O filósofo e escritor Olavo de Carvalho (1947-2022) criticava frequentemente a cúpula das Forças Armadas e o alto comando militar brasileiro, sustentando que os generais historicamente priorizaram a preservação de seus interesses corporativos e burocráticos em detrimento dos rumos políticos e culturais do Brasil. Segundo Olavo, a ditadura militar beneficiou esquerda.

Em suas palestras, artigos e manifestações em redes sociais, o escritor argumentou que a elite militar atuou com visão tecnocrática, omitiu-se no combate à hegemonia cultural de esquerda e agiu de forma subserviente perante os meios de comunicação e o establishment político.

Olavo de Carvalho: “O patriotismo militar é uma farsa, militar não é patriota, é apenas corporativista. Militar ama o exército, ama as forças armadas mas não ama o país, não ama o povo. Eles chamam esse corporativismo de patriotismo.” 

Olavo disse que a mentalidade da cúpula militar brasileira foi profundamente moldada pelo positivismo de Auguste Comte e por ideias de cunho maçônico a partir do século XIX, afastando as Forças Armadas do pensamento tradicionalista, incutindo uma cultura institucional puramente técnica e pragmática, desdenhando o debate ideológico, a alta cultura e a política tradicional. A mentalidade tecnocrática militar ignorou a guerra cultural e ideológica da esquerda.

Principais pontos das críticas de Olavo de Carvalho aos generais e às Forças Armadas

  • Corporativismo e prioridade à instituição sobre a nação: Olavo sustentava que a alta hierarquia militar coloca os privilégios, o prestígio e a imagem da corporação acima dos interesses reais do povo brasileiro. Para o autor, ao focar estritamente na defesa de estamentos e posições burocráticas, a cúpula fardada abandonou o compromisso de defender a soberania cultural e espiritual do país.

  • Omissão cultural e abertura de espaço para a hegemonia da esquerda: Em análises sobre o período do regime militar (1964–1985), Olavo afirmava que os governos militares se concentraram em obras de infraestrutura e gestão econômica, mas abdicaram completamente da disputa de ideias. Segundo ele, os generais permitiram que a esquerda ocupasse as universidades, o mercado editorial e os meios de comunicação, preparando o terreno para a hegemonia política posterior que ele denominava “tucano-petista”.

  • Influência do positivismo na formação militar: O escritor identificava o positivismo, corrente filosófica criada pelo francês Auguste Comte (1798-1857), como a base ideológica da formação das academias militares brasileiras. Na sua visão, essa orientação ideológica desarmou intelectualmente a direita, sufocou os valores conservadores e cristãos e agiu como uma doutrina cientificista materialista que acabou abrindo as portas para o avanço das pautas progressistas.

  • Comportamento no governo e subserviência à imprensa: Durante a gestão de Jair Bolsonaro, Olavo intensificou os ataques aos oficiais e generais que ocupavam cargos de destaque no governo. Ele os acusava de vacilação, vaidade e busca por validação junto à imprensa tradicional, afirmando que a cúpula militar agia para conter as pautas eleitas pelo povo e tutelar a presidência em vez de enfrentar o establishment. Foram esses mesmos generais que traíram Bolsonaro e o povo brasileiro ao permitirem a fraude eleitoral da USAID/CIA/TSE/STF para colocar o ex-presidiário Lula na presidência.

O professor Olavo criticou duramente a prática do Alto Comando das Forças Armadas de conceder comendas e medalhas militares a políticos, ministros e figuras civis, em especial a personalidades alinhadas à esquerda e ao establishment. Para o escritor, a distribuição desmedida dessas honrarias não atendia ao mérito ou a serviços prestados à pátria, mas funcionava como uma estratégia de afagamento e busca por aceitação perante a classe política e a imprensa.

Ele argumentava que, ao homenagear adversários ideológicos que historicamente combateram os valores conservadores, os generais demonstravam vaidade, fisiologismo e submissão cultural. Segundo sua visão, essa postura enfraquecia a autoridade moral da instituição e evidenciava que a cúpula militar priorizava acordos corporativos e a autopreservação burocrática em detrimento da defesa dos interesses reais do povo brasileiro.

O vídeo abaixo do historiador Marcelo Andrade apresenta um diálogo sobre a natureza política e econômica do Regime Militar brasileiro (1964–1985). O argumento central defendido é de que a ditadura adotou diretrizes e intervenções econômicas alinhadas ao espectro da esquerda — como forte centralização estatal, aumento da carga tributária, estatização de empresas, tabelamento de preços e reformas agrárias, enquanto restringia a atuação da direita liberal e do centro político.

Em alguns de seus vídeos, Andrade analisou a penetração do cientificismo e do ideal maçônico-republicano nas academias militares por figuras como Benjamin Constant. Segundo o historiador, esse movimento buscou secularizar a instrução, substituindo a visão de mundo católica e a tradição moral por uma engenharia social baseada na matemática e na resolução técnica dos problemas da nação.

Análise dos principais pontos abordados

1. O ponto de virada em 1965 e a cassação de lideranças moderadas

  • Frações do regime: Argumenta-se que o verdadeiro movimento de exceção não foi apenas o ato de 1964, mas o desdobramento em 1965 com o Ato Institucional nº 2 (AI-2), que suspendeu as eleições presidenciais previstas para o ano seguinte.

  • Marginalização do Centro e da Direita Liberal: A repressão do regime não se limitou a grupos comunistas; atingiu também lideranças de centro, como Juscelino Kubitschek, e figuras da direita anticomunista, como Carlos Lacerda.

2. Intervenção econômica e expansão do Estado

  • Estatizações e nacionalizações: O texto destaca a expansão do setor estatal durante o período militar. É citado o caso do encerramento e transferência dos ativos da empresa aérea Panair do Brasil para a Varig, além da criação de diversas empresas públicas (como Eletrobras e Petrobras) e bancos estaduais.

  • Tabelamento e controle de preços: Durante o governo Costa e Silva, foram implementadas medidas de intervenção direta no mercado privado, tais como a criação do “Sunabão” (prato comercial com preço tabelado obrigatório em restaurantes) e a fixação de preços uniformes para combustíveis.

  • Reserva de mercado e protecionismo: Houve a proibição da importação de veículos e a instituição da Lei de Reserva de Informática nos anos 1980, o que restringiu o comércio internacional e limitou o acesso a bens tecnológicos.

3. Política fiscal, endividamento e inflação

  • Elevação da carga tributária: A participação dos impostos sobre o PIB aumentou expressivamente, acompanhada do crescimento da burocracia estatal.

  • Financiamento por endividamento: O crescimento econômico do período do “Milagre Econômico” (governo Médici) foi impulsionado por obras públicas e crédito internacional. Com os choques do petróleo nos anos 1970 e a alta dos juros internacionais, o modelo culminou em endividamento, moratória nos anos 1980 e hiperinflação.

4. Aspectos culturais e transição política

  • Atuação no campo cultural: Argumenta-se que a repressão focou essencialmente na oposição armada, permitindo a ocupação de espaços na academia, imprensa, literatura e meios de comunicação por vertentes progressistas e de esquerda hegemonizada.

  • Efeitos na abertura: A crise econômica do governo Figueiredo acelerou o encerramento do ciclo militar e a transição para a redemocratização, marcada pela Assembleia Constituinte de 1988.

A ditadura militar no Brasil foi de Esquerda. Geisel mesmo assumiu que era de esquerda e estava levando o Brasil para o socialismo.

O vídeo traz uma análise crítica apresentada por Marcelo Andrade no Caravelas Podcast sobre os presidentes do regime militar brasileiro (1964–1985). O historiador desafia a visão convencional de que os governos militares implementaram um modelo estritamente liberal de direita ou de livre mercado.

Em vez disso, ele argumenta que os governantes da época mantiveram e expandiram políticas de intervenção estatal, centralização tributária, criação de estatais e reformismo de cunho estatista, além de detalhar as disputas internas entre as facções militares e o processo de transição política.

1. Castelo Branco e as reformas estatistas (1964–1967)

  • Perfil e contexto inicial: Marechal e herói da Segunda Guerra Mundial, Castelo Branco assumiu a presidência após a deposição de João Goulart. A posse ocorreu via eleição indireta no Congresso sob o Ato Institucional nº 1 (AI-1).

  • Manutenção do estatismo: Andrade argumenta que o governo Castelo Branco manteve pautas atribuídas ao governo anterior, como a reforma agrária através do Estatuto da Terra.

  • Aumento da carga tributária: O governo ampliou a base de arrecadação do Imposto de Renda e promulgou o Código Tributário Nacional, além de elaborar o PAEG (Plano de Ação Econômica do Governo), cujas diretrizes se assemelhavam ao Plano Trienal de João Goulart.

  • Estatizações e intervenção: O período foi marcado pelo encerramento forçado da companhia aérea Panair do Brasil e pelo início de uma forte onda de criação de empresas estatais e estatizações no setor elétrico.

  • Mudança no sistema político: Com o AI-2, os partidos políticos tradicionais foram extintos e substituidos pelo bipartidarismo artificial entre ARENA e MDB.

2. Costa e Silva e o enrijecimento do regime (1967–1969)

  • Ascensão da “Linha Dura”: Ligado à ala militar mais radical, Costa e Silva assumiu a presidência em um momento de crescente insatisfação e oposição política.

  • O AI-5 e os anos de chumbo: Em dezembro de 1968, o governo editou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que fechou o Congresso, suspendeu garantias constitucionais e intensificou a repressão a opositores e lideranças civis como Carlos Lacerda.

  • Controle de preços e intervenção econômica: Foi criada a SUNAB para fiscalização e tabelamento de preços (como o “Prato Tabão”), demonstrando a forte intervenção estatal na economia e no comércio.

3. Garrastazu Médici e o “milagre econômico” (1969–1974)

  • Escolha por consenso militar: Médici assumiu o poder como um nome de conciliação entre as correntes internas das Forças Armadas.

  • Crescimento e ufanismo: O período coincide com o chamado “Milagre Econômico”, conduzido pelo ministro Delfim Netto, impulsionado pelo crescimento global, forte urbanização e expansão do crédito.

  • Abertura para a inflação estrutural: Marcelo Andrade aponta que a criação da correção monetária no período anterior alimentou a inflação crônica no país por décadas.

  • Auge da repressão e guerrilhas: O governo enfrentou e desmantelou grupos de guerrilha urbana e rural (como a Guerrilha do Araguaia), ao mesmo tempo em que ostentava alta popularidade com a classe média devido ao crescimento econômico.

4. Ernesto Geisel e a “abertura lenta e gradual” (1974–1979)

  • Início do processo de transição: Escolhido por indicação de seu irmão Orlando Geisel e apoiado por Golbery do Canto e Silva, Geisel iniciou o plano de transição política “lenta, gradual e segura”.

  • Perfil político e desmonte do aparato repressivo: Andrade destaca visões de analistas da época (como Carlos Castelo Branco) e militares (como Silvio Frota no livro Ideais Traídos) que caracterizavam Geisel como uma figura de inclinação centro-esquerda e estatista no espectro político.

ANÁLISE de TODOS os PRESIDENTES da DITADURA MILITAR

Ex-militar revela controle maçônico no Exército

No podcast O LADO OCULTO DA MAÇONARIA, Rogério Vilela conta como entrou no exército, virou segundo-tenente e percebeu convites constantes para ser membro da Maçonaria. Ele explica que os maçons exercem influência em posições e instituições de grande poder, como as Força Armadas, o sistema político, o sistema financeiro e o meio religioso.

As Forças Armadas são citadas nominalmente como um dos setores estratégicos onde a Maçonaria possui penetração histórica, permitindo que a fraternidade interaja com quadros de liderança e tome parte nos processos decisórios do país.

O jornalista italiano Cesare Sacchetti descreve a Maçonaria como uma sociedade secreta intrinsecamente subversiva que opera como um “Estado dentro do Estado” (Deep State). Segundo ele, a organização exige que os seus membros priorizem os interesses e diretrizes da fraternidade acima das leis dos países onde atuam, trabalhando para as elites financeiras internacionais (como a City de Londres e a Coroa Britânica).

O objetivo final da Maçonaria, segundo Sacchetti, seria a destruição dos Estados-nação soberanos e a consolidação de um governo mundial controlado por uma elite satânica pedófila:

“Os maçons estão presentes em todos os partidos políticos e no judiciário. A democracia não é o governo do povo. É o governo da Maçonaria. A Maçonaria adora a democracia porque a democracia nada mais é do que a ditadura dos maçons. Não importa qual partido emerja das urnas pois a política que ele levará adiante será sempre e somente aquela decidida pelos verdadeiros mestres da democracia, que estão nos bastidores.”

“Os verdadeiros mestres são os poderes financeiros e corporativos maçônicos que gerem ambos os lados políticos, fingindo se opor e se controlar, quando, na realidade, ambos são manipulados pelos mesmos titereiros. A essência da democracia é, portanto, garantir secretamente o poder absoluto às hierarquias financeiras que operam longe dos holofotes.”

“A democracia liberal é uma máquina infernal. Foi concebida precisamente para encorajar o governo dessa sociedade secreta, que nos bastidores, controla a oferta política e garante que os fundos necessários para empreender uma carreira política cheguem apenas aos homens que estão ao serviço da Maçonaria.”

A Maçonaria na visão de Sacchetti

De acordo com as publicações de Sacchetti em seu portal La Cruna dell’Ago, a atuação da Maçonaria e o seu impacto nas sociedades ocidentais estruturam-se nos seguintes pontos:

  • Atuação como Deep State e quebra de lealdade institucional:

    • A Maçonaria funciona como uma estrutura paraestatal que coopta agentes públicos, magistrados, policiais e políticos. Os maçons (“irmãos”) são submetidos a juramentos de fidelidade à ordem que se sobrepõem às obrigações constitucionais e aos deveres com o Estado, criando redes de blindagem mútua e insulamento de investigações.

  • Submissão aos interesses financeiros da Anglosfera:

    • As lojas maçônicas atuam como instrumentos geopolíticos a serviço das elites financeiras globais, concentradas em centros como a City de Londres e vinculadas à United Grand Lodge of England (UGLE). O poder de decisão e as diretrizes estratégicas da organização derivam desses núcleos internacionais, operando contra a vontade popular e os interesses de desenvolvimento nacional dos países.

  • Incompatibilidade com a soberania nacional:

    • O projeto maçônico é visto por Sacchetti como antagônico à existência de Estados-nação soberanos e independentes. A lógica elitista, corporativista e globalista da fraternidade trabalha ativamente para enfraquecer governos patrióticos e a tradição cristã, substituindo-os por um modelo de “república universal” maçônica centralizada.

  • Infiltração em aparelhos de Estado e casos históricos:

    • O autor aponta a infiltração maçônica em órgãos de segurança e inteligência como um mecanismo vital para garantir a impunidade e o direcionamento de decisões políticas. Exemplos como a atuação da Loggia P2 na Itália, a interferência em investigações judiciais e o acobertamento de escândalos são citados para demonstrar como a maçonaria instrumentaliza o poder público em benefício de sua agenda velada.

Segundo Sacchetti, a infiltração da Maçonaria nas Forças Armadas, na Polícia e no Judiciário é uma estratégia deliberada para transformar o Estado em uma fachada controlada por redes secretas. O analista afirma que, ao cooptar oficiais militares, policiais e magistrados, a sociedade secreta substitui o dever constitucional dessas autoridades pelo juramento de lealdade à fraternidade maçônica.

Com isso, instala-se um mecanismo de subversão institucional no qual crimes e esquemas de elites são acobertados, investigações contra a Maçonaria são sabotadas e as instituições de Estado passam a servir aos interesses globalistas de centros financeiros internacionais (como a City de Londres).

Infiltração na Polícia e nas Forças de Segurança

Sacchetti defende que o controle sobre as corporações policiais é indispensável para garantir a sobrevivência e a impunidade das lojas maçônicas.

  • Inversão de lealdade: Ao entrar na Maçonaria, o policial passa a ter como prioridade a proteção da fraternidade e dos “irmãos”, em detrimento do cumprimento da lei e do dever com a população.

  • Sabotagem de investigações: Policiais maçons atuam ativamente para vazar informações privilegiadas, suspender inquéritos, destruir provas ou engavetar denúncias que envolvam outros membros da ordem.

  • Exemplos e escândalos históricos: Sacchetti cita dados como a lista da Loja P2 (Propaganda 2), onde mais de duas centenas de membros pertenciam às forças de segurança e inteligência, além de apontar relatos contemporâneos sobre a influência maçônica em corporações internacionais (como no Reino Unido e nos EUA).

Infiltração nas Forças Armadas e Serviços Secretos

Para o autor, o alto comando das Forças Armadas foi capturado para assegurar que a soberania nacional permaneça submissa à agenda geopolítica da Anglosfera.

  • Ascensor social e cooptação: A iniciação nas lojas transforma-se no requisito velado para que militares alcancem o alto funcionalismo e as patentes de comando no Exército, Marinha e Aeronáutica.

  • Operações de falsa bandeira e subversão: Sacchetti aponta que setores da inteligência militar e forças armadas iniciados na Maçonaria integraram estruturas paralelas (como a Seção R do SISMI e redes no estilo Gladio na Itália), envolvidas em episódios de desestabilização política e atentados, como o sequestro de Aldo Moro na Itália.

  • Submissão a poderes estrangeiros: As Forças Armadas deixam de atuar em prol da independência real do país e passam a responder às diretrizes geopolíticas traçadas pelas superlojas vinculadas ao eixo Londres-Washington.

Infiltração no Judiciário e na Magistratura

Sacchetti afirma que a narrativa de “independência da Magistratura” na democracia liberal é uma ficção para encobrir a hegemonia de juízes e promotores maçons.

  • Blindagem jurídica: Juízes e promotores integrados às lojas garantem a impunidade de políticos, banqueiros e membros da elite, neutralizando qualquer processo judicial que ameace a estrutura da fraternidade.

  • O acobertamento de investigações (Caso Agostino Cordova): O autor relembra a tentativa do magistrado italiano Agostino Cordova nos anos 1990 de mapear as superlojas maçônicas. A investigação foi retirada de suas mãos, repassada a órgãos judiciais aparelhados e sumariamente arquivada sem que as listas de maçons de elite fossem apreendidas.

  • Recusa e obstrução institucional: Sempre que ordens judiciais tentam investigar documentos ou quadros maçônicos, membros maçons encravados na polícia e no judiciário atuam em sintonia para alegar ausência de provas e decretar o sigilo ou o encerramento dos processos.

Até o Exército Brasileiro está no colo do corrupto Banco Master.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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