A Coca-Cola vende cerca de 100 bilhões de garrafas plásticas descartáveis, de uso único, todos os anos. O número dessas garrafas que termina no lixo é tão grande que a companhia foi nomeada por uma organização como a maior poluidora por plástico do mundo.

É um problema que a ilha de Samoa, no Pacífico, acaba de começar a viver, já que a Coca-Cola trocou as garrafas de vidro usadas por lá pelas de plástico no começo deste ano. O programa Panorama, da BBC, revisitou o histórico da empresa com embalagens e analisou suas promessas atuais para resolver o problema do plástico e quais têm sido os resultados.

No Brasil, a Coca-Cola está usando garrafas de plástico mais resistentes e retornáveis. Mas será que é o bastante ou tudo não passa de propaganda enganosa, algo tão típico das corporações globalistas?

Em 2020, a Nike, a Coca-Cola e a Apple mobilizaram suas equipes de lobistas no Congresso Americano para rejeitar um projeto de lei que proíbe a importação de produtos fabricados na China com trabalho forçado dos uigures. É essa empresa que lucra com o trabalho escravo que devemos acreditar que está “preocupada” com o meio ambiente?

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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