Existe muita confusão sobre todos esses eventos roteirizados apresentados pela grande mídia. Primeiro, qualquer evento que esteja sendo coberto pela mídia pode ser semi-real, com uma história distorcida para se adequar às suas agendas, ou totalmente falso, como se fosse inventado pela polícia e autoridades governamentais. Também pode ser encenado, como um exercício, usando agentes do governo, policiais, militares e atores de crise. E em alguns casos, isso pode ser real usando um bode expiatório que faz parte de programas de controle mental MK Ultra da CIA, MI6 ou Mossad.
No entanto, sejam eles reais (pessoas morrem) ou falsos (atores de crise), todos são pré-planejados, ritualísticos e feitos em números. E é isso que alguns perfis nas redes sociais e sites alternativos denunciam o ritual, o simbolismo e os números por trás dele. Eles expõe o fato de que certos eventos são planejados e executados pelo seu governo “democrático”, por autoridades e pelas sociedades secretas por trás deles. Lembre-se, sua lealdade às suas sociedades secretas, como na Maçonaria e na Ordem dos Jesuítas, é muito mais forte do que qualquer falsa posição oficial ou dever público.
Em outras palavras, não dá para dizer com 100% de certeza se um evento foi encenado por atores de crise (a maioria deles é) ou se foi realizado por um agente controlado pela mente e as pessoas realmente se machucaram ou morreram. No entanto, fingir é muito mais fácil e seguro porque eles não cometeram um crime e os parentes não podem processar ou investigar – já que não há vítimas reais. Além disso, na maioria das vezes você pode ver isso pela má atuação se houver imagens de vídeo disponíveis, mas você nunca pode ter 100% de certeza – nem mesmo se você estivesse lá e visse.

Um ator de crise é um indivíduo que desempenha um papel em um evento encenado numa operação de falsa bandeira (false flag) por uma agência de inteligência para manipular a opinião pública, controlando as informações que o público recebe sobre o evento. Os atores de crise são usados para interpretar heróis, vítimas, especialistas e testemunhas frequentemente entrevistados pela mídia fake news no local para garantir que: #1 – Testemunhas oculares reais não digam nada e #2 – que o público da TV receba os pontos de discussão específicos que reforçam a narrativa ou orientam o público a aceitar a “solução” predeterminada que sempre foi o objetivo do crime organizado.
Os governos e a mídia usaram “atores de crise” parar criar simulações de pessoas doentes em hospitais e locais públicos para enganar o público durante a farsa pandêmica do Covid. As pessoas precisavam ser aterrorizadas, com o medo da morte, para aceitar a perda de suas poucas liberdades e serem cobaias das vacinas experimentais tóxicas. Esse vídeo mostra como a mídia fake news e os governos “democráticos” usaram atores de crise para enganar as pessoas com a farsa do coronavírus. A China usou exércitos de atores de crise para amedrontar o mundo todo. Essa é uma encenação de um hospital recebendo pacientes do Covid feito sob encomenda do governo de Israel.
— rcunha50 (@RCunha50) April 8, 2026
Você pode ter 100% de certeza de que isso foi pré-planejado e executado pelos números, pois eles nunca mentem. Não existe um número infinito de coincidências em cada evento. Não é possível. Vários eventos que aparecem na mídia foram encenados usando atores de crise e que ninguém se machucou ou morreu. Eles fingem um tiroteio, um ataque terrorista, um hospital cheio de “feridos e doentes” e ninguém se feriu ou morreu, e assim nenhum crime foi cometido.
E como eles representam o governo, isso foi realizado para o “bem maior”, como no “bem da nação”. Portanto, é legal aos olhos deles e nenhum dos participantes pode ser acusado. Muitos dos eventos que aparecem na mídia foram encenados, totalmente falsos, ainda mais hoje com a tecnologia de Inteligência Artificial e CGI, onde as agências de inteligência nem precisam contratar atores de crise ou arranjar locais para filmagens. Tudo é feito no computador. Quanto mais avançada for a IA mais realista ficam as fotos e vídeos, tanto que será difícil para alguém saber se é real ou falso.
A maioria dos eventos são encenados até que se prove o contrário. A maioria das coisas que aparecem nas manchetes foi encenado por atores, e todos servem aos rituais e agendas da Maçonaria. Eventos trágicos reais em que as pessoas são realmente feridas e mortas como atentados terroristas, ou pela violência de gangues, roubos ou outras ações criminosas, a maioria desses eventos foi orquestrada por agências de inteligência maçônicas.

A Central Casting (estabelecida em 1925) se tornou conhecida como a principal empresa de elenco de Atores de Fundo para a indústria do entretenimento, com escritórios na Geórgia, Los Angeles, Louisiana e Nova York. A Central Casting também fornece sósias para atender agendas políticas e corporativas. O que é a política além de entretenimento para distrair e manipular as massas ingênuas? Em vários eventos públicos Donald Trump fez piada de que vários políticos, generais, juízes e CEOs são atores da “Central Casting”. Trump está dizendo ao público que o governo é uma fraude.
Lembra daquele vírus que só era mortal quando as câmeras de TV estavam ligadas? Eles retiraram as máscaras pois sabiam que tudo era uma farsa para enganar os milhões de trouxas histéricos que acreditaram em tudo o que as pro$tituta$ da mídia disseram.
Remember that virus that was only deadly when the tv cameras were on? pic.twitter.com/cFywgFueVc
— healthbot (@thehealthb0t) April 7, 2026
No passado, todos esses eventos encenados, que são operações psicológicas, eram criados pela CIA, divisões dentro do Serviço Militar e de Inteligência/Secreto ou organizações equivalentes. Naquela altura, estes exercícios eram geralmente de menor escala e envolviam principalmente membros de sociedades secretas, como os maçons e funcionários governamentais de confiança, pessoas que tinham sido condicionadas a seguir ordens e a fazer tudo pelo melhor do seu país.
Ao perceberem o quão fácil e eficaz isso era como ferramenta de controle, para moldar uma realidade falsa, especialmente quando entregue às pessoas através seus próprios canais de mídia, eles começaram a usar atores de crise sob a mesma premissa, de que esses eventos estavam sendo orquestrados para aprender, ensaiar e evitar que “eventos reais” acontecessem, e que eles eram encenados e apresentados como reais ao público para o melhor do país — para alertar, preparar e condicionar as massas.
Tudo isso levou a Lei de Modernização Smith-Mundt de 2012, uma lei aprovada por Barack Obama que permite ao Governo dos EUA tratar o povo americano como “inimigo do Estado”, tal como trataria um inimigo estrangeiro, e isto permitindo que eventos encenados e falsos sejam tratados como filmes e usados pelos meios de comunicação como propaganda e condicionamento. Sim, eles legalizaram tiroteios encenados e falsos, atentados a bomba, ataques terroristas, ou o que quer que eles gostem de ser apresentados como reais.
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Isso significa que todos os envolvidos são protegidos por lei e que qualquer um que diga que não foi real será considerado um inimigo do Estado, um traidor. Isso também significa que eles não matam ninguém, pois isso seria um crime e colocaria em risco a operação. Embora pessoas altamente treinadas do governo não se importem, agentes de crise empregados podem surtar. E se ninguém se machucou e ninguém morreu, nenhum crime foi cometido, foi simplesmente um exercício de treinamento para o “bem maior da nação”.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) April 20, 2026
E isso nos leva à configuração de todos esses eventos. Mesmo quando você encena um ‘acontecimento’ durante um evento real com pessoas reais por perto, é extremamente fácil, pois tudo é configurado e roteirizado em detalhes, assim como um filme. Bonecas e adereços são escondidos e preparados. E essa tecnologia está extremamente avançada há pelo menos 40 anos. Num evento de bandeira falsa, atores de crise ficam espalhados entre pessoas comuns, e são eles que distrairão e influenciarão as pessoas que estão lá e não tem a mínima ideia do que vai acontecer.
Esses atores da crise serão então a voz principal do que aconteceu e influenciarão aqueles que estavam no local onde aconteceu um evento de bandeira falsa. E também deveria ser mais do que óbvio que as únicas pessoas entrevistadas pelos meios de comunicação social sejam estes mesmos atores de crise. As agências de inteligência jogam dos dois lados compartilhando imagens e histórias falsas que apoiam o evento encenado como sendo “real”, ao mesmo tempo que postam memes mal feitos ou teorias da conspiração exageradas que farão com que aqueles que afirmam ser um evento encenado falso pareçam uns idiotas.






































