Em 1850, o francês Auguste Mariette, interessado no estudo dos hieróglifos egípcios e da língua copta, foi incumbido pelo Museu do Louvre de viajar ao Egito. Em Saqqara, ele avistou a cabeça de uma esfinge emergindo da areia do deserto. Contratou um grupo de 30 trabalhadores, que gradualmente desenterraram um complexo subterrâneo que superou em muito suas expectativas. Além dos enormes e espetaculares sarcófagos, que foram datados do reinado de Amenófis III (cerca de 1390-1353 a.C.) ao de Ptolomeu X Alexandre (110-88 a.C.), foi descoberto o túmulo praticamente intacto do sacerdote Khaemwaset, filho de Ramsés II. O complexo ficou conhecido como Serapeum de Saqqara.
O Serapeum contém 26 enormes sarcófagos de granito, muito bem trabalhados e pesam geralmente entre 60 e 80 toneladas, com alguns relatos indicando até 100 toneladas, incluindo a tampa. Só as tampas de granito ou quartzo pesam cerca de 25 a 30 toneladas cada. Isso implica que seriam necessários cerca de 500 homens para mover cada um deles. A questão aqui é: para que esses sarcófagos foram feitos? E para quem? Por que todos os sarcófagos estão vazios e lacrados, exceto um?

Acredita-se que dentro dos sarcófagos eram colocados touros mumificados que personificavam o deus sol Ptah, por isso, quando um deles morria, era sepultado em um sarcófago com uma grande celebração ritual para garantir seu renascimento. Em seguida, os sacerdotes buscavam um sucessor. O sarcófago é feito de granito de Aswan e resistiu ao teste do tempo sem qualquer deterioração.
Nem uma múmia humana ou a múmia de um touro Ápis foram encontrados em nenhum deles, como afirmou Auguste Mariette, o descobridor do cemitério. Se as pirâmides de Gizé são os maiores e mais magníficos monumentos, então o Serapeu é o mais enigmático e intrigante. Esses enormes sarcófagos não foram esculpidos em rocha e transportados para dentro de um complexo subterrâneo para abrigar múmias de reis ou touros, essa foi uma história inventada por maçons franceses ou britânicos.
O enigma do Serapeum de Saqqara: A magnificência oculta sob as areias do Egito
Auguste Mariette descobriu um intrincado labirinto subterrâneo com 223 metros de extensão. Dentro desse labirinto, dezenas de salas abrigam 26 enormes sarcófagos de granito negro medindo impressionantes 4 metros de comprimento, 2,3 metros de largura e 3,4 metros de altura. O topo de cada sarcófago é selado com uma grande tampa de granito. O que mais impressiona é a precisão milimétrica com que foram esculpidos, seus interiores perfeitamente polidos refletindo como espelhos.



Os arqueólogos acadêmicos acreditam que o Serapeum foi construído há cerca de 3.300 anos, durante o reinado de Ramsés II. Mas a verdade é que os egípcios apenas reutilizaram o local, cujo propósito original permanece um “mistério”. Como os antigos egípcios conseguiram cortar o sólido granito negro, transportar e posicionar essas estruturas colossais sem as tecnologias modernas? Até hoje, não há máquinas capazes de erguer pesos dessa magnitude.
O Serapeum de Saqqara nos desafia com sua grandiosidade e os segredos que guarda. Ele não é apenas uma obra-prima da engenharia antiga, mas também um lembrete de quão pouco ainda sabemos sobre as civilizações que moldaram nossa história. O mistério persiste, e o Serapeum continua a cativar imaginações ao redor do mundo.
Um dos mistérios que mais intriga os cientistas é o dos sarcófagos do Serapeu.
As catacumbas do Serapeu são um dilema em si mesmas. No verão faz frio, e no inverno faz calor e você transpira lá dentro. Os túneis são escavados no coração da rocha do planalto de Saqqara, não no meio da areia, e o túnel desce até lá por uma escadaria. O túnel principal — naqueles espaços visíveis no mapa — contém sarcófagos, e há outros ramais que você também verá. E se olharmos para o corredor principal, veremos que ele é uma linha reta, o que nos faz pensar em como foi escavado.
Os túneis do Serapeu têm apenas uma porta que serve como entrada e saída. A vista dentro dos túneis, mesmo à luz do sol, é muito escura — escuridão total. Como eles cavaram tão fundo e tão longe no escuro e removeram toneladas de entulho? Se a fonte de luz eram tochas, é estranho que não haja vestígios de suas posições nas paredes do túnel. Qualquer tocha a essa profundidade, com o aterro e a terra, teria sido forte e sufocante.
Esses túneis não foram escavados na areia, mas nas rochas de Saqqara, o que certamente exige um esforço duplo incrível para ser realizado apenas manualmente. Se observarmos nossa civilização contemporânea, veremos que para escavar um túnel como esse, precisaríamos de uma tuneladora. E os próprios sarcófagos do Serapeu são uma maravilha da ciência e da engenharia até hoje, visto que não foram construídos, mas esculpidos, como qualquer sarcófago, que possui quatro lados, uma base e uma tampa. Sarcófagos semelhantes são encontrados em todo o país, em Luxor, Aswan, Sinai, no Mar Vermelho e em Fayum.

Em seguida, após a extração da rocha, que pesa várias toneladas, o material é escavado e polido, e então a tampa é esculpida com cortadores de diamante. É improvável que alguém os tivesse esculpido com as ferramentas usadas na era dinástica, que eram, respectivamente, pedra, cobre, bronze e, posteriormente, ferro, materiais que não podem ser trabalhados com essas ferramentas, muito menos polidos dessa maneira.
O milagre é que todos os cantos internos e externos dos sarcófagos formam ângulos perfeitos de 90 graus, e não 90,1 ou 89,9, e o coeficiente de planicidade tem uma taxa de erro inferior a 0,02%, um nível que só pode ser alcançado na era moderna com máquinas de alta precisão ou tecnologia óptica, como o laser, para obter uma planicidade perfeita. E o próprio sarcófago é polido a tal ponto que nos faz questionar se máquinas ou tecnologias avançadas poderiam tê-lo escavado e polido com tamanha precisão.


Chegamos, então, à importante questão: como esses sarcófagos gigantes foram colocados dentro do túnel, que tem uma entrada muito estreita? E a informação surpreendente é que o Rei Farouk tentou retirar um dos sarcófagos do túnel, o que exigiu muitos trabalhadores e mulas, mas não conseguiram movê-lo do seu lugar, exceto por alguns metros, e ele permanece lá até hoje.
O sítio arqueológico está localizado no cemitério de Saqqara, que data do Antigo Império, próximo ao grupo funerário do Rei Djoser, fundador da Terceira Dinastia do Antigo Império. Saqqara fica na cidade de Badrashin, na província de Gizé, a cerca de 30 km do complexo das pirâmides de Gizé, no sudoeste da província.
Mas qual a verdadeira finalidade desses enormes sarcófagos de granito? Segundo os Taygeteanos, eles foram construídos com tecnologia avançada alienígena e serviam de recipiente para mecanismos de comunicação à distância e como recipientes de capacitores para Energia Ponto Zero. Eles guardavam os capacitores elétricos que faziam parte da rede elétrica que cobria a área.
O sarcófago da Pirâmide de Quéops é um caixão retangular de granito vermelho, localizado na Câmara do Rei, no coração da Grande Pirâmide de Gizé. Ele está vazio, sem tampa e com um canto quebrado. Por ser maior que a passagem de entrada, foi colocado no local durante a construção. Dentro dele ficava os capacitores para Energia Ponto Zero. As Pirâmides de Gizé foram construídas pelas raças da Federação Galáctica, após o dilúvio, como usinas de energia livre para alimentar as bases subterrâneos e o porto espacial que tinham no Egito.

As pirâmides, e os grandes sarcófagos, são 100% de construção alienígena, não são da população terrestre. Elas são anteriores à própria cultura egípcia e foram construídos por um conglomerado de raças cooperativas da Federação Galáctica de Mundos como geradores de energia livre e portal dimensional físico para viagens astrais. Por 3.000 anos as pirâmides funcionaram como usinas de energia livre em nível planetário. Sim, as populações “primitivas” há milhares de anos tinham energia elétrica.

Depois que Akhenaton e Nerfetiti chegaram ao poder no Egito, eles impuseram seu Culto de Aton (Sol Negro/Saturno) à população egípcia que estava acostumada com os antigos “deuses” extraterrestres da Federação Galáctica que fundaram a primeira civilização humana no Egito após o dilúvio. Akhenaton e Nerfetiti não eram humanos, eles eram da raça Elohi da estrela Asterope nas Plêiades M45. Naquela época haviam vários Elohi vivendo no Egito e Peru e eram adorados como “deuses” por sua aparência e tecnologia. Leia mais no link: A presença extraterrestre no antigo Egito e a rebelião de Akhenaton e Nefertiti.
O culto monoteísta de Akhenaton (o Moisés bíblico) causou tantos problemas no Egito que estourou uma guerra civil. Ele e milhares de seus seguidores atonistas foram expulsos e migraram para outros locais. Foi nessa época que a Federação Galáctica resolveu fechar seu espaçoporto no Planalto de Gizé e começou aplicar sua Primeira Diretriz para que as raças estelares não tivessem mais contato direto com os humanos. Alguém retirou dos sarcófagos egípcios os mecanismos de comunicação à distância e os capacitores para Energia Ponto Zero. Teria sido por ordens de Akhenaton, que os levou para outro local?
A Arca da Aliança, que foi construída pelos Taygeteanos, é uma arma, mas também é um arquivo genético de todos os seres vivos do planeta Terra. A Arca da Aliança ficava guardada num salão abaixo da Esfinge mas foi roubada pelos soldados de Akhenaton que fugiram com ela para Canaã. Os egípcios foram atrás deles e conseguiram capturar a Arca e trazê-la para o Egito. Séculos depois os nazistas a encontraram em escavações em Gizé e a levaram para a Alemanha. Quando os militares americanos invadiram Berlim, eles acharam a Arca e a lavaram para os EUA.

Os Taygeteanos disseram que os milhares de egípcios atonistas (12 povos de Israel-Egito) que seguiram Akhenaton no exílio foram para vários lugares do mundo, incluindo Irlanda, Escócia, França, Catalunha, Galileia, Malta, Grécia e Itália. Foi na Itália que eles se misturaram com os Etruscos para fundar Roma, que levou depois ao Império Romano… que, como sabemos, é atualmente o Papa, o Vaticano e a Cabala Illuminati.
Será que alguns dos mecanismos de comunicação à distância e capacitores de energia livre que foram retirados dos sarcófagos no Egito foram levados para Roma? Parece que sim.
Como eram realmente os sarcófagos de pedra da civilização antiga?
Fonte: michael101063 ©
Anteriormente, discuti uma hipótese do pesquisador alternativo Oleg Shakirov, que explica a presença de sarcófagos de pedra antigos sugerindo que eles faziam parte de um dispositivo de alta tecnologia que outrora serviu como uma “estação transmissora e receptora” para um antigo “centro de comunicações”. Tais “centros de comunicações” conectavam diversas cidades antigas. Nesse caso, ele estava examinando um sarcófago romano chamado “Túmulo dos Cipiões”, citando o canal de uma pesquisadora alternativa sob o pseudônimo “Strannitsa”, o que o levou a fazer algumas observações interessantes.
Após publicar este post, conversei brevemente com uma das inscritas assíduas desse canal e prometi assistir a alguns de seus vídeos e certamente escrever sobre “Strannitsa” em meu blog caso encontrasse alguma informação interessante. Primeiramente, decidi me familiarizar com a “fonte primária” de O. Shakirov — o vídeo de seu canal dedicado ao “Túmulo dos Cipiões”.
Vale ressaltar que este é um dos vídeos mais antigos do canal e, portanto (como acontece com o meu canal), a qualidade do áudio ainda não é perfeita. No entanto, isso é totalmente compensado pelas informações bastante interessantes e pelos pensamentos e especulações expressos pelo canal russo @Странница. E, acima de tudo, gostei da informação sobre a finalidade dos sarcófagos antigos, que, na verdade, durante a “era de ouro” da civilização védica (antiga) antediluviana, sendo itens de alta tecnologia, não eram usados para o sepultamento de membros da nobreza.

A teoria dos “túmulos” e “sepultamentos” foi claramente inventada pelo Vaticano durante a chamada civilização “entre dilúvios” (na terminologia de O. Pavlyuchenko), durante a primeira fase da completa falsificação da história. Assim, “Странница” chega à conclusão bastante inequívoca de que todos esses “sarcófagos” de pedra maciça eram, na verdade, uma espécie de “recipientes” para certas instalações energéticas, relacionadas às tecnologias “antediluvianas” da civilização antiga.
E por essa razão, o Vaticano, como o novo “centro” do mundo pós-diluviano, lançou uma verdadeira caçada a eles. É por isso que todos esses “sarcófagos” estão vazios. E a teoria dos “sepultamentos” foi propagada por funcionários do Vaticano para ocultar o fato de que o Vaticano havia confiscado essas instalações. E onde você acha que elas estão armazenadas agora? Isso mesmo! Nos mesmos cofres subterrâneos de vários níveis e quilômetros de extensão da Biblioteca do Vaticano. Só podemos imaginar que outros artefatos antigos podem estar guardados lá.

É por isso que o acesso a esses depósitos é restrito a poucos escolhidos. Um dos meus leitores escreveu no meu canal Zen que todos os depósitos do Vaticano são divididos em setores distintos com diferentes níveis de acesso. O primeiro é o público. São os salões abertos aos turistas, onde se pode passear rapidamente e vislumbrar as peças em exposição. Há pouco tempo, o pesquisador alternativo Evgeny Mishchenko, conhecido como “John Connor”, visitou a área e nos mostrou essas peças públicas em seu filme.
Mas não pense que isso é tudo o que o Vaticano possui. Mesmo em museus comuns, 9 em cada 10 peças ficam guardadas em depósitos. E sabe por quê? Porque elas não se encaixam na versão moderna da história do Vaticano-Londres. Por que “Vaticano-Londres”? Porque, após a primeira etapa da completa falsificação da história, orquestrada pelo Vaticano, houve uma segunda etapa — uma que ocorreu sob o controle da City de Londres na segunda metade do século XIX.
Então, um leitor do meu blog escreveu que o nível de acesso a vários setores dos cofres subterrâneos do Vaticano depende da posição de cada um na hierarquia secreta de sociedades ocultistas-religiosas (maçons, Illuminati, jesuítas, etc.). Quanto a quem tem o nível mais alto de acesso, só podemos especular. E isso é lógico, afinal, existe uma hierarquia de acesso a certas fontes que não são públicas. Estou me referindo ao ponto em que se pode acreditar cegamente nas histórias fantasiosas descritas nos livros didáticos de história oficiais. Por outro lado, não apoio a oscilação entre extremos. O fato de a história verdadeira ter sido falsificada não significa que a história oficial seja uma completa invenção.
Não há necessidade de exagerar o talento dos falsificadores. Muitas vezes, eles não inventaram os eventos em si, mas sim substituíram sua verdadeira essência por uma interpretação falsa. Vemos como eles operam até hoje, quando se tenta distorcer os eventos da Segunda Guerra Mundial diante de nossos olhos. E, veja bem, ninguém nega a existência dessa guerra. Mas, ao mesmo tempo, a interpretação ocidental moderna é que os Estados Unidos derrotaram quase sozinhos a Alemanha, a Itália e o Japão. Bem, com uma pequena ajuda de seus aliados. E a Rússia (a URSS) “ajudou um pouco em algum lugar na periferia”, mas apenas “graças ao programa Lend-Lease”.
Para expor essa mentira, no entanto, basta examinar o número de tropas envolvidas nas batalhas e as perdas sofridas nessa guerra. Então fica claro quem exatamente deu a maior contribuição para a derrota da Alemanha nazista, da Itália fascista, do Japão imperial militarista e seus aliados. E assim, quando se trata de um passado mais remoto, os falsificadores operam de maneira semelhante. É por isso que o príncipe Rurik, filho de um príncipe obodrita e neto do príncipe de Novgorod, Gostomysl, é transformado em um “normando chamado para governar a Rússia selvagem”, e os monges bizantinos, que criaram o eslavo eclesiástico com base na escrita russa antiga, são considerados os “criadores da escrita eslava”.
Muitos exemplos semelhantes poderiam ser citados, mas agora espero que você entenda o mecanismo pelo qual os falsificadores “transformam” sarcófagos antigos de alta tecnologia em comuns “caixões de pedra”. Mas em seu vídeo intitulado “Segredos do Túmulo dos Cipiões”, “Странница” explica que, após a descoberta desses sarcófagos, o Papa instalou a tampa de um deles na parede interna de sua casa. Você acha que ele teria feito isso se a tampa realmente tivesse vindo de um “caixão de pedra” contendo restos humanos? Obviamente não. No entanto, como prova de um rico “troféu” na forma de um artefato muito importante de uma civilização antediluviana, tal ato parece bastante lógico.
Essa versão também explica por que se trata de uma réplica, e não do original, do sarcófago agora em exibição nesta “túmulo”. Além disso, a aparência original deste “túmulo”, retratada em alguns desenhos e gravuras medievais, foi alterada, aparentemente para tornar esta versão mais plausível. Contudo, quero que você se familiarize com pelo menos algumas dessas informações interessantes sobre os sarcófagos, contadas pela própria “Странница”. Aqui está o que ela diz sobre eles em seu vídeo:
“Agora quero falar sobre a parte mais importante desta questão complexa: os sarcófagos nos túmulos. Somos levados a crer que os sarcófagos mais antigos eram monolíticos, esculpidos em uma única peça de tufo vulcânico. O tufo vulcânico é uma rocha ígnea composta de cinzas vulcânicas, bombas vulcânicas e outros detritos ejetados por uma erupção vulcânica e compactados. Uma das qualidades mais valiosas dessa rocha é a facilidade de processamento. O tufo vulcânico pode ser trabalhado com um machado ou uma serra.
Mas, por mais que os defensores da “história oficial” se alegrem por pelo menos algo ter sido encontrado que possa ser processado sem supertecnologia de ponta, devo desapontá-los: é impossível fazer um sarcófago sólido, mesmo de tufo, com um machado, já que é impossível selecionar os cantos internos. No entanto, é possível fazer uma espécie de “cova” sem cantos internos definidos.”
Alguns pesquisadores afirmam que o Antigo Egito é uma “criação moderna”. Meus caros amigos, quem então fez os sarcófagos de granito do Serapium, se nossa civilização, tão avançada, é agora incapaz de fazê-lo? Talvez os criadores dessas “criações modernas” tenham usado uma máquina do tempo e vindo do futuro… Mais tarde, os sarcófagos passaram a ser feitos de material composto. Claramente, uma perda tecnológica. Voltemos ao nosso sarcófago no Túmulo dos Cipiõeso. Ele é feito de uma única peça de tufo vulcânico, como consta na descrição abaixo da gravura… Aliás, o desenho de Piranesi retrata dois sarcófagos descobertos nesta mesma tumba.

Além disso, Piranesi, que retratou o “Túmulo dos Cipiões” em seus desenhos, o chama de “santuário”, enquanto “Странница” sugere que ele pode ter sido um “Luminário”, derivado da palavra “Luz”, o que significa que provavelmente era uma antiga usina de energia, e seu sistema de energia estava originalmente alojado neste mesmo “sarcófago”, que servia como uma estrutura protetora. Para mim, assim como para muitos outros engenheiros e especialistas em tecnologia, é bastante óbvio que estruturas semelhantes à aparência original deste “Túmulo dos Cipiões” não são templos religiosos nem túmulos.
Durante a época da civilização védica unificada (antiga), essas estruturas eram claramente algum tipo de instalação técnica. Agora, é claro, é difícil determinar seu verdadeiro propósito original e, portanto, ambas as hipóteses, “centros de comunicação” e “usinas de energia”, são perfeitamente lógicas. E sabe o que mais é surpreendente? O fato de todos esses sítios arqueológicos da “era de ouro” da civilização antiga serem apresentados pelos falsificadores da história como “túmulos” ou “templos religiosos” parece ser fruto da imaginação deles. Para quem se interessa pela hipótese, recomendo o canal “Странница” e os vídeos da série “Mistério do Túmulo dos Cipiões”, onde ela compartilha muitas outras observações e conclusões interessantes, incluindo os degraus construídos com blocos de pedra antigos, claramente inadequados para humanos modernos.
Quanto aos sarcófagos, acrescento que alguns sarcófagos antigos descobertos após o Dilúvio foram de fato usados pelos povos da civilização interdiluviana para seus próprios fins, inclusive como “caixões de pedra”. Havia também uma espécie de “culto da carga”, no qual as pessoas, enganadas pela versão falsa do Vaticano, criavam sarcófagos semelhantes para os sepultamentos de nobres. Mas todos esses produtos “recém-fabricados” eram compostos, não feitos de pedra maciça, já que, como “”Странница” corretamente observou, os povos da civilização interdiluviana não possuíam mais essas tecnologias antigas.
Parece que no século XVIII, ocorreu uma grande inundação global, que ceifou a vida de aproximadamente 80% da população da época, e uma conspiração de silêncio se desenvolveu em torno dela. O plano da eclíptica da Terra moderna mudou de posição em comparação com o passado, causando uma mudança significativa no clima mundial (ocorreu um resfriamento global e a divisão em zonas climáticas) em comparação com o clima anterior ao século XVIII, como pode ser constatado pelo estudo de mapas antigos do mundo. As fronteiras dos continentes mudaram em comparação com as fronteiras anteriores ao século XVIII.
Um tsunami gigantesco invadiu os continentes, as pessoas tentaram se refugiar nos porões de edifícios, estruturas subterrâneas e linhas de serviços públicos. Mas a água era tão abundante que inundou tudo o que estava no subsolo. O artigo “Sobre o que os arcos de Roma silenciaram. Parte 1” apresenta uma tradução da inscrição no sarcófago dentro do Túmulo dos Cipiões, na Via Ápia, em Roma.
“Um deslizamento de terra aprisionou a todos, destruindo tudo, levando embora a água. Tudo o que nasceu encolheu, murchou, afundando na argila. O furacão tornou-se aterrorizante. A lua uiva terrivelmente. Esse furacão desencadeou um conflito entre loucos. Opero o console de comunicações, um fim terrível é anunciado, tempos difíceis estão chegando. Taurida está coberta (afogada) como por um sudário, sua vida é perigosa, talvez tenhamos que esperar passar. Uma grande viuvez foi semeada.”
A inscrição no sarcófago sugere que ele era, na verdade, um console de comunicações, e que a pessoa que a operava enviava mensagens até sua morte. Em 1780, aproximadamente 30 sepulturas foram descobertas nessa estrutura, razão pela qual foi chamada de túmulo e recebeu uma legenda apropriada.






































