A NASA disse que “fez história” em 1º de abril, o “Dia da Mentira”, ao viajar para a Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. Em uma das maiores piadas de 1º de abril em décadas, a NASA está fingindo mais uma vez estar realmente indo à Lua. A NASA teria gasto centenas de milhões de dólares na elaborada brincadeira, chegando ao ponto de construir um enorme foguete na plataforma de lançamento do Centro Espacial Kennedy para enviar o comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover, a especialista em missões Christina Koch e o astronauta da Agência Espacial Canadense Jeremy Hansen dentro da espaçonave Orion rumo à Lua.
“Não consigo parar de rir disso. Como as pessoas ainda estão caindo nessa?” disse o diretor da NASA, Jared Isaacman, rindo. “Cinquenta e sete anos depois, essa piada ainda continua dando frutos. Você deveria ver os rostos que os “astronautas” fazem quando fingem estar indo para a Lua num foguete, eles são muito engraçados. Sinceramente, é difícil acreditar que as pessoas sejam tão crédulas… Eu amo muito meu trabalho.”


Centenas de funcionários da NASA contribuíram para a brincadeira agindo como se estivessem realmente trabalhando no projeto Artemis 2. “Estamos planejando isso há anos”, disse o cientista da NASA Ronald Gregory. “As pessoas me perguntam o que eu faço na missão Artemis 2, e eu digo algo ridículo como ‘Ah, sim, eu analiso o encolhimento criogênico do tanque de combustível enquanto ele está sendo preenchido com hidrogênio líquido. Quer dizer, vamos lá… “encolhimento criogênico”? Mas as pessoas de alguma forma acreditam nisso! Este será o Dia da Mentira mais épico de todos os tempos.”
Os funcionários risonhos da NASA anunciaram que trariam o Artemis 2 para casa, fazendo um “estilingue” de volta à Terra usando a “gravidade da lua”. NASA, traduzido do hebraico, significa “engano”, “ilusão”. O fato é que estamos lidando com mais uma farsa global perpetrada pelos maçons satânicos da NASA.
Então, dado o trabalho “desajeitado” da equipe de suporte técnico, as atuações pouco convincentes dos atores que interpretam os astronautas e o roteiro fraco dos diretores deste espetáculo deprimente, até os mais céticos entusiastas do espaço começaram a suspeitar que “Artemis 2” era uma “armadilha para enganar os trouxas”. Você acha que o programa Apollo foi diferente? É que não existem mais “especialistas” como Kubrick em Hollywood.
Esta imagem ilustra a conexão entre os programas espaciais da NASA e a mitologia grega, destacando como os nomes das missões refletem divindades romanas e gregas. Tudo cheio de simbolismo maçônico até nos foguetes com branco e preto. Por que os maçons satânicos da NASA dão nomes de deuses antigos a todas as suas “missões lunares”?

Um foguete (Apollo 11) supostamente levou astronautas à superfície lunar, o outro (Artemis 2) não. Mas eles ainda chamam isso de progresso. Por que as supostas “viagens espaciais” ainda estão paradas nos anos 1960, com esses foguetes primitivos e perigosos? Será que é para esconder do público a tecnologia antigravidade que os militares americanos possuem, ou também tem um significado oculto?
Os obeliscos egípcios representam o falo de Osíris e simbolizam a conexão entre céu (divino) e terra (faraó). Em um contexto mais amplo, formas eretas e pontiagudas, como os obeliscos, remetem à fertilidade, força e ao poder regenerativo de Osíris. Após Seth matar Osíris e despedaçar seu corpo (frequentemente relatado como 14 pedaços), Ísis reuniu todas as partes, exceto o falo, que teria sido jogado no rio Nilo e devorado por um peixe.
Para suprir a falta do membro e garantir a ressurreição completa, Ísis moldou um falo artificial, o que liga o símbolo à necessidade de regeneração. Um foguete espacial parece idêntico ao obelisco em seu formato, simbolizando o falo “explodindo” e tentando penetrar no firmamento para alcançar o “espaço”. Tudo isso simboliza um “ritual sexual” para os maçons.

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A adoração ao demônio BAAL é necessária para enganar as massas no cenário mundial.
BAAL worship is required in order to deceive the masses on the world stage. pic.twitter.com/Sn2nqwHuMI
— BEYOND THE VEIL (@beyond_theveil1) April 7, 2026
Sobre a missão Artemis 2 da NASA, o Presidente Trump fez o seguinte comentário: “Meus compatriotas americanos… Os astronautas agora estão viajando mais longe do que qualquer foguete tripulado já voou antes.” Ué, nenhum foguete voou tão longe assim antes? Nunca? Mas a primeira viagem tripulada à Lua não ocorreu em 20 de julho de 1969, na histórica missão Apollo 11 da NASA?
President Trump:
My fellow Americans… Astronauts right now are traveling further than any manned Rocket has ever flown before.
Never ever? 😁https://t.co/5syTBvqxIX pic.twitter.com/fDykJKdthb
— MJTruthUltra (@MJTruthUltra) April 2, 2026
- Carro na Rodovia 110km/h
- Companhia aérea comercial – 900 km/h
- Jato de caça F-15 – 2.500 km/h
- Bala de rifle de alta potência – 4.000 km/h
- Lata cônica da NASA presa a um ‘foguete’ contendo 4 seres humanos – 40.000 km/h
Você é estúpido ou simplesmente depende muito de que lhe digam no que acreditar?
Car on Highway 110km/h
Commercial Airline – 900km/h
F-15 Fighter Jet – 2,500km/h
Bullet from high powered rifle – 4,000km/hNASA Conical Tin Can attached to a ‘Rocket’ containing 4 Human Beings – 40,000km/h
Are you stupid or just so haplessly reliant on being told what to… pic.twitter.com/rYtKoy9TUh
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 12, 2026
“Esta é a PRIMEIRA vez que enviaremos humanos à Lua e teremos humanos em órbita baixa da Terra” — Wiseman, comandante da tripulação da Artemis II.
Espere, O QUÊ?! Os teóricos da conspiração estão certos de novo.
Flat-earthers are gonna have fun with this one.
“This is the first time we’re gonna send humans to the moon, and we’re gonna have humans in low-earth orbit.”
He could have worded this better. lolhttps://t.co/UHcUcrJNW2 pic.twitter.com/TlUDnkBnDR
— MJTruthUltra (@MJTruthUltra) April 2, 2026
Então, se Katy Perry e suas amigas da missão Blue Origin do bilionário Jeff Bezos puderam transmitir ao vivo do “espaço” dentro de um foguete fálico, por que não estamos vendo os astronautas a bordo do Artemis 2 fazendo o mesmo?
So if Katy Perry & Lauren Sanchez can live stream from ‘Space’ – why aren’t we seeing the astronauts aboard Artemis II? pic.twitter.com/5tjyDv0QpD
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 2, 2026
“Michael, vá tocar na grama – parece uma tela verde”. O repórter foi desafiado no chat de transmissão ao vivo enquanto observava a decolagem do Artemis 2. Ninguém mais confia em nada.
“Michael go touch the grass – it looks like a green screen”
Reporter was challenged in the live stream chat whilst observing Artemis II takeoff.
Nobody trusts anything anymore. pic.twitter.com/sMfiNjp6pO
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 2, 2026
Observe os executivos da NASA terem um colapso mental completo quando uma chamada ao vivo toca e pergunta por que eles conseguiram transmitir ao vivo o pouso na Lua em 1969, mas não em 2024. Eles sabem que estão mentindo, nós sabemos que eles estão mentindo, eles sabem que nós sabemos que eles estão mentindo.
Watch NASA executives have a complete mental meltdown, when a live call of rings in, and asks why they were able to live stream the moon landing in 1969, but not in 2024.
They know they’re lying, we know they’re lying, they know we know they’re lying. pic.twitter.com/D2KljMB921
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 3, 2026
A NASA poderia ter economizado algumas centenas de bilhões de dólares e simplesmente feito uma viagem ao deserto de Nevada novamente.
NASA could have saved a few hundred billion dollars, and just took a trip to Nevada Desert again. pic.twitter.com/I3pceuOdSb
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 3, 2026
Olá NASA – agora mostre o gráfico, que inclui a Lua girando enquanto orbita a Terra, que também gira, girando em torno do Sol, viajando a 166.000 mph no universo em expansão?
Hey NASA – now show the graphic, which includes the moon spinning whilst orbiting Earth which is also spinning, as it revolves around the Sun, travelling at 166,000mph in the expanding universe? pic.twitter.com/zJTiUpAxHB
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 3, 2026
Então, em 2026, bilhões de dólares em tecnologia e equipamentos, e isso é realmente o melhor que conseguimos? Sério? E ainda um vídeo editado ou provavelmente CGI para esconder as milhares de naves extraterrestres que estão na órbita baixa da Terra.
So in 2026, billions of dollars worth of technology and equipment, and this is seriously the best we get?
Seriously. pic.twitter.com/G9WXtOrRDo
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 3, 2026
Tripulação Artemis no “Espaço” além do ultra radioativo Cinturão de Van Allen.
“Eu sei que os Estados Unidos fizeram isso entre 1968 e 1972, mas isso é simplesmente inacreditável” Sim, é isso mesmo.
Artemis Crew in ‘Space’
“I know the United States has done this between 1968 – 1972, but this is just unbelievable”
Yeh it is. pic.twitter.com/k0z9i0bmUg
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) April 3, 2026
Esta imagem, que foi supostamente tirada diretamente de Ártemis II, fez as pessoas se perguntarem: que continente é esse? A NASA apresentou ao mundo uma foto falsa gerada por IA. O nível de descaramento dos maçons da NASA não tem limites.

Onde estão os inúmeros rastros químicos que cobrem os céus do mundo todo, e que são lançados diariamente pelos aviões de modificação climática? Essas imagens manipuladas são mais verdadeiras do que a Terra feita por IA da NASA.


De todas as datas disponíveis, a NASA escolheu justo 1º de abril para lançar sua nova missão. Por que a NASA levou mais de 50 anos e mais de 100 bilhões de dólares para poder “retornar à Lua”? Você já deve saber que os chamados “teóricos da conspiração” estão certos sobre quase tudo. Com o uso da IA, será muito mais fácil para a NASA enganar os trouxas que já acreditam na narrativa da NASA há décadas, por que a desafiariam agora?
Por que podemos ter certeza que estamos assistindo a um filme? Em primeiro lugar, de todas as datas disponíveis, a NASA escolheu lançar a missão Artemis 2 na Lua Nova no dia 1º de Abril. Para entender se isso é realmente algo importante, teremos que voltar à origem do dia 1º de abril. Em 1582, o Papa Gregório XIII estabeleceu o calendário gregoriano, substituindo o calendário juliano. Uma grande mudança, passar de um calendário baseado na lua e nos 13 signos do zodíaco, com 13 meses (luas) de 28 dias, para um calendário não natural, o que conhecemos hoje (uma verdadeira bagunça).

A partir deste momento, o novo ano começaria em 1º de janeiro. Acabou por ser muito difícil persuadir as pessoas a submeterem-se a este novo calendário. As pessoas viviam muito perto da natureza naquela época e continuavam a celebrar o Ano Novo no dia 1º de abril. Isso fazia sentido para eles, já que em abril o ano novo natural e sazonal começa em todo o Hemisfério Norte. Para forçar essas pessoas a obedecer, elas foram ridicularizadas e chamadas de “idiotas de abril”. Isso não lhe parece familiar? Uma estratégia para impor o consentimento ridicularizando as pessoas que não querem obedecer?
A partir deste momento, tornou-se costume “enganar os crédulos”, as pessoas no dia primeiro de abril. Pessoas que estão dispostas a acreditar, que têm medo de serem ridicularizadas. A maioria das pessoas vão acreditar em qualquer coisa, só para se encaixarem. Para ficar seguro. Fazer parte do rebanho. Então…a NASA lança sua missão lunar em 1º de abril, dizendo: “Se você não acreditar em nós, você é um tolo!”
A NASA é uma fraude tão acintosa que só sendo um zumbi para acreditar no que eles dizem. A NASA APAGOU AS FITAS ORIGINAIS de alta resolução do “pouso da Apollo 11 na Lua” e as “reutilizou por acidente” no início da década de 1980, devido à escassez de fitas. Embora as fitas de telemetria originais tenham sido perdidas, o público ainda pode ver imagens restauradas com base nas melhores transmissões de televisão de baixa resolução sobreviventes.
A NASA declarou oficialmente que as fitas originais da suposta aterrissagem da Apollo 11 na Lua não estão mais disponíveis. Elas foram reutilizadas. A desculpa ridícula que a NASA deu foi que início da década de 1980, eles precisaram cortar custos e começaram a reutilizar fitas magnéticas antigas. As gravações originais e de alta qualidade do pouso na Lua estavam nessas fitas e foram inadvertidamente apagadas.
Somente as imagens de baixa resolução que foram transmitidas ao público foram preservadas. Os registro do evento mais importante da humanidade, o suposto “pouso na Lua” que o governo americano gastou bilhões, a NASA apagou devido à escassez de fitas? Eles não tiveram vergonha nenhuma em dizer isso. As imagens de alta resolução foram apagadas pois mostravam os detalhes do muito frágil módulo lunar que parece uma cenografia de carnaval e a ausência de queimadura no solo lunar abaixo do foguete do módulo.
Um fato interessante é que não havia banheiros nas naves das missões Apollo. Isso levanta sérias dúvidas sobre a duração dos voos Apollo, mesmo em órbita terrestre.
NASA: “Destruímos a tecnologia para voltar à Lua”
Don Pettit, um ex-astronauta da NASA, disse que atualmente não temos mais a tecnologia para voltar à Lua. Porque, por algum motivo desconhecido, destruímos essa tecnologia. Depois de 57 anos, ninguém levou astronautas à Lua novamente? Com a tecnologia atual, ir à Lua deveria ser uma questão simples, já que toda a pesquisa tinha sido desenvolvida. Na verdade, a NASA respondeu que não é que não queiram voltar à Lua, mas que o programa de aterragem na Lua é demasiado caro.
O programa Apollo custou US$ 126 bilhões. Além de ser muito caro, a tecnologia de pouso na Lua foi destruída. Foi o que disse Don Pettit, que expressou que gostaria de ir à Lua novamente mas infelizmente, os Estados Unidos não possuem essa tecnologia. Se a NASA destruiu essa tecnologia, como eles estão enviando 4 astronautas da missão Artemis 2 para a Lua? A é, eles foram no Dia da Mentira.
Em 2015, a NASA divulgou um vídeo explicando a missão Orion, e neste vídeo eles admitem o quão perigoso é o cinturão de Van Allen para os humanos, então obviamente, não teria sido possível atravessá-lo em 1969. Depois dessa revelação constrangedora, os funcionários da NASA foram proibidos de dar entrevistas. No vídeo, o engenheiro da NASA, Kelly Smith, explicou sobre muitos dos riscos e armadilhas em torno da nova Missão Espacial Orion para o planeta Marte.
A principal preocupação de Kelly é se sua espaçonave pode ou não passar com sucesso pelos perigosos cinturões de radiação de Van Allen. Tal é o perigo potencial, de fato, que a NASA teria que enviar primeiro uma sonda espacial para “testar” quais serão os potenciais efeitos da radiação em futuras tripulações humanas, bem como nos sensores e equipamentos delicados da nave.
Espere aí. Porque o jogo de adivinhação da NASA? Porque eles simplesmente não usam a mesma tecnologia de 1969 que dizem ter usado nas primeiras missões lunares da Apollo? Abaixo está uma transcrição da apresentação do engenheiro da NASA:
“Estamos a 5.793 km acima da Terra, 15 vezes mais alto do planeta do que a Estação Espacial Internacional. À medida que nos afastamos da Terra, passaremos pelos cinturões de Van Allen, uma área de radiação perigosa. Uma radiação como esta poderia danificar os sistemas de orientação dos computadores de bordo ou outros sistemas elétricos na Orion.
Naturalmente, temos que passar por esta zona de perigo duas vezes, uma para ir e outra para voltar, mas a Orion tem uma blindagem de proteção que será posta à prova enquanto o veículo atravessa as ondas de radiação. Sensores a bordo registrarão os níveis de radiação para estudo dos cientistas. Precisamos resolver esses desafios antes de enviar pessoas por esta região do espaço.”
Quer dizer então que a NASA nunca conseguiu sair da órbita baixa devido ao super radioativo Cinturão de Van Allen ao redor da Terra? Me poupe dessa palhaçada…………..
Estou cansado dessa teia de mentiras e enganos. De ser tratado como se fosse um imbecil. De ser manipulado psicologicamente 24 horas por dia, 7 dias por semana por quadrilhas de maçons satanistas pedófilos filhos da puta. Quanto menos você se distrai com o “circo maçônico”, mais percebe que é apenas um espetáculo. Mas não estou com vontade de assistir ao circo maçônico comendo pipoca.
Mas é animador que, desta vez, o mais recente golpe lunar não esteja correndo tão bem para os maçons satanistas quanto o anterior. E aqueles que ainda não trocaram seus cérebros por “assistentes” digitais estão começando a fazer perguntas bastante lógicas aos servos dos parasitas. Isso prova, mais uma vez, que estamos vivendo um período de “separação entre o joio e o trigo”, um dos sinais característicos do qual é o “abandono das falsas aparências”.
Isso também significa que nenhuma artimanha dos parasitas e seus servos poderá impedir o “Grande Despertar” planejado pelos Poderes Superiores. Mas, para muitos que acreditam cegamente em livros didáticos e “autoridades”, será bastante doloroso e chocante quando o véu da ilusão dos parasitas se levantar de seus olhos e mentes.

Um americano do Novo México fez uma série de confissões surpreendentes desde que foi diagnosticado com câncer terminal e lhe disseram que ele tinha alguns meses de vida. Ele afirma que o pouso na Lua foi falsificado pelo governo dos EUA com imagens filmadas em uma base militar e a superfície da Lua recriada com areia e pó de cimento.
De acordo com Gene Gomar, seu pai, um policial militar que estava estacionado na base da Força Aérea de Cannon, estava envolvido numa farsa da NASA e do governo americano para enganar o mundo, preparando o terreno para uma psicose de formação em massa patrocinada pelo governo que continuou ao longo das décadas e na era atual.
A confissão no leito de morte filmada por seu pai em 2002 foi destruída em um incêndio de “origem desconhecida”, então Gomar decidiu recriá-la e compartilhar a história de seu pai para o mundo antes de sua própria morte. Na confissão, Gomar, nascido Eugene Reuben Akers, diz que não quer fama ou dinheiro pelo que fez, porque esperava que o vídeo fosse lançado depois de sua morte. Gomar faleceu em 13 de fevereiro de 2022, então agora podemos ver e compartilhar a confissão extraordinária.
Fraude do pouso na Lua – Confissão no leito de morte
Um ano depois da publicação do livro revelador “Moon Man: The True Story of a Filmmaker on the CIA Hit List”, que divulga a confissão no leito de morte do ex-Chefe de Segurança da Base Aérea de Cannon em Clovis, Novo México, que confessou a sua participação na falsificação do primeiro “pouso na lua” em 1968, a sua identidade é finalmente revelada.
Cyrus Eugene Akers detalhou a informação contida no livro, incluindo não só o local da filmagem da primeira falsa aterragem na Lua na sua base militar, as datas em que foi filmada e o codinome da CIA para a operação, mas também deu os nomes de quinze cientistas e funcionários do governo que foram autorizados a observar exclusivamente esta histórica fraude governamental, alguns dos quais ainda estão vivos hoje. A lista foi entregue a Akers pelo presidente Lyndon B. Johnson, que esteve presente no primeiro dia de filmagem.
Ameaçado de execução se revelasse esta informação, o Chefe de Segurança Akers manteve tudo isto para si até ao seu leito de morte, culpa que levou à sua chorosa confissão ao seu filho, que também foi ameaçado de assassinato depois de partilhar esta informação com o autor de Moon Man, Bart Sibrel. Este engano triste, escandaloso e realmente desnecessário foi cometido por orgulho e peculato. Demonstra a total arrogância dos líderes sobre o seu povo, que na verdade está a financiar o seu próprio engano.
Ao contrário das fraudes governamentais sobre guerra, assassinato ou terrorismo, o engano do pouso na Lua deu cruelmente ao público excessivamente confiante o doce agradável pelo qual ele clamava. Tentar tirar isso deles, depois de acreditarem com lágrimas e aplausos, expondo seus heróis como os criminosos que realmente são, enfrenta feroz resistência. Até mesmo um professor de uma grande universidade disse a famosa frase: “Mesmo que eu ouvisse um astronauta lunar confessar que nunca foi realmente, ainda acreditaria que ele caminhou na Lua.”
Felizmente, está aqui uma nova geração, de pessoas que não foram emocionalmente marcadas pelo engano, que são objetivas relativamente à realidade revelada da falsificação das aterragens na Lua. Simplificando, o que o governo corrupto está alegando é que em 1969 eles passaram de nunca ter estado no espaço, para caminhar na Lua, com apenas 8 anos de pesquisa e desenvolvimento, e isso com um milionésimo da computação de um telefone celular, e na primeira tentativa, quando nem mesmo o Pólo Sul da Terra foi alcançado na primeira tentativa.
Hoje, com mais de 50 anos de foguetes e tecnologia de computação mais avançados, o atual foguete lunar Artemis levou 18 anos para ser desenvolvido, teve três falhas de lançamento, ainda não é seguro o suficiente para transportar astronautas e só orbitará a Lua, porque ainda não foi desenvolvido um módulo de pouso lunar que funcione. O mais longe que o governo pode enviar astronautas é para a estação espacial, que fica muito abaixo do radioativo Cinturão de Van Allen e a apenas um milésimo da distância até a Lua.
Pela primeira vez em toda a história do mundo, a tecnologia foi maior no passado do que no futuro. Como isso é realmente impossível, significa apenas uma coisa: que o pouso na Lua em 1969 foi uma falsificação. Não é a primeira vez que as ostentações científicas são falsificadas ou que os governos mentem, já que o gigante farmacêutico Prizer foi multado em bilhões de dólares, em diversas ocasiões, por fazer alegações fraudulentas sobre os seus produtos científicos.
O antigo funcionário governamental de alto escalão Robert McNamara, que foi secretário da Defesa durante a Guerra do Vietnã, admitiu antes de morrer que o “Incidente do Golfo de Tonkin”, que foi a razão pela qual a guerra começou, foi completamente fabricado pela CIA. Se o governo corrupto está disposto a falsificar algo que levou à morte de um milhão de pessoas, incluindo 58.220 dos seus próprios cidadãos, então penso que eles são capazes de falsificar uma imagem numa televisão.
Toda Verdade passa por três estágios:
- Primeiro, é ridicularizado,
- Então é violentamente contestado,
- Finalmente, é aceito como evidente.
– Artur Schopenhauer
“Numa era de engano universal, dizer a Verdade é um ato revolucionário. Quem controla o passado, controla o futuro.”
– George Orwell
Uma das lições mais tristes da história é esta:
“Se tivermos sido enganados por tempo suficiente, tendemos a rejeitar qualquer evidência de trapaça. Não estamos mais interessados em descobrir a Verdade. O engano nos capturou. É simplesmente muito doloroso reconhecer, até para nós mesmos, que fomos enganados. Depois de dar poder a um charlatão sobre você, você quase nunca o recupera.”
– Carlos Sagan
“É mais fácil enganar as pessoas, do que convencê-los de que foram enganados.”
– Marcos Twain
Sibrel foi entrevistado e apareceu no The Tonight Show, The Daily Show, Geraldo, The Abrams Report, Coast to Coast, NBC, CNN, FOX, HBO, Time Magazine, New York Times, LA Times, Washington Post e USA Today.
O super radioativo Cinturão de Van Allen
O cinturão de radiação de Van Allen foram descobertos em 1958 por James A. Van Allen, o físico americano que projetou os instrumentos a bordo do Explorer 1, a primeira nave espacial lançada pelos Estados Unidos. Ele também liderou a equipe de cientistas que estudou e interpretou os dados de radiação. Desde 1958, os cientistas continuaram a estudar o cinturão de radiação de Van Allen, gerando dezenas de teorias. O mais interno se estende entre as altitudes de 1.000 e 5.000 km, sua intensidade máxima ocorrendo em média aos 3.000 km. O segundo cinturão fica situado entre 15.000 e 25.000 km.
A Terra é o único planeta com um cinturão de radiação, pois ele é artificial. O que acontece é que a magnetosfera é confundida com o Cinturão de Van Allen. Isso é importante porque o cinturão é formado a partir da magnetosfera como base, mas eles não são a magnetosfera. A Terra, como qualquer outro planeta, tem uma magnetosfera. A interação com uma fonte de energia magnética, a Lua neste caso, em uma frequência precisamente projetada, altera a frequência geral de saída da magnetosfera. Então é a própria Terra que fornece energia para o Cinturão de Van Allen. O toroide energético da Lua controla a magnetosfera da Terra.
Entretanto, a projeção de energia da Lua é mais direta, iluminando a magnetosfera com um feixe de luz como uma lâmpada. A Lua está a 360.000 km de distância, distância suficiente para ser projetada dessa maneira e cobrir toda a magnetosfera. A Lua não é natural, é uma enorme nave biosfera de construção Andromedana que recebeu vários impactos de diferentes tipos de armas na Guerra de Tiamat, o que tornou extremamente difícil de consertar.
Ela foi abandona e depois rebocada pela Federação Galáctica para a órbita da Terra para estabilizar o eixo do planeta após o dilúvio e mudanças de polos. A Matrix 3D da Terra é controlada pelos computadores na Lua. Diferente da magnetosfera, a quantidade de energia medida em radiação é muito maior no Cinturão de Van Allen e de energia ou força muito grande para o planeta Terra. Ou seja, o cinturão emite ou é composto de energia de radiação ionizante altamente perigosa para a biologia, formando assim uma barreira etérica que impede que foguetes e naves de baixa tecnologia deixem a órbita baixa da Terra.
A Lua transmite ondas de baixa frequência que transformam a magnetosfera da Terra nos cinturões super radioativos de Van Allen e, como efeito secundário, tudo isso reduz a frequência existencial geral e a vibração da Terra e de tudo na superfície dela, da alta 5D para a baixa 3D. As ondas de baixa frequência lunares ajudam a produzir o “véu do esquecimento”, porque diminuem a frequência geral de todo o planeta. Em outras palavras, as pessoas não se lembram de suas vidas passadas devido a incompatibilidade de frequências entre os planos superirores e a baixa 3D.

Enquanto as faixas formadas naturalmente pela magnetosfera, seja da Terra ou de outros planetas, são compostas de radiação eletromagnética que não é tão perigosa para a vida. Também não é totalmente inofensivo, mas nada comparado à radiação ionizante do cinturão. Radiação ionizante significa que ela emite partículas que ionizam a matéria que entra em contato com ela, alterando sua estrutura atômica, danificando tudo. Você pode ver as partículas de radiação ionizante como pequenas balas disparadas de todas as direções, destruindo matéria, tecidos, células e DNA dentro delas.
É o tipo de radiação também conhecida como nuclear ou proveniente de metais pesados radioativos clássicos como plutônio, urânio, estrôncio e derivados. A radiação magnética, por outro lado, é basicamente o resultado de um fluxo em uma corrente elétrica. Para atravessar esse cinturão radioativo, que está em 4D, você precisa de uma nave antigravidade que altera a densidade a sua volta, não foguetes primitivos. Isso só é possível utilizando uma nave com tecnologia de propulsão de imersão eletromagnética toroidal completa.
Quando uma espaçonave está em voo a jato, apenas o plasma é expelido e a espaçonave se move para frente, mas se a conexão entre a parte frontal e traseira da espaçonave for ativada, um circuito eletromagnético é fechado. Como o plasma eletromagnético dos motores é expelido para trás em uma frequência controlada e de acordo com a entrada da parte frontal da espaçonave, tudo usando matemática toroidal básica, um toroide fechado de alta energia é gerado pelos motores. E esse toroide de energia que protege a nave e possibilita atravessar o cinturão de radiação em volta da Terra.
O toroide de energia de uma nave envolverá a própria nave e tudo dentro dela em uma bolha.

Se você entrar no cinturão com um foguete, primeiro você sentiria desorientação e veria flashes de luz nos seus olhos. Isso se deve à presença de uma grande fonte eletromagnética e radiação, e você seria queimado por radiação ionizante e eletromagnética de alta energia, milhares de vezes mais forte que o interior de um forno de micro-ondas. O cinturão de radiação envolvem a Terra num casulo tecnológico de alta energia.
Este casulo impede qualquer um de escapar da Terra com baixa tecnologia, como uma nave espacial que usa foguete tradicional sem escudos próprios, pois literalmente cozinharia sua tripulação viva. Você só pode deixar a Terra com uma nave suficientemente avançada ou portal de salto, e as naves dos programas espaciais secretos da Força Aérea (USAF) e da Marinha dos Estados Unidos atravessam o cinturão desde o final da década de 1959.

Essa é uma captura de tela de um Drop Q de 2018, que é a inteligência militar que recrutou e protege Donald Trump e sua família. Toda a presidência de Trump é uma operação militar contra a Cabala Illuminati que é controlada por alienígenas regressivos de Orion.
Anônimo:
“Q, a NASA forjou os pousos na Lua? Fomos à Lua desde então? Existem programas espaciais secretos? É por isso que a Força Espacial foi criada?”
Resposta Q:
“Falso, OS POUSOS NA LUA SÃO REAIS. Existem programas que estão fora do domínio público.”
A NASA nunca foi à Lua mas desde o início da década de 1960, as naves antigravidade do programa espacial secreto da Força Aérea e Marinha dos EUA viajaram para a Lua, Marte, Vênus e vários outros planetas fora desse sistema solar. Trilhões de dólares do orçamento negro do Pentágono e CIA foram utilizados para construir esse programa espacial secreto, usando a NASA como fachada para manipular e enganar o mundo todo. Todos os programas espaciais de outros países também são uma farsa pois são controlados por maçons e jesuítas.

Embora vivamos, ostensivamente, em uma era de avanço científico e tecnológico, na realidade, nosso progresso permanece bastante unilateral. Por razões que continuam obscuras, a maior parte do desenvolvimento concentra-se, atualmente, unicamente nos campos das telecomunicações, computação e da digitalização, um fenômeno que só pode ser explicado pelos esforços de facções globalistas que buscam concretizar sua agenda de estabelecer uma “Nova Ordem Mundial”. Um princípio central dessa agenda é a criação de um “controle total” por meio da construção de um “campo de concentração eletrônico” digital.
Mas e quanto a outras vias de progresso tecnológico? Como a antigravidade e a energia do Éter com transmissão sem fio, um conceito sobre o qual Nikola Tesla falou há mais de um século, continua sendo ocultada e proibida pelos poderes financeiros que controlam os governos “democráticos”. Além disso, continuamos a depender fortemente de motores de combustão interna e de sistemas energéticos baseados em hidrocarbonetos, apesar do trabalho pioneiro de Nikola Tesla, Viktor Schauberger e vários outros cientistas, inventores e engenheiros brilhantes.
Suas inovações poderiam ter nos libertado, há muito tempo, de tecnologias ambientalmente destrutivas e poluentes que continuam a ser empurradas sobre nós pelos mesmos poderes financeiros que difamaram e mataram Nikola Tesla. O hacker escocês Gary McKinnon ficou famoso por hackear servidores da NASA e encontrar informações sobre o Programa Espacial Secreto dos Estados Unidos.
Tesla desenvolveu uma tecnologia antigravidade na década de 1890 e elaborou o projeto de um OVNI em 1928, e Thomas Townsend Brown, Agnew Bahnson e James King pesquisaram a eletrogravítica, ou propulsão “antigravitacional” na década de 1950. O Escritório de Pesquisa Naval dos EUA encerrou a investigação sobre antigravidade de Brown depois dele provar que foi bem-sucedido. A antigravidade e a energia livre são dois grandes tabus na “ciência” moderna pois representam uma ameaça direta ao controle das elites financeiras e dos governos sobre a população. A antigravidade e a energia livre livram a população de pagar por energia e combustíveis.
O primeiro foguete a atingir o espaço (acima de 100 km de altitude) foi o Agregat 4 (A-4), mais conhecido como V-2, desenvolvido pela equipe liderada por Wernher von Braun na Alemanha nazista. Em 20 de junho de 1944, num voo de teste o V-2 atingiu 176 km de altitude, tornando-se o primeiro objeto feito pelo homem a alcançar a termosfera. Wernher von Braun, o cientista de foguetes de Hitler, foi trazido para os EUA e colocado no comando da NASA.
Um nazista foi o pai do falso programa espacial da NASA, mas outros cientistas nazistas trabalharam no programa espacial secreto americano. O primeiro foguete a levar um americano ao espaço foi o Mercury-Redstone 3, que lançou a cápsula Freedom 7 em 5 de maio de 1961, pilotada por Alan Shepard em um voo suborbital de 15 minutos. A NASA, SpaceX e outras empresas lançadoras de foguetes continuam paradas na década de 1960 pois os geradores antigravidade são um tabu.
Cerca de 57 anos após a falsa viagem dos astronautas da NASA até a Lua, não houve qualquer avanço científico e tecnológico na exploração espacial. Tudo ainda gira em torno de foguetes perigosos movidos a combustíveis que explodem. Toda essa palhaçada continua sendo imposta a nós só para ocultar as tecnologias de antigravidade e energia livre que os militares americanos possuem e utilizam secretamente há décadas.
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