O Dia D (Disclosure Day), de Steven Spielberg, é mais um renascimento do engano maçônico dos “deuses alienígenas”. Depois de décadas sendo ridiculizados pela mídia como “teoria da conspiração”, os ETs estão agora em praticamente todos os lugares. As desesperadas elites maçônicas globalistas no Vaticano e City de Londres estão apostando tudo na operação psicológica dos “alienígenas”. Os pais de Spielberg são judeus de origem russa e ele teve uma criação judaica ortodoxa nos Estados Unidos.
Spielberg conhece bem as histórias fantasiosas do Genesis, que foram inspiradas nas histórias sumérias e seus “deuses” extraterrestres, os Anunnakis. Desde os seus primórdios, após a Segunda Guerra Mundial, a ufologia sempre esteve ligada à CIA, maçons, Hollywood (através da Programação Preditiva e Revelação do Método) e círculos ocultistas ligados à Nova Era. Spielberg faz parte desses círculos ocultistas para controlar a percepção das massas.

De acordo com as informações e comunicações dos taygeteanos nos sites swaruu.org e mariswa.co, o Antigo Testamento é uma cópia intencionalmente modificada das tabuletas sumérias pelos escribas levitas. O Antigo Testamento da Bíblia não é uma obra de “inspiração divina”, mas sim um subproduto direto da reciclagem e distorção das tabuletas sumérias e babilônicas.

A perspectiva taygeteana afirma que uma casta de sacerdotes antigos (os Levitas) usou esses registros mesopotâmicos modificados como base para criar uma sofisticada ferramenta de controle mental em massa. Nas tabuletas sumérias originais, os “deuses” (os Anunnakis) eram retratados como seres físicos avançados, divididos em facções rivais. Ao redigirem o Antigo Testamento, os escribas transformara os Anunnakis nos Elohim.
Segundo os taygeteanos, as tabuletas sumérias não representam a “verdade absoluta” sobre a origem da Terra. Em vez disso, elas são descritas como uma versão antiga da Bíblia — um nível planejado de desinformação e engenharia social deixado intencionalmente para ser encontrado e usado como ferramenta de controle mental e submissão da humanidade.
O fato dos escritos sumérios serem consideravelmente mais antigos que a Bíblia faz com que muitas pessoas acreditem que eles contêm a “verdade pura”. A antiguidade de um texto não é garantia de idoneidade. As tabuletas foram estrategicamente escritas por facções controladoras para servir de base para as religiões monoteístas subsequentes, garantindo que o homem sempre se visse como uma criação descartável, pecadora ou dependente de um “criador” externo.

A história contada nas tabuletas (e popularizada pelas interpretações do maçom Zacaria Sitchin) afirma que os Anunnakis modificaram geneticamente hominídeos nativos para minerar ouro. Para os taygeteanos, isso é uma distorção grave. Os humanos não são uma raça inferior criada em laboratório por deuses espaciais, são, na verdade, descendentes da raça lyriana que veio para a Terra há mais de 40.000 anos.
Ao aceitar a narrativa das tabuletas sumérias de que os humanos foram feitos para ser “gado” ou força de trabalho de seres superiores, a população humana aceita inconscientemente o papel de submissão. Isso desconecta o indivíduo de sua verdadeira soberania espiritual e de sua capacidade criativa intrínseca, entregando o poder pessoal as elites controladoras que operam nos bastidores do planeta.
As tabuletas sumérias e as traduções populares (especialmente as de Zecharia Sitchin) são vistas como narrativas profundamente manipuladas. O real propósito desses registros era apagar o passado interestelar dos humanos e instalar uma mentalidade de escravidão e adoração religiosa.
As principais críticas taygeteanas às tabuletas sumérias
A visão taygeteana subverte completamente a narrativa clássica do “astronauta antigo”. Abaixo estão os pontos centrais das críticas apresentadas nos sites oficiais:
A fraude e a agenda de Zecharia Sitchin
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Traduções tendenciosas: Zecharia Sitchin não traduziu as tabuletas de forma literal ou puramente acadêmica. O trabalho dele foi moldado e financiado por interesses dos Rockefeller e sociedades secretas para introduzir uma narrativa controlada sobre a origem extraterrestre.
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Erros intencionais: Sitchin inventou ou distorceu termos, como a própria dinâmica do planeta Nibiru e a necessidade de ouro para salvar a atmosfera de um planeta — para criar um enredo que fizesse sentido dentro de uma lógica de escassez e controle.
Degradação genética em vez de “criação”
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A origem lyriana: A perspectiva taygeteana defende que a raça humana atual descende diretamente de linhagens interestelares (principalmente lyrianos) que já possuíam um DNA altamente complexo e ativado. A humanidade nunca foi criada do zero na Mesopotâmia. Ela descende de uma raça estelar avançada, os lyrianos.
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O “bloqueio” do DNA: O que os textos sumérios chamam de “criação do Adapa” ou do trabalhador primitivo (Lulu) foi, na verdade, uma degradação genética. Os Anunnaki (especificamente as facções reptilianas e regressivas) não deram a vida aos humanos; eles suprimiram filamentos de DNA, limitando a percepção e a conexão espiritual dos humanos para torná-los dóceis e fáceis de manejar.
As tabuletas como “história dos vencedores”
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Propaganda política antiga: Para os taygeteanos, as tabuletas de argila encontradas na Suméria não são registros históricos isentos, mas sim a propaganda política e religiosa dos invasores (as facções Anunnaki que venceram os conflitos da época).
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Instituição do medo e da adoração: Ao registrar que os seres humanos foram feitos para servir aos “Deuses” e que devem a sua existência a eles, os opressores garantiram que as gerações futuras aceitassem a monarquia, a hierarquia e o sacrifício como ordens divinas e naturais.
A farsa do ouro monoatômico e da mineração
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Controle de percepção: A história de que os Anunnaki precisavam de escravos físicos para cavar buracos atrás de ouro bruto na África é considerada absurda do ponto de vista tecnológico dos taygeteanos. Uma raça capaz de viajar pelo espaço teria automação e tecnologia para obter qualquer elemento.
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Ouro como elemento metafísico: Se houve interesse no ouro, foi pelo seu uso em alta tecnologia eletromagnética e estados monoatômicos (manipulação de consciência), e não para “consertar uma atmosfera” como a narrativa de Sitchin sugere.
A Torá judaica (especialmente o livro do Gênesis) foi profundamente influenciada pelas antigas tradições e tabuletas mesopotâmicas (de origem suméria, acádia e babilônica). O contato mais intenso com esses textos ocorreu durante o Cativeiro da Babilônia, no século VI a.C., quando os escribas hebreus tiveram acesso direto às bibliotecas locais.
Para construir a identidade do seu povo, os redatores da Torá adaptaram mitos milenares como o Dilúvio Universal, a Criação do homem a partir do barro e a Torre de Babel, filtrando o politeísmo original para dar lugar a uma narrativa monoteísta centrada em Javé (Yahweh). Abaixo, veja como essa herança literária e mitológica foi absorvida e transformada na construção dos textos sagrados judeus.
O contexto histórico: O filtro da Babilônia
A maior parte da Torá começou a ser formalizada e editada como a conhecemos hoje durante o exílio babilônico. Quando a elite intelectual de Jerusalém foi levada para a Babilônia, os escribas judeus foram imersos na cultura e na literatura mesopotâmica, que guardava as memórias e cópias das antigas tabuletas sumérias.
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Reescrita identitária: Em vez de apenas copiarem as histórias, os escribas hebreus fizeram uma espécie de “reengenharia teológica”. Eles pegaram os épicos babilônicos e sumérios — onde os deuses eram briguentos, caóticos e caprichosos — e os adaptaram para demonstrar a soberania de um único Deus supremo, justo e moral.
Os grandes paralelos literários
Os primeiros onze capítulos do Gênesis são quase um espelho adaptado de três grandes textos mesopotâmicos: o Enuma Elish (o mito da criação babilônico), o Mito de Atrahasis (o épico do superpovoamento e do dilúvio) e a Epopeia de Gilgamesh.
O dilúvio universal (A tabuleta XI de Gilgamesh)
O paralelo mais impressionante e idêntico está na história de Noé. Na versão muito mais antiga da Mesopotâmia, o herói se chama Utnapishtim (ou Atrahasis).
Esta é a 11ª tabuleta do Dilúvio da Epopeia de Gilgamesh.

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A estrutura do relato: Nas tabuletas de Gilgamesh, o deus Enlil decide destruir a humanidade com uma inundação porque o barulho dos homens não o deixava dormir. O deus Enki, mais compassivo, avisa Utnapishtim em segredo e ordena que ele construa uma embarcação enorme.
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Os detalhes coincidentes: O texto sumério detalha as dimensões da arca, a ordem de colocar os animais dentro, a calafetagem com betume e o momento em que a arca pousa no topo de uma montanha (Monte Nimush). Assim como Noé, Utnapishtim liberta três pássaros (uma pomba, uma golondrina e um corvo) para testar se a água havia baixado.
A criação do homem e o Jardim do Éden
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O molde de barro: No Mito de Atrahasis, a deusa mãe Ninhursag molda os primeiros seres humanos misturando argila com o sangue de um deus sacrificado, para que os homens pudessem trabalhar no lugar dos deuses menores. No Gênesis, Deus molda o homem do pó da terra (barro) e sopra nele o fôlego da vida.
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O trocadilho perdido da costela: Na Suméria, o deus Enki adoece em vários órgãos, incluindo a costela. Para curá-lo, é criada a deusa Ninti. Em sumério, a palavra Ti significa tanto “costela” quanto “fazer viver”. Portanto, Ninti significa “A Dama da Costela” ou “A Dama que Faz Viver”. Ao traduzir esse conceito para o hebraico, o trocadilho linguístico se perdeu: Eva passou a ser feita literalmente da costela de Adão, embora seu nome (Chavah) ainda signifique “aquela que dá a vida”.
3. A Torre de Babel
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A confusão das línguas: No texto sumério conhecido como Enmerkar e o Senhor de Aratta, há um feitiço ou hino que descreve uma época em que toda a humanidade falava o mesmo idioma e louvava o deus Enlil. O deus Enki, por rivalidades políticas, decide alterar a fala na boca dos homens, introduzindo a discórdia e a confusão de línguas através das nações habitadas. O Gênesis adaptou esse pano de fundo para explicar a dispersão dos povos a partir da torre babilônica (o Zigurate de Etemenanki).
Tabela de correspondências acadêmicas
| Evento Teológico | Fonte Mesopotâmica Original (Tabuletas) | Adaptação na Torá (Gênesis) |
| A Criação do Cosmos | Enuma Elish (O caos primordial das águas personificado por Tiamat). | Gênesis 1 (O espírito de Deus paira sobre as águas profundas – Tehom, cognato de Tiamat). |
| A Criação da Humanidade | Mito de Atrahasis / Épico de Enki e Ninmah (Homem feito de argila + sangue divino). | Gênesis 2 (Homem feito do pó da terra + fôlego divino de vida). |
| O Dilúvio | Epopeia de Gilgamesh (Utnapishtim reconstrói o mundo após o barco pousar na montanha). | Gênesis 6-9 (Noé reconstrói a aliança humana após a arca pousar no Ararat). |
O Antigo Testamento possui raízes profundas nas narrativas mitológicas sumérias, em que a criação do ser humano ocorreu com o propósito de servir como mão de obra operária para “divindades”. Sob a ótica do ensaísta e tradutor bíblico Mauro Biglino, essa conexão se consolida ao identificar que os Elohim bíblicos e os Anunnakis sumérios referem-se exatamente ao mesmo grupo de seres biológicos e tecnologicamente avançados que colonizaram e governaram a Terra no passado.
Biglino aponta que a palavra Elohim é um termo plural que foi traduzido erroneamente de forma singular como “Deus” para fundamentar o monoteísmo. Na verdade, os Elohim seriam múltiplos governantes de carne e osso, dotados de grande longevidade e tecnologia avançada, mas que não eram onipotentes, oniscientes ou imortais. Ele defende que diferentes civilizações antigas descreveram os mesmos visitantes usando nomes próprios de suas respectivas línguas.
Assim, os seres que os sumérios chamavam de Anunnakis, os egípcios de Neteru e os babilônios de Ilanu, são os mesmos que a Bíblia chama de Elohim. Da mesma forma que o panteão sumério dividia regiões entre si, o Antigo Testamento narra que o conselho dos Elohim dividiu a humanidade em nações. Sob essa ótica, Yahweh (Jeová) não era o Deus supremo do universo, mas apenas um dos muitos Elohim, encarregado especificamente de liderar e governar o clã de Jacó/Israel.
Em vez de uma busca por salvação espiritual, a relação entre os humanos e os Elohim/Anunnakis na antiguidade era estritamente material e baseada na servidão física — o que se alinha diretamente aos relatos das tabuletas sumérias sobre a criação do homem para o trabalho e fornecimento de provisões aos seus senhores.
O texto abaixo é do jornalista italiano Cesare Sacchetti. Eu gosto dos textos dele e já os publiquei várias vezes nesse site, mas não concordo com tudo o que ele diz, pois Cesare é um católico fervoroso e defensor da Igreja Católica. Cesare ignora o fato de que o Vaticano está por trás da Nova Era, da agenda de engano extraterrestre e da própria maçonaria, que foi infiltrada no século XIX pelos jesuítas. Cesare acredita que seres extraterrestres são apenas demônios disfarçados e que as chamadas “abduções alienígenas” são experiências de possessão demoníaca.

Disclosure Day: A mais recente fraude maçônica de OVNIs de Steven Spielberg.
Por Cesare Sacchetti
Finalmente, o filme, há muito aguardado por muitos, chegou aos cinemas dos Estados Unidos. Disclosure Day, o mais recente trabalho do aclamado diretor Steven Spielberg, retorna um pouco às suas raízes. Após o sucesso de “Tubarão” em 1975 e a lendária caçada ao predador dos mares liderada pelo lendário ator inglês Robert Shaw, que interpretou o Capitão Quint ao lado de Roy Scheider, o diretor americano de origem judaica imediatamente se autodenominou um mestre, ou um profeta, da teoria da vida extraterrestre.
Em seu filme “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, Spielberg apresenta aos espectadores a possibilidade da existência de seres de outros mundos capazes de violar diversas leis da física e de serem os protagonistas de vários desaparecimentos não resolvidos, como o do famoso Esquadrão Aéreo 19, que desapareceu perto do infame Triângulo das Bermudas em 5 de dezembro de 1945.
No final da década de 1970, a ufologia havia se tornado efetivamente um fenômeno de massa. O público em geral estava cada vez mais atraído pela ideia de que os chamados extraterrestres existiam e que eles eram os verdadeiros deuses, os verdadeiros criadores da raça humana.
A capa promocional do filme já mostra que se trata de uma operação psicológica dos feiticeiros maçons com seu “Olho que tudo vê” em evidência.


As origens ocultas da ufologia
Já havia ocorrido uma explosão inicial do fenômeno OVNI após a década de 1930, quando vários membros da Sociedade Teosófica e de sua descendente espiritual direta, a Nova Era, começaram a falar sobre como os OVNIs eram, mesmo antes de serem uma manifestação tecnológica, uma externalização espiritual. Benjamin Creme foi um dos mais ativos divulgadores das teorias dos chamados “irmãos celestiais”.
Benjamin Creme

Creme foi um dos ocultistas e esoteristas mais infames da Nova Era, e dedicou toda a sua vida a preparar a humanidade para a chegada de extraterrestres, bem como para a misteriosa figura esotérica chamada Lorde Maitreya, um arquétipo anticristão. Segundo o pensamento da Nova Era, o alienígena é quem eleva a consciência humana, característica que o torna um agente religioso em todos os aspectos.
Em suas diversas manifestações ou transmissões de mensagens confiadas aos infames contatados, os extraterrestres falam precisamente da necessidade de fundar uma nova religião, coincidentemente, com traços esotéricos, hostil ao cristianismo e em todos os aspectos idêntica à praticada pela Maçonaria. Por essa razão também, falar de uma simbiose entre ufologia e maçonaria é totalmente pertinente, visto que ambas as religiões derivam da mesma raiz luciferiana que visa acompanhar a humanidade rumo à Nova Era.
A cinematografia desempenhou uma função essencial: a de esclarecer, ou em muitos casos humanizar, os OVNIs, a ponto de levar as massas a acreditar que existia outra história secreta, mantida em silêncio pela Igreja Católica, onde o homem não teria sido criado por Deus.

Em diversos programas de entrevistas na televisão, especialmente o do maçom Maurizio Costanzo, começou a surgir uma série de personagens improváveis: mágicos, astrólogos, ex-frades que se tornaram transgêneros e que acusavam o Vaticano de manter em segredo aquelas antigas “verdades”, aqueles textos secretos que demonstravam como o homem havia sido criado, em última análise, por extraterrestres.
O pai dessa “escola de pensamento” foi, sem dúvida, Zecharia Sitchin, que efetivamente deu origem a uma metaarqueologia e metahistória alienígenas, nas quais seres de outros mundos eram os progenitores das antigas civilizações suméria, babilônica e egípcia.
Zecharia Sitchin

Sitchin literalmente inventa uma tradução falsa de textos sumérios para transmitir a ideia de que o homem foi criado por esses supostos “Anunnaki”, seres celestiais que vieram de outros planetas e que teriam dado ao homem o conhecimento que lhe faltava. Mas Zacarias era mais do que apenas um lunático ou um impostor.
Sitchin era um agente de desinformação esotérica tão eficaz que, desde os seus primeiros passos, pôde desfrutar do apoio incondicional da poderosa família Rockefeller, um nome universal em conspirações maçônicas e globalistas, que lhe forneceu um escritório na praça dedicada a eles, a Rockefeller Plaza, no centro de Nova York.
O escritor de origem judaica também mantinha relações muito próximas com diversas agências de inteligência, em particular com o Mossad, que era muito ativo no financiamento de vários disseminadores de teorias sobre extraterrestres. Desde os seus primórdios, após a Segunda Guerra Mundial, a ufologia sempre esteve ligada a agências de inteligência e círculos ocultistas, inextricavelmente ligados à Nova Era.
A própria ideia de que existe uma conspiração governamental para silenciar a verdade sobre os extraterrestres é desmentida pelo fato de que os governos ocidentais têm trabalhado há mais de 50 anos para plantar na mente das pessoas a sugestão de que seres extraterrestres existem.
David Icke e a Teosofia
Aqueles que contribuíram substancialmente para a disseminação desse engano foram precisamente eles, os vários apoiadores da ufologia, a começar pelo infame David Icke, que na realidade não produziu nada que já não tivesse sido difundido na década de 1930, quando Orson Welles, na rádio NBC, realizou seus testes técnicos de operações psicológicas em massa, aterrorizando os americanos, convencidos de que marcianos haviam pousado na Terra.
Na verdade, Icke fez “suas” as teorias difundidas por uma figura como Maurice Doreal, que foi o primeiro a afirmar que os reptilianos eram os verdadeiros mestres da raça humana, a qual também foi submetida a experimentos híbridos, sem esquecer que Doreal fazia parte da Sociedade Teosófica da ocultista e satanista Madame Blavatsky.
David Icke

A ufologia é, simplesmente, uma faceta do mundo oculto, um engano maçônico que coloca a máscara do “alienígena” no demônio para desviar do território da verdade as diversas pessoas incautas que acabam na rede desses falsos profetas. Em diversas ocasiões, isso foi confirmado até mesmo por outro membro da Sociedade Teosófica, como Hugo Dowding, comandante da Força Aérea Britânica, a Royal Air Force.
Dowding, versado em práticas ocultistas, afirmou claramente em diversas palestras na década de 1950 que o fenômeno OVNI não deveria ser interpretado através de lentes extraterrestres, mas sim através de lentes extrassensoriais, uma vez que esses fenômenos são todos de natureza extradimensional.
O “alienígena” aparece e desaparece à vontade, possui poderes telecinéticos, manipula o espaço e o tempo e se aterroriza com o próprio nome de Cristo, como atestam centenas de testemunhos que concordam que, à mera menção do nome do Redentor, a entidade “alienígena” recua imediatamente.
Excelentes padres e bispos, do passado e do presente, explicaram a natureza do fenômeno, incluindo o Padre Amorth e o perseguido Monsenhor e exorcista Stephen Rossetti, afastado de seu cargo pelo perverso Cardeal Bergogliano e Arcebispo de Washington, DC, Robert McElroy, por ter tido a “ousadia” de alertar os fiéis de que os extraterrestres eram demônios disfarçados e que as chamadas “abduções alienígenas” eram, e são, experiências de possessão demoníaca.
McElroy provavelmente ficou incomodado com o fato de Monsenhor Rossetti estar fornecendo informações católicas corretas, mas isso não deveria ser surpreendente se considerarmos que, dentro da própria Igreja, vários padres e bispos foram porta-vozes da mentira maçônica, como Monsenhor Corrado Balducci , um dos primeiros a falar dos “irmãos celestiais”.
A linguagem do esoterista Benjamin Creme tornou-se a linguagem de vários prelados, um paradoxo que só pode ser explicado pela infiltração que sofreu por parte da Igreja Católica, que encontrou maçons disfarçados em suas fileiras, como já havia surgido em tempos desprevenidos na segunda metade do século XIX, após a publicação dos escritos da Maçonaria da Alta Vendita.
Spielberg e a reciclagem da operação psicológica alienígena
O filme Disclosure Day pode ser considerado um resumo, ou talvez uma reciclagem, dos enganos que acabamos de mencionar. Talvez devêssemos começar pelo primeiro capítulo desta operação psicológica, ou seja, a queda fantasma de um disco voador em 1947 em Roswell, Novo México, que foi seguida por uma tentativa de acobertamento por parte do governo para impedir que o público soubesse que uma nave de outro planeta havia caído em solo americano.
O local do chamado “acidente alienígena” em Roswell.

Muito já se falou sobre o episódio por diversos ufólogos que construíram uma narrativa ao longo de 80 anos a partir desse incidente, mas nada sobre o fato de que os principais divulgadores dessa tese, e as chamadas testemunhas privilegiadas, acabaram sendo generosamente financiados pela família Rockefeller. Os Rockefellers são os principais financiadores da mentira alienígena, como se vê no caso Sitchin, mas seu papel está presente em praticamente todas as invenções sobre extraterrestres.
Por exemplo, um dos temas mais debatidos na comunidade ufológica é o do misterioso grupo Majestic 12, uma espécie de unidade de elite do governo americano que supostamente tinha a missão de manter o segredo sobre os extraterrestres e lidar diretamente com eles. De acordo com essa linha de raciocínio, por volta da década de 1950, também foi assinado um tratado entre os Estados Unidos e representantes de uma raça alienígena, que previa o uso de tecnologia alienígena em bases militares americanas.
Os documentos foram divulgados a partir da década de 1980, espalhados por inúmeras páginas da internet no início da era digital, na década de 1990, sem, no entanto, especificar que já haviam sido examinados diversas vezes e considerados falsos.
Foram sempre os Rockefellers que incentivaram a sua ampla disseminação, prontos a emitir cheques generosos a vários divulgadores de OVNIs contratados apenas para convencer as massas de que houve um “acobertamento”, uma conspiração para esconder algo, quando na verdade a conspiração existia, mas com o propósito oposto: espalhar mentiras sobre extraterrestres o mais amplamente possível.
A Agenda Alienígena está no famoso jogo de cartas Illuminati New World Order (INWO).

Todo disseminador de informações alienígenas está sempre ligado a ambientes como os dos serviços secretos ou dos maçons, que utilizam o agitador de plantão para um vasto trabalho de descristianização das massas. Hollywood, governada por ocultistas e talmudistas desde a sua origem, serve precisamente a esse propósito.
Serve como uma enorme plataforma para espalhar a mentira, levando-a para os lares de pessoas ao redor do mundo, que talvez se convençam de que a ideia da existência de extraterrestres e da vontade dos governos de silenciá-los seja de fato verdadeira. A verdade é, como vimos, na direção oposta, mas o que é mais relevante neste momento é o momento escolhido para o lançamento deste filme.
Globalismo em busca da crise “alienígena”
Spielberg não produzia um filme tão “ambicioso” sobre extraterrestres há alguns anos, e talvez Hollywood sentisse a necessidade de envolver novamente um nome de peso do cinema mundial para trazer os extraterrestres de volta aos holofotes. Na verdade, há pelo menos 3 ou 4 anos que os meios de comunicação têm falado de forma compulsiva e obsessiva sobre seres de outros mundos.

O extraterrestre está praticamente em todo lugar: na televisão, nos jornais que falam insistentemente sobre “discos voadores” e até mesmo no site do Banco da Inglaterra, que publicou um documento oficial no qual menciona a necessidade de se preparar para uma “invasão alienígena”.

O establishment está certamente buscando uma nova crise artificial e falsa após o fracasso da farsa da pandemia, e os homenzinhos verdes, ou cinzentos, dependendo da variante, têm sido, sem dúvida, um dos pontos fortes da governança global desde a década de 1980.
Naquela época, o ex-presidente dos EUA, Ronald Reagan, já era muito ativo, tendo falado em seis ocasiões sobre como um ataque alienígena teria levado à necessidade de unir o mundo em uma única organização global para enfrentar o invasor marciano.
O alienígena, portanto, como o inimigo ideal para arrastar o mundo em direção à tão desejada centralização, e Reagan quase no papel de escritor fantasma do futuro Dia da Independência de 1996, no qual alienígenas invadiram a Terra e o presidente dos Estados Unidos se colocou à frente de uma resistência global para repeli-los.
Blue Beam: A tecnologia para simular uma “invasão alienígena”
Se havia uma ameaça real, não era a do “extraterrestre”, mas sim a daqueles países e serviços de inteligência que, naqueles anos, já investiam dezenas de milhões de dólares no infame projeto Blue Beam. Blue Beam era e continua sendo uma tecnologia que nos permite simular uma invasão alienígena de forma eficaz.
Por meio do uso de hologramas sofisticados, as diversas agências de inteligência ocidentais pretendiam encenar um enxame de discos voadores e vozes extraterrestres ecoando nos céus, a fim de levar a população mundial a um estado de pânico generalizado e forçá-la a aceitar quaisquer decisões tomadas pelos diversos governos.
O primeiro a falar sobre isso foi um pesquisador canadense, Serge Monast, que publicou uma documentação muito rica no início dos anos 90, na qual descreveu exaustivamente como a Maçonaria mundial se reunia periodicamente em Montreal para tomar suas decisões, entre as quais estava precisamente o uso da tecnologia Blue Beam, desenvolvida pela NASA, para simular o ataque dos marcianos.
Blue Beam e a simulação de um “ataque alienígena”

O alienígena, portanto, cumpre uma dupla função: uma espiritual, conduzindo gradualmente as pessoas ao mundo oculto, e uma política, ainda ligada à primeira, de convencer o mundo de que o extraterrestre está lá fora e que um governo mundial é necessário para repelir sua morte. Em seu filme, Spielberg repete, assim, mais uma vez os mesmos desvios que vêm sendo repetidos há mais de 50 anos, como um eterno retorno ao mesmo de sempre.
O cineasta, com fortes ligações à Maçonaria e acusado de pedofilia desde o seu filme Poltergeist na década de 1980, é, portanto, um mensageiro desses círculos. A elite globalista espera, portanto, ser salva pelos marcianos, mas, infelizmente para eles, nenhuma nave espacial de Zeta Reticuli pode ser vista no horizonte. No horizonte, surge aquilo que eles mais temiam. Um colapso da governança global e um retorno da fé.






































