A questão das falsas pandemias surgiu mesmo antes de 2020, em 2009, quando empresas farmacêuticas pressionaram para declarar uma falsa emergência de saúde pública devido à gripe suína. Não houve nenhuma onda de mortes. Toda a farsa foi orquestrada para vender as vacinas nocivas das grandes empresas farmacêuticas. Os governos em democracias liberais nada mais são do que os representantes de Bill Gates e da máfia da Big Pharma.
O sistema de crime organizado da mídia controla a “realidade” da população controlando as informações que as pessoas recebem. A capacidade de controlar a percepção das pessoas é a arma mais poderosa do arsenal dos governos, e dois componentes principais são “atores de crise” e as notícias falsas propagadas pela mídia sob controle de agências de inteligência.
Falando num podcast com Mike Tyson e Eben Britton em 2022, Robert F Kennedy Jr expôs tudo:
“De acordo com o HHS (Saúde e Serviços Humanos dos EUA), se você nasceu antes de 1989, ano em que mudaram o calendário de vacinação, sua chance de ter uma doença crônica é de 12%. Se você nasceu depois de 1989, são 54%. Todas essas lesões que se tornaram epidêmicas, há cerca de 300 doenças em cada uma delas, estão listadas como efeitos colaterais nas inserções dos fabricantes para as 72 vacinas que agora são obrigatórias para nossas crianças” disse Robert F Kennedy Jr.
Robert F Kennedy Jr: “Eles ganham US$ 60 bilhões por ano vendendo vacinas, mas ganham US$ 500 bilhões por ano vendendo medicamentos para os ferimentos causados pelas vacinas: os medicamentos para diabetes, o Adderall, a Ritalina, o Concerta, os inaladores Advair, os medicamentos anticonvulsivantes. Este é realmente um ótimo plano de negócios para essas empresas”, comentou RFK Jr. sarcasticamente. “Você deixa as pessoas doentes e depois vende a elas uma cura para a vida toda.”
Por que você acha que tem farmácias por todos os lugares? O Brasil é campeão mundial no número de farmácias por habitantes. A palavra “farmácia” deriva do grego “pharmakeia”, que significa feitiçaria e veneno.

Robert F. Kennedy Jr. também pediu aos indivíduos que explorassem o Site de Defesa da Saúde Infantil, onde destaca que 1.400 estudos revisados por pares, provenientes do banco de dados PubMed do NIH, estabelecem uma conexão entre vacinas e uma variedade de vacinas prevalentes e lucrativas condições de saúde.
“Com o sarampo, eles não estavam ganhando dinheiro. Se você pegar sarampo ou catapora, a cura é canja de galinha e vitamina A, e você não pode patentear qualquer um deles. São doenças que desaparecem em uma semana. Mas se você puder dar a vacina contra o sarampo a alguém e torná-lo diabético para o resto da vida, então você terá um cliente permanente.”
Big Pharma is “making $60 billion a year selling us vaccines, but they’re making $500 billion a year selling remedies for injuries caused by vaccines”.
“This is a really great business plan for these companies. You make people sick and then you sell them the lifetime cure.” pic.twitter.com/YTg1yFFm9U
— Dr Dave Cartland BMedSc MBChB Ex-MRCGP (@CartlandDavid) March 16, 2025
Os surtos de doenças infantis contagiosas que se pensava estarem erradicadas acontecem quando um fabricante de vacinas coloca os agentes patogênicos que causam essas doenças em alguns lotes de vacinas. Elas são vendidas para clínicas pediátricas em áreas onde a máfia da Big Pharma quer que os surtos ocorram. Recentemente, amostras de 24 tipos de vírus perigosos foram roubados de um Laboratório de Virologia do Instituto de Biologia, um ambiente de nível 3 de biossegurança (NB-3) da Unicamp.
A professora Soledad Palameta Miller, em colaboração com seu marido, Michael Edward Miller, transportou ilegalmente as amostras de vírus para laboratórios da Faculdade de Engenharia de Alimentos, localizados a cerca de 350 metros de distância. A suspeita da polícia é que o casal buscava lucros financeiros ao repassar informações biológicas à máfia da indústria farmacêutica.
As empresas farmacêuticas que fabricam grandes quantidades de medicamentos precisam de um mercado consumidor para elas, por isso envenenam as pessoas desde a infância com vacinas cujos diferentes lotes causam doenças em curto, médio ou longo prazo. As vacinas são a forma da Big Pharma causar doenças nas pessoas para ter um mercado consumidor garantido para seus medicamentos. Eles causam o problema para vender a solução e isso é feito com a ajuda de seu governo “democrático”.
A máfia da indústria farmacêutica que promove práticas nocivas sabe que o corpo têm mecanismos de autocura e sistemas imunológicos fortes. Então eles criam vacinas e medicamentos para enfraquecer ou destruir essas habilidades inatas. Quantos bilhões de pessoas tiveram seus sistemas imunológicos destruídos pelas vacinas “seguras e eficazes” do Covid e desenvolveram doenças crônicas?
Revoltante! O Brasil é o único país do mundo que em pleno 2026 que obriga crianças e bebês a serem vacinados contra o covid, promovendo chantagem junto dos pais e ameaças de multas e perda de custódia dos filhos. O ex-presidiário Lula e os criminosos do STF/STJ que recebem suborno da máfia farmacêutica obrigaram milhões de crianças brasileiras a seres envenenadas com as vacinas do Covid. Assista o podcast do Canal Sérgio Tavares no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=he0rrPwBA_s&t=1607s
Nicolas Hulscher, MPH – @NicHulscher
Crianças vacinadas apresentam muito mais doenças em todas as 22 doenças crônicas analisadas no maior estudo comparativo entre vacinados e não vacinados. ESTUDO JÁ REALIZADO COM NÃO VACINADOS
1. Câncer: 📈 +54%
2. Autismo: 📈 +180%
3. Transtornos do neurodesenvolvimento: 📈 +1254%
4. Doença autoimune: 📈 +1120%
5. Deficiência motora: 📈 +810%
6. Transtorno da fala: 📈 +803%
7. Transtornos de saúde mental: 📈 +696%
8. Asma: 📈 +553%
9. Atraso no desenvolvimento: 📈 +412%
10. Doença atópica: 📈 +386%
11. Transtorno convulsivo: 📈 +216%
12. Alergia alimentar: 📈 +128%
13. Transtorno neurológico: 📈 +26%
14. Qualquer doença crônica Condição: 📈 +250%
Observado APENAS em crianças vacinadas:
15. TDAH 💉
16. Diabetes 💉
17. Disfunção cerebral 💉
18. Transtorno comportamental 💉
19. Dificuldade de aprendizagem 💉
20. Deficiência intelectual 💉
21. Tiques 💉
22. Outros transtornos psicológicos 💉
Nossa reanálise, revisada por pares, do estudo histórico de Henry Ford constatou que 22 das 22 categorias de doenças crônicas apresentaram incidência proporcionalmente maior em crianças vacinadas. Sem exceções.
🚨VACCINATED CHILDREN ARE FAR SICKER ACROSS ALL 22 CHRONIC DISEASES IN THE LARGEST VAXXED VS. UNVAXXED STUDY EVER CONDUCTED
1. Cancer: 📈 +54%
2. Autism: 📈 +180%
3. Neurodevelopmental disorders: 📈 +1254%
4. Autoimmune disease: 📈 +1120%
5. Motor disability: 📈 +810%
6. Speech… https://t.co/LxD9K5mOF7 pic.twitter.com/2bzNU5hMDn— Nicolas Hulscher, MPH (@NicHulscher) April 4, 2026
O texto abaixo sobre a farsa da gripe suína é de 2020. Lembrando que em 2022 a jornalista canadense Christine Massey pediu uma prova da existência do vírus SARS-CoV-2 a 164 instituições de saúde em todo o mundo. O vírus existe? As respostas a esses pedidos confirmam que não há registro de isolamento/purificação do SARS-CoV-2 “ter sido realizado por qualquer pessoa, em qualquer lugar, nunca”.
A pandemia de COVID-19 foi possível graças a cinco golpes:
- O vírus inexistente SARS-CoV-2.
- A previsão falsa de mortalidade apresentada por Neil Ferguson.
- O uso do teste PCR que apresenta mais de 95% de falsos positivos para o SARS-CoV-2.
- Transferência do volume de mortes causados por diferentes doenças e até acidentes para o Covid-19
- O papel da mídia em aterrorizar a população para que aceitassem todos os mandatos tirânicos das “autoridades” políticas e médicas.
Por que a OMS e CDC exigiram que os governos impusessem lockdown? Eles precisavam que as pessoas ficassem presas dentro de suas casas para que sofressem a lavagem cerebral das pro$tituta$ da mídia fake news. Os governos e a mídia usaram “atores de crise” parar criar simulações de pessoas doentes em hospitais e locais públicos para enganar o público. As pessoas precisavam ser aterrorizadas, com o medo da morte, para aceitar a perda de suas poucas liberdades e serem cobaias das vacinas experimentais tóxicas.
Um ator de crise é um indivíduo que desempenha um papel em um evento encenado numa operação de falsa bandeira (false flag) por uma agência de inteligência para manipular a opinião pública, controlando as informações que o público recebe sobre o evento. Os atores de crise são usados para interpretar heróis, vítimas, especialistas e testemunhas frequentemente entrevistados pela mídia fake news no local para garantir que: #1 – Testemunhas oculares reais não digam nada e #2 – que o público da TV receba os pontos de discussão específicos que reforçam a narrativa ou orientam o público a aceitar a “solução” predeterminada que sempre foi o objetivo do crime organizado.
Com a intensa pornografia de medo propagada pela mídia, milhões de pessoas presas em suas casas começaram a desenvolver doenças psicossomáticas, acreditando estar com Covid. Os testes PCR foram tornados obrigatórios pois apresentam mais de 95% de falsos positivos para o inexistente SARS-CoV-2. As vacinas do COVID-19 não foram fabricadas pela Pfizer ou Moderna, mas por empreiteiros militares. As vacinas da Covid-19 foram chamadas de “armas biológicas” em um tribunal holandês.

Sob ordens do ilegítimo governo Biden, a extinta USAID, que era um tentáculo da CIA, usou bilhões do dinheiro dos contribuintes americanos para impor a farsa pandêmica do Covid aos países do mundo. Depois que Trump extinguiu a USAID e retirou os EUA da organização terrorista da OMS, os banqueiros globalistas da City de Londres entraram em pânico pois não contavam mais com o poder militar e financeiro dos EUA para forçar o mundo todo a obedecer a agenda globalista. Então os maçons satanistas pedófilos do governo britânico resolveram lançar uma nova guerra pandêmica contra a população global sem a ajuda dos EUA, o que irá falhar. O governo britânico acaba de divulgar um novo “PLANO DE PANDEMIA”.
O projeto de lei “All Pandemics Hazard Bill” visa facilitar a aplicação de lockdowns e outras medidas drásticas, e £ 1 bilhão já foi alocado, visto que uma nova pandemia fabricada é considerada uma “certeza”. O plano, divulgado pelo Departamento de Saúde e Assistência Social, baseia-se na visão do governo de que outra pandemia é “inevitável”. No entanto, as autoridades esperam que ela seja diferente dos surtos anteriores, exigindo uma resposta mais “flexível e adaptável”.
De acordo com o The Telegraph , a estratégia propõe a introdução de um “Projeto de Lei para Todos os Riscos de Pandemias”, uma legislação que permitiria ao governo adaptar rapidamente as medidas de emergência em resposta à forma como uma doença se espalha. O Departamento de Saúde e Assistência Social será responsável pela elaboração do projeto de lei, que deverá ser concluído até março de 2027. Sem o apoio financeiro e militar dos EUA, o plano da City de Londres para ressuscitar a farsa pandêmica do Covid com outro nome será um completo fracasso.
A “pandemia” da gripe suína foi oficialmente uma farsa, e o Covid-19 também. A Big Pharma está lucrando novamente.
Joe Quinn
Sott.net
Sexta-feira, 13 de março de 2020
Caso alguém não entenda por que você pode, ou deve, ser cético quanto à gravidade da suposta ameaça do coronavírus. Como ocorreu entre o início de 2009 e o final de 2010, estima-se que a pandemia de “gripe suína” tenha infectado até 1,4 bilhão de pessoas ao redor do mundo e matado entre 150.000 e 575.000 (a “gripe” quase nunca é registrada como causa de morte nas certidões).
Embora muitos governos tenham, na época, falado sobre a ameaça daquele vírus, não houve nada parecido com o nível de histeria que estamos vendo hoje em relação ao “coronavírus”. Hoje, muitos líderes políticos falam em termos exagerados e apaixonados sobre o coronavírus, que estão completamente desconectados das taxas reais de infecção e fatalidades que ele causou.
Considere a declaração de hoje do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, de que esta é “a pior crise de saúde pública em uma geração” e que “esta doença é mais perigosa e vai se espalhar ainda mais… mais famílias vão perder entes queridos antes do tempo”
UK PM Boris Johnson: “This is the worst public health crisis for a generation. Some people compare it to seasonal flu, alas, that is not right … this disease is more dangerous and it’s going to spread further … more families are going to lose loved ones before their time.” pic.twitter.com/xtz4WvbLtG
— Axios (@axios) March 12, 2020
A declaração de Johnson é manifestamente falsa. O coronavírus NÃO é, até agora, “a pior crise de saúde pública em uma geração”. Houve um total de duas, sim, DUAS, mortes pelo vírus no Reino Unido (com 116 pessoas infectadas). Em julho de 2009 (após o qual os testes de rotina foram descontinuados), houve mais de 24.000 casos confirmados laboratorialmente de gripe suína na Inglaterra e na Escócia e 392 mortes. Apenas alguns meses antes, o governo britânico afirmou que 65 mil pessoas poderiam morrer. Sim, é provável que mais britânicos (idosos e pessoas com problemas de saúde subjacentes) sucumbam ao coronavírus, mas muitos mais morrerão como resultado indireto da gripe sazonal.
Por que a gripe sazonal não está sendo caracterizada como a “pior crise de saúde em uma geração”? É simplesmente porque acontece todo ano? Ou será porque já existe um sistema bem lubrificado que fornece vacinas contra a gripe produzidas por grandes empresas farmacêuticas e que são administradas a 1,5 milhão de britânicos todos os anos? Embora os comentários de Johnson possam ser interpretados como “liderança responsável”, eles são, na verdade, altamente irresponsáveis e provavelmente produto de cinismo e oportunismo.
A histeria viral significa que a Big Pharma a financiou
Em Janeiro de 2010, Wolfgang Wodarg, um deputado alemão formado em medicina e que agora preside o comitê de saúde do Conselho da Europa, alegou que grandes empresas organizaram uma “campanha de pânico” em torno da gripe suína para pressionar a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma “falsa pandemia” para vender vacinas. Wodarg disse que a campanha contra a gripe da “falsa pandemia” da OMS é “um dos maiores escândalos de medicamentos do século”.
Ele disse que a campanha da “falsa pandemia” começou em maio de 2009 na Cidade do México, quando cerca de cem casos “normais” de gripe relatados foram declarados como o início de uma nova pandemia ameaçadora, embora tenha dito que havia pouca evidência científica para isso. No entanto, ele argumentou que a OMS, “em cooperação com algumas grandes empresas farmacêuticas e seus cientistas, redefiniu as pandemias”, removendo a declaração de que “uma quantidade enorme de pessoas contraiu a doença ou morreu” de sua definição existente e substituindo-a simplesmente afirmando que tem que haver um vírus que se espalhe além das fronteiras e ao qual as pessoas não tenham imunidade.
Em Março de 2010, o Conselho da Europa lançou um inquérito sobre “a influência das empresas farmacêuticas na campanha global contra a gripe suína”, o descobertas do qual foi uma leitura interessante.
“Os tentáculos da influência das empresas farmacêuticas estão em todos os níveis do processo de tomada de decisão”, disse Paul Flynn, então deputado trabalhista do Reino Unido que fazia parte do comité de saúde do Conselho. “Deve ser correto que a OMS seja transparente porque tem havido distorção das prioridades dos serviços de saúde pública em toda a Europa, desperdício de enormes somas de dinheiro público e provocação de medo injustificado.”
Embora os peritos consultados não escondessem os laços da indústria noutros contextos, declarando-os em artigos de investigação e em universidades, a própria OMS não divulgou publicamente nenhum deles nas suas orientações seminais de 2004. Na sua nota, a OMS aconselhou: “Os países que estão considerando o uso de antivirais como parte de sua resposta à pandemia precisarão estocar com antecedência.” As falsas pandemias não passam de esquemas de lavagem de dinheiro para políticos e empresas corruptas.
Uma investigação de 2010 pela Revista Médica Britânica e o Bureau of Investigative Journalism mostrou que as orientações da OMS emitidas em 2004 foram escritas por três cientistas que já haviam recebido pagamento por outros trabalhos da Roche, que fabrica o Tamiflu, e da GlaxoSmithKline (GSK), fabricante do Relenza (outro medicamento antigripe). Estima-se que as empresas farmacêuticas tenham arrecadado mais de US$ 7 bilhões enquanto os governos estocavam medicamentos para combater a gripe suína.
Em 12 de abril de 2010, Keiji Fukuda, o principal especialista em gripe da OMS, declarou que o sistema que levou à declaração de uma pandemia de gripe suína levou à confusão sobre o vírus que circula pelo mundo e expressou preocupação com a falha na comunicação em relação às incertezas sobre o novo vírus que acabou não sendo tão mortal quanto se temia.
Em junho de 2010, Fiona Godlee, editora-chefe do BMJ, publicou um editorial que criticava a OMS, dizendo que uma investigação havia divulgado isso alguns dos especialistas que aconselharam a OMS sobre a pandemia tinham laços financeiros com empresas farmacêuticas que produziam antivirais e vacinas. Margaret Chan, Diretora-Geral da OMS, respondeu afirmando: “Sem dúvida, o artigo e editorial da BMJ deixarão muitos leitores com a impressão de que a decisão da OMS de declarar uma pandemia foi, pelo menos parcialmente, influenciada pelo desejo de aumentar os lucros da indústria farmacêutica.”

Dado que já existiam medicamentos disponíveis para tratar a gripe suína, havia pouca necessidade de prolongar a histeria sobre esse vírus específico para além da propaganda inicial, e os governos de todo o mundo gastaram bilhões de dólares a armazenar o que as grandes empresas farmacêuticas tinham para oferecer. O coronavírus é diferente porque, até o momento, não há “cura” para a doença (espere um pouco). Como resultado, a histeria deve ser prolongada artificialmente até que empresas como Johnson & Johnson e Pfizer consigam juntar alguma coisa. Até lá, muitos países estão tomando medidas ridiculamente extremas, como proibir todos os eventos públicos, fechar escolas por meses e insistir que populações inteiras fiquem em ambientes fechados (ou “abrigo no local”, se preferir) até novo aviso.
Você deve ter notado o recente anúncio do governo Trump de proibir todas as viagens da UE, exceto para o Reino Unido e a Irlanda. Esta foi provavelmente uma manobra política calculada numa tentativa de cortejar os governos e povos locais e aumentar a percepção de uma “relação especial” entre os dois (ou três) países, especificamente no que se refere aos cuidados de saúde. Não é segredo que o governo britânico está negociando um acordo comercial “incrível” com os EUA após o “Brexit”.
Também não é segredo que parte desse acordo comercial incluirá o acesso das grandes empresas farmacêuticas dos EUA ao Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e, muito provavelmente, um aumento de muitas vezes no preço dos medicamentos prescritos no Reino Unido para corresponder ao seu custo exorbitante nos EUA. Com o objetivo de trazer alguma perspectiva de volta ao alarmismo atual sobre o coronavírus, confira este gráfico das doenças que são as principais causas de mortes diárias ao redor do mundo e, se necessário, priorize a proteção contra a febre amarela antes de agir contra o coronavírus.
A pergunta que não quer calar, quais das doenças listadas abaixo estão sendo causadas pelas vacinas “seguras e eficazes” da máfia farmacêutica que lucra bilhões com doenças? Além da vacinas, várias doenças são causadas por desnutrição, falta de higiene, falta de saneamento básico e envenenamento de alimentos, água e ar. Quantas doenças estão sendo causadas pelos aviões que sobrevoam as cidades e pulverizam produtos químicos tóxicos sobre a população? E esse envenenamento vem sendo feito com a TOTAL CONIVÊNCIA dos governos “democráticos”.

Canais de desinformação estão divulgando a falsa alegação de que o Secretário do Exército Hegseth removeu o Chefe do Estado-Maior Randy George e outros generais por se oporem a uma suposta invasão terrestre do Irã. Nada poderia estar mais longe da verdade. George e os demais eram militares traidores do exército e do povo americano.
George, em particular, acobertou casos de lesões causadas pela vacina da Covid-19, sofridas por milhares de militares americanos. Trump está simplesmente removendo as maçãs podres das Forças Armadas dos EUA e a esquerda globalista está histérica. Um denunciante da Marinha dos EUA revelou um aumento de 973% em casos de insuficiência cardíaca em pilotos militares que foram vacinados.
- O Secretário do Exército solicitou que o General Randy George, Chefe do Estado-Maior do Exército, renuncie.
- Uma soldado ferida pela vacina contra a COVID disse que o General George “ignorou” seu caso até que nossa investigação expôs registros militares vinculando seus três ataques cardíacos à vacina de mRNA.
- Aos 24 anos, os ferimentos cardíacos de Karoline Stancik eram tão graves que ela precisou de um marca-passo.
- Durante o governo Biden, Stancik foi indevidamente dispensada e perdeu seu seguro médico militar.
- Após nossa investigação, Stancik foi finalmente aposentada por motivos médicos e recebeu parte do pagamento retroativo.
- Stancik disse que ainda está trabalhando com o Departamento de Assuntos de Veteranos para resolver sua dívida médica.
NEW: @SecWar has asked Gen. Randy George, the Army Chief of Staff, to step down.
A covid vaccine injured soldier says Gen. George “ignored” her case until our investigation exposed military records linking her three heart attacks to the mRNA vaccine.
At the age of 24,… pic.twitter.com/U1jncoLquu
— Catherine Herridge (@C__Herridge) April 2, 2026
Há seis anos o mundo foi paralisado pelo golpe “pandêmico” das elites maçônicas globalistas.
Eles mentiram: O declínio das doenças foi impulsionado pelas condições de vida, não pelas vacinas.






































