Algo notável está acontecendo. Democratas abertamente comunistas estão vencendo eleições primárias por toda parte. O comunismo não é uma vertente marginal da esquerda; o comunismo está assumindo o controle.
O presidente Donald Trump tem se manifestado contra o que ele vê como uma reformulação radical do Partido Democrata ao falar sobre o comunismo em várias aparições recentes. “Eles são animais”, disse Trump em 26 de junho na Faith & Freedom Coalition. “Temos que acabar com essa horrível ameaça cancerosa que está permeando nosso país, chamada comunismo.”
Ele continuou esses ataques em uma entrevista coletiva na Casa Branca em 29 de junho, onde insistiu que o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, membro dos Socialistas Democratas da América (DSA) que concorreu pelo Partido Democrata em 2025, não era um “socialista”, mas sim um comunista.
“Acho que é a maior ameaça que existe para a nossa nação, talvez desde a nossa fundação,” disse Trump. “Isso inclui a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial, 11 de setembro, inclui o ataque a Pearl Harbor.”
PRESIDENTE TRUMP: “O comunismo é a maior ameaça ao nosso país em toda a sua história.” Mas o Islã também é uma ameaça igualmente perigosa aos EUA e outras nações pois é promovida pela esquerda radical, que se uniu ao islamismo radical contra a civilização ocidental.
PRESIDENT TRUMP: “Communism is the greatest threat to our country in its history.” pic.twitter.com/HhLPvfDUBf
— Department of State (@StateDept) August 5, 2026
Trump deveria ter falado de onde veio o comunismo e quem o espalhou como um câncer pelo mundo. As elites maçônicas satânicas da City de Londres e Coroa Britânica utilizaram ideologias nascidas na Grã-Bretanha, como o marxismo radical e o socialismo fabiano, como ferramentas estratégicas de dominação global.
A engrenagem secreta: Como o Império Britânico exportou o socialismo para controlar o mundo.

Toda a agenda anti-humana empurrada pela esquerda fascista foi criada em Londres. O Partido Democrata se aliou ao Partido Comunista Chinês para roubar a eleição de 2020 de Trump, usando a farsa pandêmica do Covid como arma, na qual o psicopata Anthony Fauci teve a missão de aterrorizar o mundo. A esquerda radical, o islamismo radical, o sionismo racista e a agenda LGBTQ foram criados pela Maçonaria Britânica.

Por que isso é importante? Porque isso afastará mais centristas e pessoas sensatas do Partido Democrata. Também abre caminho para que Trump e as Forças Armadas dos EUA façam o que for necessário e removam esse partido ilegítimo — controlado pela City de Londres e China e que trava uma guerra contra os Estados Unidos a partir de dentro.
Donald J. Trump
@realDonald Trump
“Ótimas notícias para o Partido Republicano. El-Sayed, um comunista perdedor que odeia judeus e Israel, é o vencedor projetado em sua disputa com a socialista. Como sempre, as pesquisas erraram feio desta vez. Não se esperava que ela se saísse tão bem quanto se saiu. Agora, as políticas malucas dos democratas só vão piorar!”

A adesão aberta dos Democratas ao comunismo será a sua ruína. Eles sempre foram assim; agora a máscara caiu e tornou-se óbvio para todos que o comunismo chegou aos Estados Unidos sob o pretexto de “progresso” e esquerdismo.
Este é um passo importante para a percepção pública. O público precisa entender que o Partido Democrata foi comprometido, para justificar as medidas que os militares terão de tomar contra eles mais adiante. O fato de os democratas terem abraçado abertamente o comunismo é o maior presente que poderiam ter dado a Trump e ao povo americano.
É isso que eles sempre foram, mas, até pouco tempo atrás, conseguiam esconder bem essa faceta. Agora, suas intenções de tomar o controle dos Estados Unidos e destruí-lo seguindo ordens da City de Londres estão às claras. Eles se expuseram; o disfarce era a sua maior arma.

Agora, quando Trump chama os democratas de inimigos do povo americano, isso não é mais teoria da conspiração. É realidade. O partido deles é, literalmente, a porta de entrada para a infiltração comunista nos Estados Unidos. O comunismo chegou à América sob o disfarce do “liberalismo”. Barack Obama é um comunista islâmico que foi colocado na presidência para destruir os Estados Unidos.
Os democratas também estão abrindo caminho para a sua própria ruína por meio da Lei de Controle do Comunismo (Communist Control Act); embora “especialistas” aleguem que se trata de uma lei “morta”, ela continua em vigor e é tecnicamente aplicável. Ao assumirem abertamente o comunismo, os democratas estão cavando a própria cova — e deitando-se nela.

O aumento vertiginoso do patrimônio líquido do comunista islâmico Barack Obama após entrar na política não é obra do acaso; ele expõe a corrupção profundamente enraizada de um sistema que enriquece os membros da elite política e econômica em detrimento do público.
Antes de ingressar na política de âmbito federal, o patrimônio de Obama era estimado em menos de US $200 mil. Após a entrada no Senado dos EUA (2005) e a presidência (2009–2017), a fortuna da Obama sofreu um salto exponencial, superando US $170 milhões em estimativas recentes.
Mas a verdade é que mais de 90% da fortuna de Obama está escondida em contas secretas nos bancos da City de Londres e suas filiais em paraísos fiscais no Caribe. O comunista islâmico Obama é um bilionário. Como é lucrativo mentir e enganar os trouxas que acreditam na democracia liberal não é mesmo?
— Stylo Urbano (@stylourbano9) August 7, 2026
O Comitê de Segurança Interna do Senado de Rand Paul votou para prender o Dr. Fauci por desacato ao Congresso após sua invocação imprópria da Quinta Emenda, 111 vezes. Paul driblou os democratas do Senado e levou isso diretamente ao Departamento de Justiça.
Seus homólogos no Brasil e resto do mundo provavelmente ficarão ainda mais preocupados. Durante anos, os brasileiros tiveram de ouvir médicos corruptos na televisão — pagos por empresas farmacêuticas — dizendo mentiras. Fauci era a referência deles. Se ele cair, eles também caem.
Os democratas tentaram bloquear a resolução para PROTEGER o criminoso Anthony Fauci de ser indiciado pois ele os ajudou a promover a farsa pandêmica do Covid, que foi criada pelos democratas, para fraudar a eleição de 2020 contra Donald Trump. Essas pessoas são verdadeiros canalhas e inimigos dos EUA e do mundo. Democratas são CÚMPLICES em um dos maiores encobrimentos da história americana.
E eles NÃO estão escondendo isso. Os democratas estavam envolvidos no Plano de 16 Anos da City de Londres e Vaticano para iniciar uma guerra nuclear entre Israel e Irã, que envolveria outras potências nucleares, para matar a maioria da população mundial, mas foram interrompidos por Trump.
O câncer de cólon em adultos com menos de 50 anos aumentou acentuadamente após a implementação das vacinas “seguras e eficazes” contra a Covid, promovidas por Fauci, OMS, democratas e mídia fake news.
Dono do LA Times:
“Vamos ter que abordar o aumento de casos de câncer em relação às vacinas contra a Covid — Pela primeira vez em minha carreira, vi uma criança de 8, 9 e 10 anos com câncer de cólon. Pela primeira vez em minha carreira, tive uma criança de 13 anos em minha clínica devido a um câncer pancreático metastático.”
As pessoas precisam ser responsabilizadas… simplesmente não podemos seguir em frente sem isso. Muitos crimes atrozes foram cometidos. Muitas vidas foram arruinadas e perdidas.
LA Times Owner;
“We’re Going to have to Address the Rising Instance of Cancer in Relation to Covid Vaccines — For the first time in my career, I’ve seen an 8, 9, and 10 year-old with colon cancer. For the first time in my career, I’ve had a 13-year-old child in my clinic due… https://t.co/UfVqPm3nER pic.twitter.com/UThfi3ar4E
— MJTruthUltra (@MJTruthUltra) August 7, 2026
- Os Democratas disseram que a FEMA NÃO tinha dinheiro para os americanos em Maui.
- Os Democratas disseram que a FEMA NÃO tinha dinheiro para os americanos em East Palestine, Ohio.
- Os Democratas disseram que a FEMA NÃO tinha dinheiro para os americanos no oeste da Carolina do Norte.
- Os Democratas disseram que a FEMA NÃO tinha dinheiro para os americanos em Pacific Palisades, Califórnia.
MAS a FEMA tinha US$ 1 bilhão extra para gastar com imigrantes ilegais, incluindo US$ 22,6 bilhões para carros, empréstimos habitacionais, dinheiro em espécie, moradia, assistência médica, registro de eleitores e até verba para abrir empresas — tudo isso canalizado por meio de ONGs em uma tentativa de derrubar a República Constitucional dos Estados Unidos.
Em outras palavras: os americanos foram enganados, roubados, extorquidos, chantageados e traídos.
The Democrats said FEMA had NO money for Americans in Maui.
The Democrats said FEMA had NO money for Americans in East Palestine, Ohio.
The Democrats said FEMA had NO money for Americans in Western North Carolina.
The Democrats said FEMA had NO money for Americans in Pacific… pic.twitter.com/2pieHGcuCE
— 🇺🇸RealRobert🇺🇸 (@Real_RobN) July 31, 2026
Os muçulmanos chamam seus edifícios de “mesquitas”. Mas essa palavra é uma mentira.
Passe por uma delas numa cidade americana ou europeia e você verá a verdade exposta: fileiras de homens sobre esteiras de plástico nas ruas, rostos pressionados contra o chão, bloqueando o trânsito, ignorando os carros que querem passar. Se essas estruturas fossem casas de ADORAÇÃO, a adoração permaneceria dentro delas. Mas não é o que acontece.
Essas mesquitas servem a um propósito diferente — o verdadeiro trabalho ocorre a portas fechadas: sessões de estratégia, fluxos de financiamento, o mapeamento lento e paciente e a eventual tomada de cidades e bairros. Toda comunidade que absorve um número suficiente deles acaba descobrindo isso. Acaba perdendo tudo.
A ideologia não se esconde; ela simplesmente espera que o hospedeiro se torne estúpido demais para perceber. A ideologia islâmica não é uma fé privada. É o sistema operacional. Remova o programa político, o código jurídico e o dever de supremacia, e a religião colapsa em um ritual vazio. É por isso que ninguém dentro do sistema jamais separa verdadeiramente as duas coisas.
A ideologia islâmica reivindica a totalidade de todas as esferas da vida e não dividirá o palco com o Cristianismo. Ela o destruirá, assim como fez em todas as nações que um dia foram cristãs. Os homens que escreveram as primeiras leis americanas nunca pretenderam que o experimento os incluísse.
Saiba mais: O Islã é uma grande ameaça à sociedade civilizada pois cria sociopatas.
A Lei de Naturalização de 1790 era explícita: cidadania para pessoas brancas livres e de bom caráter. De origem europeia. Esse era o contrato demográfico fundacional. Tudo o que se seguiu — cada expansão, cada pedido de desculpas, cada porta aberta promovida pelos democratas a mando da Sociedade Fabiana de Londres — foi uma traição posterior ao projeto original. Os fundadores dos EUA poderiam ter imaginado isso.
Eles não elaboraram a Constituição para qualquer credo, especialmente para o tipo de credo que declara guerra ao credo já existente aqui. Eles construíram um país para um povo específico… a liberdade religiosa tratava especificamente de diferentes seitas do Cristianismo. O Islã não é uma religião. É uma imitação satânica que inverte todos os princípios de verdade e retidão.
Ele viola a Constituição em sua raiz e marcha em sintonia com o comunismo, pois ambos os sistemas repousam sobre o mesmo fundamento: a mentira deliberada e estratégica. Satanás é o pai da mentira; ambas as ideologias são suas filhas. Ambas são idênticas: enganar, infiltrar-se e, então, SUBSTITUIR. Os democratas estão promovendo ativamente radicais islâmicos para cargos públicos nos EUA.
O Ministro Joseph Story, que integrou a Suprema Corte e lecionou em Harvard, compreendia a Primeira Emenda melhor do que os juízes atuais. Ele escreveu que o sentimento geral na época da fundação era o de que o Cristianismo deveria receber incentivo do Estado, desde que isso não atropelasse a consciência individual.
O verdadeiro objetivo da Emenda, continuou ele, nunca foi o de apoiar — muito menos promover — o islamismo, o judaísmo ou a descrença mediante o aviltamento do Cristianismo. Tratava-se de impedir que as seitas cristãs devorassem umas às outras e de evitar a criação de uma hierarquia religiosa nacional. Esse é o sentido original.

Os democratas tem recebido ajuda dos RINOs para sabotar o governo Trump. RINO é um acrônimo pejorativo para “Republican In Name Only” (Republicano Apenas no Nome), utilizado na política dos Estados Unidos para descrever membros do Partido Republicano (GOP) que são comunistas enrustidos que fingem defender o povo americano. Mas a verdade é que tanto os democratas (esquerda) como os republicanos (direita) são uma farsa dualista da Maçonaria.
Mentalidade Bárbara: Como esquerdistas e invasores do terceiro mundo pensam de forma similar
Integridade eleitoral: a democracia representativa é uma fantasia insensata?
Parece haver um tema comum nas recentes postagens de Trump: TRAIÇÃO!
O que os democratas e a grande mídia vêm fazendo constitui, legitimamente, traição. Eles estão colaborando com os inimigos dos EUA em tempo de guerra e disseminando desinformação para semear a discórdia e a dúvida, numa tentativa de minar o apoio público às operações militares. Eles propagam a retórica do Irã em favor do próprio Irã — ou melhor, de Obama e seus manipuladores, isto é, a organização criminosa transnacional conhecida como “Deep State” (Estado Profundo).

Sempre que Trump fala em traição, a maioria das pessoas ignora o assunto e diz que ele está apenas “falando besteira”, mas ele não está brincando nem um pouco. Ele está falando muito sério. O Presidente Trump tem apontado isso repetidamente por um motivo. Ele está preparando o povo americano para as medidas drásticas que precisarão ser tomadas no futuro. Ele vem nos mostrando, repetidamente, que os democratas e a grande mídia fake news estão envolvidos em traição.
É preciso mostrar ao povo quem são os verdadeiros inimigos. Trump está soando o alerta sobre os democratas comunistas/islamistas que pretendem acabar com o filibuster (obstrução parlamentar) e implementar seu domínio de partido único. É isso que está em jogo em 2026. Se a eleição não for segura, os democratas assumirão o controle do Congresso, acabarão com o filibuster e nunca mais perderão uma eleição. Uma tomada de poder total por comunistas e globalistas.
Trump já disse que não vai deixar isso acontecer. Ou os frouxas dos republicanos do Senado mostram coragem e aprovam a lei SAVE America Act, ou Trump será forçado a salvar a nação por conta própria, por meio de poderes executivos e até militares. Os inúteis políticos no Congresso e no Senado não conseguem nem mesmo aprovar leis de identificação eleitoral de bom senso, para impedir que estrangeiros influenciem os resultados das eleições.

Cerca de 80% do país apoia essa política, mas o Senado se recusa a aprová-la e 20% da esquerda radical se opõem veementemente porque QUEREM que imigrantes ilegais consigam votar clandestinamente a seu favor. Isso prova o fato de que democratas e políticos neoconservadores não têm consideração alguma pela “democracia” – eles vivem reclamando da regra da maioria, mas quando há um caso claro de uma maioria esmagadora a favor de eleições seguras, fazem exatamente o contrário.
O que significa que o presidente Trump teria que recorrer a medidas fora da Constituição para salvá-la. A Constituição foi concebida para limitar as ações do governo federal, não do povo. Isso deixa os americanos com o dilema secular da rebelião e da reforma. Talvez essa seja a única maneira das coisas realmente mudarem pois os falsos “representantes do povo” no Congresso e Senado recebem ordens da AIPAC (Israel), do Conselho de Relações Exteriores (City de Londres) e China.
Os RINOs no Senado estão em conluio com os democratas para não aprovar a SAVE America Act, que impede que milhões de imigrantes ilegais votem nos democratas nas eleições. Entre os RINOs estão: John Thune, Thom Tillis, John Cornyn, Susan Collins, Lisa Murkowski, Bill Cassid e Shelley Moore Capito. É nisso que se transforma a farsa da democracia liberal maçônica. A máscara dos democratas já caiu e eles não tem mais nada a perder.
Eles se sustentam através da fraude eleitoral em massa e da propaganda a seu favor da mídia fake news. Se os Estados Unidos cair nas garras dos democratas comunistas globalistas, o mundo também cairá. Trump sabe disso e está preparando o povo para o que precisa ser feito. Foram os democratas comunistas que ajudaram a colocar o ex-presidiário Lula na presidência do Brasil, via fraude eleitoral, para destruir o país economicamente e socialmente.
Em 2026, muitos americanos ainda tratam a farsa da “democracia representativa” como sacrossanta e intocável, mesmo sem saberem realmente por quê. Eles simplesmente acham que se trata de “liberdade”, mas baseiam sua devoção a um sistema que funcionava porque restringia severamente quem podia participar.
Como afirmou John Adams em 1802:
“Não temos um governo com poder capaz de lidar com paixões humanas desenfreadas pela moralidade e pela religião. A avareza, a ambição, a vingança ou a galanteria romperiam até os laços mais fortes da nossa Constituição como uma baleia atravessa uma rede. Nossa Constituição foi feita apenas para um povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para o governo de qualquer outro povo…”
Os 0,2% mais ricos e os 20% mais pobres trabalham em conjunto para tornar a vida miserável para todos os outros. Será que a democracia representativa é sequer possível quando uma parte da população luta ativamente para destruir o país a qualquer custo? Como podem as eleições e o governo manter a integridade quando pessoas que querem destruir tudo têm permissão para votar ou ocupar cargos políticos?
Durante e após a Guerra da Independência, muitos estados exigiram juramentos de fidelidade à causa americana. A recusa (frequentemente por parte de legalistas/tories que apoiavam a Grã-Bretanha) levava à perda do direito de voto, confisco de propriedades, banimento, etc. Essas regras e restrições eram explicitamente ideológicas – punindo visões políticas pró-britânicas ou “neutras”.
A Pensilvânia, Nova York e outros estados usavam tais testes, e os Fundadores dos EUA consideravam isso necessário para a segurança. A ideia de que todo cidadão americano deva ter permissão para opinar em assuntos nacionais, independentemente de sua origem ou sistema de crenças duvidosos, é uma fantasia tola. Os Fundadores estavam certos em fazer distinções.
Dito isso, será que o sistema está tão corrompido e iludido que não pode ser consertado? Como essa situação pode ser resolvida? O governo Trump divulgou informações que comprovam a manipulação das eleições de 2020. Em resposta, a grande mídia fake news se recusou a transmitir o discurso de Trump sobre o assunto.
Muitos veículos de comunicação simplesmente “checaram os fatos” das alegações de Trump online, classificando-as como falsas, sem sequer terem tempo de ler os relatórios e documentos confidenciais que ele apresentou. Os democratas fraudaram a eleição de 2020 com ajuda da China comunista e da mídia fake news que promoveu ativamente a fraude pandêmica do Covid.
Até hoje, os democratas não conseguem explicar como o senil Biden obteve 81 milhões de votos, o maior número de votos brutos para qualquer candidato presidencial na história dos EUA, em plena pandemia. Em 2024, a senil Kamala Harris ficou a mais de 6 milhões de votos da vitória de Biden.
Não deveria ser possível, mas aconteceu. As recentes revelações de fraude eleitoral nos ajudam a entender por que os democratas (e alguns neoconservadores) se recusam terminantemente a aprovar leis de identificação do eleitor e restrições ao voto por correio, apesar da grande maioria dos americanos ser favorável.
Mas a fraude eleitoral e o voto de imigrantes ilegais são apenas duas das muitas ameaças às eleições americanas, como:
1) Pessoas com transtornos mentais ainda têm direito a voto. Mais de 25% dos adultos nos EUA relatam ter pelo menos um transtorno mental. Isso significa que 1 em cada 4 eleitores americanos pode não ter a estabilidade mental necessária para tomar decisões razoáveis ou lógicas. Jovens adultos de 18 a 25 anos lideram os índices, com cerca de 33% a 36% relatando algum transtorno mental no último ano. A prevalência costuma ser maior em mulheres (cerca de 26%) do que em homens (cerca de 19%–20%). Quase 20% dos adultos nos EUA tomam algum tipo de medicamento prescrito para problemas de saúde mental. O número de mulheres que tomam medicamentos é o dobro do número de homens.
2) Pessoas com QI baixo têm o direito de votar. Cerca de 10% da população tem um QI abaixo de 80, o que representa 20 pontos abaixo da média. Um QI de 80 ou menos está associado a baixo controle de impulsos, agressividade extrema e incapacidade de cumprir responsabilidades cotidianas normais. Essas pessoas deveriam ter o direito de votar?
3) Psicopatas e sociopatas podem votar. Cerca de 4% da população possui esses traços psicológicos perigosos. Mesmo assim, eles podem votar, candidatar-se a cargos públicos, conseguir empregos dentro do sistema burocrático e até se torna deputados, senadores e presidentes. Todos os candidatos deveriam ser testados abertamente para essas questões antes de serem autorizados a assumir um cargo público. Os psicopatas/sociopatas tem a tendência de chegar a cargos de poder para controlar os demais.
4) Qual a porcentagem de pessoas com transtornos mentais, baixo QI e tendência sociopata (Transtorno de Personalidade Antissocial) que são eleitores da esquerda? As políticas progressistas refletem traços de psicopatia social e narcisismo. Análises baseadas em dados do General Social Survey ou estudos do Pew Research apontam que pessoas que se identificam como liberais/progressistas nos EUA relatam taxas mais altas de ansiedade e depressão. Em algumas faixas etárias (como jovens de 18 a 25 anos), a auto-identificação com diagnósticos de saúde mental no eleitorado de esquerda chega a 40% a 50%, comparado a índices significativamente menores entre conservadores.
Por fim, como é possível trazer transparência a um governo construído em torno de uma burocracia sem limite de mandatos e com poucos mecanismos de controle? É preciso reconhecer que Trump tem tentado desmantelar essa estrutura do “Deep State” e obteve alguns sucessos, incluindo o fechamento da nefasta USAID. Mas seriam necessárias várias presidências para realizar mudanças duradouras nesse governo secundário arraigado.

Os esforços do DOGE mostraram que a burocracia sempre foi a verdadeira base do poder – protegida por uma série de políticos, juízes, jornalistas e ONGs corruptos. Não importa quem chegue ao poder, porque as pessoas que administram a burocracia na democracia liberal geralmente mantêm seus cargos vitalícios e, quando uma administração combativa sai do poder, simplesmente tudo volta a ser como era antes.
Os protocolos constitucionais devem ser ignorados para demitir a grande maioria dessas pessoas de seus empregos. Os tribunais lotados de juízes ativistas de esquerda estão fazendo todo o possível para impedir que essas pessoas sejam demitidas. E se o governo Trump ignorasse os tribunais e as demitissem mesmo assim? Quais alternativas existem?
Nenhuma das respostas para esses problemas pode ser encontrada na Constituição e no atual ambiente jurídico. O Congresso dos Estados Unidos foi capturado por lobistas que representam os interesses de potências estrangeiras, como Israel, City de Londres e China. A Câmara e o Senado não conseguem nem aprovar leis de identificação do eleitor para garantir eleições sem fraude. O que significa que será preciso recorrer a medidas fora da Constituição para salvar a América.
A AIPAC (American Israel Public Affairs Committee) é a organização mais poderosa do lobby sionista de Israel no Congresso americano. A AIPAC tem fortes laços com o Council on Foreign Relations (CFR), o tentáculo americano da Chatham House (também conhecido como Royal Institute of International Affairs) que são dois dos principais think tanks e institutos de políticas internacionais do mundo.
Faça um tour pelo Congresso dos EUA e descubra por que esses políticos representam Israel e não os próprios eleitores americanos. Todos eles foram subornados e chantageados pela AIPAC para fazer o que os judeus sionistas querem.
Take a tour of the US Congress and Senate and find out why these politicians represent Israel and not their own voters? I guarantee you they have all been bribed and blackmailed. pic.twitter.com/n4EN6A0Ckb
— Stylo Urbano (@stylourbano9) August 3, 2026
Através de uma rede complexa de financiamento corporativo e fundos soberanos que têm origem no centro financeiro londrino, a AIPAC canaliza recursos maciços para campanhas políticas de Democratas e Republicanos. A AIPAC fundada em 1954, e o CFR fundado em 1921, são os principais tentáculos do polvo da City de Londres e Coroa Britânica para controlar o governo americano.
Ambos são inimigos do povo americano e compram a obediência dos “representantes do povo” no Congresso e Casa Branca.

A maioria esmagadora do Congresso dos Estados Unidos recebe financiamento ou endosso direto do AIPAC e de seus comitês de ação política (como o AIPAC PAC e o United Democracy Project).
Resumo das estatísticas gerais:
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Total no Congresso: No ciclo eleitoral mais recente, cerca de 80% a 85% dos membros do Congresso norte-americano (incluindo mais de 360 parlamentares entre deputados e senadores) receberam doações diretas ou endossos do AIPAC.
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Distribuição partidária: O AIPAC apoia abertamente candidatos de ambos os partidos para manter o suporte a Israel como uma pauta bipartidária no Congresso. Nas eleições federais de 2024, entre os parlamentares eleitos com o endosso e financiamento do AIPAC, 206 eram Republicanos e 120 eram Democratas.
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Financiamento direto e primárias: Mais de 500 candidatos e congressistas (Democratas e Republicanos) receberam repasses financeiros diretos do AIPAC PAC. Além disso, o Super PAC do AIPAC investiu dezenas de milhões de dólares em campanhas primárias, atuando com grande peso financeiro para apoiar democratas moderados/centristas em disputa contra candidatos progressistas críticos a Israel.
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Membros sem financiamento: Apenas um grupo muito reduzido no Congresso (aproximadamente 33 parlamentares, quase em sua totalidade da ala mais progressista do Partido Democrata ou do Partido Libertário) não aceita nem recebe recursos ligados ao grupo. Mas estão recebendo dinheiro de outros grupos.
Os “representantes do povo” no Congresso são COMPRADOS por uma organização judaica que representa os interesses do Estado terrorista de Israel, que é uma potência estrangeira hostil aos Estados Unidos. Como os americanos ainda podem considerar a farsa da “democracia representativa” como sacrossanta e intocável? Os políticos que recebem suborno da AIPAC, e outras organizações, trabalham pelos interesses de seus financiadores, e não ao povo.
As elites maçônicas financeiras da City de Londres utilizam o Federal Reserve, a AIPAC, o Council on Foreign Relations (CFR), o Partido Democrata e os RINOs para destruir os Estados Unidos. A forma mais rápida de eliminar essa entidade demoníaca globalista infiltrada nos EUA seria o presidente Trump ordenar que os militares fechassem o Congresso, o Supremo Tribunal e as redes da mídia fake news e começassem a prender todos os traidores e julgá-los em Tribunais Militares.
Em discurso ao mundo, Trump acusou a China e o Deep State por terem fraudado a eleição de 2020.
O protótipo globalista: Como o Império Britânico moldou o destino geopolítico da China.






































