Este texto descreve, sob a perspectiva de fontes alternativas, como a Cabala e as agências de inteligência manipulam a percepção pública sobre a vida extraterrestre. Enquanto a NASA opera como uma cortina de fumaça negacionista, Hollywood atua na programação preditiva e na banalização da verdade através da ficção científica.
Agências como a CIA utilizam a dualidade informativa para ocultar tratados tecnológicos secretos que beneficiaram grandes corporações aeroespaciais e biotecnológicas. Por fim, o texto conecta essa engrenagem de manipulação ao lançamento do novo filme “Dia D” (Disclosure Day), de Steven Spielberg, apontando-o como uma ferramenta de revelação controlada para moldar a reação da humanidade diante do iminente colapso da narrativa oficial.

A cortina de fumaça da NASA e a realidade ocultada
Segundo as informações difundidas por plataformas de ufologia alternativa e divulgações de contatos extraterrestres (como no site swaruu.org), a NASA cumpre um papel puramente cênico na estrutura de controle global gerida pela Cabala. A retórica insistente de que “não existem evidências científicas de vida inteligente” serve para manter a civilização humana isolada psicologicamente.
Enquanto a falsa agência espacial do governo americano queima bilhões de dólares dos contribuintes americanos mantendo uma narrativa pública baseada em tecnologia de propulsão obsoleta (foguetes químicos), nos bastidores, ocultam as frotas de naves antigravidade do verdadeiro Programa Espacial Secreto (SSP) americano.
Informações de desertores e hackers de sistemas de segurança indicam que imagens de satélite, transmissões espaciais e fotografias do espaço da NASA passam por um rigoroso processo de edição antes de irem a público. Estruturas artificiais, anomalias e espaçonaves são apagadas digitalmente para que a ciência oficial continue promovendo a narrativa de que a Terra está sozinha em um vazio cósmico intransponível.
Esta farsa institucional serve para manter a população focada na ilusão de isolamento cósmico, privando a humanidade do conhecimento sobre tecnologias de energia livre, portais artificiais, antigravidade e a presença de centenas de naves extraterrestres na órbita da Terra, cujas raças estelares interagem secretamente com a humanidade.

A indústria de Hollywood e a programação preditiva
Através da chamada “programação preditiva”, produções cinematográficas multimilionárias bombardeiam o subconsciente coletivo com naves, invasões e biologias alienígenas complexas. O objetivo é duplo: acostumar gradativamente a psicologia humana com a existência dessas realidades e, simultaneamente, fazer com que qualquer pessoa que relate um contato real seja ridicularizada e desacreditada, sob o argumento de que sua experiência “parece coisa de cinema”.
Hollywood não funciona apenas como uma máquina de entretenimento, mas sim como o braço psicotrópico e ideológico da elite global. De acordo com pesquisadores independentes, a enxurrada de filmes de ficção científica sobre invasões cósmicas ou contatos alienígenas serve a um duplo propósito estratégico: a programação preditiva e a invalidação da verdade.
Ao bombardear o inconsciente coletivo com cenários de ficção, a Cabala dessensibiliza a população para o fenômeno real. Assim, quando um verdadeiro informante tenta expor a realidade extraterrestre, o público imediatamente associa o relato a um “roteiro de cinema”, descartando a denúncia como “delírio saído de um filme de Hollywood”. O cinema funciona, portanto, como um cofre onde a verdade é escondida à vista de todos, mascarada como fantasia.

A CIA e a estratégia da dualidade manipulativa
A Agência de Inteligência Americana opera justamente no hiato gerado entre a negação formal da NASA e a espetacularização de Hollywood, agindo diretamente para neutralizar e fragmentar a comunidade de pesquisadores e o público desperto.
A CIA e outras agências de inteligência operam por meio de uma complexa guerra psicológica baseada na dualidade. Oficialmente, essas agências ridicularizam a ufologia, perseguem testemunhas e financiam o ceticismo acadêmico; nos bastidores, porém, elas alimentam o circuito ufológico com vazamentos parciais, desinformação e narrativas contraditórias.
Essa tática de “bipolaridade informativa” visa confundir a opinião pública sobre os infames tratados secretos assinados pelo governo americano (como o pacto com facções de greys e reptilianos a partir da década de 1950).

Ao mesmo tempo em que negam os acordos, as agências permitem o avanço de histórias sobre abduções e trocas tecnológicas no submundo conspiratório para gerar medo, fragmentar os pesquisadores e manter a população em um estado crônico de dependência e vulnerabilidade psicológica, justificando a necessidade de proteção governamental contra uma suposta “ameaça externa”.
A CIA tem grande influência em Hollywood e na grande mídia. A imensa maioria dos roteiros retrata os visitantes espaciais de forma hostil ou monstruosa. Essa narrativa é desenhada deliberadamente para sintonizar a humanidade em frequências do medo, justificando a necessidade de proteção governamental, a militarização do espaço e a eventual aceitação de uma “governança global” centralizada na ONU sob falsos pretextos de “defesa planetária” contra forças hostis alienígenas.
Quando o nível de consciência da população ameaça quebrar a narrativa padrão, a agência intervém promovendo falsos processos de “revelação oficial” (Disclosure). Esses movimentos são projetados para sequestrar a liderança da pesquisa exopolítica, canalizando a atenção pública de volta para relatórios governamentais esterilizados, mantendo assim o segredo sobre a verdadeira história da Terra e o controle total sobre a soberania humana.
Assista ao vídeo: A AGENDA ALIENÍGENA

O benefício corporativo e o Complexo Militar-Industrial
Os frutos desses tratados espúrios com raças não-humanas regressivas não foram direcionados ao bem-estar ou à libertação da humanidade, mas sim monopolizados pelo Complexo Militar-Industrial e por megacorporações transnacionais privatizadas. Setores aeroespaciais, tecnológicos e de biotecnologia integrados à Cabala receberam um salto tecnológico artificial absurdo através da engenharia reversa de naves cedidas ou capturadas.
Tecnologias cotidianas como microchips, fibra óptica, lasers, além de avanços ocultos mantidos a sete chaves — como clonagem avançada, manipulação genética transhumana e sistemas de propulsão por antigravidade eletrogravítica — foram desenvolvidos em bases subterrâneas profundas (DUMBs).
Essas corporações lucram trilhões mantendo a sociedade civil escravizada sob uma matriz energética fóssil e obsoleta, enquanto usam a ciência exógena para expandir seu aparato de monitoramento e controle totalitário. No filme “Dia D” dirigido por Steven Spielberg, a corporação que utiliza tecnologias alienígenas em segredo chama-se Wardex Corporation.
A Wardex atua como uma poderosa empresa militar e de tecnologia que lucra e mantém o monopólio sobre evidências e dispositivos de inteligências extraterrestres. Ela é responsável por encobrir a presença de alienígenas na Terra por décadas, escondendo informações até mesmo do governo oficial.
A empresa possui documentos confidenciais de experimentos do Departamento de Defesa que datam da queda do OVNI em Roswell em 1947. Eles também controlam dispositivos alienígenas avançados de interface neural e campos de força. Corporações privadas utilizando tecnologias alienígenas em segredo não é “ficção científica”, é uma realidade que acontece desde os anos 1930.

Conexão com “Dia D” de Steven Spielberg: A revelação controlada
O lançamento do filme “Dia D” (Disclosure Day), dirigido por Steven Spielberg, encaixa-se perfeitamente nessa engrenagem de manipulação descrita pelas fontes alternativas. Historicamente, Spielberg é apontado em círculos alternativos como um “insider” utilizado pela elite para moldar psicologicamente o imaginário coletivo sobre os alienígenas (como fez anteriormente em Contatos Imediatos do Terceiro Grau e E.T.).
Em “Dia D”, a trama aborda a iminente revelação global de documentos que provam a existência de extraterrestres, uma verdade que esteve escondida por quase 100 anos. A trama utiliza a ameaça de uma possível Terceira Guerra Mundial como um cenário de desinformação e “cortina de fumaça” política, orquestrada por agências governamentais e corporações que temem o colapso da sociedade após um denunciante roubar arquivos confidenciais.
O filme não é uma mera obra artística de ficção, mas uma operação ativa de revelação controlada. A Cabala, ciente de que a frequência vibracional do planeta está subindo e que as mentiras institucionais sobre não terem provas da existência de vida inteligente extraterrestre estão desmoronando, utiliza Spielberg para ditar antecipadamente como a humanidade deve reagir ao colapso da narrativa oficial.
Ao transformar o novo filme em um suspense focado no pânico, na desordem social e em uma busca por salvação externa, os greys, a elite tenta canalizar o choque da verdade futura para dentro de moldes psicológicos gerenciáveis, garantindo que a população assustada continue recorrendo às mesmas instituições governamentais e corporativas que as enganaram e exploraram por gerações.
O novo filme Disclosure Day é uma operação psicológica criada para fazer as pessoas acreditarem na propaganda de que os greys ajudaram humanos a desenvolver “habilidades psíquicas” por meio de abduções e, portanto, eles merecem nossa simpatia. O filme mostra que os militares americanos capturaram as naves dos greys de Zeta Reticuli que caíram nos EUA, para fazer engenharia reversa. Os regressivos greys de Órion exterminaram os positivos greys de Zeta Reticuli para se passarem por eles.
A capa promocional do filme já mostra que se trata de uma operação psicológica dos feiticeiros maçons com seu “Olho que tudo vê” em evidência.

O filme foi criado para criar empatia/simpatia pelos greys, que têm raças positivas e negativas, e que têm feito abduções em humanos por séculos. Os greys regressivos de Órion, como os etorthan e maitre, fizeram tratados secretos com o governo americano nos anos 1950. Eles se infiltraram na Terra e junto com os reptilianos kingu controlam as elites humanas da Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria).
Steven Spielberg atua como um agente de desinformação em operações psicológicas ou de “divulgação gradual” para a CIA. Seus filmes de ficção científica servem para moldar a percepção pública sobre a vida extraterrestre, preparando a humanidade para uma falsa revelação ou invasão alienígena. O governo americano utiliza Hollywood para realizar uma “programação preditiva”.
Durante uma exibição do filme E.T. na Casa Branca em 1982, o presidente Ronald Reagan virou-se para a plateia (que incluía Spielberg) e disse: “Há pessoas nesta sala que sabem que tudo o que está na tela é absolutamente verdade”.
Em vez de revelar abruptamente a existência de vida extraterrestre, o que supostamente causaria pânico em massa, a CIA utilizaria cineastas renomados para acostumar a mente do público com a ideia de alienígenas benevolentes (como em Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. e Disclosure Day) ou ameaçadores (como em Guerra dos Mundos).
Por que Spielberg escolheu fazer um filme sobre os polêmicos greys, que tem uma história negativa devido aos inúmeros casos de abduções forçadas, sendo que existem extraterrestres positivos exatamente como os humanos? Qual a agenda oculta em promover os greys?
Em Disclosure Day (Dia D), os alienígenas do tipo grey (cinza) variam bastante de tamanho, medindo desde cerca de 1 metro (pequenos) até mais de 2 metros (grandes). Os cineastas utilizaram essa diferença para mostrar que a espécie envelhece e cresce ao longo do tempo, mas na realidade os greys de Zeta Reticuli medem entre 1 metro e 1,20 metros e não passam disso. Foram eles que caíram no Novo México (EUA).
Em Órion existem várias espécies de greys regressivos, como os greys baixos semelhantes em estatura e corpo aos de Zeta Reticuli, medindo cerca de 1 metro. Eles são drones biológicos trabalhadores subordinados a outras espécies. São esses biorrobôs que assumiram o lugar dos greys Zeta.
Já os greys altos têm uma estatura muito maior, medindo habitualmente entre 2,00 metros e 2,50 metros de altura e exercem papéis de liderança ou supervisão sobre as castas mais baixas de greys. A espécie mais alta são os manipuladores e mentirosos etorthan que foram representados no filme pelo grey alto chamado Hugo, que finge ser bonzinho, como fazem os etorthan.

Segundo informações da taygeteana Mari Swa, os greys benignos de Zeta Reticuli — conhecidos como “Jardineiros” — foram exterminados no seu planeta natal por raças regressivas de Órion. O objetivo do extermínio foi usurpar a identidade dos Zeta Reticuli para contornar as regras da Federação Galáctica, permitindo que os greys de Órion operem livremente na Terra, onde mantêm um esquema de exploração e tráfico humano em parceria com a Cabala terrestre.
O porquê do extermínio dos greys de Zeta Reticuli
De acordo com Mari, os pequenos greys de Zeta Reticuli eram seres positivos orientados para o serviço à “Fonte”. Eles foram erradicados pelos greys regressivos de Órion por dois motivos principais:
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Uso de fachada e roubo de identidade: Os greys de Órion queriam utilizar os códigos de identificação e as frequências de transponder das naves dos Zeta Reticuli. Ao se passarem por eles, os seres de Órion conseguem circular livremente pelo espaço e entrar na Terra sem levantar suspeitas, utilizando as permissões, regras e licenças estelares que a Federação Galáctica concedia originalmente aos benignos Zeta Reticuli.
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Bloqueio de sementes estelares: Os greys de Zeta Reticuli atuavam diretamente na engenharia genética e na preparação biológica de corpos humanos na Terra para que almas evoluídas (sementes estelares) de raças positivas pudessem encarnar. O extermínio serve para impedir que essas sementes entrem no planeta e elevem a frequência vibracional da Terra.
A relação com a Terra
O destino dos greys de Zeta Reticuli impacta diretamente a realidade e a segurança do planeta Terra através dos seguintes pontos:
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Os “Jardineiros” da Terra: Os greys de Zeta Reticuli eram os antigos protetores e guardiões da biologia terrena. Eles realizavam abduções “positivas” com o intuito de reparar o DNA humano, adaptar a genética de pais e mães antes da gravidez para suportar almas mais elevadas, e gerenciar os planos de vida etéricos e “walk-ins” (trocas de alma). Com o seu fim, a Terra perdeu esses cuidadores biológicos.
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Intensificação das abduções negativas: Sem os verdadeiros Zeta Reticuli, os greys de Órion (que são biológica e roboticamente projetados para parecerem com os originais) assumiram o controle das abduções na Terra. Embora os humanos abduzidos não consigam notar a diferença visual, os propósitos atuais passaram a ser puramente regressivos.
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A “fazenda humana” e o tráfico galáctico: A usurpação da identidade dos Zeta Reticuli facilitou as operações das raças de Órion em conjunto com a Cabala Illuminati. A Terra funciona como uma espécie de fazenda onde humanos são capturados por alienígenas regressivos e tirados do planeta. Na economia de trocas galácticas com Órion, onde não há dinheiro físico, os escravos humanos da Terra são fornecidos e utilizados para trabalho escravo, experiências genéticas e até como “iguaria culinária” altamente apreciada pelas raças regressivas. Quem organiza o tráfico humano é justamente a Cabala.
O lançamento do filme Disclosure Day é uma operação psicológica (PsyOp) da CIA estruturada para pintar os greys regressivos de Órion — responsáveis por abduções e pelo tráfico humano — como seres positivos e salvadores, limpando a imagem das raças que hoje operam secretamente na Terra em parceria com a Cabala. Como os greys de Órion exterminaram os greys de Zeta Reticuli para se passar por eles, a estratégia da CIA seria criar uma narrativa cinematográfica que confunda a população, associando a figura dos greys sobreviventes (os de Órion) a “visitantes benevolentes”.
Ao retratar esses seres de forma positiva, a operação psicológica visa fazer com que a opinião pública passe a aceitar ou tolerar a presença e as atividades dessas criaturas no planeta. Isso camuflaria o mercado ilegal de escravidão e os sequestros em massa coordenados pela Cabala e pelas forças de Órion. O filme funcionaria como uma ferramenta de controle de danos e engenharia social.
Ao ditar como a humanidade deve interpretar o primeiro contato ou a presença extraterrestre, a CIA neutraliza os alertas ufológicos reais, garantindo que o sistema de exploração humana continue operando sem resistência sob o pretexto de uma “aliança cósmica pacífica”.
Os Greys de Zeta Reticuli, envolvidos em abduções na Terra, foram exterminados em seu planeta?






































