O presidente Trump lança uma revolução nacional para abolir o imposto sobre propriedade, provocando ondas legislativas por toda a América. Da Flórida à Dakota do Norte, estados estão seguindo seu exemplo no que pode se tornar o movimento de libertação econômica mais poderoso da história dos EUA. Num momento histórico que imediatamente ganhou as manchetes, o presidente Donald J. Trump defendeu a eliminação completa do imposto sobre propriedade em todos os Estados Unidos — sem taxas, sem contas, sem impostos locais.
A declaração, feita em seu estilo direto característico, já incendiou o debate nacional sobre habitação, tributação e liberdade. O sistema anterior, em que os americanos pagavam impostos anuais sobre os imóveis que já haviam comprado, está agora sendo contestado publicamente no mais alto nível. O imposto sobre propriedade é um pilar do financiamento municipal, sustentando escolas públicas, segurança pública, bombeiros, manutenção de estradas e uma ampla gama de outras necessidades locais. Devido a esse papel central, a sugestão gerou intenso debate e preocupação tanto em nível estadual quanto federal.
Os defensores da proposta argumentam que o imposto sobre propriedade impõe um fardo financeiro significativo aos proprietários de imóveis, especialmente aposentados, pessoas de renda média e aqueles que vivem com renda fixa. Eles acreditam que a eliminação desses impostos poderia proporcionar alívio financeiro a longo prazo, ajudar as pessoas a permanecerem em suas casas e incentivar o aumento do consumo, o que poderia beneficiar a economia em geral.
Os críticos, no entanto, enfatizam que esse imposto está entre as fontes de receita mais confiáveis para os governos locais. Removê-lo sem um plano de substituição claro, alertam, poderia criar grandes lacunas de financiamento, levando a cortes em serviços essenciais ou à redistribuição de impostos para outros setores. Tais resultados, argumentam os oponentes, poderiam enfraquecer os sistemas de educação pública, os serviços de emergência e o desenvolvimento de infraestrutura, com o maior impacto sentido no nível comunitário.
No geral, a proposta reacendeu um debate nacional sobre reforma tributária, equidade e a melhor maneira de financiar os serviços governamentais. Ela destaca o quão profundamente os impostos sobre a propriedade estão entrelaçados na estrutura econômica do país e ressalta a dificuldade de equilibrar o alívio tributário com o apoio contínuo a serviços públicos vitais. Mas o que os críticos não mencionaram é que bilhões dos impostos dos contribuintes, que poderiam financiar escolas públicas, segurança pública, bombeiros, manutenção de estradas e outras necessidades locais, estão sendo roubados através de esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro envolvendo os governos locais.

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No modelo atual, mesmo depois de quitar a hipoteca, os proprietários continuam sob o risco de perder suas casas caso atrasem o pagamento de impostos. A proposta de Trump visa acabar com esse ciclo de dependência, dando às famílias o poder de realmente possuírem seus imóveis, para sempre, sem mais ser ameaçado de perder sua casa se não pagar o aluguel ao governo.
Milhões de americanos, especialmente aposentados, veteranos, agricultores e proprietários de imóveis da classe trabalhadora, estão sendo esmagados pelo aumento das avaliações e multas locais. A visão de Trump busca restaurar a dignidade econômica e a estabilidade financeira daqueles que construíram a América. Este plano representa um retorno à propriedade constitucional, onde as casas são sagradas, e não arrendadas do Estado.
O SISTEMA QUE MANTÉM OS AMERICANOS EM ACORRENTES FINANCEIRAS
Os impostos sobre a propriedade têm sido, há muito tempo, o fardo invisível das famílias americanas. Eles supostamente financiam serviços essenciais como escolas, bombeiros e governos locais, mas ao custo de transformar os cidadãos em contribuintes perpétuos por terras e casas que eles já trabalharam arduamente para conquistar. A posição de Trump é simples: transferir a responsabilidade dos proprietários de imóveis para novos mecanismos de financiamento mais justos.
Não se trata apenas de um ajuste fiscal, é um realinhamento político profundo. Diz-se que sua administração está analisando modelos em que repasses federais e taxas opcionais baseadas em vendas poderiam substituir os impostos sobre propriedade locais, sem comprometer a educação ou os serviços de emergência. Mas por que a população é obrigada a pagar impostos sobre propriedade? Bilhões de dólares dos impostos dos contribuintes são perdidos todo ano em fraudes, pagamentos indevidos e esquemas de lavagem de dinheiro.

Em 2024, o Government Accountability Office divulgou um relatório estimando que o governo federal perde até US$ 521 bilhões por ano com fraudes. Mas outros especialistas em fraude acreditam que o governo americano está perdendo entre US$ 550 bilhões e cerca de US$ 750 bilhões por ano. E para onde vai esse dinheiro proveniente de fraudes? Não é que está faltando dinheiro para financiar a educação ou os serviços básicos e de emergência, o problema é que está sendo roubado.
O governo Biden transferiu entre US$ 350 e US$ 400 bilhões em armas e dinheiro para sustentar a guerra da OTAN na Ucrânia. Sem essa ajuda a guerra teria terminado em um dia. A Ucrânia funciona como uma lavanderia de dinheiro público para políticos democratas e republicanos pois uma parte desse dinheiro volta para os EUA para bancar as campanhas políticas de políticos corruptos.
Quando Elon Musk estava no comando do Departamento de Eficiência Governamental dos EUA (DOGE) em 2025, ele descobriu que, durante o governo Biden, cerca de US$ 4,7 trilhões em pagamentos do Departamento do Tesouro não tinham um código de rastreamento crítico, tornando o rastreamento das transações “quase impossível.” De acordo com o DOGE, as transações não tinham o Símbolo da Conta do Tesouro (TAS), um código de identificação que conecta um pagamento do Tesouro a um item da linha orçamentária.
Em resumo, eles não tem como rastrear uma montanha de US$ 4,7 trilhões que simplesmente “sumiu” dos registros. Se isso acontece nos EUA, imagina então no Brasil e outros países. Os democratas roubaram bilhões de dólares dos contribuintes americanos em esquemas de lavagem de dinheiro envolvendo imigrantes ilegais. Depois eles tem a audácia de falar que o governo está “sem dinheiro” e precisa socar mais impostos na população.
UMA FAÍSCA QUE INCENDEIA O DEBATE SOBRE A MORADIA
Embora ainda não tenha sido apresentado um projeto de lei formal, governadores e legisladores em estados conservadores estão explorando ativamente estruturas para implementar a política em níveis estaduais ou locais. Segundo relatos, a Flórida, o Texas e Dakota do Sul estão realizando análises jurídicas sobre como reduzir a tributação sobre a propriedade sem prejudicar o financiamento da educação. O governo federal, por meio da equipe econômica de Trump, está preparado para apoiar os estados que adotarem reformas favoráveis aos proprietários de imóveis .
Isso pode marcar o início de uma revolução habitacional na América, uma revolução em que as pessoas não precisarão mais viver sob a ameaça de despejo por parte do fisco. O que começou como uma declaração de Trump está se tornando um movimento nacional. De acordo com uma análise da FOX News, vários estados estão debatendo oficialmente maneiras de eliminar ou reduzir drasticamente os impostos sobre a propriedade.
A proposta HJR201 da Flórida visa eliminar a maioria dos impostos sobre a propriedade, exceto aqueles destinados ao financiamento direto das escolas, com uma votação provável em 2026 .
O estado de Illinois está considerando isentar proprietários de imóveis de longa data, embora a política enfrente forte reação negativa de proprietários de imóveis mais recentes.
O Kansas propõe um fundo soberano semelhante ao da Noruega, substituindo a receita tributária pela receita do petróleo e do imposto sobre vendas.
O estado de Dakota do Norte poderá financiar serviços essenciais integralmente por meio de seu Fundo Legado, baseado em recursos petrolíferos , tornando-se potencialmente o primeiro estado dos EUA a eliminar completamente o imposto predial.
Os cidadãos de Ohio reuniram assinaturas suficientes para incluir uma proibição total do imposto predial na cédula eleitoral de 2026 , apesar das preocupações com a receita de substituição.
A Pensilvânia está explorando discretamente modelos híbridos para alívio tributário em nível local.
O que antes parecia ficção política agora é uma realidade política tanto em estados republicanos quanto em estados indecisos.
Vozes da oposição argumentam que escolas e serviços de emergência entrariam em colapso sem o imposto sobre propriedade, mas não falam nada sobre os bilhões que são roubados em esquemas de lavagem de dinheiro público envolvendo políticos. Mas a equipe de Trump deixou claro: financiamento alternativo é possível, e os proprietários de imóveis americanos não devem mais ser vítimas da má gestão burocrática.
A resposta do público tem sido impressionante. Nas redes sociais, milhões de americanos estão expressando esperança, alívio e uma renovada crença no Sonho Americano. “Finalmente, alguém que entende que trabalhamos para ter nossa própria casa, e não para pagar aluguel ao governo para sempre!”, escreveu um apoiador de Trump no X.
A proposta de Trump de eliminar o imposto sobre propriedade deixou de ser apenas uma ideia e se tornou uma política em ação. Seja por meio de votações estaduais, emendas constitucionais ou modelos financiados pelo petróleo, o futuro da propriedade imobiliária nos Estados Unidos está sendo reescrito em tempo real. E tudo começou com uma declaração: ‘Chega de impostos sobre a propriedade em todos os Estados Unidos!’
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Eric Trump, o filho de Donald Trump, apresentou a futura Biblioteca Presidencial Donald J. Trump que será construída em Miami, Flórida, e será um testemunho duradouro de um homem incrível, um desenvolvedor incrível e o maior presidente que os Estados Unidos já conheceu.
🚨 FIRST LOOK: The Donald J. Trump Presidential Library is officially here.
Over the past six months, I have poured my heart and soul into this project with my incredible team at @Trump.
This landmark on the water in Miami, Florida will stand as a lasting testament to an… pic.twitter.com/azV1hx0HG2
— Eric Trump (@EricTrump) March 31, 2026
Obama desviou US$ 400 milhões dos paletes de dinheiro do Irã por meio da Embaixada de Dubai para agentes italianos e para o Merrill Lynch em Genebra para alimentar a eleição roubada de Trump em 2020, que foi exposta, sob juramento, por Maria Zack. Em troca, autoridades da empresa italiana Leonardo SpA usaram satélites militares e ferramentas da CIA, como Hammer e Scorecard, para hackear máquinas de votação dos EUA, transferindo votos de Trump para Biden, juntamente com outros métodos fraudulentos, máquinas, cédulas enviadas pelo correio e acesso remoto.
A China coordenou a operação com tecnologia e subornos, a CIA supervisionou as eleições roubadas de 2020 e o FBI encobriu-as, tudo para instalar o falso Biden como um fantoche da Cabala e das potências estrangeiras. Este cartel global de fraude eleitoral é a maior ameaça à democracia americana e ao mundo. Foi esse mesmo cartel que fraudou a eleição de 2022 no Brasil, hackeando as urnas eletrônicas e transferindo milhões de votos de Jair Bolsonaro para o ex-presidiário Lula.
Obama diverted $400 million from Iran’s pallets of cash through the Dubai Embassy to Italian operatives and Merrill Lynch in Geneva to fuel the stolen 2020 election, which was exposed, under oath, by Maria Zack.
In return, Leonardo SpA officials used military satellites and CIA… pic.twitter.com/nPi8DcBsi3
— The SCIF (@TheSCIF) April 5, 2026
Trump destrói a Agenda 2030 dos globalistas: “Você não possuirá nada, mas será feliz”.






































