Quando foram expulsos do Egito, Ahkenaton, Nefertiti e seus seguidores atonistas (12 povos de Israel-Egito) migraram para vários lugares do mundo, incluindo a Galiléia, Irlanda, Escócia, País de Gales, França, Itália, Catalunha, Malta e Grécia. Na Itália, eles se misturaram com os etruscos para fundar Roma… que tempos depois deu origem ao Vaticano, o Papa, os jesuítas e a Cabala Illuminati.

Na tradição bíblica, o termo “povo escolhido” refere-se ao povo de Israel (os judeus), com quem Deus supostamente fez uma aliança. O conceito do “povo escolhido” foi uma ferramenta de engenharia social criada, de forma deliberada, por um pequeno grupo de sacerdotes atonistas exilados na região da Galiléia. Esses sacerdotes atonistas não eram humanos, mas “Elohim” da raça Homo Capensis.

Nessa matéria juntei pesquisas de Mauro Biglino e Michael Tsarion sobre os verdadeiros criadores não humanos do judaísmo primitivo, que fingiram ser “deuses” para controlar gerações de humanos ingênuos e crédulos. E esse controle mental do “povo escolhido” dura até os dias atuais, e é reforçado pelo sionismo messiânico. A propaganda judaica do “povo escolhido” é profundamente racista e maligno, por isso fiz essa matéria para desmascarar toda essa palhaçada judaica que já dura tempo demais.

Tudo o que está contido nessa matéria é de total conhecimento do alto clero do Vaticano que há séculos esconde da população o contato frequente que povos humanos antigos tinham com extraterrestres. E esse conhecimento estava na grande Biblioteca de Alexandria que os romanos queimaram, mas não antes de confiscarem todos os documentos originais e levá-los para Roma.

Hoje, eles estão guardados nos cofres subterrâneos da Biblioteca do Vaticano, longe do acesso de pessoas comuns pois os únicos que tem autorização para entrar e ver os documentos antigos que revelam a verdadeira história da humanidade são as elites e membros de sociedades secretas Illuminati. As pessoas comuns são doutrinadas com histórias falsas propagadas pelo sistema educacional e pela grande mídia, que são controlados pelos maçons e jesuítas.

O conceito dos judeus como o "povo escolhido" foi uma ferramenta de engenharia social criada por sacerdotes atonistas exilados. 20

O conceito dos judeus como o "povo escolhido" foi uma ferramenta de engenharia social criada por sacerdotes atonistas exilados. 21

O italiano Mauro Biglino trabalhou durante anos no Vaticano como tradutor de hebraico antigo para as Edizioni San Paolo, uma das mais importantes editoras católicas do mundo, que edita a Bíblia e outros livros católicos em todo o mundo. Era responsável pela tradução dos escritos originais da Bíblia, em hebraico, para a publicação em italiano pela editora pertencente à Sociedade de São Paulo, congregação fundada em 1914 pelo Beato Giacomo Alberione.

Trinta anos depois de ter começado o seu trabalho como tradutor, publicou “A Bíblia não é um Livro Sagrado”, obra polémica em que assegura: “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”. Biglino afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Torá, o Antigo Testamento. Há, sim, a um coletivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“.

A dada altura, explica o autor, “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. E acrescenta: “Em hebraico nem sequer há nenhuma palavra que signifique Deus”. No seu livro, Mauro Biglino detalha o percurso das traduções oficiais da Bíblia, que foram adulteradas para “para inventar o monoteísmo”.

Biglino, que nasceu em 1950 na cidade italiana de Turim, aprendeu hebraico na comunidade hebraica de Turim. Mais tarde, a editora do Vaticano apercebeu-se dos trabalhos de tradução de Biglino, reconheceu o seu rigor e convidou-o para colaborar. “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”, acrescenta.

“Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, lembra. Biglino acrescenta que compreende “perfeitamente” a decisão da editora, uma vez que se tornou “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas.

Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis.

“É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha. “Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”, destaca. Mauro Biglino afirma ainda que não é o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, mas acrescenta que “não há muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”.

Biglino argumenta que a palavra hebraica Elohim é um plural e não deve ser traduzida como “Deus” (singular), mas sim como um grupo de indivíduos. Ele defende que a Bíblia deve ser lida como um livro de crônicas históricas ou crônicas militares, sem a hermenêutica ou os dogmas impostos pelas religiões judaica e cristã.

Os livros mais conhecidos de Mauro Biglino sobre a Bíblia — que defendem a tese de que o Antigo Testamento não fala de Deus nem da criação do mundo, mas sim de relatos históricos e manipulações por seres chamados Elohim — estão listados abaixo com seus títulos originais em italiano e publicações.

As obras de maior destaque do autor incluem:

Il Dio alieno della Bibbia (2011) – Onde introduz a ideia de que as figuras bíblicas tratavam de comandantes extraterrestres. Analisa como Javé era apenas um dos Elohim com um território designado.

Non c’è Creazione nella Bibbia. La Genesi ci racconta un’altra storia (2012) – Foca na reinterpretação do Gênesis.

La Bibbia non è un libro sacro (2013) – Publicado em Portugal como A Bíblia não é um Livro Sagrado: O Grande Engano.

La Bibbia non parla di Dio (2015) – Lançado pela editora Mondadori, detalha a ausência da figura de um Deus único nos textos em hebraico.

Il Falso Testamento (2016) – Desconstrói narrativas de milagres e alianças.

La Bibbia non l’ha mai detto (2018) – Escrito em coautoria com Lorena Forni

Dei e semidei: Il pantheon dell’Antico e del Nuovo Testamento (2019) – Foca na identidade e características materiais dos Elohim e Malachim.

La Bibbia nuda (2022) – Desconstrói as traduções teológicas tradicionais do plural Elohim para o singular “Deus”

Gli Dèi della Bibbia: Sulle tracce degli antichi Creatori (2023) – O autor defende que a Bíblia deve ser lida ao pé da letra, sem alegorias teológicas ou morais. O livro defende que a Bíblia não fala de um Deus espiritual, mas dos Elohim: seres físicos e extraterrestres que criaram o ser humano por engenharia genética

A teoria de Mauro Biglino sobre os Elohim baseia-se em uma leitura puramente literal e filológica do texto em hebraico do Antigo Testamento (o chamado código de Leningrado). Ele propõe o método do “façamos de conta que” (fare finta che), analisando o texto sem teologia, dogmas ou alegorias espirituais.

Abaixo estão os pontos centrais da teoria do autor sobre essas figuras:

1. Quem são os Elohim?

Não são entidades espirituais, divinas ou transcendentes. São indivíduos biológicos, mortais, que possuíam tecnologia altamente avançada para a época. A palavra Elohim é um termo plural. Biglino afirma que o Antigo Testamento descreve um grupo de comandantes ou governantes, e não um Deus único. Eles dividiram a Terra e a humanidade entre si para governar diferentes territórios.

  • Elyon: É apontado como o comandante supremo da assembleia dos Elohim, responsável por realizar a divisão geopolítica das nações e terras do planeta.

  • Yahweh (Iavé): É descrito como um Elohim guerreiro subordinado e de menor escalão, a quem Elyon atribuiu a liderança sobre uma tribo desértica (o povo escolhido de Israel).

  • El Shaddai: Em vez da tradução tradicional para “Todo-Poderoso”, o autor interpreta este termo como uma descrição literal para um ser “violento” ou “destruidor”.

  • Camos e Milcom: São outros indivíduos da mesma categoria dos Elohim citados no texto bíblico que receberam o governo de povos vizinhos a Israel, como os moabitas e amonitas.

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2. A identidade de Yahweh (Iavé)

Na divisão das terras feita pelo comandante supremo (El Elyon), Yahweh recebeu uma porção geográfica pequena e um povo específico (a linhagem de Jacó). Ele não era o criador do universo, mas um chefe militar ciumento, punitivo e focado na conquista territorial e na obediência absoluta de seu povo.

3. A manipulação genética (Adam)

Biglino interpreta o relato do Gênesis não como uma criação divina do nada (creatio ex nihilo), mas como uma intervenção genética. Os Elohim teriam modificado o DNA de hominídeos nativos da Terra para criar o Adam (o homem), com o objetivo de gerar uma força de trabalho obediente. Isso de acordo com informações das tabuletas sumérias de onde o Gênesis se inspira.

4. Tecnologia antiga e os Malakhim

Glória de Deus (Kavod): Interpretada por Biglino como uma descrição literal de objetos voadores mecânicos, barulhentos e pesados, que emitiam fumaça e fogo.

Os Anjos (Malakhim): Não eram seres alados espirituais, mas mensageiros, emissários ou soldados de infantaria dos Elohim, que viajavam a pé e precisavam comer, beber e descansar entre os humanos.

5. O sumiço dos Elohim

Segundo a tese, em determinado momento da história antiga, esses seres deixaram o planeta ou perderam o controle direto sobre as civilizações humanas devido a conflitos internos, deixando as linhagens de reis e sacerdotes no comando.

Os Elohim não são Deus

Fiz outras matérias sobre os extraterrestres chamados de Elohim.

Mauro Biglino – Quem eram realmente os Elohim do Antigo Testamento?

Elohim – Quem são esses “deuses” do Antigo Testamento?

Enki, Enlil, Elohim, Anunnaki – Quem são eles?

A reação fanática de qualquer pessoa acostumada a acreditar cegamente nos textos bíblicos dogmáticos, e especialmente dos sacerdotes da igreja que os interpretam para atender aos seus próprios interesses, é acusar Mauro Biglino e qualquer pessoa que fale sobre seu livro de supostamente “negar a existência de Deus”.

Mas este livro não trata realmente de negar Deus, mas sim do fato de que os textos da Torá falam dos elohim Yahweh e El, “seres de carne e osso”, que são meramente “deuses” tribais do povo judeu, mas de forma alguma o Criador do Universo.

Então, por que os cristãos foram forçados a venerar o Antigo Testamento como escritura sagrada, essencialmente tornando-os “escravos de Deus” voluntários, ou escravos desses mesmos Elohim, que, em traduções livres para línguas europeias do texto da Torá, conhecido como “Antigo Testamento”, foram substituídos pelos termos “Senhor Todo-Poderoso” e “Deus” sob ordens diretas do Vaticano (Santa Roma)?

Então, quem eram esses “Elohim” que, com o poder de sua alta tecnologia, forçaram os antigos hebreus, o “povo escolhido”, a adorá-los como “deuses”? Para onde se mudou os sumos sacerdotes deste culto que exigia guerras e sacrifícios de seus adoradores? Quem está por trás de todo este “projeto bíblico”? Compreender tudo isso é precisamente o que fez Mauro Biglino e Michael Tsarion.

Os humanos tiveram contato com seres estelares (Elohim) de diferentes raças no passado. E entre essas raças estavam os Elohi da estrela Asterope nas Plêiades, que na Terra, são chamados de “Homo Capensis“. Eles tem um crânio alongado, diferente do humano, tem pele branca, cabelos ruivos e olhos verdes ou castanhos.

É por isso que povos de diferentes culturas alongaram o crânio de seus bebês para que se assemelhassem aos Homo capensis. A maioria dos elohi são positivos e pacíficos mas havia pequenos grupos de “maçãs podres” que apoiaram Akhenaton e Nefertiti e tinham alianças com os reptilianos kingu, que vivem em cavernas profundas desde a destruição da Atlântida pelo dilúvio.

Essa é a imagem de uma humana com crânio deformado para imitar os elohi.

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Segundo informações dos taygeteanos em swaruu.org, havia colônias dos elohi na civilização da Atlântida mas eles saíram da Terra, devido a catástrofe do dilúvio. 500 anos após o dilúvio, eles retornaram e criaram colônias no Egito, Peru e nos Montes Cárpatos. Em alguns casos, os elohi utilizavam portais de salto para ir de um lugar a outro rapidamente.

O povo egípcio era sobrevivente do dilúvio causado pelas águas de Tiamat, e foi por causa da chegada das raças da Federação e das Plêiades como os elohi, engan, solatianos, hydeanos (felinos urmah) e taygetanos, que o Egito pré-dinástico surgiu e floresceu plenamente e em um nível mais alto do que a sociedade atual. Com energia do Ponto Zero, cápsulas médicas e cura sonora. Havia paz e prosperidade, não havia escravos.

Foram as raças da Federação que criaram a primeira civilização humana no Egito. As pirâmides foram construídas por eles e abaixo do planalto de Gizé estão duas grandes bases subterrâneas sobrepostas com tecnologia avançada.

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O Egito naquela época era o lugar ou civilização mais avançada da Terra, com a Federação baseada sob Gizé desde 12.500 A.C. O Egito era um porto estelar para as diferentes raças da Federação, então havia uma grande variedade de crenças e tolerâncias que eram contrárias ao monoteísmo que Nefertiti e Akhenaton estavam tentando impor. Ambos eram da raça elohi.

Akhenaton impôs suas ideias monoteístas do Culto de Aton que contradiziam vários outros deuses do Partenon egípcio. Hoje isso se reflete no fato de que não há apenas “Deus” no catolicismo, no cristianismo, mas também há santos, anjos, arcanjos, virgens, apóstolos, clérigos de várias patentes e assim por diante. O Egito, por sua natureza holística, era aberto como sociedade em relação aos credos das pessoas, desde que respeitassem umas às outras, é claro.

Akhenaton e Nefertiti tinham crânios alongados pois eram da raça Homo Capensis.

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Mas Akhenaton e sua esposa Nefertiti desrespeitaram as crenças da população local, introduzindo conceitos estranhos a eles, como o de que eles são, como pessoas, insignificantes, pecadores e exigem obediência cega, ou então serão punidos nesta vida e após a morte (conceito dos 10 mandamentos de Moisés-Akhenaton).

Akhenaton e Nefertiti, como “Elohim”, tinham posição superior aos reis terrestres, o conceito de raças estelares como “deuses”. Foram tempos difíceis no Egito, com muita agitação social e revoltas, até que Akhenaton, Nefertiti e seus sacerdotes atonistas foram expulsos e migraram para o Levante e outros países da Europa. As 12 tribos de Israel eram os egípcios que seguiram Akhenaton/Moisés no exílio forçado.

Michael Tsarion é um escritor, palestrante e pesquisador norte-irlandês focado em ocultismo, teorias da conspiração, mitologia comparada e psicologia profunda. Ele é amplamente conhecido no cenário alternativo por suas teorias sobre civilizações antigas e o controle oculto da história humana. Fiz duas matérias sobre as pesquisas de Tsarion em relação a Akhenaton e as Cabala Illuminati.

A linhagem das sombras: Como o Culto do Sol Negro de Akhenaton se tornou a Cabala Illuminati, segundo Michael Tsarion

Matrix da Atlântida: O cérebro humano dualista e o controle global pelas linhagens híbridas dos kingu.

Abaixo estão os títulos de maior destaque divididos por seus temas principais:

Conspiração Antiga e Origens da Humanidade

Atlantis, Alien Visitation and Genetic Manipulation: Considerada sua obra mais famosa, detalha sua teoria de que a Atlântida foi destruída por conflitos envolvendo seres extraterrestres que manipularam geneticamente o DNA humano.

The Irish Origins of Civilization (Volumes 1 e 2): Uma extensa pesquisa dividida em dois volumes. Ele defende que as bases da civilização ocidental e as tradições druídicas nasceram na Irlanda e foram posteriormente ocultadas por ordens secretas e instituições religiosas.

Ocultismo, Mitologia e Religião

Astro-Theology and Sidereal Mythology: Examina as origens astrológicas das grandes religiões mundiais, argumentando que os mitos religiosos são, na verdade, personificações de constelações e movimentos celestes.

The Trees of Life: Exposing the Art of Holy Deception (Volumes 1 e 2): Focado em desmistificar símbolos sagrados e expor o que ele chama de fraudes teológicas utilizadas para o controle social.

Psicologia e Filosofia Oculta

Dragon Mother: A New Look at the Female Psyche: Livro voltado à psicologia profunda e análise do arquétipo feminino sob uma perspectiva alternativa.

Adultism: The Reign of the Terrible Mother: Continuação de seus estudos sobre o comportamento humano e as influências maternas na formação da psique.

Disciples of the Mysterium: An Inquiry into Selfhood: Obra com forte teor filosófico focada no desenvolvimento do indivíduo e no autoconhecimento.

As visões de Mauro Biglino e Michael Tsarion convergem na desmitificação teológica dos Elohim, mas divergem na origem. Biglino defende uma tradução literal do hebraico bíblico, argumentando que o termo Elohim é plural e indica vários indivíduos. Para ele, esses seres não representam um Deus espiritual, mas sim figuras biológicas de carne e osso de origem extraterrestre. Essa perspectiva sugere que a tecnologia avançada desses antigos astronautas foi interpretada erroneamente como milagres divinos.

Em contrapartida, Michael Tsarion direciona sua tese para uma conspiração histórica baseada em linhagens terrestres ocultas. Ele afirma que os Elohim eram a elite governante e a casta sacerdotal do Culto de Aton, criado pelo faraó Akhenaton no antigo Egito. De acordo com Tsarion, esse grupo egípcio utilizou o judaísmo primitivo como ferramenta de controle e preservação de poder.

Ele ainda conecta essa linhagem ao Homo Capensis, hominídeo de crânio alongado associado a teorias de ter “inteligência superior”. Dessa forma, enquanto Biglino foca em uma intervenção cósmica, Tsarion mapeia uma manipulação geopolítica e evolutiva oculta. Ambos transformam o sagrado em uma crônica factual de encontros com inteligências físicas e elites que moldaram o mundo.

Os Anunnaki não são mencionados apenas em textos sumérios.

Muitos já ouviram falar, graças a pesquisadores como Zecharia Sitchin, dos Anunnaki, extraterrestres de uma civilização tecnocraticamente avançada cujas tecnologias pareciam verdadeiros “milagres” e “magia” para os povos antigos. Não surpreendentemente, eles pareciam verdadeiros “deuses” para as pessoas daquela época, e é precisamente assim que os textos sumérios os descrevem. Mas poucos percebem que os textos originais da Torá ou do Antigo Testamento falavam desses mesmos “deuses”, mas sob o nome de “Elohim”.

E nas traduções livres da Torá para línguas europeias, que conhecemos como Antigo Testamento, as edições correspondentes foram feitas, sob ordens diretas do Vaticano, para usar o termo “Deus ou Senhor” em vez de “Elohim” que significa “Deuses”. No entanto, mesmo no texto corrigido do Livro do Gênesis, uma leitura atenta revela uma referência à forma plural desses Elohim, o que, obviamente, demonstra claramente que esses “deuses criadores” tribais do povo judeu não têm nenhuma ligação com um “Criador do Universo” ou o “Pai Celestial” segundo Cristo.

É exatamente disso que fala o biblista e tradutor italiano de textos antigos, Mauro Biglino, em “O Livro Que Mudará Para Sempre Nossas Ideias Sobre a Bíblia”. Eis o que você pode ler nele:  

“Os escritos do Antigo Testamento são geralmente baseados em histórias escritas por outros povos, como os antigos sumérios. Essas histórias deram origem a certas teorias, que são brevemente descritas neste primeiro capítulo. Essas teorias — que poderíamos chamar de verdades — uma vez confirmadas, levarão ao fim da grande ilusão: nosso atual sistema de pensamento religioso, baseado em conceitos desenvolvidos por humanos. Esse sistema de pensamento religioso, que inclui o cristianismo, é explorado por aqueles que usaram os pretensiosamente chamados “textos sagrados” para construir uma estrutura de poder, uma estrutura de controle e manipulação. Chegou a hora de tudo isso acabar; e chegou a hora da verdade.

Por exemplo, estamos interessados ​​em saber como, onde e quando a Bíblia fala dos Elohim: seres específicos de carne e osso que vieram à Terra de outros mundos. Embora a Igreja Católica Romana agora reconheça essas informações, ela continua a induzir ao erro ao apresentar esses Elohim como “seres espirituais”. Ao analisar o Antigo Testamento, identificaremos esses seres específicos usando seus nomes hebraicos corretos (por exemplo, “Aqueles que vieram do céu para a Terra” em hebraico é “Anakiti”, em vez do nome sumério mais conhecido e publicado “Anunnaki”).

Esta é uma história que pode perturbar alguns, mas certamente é repleta de encanto e possui um enorme potencial de libertação para aqueles que seguem o caminho do livre pensamento. É uma história muito distante dos dogmas, ilusões e interpretações impostas pelo cristianismo moderno. As religiões modernas tendem a se adaptar a uma visão preconcebida da divindade que imediatamente equipara a presença da palavra “Deus” à transcendência. Elas criam um mundo “alternativo”, uma divindade distante da humanidade em essência e forma: indefinida, vaga e elusiva.

Em breve você descobrirá que a Bíblia fala de muitos outros “deuses”; na verdade, os textos mais antigos contam a história desses seres em conexão com as origens da humanidade e do povo judeu. Esses textos narram uma época em que as pessoas ainda conviviam com os deuses (nomeadamente, os Anakim/Elohim). Descobrimos que os homens estavam acostumados a conversar e comer com eles, negociar com eles e servi-los; mas também a usá-los e traí-los, segui-los e abandoná-los, tudo de acordo com os interesses do momento e as circunstâncias aleatórias.

Essa foi uma era histórica em que as pessoas podiam escolher seus “deuses” dentre uma infinidade de possibilidades, jamais pedindo apenas um deus. O divino era percebido como algo completamente diferente daquilo que seria construído posteriormente, quando as pessoas perdessem esse contato direto.

Então, qual é o ponto principal deste trecho do livro de Mauro Biglino? Primeiro, os textos do Antigo Testamento (Torá) foram escritos com base em fontes sumérias. Segundo, eles falam de certos “deuses” de carne e osso, que os sumérios chamavam de “Anunnaki” e os judeus de “Anakim” ou “Elohim”.

E os representantes dessa civilização tecnologicamente avançada, percebidos pelos sumérios e judeus como “deuses”, na verdade não possuem essência divina e certamente não têm relação com o único Deus dos cristãos, o Criador do Universo. Mas eles teriam criado, por meio da engenharia genética, certos povos da Terra.

Esses povos se consideram “escolhidos” por esses “deuses” e os reverenciam como seus “deuses” tribais. Além disso, todos esses “deuses” têm nomes específicos, como os Elohim Yahweh e El, que são mencionados repetidamente nos antigos textos hebraicos da Torá. É exatamente sobre isso que Mauro Biglino fala em seus livros.

Segundo Mauro Biglino, o conceito de “povo escolhido” não possui o sentido espiritual ou teológico que as religiões tradicionais lhe atribuem. Na verdade, representa uma divisão puramente geopolítica e militar na qual um clã humano específico foi designado como propriedade de um administrador extraterrestre de carne e osso e menor escalão, chamado Yahweh (Iavé).

  • A partilha de Elyon: Com base em trechos como o Deuteronômio 32, o autor explica que o comandante supremo da assembleia dos Elohim (Elyon) dividiu as nações e povos da Terra entre os membros de sua espécie. Nessa divisão, o clã de Jacó (os israelitas) foi formalmente atribuído a Yahweh.

  • Geopolítica e posse territorial: A relação de Israel com Yahweh era um contrato de submissão mútua e posse prática. O povo não foi escolhido por superioridade moral, mas sim herdado por um líder militar que precisava de um contingente humano para garantir recursos e demarcar suas fronteiras físicas.

  • Manuais de controle prático: As minuciosas leis e prescrições bíblicas — como regras alimentares, quarentenas médicas, rituais de sacrifício e estratégias de combate — não eram mandamentos morais divinos para toda a humanidade, mas guias rigorosos de sobrevivência e higiene impostos por Yahweh para gerir seu exército e trabalhadores no deserto.

  • Disputas entre os Elohim: As violentas conquistas territoriais narradas no Antigo Testamento eram conflitos de fronteira reais entre Yahweh e outros Elohim vizinhos (como Camos, dos moabitas, ou Milcom, dos amonitas) que também defendiam e governavam seus respectivos povos com o mesmo nível de exigência e exclusividade.

Para entender em detalhes como essas heranças territoriais e promessas de conquista moldaram as narrativas da antiguidade na perspectiva do tradutor, vale a pena conferir o vídeo “A Promessa de Yahweh”. Este vídeo curto sintetiza a visão de Biglino sobre como os acordos geográficos antigos e os pactos de sangue estabelecidos por essa entidade definiram a dinâmica da região.

O mecanismo do “povo escolhido” segundo Tsarion

De acordo com as pesquisas revisionistas de Michael Tsarion, o faraó Akhenaton e o Culto de Aton não eram pacifistas iluminados, mas sim uma elite tirânica que adorava o “Sol Negro” — uma força associada a estruturas saturninas de controle mental e social. Após o colapso de seu regime e a consequente expulsão do Egito, um pequeno grupo de sacerdotes atonistas fugiram para a região do Levante.

Para ocultar seu passado como governantes depostos, eles reescreveram sua própria história de banimento, transformando-a no mito bíblico do “Êxodo”, moldando a figura de Moisés com base no próprio Akhenaton e criando o judaísmo primitivo para manter seus seguidores sob uma nova e rígida teocracia baseada na aliança com um Deus centralizador.

Para Tsarion, o conceito dos hebreus como o “povo escolhido” foi uma ferramenta de engenharia social criada de forma deliberada pelos sacerdotes atonistas exilados. Após serem expulsos do Egito, três ou mais sacerdotes do Culto de Aton (associado ao Sol Negro e a Saturno) estabeleceram-se no Levante e cooptaram as tribos nômades locais (Habiru).

O conceito dos judeus como o "povo escolhido" foi uma ferramenta de engenharia social criada por sacerdotes atonistas exilados. 10 O conceito dos judeus como o "povo escolhido" foi uma ferramenta de engenharia social criada por sacerdotes atonistas exilados. 11 O conceito dos judeus como o "povo escolhido" foi uma ferramenta de engenharia social criada por sacerdotes atonistas exilados. 12

Para se protegerem de inimigos externos e garantirem obediência absoluta, os sacerdotes instilaram nessas tribos a crença de que haviam sido selecionadas exclusivamente pela divindade suprema. Esse status serviu como um mecanismo de isolamento cultural, impedindo a assimilação e transformando a população local em um escudo geopolítico e psicológico para a elite sacerdotal oculta.

  • Criação de uma barreira psicológica: Tsarion argumenta que a ideia de ser um “povo escolhido” não foi um privilégio divino, mas sim uma estratégia de segregação. Ao convencer os hebreus de que eram organicamente separados e superiores às outras nações, os sacerdotes atonistas criaram um bloqueio mental que evitava casamentos mistos e a fusão com culturas vizinhas, preservando a pureza do grupo que eles pretendiam usar como base de poder.

  • Inversão e transferência de trauma: Os sacerdotes atonistas transferiram o seu próprio trauma histórico — o fato de terem sido expulsos do Egito junto com Akhenaton e Nefertiti — para a narrativa dos hebreus. Eles transformaram a história de um banimento merecido em um mito de perseguição sagrada, gerando uma mentalidade coletiva de sobrevivência que justificava o isolamento e a agressividade territorial no Levante.

  • O pacto saturnino de submissão: O Deus que estabelece essa aliança exclusiva apresenta características rigidamente saturninas: exige rituais estritos, sacrifícios de sangue, obediência cega, punições severas e controle moral absoluto. Para Tsarion, esse “povo escolhido” tornou-se a primeira população cobaia de um sistema teocrático fechado, onde o cumprimento das leis do Sol Negro/Saturno impedia o despertar da verdadeira consciência espiritual estelar, mantendo-os como peões no tabuleiro geopolítico dos atonistas.

A verdadeira natureza do Culto de Aton e do “Sol Negro”

Michael Tsarion desconstrói a narrativa histórica convencional que pinta Akhenaton como o primeiro idealista monoteísta do mundo. Em sua obra The Irish Origins of Civilization, ele expõe o culto sob uma ótica esotérica e política:

  • O lado sombrio de Aton: Para Tsarion, Aton não representava o Sol físico e benfeitor, mas sim o “Sol Negro” ou o arquétipo de Saturno. Na astrologia esotérica, essa força está ligada à limitação, ao aprisionamento material e ao controle absoluto. O culto operava como uma engenharia social para centralizar o poder espiritual e financeiro.

  • Destruição da tradição estelar: Ao banir o antigo sacerdócio de Amon e fechar os templos tradicionais dedicados aos “deuses” extraterrestres da Federação Galáctica, Akhenaton eliminou a antiga religião estelar e cósmica do Egito (que Tsarion afirma ter raízes muito mais profundas e positivas). O monoteísmo de Aton foi, na verdade, a criação do primeiro sistema totalitário de controle de crenças, onde o faraó era o único intermediário entre o povo e a divindade. Na verdade, Akhenaton se comparava a um “deus vivo” que o povo egípcio deveria obedecer e adorar.

A expulsão do Egito e a conexão com os hicsos

O governo de Akhenaton e Nefertiti arruinou o Egito socialmente e gerou uma revolta civil e militar massiva. Quando o regime caiu, a elite governante foi banida.

  • Os Reis Pastores: Tsarion associa diretamente a dinastia de Akhenaton e seus sacerdotes aos hicsos — um povo enigmático que os estudiosos acadêmicos chamam de “reis pastores” que outrora dominou o Baixo Egito.

  • Êxodo dos opressores: Ao contrário da história bíblica tradicional de escravos libertos, Tsarion afirma que o evento real foi a expulsão forçada de uma elite tirânica e herética atonista. Despojados de seu império, um pequeno grupo de sacerdotes atonistas fugiram em direção ao Levante levando consigo riquezas, conhecimentos esotéricos e técnicas avançadas de manipulação psicológica.

A invenção do judaísmo no Levante

Uma vez instalados na região do Levante, os sacerdotes atonistas exilados precisavam de uma nova identidade para evitar serem caçados pelos egípcios e para subjugar as populações locais, criando o que viria a ser o judaísmo primitivo.

  • Moisés como o próprio Akhenaton: Tsarion argumenta (alinhando-se com outros autores de cronologia alternativa, como Sigmund Freud) que a figura de Moisés é uma codificação literária do próprio Akhenaton. O termo “Moisés” vem do egípcio mose (que significa “filho” ou “nascido de”, como em Thutmose).

  • A inversão da história: Para esconder o fato de que foram expulsos como tiranos, os atonistas reescreveram o trauma do banimento como uma “fuga gloriosa da opressão rumo à Terra Prometida”.

  • A nova aliança com Yahweh: O Deus ciumento, punitivo e exclusivo do Antigo Testamento é, segundo essa teoria, uma metamorfose direta de Aton. A aliança no Monte Sinai e as leis rígidas serviram para criar uma separação psicológica e cultural drástica entre os seguidores desse culto e o restante do mundo, perpetuando o conceito de um “povo escolhido” que, no topo da pirâmide esotérica, era liderado pela mesmíssima linhagem sacerdotal expulsa do Egito.

Michael Tsarion propõe que outros sacerdotes atonistas, após serem expulsos do Egito, migraram em direção ao Ocidente e infiltraram-se ativamente nas antigas escolas de mistérios e estruturas de poder da Europa. De acordo com sua tese revisionista, essa elite sacerdotal utilizou seu conhecimento esotérico avançado para criar e subverter ordens iniciáticas, culminando na fundação da Maçonaria moderna como um braço de influência política e psicológica.

Além disso, por meio de alianças e casamentos estratégicos, os remanescentes do culto teriam se fundido com a aristocracia europeia, dando origem à “Nobreza Negra” italiana e, eventualmente, controlando grandes tronos ocidentais, com destaque para a Coroa Britânica, perpetuando o mesmo modelo de centralização e controle mental sob novas roupagens institucionais.

A rota dos atonistas rumo ao Ocidente

De acordo com os livros de Tsarion, como The Irish Origins of Civilization, a elite atonista expulsa não permaneceu apenas no Levante. Eles operaram como uma força nômade de alta inteligência e recursos, traçando um caminho estratégico em direção à Europa.

  • Infiltração gradual: Em vez de conquistarem territórios pela força militar direta, os atonistas utilizaram a infiltração cultural e ideológica. Eles se estabeleceram em pontos cruciais do Mediterrâneo, como Veneza e Gênova, onde suas linhagens e riquezas lançaram as bases para a oligarquia financeira que mais tarde ficaria conhecida como a “Nobreza Negra”, que controla a City de Londres e o Vaticano.

  • Destino final nas ilhas britânicas: Tsarion enfatiza que o grande objetivo esotérico dos atonistas era o controle do Ocidente, especialmente as ilhas britânicas e a Irlanda. Lá, eles encontraram as antigas tradições druídicas (que o autor considera originalmente puras e baseadas na sabedoria estelar) e começaram a subvertê-las, misturando a antiga sabedoria nativa com a ideologia de controle centralizado do culto atonista.

A subversão esotérica e a Maçonaria

Para Tsarion, as sociedades secretas modernas não surgiram de forma espontânea ou puramente benevolente; elas foram estruturadas ou capturadas pelos atonistas para servirem como governos invisíveis.

  • A captura das escolas de mistérios: À medida que avançavam pela Europa, os atonistas infiltraram-se em corporações de ofício e ordens de construtores medievais. Eles trouxeram consigo a geometria sagrada do Egito e os rituais herméticos do Culto de Aton, transformando gradualmente essas guildas operativas em ordens especulativas de controle político.

  • O simbolismo oculto na Maçonaria: A maçonaria moderna, segundo o autor, está repleta de assinaturas atonistas que passam despercebidas pela maioria dos próprios iniciados de graus inferiores. O uso de obeliscos, o culto ao Grande Arquiteto do Universo (uma abstração geométrica e fria da divindade, semelhante a Aton), o compasso e o esquadro, e principalmente o Olho de Providência (o olho que tudo vê inserido em um triângulo iluminado) são representações diretas do disco solar centralizador e da vigilância absoluta promovida por Akhenaton.

As linhagens reais e a Coroa Britânica

A fusão mais potente dos atonistas ocorreu no nível dinástico, onde o poder espiritual e o poder temporal se uniram para governar as massas.

  • A criação da aristocracia de controle: Ao se misturarem com as famílias reais europeias, os atonistas garantiram que o poder político permanecesse concentrado em linhagens de sangue específicas. Tsarion aponta que dinastias proeminentes do norte da Europa, como a Casa de Hanôver (que mais tarde se tornou a Casa de Windsor na Grã-Bretanha), são herdeiras diretas desse pacto atonista.

  • Heráldica e criptografia visual: O autor sugere que a heráldica real europeia é um livro aberto para quem sabe decifrar símbolos. O Leão de Judá, as harpas, o unicórnio e a própria coroa real (que imita os raios solares estendidos de Aton) funcionam como insígnias dinásticas que declaram a herança e o triunfo de seus ancestrais egípcios exilados sobre o mundo ocidental.

  • O império financeiro e corporativo: A transição do feudalismo para o capitalismo corporativo moderno, centrada na City de London, é vista por Tsarion como a evolução final do plano atonista. O controle não é mais exercido apenas por decretos divinos do faraó, mas por mecanismos econômicos e manipulação psicológica em massa (guerra de quinta geração e engenharia social), mantendo a humanidade em um estado de escravidão consensual dentro de uma “matriz” conceitual.

Michael Tsarion – Akhenaton e o Culto de Aton – @michaeltsarionririnterviews

Os sacerdotes atonistas da raça elohi atuaram diretamente com os humanos na postura de “deuses”, governantes e sacerdotes dinásticos, moldando a cultura e as religiões na Terra. Segundo informações dos taygeteanos, o Homo Capensis e o ser humano comum possuem genéticas e frequências vibratórias diferentes. Por causa dessa incompatibilidade genética, eles não podem gerar descendentes através de vias sexuais naturais.

Os elohi (Homo Capensis) podem viver 1000 anos em seu planeta natal e se estiverem na Terra por séculos, seu DNA pode ter sido alterado devido ao processo de degradação causado pela exposição constante as baixas frequências da Matrix 3D e ao inconsciente coletivo humano. Nesse caso, as gerações de elohi que nasceram na Terra. Existem indícios de que algumas famílias da elite humana possuem DNA do Homo Capensis.

Mas é provável que humanos híbridos com DNA elohi foram criados por engenharia genética avançada em laboratório, há muito tempo atrás. Esses híbridos permanecem na Terra até hoje, operando estritamente nos bastidores através do Vaticano e de altas elites financeiras da City de Londres. Eles podem andar livremente entre as pessoas comuns sem serem notados, pois não tem as características físicas dos elohi.

Os egiptólogos afirmam que os pais de Akhenaton (Amenófis IV) foram o rei Amenófis III (Amenhotep III) e a rainha Tié (Tiy), da 18ª dinastia do Egito Antigo. Mas parece que os supostos pais biológicos de Akhenaton eram humanos, então o que aconteceu?  Akhenaton tornou-se o príncipe herdeiro do trono egípcio devido à morte repentina e precoce de seu irmão mais velho, o príncipe Tutmés.

Inicialmente, o jovem príncipe não estava na linha direta de sucessão. Pelo que parece, Akhenaton, que não era humano, foi adotado por Amenófis III e sua esposa por ser um “Elohim”. É bem provável que houve uma conspiração para assassinar Tutmés, o filho mais velho de Amenófis III, que estava sendo preparado para ser o próximo rei do Egito, para que um elohi assumisse o poder. Essa conspiração foi feita pela elite dos hicsos, que eram controlados pelos kingu, e por um grupo regressivo dos elohi.

Segundo Tsarion, os sacerdotes atonistas — remanescentes do culto monoteísta ao disco solar criado pelo faraó Akhenaten — não desapareceram após a queda de seu império no Egito. Em vez disso, eles operaram nos bastidores da história e se infiltraram nas nascentes religiões abraâmicas.

Por meio dessa infiltração, introduziram o culto a Saturno (conhecido esotericamente como o “Sol Negro”), moldando a teologia, os rituais e os símbolos do judaísmo, cristianismo e islamismo para estabelecer um sistema global de controle social e psicológico.

O “Sol Negro” e a estratégia atonista

Para entender a pesquisa de Tsarion, é preciso entender que, na astroteologia antiga, Saturno não era apenas um planeta; ele era chamado de Sol Niger (o Sol Negro) ou o “sol da noite”. Enquanto o Sol visível representava a vida e a expansão, Saturno representava a rigidez, o tempo (Chronos), a limitação, a lei e o julgamento severo.

Quando o culto solar de Akhenaten ruiu, seus sacerdotes atonistas precisaram de uma nova roupagem para continuar exercendo o poder. Eles fundiram a adoração ao Sol com os aspectos restritivos e severos de Saturno, criando a base das grandes religiões teocráticas.

A presença do culto nos três pilares abraâmicos

1. Judaísmo: A raiz da codificação

  • O Deus El e o sábado: Tsarion argumenta que o Deus do Antigo Testamento (Yahweh/El) herdou as características severas, punitivas e ciumentas de Saturno. O dia sagrado judeu, o Shabat, ocorre no sábado — que em inglês é explicitamente Saturday (o Dia de Saturno).

  • Estética saturnina: O uso tradicional de vestes pretas pelos rabinos e correntes ortodoxas, o cultivo de barbas longas e a obsessão por leis e dogmas intransigentes seriam reflexos diretos da energia fria e restritiva associada a Saturno. Tefilin são caixas cúbicas de couro preto com tiras de couro que os homens judeus ortodoxos usam na cabeça e no braço durante a oração matinal. Os tefilin contem pequenos pergaminhos com versículos da Torá.

  • A origem do nome: Na visão do autor, a própria palavra Is-Ra-El é um composto astroteológico: Isis (a Lua/feminino), Ra (o Sol de Aton) e El (Saturno).

2. Cristianismo: A simbologia oculta

  • A cruz e o cubo: Na geometria sagrada, o principal símbolo esotérico de Saturno é o cubo. Tsarion e outros pesquisadores apontam que se você “desdobrar” um cubo tridimensional em uma superfície plana, o resultado é uma cruz latina perfeita.

  • Legado romano: A Igreja Católica herdou os rituais de Roma, que já celebrava a Saturnália (o festival de Saturno em dezembro, que mais tarde virou o Natal). O anel usado pelo Papa e por bispos, bem como a tonsura (o antigo corte de cabelo dos monges que deixava o topo da cabeça raspado), seriam referências ocultas aos anéis de Saturno e ao disco de Aton.

3. Islamismo: A geometria de Saturno

  • A Caaba como o Cubo Negro: O ponto focal do Islã na Grande Mesquita (Masjid al-Haram) em Meca, na Arábia Saudita, é a Caaba, um grande monumento em formato de cubo coberto por um tecido preto. Na astroteologia de Tsarion, o cubo negro é a representação física máxima de Saturno. E milhares de peregrinos muçulmanos fazem um movimento giratório em volta da Caaba, um ritual sagrado chamado de Tawaf, que mimetiza perfeitamente o movimento dos anéis de Saturno. Quem criou o Islã e seu “profeta” foi o Vaticano.

Essas religiões não nasceram de “revelações divinas” genuínas, mas sim como engenharia social criada por uma elite sacerdotal exilada. O objetivo do culto ao Sol Negro/Saturno é manter a humanidade em um estado crônico de culpa, medo do julgamento e submissão a uma autoridade patriarcal centralizada.

Na perspectiva de Michael Tsarion, a diferença fundamental entre o Culto de Amon (Amonistas) e o Culto de Aton (Atonistas) reside no choque entre a tradição espiritual nativa do Egito e uma ideologia de controle centralizada e tirânica.

Enquanto o Culto de Amon defendia a antiga ordem politeísta, estelar e lunar intimamente associada às forças da natureza, o Culto de Aton — liderado pelo faraó Akhenaten — instituiu um monoteísmo solar radical e fanático.

Para Tsarion, esse embate não foi uma reforma religiosa legítima, mas sim um golpe político e espiritual perpetrado por uma elite de linhagem estrangeira (os Hicsos) para centralizar o poder absoluto, cujo legado exilado acabou moldando as grandes religiões monoteístas modernas.

O Culto de Amon (Os amonistas): Os guardiões da tradição egípcia

De acordo com o revisionismo histórico de Tsarion, o Culto de Amon representava o clero estabelecido em Tebas e a espinha dorsal da espiritualidade egípcia tradicional.

  • Preservação do conhecimento ancestral: Embora Tsarion reconheça que o sacerdócio de Amon acabou se tornando politicamente corrupto e excessivamente rico ao longo dos séculos, ele argumenta que eles ainda eram os guardiões legítimos da antiga cosmologia egípcia. Essa tradição original baseava-se em saberes estelares, lunares e elementais, cujas raízes o autor conecta a civilizações pré-diluvianas mais antigas.

  • Cosmologia descentralizada: O Culto de Amon operava dentro de um sistema politeísta ou policêntrico. Para os egípcios nativos, a divindade se manifestava em múltiplas facetas da natureza e da psique humana. Isso permitia uma flexibilidade espiritual e uma conexão orgânica com o ecossistema, longe do controle dogmático rígido de um Deus único e punitivo.

O Culto de Aton (Os atonistas): A ditadura solar de Akhenaten

Para Tsarion, o Culto de Aton surge como uma anomalia disruptiva e altamente destrutiva na história do Egito antigo. Ele desconstrói completamente a narrativa de que Akhenaten teria sido um místico pacifista ou um filósofo iluminado à frente de seu tempo.

  • A conexão com os Hicsos: Tsarion afirma que Akhenaten e sua linhagem estavam intimamente ligados aos Hicsos, os “reis pastores” de origem estrangeira que haviam invadido e governado partes do Egito séculos antes de serem formalmente expulsos. O Culto de Aton seria, essencialmente, a agenda oculta dessa elite estrangeira operando a partir do trono.

  • Monoteísmo como ferramenta de tirania: A introdução do Deus único (o disco solar Aton) não passou de um golpe de engenharia social. Ao fechar os templos tradicionais, banir os antigos deuses e declarar que apenas o Faraó tinha acesso direto a Deus, Akhenaten centralizou todo o poder político, econômico e espiritual em si mesmo. Tratou-se do primeiro grande experimento de totalitarismo teocrático da história humana.

  • Fanatismo e iconoclastia: Os atonistas engajaram-se em uma violenta campanha de apagamento cultural, destruindo monumentos, raspando os nomes das antigas divindades das paredes e forçando a população a uma adoração vazia baseada no medo e na submissão à autoridade central.

O legado do conflito e a vingança atonista

A verdadeira diferenciação de Tsarion se consolida no desfecho desse conflito histórico. Quando o reinado de Akhenaten ruiu e o Culto de Aton foi deposto pelas forças aliadas do exército egípcio e do clero de Amon, os sacerdotes atonistas sobreviventes foram banidos e exilados do Egito.

  • A metamorfose no deserto: Tsarion sustenta que esse grupo exilado de fanáticos solares levou consigo seu conceito de monoteísmo punitivo e absoluto. No deserto, eles se reorganizaram e, misturando-se a tribos nômades, formaram a casta dos Levitas bíblicos.

  • A origem do dogma abraâmico: O Deus centralizador, exclusivista e irado de Aton foi repaginado (absorvendo também os traços restritivos de Saturno, o Sol Negro) e transformou-se no Jeová/Yahweh do Antigo Testamento. Dessa forma, o autor defende que o judaísmo, o cristianismo e o islamismo são os frutos diretos da herança e da vingança dos Atonistas — um mecanismo milenar desenhado para replicar globalmente o controle mental absoluto que eles falharam em manter no Egito.

A linhagem das sombras: Como o Culto do Sol Negro de Akhenaton se tornou a Cabala Illuminati, segundo Michael Tsarion

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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