As grandes marcas de moda arregaçam as mangas e colocam as máquinas de costura à disposição, numa situação de emergência. As lojas estão fechadas devido à pandemia do vírus chinês, mas abrem-se outras possibilidades. Para além das doações no valor de 2 milhões de euros para a proteção civil e para os hospitais italianos, o estilista Giorgio Armani ajustou a linha de produção. Dos ateliers agora saem macacões descartáveis para os profissionais de saúde.

Os grupos Prada, Gucci e Calzedonia seguiram o exemplo. Estão a ser produzidas centenas de milhares de peças de vestuário hospitalar e máscaras nas fábricas do norte de Itália. No total, quase 200 casas de moda italianas uniram forças e criaram uma única cadeia de produção, para fabricar de dois milhões de máscaras por dia. O sistema de saúde do país precisa de ajuda desesperada e a indústria dos cosméticos também não cruzou os braços.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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