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Ísis/Ishtar pilotava uma nave espacial que saltava no hiperespaço, no éter, e podia fazer manipulação temporal ao viajar no tempo. Ela era uma geneticista especialista e que voava sentada numa cadeira em uma nave. Os “deuses” dos tempos antigos estão quase sempre relacionados com exploradores espaciais, muitos deles da raça taygeteana. Num post anterior, falai sobre o verdadeiro significado de Osíris e o Olho de Hórus.

Simbologia Isthar – Swaruu de Erra – Taygeta

Swaruu: Ishtar possui símbolos da vida eterna (interpretação da Terra). Ela detém as chaves e o conhecimento da viagem no tempo e do controle temporal em suas mãos. Até mesmo os Anunnaki as possuem, mas esta mulher tem duas. Ela tem asas. As asas, na antiguidade, simbolizavam o voo, e também sua proeza. Uma proeza de pássaro… ela podia voar! Ela está em pé sobre dois leões… que simbolizam a terra do Egito, as duas esfinges (apenas uma sobrevive até hoje). As corujas de cada lado representam portais para outras dimensões: um buraco de minhoca. Existiram duas esfinges; os restos da segunda estão à esquerda daquela que sobreviveu. E elas sempre tiveram um rosto humano.

O rosto da esfinge representa a constelação de Virgem, porque esse é o início do ano egípcio, quando o Nilo subia e a terra era fertilizada. Seu corpo de Leão representa o último signo do ano egípcio, um símbolo do Egito e do sol, o Leão. As serpentes em sua testa simbolizam a sabedoria. Mas também simbolizam o voo. Ishtar tem nove serpentes na cabeça, uma para cada estrela das Plêiades M45. Elas simbolizam a sabedoria das nove estrelas. Ishtar está em pé sobre dois leões porque o leão simboliza o Egito. Dois leões porque havia dois reinos, o Reino do Nilo do Sul ou Alto Nilo e o Reino do Nilo do Norte ou Baixo Nilo.

A serpente está associada às trajetórias de espaçonaves, ao DNA e, portanto, à sabedoria. Como as mulheres são as que dão à luz, o DNA está associado a elas. Portanto, no Egito Antigo pré-clássico, o símbolo da mulher era uma serpente. Mais tarde, no Egito Clássico, o hieróglifo para mulher tornou-se uma mulher sentada. Em suas mãos estão o Ankh (ou Cruz Ansata) que representam os controles de uma nave espacial. A serpente representa a sabedoria. É por isso que os reis egípcios tinham uma cobra emergindo de suas cabeças em suas vestimentas, porque a sabedoria vem de suas cabeças, que também são o sol ou representam o sol.

Na imagem acima Ishtar segura dois Ankh. Simboliza que ela tem o comando sobre algo que voa, por isso é combinado com as asas. É um joystick de uma nave espacial. O que significa que ela podia voar e era um ser de outro mundo. Seus pés são pés de falcão por causa de sua associação com Hórus, porque ele também voa. Ela está em pé sobre dois leões. O leão simboliza o Egito. Dois leões simbolizam o Alto Egito e o Baixo Egito. As corujas novamente são os portais da Nebulosa da Coruja.

Os Anunnaki, deuses da Mesopotâmia, são frequentemente associados a representações com asas em selos cilíndricos e baixos-relevos, simbolizando sua natureza celestial, poder divino e capacidade de voar. Essas figuras aladas com barbas eram representações dos pilotos taygeteanos, que voavam em suas naves. A bolsa que as figuras seguram numa das mãos representam sementes para agricultura e a pinha na outra mão significa o conhecimento que os “deuses” deram aos humanos.

Os “deuses” taygeteanos e engans que vinham das Plêiades para a Terra. Eles usavam barbas e desciam do céu para o Egito e Suméria em suas naves espaciais. Eles trouxeram sementes de vários tipos para os humanos e os ensinaram a agricultura, matemática, astronomia, artes entre outras coisas.

Lei mais: Quem foram os “deuses” na antiguidade e como as religiões surgiram?

Parece que a mulher taygeteana que foi associada a Ísis/Ishtar saltava no tempo com sua nave para diferentes épocas na Terra. Os taygeteanos sabiam que a Terra iria sofrer um cataclismo, logo após o destruição do planeta aquático Tiamat, que foi o evento do dilúvio global. Assim, tendo em conta a redundância, foram construídas 3 arcas para armazenar a biologia da Terra em nano recipientes. Era impossível guardar toda a biologia, mas o máximo possível de códigos de DNA foram preservados.

As três arcas eram: Arca da Aliança, Arca de Gabri’el e Arca de Ísis. Duas das arcas tiveram que permanecer na Terra em lugares seguros. A Arca da Aliança ficou guardada numa base subterrânea no Planalto de Gizé, antigo espaçoporto da Federação Galáctica. A Arca de Gabri’el foi guardada sob o zifurate de Alt-Ur, outro espaçoporto da Federação, e a Arca de Ísis foi guardada pelas forças de Taygeta, como é até hoje.

A geneticista taygeteana Ísis/Ishtar foi quem ajudou a coletar a biologia da Terra para evitar a destruição de espécies de animais e plantas durante o cataclismo previsto e iminente. Essa foi a razão pela qual as arcas foram construídas. São tecnologia Taygeta, antiga mas ainda em funcionamento. O taygeteano Gabri’el foi quem escondeu as duas arcas na Terra. Foi-lhe confiado pela Federação Galáctica. A Arca de Ísis era o protótipo. A Arca de Gabri’el era redundante e a Arca da Aliança era a principal.

Gênesis, como os Genes de Ísis, porque é a partir daí que a humanidade, como a conhecemos, “se originou”. Ela nasce em um sentido literal, o povo do Egito nasceu por volta de 10.000 a.C. Isso foi resultado da intervenção de Osíris e Ísis/Ishtar. Para eles, foi o início do povo egípcio. Já existiam humanos antes, mas o Egito foi a primeira civilização humana pós dilúvio. As civilizações antes do dilúvio, Atlântida e Lemúria, foram criadas e habitadas principalmente por extraterrestres.

O tema da manipulação genética de humanos é complexo, por que houve manipulação em laboratório de várias raças, especialmente as reptilianas, na era antediluviana da Atlântida. Ishtar também experimentou diretamente com genética, mas concluiu que o controle mental e a engenharia populacional eram maneiras melhores de alterar e purificar o DNA humano das mudanças reptilianas que, em grande parte, os limitavam. Isso foi feito para acelerar o processo natural do DNA retornar à sua impressão ou características originais.

Ísis/Ishtar comandou o grupo de cientistas taygeteanos que recolheram o DNA de milhares de espécies biológicas na Terra, antes do cataclismo do dilúvio, para guardar amostras do DNA em nanorecipientes nas três arcas. Como Ísis/Ishtar pilotava uma nave que saltava no tempo, ela foi para uma época no futuro, após o dilúvio, para replantar em massa muitas espécies. Esse é o motivo por Ísis e Ishtar eram reverenciadas como deusas da fertilidade.

A amostra é coletada por ressonância de frequência ou compatibilidade de frequência com as espécies a serem reparadas. Isto ocorre com o uso de tecnologia muito precisa do tipo raio trator. Ele é carregado em um computador que controla uma cápsula médica, ou também no computador que controla o raio trator externo, que será então usado para imprimir a alteração no animal em questão. Ele imprimirá diretamente em suas células, usando o princípio da frequência dominante.

Para replantar um local, é necessário reproduzir muitos animais em laboratório, animais cultivados em laboratório a partir de amostras que foram desenvolvidas a partir do DNA da Arca, impondo os dados de DNA em células-tronco vazias para criar um zigoto que crescerá em uma cápsula médica e se tornará um animal completo. Quando você tem o suficiente, você os libera no lugar certo no planeta escolhido. Você só precisa de alguns animais e eles se reproduzem, dependendo da espécie. Mas você precisa de uma grande nave com os laboratórios certos.

Esse método é usado sempre que a biologia de um lugar precisa ser restaurada. Mesmo que seja para reparar o DNA de um animal ou planta. Toda vez que há um cataclismo, ele é usado. Por exemplo, depois da enchente. Diz-se erroneamente que a Arca da Aliança foi dada por Deus a Moisés. Isso seria entre 1330 e 1325 a.C. e as Arcas são muito mais antigas. Desde antes do dilúvio, pouco antes dele, isso foi feito para preservar a biblioteca viva, pois ela estava ameaçada pelas consequências da destruição de Tiamat.

Então Ísis/Ishtar esteve na Terra antes do evento do dilúvio há 12.500 anos para coletar o DNA biológico em três arcas. Utilizando uma nave espacial, ela e sua equipe de cientistas saltaram no hiperespaço para ir para um momento no futuro da Terra pós-dilúvio onde poderiam replantar as áreas de terra sem água com espécies de animais e plantas. Depois eles saltaram no tempo novamente para ajudar a fundar a primeira civilização humana no Egito. No total, eles saltaram 2.500 ou 3.000 anos. Um taygeteano pode viver até 1.000 anos.

Egito Antigo – Simbologia – Perspectiva extraterrestre – Transcrição

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Renato Cunha
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