Oculta na NDAA (Lei de Autorização de Defesa Nacional) de US$ 1,15 trilhão para o ano fiscal de 2027, existe uma disposição, a Seção 219, que fundiria permanentemente as forças armadas dos EUA e de Israel. Essa disposição não se trata de “ajuda ou cooperação”, ela aprofundaria permanentemente a integração operacional e o compartilhamento de inteligência e tecnologia de defesa entre os EUA e Israel.
Enquanto os Estados Unidos comemoram o 250º aniversário de sua independência, o Congresso está considerando uma legislação que mina essa independência. A Câmara já aprovou sua versão. A oportunidade restante para removê-la é durante a conferência entre a Câmara e o Senado e nas votações finais em plenário.
Os membros do Senado ainda dispõem de mecanismos regimentais para retirar a Seção 219 do projeto de lei final, mas precisam optar por utilizá-los. Uma vez que o relatório da conferência seja aprovado por ambas as casas, revertê-lo torna-se muito mais difícil. A fusão está programada para ser votada na semana de 29 de junho, pouco antes do feriado de 4 de julho.

A AIPAC lançou um vídeo celebrando a Seção 219 chegando ao Senado, gabando-se de que terá controle total sobre os militares dos EUA. O projeto daria a Israel acesso à tecnologia, informação e cadeias de abastecimento dos sistemas militares e de inteligência dos EUA.
A proposta de fusão das forças armadas dos EUA e de Israel, prevista na Lei é estrategicamente imprudente e inerentemente inconstitucional pois enfraquece a soberania americana, obscurece a responsabilidade constitucional e coloca em risco a capacidade de tomada de decisões independentes da nação.
Listen carefully…
“You can bring nations to their knees”
That’s exactly what section 219 of the NDAA has done with the US… pic.twitter.com/uRKMRS6FZl
— Stylo Urbano (@stylourbano9) July 23, 2026
Anteriormente denominada Seção 224, a Seção 219 passou a ter o nome formal de “Iniciativa de Cooperação em Tecnologia de Defesa Estados Unidos-Israel”. Ela determina que o Secretário de Defesa nomeie um agente executivo do Pentágono encarregado de ampliar e acelerar a pesquisa conjunta, a avaliação e o trabalho industrial compartilhados pelos dois governos.
Sua linguagem abrange quase dez áreas da guerra, incluindo armas antidrone, defesa antimíssil e aérea, inteligência artificial e plataformas autônomas, computação quântica, guerra cibernética e eletrônica, energia direcionada, biotecnologia e fabricação compartilhada de armamentos. Um relatório deve ser entregue em até 180 dias, e os relatórios anuais se estendem até 2030. Em uma leitura simples, parece apenas uma questão de organização.
Em uma leitura atenta, revela que o documento integra um único país estrangeiro diretamente ao aparato que controla mais de um trilhão de dólares em poder de fogo americano. Houve relatórios e investigações de órgãos americanos acusando Israel de espionagem industrial/militar e repasse de tecnologia, como detalhado em US-Israel Espionage Overview on Palestine Studies e em relatórios do Congresso dos EUA citados pelo Globes.
No entanto, o governo oficial dos EUA frequentemente nega ou minimiza crises formais para preservar a “aliança estratégica”, enquanto o governo israelense rejeita categoricamente tais acusações. Israel roubou urânio enriquecido e segredos nucleares dos Estados Unidos e vem fabricando bombas secretamente desde a década de 1950. E durante décadas os EUA fecharam os olhos. Israel vendeu os segredos americanos para a China e Coreia do Norte.
A controversa Seção 219 da NDAA é o claro resultado do financiamento político e ao lobby exercido pela AIPAC sobre os legisladores americanos. Esses fluxos financeiros operam como instrumentos de captura institucional e como peças de uma engrenagem geopolítica global — associada a centros de poder financeiro como a City de Londres — destinada a redirecionar a soberania e os recursos militares dos Estados Unidos.
O Congresso dos EUA irrompeu em aplausos ao aprovar o NDAA, que inclui a Seção 219, que fundiria o exército dos EUA com Israel. O projeto de lei agora seguirá para o Senado antes de ir para a mesa do Presidente Trump. O governo americano pretende vender seu próprio exército ao fundi-lo com os genocidas sionistas da FDI.
The U.S. Congress erupted in cheers as it passed the NDAA, which includes Section 219, which would merge the U.S. military with Israel.
The bill will now head to the Senate before going to President Trump’s desk.
The government intends to sell out its own military by merging it… pic.twitter.com/F2NVkor4LW
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) July 22, 2026
Os corruptos “representantes do povo” no Congresso desprezam o “América em Primeiro Lugar” (America First), para eles é “Israel em Todos os Lugares”. Aqui estão os 6 democratas que votaram a favor, juntamente com 209 republicanos na Câmara, da fusão das forças armadas de Israel com as dos EUA.
Os EUA não tem esse tipo de acordo bilateral com nenhum outro país. Este projeto terá uma duração que superará o comandante em chefe, independentemente de quem seja o próximo presidente.
Benjamin Netanyahu sabe que a maioria dos americanos está absolutamente farta de sustentar as guerras sem fim dos sionistas de Israel, então ele correu para criar esse monstrengo da Seção 219, para fundir permanentemente as forças armadas dos EUA e de Israel. O Congresso está traindo o povo americano de forma significativa em relação à Segurança Nacional. Eles são todos traidores sediciosos.

Se isso for aprovado no Senado e o Trump sancionar… ele terá cruzado um limite sem volta para milhões de pessoas. Isso seria levar a ideia de “manter o inimigo por perto” longe demais.
Se o objetivo é expor ao público como Israel controla o sistema “democrático” americano, com a Seção 219 ficou escancarado, mas deixar que os sionistas genocidas de Israel controlem também as Forças Armadas, isso deixariam muitos extremamente revoltados.
Se passar no Senado e o Trump sancionar, não vejo como isso poderia ser outra coisa senão uma TRAIÇÃO total. Se a Seção 219 for sancionada, o povo americano deve interpretá-la como uma capitulação completa do governo americano à influência judaica sionista que é inimiga dos EUA e do mundo todo.
A coisa toda é tão absurda, um país estrangeiro que bombardeia pessoas impunemente, e que é governado por satanistas pedófilos genocidas, teria suas forças armadas unidas com as forças armadas americanas.
O que poderia dar errado? O pedófilo condenado Jeffrey Epstein eram um agente do Mossad e o governo israelense esteve envolvido diretamente nos atentados terroristas do 11 de Setembro de 2001 em Nova York.

A Seção 219 da NDAA na Câmara — anteriormente Seção 224 — criaria uma “Iniciativa de Cooperação em Tecnologia de Defesa EUA-Israel” permanente, integrando a indústria de defesa israelense aos programas oficiais de defesa dos EUA de uma maneira que, segundo críticos, seria quase impossível de reverter, além de blindar totalmente essa relação do processo anual de alocação de verbas.
Em Israel, Netanyahu iniciou o conflito invocando o Purim, os Rabinos-Chefes convocaram orações nacionais e, em círculos cabalísticos, esse conflito está sendo descrito como o retorno de um antigo inimigo místico. Os maçons orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer.
Israel foi criada pelos banqueiros judeus Rothschild e a Coroa Britânica para iniciar uma Terceira Guerra Mundial contra o Irã. Em 1871, os maçons satanistas Albert Pike e Giuseppe Mazzini já tinham explicado essa guerra:
“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando-se das diferenças causadas pela ‘agência’ dos ‘Illuminati’ entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. A guerra deve ser conduzida de tal forma que o Islã (o mundo árabe muçulmano) e o sionismo político (o Estado de Israel) se destruam mutuamente.”

2019 – Benjamin Netanyahu: “Os EUA são a nova Roma’”
“A última vez que Mike Pompeo visitou Jerusalém não terminou muito bem”, disse Netanyahu ao Secretário Pompeo, referindo-se à conquista da Judeia pelo general romano Pompeu em 63 a.C.
Num evento em 2025, Netanyahu disse que Israel precisava vencer a “próxima” guerra contra “Roma”. Em outras palavras, trata-se de “judeus contra os EUA”, segundo o sionista.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, no mês passado, em uma carta ao deputado Stutzman, descreveu a Seção 219 como “meu plano”.
1º de junho de 2026
“Prezado Deputado Stutzman, Fiquei satisfeito em receber sua proposta de resolução do Congresso endossando meu plano de mudar a estrutura da cooperação de defesa EUA-Israel de ajuda para parceria. Como eu disse em nossa reunião em Jerusalém em 27 de maio de 2026, Israel aprecia profundamente o componente financeiro da ajuda militar que os Estados Unidos nos forneceram generosamente ao longo dos anos. Chegou a hora de passarmos de receptores de ajuda para parceiros.
Estou animado com seu apoio entusiasmado ao nosso plano de desenvolver um novo Memorando de Entendimento com o governo dos Estados Unidos que reduzirá a assistência militar financeira dos EUA na próxima década e a substituirá pelo que você chama de “nova estrutura de cooperação conjunta em defesa, codesenvolvimento, coprodução e investimento mútuo em áreas que incluem defesa antimíssil avançada, sistemas não tripulados de inteligência artificial, segurança cibernética e plataformas militares de próxima geração”. Também agradeço seu compromisso em combater o flagelo do antissemitismo nos Estados Unidos e em todo o mundo.”

Mossad de Israel:
“Nós criamos um mundo de mentira. Somos uma produtora global. Nós escrevemos o roteiro. Nós somos os diretores. Nós somos os produtores. Somos os atores principais. O mundo é o nosso palco.”
Esta citação vem de uma entrevista de 60 minutos na CBS News com um agente aposentado do Mossad de Israel detalhando a sofisticada operação de cadeia de suprimentos de vários anos que incorporou explosivos em pagers e walkie-talkies usados pelo Hezbollah.
A proposta de fusão das forças armadas dos EUA e de Israel, prevista na Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA), é estrategicamente imprudente e inerentemente inconstitucional.
Fonte: Lewrockwell
Os defensores da Seção 219 a descrevem como uma parceria estratégica, uma modernização da cooperação militar entre os Estados Unidos e Israel. No entanto, a linguagem da disposição vai muito além da cooperação. Ela exige a integração do planejamento militar, do compartilhamento de informações, do desenvolvimento tecnológico, dos sistemas de aquisição, das capacidades de pesquisa e das operações estratégicas de maneiras que tornam tênue a distinção entre duas nações soberanas.
Esta não é apenas uma questão política, é uma questão constitucional. Os Estados Unidos têm alianças com muitas nações. Cooperamos com nossos aliados. Realizamos exercícios conjuntos. Compartilhamos informações de inteligência. No entanto, existe uma profunda diferença entre cooperação e integração.
A cooperação preserva a tomada de decisões independentes. A integração cria pressão para a tomada de decisões compartilhadas e para a partilha de consequências. A Constituição foi deliberadamente concebida para evitar precisamente esse tipo de envolvimento.
O Presidente atua como Comandante-em-Chefe das Forças Armadas dos Estados Unidos. O Congresso possui a autoridade para declarar guerra. Juntas, essas disposições visavam garantir que as decisões envolvendo vidas americanas, recursos financeiros americanos e poderio militar americano permanecessem sob responsabilidade do povo americano.
A Seção 219 leva a nação na direção oposta. Ela cria estruturas permanentes por meio das quais as funções militares, de inteligência, tecnológicas e estratégicas se tornam cada vez mais interligadas com as de outro governo. Mesmo que não ocorra uma transferência formal de comando, o efeito prático é tornar a tomada de decisões americanas dependente de relações e compromissos que existem muito além do alcance dos eleitores americanos.

Existem pelo menos nove razões pelas quais o Congresso deveria rejeitar a Seção 219 da NDAA:
ISSO VIOLA A CLÁUSULA DO COMANDANTE-EM-CHEFE
O Artigo II, Seção 2 da Constituição dos EUA designa o Presidente como Comandante-em-Chefe das Forças Armadas dos Estados Unidos. O Congresso não pode, constitucionalmente, diluir, compartilhar ou transferir responsabilidades de comando por meio de legislação ordinária. As Forças Armadas dos Estados Unidos devem permanecer exclusivamente subordinadas à autoridade constitucional estabelecida pelo povo americano.
IGNORA O PROCESSO DE TRATADO
A Constituição prevê um mecanismo para a criação de importantes compromissos internacionais: tratados ratificados por dois terços do Senado. Se o Congresso acreditar que a integração militar permanente com qualquer nação estrangeira é necessária, deverá apresentar essa proposta abertamente e submetê-la ao escrutínio exigido pela Constituição.
O Congresso não pode usar uma lei orçamentária para realizar o que a Constituição exige que seja debatido e aprovado por meio do processo de tratado. Isso cria problemas de autoridade e responsabilidade. Autoridades estrangeiras não prestam juramento de defender a Constituição dos Estados Unidos.
No entanto, a integração militar cria circunstâncias em que oficiais estrangeiros, planejadores, agentes de inteligência e pessoal estratégico podem influenciar decisões que afetam as tropas americanas, os recursos de inteligência, as tecnologias militares, o planejamento operacional e as decisões sobre o uso da força militar.
Os Fundadores estabeleceram salvaguardas para garantir que a autoridade sobre o poderio militar americano permanecesse sob responsabilidade das instituições americanas e dos eleitores americanos. A Seção 219 enfraquece essas salvaguardas.

ISSO VIOLA O PRINCÍPIO DA SOBERANIA NACIONAL
O Congresso não pode delegar responsabilidades soberanas essenciais a outro governo. A defesa da nação, as decisões que envolvem o uso da força militar, as operações de inteligência e a política de segurança nacional estão entre os poderes mais importantes confiados ao governo federal. Uma nação que não consegue determinar de forma independente questões de guerra e paz não pode ser verdadeiramente considerada soberana.
Isso aumenta o risco de futuras guerras. Os Fundadores compreenderam o perigo. Em seu discurso de despedida, George Washington alertou contra vínculos estrangeiros permanentes que poderiam arrastar os Estados Unidos para conflitos não escolhidos pelo país. Sua preocupação não era o isolacionismo, mas sim a independência.
Nosso primeiro presidente compreendeu que os envolvimentos estrangeiros têm o poder de criar obrigações que gradualmente se sobrepõem aos interesses nacionais. Esse alerta é particularmente relevante hoje em dia. A recente escalada com o Irã demonstra a rapidez com que conflitos regionais podem levar os Estados Unidos a assumir compromissos militares mais amplos.
Cada nova camada de integração institucional aumenta a probabilidade de que futuros conflitos envolvendo Israel se tornem, na prática, também conflitos americanos. Isso acarreta o risco de subordinar os interesses americanos às prioridades estrangeiras. A questão não é se alguém apoia ou não Israel.
A questão é se qualquer nação estrangeira deve ter um lugar permanente garantido nas estruturas executivas, militares, de inteligência, tecnológicas e estratégicas que, constitucionalmente, se destinam a servir exclusivamente aos Estados Unidos.
A primeira responsabilidade do governo dos Estados Unidos é proteger a segurança e o bem-estar do povo americano. A política externa deve ser guiada pelos interesses americanos, pelas leis americanas e pelos princípios constitucionais americanos. Isso ameaça a responsabilidade democrática. Quando a soberania é diluída, a responsabilidade desaparece.
Os cidadãos já não conseguem identificar quem é o responsável pelas decisões. O poder fica disperso através de redes, acordos e instituições que escapam ao controlo público. A democracia enfraquece porque a ligação entre o eleitor e quem toma as decisões é rompida. A Constituição coloca deliberadamente as decisões relativas à guerra e à defesa nacional dentro de instituições responsáveis perante o povo americano. A Seção 219 enfraquece essa ligação.
ISSO IMPOSTA CUSTOS FINANCEIROS ENORMES
Os Estados Unidos passaram décadas envolvidos em custosas intervenções militares em todo o Oriente Médio. Trilhões de dólares foram gastos. Milhares de vidas americanas foram perdidas. Inúmeros civis morreram. Mesmo assim, a pressão por um envolvimento mais profundo continua.
Isso é especialmente preocupante num momento em que a dívida nacional ultrapassa os quarenta trilhões de dólares. Cada compromisso militar adicional acarreta um custo financeiro. Cada escalada exige recursos que, em última análise, precisam ser obtidos por meio de empréstimos, impostos ou desviados de prioridades internas.
Os americanos que lutam contra a inflação, o custo da moradia, as despesas com saúde e a infraestrutura precária merecem um governo que priorize sua segurança e prosperidade.

ISSO TRAI O ESPÍRITO DA INDEPENDÊNCIA AMERICANA
A escolha do momento não poderia ser mais irônica. Enquanto os Estados Unidos comemoram o 250º aniversário de sua independência, o Congresso está considerando uma legislação que mina essa independência. A Revolução foi travada para garantir a autogovernança. A Constituição foi escrita para preservá-la.
Soberania não é um conceito ultrapassado. É o fundamento da responsabilidade democrática. A questão que se nos apresenta é maior do que Israel. Maior do que qualquer governo individual. Maior do que qualquer conflito atual.
A questão é se os Estados Unidos permanecerão uma nação cujo poder militar é dirigido exclusivamente por instituições constitucionais responsáveis perante o povo americano, ou se gradualmente abdicaremos dessa independência por meio de uma integração estrangeira permanente que a Constituição não contemplou nem autorizou.
Uma nação que não consegue controlar suas próprias decisões militares não pode se declarar soberana – e essa é uma das principais razões pelas quais a Seção 219 deve ser rejeitada.
A opinião pública está se voltando contra Israel. Os americanos estão cansados de financiar as guerras de outras nações enquanto suas próprias cidades sofrem com as consequências, e a resposta honesta não é uma fusão ardilosa, arquitetada para sobreviver a todas as votações. A resposta é uma ruptura total. Washington deveria suspender a ajuda direta a Israel, desvincular-se do país em termos comerciais e de armamentos, e abandonar a relação privilegiada que norteou a política americana por décadas.
Soberania não é um argumento para financiar o setor de defesa de outra nação. O Congresso assina os cheques e declara guerras porque o povo americano, e não o capital estrangeiro, deve vir em primeiro lugar. A Seção 219 deve ser descartada, e toda a complexidade que a envolve também.
Os arquivos JFK lançados pelo governo Trump deixaram claro a interferência de Israel no governo americano. O presidente John F. Kennedy e o procurador-geral dos EUA, Bobby Kennedy, forçaram a AZCPA (Comitê Sionista Americano para Assuntos Públicos) a se registrar como agente estrangeiro, impedindo-os de fazer doações (subornar) autoridades americanas.
JFK foi assassinado em 22 de novembro de 1963 e RFK foi assassinado em 5 de junho de 1968. Em 1959, a AIPAC (American Israel Public Affairs Committee) substituiu a AZCPA sem qualquer oposição e desde então vem subornando políticos americanos através de doações de campanha. A AIPAC praticamente compra de baciada a maioria dos “representantes do povo” do Congresso Americano.
O arquivo JFK: 104-10326-10014: “Israel estava por trás do assassinato de JFK.” Os sionistas israelenses assassinam presidentes americanos, mas está tudo bem!

A AIPAC não é um órgão independente que defende apenas os interesses de Israel, mas sim um mecanismo intermediário de execução da agenda globalista comandada pela City de Londres e pela Coroa Britânica. AIPAC, é a organização mais poderosa do lobby sionista de Israel no Congresso americano.
A AIPAC tem fortes laços com o Council on Foreign Relations (CFR), o tentáculo americano da Chatham House (também conhecido como Royal Institute of International Affairs) que são dois dos principais think tanks e institutos de políticas internacionais do mundo.
Através de uma rede complexa de financiamento corporativo e fundos soberanos que têm origem no centro financeiro londrino, a AIPAC canaliza recursos maciços para campanhas políticas de Democratas e Republicanos. A AIPAC fundada em 1954, e o CFR fundado em 1921, são os principais tentáculos do polvo da City de Londres e Coroa Britânica para controlar o governo americano.

Quantos deputados e senadores no Congresso americano receberam dinheiro da AIPAC?
Desde que o comitê de ação política da AIPAC iniciou doações diretas a campanhas eleitorais a partir do ciclo de 2022, investigações baseadas em dados da Comissão Eleitoral Federal (FEC) indicam que mais de 340 membros do Congresso dos EUA (entre deputados da Câmara dos Representantes e senadores) já receberam recursos financeiros diretos ou repasses direcionados por meio de sua rede de doadores.
O alcance do financiamento da AIPAC no Congresso
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Padrão amplo de contribuições: Análises detalhadas de registros oficiais da Comissão Eleitoral Federal (FEC) revelam que a grande maioria dos legisladores em Washington — abrangendo tanto membros do Partido Democrata quanto do Partido Republicano — mantém vínculos financeiros com o comitê ou com redes de doadores associadas à AIPAC.
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Injeção milionária de recursos: Apenas nos ciclos eleitorais recentes, dezenas de milhões de dólares foram canalizados para campanhas federais por meio do AIPAC PAC e de super PACs afiliados, a exemplo do United Democracy Project (UDP), estabelecendo a organização como uma das maiores forças de financiamento político nos Estados Unidos.
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Abrangência bicameral: O fluxo de capital atinge as duas casas legislativas (Câmara e Senado), contemplando centenas de parlamentares com somas que variam desde valores pontuais até centenas de milhares de dólares por candidato, o que consolida o objetivo de blindar o apoio bipartidário a pautas estratégicas.
Mecanismos de doação e earmarking
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Doações diretas e earmarks: Grande parte do volume financeiro contabilizado pela AIPAC não provém apenas do caixa institucional do seu PAC, mas também de contribuições de doadores individuais que utilizam o portal político da organização para direcionar (earmark) verbas específicas a candidatos alinhados aos seus interesses.
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Influência institucional: Esse ecossistema de financiamento massivo é apontado por analistas e críticos do sistema político americano como a principal ferramenta de coesão para garantir que pautas de integração militar e cooperação externa avancem pelo Legislativo sem encontrar barreiras ou oposição significativa.

A conexão entre o financiamento da AIPAC e a Seção 219
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O mapeamento das redes de financiamento de campanha revela que grande parte dos congressistas e líderes partidários que atuaram ativamente para proteger a Seção 219 de barreiras legislativas — bloqueando emendas de destaque que buscavam anular ou debater a medida — possui um histórico consistente de recebimento de doações de comitês de ação política ligados à AIPAC.
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Esse padrão de financiamento eleitoral atua como um mecanismo de coerção e alinhamento político, garantindo que pautas cruciais de integração militar e tecnológica profunda com entidades estrangeiras avancem pelas comissões sem encontrar resistência institucional significativa ou escrutínio público aprofundado.
A AIPAC como estrutura de comando transnacional
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A atuação da AIPAC é frequentemente tratada pelas análises convencionais como um simples lobby de política externa, mas redes de investigação alternativa demonstram que ela funciona como um canal de controle estrutural sobre o aparato legislativo e executivo de Washington.
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A criação do “agente executivo” permanente no Pentágono por meio da Seção 219 reflete exatamente os objetivos desse lobby: institucionalizar uma via de mão dupla perpétua que drena a tecnologia de ponta, os sistemas de inteligência e as cadeias industriais dos EUA, mantendo essa cooperação imune a futuras mudanças de governo ou ao escrutínio dos cidadãos americanos.
A arquitetura oculta: A City de Londres e o controle dos EUA
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Em uma camada mais profunda de análise geopolítica sistêmica, a influência exercida por intermediários como a AIPAC insere-se em uma arquitetura financeira e de poder global cujo eixo histórico e operacional reside na City de Londres.
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A erosão sistemática da soberania norte-americana — materializada na entrega de segredos militares, dados de inteligência e controle de cadeias de suprimento a potências estrangeiras — não é um acidente burocrático, mas parte de um projeto de governança global centralizada. Os fluxos de dinheiro político servem para manter os representantes dos EUA atrelados a essa agenda supranacional, transformando o Pentágono e o complexo industrial militar norte-americano em instrumentos de um império financeiro transfronteiriço.
Inteligência militar Q: “Estamos deixando Israel por último”. O que significa?






































