A China está passando por uma grave crise de emprego, com milhões de trabalhadores afetados por uma crise imobiliária, fechamentos de várias fábricas causado pela guerra tarifária do presidente Trump e um “choque reverso da China”. Nos últimos três anos, a China perdeu mais de 41 milhões de trabalhadores devido a crise econômica, correspondendo ao tamanho da força de trabalho da Alemanha. O alto desemprego juvenil e as mudanças estruturais complicam ainda mais a recuperação, com mais de 100 milhões de pessoas potencialmente caindo na pobreza, já que as cidades não conseguem gerar empregos.

O governo Trump (a partir de 2025), impôs tarifas adicionais drásticas sobre produtos chineses, atingindo níveis de 100% a 130% em várias categorias. Estas medidas de 2025 escalaram a guerra comercial, com a Casa Branca citando tarifas de até 245% em cenários específicos de retaliação, focando em proteger a indústria doméstica e responder a restrições chinesas.

A economia chinesa depende fortemente da exportação de produtos manufaturados subsidiados para os EUA e globalmente para contrariar o fraco consumo interno, utilizando altos subsídios competitivos, o que levou a um superávit comercial recorde de US$ 1 trilhão com os EUA. Nenhum outros país consegue substituir o mercado consumidor americano, e isso foi uma catástrofe para a China. As altas tarifas comerciais de Trump aceleraram o colapso econômico da “fábrica do mundo”.

Principais impulsionadores da crise do emprego

Declínio da fabricação: O Delta do Rio das Pérolas está passando por fechamentos de fábricas e redução de contratações, com as 12 indústrias mais intensivas em mão-de-obra perdendo 3,4 milhões de empregos de 2019 a 2023.

Crise do setor imobiliário: Uma crise prolongada de quatro anos no mercado imobiliário, marcada por inadimplências de incorporadores, causou demissões em massa na construção civil e setores relacionados.

Guerra Comercial e Mudanças Estruturais: O aumento das tarifas dos EUA e a transferência da indústria transformadora pouco qualificada para o Sudeste Asiático resultaram num “choque inverso na China”.

Desemprego juvenil: Apesar de uma ligeira queda, o desemprego juvenil continua a ser uma grande preocupação, uma vez que um recorde de mais de 12 milhões de formandos entram no mercado.

Impacto nos Trabalhadores e na Economia

Dificuldades dos trabalhadores migrantes: Muitos trabalhadores que regressavam aos centros industriais encontraram fábricas encerradas e salários de pobreza, levando a uma diminuição da população ativa em geral.

Riqueza em declínio: Os “ricos” estão diminuindo, com muitos cidadãos de classe média enfrentando a ruína financeira devido ao declínio do valor das propriedades e ao fechamento de empresas.

Preocupações com a agitação social: O abrandamento econômico, exacerbado pelo elevado desemprego, criou uma pressão social significativa, levando o governo a tentar manter vivas as empresas não lucrativas para evitar despedimentos generalizados.

Pressão demográfica: Uma força de trabalho em rápida redução devido ao envelhecimento da população está reduzindo o estoque de mão de obra disponível, mudando o cenário econômico da China.

A crença de que o trabalho duro leva ao sucesso está profundamente enraizada na cultura chinesa, enraizados nos valores confucionistas de diligência e persistência. Esse ethos geralmente se traduz em longas horas de trabalho, das 9h às 21h, seis dias por semana, impulsionada pela competição intensa, pelo desejo de avanço rápido e pela necessidade de garantir estabilidade financeira para as famílias. Na China, os funcionários chegam a trabalhar 72 horas semanais, gerando problemas de saúde.

A tradição decorre do confucionismo, que enfatiza o aperfeiçoamento pessoal, o status social e um “senso de vergonha” se alguém não cumprir seu dever. Ninguém pode acusar os chineses de preguiçosos, pois eles trabalham duro para conseguir dinheiro para sobreviver. Dinheiro esse que foi CRIADO DO NADA pelos bancos como dívida.

A crise econômica da China e os problemas causados pelo sistema monetário atual.  1

O sucesso é muitas vezes enquadrado como resultado de intenso esforço pessoal, com a expectativa de excelência incutida desde a infância. Embora mais de 55% dos jovens acreditem que o trabalho árduo melhora as perspectivas, esta pressão também contribui para elevadas taxas de esgotamento, stress e ansiedade. Embora as visões tradicionais persistam, alguns indivíduos mais jovens estão começando a desafiar o “cronograma” de sacrificar a vida pessoal pelo trabalho.

O povo chinês foi doutrinando pelo seu governo a acreditar que o trabalho duro levaria ao sucesso material, mas com a crise econômica causada pela queda de exportações para os EUA, milhões de trabalhadores chineses perderam seus empregos, ou tiveram seus salários drasticamente reduzidos, e caíram na linha de pobreza. Tudo isso foi causada pelas políticas econômicas do Partido Comunista Chinês que focou mais nas exportações do que desenvolver um mercado consumidor interno.

Com o rápido colapso econômico da China, cidadãos ricos caíram na pobreza. Milhões de chineses que trabalharam arduamente a vida toda para juntar algum dinheiro e patrimônio, acabaram perdendo tudo ou quase tudo com a crise econômica. Esse é o esquema da “corrida dos ratos” e para exemplificar, segue o enredo: Trabalha > Ganha dinheiro > Paga as contas > Fica sem dinheiro, mas quer realizar um sonho hoje (carro, casa…), começa a pagar juros > trabalha mais > Ganha mais > Paga as contas e os juros > Fica sem dinheiro > Trabalha mais…

A China tornou-se a “fábrica do mundo” através de reformas econômicas iniciadas em 1978, focadas em abertura ao investimento estrangeiro, mão de obra barata abundante, infraestrutura robusta e alta escala de produção. Foi o trabalho árduo do povo chinês que transformou a economia da China, que no início dos anos 80 era predominantemente agrícola, com 80% da população trabalhando no campo, num polo de alta tecnologia. Mas a “corrida dos ratos” que os chineses foram doutrinados não está mais dando certo. Os canais do Youtube China Observer, China Deep Dive, China Insights e China Undercover apresentam vídeos sobre o colapso da sociedade chinesa que não vemos na grande mídia.

A crise econômica da China e os problemas causados pelo sistema monetário atual.  2

A China entrou em 2025 com sua economia esfriando rapidamente. Os canteiros de obras em todo o país estagnaram, as fábricas cortaram a produção e os novos pedidos caíram drasticamente. Dezenas de milhões de trabalhadores migrantes do interior que viajaram para as cidades chineses em busca de trabalho estão voltando para casa sem encontrar nada devido a crise econômica. A recessão econômica da China já dura há muito tempo. Cada vez mais jovens passam a noite em parques ou debaixo de pontes em muitas grandes cidades.

Em 26 de setembro de 2025, o Caixin.com, um site de notícias chinês, informou que Chen Ronghui, do Escritório Nacional de Estatísticas, organizou 34 agências de pesquisa em nível provincial para conduzir uma pesquisa abrangente sobre a população de rua em todo o país. Os dados mostraram que, no final de agosto, havia aproximadamente 47,5 milhões de pessoas sem-teto na China, um aumento de 5,3 vezes em comparação com 2020. Nesse grupo, 61% têm menos de 33 anos e 25% têm mais de 60 anos.

A China é um exemplo perfeito dos problemas causados por uma economia baseada em dinheiro. Esse país tem milhões de trabalhadores esforçados, tem uma sofisticada infraestrutura, tem fábricas modernas, tem grandes recursos minerais mas mesmo assim, sua sociedade está em colapso. A “corrida dos ratos” causou uma grande desilusão entre os chineses.

Fora de controle! 100 milhões na China voltam à pobreza.

Crise de empregos na China: jovens desempregados, pessoas de meia-idade demitidos, 3 gerações competem por empregos.

A economia da China está voltando à década de 1990 — Milhões lutando para sobreviver

Quase 50 milhões de chineses agora vivem nas ruas — principalmente os jovens!

O trabalho assalariado moderno é uma continuação da escravidão histórica.

A vida do escravo humano é 100% monetizada.  O dinheiro é muito frequentemente uma barreira. As pessoas pensam: “Oh, adoraria fazer isto, mas não posso me dar o luxo pois não tenho dinheiro”. O ser humano gasta a maior parte de seu tempo trabalhando para ganhar dinheiro para sobreviver e pagar altos impostos a um governo corrupto que é controlado por sociedades secretas. Isso não é escravidão?

O uso do dinheiro resulta em estratificação social e elitismo baseado principalmente na disparidade econômica. A maioria das pessoas é escrava de empregos de que não gostam porque precisam do dinheiro. Existe uma tremenda corrupção, ganância, crime, guerra, terrorismo,  peculato e muito mais causado pela necessidade de dinheiro. A maioria das leis é feita em benefício das corporações, que tem dinheiro suficiente para fazer lobby, subornar ou persuadir funcionários do governo a fazer leis que sirvam aos seus interesses.

A necessidade de ter que TRABALHAR para SOBREVIVER é um mecanismo de controle que limita a expansão das pessoas pois não nos reste tempo suficiente para nos dedicarmos à autoexploração. Ficamos presos no modo de vitimismo e sobrevivência. As pessoas foram doutrinadas pelos governos a terem ORGULHO de serem “trabalhadores esforçados”, de dedicarem seu tempo a trabalhar para suas famílias, e assim por diante, como se isso fosse algum tipo de conquista social.

Isso foi implementado no inconsciente coletivo por uma razão específica. É uma farsa. Estou falando do trabalho no sentido de trabalhar para ganhar dinheiro — para sobreviver — e não como algo que você genuinamente ama fazer. Isso faz parte do sistema de crenças implementado por meio do principal mecanismo de controle de lavagem cerebral. Porque as pessoas simplesmente não sabem que existe qualquer outra maneira de viver.

Elas pensam constantemente que a vida é difícil, portanto, trabalhar e lutar é percebido como algo “nobre”! Elas não veem outra opção, nenhuma outra realidade! E o que as pessoas fazem quando chegam em casa cansadas? Elas assistem à televisão ou acessam a internet, onde são submetidas a ainda mais controle mental! O trabalho árduo é visto como algo nobre. Você sempre ouve as pessoas dizerem com orgulho: “Ele” ou “ela” é um “bom trabalhador”.

As pessoas estão sendo enganadas. As sociedades secretas Illuminati controlam essa Matrix 3D de forma tão eficaz que conseguiram fazer com que os ESCRAVOS se sintam como HERÓIS. “Bom trabalhador” = “Bom escravo”. Não existe escravo melhor do que aquele que não percebe que é um!

Vemos de forma negativa quando a Inteligência Artificial (IA), robôs e a automação levam à perda de empregos. Do ponto de vista específico de como nossa sociedade capitalista opera, com a dependência do dinheiro e da criação de empregos para sustentar sua população, pode-se, de fato, perceber a IA e a automação como algo prejudicial ao retirar os empregos das pessoas.

No entanto, em sociedades holísticas avançadas extraterrestres, como a de Taygete nas Plêiades, a IA e a automação é precisamente o que libertou as pessoas de trabalhos chatos e desnecessários, permitindo-os, como povo, dedicar mais tempo à criação artística, à filosofia e ao desenvolvimento pessoal. Nessa sociedades, ninguém é escravo do dinheiro, ninguém precisa trabalhar para sobreviver e pagar impostos ao governo ou votar em políticos corruptos e mentirosos.

Portanto, a questão não é que a automação impulsionada pela IA na Terra elimine empregos *per se*; pelo contrário, o que está fundamentalmente errado em nossa sociedade é que tais empregos ainda sejam necessários para sustentar as famílias, simplesmente porque as pessoas operam dentro de uma economia monetária baseada em juros e em todos os mecanismos associados.

Sem um sistema monetário, e com o auxílio da automação de sistemas impulsionada pela IA, como é o caso em Taygeta, as pessoas já não cavam valas nem constroem pontes e edifícios manualmente, tampouco passam horas intermináveis ​​em uma fábrica produzindo baterias de lítio para telefones celulares ou qualquer outra coisa.

O problema não é a IA e a automação mas a necessidade de ter que trabalhar a maior parte do dia para obter o dinheiro criado do nada pelos bancos para sobreviver. A grande maioria das pessoas na Terra não vivem, mas sobrevivem. A IA e os robôs poderão realizar o trabalho que as pessoas costumam fazer, libertando-as, assim, para dedicarem esse tempo ao seu crescimento pessoal, em vez de realizar tarefas chatas que uma máquina pode executar.

Numa civilização holística avançada, como a de Taygeta nas Plêiades, não existe sistema monetário ou qualquer tipo de economia. Tudo está disponível gratuitamente e as pessoas não precisam trabalhar ou pagar impostos. Não existe classes sociais com ricos e pobres. Os Taygeteanos, que são parentes dos humanos da Terra, não fazem o trabalho duro. O sistema de automação com IA desempenha um papel muito importante para aliviar a carga de trabalho pesada.

Os Taygeteanos vivem em sua maioria nos planetas Erra e Temmer, que giram em torno do Sol Taygeta, no sistema estelar Messier 45, Plêiades (as 7 irmãs), que fica a 422 anos-luz de distância. Os Taygeteanos fazem parte do Conselho de Alcyone que representa todas as civilizações avançadas das Plêiades. O Conselho de Alcyone é membro da Federação Galáctica, organização que tem milhares de raças estelares como membros. Foi a Federação Galáctica que criou a limitada Matrix 3D da Terra dentro de uma Matrix 5D muito mais expandida.

Não há muito para as pessoas fazerem pois os robôs e IAs cuidam de tudo. Há uma abundância completa de recursos e todos estão exatamente onde querem estar e estão fazendo exatamente o que querem fazer. E ao fazer isso, eles também estão ajudando e contribuindo para sua sociedade em geral que é focada no “serviço aos outros”. O mesmo que a distribuição de bens e serviços. Fazendas, muitas delas automatizadas, mas outra ainda tem pessoas trabalhando no campo, por que gostam e por que sentem que estão servindo a sociedade dessa forma.

O sistema automatizado cuida de tudo o que os Taygeteanos precisam, especialmente coisas que eles não querem fazer. Quando sua sociedade foi automatizada em nível planetário, foi um grande evento, pois significou mais liberdade para todos. Também quando a automação foi implementada na fabricação e distribuição de bens e suprimentos. Assim, os Taygeteanos tiveram todo o tempo necessário para se dedicarem ao que mais gostam. Sua avançada sociedade tem mais de 850.000 anos. Isso é a norma entre todas as sociedades holísticas avançadas no espaço.

Tudo o que está fora da Terra está numa frequência superior 5D. A Terra é um planeta 5D mas sua frequência foi baixada artificialmente para 3D pela cerca etérica do Cinturão de Van Allen gerado pela Lua. Por isso os humanos não se lembram de suas vidas passadas, diferente dos Taygeteanos e todas as raças extraterrestres da 5D. Os Taygeteanos sabem que o mundo material é uma ilusão manifestada pelo mundo astral.

Que a única coisa que existe é o astral/éter. Que todos os seres com alma são fractais da Fonte Original que está experimentando o mundo material em corpos físicos de inúmeras raças estelares em inúmeros planetas. Os Taygeteanos sabem que são divinos pois são a própria Fonte. Essa é a diferença entre os Elohim/Anunnaki (“deuses” extraterrestres) e os humanos da Terra. Eles tem o conhecimento de que são divinos, já os humanos não. O forte véu do esquecimento que sofremos é causado pela incompatibilidade de frequências entre os planos superiores e a baixa e pesada 3D.

Isso faz com que os humanos não se lembrem de suas experiências passadas em diferentes corpos em diferentes planetas, e o principal, que são a Fonte. Isso gera o medo da morte, que é tão marcante na Terra. E as criaturas demoníacas que vem escravizando a humanidade nas sombras há mais de 3.000 anos, os Kingu da Atlântida, os Reptilianos e Greys de Orion, usam seus fantoches humanos da Cabala Illuminati para manipular e controlar a mente das pessoas, e assim, mantê-las num estado de medo, sofrimento, confusão e submissão.

Foram essas criaturas demoníacas, através das sociedades secretas de seus fantoches da “elite” humana, que criaram diferentes fazendas humanas chamadas de “nações” e a sociedade satânica anti-humana em que vivemos, para explorar os humanos fisicamente, emocionalmente, energeticamente e espiritualmente. Eles transformaram a Terra numa grande fazenda humana. A sociedade humana “civilizada” foi moldada para atender aos interesses desses parasitas demoníacos, e não as pessoas. E o dinheiro, governos e religiões são a forma deles controlarem nossas vidas do berço ao túmulo.

A “elite” parasitária satânica por trás de sociedades secretas e ocultistas acredita descender de alguma raça alienígena, enquanto convence as pessoas comuns de que descendem de macacos e, portanto, são seres inferiores que devem se submeter aos “filhos dos deuses”. É por isso que a verdadeira história do nosso passado é falsificada e artefatos antigos são cuidadosamente escondidos. Pois, se a humanidade descobrir sobre sua verdadeira origem cósmica, jamais aceitará seu destino como escravos da satânica “Nova Ordem Mundial” da City de Londres e Vaticano.

Como a civilização de Taygeta não é monetizada como na Terra, eles podem construir qualquer coisa sem a limitação do dinheiro.  Os Taygeteanos tem visitado a Terra há milhares de anos e a equipe da nave Toleka esteve na órbita do planeta quase continuamente de 2008 até 2024, quando a nave retornou a Taygeta para fazer extensos reparos. Esta nave mede 1,734 km de comprimento e foi projetada para suportar uma tripulação de 1.800 pessoas.

Na frente tem uma longa antena repleta de câmeras ópticas avançadas e sensores de todos os tipos. Algumas câmeras têm lentes de 2 metros de tamanho e olham para baixo. Com a antena a Toleka tem mais de 2 km. Nas laterais da nave, no meio, há uma série de 24 naves discoidais, 12 de cada lado como se estivessem embutidas no casco, e atrás das portas retangulares que as protegem. Estas são as naves de fuga.

Imagem CGI da Toleka e seu tamanho comparado a um Boing 747, a um porta aviões americano e a Torre Eiffel.

Porque uma frota de naves de Taygeta está na órbita da Terra? 1

Quanto dinheiro seria necessário para construir uma nave do tamanho e com todos os recursos tecnológicos da Toleka num estaleiro do Programa Espacial Secreto (SSP) dos EUA na Antártida? Centenas ou trilhões de dólares? As naves espaciais grandes que o SSP construiu são muito menores do que a Toleka e custaram dezenas de bilhões de dólares. A Toleka não custou um centavo e os Taygeteanos podem construir dezenas ou centenas dessas naves, e naves muito maiores em seu estaleiro espacial no planeta Temmer.  Os cascos dessas naves são feitas de metal polimórfico nanotecnológico.

No vídeo abaixo, Gosia, que entre 2018 e 2024 teve contato com os Taygeteanos pela internet, fala como é a nave Toleka por dentro e por fora.

Vida Interestelar 1 – Toleka – Nave Estelar de Taygeta (Plêiades) – Transcrição

Mas a Toleka não é absolutamente nada comparada a nave biosfera Viera, que fica escondida atrás da Lua, e a nave biosfera Creiddilad, que é o nome original da Lua. A Viera e a Creiddilad foram construídas pelos Andromedados e Arcturianos. Como a Lua é uma nave estelar, uma grande nave biosfera ou uma estação espacial, ela é oca. Sua estrutura interna é composta por 144 níveis constituídos por 144 esferas internas, colocadas uma dentro da outra como uma cebola, e nos quais os espaços entre elas são aqueles utilizados para fins práticos.

A Lua é feita de 144 esferas interconectadas, uma dentro da outra, posicionadas como uma boneca russa, e cada uma é um casco de nave estelar em si. Construir algo tão gigantesco como essas naves utilizando um sistema monetário como o da Terra seria absolutamente impossível. Esse é um exemplo de como o dinheiro limita não só o avanço em inovação tecnológica mas o desenvolvimento da humanidade. O dinheiro é a causa de todos os problemas na Terra. Como seremos uma civilização realmente avançada e abundante dependendo da limitação do dinheiro?

Falei sobre as naves Viera e a Creiddilad em outros posts:

Como é a estrutura interna da Lua, uma antiga nave biosfera Andromedana?

Conheça a nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica, que fica atrás da Lua.

O futuro da humanidade com uma “Economia Baseada em Recursos” (EBR)

E na Terra, temos alguma proposta parar substituir o capitalismo/socialismo e nos aproximar de uma sociedade holística? Sim, Jacque Fresco (1916-2017), um futurista e designer industrial, propôs uma “Economia Baseada em Recursos” (EBR) para substituir o sistema monetário atual. A EBR visa disponibilizar bens e serviços sem dinheiro, crédito ou troca, utilizando tecnologia para gerir recursos de forma eficiente e sustentável, atendendo às necessidades humanas sem escassez artificial ou lucro.

Aqui estão as principais diferenças entre os dois sistemas, segundo a visão de Fresco:

Sociedade Baseada em Dinheiro (Sistema Atual):

Motivada pela Escassez: A economia atual funciona com base na limitação de recursos para aumentar o valor e gerar lucro.

Decisões Financeiras: As decisões sobre produção e desenvolvimento são pautadas no custo e na rentabilidade, não na necessidade humana ou impacto ambiental.

Desperdício e Ineficiência: Produtos são frequentemente projetados para terem vida útil curta (obsolescência programada), gerando desperdício e poluição.

Sociedade Baseada em Recursos (Proposta de Fresco): 

Abundância e Acesso: Recursos naturais são considerados herança comum de todos. Bens e serviços são disponibilizados com base na abundância e gestão inteligente.

Gestão Científica: A produção é gerida por tecnologia e dados científicos (o que, como e para quem produzir) para otimizar a eficiência.

Sustentabilidade e Design: O objetivo é a sustentabilidade, criando produtos duráveis e funcionais que atendam às necessidades de todos, eliminando a descartabilidade e a busca por lucro.

O modelo de Fresco sugere uma transição para uma economia planejada cientificamente, onde a automação maximiza a eficiência e libera os seres humanos da necessidade de trabalho servil, focando no desenvolvimento humano e ambiental. Jacque Fresco, da mesma forma que Nikola Tesla, foi uma “semente estelar”, ou seja, um extraterrestre encarnado na Terra num biotraje/avatar humano para ajudar a humanidade, expandindo a consciência das pessoas.

Jacques Fresco: A economia baseada em recursos

Muitos que não estavam satisfeitos com o estado de coisas começaram a procurar alternativas. Um deles foi o americano Jacques Fresco, que é arquiteto, engenheiro social e futurista que há décadas esteve engajado na criação do Projeto Vênus e uma Economia Baseada em Recursos (EBR), que é um sistema no qual bens e serviços estão disponíveis sem o uso de troca de dinheiro-mercadoria.

Mas isso só é possível se os recursos naturais forem reconhecidos como patrimônio comum de toda a população do planeta. Uma economia baseada em recursos é um sistema que acredita que o planeta está cheio de recursos e oportunidades que lhe permitirão criar tudo o que você precisa. Portanto, é necessário abandonar as práticas monetaristas, que hoje são utilizadas em todo o planeta.

Afinal, qualquer sistema, independentemente da filosofia que professa, depende de recursos. Portanto, para o desenvolvimento, é necessário tomar cuidado para que eles sejam suficientes para qualquer projeto. Devido a métodos justos, sua distribuição entre a população do planeta é planejada com a maior eficiência. Atualmente, possuímos tecnologias avançadas que ajudarão a fornecer a todos alimentos, roupas, abrigo e serviços médicos necessários.

“Temos os recursos. O dinheiro é uma interferência porque limita nossa capacidade e nossos sonhos”.

“No instante em que você ouvir a palavra “liberdade” ou “democracia”, tome cuidado, porque em uma nação verdadeiramente livre, ninguém precisa dizer que você é livre.”

Jaques Fresco

Além disso, a economia baseada em recursos prevê o desenvolvimento de um sistema educacional apropriado que interessará as pessoas com ciência e invenção desde tenra idade, e também cuidará da disponibilidade de uma grande bagagem de conhecimento que irá avaliar adequadamente os desafios.

Para entender o que uma economia baseada em recursos, vamos imaginar a seguinte situação: Um colapso do sistema monetário globalista destruiria a moeda fiduciária. Mas terra arável, fábricas, tecnologias, laboratórios científicos e outros meios permanecerão à nossa disposição. Teremos todo o necessário para atender às necessidades e oportunidades.

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As pessoas não precisam de montanhas de dinheiro. Precisamos de acesso livre às coisas necessárias. E isso deve ser concedido. E nos casos em que os recursos, as tecnologias avançadas e a educação se tornam disponíveis sem um preço, o potencial humano não será mais contido.

A Economia Baseada em Recursos (EBR), idealizada por Jacque Fresco e central ao Projeto Vênus, é um sistema socioeconômico que substitui o dinheiro e a política pela gestão científica e tecnológica de recursos. O modelo visa a abundância e a sustentabilidade, eliminando a escassez artificial e o lucro para atender às necessidades humanas globais.

Principais Pilares e Ideias:

Gestão de Recursos: A Terra e seus recursos são considerados herança comum de todos os povos, geridos de forma eficiente e automatizada, sem o uso de dinheiro, trocas ou dívidas.

Aplicações Tecnológicas: Utiliza o método científico para o planejamento de cidades, produção de energia e distribuição de bens, visando o mais alto padrão de vida possível.

Fim do Sistema Monetário: Fresco argumentava que o sistema atual gera desigualdade e desperdício, propondo que a tecnologia pode superar a escassez, tornando o dinheiro obsoleto.

Projeto Vênus: Fundado por Jacque Fresco e Roxanne Meadows, promove a transição para este modelo através de pesquisas e desenvolvimento de cidades sustentáveis.

Abordagem Holística: A EBR não é apenas ambiental, mas um redesenho total da sociedade, eliminando a necessidade de governos, exércitos e polícias.

Fresco, que faleceu em 2017 aos 101 anos, defendia que seu plano era uma alternativa inevitável aos colapsos do sistema monetário, focando na inteligência aplicada para o bem-estar humano. Como fonte de energia para as cidades, Jacque Fresco propôs utilizar reatores nucleares compactos e seguros, livre dos riscos da fissão tradicional, e integrados diretamente no planejamento urbano para fornecer energia descentralizada e contínua. A energia nuclear faria parte de uma matriz energética diversifica junto com fontes de energia como a geotérmica, das marés, solar, eólica etc.

Jacque Fresco via políticos como ineficientes e obsoletos, argumentando que a política baseada em opiniões não resolve problemas sociais ou técnicos. Ele defendia a substituição de governantes por uma gestão científica de recursos, acreditando que políticos não possuem competência para gerir sistemas complexos e que as decisões devem ser tomadas com base em dados, não em ideologias.

Pontos principais de Fresco sobre políticos:

Incompetência: Fresco frequentemente afirmava que políticos eleitos não são competentes o suficiente para resolver crises sistêmicas, como pobreza e destruição ecológica.

Sistemas Ultrapassados: Ele via a política e a economia monetária como ferramentas obsoletas que geram competição e escassez, em vez de soluções.

Gestão de Recursos: Em sua Economia Baseada em Recursos, a gestão seria feita por engenheiros e sistemas científicos que visam o bem-estar humano, eliminando a necessidade de governantes.

Colapso como Solução: Fresco acreditava que somente após um colapso econômico as pessoas abandonariam a confiança em políticos e buscariam alternativas científicas.

Visão do Projeto Vênus: Ele propôs uma sociedade onde a política é substituída pela aplicação da ciência para gerir recursos e atender às necessidades humanas.

Em resumo, para Fresco, a política é uma forma ineficaz de governar, e o futuro depende da gestão inteligente de recursos, sem políticos, banqueiros, corporações, religiões, guerras ou dinheiro. Fresco via o socialismo, assim como o capitalismo e outras ideologias políticas, como subsistemas obsoletos baseados na gestão de dinheiro e escassez. Para ele, o foco não deveria ser na distribuição igualitária da escassez (socialismo), mas na produção abundante via tecnologia.

Fresco argumentava que comunismo, socialismo, fascismo e capitalismo são formas de controle que não resolvem os problemas fundamentais da humanidade. Ele acreditava que a sociedade deve ser gerida com base na tecnologia e nos recursos disponíveis, e não por políticos ou ideologias. Ele propôs um novo sistema socioeconômico onde a tecnologia automatiza o trabalho e os recursos são acessíveis a todos, eliminando a necessidade de dinheiro, política ou socialismo/capitalismo.

Fresco via a religião como uma construção social primitiva e obsoleta, baseada na superstição e na falta de conhecimento científico. Ele defendia que as religiões servem para dar respostas fáceis a questões complexas, frequentemente manipulando pessoas e impedindo o progresso social e técnico, propondo a ciência e a gestão de recursos como guias, não a fé em “deuses”, “salvadores” ou “messias” criados por oportunistas no passado para manipular e escravizar as massas ingênuas, crédulas e ignorantes.

Os controladores da humanidade precisam manter as pessoas ocupadas e distraídas o tempo todo e constantemente preocupadas com o dinheiro para sua sobrevivência, para que nunca pensem por si mesmas e questionem porque a vida na Terra é um eterno sofrimento e quem são os verdadeiros causadores de seus infortúnios. A Economia Baseada em Recursos (EBR) de Jacque Fresco pode ser implementada sem problemas pois existem tecnologias super avançadas que foram escondidas da população e estão sendo utilizadas pela Cabala em segredo por décadas.

São tecnologias das quais nosso mundo precisa desesperadamente. Mais de 6.000 patentes foram suprimidas por ordem do Pentágono e das principais agências de inteligência dos EUA por meio da Seção 181, Título 35 da Lei de Sigilo de Invenção de 1951. Isso significa que literalmente milhares de invenções e tecnologias potencialmente inovadoras estão sendo retidas do público.

E somente quatro dessas tecnologias que foram suprimidas pela Cabala poderiam mudar radicalmente para melhor a qualidade de vida da população: Os geradores de energia ponto zero, a antigravidade, as cápsulas médicas e os replicadores industriais que podem substituir toda a cadeia produtiva da indústria. Tanto o capitalismo como o socialismo servem aos interesses das elites oligarcas e seus bancos e corporações, e não a população.

A dependência do dinheiro não só limita mas atrasa o desenvolvimento tecnológico e social da humanidade. Por que você acha que a Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria) oculta as tecnologias de energia ponto zero, antigravidade, cápsulas médicas e replicadores? Porque essas tecnologias revolucionárias ameaçam seu monopólio e controle sobre a energia, transporte, saúde e fabricação. A liberação dessas tecnologias suprimidas colapsaria todo o sistema de controle da Cabala sobre a população global.

A base da ideia de Nikola Tesla era a de extrair eletricidade do “Éter”. A energia ao nosso redor é ilimitada, só precisamos encontrar uma maneira de capturar a quantidade necessária usando dispositivos simples. Mas nosso mundo está mergulhando em monopólios de energia, com a construção de usinas hidrelétricas (água), termelétricas (combustíveis fósseis/biomassa), nucleares (fissão), eólicas (vento), solares (fotovoltaica/helioelétrica) e maremotrizes (marés/ondas).

E as pessoas foram doutrinadas a acreditar que essas são as únicas fontes de energia. E nossos ancestrais, que utilizavam energia do Éter, provavelmente estão rindo de nós. Após o último dilúvio que aconteceu entre o final do século XVIII e início do século XIX, e que foi ocultado dos “livros de história” pelos jesuítas e maçons, a Cabala destruiu todos as antenas ou dispositivos para coletar eletricidade atmosférica que estavam instalados no topo das construções que sobreviveram as inundações. E também confiscou ou queimou os livros que falavam dessa tecnologia antiga de iluminação.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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