Mauro Biglino é um escritor, ensaísta e tradutor italiano nascido em 1950 em Turim, conhecido por suas traduções literais do hebraico bíblico e por interpretações não-teológicas do Antigo Testamento. Biglino estudou hebraico bíblico de forma autodidata (com apoio da comunidade judaica de Turim) após uma carreira no setor financeiro. Trabalhou para as Edizioni San Paolo (editora católica), traduzindo 17-19 livros do Antigo Testamento a partir do Texto Massorético (Código de Leningrado), incluindo os Profetas Menores e as Meghillot, em edições interlineares destinadas a estudiosos.

Nessas edições acadêmicas, termos como “Elohim” frequentemente ficavam sem tradução. Após divergências com a editora por suas visões heterodoxas, ele se tornou autor independente e palestrante. Tem dezenas de livros, muitos best-sellers na Itália, como “O Deus da Bíblia não é o Deus Universal”, “A Bíblia não é um livro Sagrado: O grande engano”, “O Livro que Mudou a História da Bíblia”, “Os Deuses da Bíblia” e a série Elohim.

Mauro Biglino - Quem eram realmente os Elohim do Antigo Testamento? 9

Sua visão sobre os Elohim no Antigo Testamento

Biglino defende uma leitura literal do texto hebraico original, sem filtros teológicos, dogmáticos ou metafóricos posteriores. Seus principais pontos sobre os Elohim são:

  • “Elohim” é um termo plural (singular: El ou Eloah). Não se refere a um único Deus espiritual onipotente, mas a uma pluralidade de seres — um grupo de indivíduos poderosos, concretos, “em carne e osso”.
  • Esses seres eram governantes, legisladores ou “potentados” que interagiam fisicamente com os humanos. Yahweh (ou Javé) era um deles, não o Deus único, mas um Elohim específico que escolheu os israelitas como seu povo em uma espécie de “contrato” ou atribuição territorial.
  • Ele cita passagens onde o plural é evidente (ex.: Gn 1:26 “Façamos o homem à nossa imagem”; Salmo 82, onde Elohim se reúnem em assembleia e um superior os repreende, lembrando que eles “morrerão como homens”). Biglino argumenta que traduções tradicionais mascaram isso transformando o plural em singular ou interpretando metaforicamente (“juízes”, “anjos”, etc.).
  • Os Elohim seriam uma civilização avançada (possivelmente extraterrestre, segundo interpretações mais ousadas dele e de quem o segue) que dominou territórios na Terra, usou tecnologias (descritas na Bíblia como “glória”, carros celestes, etc.), manipulou geneticamente os humanos (“criação” de Adão como engenharia) e manteve relações íntimas com certos povos.
  • Não há conceito de “Deus” (ser transcendente, eterno, onipotente) no Antigo Testamento original, segundo ele. Isso seria uma construção posterior das religiões. A Bíblia narraria eventos históricos e físicos, não espirituais.

Mauro Biglino - Quem eram realmente os Elohim do Antigo Testamento? 1

Mauro Biglino tem um canal oficial no YouTube com muitas palestras sobre o tema. Durante séculos, o Vaticano guardou cuidadosamente segredos em relação ao que sabem sobre OVNIs, alienígenas e os mistérios do universo. O que a maioria das pessoas não sabe é que o Vaticano está na vanguarda da busca por vida extraterrestre há muito tempo.

O Observatório do Vaticano em Roma é muito bem financiado, e o Vaticano também tem um “grupo de pesquisa” que utiliza equipamentos de altíssima potência da Universidade do Arizona em Tucson. O Vaticano realizou uma conferência de imprensa em 17/05/24 sobre OVNIs, alienígenas e “aparições”, a primeira conferência desde 1978.

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O fato de ter traduzido a Torá original diretamente para o italiano, Mauro Biglino descobriu diferenças bastante significativas nesse texto em relação à tradução “canônica” do Antigo Testamento. Por exemplo, em vez de Deus, um antigo texto hebraico falava de certos seres de carne e osso que, cometendo inúmeros crimes, forçaram os judeus a adorá-los como “deuses” com a força de suas armas.

Biglino escreveu um livro intitulado “A Bíblia não é um livro Sagrado”. É importante compreender que estamos falando especificamente do Antigo Testamento, não da Bíblia inteira. Poucas pessoas sabem hoje que foi apenas na segunda metade do século XIX que a Sociedade Bíblica de Londres impôs ao mundo o “Antigo Testamento”, uma tradução distorcida da Torá, como “escritura sagrada”. Durante séculos, a igreja cristã na Rússia publicou a “Bíblia Eslava”, que continha apenas o “Novo Testamento” e o “Saltério”.

Então, por que fomos forçados a aceitar uma coleção de mitos religiosos judaicos? E numa tradução extremamente imprecisa, diga-se de passagem. Aliás, traduções igualmente livres da Torá já haviam sido feitas anteriormente em outros idiomas europeus, como demonstra a tradução italiana de Mauro Biglino. Eis como o estudioso italiano explica o significado do título deste livro:

“No entendimento geral, a ‘Bíblia’ é o Antigo Testamento, combinado com os Evangelhos e o Novo Testamento. Nesta obra, o termo ‘Bíblia’ é usado por conveniência e significa exclusivamente o Antigo Testamento. Para entender o termo “sagrado”, apresentarei definições de dicionários explicativos.

1. Sagrado: santo ou santificado. Refere-se a conceitos divinos e religiosos, rituais ou cultos.

2. Iniciado. Refere-se a cultos religiosos. Antônimos: pagão, não iniciado. Que inspira (ou pretende inspirar) grande respeito ou adoração.

3. Que recebeu (consagração). Dedicado a Deus, a um propósito divino ou religioso. Exemplo: Sagradas Escrituras. Digno de adoração ou veneração religiosa por sua ligação com Deus ou manifestações divinas.

O material desta e de obras anteriores deixa claro que a “divindade”, no sentido espiritual da palavra, está completamente ausente do Antigo Testamento.   E, mais importante, não há Deus nem cultos dedicados a Ele. O que existe ali é uma submissão aterradora a um certo indivíduo chamado Yahweh, pertencente ao grupo dos Elohim, seres de carne e osso que nunca foram designados como “deuses” no sentido espiritual da palavra.   

O Livro de Eclesiastes (chamado Qohelet na Bíblia Hebraica) afirma inequivocamente e sem dúvida que o homem não é de modo algum superior (em alma ou espírito) aos animais, e após a morte vai para o mesmo lugar que os animais (3:19-20). Portanto, o título afirma categoricamente que a Bíblia não é um livro “sagrado”, tomando como definição o entendimento geral dessa palavra.”

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O que foi considerado verdade ao longo dos séculos?

Em seu livro “A Bíblia não é um livro sagrado”, o estudioso bíblico italiano Mauro Biglino escreveu com base em uma tradução direta da Torá hebraica original. No entanto, ele não se refere à Bíblia inteira, mas ao Antigo Testamento, que é uma tradução bastante livre da Torá para línguas europeias.  

Por que esse tradutor italiano chegou a essa conclusão com base no título de seu livro? A interpretação do termo “sagrado” já foi discutida, mas há mais do que isso. Aqui está, por exemplo, o que ele escreve na introdução de seu livro: “Cada vez mais pessoas me perguntam: Mauro, a Bíblia é realmente uma história de ficção?”

Após muitos anos trabalhando como tradutor de hebraico, tendo publicado 17 livros do Antigo Testamento traduzidos da edição de Stuttgart da Bíblia Hebraica (baseada no Códice de Leningrado) pela Edizioni San Paolo, e três livros sobre a Bíblia, após três anos de atividade pública e mais de 30.000 exemplares vendidos, inicio este trabalho, que só posso descrever como uma “palestra ao teclado” em vez de um microfone. Trata-se de um discurso sobre diversos temas, com a intenção de esclarecer a questão fundamental sobre nossa relação com este livro, que posso formular da seguinte maneira: o que está escrito nele é de fato proferido pelos guardiões do conhecimento?

A resposta, a meu ver, é óbvia: absolutamente não. Os autores não se limitaram a uma narrativa dos acontecimentos, mas foram muito além: inventaram deliberadamente e sem pudor algo que nunca aconteceu. Essa é a razão para a escolha de um título tão categórico e provocativo para o livro. Esta “palestra de teclado” também contém respostas a críticas e comentários (em sua maioria contraditórios) feitos por representantes de diversas crenças a respeito das hipóteses apresentadas em meus trabalhos anteriores, que serão citados a seguir.

Nossa jornada começa com o primeiro versículo do Gênesis para chegarmos a uma compreensão final (ainda que artificial) do erro derradeiro a respeito de Adão e Jesus. Essa é uma história que os guardiões do conhecimento idealizam, usando textos considerados sagrados como um pretexto banal para expressar a teoria da criação artificial. Ao descrever a “palestra”, optei deliberadamente por limitar as citações e referências bibliográficas tão numerosas em meus outros livros. Portanto, a bibliografia será limitada ao estritamente necessário e conterá apenas o essencial.

Por outro lado, durante esses três anos de divulgação pública da minha pesquisa, notei que o comportamento dos críticos profissionais é bastante peculiar e nem sempre coerente: se ouvem ou leem uma afirmação que concorda com suas ideias, não solicitam a fonte nem exigem contexto, aceitando a afirmação tal como formulada, sem questionamentos adicionais, mesmo que seja um completo absurdo. Se, ao contrário, ouvem ou leem algo que contradiz seus pontos de vista, ou (pior ainda) os coloca em xeque, imediatamente exigem a fonte, alegam alegorias ou metáforas, escondem-se atrás do contexto, e assim por diante.

Por exemplo, se eu escrever que Javé amava toda a humanidade (o que contradiz completamente o Antigo Testamento), os críticos permanecem em silêncio. Mas se eu escrever que Javé ordenou o massacre de mulheres, crianças e idosos (o que é corroborado pelo texto e que de fato aconteceu), sou imediatamente questionado sobre onde e em que contexto isso foi registrado, repreendido, afirmado categoricamente que o texto deve ser interpretado corretamente, compreendido, que é obviamente uma alegoria ou metáfora, que deve ser considerado no contexto histórico e cultural da época, que um estudo aprofundado é necessário para compreender o significado esotérico, e assim por diante.

Nunca ouvi o primeiro versículo de Gênesis ser usado como um texto alegórico, embora contenha uma afirmação que não guarda nenhuma semelhança com o que nos é dito. Em outras palavras, não menciona a “criação”, mas algo completamente diferente (veja a análise em meu trabalho anterior, “Não Há Criação na Bíblia”). Em última análise, o significado do comportamento dogmático é este: aquilo de que se gosta pode ser interpretado literalmente, como está escrito, enquanto aquilo de que se desagrada requer análise e interpretação aprofundadas.

Esta “palestra”, portanto, é como um riacho cujo fluxo segue pensamentos que evocam outros pensamentos e conclusões didáticas. Nem sequer citarei os versículos hebraicos (como fiz em livros anteriores e como farei em futuros), porque decidi acatar as traduções oficiais e referir-me principalmente à versão da CEI (Conferência Episcopal Italiana), que merece ser reconhecida como uma representação objetiva do significado do texto hebraico, mesmo nas passagens que possam ser consideradas inadequadas ou até contrárias à doutrina cristã.

Também ofereço amplo espaço para rabinos que estudam esses textos com uma postura livre das convenções dos ultra-ortodoxos e da ideologia da matriz nacionalista (conhecida como “sionismo”), cujo dogmatismo abomina a dúvida ou o raciocínio que possa levar a conclusões diferentes das geralmente aceitas. Ocasionalmente, também incluirei links para blogs e fóruns onde estudiosos judeus que se dedicam ao estudo da Bíblia analisam meus trabalhos anteriores. Assim, seguindo este caminho, o leitor acumulará conhecimentos e incentivos para um estudo mais aprofundado e uma reflexão independente, necessários para compreender a verdadeira força (embora aqui “fragilidade” seja uma palavra mais apropriada) do fundamento sobre o qual se ergue o enorme edifício que tem sido apresentado como verdade por séculos.

Como sempre digo e escrevo, reconheço que não sou o detentor da verdade absoluta e também estou ciente de que posso cometer erros, aos quais ninguém está imune. Ao mesmo tempo, sem presunção indevida, reconheço que fiz progressos significativos em minha pesquisa ao longo das últimas décadas, o suficiente para expor erros evidentes. Invoco como testemunhas os 17 volumes de minhas traduções publicados pela Edizioni San Paolo. As dúvidas e perguntas que surgem na mente do leitor são um verdadeiro estímulo, iniciando o processo de pensamento independente, livre de quaisquer convenções.

Portanto, sigo um caminho que desenvolvi ao longo dos últimos anos: traduzo o hebraico palavra por palavra e tento relatar com a maior precisão possível o que descobri. E se descubro alguma ficção (como a história de Pinóquio), eu a menciono, mas deixando claro que essa ficção foi inventada e inserida pelos próprios editores posteriores da Bíblia Hebraica.

Assim, este estudioso, já no prefácio, alude a muitas coisas que contradizem as interpretações oficiais do Antigo Testamento, e chega a afirmar que várias “fábulas” foram inseridas nele por editores posteriores. Em essência, o texto original da Torá, conhecido por nós como Antigo Testamento, foi falsificado. E isso é mais uma prova de que tanto a história como a religião foram falsificadas.

Mauro Biglino é autor do livro “A Bíblia não é um livro Sagrado: O grande engano“. A Amazon vende o eBook em português.

De que raça eram os Elohim do Antigo Testamento?

Elohim, Annunaki e outros nomes eram referentes as raças de pessoas avançadas que vivem no sistema Estelar das Plêiades, mas também em outros sistemas estelares. Foram os Elohim/Annunaki da Federação Galáctica que fundaram a primeira civilização humana no Egito, após a catástrofe do dilúlio.

Aqueles deuses barbudos e com asas que os sumérios representaram, e que chamavam de Annunakis, são os Elohim, seres de várias raça estelares, incluindo os Elohi da estrela Asterope, os Solatianos da estrela Pleione, os Engan da estrela Electra, os Hydeanos (felinos Urmah) da estrela Merope e Taygeteanos da estrela Taygeta nas Plêiades.

Os Elohim/Annunaki eram de diferentes raças estelares, inclusive os regressivos Reptilianos e Greys de Órion.

Elohim - Quem são esses "deuses" do Antigo Testamento? 2

Vários crânios humanos alongados e com deformações artificiais foram encontrados em sítios arqueológicos no Irã, Iraque e Síria. Essa tradição de alterar o formato da cabeça aconteceu em diferentes partes do mundo, como na Ásia, na África, nas Américas (como a famosa cultura Paracas, no Peru), na Europa e até na Sibéria, sempre carregando grande significado cultural para os povos antigos. Durante a primeira infância, quando os ossos do crânio dos bebês ainda são maleáveis e não estão totalmente fundidos, faixas de tecido, couros ou placas de madeira eram amarrados e pressionados firmemente contra a cabeça. Com o crescimento natural, o crânio assumia a forma alongada desejada.

Por que povos de outros locais distantes do mundo tinham o mesmo costume de alongamento dos crânios. A quem eles estavam imitando ou reverenciando? A raça extraterrestre Elohi da estrela Asterope nas Plêiades, também conhecida na Terra como Homo Capensis ou Elohim. Esta raça têm um crânio muito maior que o dos humanos, mas não uma densidade cerebral maior. A maior concentração de populações de Homo Capensis na Terra ficava no Egito, Peru e nos Montes Cárpatos. Os Elohi começaram a influenciar ativamente a Terra como uma elite dominante a partir da época do Antigo Egito.

Como seria um extraterrestre Elohi (Homo Capensis):

A "Serpente Emplumada" Quetzalcóatl era um "deus" extraterrestre que voava numa espaçonave. 6

Um dos exemplos mais citados da linhagem Elohi no poder foi o rei Akhenaton e sua esposa Nefertiti, que governaram o Egito por volta de 1353 a.C. a 1336 a.C. Essa é uma das várias evidências de extraterrestres vivendo na antiguidade, junto com humanos. Se um povo tinha a prática de alongar crânios, é para que seus filhos se parecessem com os “deuses” Elohi. Foram Akhenaton e Nefertiti que criaram a primeira religião dogmática, o Atonismo (Culto de Aton) e deram início as sociedades secretas que levaram a Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria).

Pedi a IA para criar imagens de Akhenaton e Nefertiti com crânios alongados como os Elohi.

Com suas naves, os Elohi (Homo Capensis) podiam se mover rapidamente para qualquer lugar da Terra, mas eles utilizavam muito portais artificiais, pois o transporte é instantâneo. Dessa forma, os Elohi viajavam pelo mundo todo levando conhecimentos sobre astronomia, matemática, agricultura e arquitetura para os povos antigos. Mas nem todos os Elohi fizeram coisas boas para a humanidade, Akhenaton e Nefertiti, por exemplo, foram os responsáveis por criar a primeira guerra religiosa na Terra e dar início a Cabala. É bem provável que grupos de indivíduos regressivos da raça Homo Capensis sejam os Elohim retratados no Antigo Testamento.

Yahweh (ou Javé) era um dos Elohim mencionados no Antigo Testamento. Ele poderia ter sido da raça dos Elohi, e sendo um extraterrestre que viaja numa espaçonave e tem tecnologia avançada, foi visto como um “Deus” pelos povos antigos.

Os Elohi de Asterope nas Plêiades são uma raça positiva e progressista, mas existem algumas poucas maçãs podres entre eles. Um grupo de Elohi desonestos e traiçoeiros, da mesma forma que Akhenaton e Nefertiti, trabalharam em conluio com os regressivos reptilianos Kingu para manipular a população humana através de religiões e controle mental. O líder deles seria o Yahweh (ou Javé) do judaísmo. Lembrando que os Elohim/Annunaki podem viver de 1000 a 4000 anos, dependendo de qual raça seja. No tempo de vida de um Elohim, dezenas de gerações humanas se passaram.

A IA criou umas imagens bem interessantes deles….

De acordo com informações dos Taygeteanos disponíveis no site swaruu.org, a narrativa sobre a origem da religião judaica envolve uma interpretação alternativa da história, conectando figuras egípcias, influências extraterrestres e estratégias de controle reptiliano.

A criação da religião judaica

O reinado de Akhenaton (também associado a Moisés) começou em 1353 a.C. (algumas fontes históricas apontam 1351 a.C.), quando ele subiu ao trono egípcio com o nome de Amenófis IV (ou Amenotepe IV). Amenófis IV mudou seu nome para Akhenaton no quinto ano de seu reinado (por volta de 1348 a.C.) depois que ele introduziu o conceito de monoteísmo no Egito, promovendo o culto ao deus solar Aton (Atonismo). Isso representava uma ruptura com o politeísmo tradicional egípcio, que incluía múltiplos deuses e o culto à deusa.

Essa mudança não foi bem recebida pela população e pelo clero egípcio tradicional. Akhenaton, Nefertiti e seus seguidores foram expulsos do Egito. No Monte Sinai, Akhenaton supostamente subiu para se encontrar com seus “parentes” Elohim (os Elohi ou os Kingu) e planejar o próximo passo. Foi nesse contexto que o judaísmo nasceu como uma religião organizada.

Os Elohim mencionados na Torá judaica seriam, nessa narrativa, uma mistura complexa:

  • Os regressivos reptilianos Kingu, que atuavam como manipuladores, usando avatares humanos para passarem despercebidos pelas massas.
  • Mas também associados aos Elohi (Homo Capensis), criando uma sobreposição confusa entre diferentes grupos não humanos.

O objetivo central, segundo os Taygeteanoos, era hackear a Matrix (o sistema de realidade controlada na Terra) através de controle mental via crenças impostas. A religião monoteísta serviu como ferramenta para:

  1. Isolar as pessoas do divino interno — Em vez de uma conexão direta com a Fonte ou consciência universal (presente no politeísmo mais flexível), as pessoas passavam a depender de uma autoridade externa (um Deus único, mediado por sacerdotes e regras rígidas).
  2. Criar uma mente coletiva — Ao fazer todos pensarem e agirem de forma similar, com medo do castigo divino, eles manifestam coletivamente a realidade desejada pelos controladores.
  3. Exploração de energia — Através do medo, culpa e obediência, gerava-se loosh (energia emocional) que alimentava as entidades negativas do baixo astral 4D. Após a morte, o sistema de reencarnação seria manipulado para manter as almas presas no ciclo de exploração na Matrix 3D.

O judaísmo seria, assim, a base para o “monstro de três chifres”: Judaísmo → Cristianismo → Islamismo — variantes da mesma mentira adaptadas para diferentes povos, todas originadas de Roma (fundada pelos descendentes dos egípcios expulsos) e controladas por influências reptiliana/Cabala.

Enki é associado ao povo de Israel/Judaísmo e à linha de Akhenaton (Cabala/Kingu), representando energias de engano e controle. Já Enlil liga-se mais aos Elohim de Plêiades e à oposição tradicional. Há uma inversão proposital nessas narrativas para confundir.

Contexto maior de controle

Essa criação religiosa faz parte de um hackeamento reptiliano maior na Matrix terrestre, iniciado há milênios. O objetivo final seria manter a humanidade como fonte de energia e mão de obra, impedindo a ascensão ou escape do sistema. O Antigo Testamento seria uma codificação da história de Atlântida, lida de forma literal pelos não-iniciados e simbólica pelos que entendem o código (Adão e Eva eram povos ou raças, não indivíduos). As sociedades secretas e as elites controladoras (frequentemente chamadas de illuminati) utilizam as religiões como uma das principais ferramentas de manipulação para manter a humanidade aprisionada na Matrix 3D.

A Matrix 3D e o controle por frequência

A Matrix 3D é descrita como um holograma ou sobreposição de frequências impostas (principalmente via tecnologia lunar e outros meios) que limita a percepção humana aos cinco sentidos, mantendo as pessoas em um estado de baixa consciência, medo e esquecimento de sua verdadeira natureza espiritual. As religiões atuam como um “hack” mental e energético que reforça essa prisão, programando crenças que geram medo, culpa e submissão.

O “Monstro de Três Chifres”: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo

De acordo com os Taygeteanos, um dos maiores hacks reptilianos na Matrix foi a implementação do “monstro de três chifres” — as religiões abraâmicas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo). Elas são variações da mesma narrativa, adaptadas para diferentes povos, com o objetivo de subjugar as massas através do medo.

Essas religiões foram criadas ou cooptadas por elites e sociedades secretas para:

  • Instalar medo do divino (Deus punitivo, inferno, pecado original);
  • Promover obediência cega a autoridades intermediárias (sacerdotes, igrejas, papas);
  • Canalizar a energia criativa coletiva (pensamentos, emoções e orações) para reforçar a própria Matrix e os interesses dos controladores;
  • Dividir a humanidade em grupos rivais, gerando conflitos que justificam mais controle (guerras religiosas).

Posteriormente, esse sistema de controle triplo foi complementado por outro: Cidade do Vaticano (controle religioso), Washington D.C. (controle militar) e City de Londres (controle financeiro).

Tratando as pessoas como crianças com relatos bíblicos

As elites e sociedades secretas veem a população geral como “crianças” ou “ovelhas” que precisam de narrativas simplificadas e infantis. Os relatos bíblicos são usados exatamente como contos de fadas ou histórias moralistas para crianças: cheios de metáforas distorcidas, heróis, vilões, castigos e recompensas, para manter as massas em um estado infantil de dependência espiritual.

Exemplos citados ou implícitos nas transcrições:

  • A Bíblia é uma compilação de histórias antigas reescritas por eruditos a serviço de reis, imperadores e sociedades secretas, adaptadas para controle populacional.
  • Conceitos como pecado original, juízo final, salvação externa (por um salvador) e obediência incondicional mantêm as pessoas em um ciclo de culpa e esperança adiada, impedindo que busquem o poder interior e a conexão direta com a Fonte.
  • As religiões desviam a busca natural por espiritualidade verdadeira para uma “caricatura cruel” cheia de medo e separação. Religião tem a ver com controle, não espiritualidade.

Como uma citação atribuída a um Papa ilustra: “Dê-me uma criança antes dos sete anos e ela sempre pertencerá à igreja.” Isso reflete a estratégia de programar mentes desde cedo, como se faz com crianças.

Mecanismo de controle energético e astral

As religiões não servem apenas para controle mental: elas canalizam a energia mental e criativa da população para manifestar a realidade desejada pelos controladores. Rituais, orações em massa e crenças fortes fortalecem egrégoras (entidades ou formas-pensamento) no astral inferior, que por sua vez sustentam a Matrix.

As sociedades secretas (como maçons em níveis mais superficiais, e camadas mais profundas conectadas a interesses não-humanos) guardam o conhecimento verdadeiro enquanto fornecem versões distorcidas ao público. Eles usam religiões para compartimentalizar a sociedade, impedir que as pessoas vejam o quadro completo e explorar a necessidade humana de significado espiritual.

Objetivo Final

O objetivo é manter a humanidade em baixa frequência, desconectada de sua natureza multidimensional, servindo como fonte de energia (loosh) e mão de obra para o sistema. Ao tratar as pessoas como crianças eternas com historinhas bíblicas de recompensa/punição, as elites satânicas Illuminati impedem o despertar, a soberania pessoal e a saída da Matrix 3D para estados de consciência superiores. As sociedades secretas e as egrégoras do baixo astral utilizam as religiões dogmáticas como ferramenta de manipulação e colheita de energia.

As religiões dogmáticas não são criações espontâneas ou puramente espirituais. Elas foram projetadas ou cooptadas por estruturas de poder (incluindo sociedades secretas como Illuminati, jesuítas, maçonaria e a Cabala) para manter a humanidade em um estado de medo, obediência e baixa frequência vibracional. Isso permite a extração de energia vital (loosh) por entidades do baixo astral.

1. O papel das sociedades secretas na criação e manutenção das religiões

As sociedades secretas formam camadas hierárquicas de controle na Terra. No topo, há contatos diretos com entidades alienígenas e do baixo astral. Elas usam religiões como ferramenta para as massas, enquanto os iniciados seguem conhecimentos esotéricos mais profundos.

  • O Vaticano e estruturas como os Illuminati, que são maçons e jesuítas, são citados como centros de controle. As religiões oficiais são simplificações de conceitos mais complexos, mantidos em segredo para os iniciados.
  • Elas promovem dogmas que geram culpa, medo do pecado, do inferno e da punição divina. Isso mantém as pessoas submissas aos sistemas de autoridade (governo, igreja, etc.).
  • As religiões evoluem conforme necessário: da forma antiga para conceitos modernos, inclusive se misturando com ciência dogmática ou movimentos Nova Era controlados.

2. As egrégoras do baixo astral e a colheita de energia

Egrégora é uma entidade coletiva criada pela força de pensamento e emoção em massa de muitas pessoas. As religiões dogmáticas geram egrégoras poderosas no baixo astral (planos de baixa frequência, cheios de entidades oportunistas, demônios e arcontes).

  • Medo e sofrimento são a “comida” dessas entidades. Religiões que enfatizam pecado, julgamento, inferno e salvação externa criam um ciclo constante de emoção negativa.
  • Arcontes e demônios (entidades astrais inferiores poderosas) são usados pelos controladores. Eles promovem medo para tornar as pessoas obedientes e dependentes da religião e do governo.
  • Ao morrer, muitas almas ficam presas ou manipuladas no baixo astral por crenças religiosas (ex.: esperar um julgamento divino), facilitando a reciclagem (reencarnação forçada) e nova colheita de energia.

Essas egrégoras se fortalecem com rituais coletivos, orações em massa, fanatismo e conflitos religiosos, que geram ainda mais dor e separação. O fanatismo religioso, que provocou guerras “santas” que ceifaram a vida de centenas milhões de pessoas, é sinal de possessão demoníaca.

3. Mecanismo de manipulação e sucção de energia

  1. Criação de dualidade e medo — Deus vs. Diabo, céu vs. inferno, certo vs. errado. Isso fragmenta a consciência e impede o reconhecimento do poder interior da alma.
  2. Dependência externa — Salvação vem de fora (igreja, sacerdote, messias), não da conexão direta com a Fonte ou o Eu Superior.
  3. Geração de loosh — A energia emocional densa (medo, culpa, raiva em nome de Deus) é colhida por entidades astrais e repassada para as camadas superiores de controle (sociedades secretas e oligarcas).
  4. Manutenção da Matrix — As religiões reforçam a percepção de uma realidade limitada, onde o ser humano é pecador e impotente, impedindo a expansão da consciência.
  5. Infiltração — Mesmo movimentos espirituais alternativos (Nova Era, ufologia) são infiltrados para redirecionar energias.

Diferença entre religião dogmática e espiritualidade verdadeira

Segundo os Taygeteanos, a espiritualidade verdadeira é interna, baseada em frequência elevada, amor, soberania e criação consciente da realidade. Já a religião dogmática é um sistema de controle externo. Todas as almas são poderosas e que o controle só funciona enquanto acreditamos nas narrativas impostas. Controlar seus pensamentos e emoções é a chave para sair dessa armadilha.

Em resumo, as religiões dogmáticas são ferramentas sofisticadas que unem sociedades secretas (controle humano), egrégoras/entidades do baixo astral (controle etérico) e os Kingu, Reptilianos e Greys de Órion (controle alienígena), em um sistema de fazenda energética: mantêm a humanidade em baixa vibração para que sua energia vital e poder criativo sejam continuamente extraídos. A saída estaria na elevação da consciência individual, questionamento dos dogmas e reconexão com a própria essência soberana.

O “Loosh” é uma energia concentrada tangível e espessa do medo gerada por seres vivos com alma, especialmente humanos, que é colhida por entidades não-físicas sem alma do baixo astral e alienígenas regressivos como os Kingu, Reptilianos e Greys de Órion. O Loosh é a baixa energia vibracional negativa do medo e sofrimento que alimenta entidades parasitas/vampiros/obsessores.

Origem do termo

O termo “Loosh” foi cunhado por Robert Monroe, fundador do Monroe Institute e pioneiro em pesquisas sobre projeção astral e experiências fora do corpo. Ele o descreveu principalmente no livro Far Journeys (1985), baseado em suas viagens astrais.

Monroe relata ter recebido uma “ROTE” (pacote organizado de pensamento) durante uma experiência, onde uma entidade explicou que a Terra funciona como um “jardim” ou “fazenda” projetada para produzir Loosh. Essa energia seria um subproduto do ciclo de vida, morte e, especialmente, das emoções intensas.

  • Loosh “comum” surge da vida orgânica (plantas, animais).
  • O Loosh destilado (de alta qualidade) vem de humanos através de emoções fortes: medo, sofrimento, dor, desespero, mas também amor, êxtase e devoção intensa.

Como o Loosh é gerado e colhido?

Segundo a narrativa:

  • Entidades (chamadas por Monroe de “coletores”) cultivam a humanidade para maximizar a produção dessa energia.
  • Situações de conflito, guerras, pandemias, terrorismo, traumas, relacionamentos tóxicos, medo constante (alimentado por mídia, religião, economia) e catástrofes geram grandes quantidades de Loosh.
  • Religiões organizadas, rituais em massa e adoração a um deus punitivo seriam formas eficientes de canalizar essa energia para egrégoras (formas-pensamento coletivas) ou entidades astrais.

Isso se conecta diretamente as sociedades secretas e religiões na Matrix 3D: as narrativas bíblicas de pecado, culpa, inferno e salvação externa mantêm as pessoas em um ciclo infantil de medo e esperança, gerando Loosh constante. As elites controladoras (humanas ou não) atuariam como intermediárias ou gerentes dessa “fazenda humana”.

O medo é uma concentração de energia mental que concentra toda a atenção da pessoa naquilo que ela teme porque é uma resposta de sobrevivência. Portanto, ela precisa dar todo o seu poder mental para entender e observar o que teme, ou está convencida de que não sobreviverá. A atenção concentrada do medo é uma energia criativa muito forte que é usada apenas para criar coisas negativas, e é conhecida como “Loosh”.

Se as pessoas se concentram cada vez mais em algo que temem, ele acabará por obter tanta energia das pessoas que se tornará uma entidade física, uma egrégora. E com ainda mais energia, pode até se tornar senciente e precisar se alimentar para sobreviver. E do que se alimenta? O que o criou, claro, a baixa energia do medo. E é por isso que as entidades demoníacas do astral inferior precisam de “Loosh” e comem o medo.

Isso é o motivo pelo qual eles precisam aterrorizar as pessoas e as crianças. É isso que os mantém vivos. Loosh é um medo concentrado tangível e espesso que alimenta os Kingu e demônios. E é para isso que serve a fazenda de exploração humana da Terra. Os demônios são seres sem alma que, para sobreviver, precisam sugar a energia dos seres com alma, que são a Fonte. Os demônios só podem ser criados por seres com alma.

Interpretações modernas e conexões

  • Gnosticismo e Arcontes: Muitos comparam o Loosh aos conceitos antigos de entidades (Arcontes) que se alimentam da energia humana, mantendo as almas presas no mundo material.
  • Matrix e Controle: Na visão conspiratória/esotérica, a realidade 3D seria otimizada para maximizar sofrimento e emoção densa, como uma “bateria” (semelhante ao filme Matrix).

Como parar de “produzir” Loosh para os controladores?

As recomendações comuns em comunidades que discutem isso incluem:

  • Despertar da consciência: Questionar narrativas de medo, culpa e separação.
  • Elevação vibracional: Focar em emoções elevadas, soberania pessoal e conexão direta com a Fonte (sem intermediários religiosos).
  • Não reagir: Evitar cair em provocações midiáticas, dramas pessoais e polarizações que geram energia densa.
  • Trabalho interior: Meditação, integração de sombras e saída do ciclo reencarnacional (se for o caso).

Assim, deve-se compreender que todos aqueles que consideram o Antigo Testamento como “escritura sagrada” estão adorando os Elohim judeus, que, na verdade, não têm nenhuma relação com o Criador do Universo. E deve-se compreender que, na segunda metade do século XIX, ocorreu uma redistribuição pós-catastrófica do mundo, e com ela um projeto total de falsificação da história. Muitas falsificações descaradas já foram descobertas, feitas nesse mesmo período, mas oficialmente apresentadas como supostos “documentos históricos” de épocas anteriores.

Além disso, deve-se compreender que, simultaneamente à falsificação da história, também ocorria a falsificação da ciência e da religião. E esse foi um processo global. Foi então que, repentinamente, descobriu-se que, por algum motivo, quase todas as descobertas e invenções foram supostamente feitas por cientistas e inventores britânicos e de outros países europeus. Algo semelhante aconteceu com a religião. Por exemplo, em Na Rússia czarista daquela época, houve uma reconstrução em larga escala de antigas igrejas e templos para adequá-los aos cânones dessa nova religião, que seria mais precisamente chamada de “judaico-cristianismo” do que de “cristianismo”.

E o catolicismo, por exemplo, tem sido exatamente assim desde sua origem, reconhecendo a Torá judaica como “escritura sagrada”. Por que tudo isso é tão cuidadosamente escondido de nós, assim como as várias catástrofes globais que aconteceram no passado, sendo a última por volta de 1852 causada pelo Cometa de Biela (oficialmente catalogado como 3D/Biela)? 

Será que alguma “força externa” orquestrou a destruição do Cometa de Biela e lançou seus fragmentos na Terra? Afinal, se assumirmos que a “elite” britânica conspirou com essa “força externa”, então fica claro por que a Grã-Bretanha não só sofreu menos com essa catástrofe do que todos os outros países, como também conseguiu preservar, senão a maior parte, pelo menos uma parcela significativa de seu potencial militar-industrial. Então, talvez sua elite governante soubesse dessa catástrofe com antecedência? E sabe o que aconteceu depois?

A Grã-Bretanha ajudou a França a se recuperar do desastre, transformando-a em seu satélite. É por isso que foram as forças expedicionárias anglo-francesas que começaram a invadir ativamente todos os outros países que sofreram perdas significativas durante a catástrofe. Todos aqueles incêndios em massa, bastante estranhos, daquela época, que queimaram cidades de pedra na Rússia, Europa e América, podem também não ter sido inteiramente naturais. Ficou praticamente comprovado que os ocupantes britânicos dedicaram especial atenção à remoção e destruição de artefatos da história antediluviana anterior, que poderiam ter interferido na reescrita de sua nova versão.

Leia mais: A Terra é um reino falso que é mantido artificialmente isolado do resto da comunidade galáctica pela Federação Galáctica.

Mas eles agiram como servos da mesma força hostil à humanidade que orquestrou esse cataclismo global. Eis aqui a verdadeira essência desse mesmo “mundo ocidental” anglo-saxão que conhecemos tão bem, com seus padrões duplos, hipocrisia e farisaísmo, bem como o nazismo e o terrorismo cuidadosamente disfarçados, mas cada vez mais visíveis, que são as características da ordem mundial satânica dos verdadeiros “mestres” da civilização ocidental. E, diante de tudo isso, não deveria ser surpresa que os servos dessa força satânica parasitária continuem tentando nos ocultar a verdade sobre o nosso passado.

Chegou a hora de todos aqueles que foram enganados aprenderem a verdade. Devemos também compreender que, nestes tempos extraordinários, todos nós temos oportunidades únicas de nos libertarmos da opressão do sistema parasitário de uma força hostil alienígena e dissiparmos a escuridão que paira sobre a consciência das pessoas comuns há séculos. E tudo isso nos permitirá construir uma nova civilização da “era de ouro” no futuro, apesar de todos os esforços dos servos dos parasitas para nos impedir de fazê-lo.

Isso acontece porque os habitantes da Terra precisam que lhes digam o que pensar, o que é certo e o que é errado, e a quem devem dar ouvidos. Primeiro, o pai e a mãe, depois os professores na escola, depois os chefes no trabalho, os sacerdotes e os políticos. Eles são guiados o tempo todo e não sabem como tomar suas próprias decisões. Eles vivem em uma mente coletiva, pelo menos a maioria deles. Então, eles precisam aprender a amadurecer! A serem autorresponsáveis. Os humanos devem ser os que transcendem seus opressores não humanos.

A maioria das pessoas tem uma profunda necessidade de depender de figuras de autoridade para não ter que se preocupar em discernir o que é real do que não é. Gostam que as coisas e os assuntos lhes sejam apresentados de forma mastigada, ou até mesmo completamente digeridos. Isso ocorre porque, mais uma vez, lhes falta tempo e motivação para pesquisar e aprender por si mesmos, simplesmente porque estão ocupados demais sobrevivendo. A maioria dos seres humanos permanece em um estado infantil de desenvolvimento mental, desejando e precisando que suas figuras parentais resolvam todos os seus problemas.

No caso dos adultos, o Estado e seus políticos, juntamente com seus professores e mentores nas escolas e universidades que praticam lavagem cerebral, bem como seus igualmente dogmáticos líderes da ciência e da religião, desempenham o papel de pais. Assim, exploram os mecanismos primordiais de sobrevivência da humanidade, que ditam que não se deve desobedecer à mãe e ao pai, sob o risco de rejeição e fracasso na sobrevivência. Essa mentalidade infantil também se reflete na marcante necessidade humana de se integrar a um grupo social, de se tornar parte de um clã ou tribo para garantir a sobrevivência.

Pouquíssimas pessoas na Terra ousam trilhar seu próprio caminho sozinhas ou com apenas alguns amigos que compartilham da mesma visão, buscando suas próprias verdades e respostas com uma mente madura e consciente, assumindo assim a responsabilidade e o controle de seus sistemas de crenças e suas consequências e, em última instância, de sua própria sobrevivência. É claro que esse problema não pode ser atribuído unicamente à preguiça ou negligência da população, visto que seus membros são programados desde muito jovens para obedecer e repetir, sem questionar, o que as figuras de autoridade lhes impõem.

As pessoas comuns são treinadas não para pensar, mas para seguir e obedecer. Isso significa que existem mestres não humanos que governam o planeta Terra e, por meio de métodos extremamente avançados de controle psicológico e manipulação da consciência, esses mestres alienígenas conhecem os humanos melhor do que os próprios humanos. As pessoas são programadas para agir e reagir de certas maneiras, até mesmo para pensar dentro de uma estrutura estreita e controlada imposta por aqueles que detêm o poder. Portanto, não é culpa deles, pelo menos não inteiramente, porque os humanos estão sendo controlados psicologicamente por seres não humanos.

A maioria das pessoas simplesmente não consegue entender que existe muito mais humanidade no espaço, além da Terra, com a mesma forma de pensar, estruturas sociais e cultura. Os fatos mais simples se tornam inaceitáveis ​​porque eles foram programados para pensar em extraterrestres como criaturas estranhas e incompreensíveis, não como seres exatamente como eles. Claro, existem criaturas extremamente diferentes e estranhas no espaço sideral, mas não apenas lá, já que o espectro extraterrestre abrange tudo, desde essas criaturas muito estranhas até as mais humanas, incluindo todos os seres intermediários.

Como a humanidade foi infectada pelos vírus do parasitismo e do satanismo?

Alienígenas estão se passando por humanos para controlar a Terra?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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