“Se quiser descobrir os segredos do universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.”

Nikola Tesla

O universo existe apenas por ondas de movimento… não existe nada além de vibração.”

Walter Russell

Você compreende a importância dessa afirmação e entende de fato como aplicar esses princípios em sua vida? Se você tem interesse em se aprofundar nesse conhecimento, leia esse artigo que o Fractal Science preparou e aprenda sobre a ciência universal responsável pela criação da vida e da evolução.

Vivemos em um vasto oceano de energias elétricas vibratórias que formam designs simples até incomensuravelmente complexos, permeando os nossos corpos, a natureza e o universo. Neste artigo, mostraremos de forma simples e visualmente clara, muitas evidências sobre a ciência da vibração durante um longo período da história da humanidade, até os tempos atuais.

A ciência moderna nos permite constatar que toda matéria e energia no universo está em um perpétuo estado de vibrações, que podem ser mensurados na escala “hertz”. O hertz (símbolo: Hz) é a unidade de frequência derivada no Sistema Internacional de Unidades e é definido como ciclos por segundo. É nomeado após Heinrich Rudolf Hertz, a primeira pessoa a fornecer provas conclusivas da existência de ondas eletromagnéticas.

Toda nossa realidade percebida através de nossos 5 sentidos se baseia em espectros de vibrações em Hz interpretados pelo nosso cérebro. Nossa respiração, batimentos cardíacos e até nossos movimentos possuem frequências em Hz. Cores, sons, sensações, formas e movimentos,  todos possuem um espectro vibracional que pode ser mensurado como frequência.

Slide inspirado no documentário “The Unity of Geometry” de Jonathan Quintin

 

Toda matéria possui uma massa, e toda massa é composta por energia. Essa lei da física é explicada pelo conceito da “equivalência massa–energia” primeiramente enunciado em 1717 por Isaac Newton, porém sua fórmula matemática exata foi deduzida por Henri Poincaré e Albert Einstein, através da famosa equação “E=mc²”

A Matéria é composta por energia vibracional.

Todo o universo visível e invisível, físico e mental, é constituído por vibrações. Absolutamente tudo à nossa volta, e até mesmo no nosso próprio corpo, está constantemente vibrando e emitindo sons específicos.

Cimática, do grego antigo: κῦμα (kyma), significa “onda”. O termo cimática, em inglês “cymatics” foi cunhado pelo Dr. Hans Jenny (1904-1972) e é o estudo do som visível ou geometria da vibração. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras com a matéria. Dr. Jenny foi um médico, artista e pesquisador suíço que foi pioneiro na ciência da Cimática.

Ele demonstrou o que acontece quando certos materiais, como areia, sal, água e outras substâncias viscosas, são colocados em placas e membranas de metal vibrantes, que refletem formas encontradas em toda a natureza e universo observável, na arte, na arquitetura e nas mandalas tradicionais de diversas culturas e crenças.

“A chave para entender como podemos curar o corpo está em nossa compreensão de como diferentes frequências ou ‘tons’ influenciam nossa realidade física”.

Hans Jenny

Os padrões resultantes dos experimentos do Dr. Hans Jenny foram criados usando simples vibrações de ondas senoidais (tons puros) dentro da faixa audível. Então, o que você vê é uma representação física da vibração, ou como o som se manifesta na forma através do meio de vários materiais.

Experimento cimático por Gary Robert Buchanan. Assista e ouça à essa demonstração de cimática criando geometria formada pela ressonância do som na água.

A musicoterapia envolve não apenas composições para nutrir a psique e auxiliar em condições neurológicas gerais, mas também música composta especialmente para fins bastante específicos. A “Quasi un Fantasia” foi composta por Beethoven em 1801. Naquela época, o compositor escreveu: “Minha audição piorou progressivamente nos últimos três anos”. Ele estava doente e ficando cada vez mais surdo.

Este movimento foi talvez uma tentativa de Beethoven de se curar. Certamente, ele usou intencionalmente acordes altamente ressonantes e harmonias ricas e densas para fazer ressoar seu recém-projetado piano de martelo — enquanto posicionava a cabeça sobre a caixa de ressonância vibrante.

As áreas tonais indicam sua intenção cimática. Por exemplo, a tonalidade básica de Dó sustenido menor (tom de pulso fundamental de 17 Hertz) ressoa na base da coluna vertebral; Mi maior e menor, no plexo solar; Lá maior, na garganta; Si maior, na cabeça; e Fá sustenido menor, Sol7 e Sol sustenido menor, na região do coração.

Visto desta forma, percebemos que a indicação lenta do metrônomo de Beethoven, de 52 a 53 batidas por minuto (normalmente não seguida), permite a ressonância completa da frente de onda das combinações sonoras, visto que o pedal de sustentação é mantido pressionado durante toda a execução da obra. O capítulo 32 do livro, SONA: Healing with Wave Front BIOresonance (2008) de Gary Robert Buchanan, explica este tópico detalhadamente.

Este vídeo não é gerado por computador. O que você visualiza é o reflexo da luz sobre as ondas de água, dançando ao ritmo de uma frequência emitida pela música de Beethoven “Moonlight Sonata”. Em física, ressonância é o fenômeno em que um sistema vibratório ou força externa conduz outro sistema a oscilar com maior amplitude em frequências específicas, conhecidas como frequências ressonantes.

A natureza destes fenômenos nos leva a indagar sobre as forças vibratórias que agem na estruturação dos processos e formas da natureza. Somos levados, por analogias, a visualizar o mundo como um grande entretecer de vibrações e harmonias, consonantes e dissonantes, estruturando e dissolvendo a substância em ciclos de caos e ordem regidos por matemáticas visíveis e invisíveis.

A música é, acima de tudo, som. Som é vibração. E energia vibratória é tudo que existe. Portanto, estas relações descrevem formas do movimento ondulatório da energia e são replicadas em todas as escalas de manifestação do cosmos.

Elas codificam a informação da dinâmica das frequências harmônicas universais, que atribuem características aos números, à geometria, à música e à astronomia. Determinando assim, aspectos multidimensionais, do tempo e do espaço e intrínsecos ao universo.

Quer saber mais? Leia a matérias completa em: https://fractalscience.org/a-lei-da-vibracao-e-a-ciencia-do-som-visivel-cimatica/

432 Hz – O segredo por trás da frequência de Deus

Med Bed, a avançada tecnologia de cura por frequência vibracional

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

2 Comentários

  1. Fred,boa noite .
    Procure buscar a energia como algo que não pode ser destruído ou criado. Ela é transformada.O sim tem frequência e o ideal será alinhar a sua frequência com a unidade ou mesmo com o universo pois tudo está em equilíbrio.O som se propaga no ar e principalmente na água cerca de 5 vezes mais,por isso os golfinhos e as baleias se comunicam por sonar.ja os cachorros e gatos possuem faro acelerado mas menos restritos que os tubarões e golfinhos.A água é excelente condutora de energia.Somos 70% de água então as palavras são altamente significantes pois transformam o nosso ser.o cérebro ao pensar não distingue o que é real e imaginário mas cria se a semente e ela frutifica.A palavra é a semente. Deus te abençoe PODEROSAMENTE.

  2. Saudações. Um dia fixei meu olhar em direção as folhagens de uma árvore. Não diretamente na folha, mas na direção dela e vi algo fantástico acontecer. O verde parecia um neon. era muito lindo. Vi toda ela vibrar. Foi um acontecimento único. Não tenho entendimento profundo sobre a eletricidade. Quando pensamos geramos energia. Eu já fui um ótimo transmissor de pensamentos. Era incrível eu pensar em algo e logo em seguida a pessoa ao meu lado tocar no assunto que eu estava pensando. Hoje me afastei demais disso tudo. Quero achar o ”caminho” novamente. Á música È MINHA GRANDE FONTE DE INSPIRAÇÂO. Hoje sei que existem estudos feito por cientistas em relação a música. Tem pessoas que enxergam cores, eu já tenho uma outra reação. Meu corpo e cérebro reagem de outra forma. Muito legal essa matéria.

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