O presidente Donald Trump disse oficialmente que está a considerar retirar-se da OTAN. Donald Trump é o primeiro presidente dos Estados Unidos que quer acabar com o imperialismo do Pacto Atlântico e por isso se viu contra não só toda a máquina de lama da grande mídia, mas também a dos falsos canais alternativos. Vamos manter esse fato em mente. Aqueles que nos últimos anos afirmaram ser contra a OTAN estão hoje na linha da frente contra o primeiro presidente americano que quer abandonar a OTAN.
Trump disse ao Britain’s Telegraph que está considerando seriamente deixar a OTAN depois que ela se absteve de se juntar à guerra com o Irã. Mais tarde, ele acrescentou: “Eu sempre soube que a aliança era um ‘tigre de papel’, e Putin também sabe disso, aliás”. Trump criticou o Reino Unido e a França novamente, e parece estar insinuando que os EUA sairão da OTAN no futuro.
“Vocês terão que aprender a lutar por si mesmos, os EUA não estarão mais lá para ajudá-los, assim como vocês não estiveram lá para nos ajudar.”

Trump confirmou que o pedido de ajuda no Estreito de Ormuz foi um “teste para a OTAN”. E então ele disse: “Lembrem-se disso daqui a alguns meses”. Trump está praticamente confirmando que vai se retirar da OTAN. A decisão foi tomada. Em 22 de janeiro de 2026, os Estados Unidos finalizaram sua retirada oficial da OMS, cumprindo uma promessa de campanha de Donald Trump. Agora Trump está planejando a retirada dos EUA da OTAN, que num futuro próximo, levará a retirada dos EUA da própria ONU, a entidade globalista criada para submeter todas as nações a uma ditadura global sob controle das elites maçônicas satânicas da City de Londres e Vaticano.
Trump está preparando o terreno para o fim da participação dos EUA na OTAN, o que, essencialmente, significará o fim da própria OTAN. Isso abrirá caminho para a normalização das relações com a Rússia e o fim da guerra na Ucrânia. Putin quer a OTAN fora de sua fronteira. Que tal nenhuma OTAN? Trump criticou a OTAN e acusou os países europeus que os americanos “protegem há 40 anos” de não terem ajudado os EUA com o Estreito de Ormuz.
Os EUA não precisam dessa ajuda, mas Trump usou este momento para mostrar quem são os verdadeiros aliados. Trump está mostrando ao mundo como os “aliados” da OTAN não trazem nenhum benefício aos EUA. Trump estava testando a OTAN e usando esta oportunidade com o Irã para mostrar ao povo americano — e ao mundo — quem são os verdadeiros aliados, e não é a OTAN. A operação no Irã está chegando ao fim, e Trump está preparando o terreno para se retirar da OTAN. O Pacto do Atlântico está morto.

É por isso que os democratas, sob a liderança de Biden em 2023, aprovaram um projeto de lei com uma cláusula que impedia o presidente de se retirar unilateralmente da OTAN, sem a aprovação do Congresso, caso Trump vencesse em 2024 e quisesse sair da OTAN. Bem, Trump venceu em 2024, e aqui estamos.
A guerra com o Irã demonstrou para o mundo como a OTAN oferece pouco ou nenhum benefício aos EUA. Os EUA não só não precisam da ajuda da OTAN, como também não estão dispostos a ajudar. A OTAN oferece garantias de segurança à Europa por meio das forças armadas americanas, sem pagar sua parte. E são os contribuintes americanos, essencialmente, que pagam pela defesa da Europa e não recebem nada em troca. Os americanos não precisam da OTAN, mas as nações europeías precisam DESESPERADAMENTE do dinheiro e proteção militar dos americanos.
Trump criticou a Alemanha, a Coreia do Sul e o Japão por não terem ajudado no Estreito de Ormuz. O que essas nações têm em comum? São onde os americanos tem a maior presença militar permanente fora dos EUA. Acredito que Trump não está apenas preparando uma retirada da OTAN, mas sim uma retirada da presença militar americano ao redor do mundo, e que eventualmente iniciará o processo de consolidação da presença militar americana no Hemisfério Ocidental, assim que a guerra do Irã e da Ucrânia terminarem.

Trump afirmou que a OTAN deveria ter sido dissolvida em 1989 com o colapso da União Soviética (URSS), a queda do Muro de Berlim (1989) e a reunificação da Alemanha, encerrando a bipolaridade mundial. O colapso da URSS ocorreu oficialmente em 26 de dezembro de 1991, com a sua dissolução em 15 nações independentes. Já a União Europeia (UE), que foi idealizada por Adolf Hitler, foi formalmente estabelecida pelo Tratado de Maastricht, assinado em 7 de fevereiro de 1992 e entrando em vigor desde 1º de novembro de 1993. A União Europeia se tornou a nova União Soviética. Os poderes ocultos que financiaram a criação da URSS e da UE ficam na City de Londres e Vaticano.
Os Estados Unidos mantêm a maior rede de bases militares estrangeiras do mundo, com 128 bases oficiais em 51 países e estimativas de mais de 750 instalações ativas globalmente. Essas bases, cruciais para a projeção de poder e segurança dos supostos “aliados”, concentram-se no Japão, Alemanha, Coreia do Sul e Oriente Médio, facilitando respostas rápidas e a dissuasão de adversários.
Desde o final da Segunda Guerra Mundial as elites maçônicas satânicas da City de Londres e Vaticano vem utilizando as forças armadas dos EUA em sua estratégia de dominação permanente. Washington se transformou em uma máquina de guerra de subversão internacional. Sempre que era necessário intervir para matar ou depor um chefe de Estado ou de governo estrangeiro, todo o aparato da inteligência americana e suas forças armadas eram mobilizados, utilizados para desencadear guerras em todos os cantos do globo.
Todo o aparato globalista é financiado basicamente pelos contribuintes americanos. Os EUA são a vaca leiteira dos globalistas. A tal “Guerra Fria” que deu origem a OTAN foi uma fraude pois os Estados Unidos e a extinta União Soviética estavam sob o controle das sociedades secretas Illuminati. Foi tudo um circo maçônico criado para amedrontar e intimidar a população.
Há décadas, os Estados Unidos tem sido os maiores financiadores da ONU/OMS/OTAN e várias organizações que servem aos interesses do Império Britânico. Foram os britânicos que inventaram o globalismo e o venderam aos americanos.

Acredito que o objetivo final seja a normalização das relações com a Rússia e a China e, consequentemente, o fim definitivo da Guerra Fria, que nunca realmente terminou pois a OTAN ainda existe. Isso só será possível com a remoção da presença militar americana das fronteiras da China e da Rússia, bem como com o fim da interferência russa/chinesa em nosso hemisfério, por meio de países como Venezuela e Cuba, o que já está acontecendo.
E se os EUA, a Rússia e a China simplesmente concordassem em parar com a espionagem, as armas de destruição em massa, as guerras por procuração e a interferência nos territórios uns dos outros? E se as superpotências estivessem do mesmo lado em vez de umas contra as outras? É possível, e as coisas parecem estar caminhando nessa direção. A Rússia e a China estão perdendo influência no Hemisfério Ocidental, e Trump está dando a entender que vai eliminar nossa presença no Hemisfério Oriental.
Estamos testemunhando uma reestruturação da ordem global, e as “alianças” globais criadas pelo Império Britânico, como as conhecemos, estão prestes a mudar drasticamente. O presidente Trump vem testando a OTAN há meses e agora considera seriamente deixar a aliança depois que os aliados europeus se recusaram a ajudar na defesa da navegação no Estreito de Ormuz, uma atitude que confirmou a visão de Trump de que a OTAN pratica “jogos estúpidos” enquanto os EUA arcam com os custos.
A Segunda Guerra Mundial serviu para enfraquecer os Estados-nação. O poder foi transferido para outros lugares, para fora das fronteiras nacionais, e para as mãos de estruturas maçônicas supranacionais que têm dirigido as políticas americanas e europeias, colocadas à mercê de instituições e círculos globalistas de vários tipos, incluindo a ONU/OTAN, o Conselho de Relações Exteriores, o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, sem mencionar os influentes lobbies sionistas do AIPAC e do Chabad Lubavitch.
Os governos nacionais inevitavelmente se tornaram atores coadjuvantes, figurantes submissos à vontade dessa superestrutura que está sediada na City de Londres e Vaticano e que detém as alavancas do poder. O momento atual é, na verdade, de um retorno vigoroso dos Estados-nação, esvaziados de suas prerrogativas desde a Segunda Guerra Mundial. O desmantelamento da superestrutura globalistas já começou.
Os Estados Unidos desmantelaram a USAID, a máquina de propaganda atlantista e globalista, e abandonaram a OMS, a instituição de saúde controlada pelo cartel farmacêutico. O próximo passo natural só pode ser a dissolução do atlantismo criado pela Grã-Bretanha. Neste momento, a única coisa que resta definir é o momento exato, mas o governo Trump acredita que não demorará muito. Existe, no entanto, uma certeza nos dias de hoje. 1945 acabou de vez e a agenda maçônica globalista com sua “nova ordem mundial” está em colapso.
O DOGE descobriu que o ilegítimo governo Biden desapareceu com US$ 4,7 trilhões em pagamentos não rastreáveis. Essa montanha de dinheiro roubado do povo americano foi usado para sustentar as agendas anti-humanas da Cabala Illuminati. O Formulário Fiscal 1040 do IRS é, na verdade, é uma forma de tributo pago à Grã-Bretanha. (Publicação 6209 do IRS). E a Grã-Bretanha está sob o controle do Vaticano desde o Tratado de 1213.
O Serviço de Receita Federal (IRS) não é uma agência do governo dos EUA, mas sim uma agência do Fundo Monetário Internacional, também conhecido como FMI. O IRS foi idealizado por banqueiros para cobrar a dívida nacional que eles próprios criaram ao inflacionar enormemente o custo do financiamento da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, guerras que eles mesmos instigaram.
O IRS então começou a cobrar o imposto de renda, imposto diretamente ao povo americano, como forma de garantir a perpetuação de um sistema de classes arcaico conhecido como servidão, ou escravidão. Além de nunca ter sido legalmente ratificado, o imposto é direto e não proporcional ao trabalho do trabalhador americano médio e, portanto, de acordo com a Constituição, sequer é um imposto legal. (Diversified Metal Products v. IRS et al. CV-93-405E-EJE USDCDI, Lei Pública 94-564, Relatório do Senado 94-1148, Plano de Reorganização nº 26, Lei Pública 102-391.)
NATO (Nazi Armament and Training Organization)
Quando a OTAN foi criada em 1949, vários nazistas foram recrutados para combater os soviéticos. Generais nazistas como Hans Speidel e Adolf Heusinger entre outros, são desconhecidos pela maioria. No entanto, essas figuras foram peças-chave na máquina de guerra nazista de Hitler e, mais tarde, viriam a ocupar alguns dos cargos mais elevados na OTAN e do exército da Alemanha Ocidental.
Por meio da “Operação Paperclip”, mais de 2.000 oficiais nazistas foram reabilitados e posteriormente empregados pelos EUA e pela República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental), que ingressaria oficialmente na OTAN em 1955. Os nazistas transformaram a OTAN na organização que ela é hoje. Os nazistas que foram importados para os EUA pela OSS (antecessora da CIA) e Vaticano assumiram o controle do complexo industrial militar americano entre os anos 50/60 sem disparar um tiro. Eles até elegeram um nazista como 41º presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush.
Muitas dos acontecimentos descritos nos “livros de história” são uma completa fraude. A ONU, OTAN e União Europeia ainda são comandadas por nazistas. A OTAN foi criada para ser o braço armado do globalismo e serve aos interesse do Império Britânico, mas seus custos operativos foram transferidos para o povo americano, que é obrigado a pagar por quase tudo, devido aos acordos feitos por seus políticos maçons corruptos

VEREDITO: Trump diz à OTAN que “nunca esqueça” — então usou o Irã para provar isso
Barbara Boyd argumenta que as declarações do presidente Trump ao gabinete e os comentários no Fórum de Investimentos da Arábia Saudita representam um “veredito” sobre a OTAN e o sistema transatlântico mais amplo que dominou a economia global por 40 anos.
Ela afirma que a Guerra do Irã é fundamentalmente uma história financeira: depois que a Europa ofereceu apenas um papel pós-hostilidades, policiando o Estreito de Ormuz, os EUA passaram a substituir a Lloyd’s de Londres, utilizando a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos EUA, o resseguro marítimo e o Comando Central para garantir a segurança da navegação no Golfo.
Boyd diz que essa mudança equivale ao controle dos EUA sobre um ponto de estrangulamento energético crítico — capturado na frase de Trump sobre o “Estreito de Trump” — remodelando o fluxo de petróleo para a Ásia. Ela antecipa a viagem de Trump a Pequim, de 14 a 15 de maio, enquadrando as relações EUA-China em torno de tradições industriais compartilhadas ligadas a Sun Yat-sen e rejeitando uma narrativa de “Guerra Fria”.






































